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Corrupção tem cura?

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Corrupção tem cura?

Mensagem por gusto em Sab 14 Maio 2016, 9:56 am

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/04/25/corrupcao-vicia-e-da-prazer-dizem-especialistas.htm

E na sua opinião?


Quem ama não fala palavrão, não é preconceituoso, não xinga...(não é um Trump da vida) :risadinha:
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Re: Corrupção tem cura?

Mensagem por Xsara em Qui 26 Maio 2016, 8:26 pm

Boa noite inGusto!


A origem da corrupção está na formação moral das pessoas, agravado pela impunidade e por algo mais grave ainda, o corruptor, pois se não existisse essa figura macabra, não existiria o corrupto.
 
 Cura não tem! Se não tem pra amputados, quanto mais pra isto.
 E se conforme,pois o mundo jaz maligno como diz o gibiblia. 


"Lute com determinação, abrace a vida com paixão, perca com classe e vença com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito bela para ser insignificante. 


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Re: Corrupção tem cura?

Mensagem por Xsara em Qui 26 Maio 2016, 8:28 pm

Boa noite!


 Corrupção é uma patologia enraizada na veia dos brasileiros!
 Nem Jesus na causa!
huaauhuahauha


"Lute com determinação, abrace a vida com paixão, perca com classe e vença com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito bela para ser insignificante. 


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Re: Corrupção tem cura?

Mensagem por rbarros em Qui 26 Maio 2016, 10:28 pm

Na minha opinião, a corrupção está atrelada ao sistema e faz parte do poder.

Aqui neste mundo, compra-se e vende-se de tudo: desde um sorriso até a própria mãe...


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem!
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Re: Corrupção tem cura?

Mensagem por David de Oliveira em Sex 27 Maio 2016, 11:12 am

Xsara escreveu:Boa noite!


 Corrupção é uma patologia enraizada na veia dos brasileiros!
 Nem Jesus na causa!
huaauhuahauha

A Suécia não oferece luxo aos seus políticos: nesta sociedade essencialmente igualitária, a classe política não tem o status de uma elite bajulada e nem os privilégios de uma nobreza encastelada no poder. Sem direito a imunidade, políticos suecos podem ser processados e condenados como qualquer cidadão. Sem carros oficiais e motoristas particulares, deputados se acotovelam em ônibus e trens, como a maioria dos cidadãos que representam.
Sem salários vitalícios, não ganham a merecida aposentadoria após alguns poucos anos de trabalho pelo bem do povo. Sem secretária particular na porta, banheiro privativo ou copa com cafezinho, os gabinetes parlamentares são espartanos e diminutos como a sala de um funcionário de repartição pública. Sem verbas indenizatórias para alugar escritório nas bases eleitorais, deputados suecos usam a própria casa, a sede local do partido ou a biblioteca pública para trabalhar quando estão em suas regiões de origem.
”Está bom, mas pode ficar melhor”, resmunga o motorista de táxi que me leva do aeroporto de Arlanda ao centro de Estocolmo, a capital sueca. Ele reclama indignado, como tantos outros, do valor do salário líquido de um deputado do Parlamento sueco: horror dos horrores, é cerca de 50 por cento a mais do que ganha em média um professor primário no país. Um privilégio indefensável, que na lógica do motorista deveria estar em processo acelerado de extinção.
Não é preciso consultar a cabeça de Mímir (o deus venerado pelos vikings por sua sabedoria infinita e pela cabeça que, mesmo decepada pelos inimigos, continua a pensar), para deduzir que este é um povo que sabe quem é o patrão.

”Sou eu que pago os políticos”, resumiu o cidadão sueco Joakim Holm, durante entrevista gravada em uma rua de Estocolmo para reportagem do Jornal da Band. ”Não vejo razão alguma para dar a eles uma vida de luxo”.
”Os políticos são eleitos para trabalhar para mim e para todos os outros cidadãos que pagam impostos. Aqui ninguém acha que os políticos são uma classe superior com direito a privilégios”, disse outro entrevistado, Mikael Forslund.
A nível municipal, o desejo de exercer a atividade política poderia ser mal interpretado, fora da Suécia, como um caso clínico: vereadores suecos não ganham sequer salários, e também não têm direito a gabinete – trabalham de casa. Estarão os seus nervos em desordem?
O que o modelo sueco demonstra é que as camisas de força se ajustariam melhor ao figurino das platéias entorpecidas de outras latitudes, que assistem, bovinizadas, ao fascinante espetáculo diário dos abusos do poder. A experiência da Suécia subverte o desconexo conceito de que aos políticos deve-se dispensar um tratamento reverencial digno de uma casta superior, formada por cavalheiros e damas mais ilustres do que a média, e portanto com direitos quase divinos a benesses jamais alcançáveis pelos cidadãos que vivem sob o Olimpo político.
Ainda lembro da estranha sensação de estar presenciando um fenônemo extraterreno quando encontrei, pela primeira vez, o ex-primeiro-ministro e atual ministro das Relações Exteriores, Carl Bildt, empurrando seu carrinho de compras no supermercado que frequento em Estocolmo. E o prefeito de Estocolmo, Sten Nordin, na fila do ônibus. E o presidente do Parlamento, Per Westerberg, em um vagão do metrô.

Sem desesquilíbrios sociais monstruosos, este é sem dúvida um país mais seguro e menos violento, onde provavelmente os únicos carros blindados que circulam pelas ruas são guiados pelas forças de segurança. Mas mais que isso, esta é uma sociedade que elege políticos mais próximos da realidade e das dores do cidadão comum. Políticos que em geral não colocam a vaidade ou os interesses próprios na frente dos bois, em uma sociedade que mostra que o exercício da função política pode ser digno

”Na Suécia, os políticos vivem uma vida simples, em condições semelhantes às que vivem os cidadãos. É uma tradição”, diz o jornalista Mats Knutson, apresentador e comentarista político da TV pública SVT.
Na década de 70, o então primeiro-ministro Olof Palme morava em sua própria casa no subúrbio de Vällinby, e costumava dirigir para a sede do Governo em um velho Fiat vermelho.
”Era um Fiat 600, fabricado na antiga Alemanha Oriental”, conta Mårten Palme, filho de Olof Palme e professor de Economia da Universidade de Estocolmo. ”Meu pai prezava a igualdade e a simplicidade, e vivíamos uma vida normal. Nossa casa de verão na ilha de Fårö era bastante primitiva, e não havia sequer água ou eletricidade”, ele me diz.
O antecessor de Palme, Tage Erlander, tomava o bonde para a sede do Governo. Ou ia de carona com a mulher, que trabalhava perto dali.
Os suecos só decidiram criar uma residência oficial para o primeiro-ministro depois de 1986, quando Olof Palme foi assassinado a tiros na saída do cinema quando caminhava para casa sem escolta, em um crime brutal e nunca solucionado. Seu sucessor, o também social-democrata Ingvar Carlsson, mudou-se aparentemente contrariado para a nova residência oficial. Diz-se que Carlsson, que renunciaria ao poder tempos depois, achava inapropriado para um primeiro-ministro sueco morar num lugar chamado de Palácio – ao construir a casa em 1884, a abastada família Sager a batizara de Palácio Sagerska.
”A limpeza dos aposentos privados do primeiro-ministro é feita uma vez por semana. Por este serviço, o primeiro-ministro deve pagar impostos em sua declaração de renda”, diz Anna Dahlén, assessora de imprensa do governo sueco....

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/como-vivem-os-politicos-na-suecia-um-trecho-revelador-de-um-novo-livro/


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Re: Corrupção tem cura?

Mensagem por rbarros em Sex 27 Maio 2016, 1:21 pm

Podemos chegar ao patamar de países como Suécia ou Noruega, mas isto exigirá um pesado investimento em Educação e Cultura. Nosso povo não está preparado para políticos a este nível...


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Re: Corrupção tem cura?

Mensagem por David de Oliveira em Sex 27 Maio 2016, 1:49 pm

rbarros escreveu:Podemos chegar ao patamar de países como Suécia ou Noruega, mas isto exigirá um pesado investimento em Educação e Cultura. Nosso povo não está preparado para políticos a este nível...

Não estamos sozinhos e tampouco somos os únicos; a suécia é exceção.

Corrupção custa 120 bilhões de euros à Europa por ano

  • 3 fevereiro 2014


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Image captionPadrão de corrupção variou de um país para outro do bloco
Um estudo da Comissão Europeia mostra que a corrupção custa cerca de 120 bilhões de euros por ano (quase R$ 390 bilhões) à economia do bloco, o que é equivalente a quase todo o orçamento anual da União Europeia.
Este valor também equivale a 1,04% do PIB do bloco, de US$ 15,5 trilhões, segundo dados de PIB do Banco Mundial.
O relatório foi apresentando nesta segunda-feira pela comissária de Assuntos Internos da União Europeia, Cecilia Malmstroem.
Para efeitos de comparação, um estudo de 2010 da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) mostrou que a corrupção custa ao Brasil entre R$ 49,5 e R$ 69,1 bilhões por ano. Tomando o valor mais alto e fazendo a correção cambiária atual, o montante de valores desviados dos cofres públicos brasileiros equivaleria a 3% do PIB de US$ 2,3 trilhões do país - três vezes maior, portanto, que a corrupção europeia.
A Comissão Europeia analisou o problema da corrupção nos 28 países-membros no primeiro levantamento do gênero, que também ouviu o público.
Três quartos dos europeus entrevistados relataram que a corrupção é comum e mais da metade dos ouvidos informaram que o nível de corrupção aumentou.
Ao comentar o relatório, Malmstroem afirmou que a corrupção prejudica a confiança nos governos.
"A corrupção desgasta a confiança nas instituições públicas e na democracia. Prejudica nosso mercado interno, atrapalha o investimento estrangeiro, custa milhões aos contribuintes e, em muitos casos, também é uma ferramenta para redes de crime organizado", disse a comissária.
"Muito dinheiro dos cidadãos está sendo perdido em contratos corruptos, ou em subornos e em questões nas quais eles não recebem os serviços que precisam... 

[size=13]Entre os britânicos que responderam à pesquisa, 64% acreditam que a corrupção está disseminada pela Grã-Bretanha, enquanto que a média na União Europeia foi de 74% nesta questão específica.[/size]


Em outros países, os números foram relativamente maiores.
Na Croácia, República Tcheca, Lituânia, Bulgária, Romênia e Grécia, entre 6% e 29% dos pesquisados disseram que já receberam um pedido de pagamento de suborno nos últimos 12 meses.
[size=16]Modelo sueco

Em um artigo no jornal sueco Goeteborgs-Posten, Malmstroem afirmou que, apesar do problema ser grave em toda a Europa, a Suécia não parece ser tão afetada.
"A extensão do problema na Europa é de tirar o fôlego, apesar de a Suécia estar entre os países com menos problemas", escreveu.[/size]
Segundo a comissária, "outros países da União Europeia deveriam aprender com as soluções suecas para lidar com o problema", destacando o papel das leis sobre transparência no país. 

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/02/140203_europa_corrupcao_custos_fn


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