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Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

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Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Seg 11 Jan 2016, 3:26 pm

Os evangélicos atuais rejeitam o pós-milenismo
a - Porque o desconhecem
b - Porque contradiz a Bíblia
c - Porque foram ensinados diferente
d - Outra resposta

Resumo:

monergismo . net . br "Pós Milenarismo e Avivamento"

" John J. David escreve que as doutrinas principais do pós-milenarismo são: 

1. Por meio da pregação do Evangelho e do derramamento espetacular do Espírito Santo, missões cristãs e o evangelismo terão um sucesso extraordinário, e a igreja passará por um período de expansão numérica e vitalidade espiritual sem precedentes. 

2. Esse período de prosperidade espiritual, o milênio, entendido como um período longo, será caracterizado por evidências de paz e bem-estar econômico crescentes no mundo como resultado da influência sempre maior da verdade cristã. 

3. O milênio será caracterizado também pela conversão à fé cristã de um grande número de judeus étnicos (Rm. 11:25,26). 

4. Ao final do período do milênio haverá um breve período de apostasia e conflito severo entre as forças do cristianismo e as forças do mal. 

5. Por fim, e simultaneamente, ocorrerá a volta visível de Cristo, a ressurreição dos justos e dos ímpios, o juízo final e a revelação dos novos céus e da nova terra. 


Essa perspectiva é chamada pós-milenarismo simplesmente porque crê, em contraste com as outras duas perspectivas principais da profecia, que a volta de Cristo seguirá esse período de “bênçãos do milênio”. 
Por que então essa posição é muitas vezes associada à esperança pelo avivamento e uma teologia bem definida de avivamento? 
O pós-milenarista bíblico conservador não crê que as condições do mundo em si não têm um papel significativo naquilo que o Deus soberano pode escolher fazer em relação ao avivamento em qualquer momento da história. 
Quanto mais tenebroso o momento na história, tanto maior pode ser a glória da luz da reforma e do avivamento. 
A esperança não é depositada na melhoria das condições sociais, mas no Deus soberano que intervém na história de acordo com a sua vontade e quando ele quer. 
A questão principal para a maioria dos pós-milenaristas sérios que seguem a Bíblia é esta: “O evangelho ainda vai se tornar um poder de transformação mundial para todas as nações?”. A resposta que eles dão é um retumbante sim."

John Knox
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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por gusto em Seg 11 Jan 2016, 9:12 pm

Fermento, fermento, fermento...

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Ter 12 Jan 2016, 12:25 pm

GUTO
Fermento, fermento, fermento...


KNOX
Não entendi, explique melhor.

John Knox
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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por gusto em Qua 13 Jan 2016, 7:57 pm

Mais uma falsa doutrina, só isso, não vai produzir nada além de joio. :chapeu:

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por gusto em Qua 13 Jan 2016, 7:58 pm

Não vai ter mais avivamento, só aviltamento.

Agora é só ladeira abaixo.

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por gusto em Qua 13 Jan 2016, 8:07 pm

Avivamento ou aviltamento?:

Avivamento ou Aviltamento?
Data:17/7/2007      Publicado em: 17/7/2007

“Importa que Ele cresça e que eu diminua”
Estas duas palavras são parecidas, porém, divergentes. Temos visto que, na igreja hodierna, elas misturam-se na mente do povo de Deus. Infelizmente, muitos não conseguem distinguir uma da outra.
Deixe-me dar a definição de ambas. John Stott define avivamento ou reavivamento como: “... uma visitação inteiramente sobrenatural do Espírito soberano de Deus, pela qual uma comunidade inteira toma consciência de Sua santa presença e é surpreendida por ela. Os inconversos se convencem do pecado, arrependem-se e clamam a Deus por misericórdia, geralmente em números enormes e sem qualquer intervenção humana. Os desviados são restaurados. Os indecisos são revigorados. E todo o povo de Deus, inundado de um profundo senso de majestade divina, manifesta em suas vidas o multifacetado fruto do Espírito, dedicando-se às boas obras” (A verdade do Evangelho, p. 119).
Creio que Deus pode, e freqüentemente o faz, operar um grande reavivamento em nossos dias para reavivar a igreja que está dia-a-dia descendo ladeira abaixo empurrada pelo vento do modernismo, da falta de firmeza doutrinária, da escassez de uma santidade impactuante e não legalista. E que isso, na realidade, é necessário e urgente. Não obstante, muito do que se vê por ai não passa de descarado aviltamento.
Já a palavra “aviltamento” significa: vileza, desonra, ignomínia, descrédito, vergonha. A maioria dos “avivamentos” que existem por ai não passa de aviltamento. Verdadeira vergonha de um pseudo-evangelho, uma pseudo-salvação. Verdadeira infâmia contra a santidade de nosso Deus maravilhoso.
Vários períodos da história da Igreja pós-apostólica foram marcados por reavivamentos maravilhosos, onde Deus usou soberanamente homens falíveis para uma proclamação das verdades de um Deus infalível. Por exemplo: A Reforma Protestante (John Wycliffe, Lutero, Calvino, Knox), Reavivamento Morávio (conde Zinzendorf), o Grande Reavivamento do séc. XVIII (John Wesley, Charles Wesley e Jorge Whitefield), Reavivamento Americano de 1725 e 1760 (Teodoro Fredinghuysen e Jônatas Edwards), só para citar alguns.
Todos os despertamentos históricos foram marcados em contraposição por desvios e abusos que tentaram passar por avivamento, mas que nada mais eram que aviltamento. Gostaria de falar, em breves palavras, sobre o que NÃO é reavivamento espiritual:
•  Reavivamento não é simplesmente agendar programações, promover campanha evangelística, retiros, etc. O Espírito Santo de Deus age como Ele quer e não segundo as nossas concepções e agendamentos humanos. “O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai...” (João 3:8 a).
•  Reavivamento não é assistir “Louvorzão”. Realizar encontros de jovens e reuniões de avivamento. Não é animação no culto. Participar de uma “coreografia santa” não é reavivamento. Pessoas podem dar amém na hora certa, levantar as mãos para o céu, chorar, cair, mas essas coisas não querem dizer que haja verdadeiramente um mover do Espírito.
•  Reavivamento não é linguajar religioso.  “Tome posse da bênção”; “Eu decreto”; “Ta amarrado”. São essas as frases, dentre tantas outras, que os cristãos brasileiros estão usando como mantras espirituais dentro das igrejas. O linguajar tem que ser este. Quem não anda por essa cartilha é taxado de cru. Isto é inconcebível.
•  Reavivamento não é praticar um “pentecostalismo descompromissado”. Em Mt 7. 22 – 23 está uma advertência séria com relação a práticas tão populares hoje. Veja o texto: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”. Veja que “igreja” maravilhosa. Existia profecia: “não profetizamos nós em teu nome?”. Existia exorcismo: “não expulsamos demônios?”. Existiam curas e milagres: “não fizemos muitas maravilhas?”. Contudo, Deus os reprovou! A advertência é séria: “Nunca vos conheci”. Em outras palavras: “Vocês não são dos meus”. O problema é que essas pessoas irão descobrir isso muito tarde. Espero que você não seja uma delas.
•  Reavivamento não é mudar os costumes. – Mt 23. O próprio texto de Mateus 23 é contundente. Fala por si. “Então falou Jesus à multidão, e aos seus discípulos, dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los; E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens; pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes, e amam os primeiros lugares nas ceias e as primeiras cadeiras nas sinagogas, e as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens; Rabi, Rabi. Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos. E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus. Nem vos chameis mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo. O maior dentre vós será vosso servo. E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado”. (v. 1-12). Conheço várias pessoas que poderiam encaixar-se perfeitamente nessas advertências. Lembrem-se: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!”
•  Reavivamento não é mudar de teologia. As pessoas mudam de doutrinas como se muda de roupa. Não existem raízes. São como uma folha seca levada pelo vento. Basta surgir um propagador de bênçãos e ele estará lá. Não se questiona nada, o importante é sentir. Chamo isso de “sensitividade herética”. Charles Spurgeon já advertia a igreja a mais de cem anos atrás: “As pessoas dirão: ‘Gostamos desta forma de doutrina e gostamos também da outra´. Mas o fato é este: eles gostariam de qualquer coisa, desde que um enganador esperto lhes apresentasse isso de uma maneira aceitável. Eles admiram Moisés e Arão, mas não diriam uma palavra contra Janes e Jambres. Não devemos ser cúmplices daqueles que visam criar esta mentalidade. Temos de pregar o evangelho de modo tão distinto que o nosso povo saiba aquilo que estamos pregando. ‘Se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?´ (1Co 14.8). Tenho ouvido dizer que uma raposa, que é perseguida muito de perto pelos cães, finge ser um deles e corre com eles. É isso que alguns estão desejando agora: que as raposas pareçam cães . Existem pregadores dos quais é difícil dizer se são cães ou raposas; contudo os homens não podem ter dúvidas sobre as coisas que ensinamos ou cremos”. – Charles Spurgeon. (1834 – 1892) Spurgeon também dizia: “Nada há de novo na teologia. Exceto o que é errado”. Ou seja, a teologia bíblica é aquela pregada por Paulo, Pedro, João etc. São as “velhas doutrinas” que fazem bem a alma e salva o pecador.
•  Reavivamento não é algazarra eclesiástica. O que temos visto em muitos arraiais não passa de algazarra eclesiástica. Há muito pulo, gritos, meneios, mas pouca santidade prática. Pouco compromisso com a obra de Deus. Quase nenhuma intenção de evangelizar os povos que ainda não ouviram o evangelho de Cristo. Ninguém quer sair de suas cadeiras confortáveis para lugares inóspitos. Isso me lembra uma velha fábula: “ Era uma vez quatro pessoas que se chamavam "Todomundo", "Alguém", "Qualquerum" e "Ninguém". Havia um importante trabalho a ser feito e "Todomundo" acreditava que "Alguém" iria executá-lo. "Qualquerum" poderia fazê-lo, mas "Ninguém" o fez. "Alguém" ficou aborrecido com isso, porque entendia que sua execução era de responsabilidade de "Todomundo". "Todomundo" pensou que "Qualquerum" poderia executá-lo, mas "Ninguém" imaginou que "Todomundo" não o faria. No final da história; "Todomundo" culpou "Alguém" quando “Ninguém", fez o que "Qualquerum" poderia ter feito ” . Pense nisso quando tiveres que fazer algo na Obra de Deus.
•  Reavivamento não é crescimento do número de membros. Penso que um dos maiores problemas da igreja nesses últimos tempos é o inchamento de livros de registro de membros. Pelo simples fato de que, na grande maioria das vezes, colocam-se pessoas no rol de membros da Igreja local, quando ela não pertence à Igreja Universal de Cristo. Hoje, mais do que nunca, as igrejas estão cheias de pessoas não convertidas, o que gera uma igreja cancerosa, morta, inoperante. Que Deus tenha misericórdia de nós.
AFINAL, O QUE CARACTERIZA O VERDADEIRO REAVIVAMENTO?
Algumas marcas podem ser detectadas nos verdadeiros reavivamentos trazidos por Deus através da história. Além das características que John Stott nos apresenta em sua definição acima, gostaria de traçar alguns breves e limitados pontos no que concerne ao verdadeiro reavivamento:
A) O verdadeiro reavivamento traz toda honra a Deus. A figura humana não aparece, Deus é que é admirado. Os holofotes estão em Deus, em Sua pessoa, Seu caráter, Sua santidade, Seu poder, Sua honra e Sua glória. O arbítrio humano dá lugar à soberania divina. O homem reconhece que não passa de “um caco de barro no meio de outros cacos” – Isaías 45:9
Edwards disse que: “nenhum avivamento ou experiência religiosa é genuína se não realçar esse Deus sublime em sua soberania, graça e amor”. Ele advertiu contra dois grandes erros no avivamento. Primeiro, o mero emocionalismo. Segundo é dar ênfase não a Deus, mas às respostas humanas. O reavivamento que não se preocupa com a glória suprema de Deus não é reavivamento é aviltamento.
Alguns líderes quando estão falando de Deus, geralmente procuram incutir na mente das pessoas aquilo que Deus jamais diria. Eles dizem: “Deus vai fazer isso amanhã”; “No próximo culto Deus vai operar e vai batizar, curar, etc”; “Vamos fazer uma semana de reavivamento e vocês irão ver Deus fazendo maravilhas”.
Não estou dizendo que Deus não pode fazer, Ele faz o que quiser e não pede licença ao homem. O que estou dizendo é que Deus não trabalha de acordo com a agenda humana. Lamento informar, mas Deus não nos deu a Sua agenda de amanhã, muito menos da semana que vem.
B) O verdadeiro reavivamento expõe as verdades antigas do evangelho. Avivamento sem retorno às verdades da Palavra de Deus não passa de aviltamento. Charles Spurgeon certa vez disse o seguinte: “Nada há de novo na teologia, exceto o que é errado” .
C) O verdadeiro reavivamento leva os cristãos à profunda santidade . Conseqüentemente a Igreja cresce em quantidade e qualidade. A primeira não fica em detrimento a segunda.
É verdadeira mudança no comportamento.
D) O verdadeiro reavivamento traz abertura, convicção, quebrantamento, confissão e arrependimento do pecado. É descoberta toda podridão do coração depravado do homem, ele sente a nojeira do pecado e é levado a refugiar-se na graça de Cristo.
Grande parte dos cristãos de hoje não sabem nada sobre o pesar do coração em contrição à santidade de Deus. Os puritanos falavam de “agonizar
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração: prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno. Salmo” – 139:23,24.
E) O verdadeiro reavivamento traz uma nova vida à ação missionária da Igreja. Reacende a chama por missões. O amor ao perdido é reanimado pela ação irresistível do Espírito Santo.
Traz mudança na sociedade em que a Igreja está inserida.
Amados, tenhamos cuidado para não querermos “produzir reavivamento” no intuito de agradar aos homens, granjear ovações e considerações que não servem para nada, senão, para acariciamento do ego e inchamento da nossa natureza carnal. Lembrem-se: “... uma visitação inteiramente sobrenatural do Espírito soberano de Deus”.
Nenhum homem pode “produzir” reavivamento. Todo “reavivamento” produzido pelo homem é, sem sombra de dúvidas, aviltamento. Espero que você tenha sido abençoado por estas breves considerações.
Vigiemos para que nosso “avivamento” não se torne em aviltamento a Deus, a quem devemos dar toda honra, toda glória e todo louvor. Como nos diria João Batista: “Importa que Ele cresça e que eu diminua” – João 3:30
Clamemos como o salmista: “Porventura, não tornarás a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?” – Salmo 85.6.
SOLI DEO GLORIA NUNC ET SEMPER

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Qui 14 Jan 2016, 10:29 am

Olá GUSTO

Não sei se você reparou, mas a minha pergunta é justamente um pedido de explicação porque se deveria rejeitar o pós-milenismo.

Você expressou sua rejeição, mas não a explicou.

Por favor responda:

Os evangélicos atuais rejeitam o pós-milenismo
a - Porque o desconhecem
b - Porque contradiz a Bíblia
c - Porque foram ensinados diferente
d - Outra resposta




-


Se isso é a sua resposta:




GUSTO
"Não vai ter mais avivamento, só aviltamento.
Agora é só ladeira abaixo."







KNOX
Gostaria de ver a base bíblica desta perspectiva.

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por gusto em Qui 14 Jan 2016, 8:39 pm

A minha resposta é a D, outra resposta.

Biblicamente estamos em apostasia, que quanto mais se aproximar a volta de Jesus, só vai piorar. Por isso devemos rejeitar tal doutrina.

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Sex 15 Jan 2016, 5:28 pm

KNOX
Mostrar a base bíblica não é dizer a mesma frase, acrescentando a palavra “biblicamente” no começo, seria mostrar os textos bíblicos que provam a sua perspectiva.
Eis alguns textos bíblicos que apoiam a esperança de uma era de ouro de vitória do Evangelho em todas as nações antes da volta de Cristo.
 
1
Convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. 1Co 15:25


Cristo inaugurou Seu reino em Sua ascensão, portanto reinará do céu até dissipar toda rebeldia a Deus na terra.
 
Nós estamos no meio deste reinado, que termina em vitória e não numa ocasião de derrota.
 
 
2
Todos os limites da terra se lembrarão, e se converterão ao Senhor; e todas as famílias das nações adorarão perante a tua face.
Porque o reino é do Senhor, e ele domina entre as nações. Sl 22:27,28



Isto ainda não aconteceu, portanto irá acontecer. Se o pré-milenismo fosse verdade não se aplicaria a esse verso pois no milênio conversões não seriam necessárias. Só é necessário e possível a conversão de todas as nações se as nações estão passando de descrentes para crentes.
 
 
3
Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre, Dn 2:44
O final da visão da estátua de Nabucodonosor diz que o Reino de Deus, uma vez inaugurado, destruirá todos os outros reinos e dominará e durará para sempre.
A sequencia de impérios encaixa com a primeira vinda de Cristo, não com a segunda:
Cabeça – Babilonia
Peito – Pérsia
Ventre – Grécia
Pés – Roma
 
Conforme Dn 2:44 nos dias do império de ferro, Roma, é que o Reino de Deus seria levantado. De fato, Jesus pregava – É chegado o Reino de Deus.
Portanto o Reino foi inaugurado na primeira vinda de Cristo, e seu destino é dominar o mundo todo e todos os demais reinos, conforme as visões de Dn 2 e Dn 7.
 
Há várias outras passagens, mas não quero me delongar muito, pois se você for comentar essas, já tem bastante material.

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por gusto em Sab 16 Jan 2016, 7:19 am

Para quem conhece a Bíblia não é necessário estar citando versículos.

Basta dizer que vai se multiplicar a iniquidade e o amor se esfriará de quase todos.

Só isso já basta, ou isso se chama avivamento?

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Sab 16 Jan 2016, 8:19 am

GUSTO
Para quem conhece a Bíblia não é necessário estar citando versículos.


 
KNOX
Claro que é, justamente para conhecer as interpretações divergentes.
 

GUSTO
Basta dizer que vai se multiplicar a iniquidade e o amor se esfriará de quase todos.
Só isso já basta, ou isso se chama avivamento?

 
KNOX
E porque pensas que isto ainda não aconteceu?
Segundo o pós-milenismo, a grande tribulação foi o turbulento período do cerco e destruição de Jerusalém pelos romanos em 70 DC.
Certas passagens do NT referentes à vinda do Filho do Homem não são sobre a volta escatológica de Cristo mas sobre a Sua vinda em juízo contra o Israel incrédulo que O rejeitou e perseguia os cristãos o que é o assunto principal do livro de Apocalipse  cap 1 a 19 e se cumpriu em 70DC.
Diga sua interpretação bíblica estabelecendo porque o trecho citado por ti ainda não aconteceu.
Tenho bastante evidências para  a minha, tal como:
Quando pois vos perseguirem nesta cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel sem que venha o Filho do homem. Mt 10:23

 
Certamente essa vinda do Filho do Homem de Mt 10:23 se refere a algo que aconteceu durante o período de vida dos apóstolos.


Agora, mesmo que seja verdade que esse "vai se multiplicar a iniquidade e o amor se esfriará de quase todos" ainda está para se cumprir, porque alguém deveria pensar que isto não pode acontecer depois de um período de ouro de vitória do Evangelho prevalecendo sobre todas as nações e convertendo a maior parte da população mundial, como as passagens que eu citei na postagem anterior indicam?

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por gusto em Sab 16 Jan 2016, 8:36 am

Agora, mesmo que seja verdade que esse "vai se multiplicar a iniquidade e o amor se esfriará de quase todos" ainda está para se cumprir, porque alguém deveria pensar que isto não pode acontecer depois de um período de ouro de vitória do Evangelho prevalecendo sobre todas as nações e convertendo a maior parte da população mundial, como as passagens que eu citei na postagem anterior indicam?
Porque isto está acontecendo agora.

Não há amor entre os homens, cada um cuida de seus próprios interesses, só isso já demonstra o esfriamento do amor.

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Sab 16 Jan 2016, 3:14 pm

E porque ainda não pode acontecer um período de ouro de vitória do Evangelho prevalecendo sobre todas as nações e convertendo a maior parte da população mundial, como as passagens que eu citei na postagem anterior indicam?

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por gusto em Sab 16 Jan 2016, 4:28 pm

Porque hoje está se cumprindo esta Escritura:

2 Timóteo 4:3 Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos   

Simples assim! feliz

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Dom 24 Jan 2016, 1:36 am

Se você reparar, esse texto de Paulo se refere a algo que aconteceria durante a vida de Timóteo!

Os ÚLTIMOS DIAS começaram quando Cristo ascendeu ao Céu.

São todo o período desde a Ascensão até a Volta de Cristo.

Prova:

Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. 1Co 10:11

Então, no exato momento em que Paulo em 50DC escreve a carta aos coríntios, os últimos dias já tinham começado.

Isto se refere a toda esta fase final da história humana, não a uns poucos anos imediatamente anteriores à volta de Cristo.

-
-
-
Assim, minha pergunta está de pé, por favor analise os versos bíblicos que eu citei anteriormente.

"E porque ainda não pode acontecer um período de ouro de vitória do Evangelho prevalecendo sobre todas as nações e convertendo a maior parte da população mundial, como as passagens que eu citei na postagem anterior indicam?"

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por darkshi em Dom 07 Fev 2016, 7:07 pm

O pós milenismo comete um erro muito comum, o de selecionar os trechos que são concordantes com a leitura pós, mas ignorando os que são discordantes.

Um trecho que é discordante é o da parábola do joio e do trigo.

Jesus lhes propôs outra parábola: O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo. Mas enquanto os homens dormiam, veio um inimigo dele, semeou joio no meio do trigo e retirou-se. Porém quando a erva cresceu e deu fruto, então apareceu também o joio. Chegando os servos do dono do campo, disseram-lhe: Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? pois donde vem o joio? Respondeu-lhes: Homem inimigo é quem fez isso. Os servos continuaram: Queres, então, que vamos arrancá-lo? Não, respondeu ele, para que não suceda que, tirando o joio, arranqueis juntamente com ele também o trigo. Deixai crescer ambos juntos até a ceifa; e no tempo da ceifa direi aos ceifeiros: Ajuntai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar, mas recolhei o trigo no meu celeiro.

A parábola é clara que o joio (réprobos) irá continuar crescendo junto com o trigo (salvos) até o dia da ceifa (juízo final). Mateus 13 24-30 não pode ser respondido com a leitura pós.


"Teleology is like a mistress to a biologist: he cannot live without her but he's unwilling to be seen with her in public." J. B. S. Haldane

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Ter 09 Fev 2016, 11:38 am

Olá DARKSHI, esse texto não refuta o pós milenismo, pois nele nada se diz sobre a proporção entre trigo e joio, se haverá mais trigo que joio ou mais joio que trigo na ocasião da volta de Cristo.

Na verdade, dá até a entender que haverá menos joio que trigo.

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Ter 09 Fev 2016, 11:40 am

Assim permanece a pergunta.

"E porque ainda não pode acontecer um período de ouro de vitória do Evangelho prevalecendo sobre todas as nações e convertendo a maior parte da população mundial, como as passagens que eu citei na postagem anterior indicam?"

Aliás nada impede que uma apostasia se siga a esse período de ouro, que certamente ainda não aconteceu, invertendo a maioria cristã antes da volta de Cristo. Se isso acontecer, ainda o pós-milenismo terá sido verdadeiro (Cristo terá voltado após o milênio).

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por darkshi em Ter 16 Fev 2016, 7:15 pm

John Knox escreveu:Olá DARKSHI, esse texto não refuta o pós milenismo, pois nele nada se diz sobre a proporção entre trigo e joio, se haverá mais trigo que joio ou mais joio que trigo na ocasião da volta de Cristo.

Na verdade, dá até a entender que haverá menos joio que trigo.

Deixai crescer ambos juntos até a ceifa; 

A proporção não faz diferença já que o pós-milenarismo prevê que o que deveria acontecer é a diminuição do joio a medida que o reino fosse crescendo. Como Cristo revela que os dois reinos irão crescer e a destruição do reino do capeta só ocorrerá com a vinda dele, a interpretação do pós morre por ai.


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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Ter 16 Fev 2016, 7:50 pm

Não, não morre aí, pois a parábola não diz nada sobre a proporção joio e trigo, e o que diminui durante o milênio pode voltar na apostasia final de Ap 20, sem tornar o pós-milenismo falso, pois as bênçãos do milênio ja´terão se cumprido.

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por darkshi em Ter 16 Fev 2016, 7:54 pm

Vc esta forçando a barra para impor uma leitura que não é possível desta parábola.


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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Qua 17 Fev 2016, 11:03 am

Mas se a parábola NUNCA diz se tem mais joio que trigo ou trigo que joio, qual leitura é impossível?

Ela só diz que sempre existirá o joio.

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por darkshi em Qua 17 Fev 2016, 4:19 pm

Certeza?

Deixai crescer ambos juntos até a ceifa;


Interpretar que o joio irá diminuir é forçar a barra.


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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por John Knox em Qua 17 Fev 2016, 6:03 pm

Certeza.

O joio pode se tornar minoria, sem deixar de crescer.

Lembra de progressão aritmética e progressão geométrica?

Durante o milênio o joio cresce a PA e o trigo a PG, de tal forma que a quantidade do trigo supera em muito a do joio.

Para os fins da parábola, o que importa é que em todos os tempos existirão pessoas trigo e joio. Nada se diz na parábola sobre quem cresce mais rápido, apenas diz que crescem juntos, ou seja convivem no mesmo lugar e tempo.


Para o cumprimento do milênio antes da volta de Cristo, o que importa é a proporção de trigo superando enormemente a de joio DURANTE o milênio, cumprindo-se a palavra abaixo:




Todos os limites da terra se lembrarão, e se converterão ao Senhor; e todas as famílias das nações adorarão perante a tua face.

Salmos 22:27

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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

Mensagem por darkshi em Qua 17 Fev 2016, 6:07 pm

Não é assim que se faz exegese


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Re: Que motivo há para se rejeitar o pós-milenismo?

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