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Funk dá dinheiro

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Funk dá dinheiro

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 14 Dez 2008, 9:10 am



Funk cria vagas e movimenta no Rio R$ 127 milhões

Pesquisa revela que o mercado do funk rende R$ 10,607 milhões por mês


Fernando Molica
Natalia von Korsch



Rio - O funk carioca ocupou muito espaço nas páginas policiais; depois passou a ganhar destaque nos cadernos de lazer e cultura. Agora é a vez dessa gente bronzeada mostrar seu valor para a economia do estado. Uma pesquisa inédita do FGV Opinião — instituto de pesquisas da Fundação Getúlio Vargas — revela que o funk é uma atividade que movimenta milhões de reais por mês — um valor estimado de R$ 10,607 milhões, total de R$ 127,285 milhões por ano.

Esse número inclui o arrecadado nas bilheterias dos bailes, os cachês das equipes, a venda de CDs e DVDs e os valores recebidos por MCs, DJs, equipes e até mesmo camelôs que trabalham em volta dos clubes.

Os pesquisadores ouviram 114 dos 164 MCs (cantores e compositores de funk) atuantes no Grande Rio. Descobriram que eles ganham, em média, R$ 5.080 apenas no funk. Com a soma de outras atividades, a renda média mensal desses artistas chega a R$ 5.863.

“É um valor surpreendente, nem eles tinham noção disso”, afirma Elizete Ignácio, uma das coordenadoras da pesquisa (também participaram do projeto os pesquisadores Marcelo Simas e Jimmy Medeiros).

Segundo ela, como recebem o dinheiro aos poucos, no fim de cada baile, os MCs e os DJs, em sua maioria, não paravam para somá-lo. Daí a surpresa ao constatarem que ganhavam mais do que pensavam. Elizete conta também que chegou a entrevistar um jovem que abandonou a venda de drogas para investir na carreira de MC. “O funk já começa a competir com o tráfico”, observa.

Márcio Luiz Soares, o MC Tevez, 18, é exemplo de mudança na vida desses meninos e meninas que se arriscam no mundo do funk. Nascido e criado em uma favela da Zona Norte, ele saiu de uma vida de privações para realizar o sonho de morar na Barra. “O funk foi uma conquista, pois me ajudou a sair de coisas erradas. Eu me livrei do destino de muitos amigos que viraram marginais”, diz o jovem, autor do hit ‘Pam Pam Tim Pam Pam Pam’ e que ganha de R$ 6 mil a R$ 15 mil por mês — ele faz cerca de oito shows por semana.

Os DJs recebem um pouco menos com atividades ligadas à música — em média, R$ 3.682,50. De acordo com a pesquisa, quem trabalha no funk estuda, de um modo geral, apenas nove anos: não chega a completar o Ensino Médio.

Shows lotam 14,5 Maracanãs

Tá dominado, tá tudo dominado: os números do FGV Opinião mostram que os bailes funk representam a atividade de cultura e lazer que mais atrai jovens no estado. O ritmo também é o carro-chefe do programa de maior audiência no dial carioca: o ‘Big Mix’, na FM O DIA. “O funk vive um momento muito mais forte do que antes, deixou de ser discriminado, tornou-se um ritmo carioca, tanto como o samba e o pagode”, diz o gerente artístico da rádio, Marcson Muller.

A pesquisa mostra que o número de pagantes em bailes funk chega a 1,230 milhão por mês: quase 14,5 Maracanãs lotados. Essa multidão deixa R$ 7,025 milhões nas bilheterias dos quase 900 bailes promovidos por mês em todo o estado.

Apesar de toda a sua relevância econômica, social e cultural, o funk continua a ser visto com muito preconceito pelas autoridades, alerta o antropólogo Hermano Vianna. Autor do livro ‘O mundo funk carioca’, lançado há 20 anos, Vianna lembra que o estado chegou a proibir a realização de bailes em clubes: “Foi como entregar o ouro aos bandidos”.

Sem espaço no asfalto, os bailes subiram morros dominados por facções criminosas, mas deram a volta por cima. “Todo mundo torcia o nariz para a música que vinha do morro. Depois os mais ricos viram que era legal mesmo”, explica o DJ Marlboro.


Fonte:

http://odia.terra.com.br/economia/htm/funk_cria_vagas_e_movimenta_no_rio_r_127_milhoes_218511.asp

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Re: Funk dá dinheiro

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 14 Dez 2008, 9:43 am



Ritmo ainda destoa do emprego formal


Rio - Apesar de movimentar quantias milionárias, o funk se move na batida da informalidade. Os contratos entre MCs, DJs, equipes e clubes são feitos, de um modo geral, na base da confiança.

Do total de MCs, 58% nunca tiveram contratos com gravadoras e 61% jamais fizeram acordos formais com equipes. Segundo os coordenadores da pesquisa, pouquíssimas pessoas que vivem do funk têm carteira assinada. Muitos recolhem INSS como autônomos.

Outra característica curiosa é que, de um modo geral, os trabalhadores do funk acumulam múltiplas funções: um DJ pode ser também o motorista de uma equipe. “Vou fazer 10 anos de funk e atuo como DJ e produtor cultural. Não tenho carteira assinada, plano de saúde, nada disso. Mas vale a pena, tenho uma casa própria e meu carro. O funk abre portas”, explica Luiz César Silva, o DJ Luisinho, que toca em pelo menos quatro bailes por semana.

Os clubes da Região Metropolitana são o espaço que mais rendem trabalho para os funkeiros. Em segundo lugar estão favelas da cidade. A maioria de MCs e de DJs (72% e 65%, respectivamente) disse tocar também em outros estados.


Fonte:

http://odia.terra.com.br/economia/htm/ritmo_ainda_destoa_do_emprego_formal_218513.asp

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Re: Funk dá dinheiro

Mensagem por Caledonian em Dom 14 Dez 2008, 1:21 pm



:: Tu és pó! - GN 3:19

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Re: Funk dá dinheiro

Mensagem por Iane em Dom 14 Dez 2008, 5:48 pm

eita...
eu nao gosto de funk... principalmente os que se dizem "cristãos"


" Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada."

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Re: Funk dá dinheiro

Mensagem por Christiano em Qua 24 Dez 2008, 11:20 pm

Também não gosto de funk não. Prefiro continuar pobre do que ganhar dinheiro com funk. hehehe


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Re: Funk dá dinheiro

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