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Agostinho de Hipona: o defensor das heresias de Roma

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Agostinho de Hipona: o defensor das heresias de Roma

Mensagem por Ed em Ter 22 Jul 2014, 12:27 pm

Muitos teólogos evangélicos modernos exaltam o Agostinho do Século V; porém, nós o rejeitamos como um herege. Muitos historiadores têm sabiamente observado que Agostinho (354-430) rejeitou a fé do Novo Testamento ao ponto de usar sua vasta influência para a formação da Igreja Católica Romana  (ICAR). Benjamim Warfield disse que “num legítimo sentido”, Agostinho é o fundador da ICAR (Warfield: Calvin and Augustine, p. 22). A própria ICAR reconhece Agostinho como um dos seus principais Doutores da Igreja, tendo-o canonizado como santo.

Agostinho foi um perseguidor e o pai da geração de perseguidores. “Agostinho de Hipona não apenas se absteve de dar uma base dogmática ao que havia se tornado a prática da Igreja, mas até declarou encontrar validade final à mesma na Escritura: ‘é, realmente, melhor que os homens sejam levados a servir a Deus pela instrução do que pelo medo do castigo, ou pela dor. Mas, como os primeiros meios são melhores que os últimos, estes, portanto, não devem ser negligenciados; muitos devem ser levados de volta ao seu Senhor, como servos maus, pela vara do sofrimento temporal, porque eles alcançam o mais alto grau do desenvolvimento religioso…. O próprio Senhor ordena que os convivas sejam antes convidados e em seguida sejam compelidos à Sua Grande Ceia. ´E Agostinho argumenta que se o Estado não tem o poder de castigar o erro religioso, não poderia punir um crime como assassinato. Corretamente diz Neander sobre o ensino de Agostinho que ele contém o germe de todo o despotismo espiritual, da intolerância e da perseguição, até mesmo ao tribunal da inquisição’  Não foi muito antes, que o último passo foi dado pela doutrina da perseguição da Igreja. Leão, o Grande, o primeiro dos papas, num estrito sentido do termo, retirou a inferência lógica das premissas a ele já providas pelos Pais da Igreja, ao declarar que a morte é a penalidade apropriada para a heresia” (Vedder, “Our New Testament”, pp. 97/98).

         As mais terríveis perseguições foram infligidas aos crentes bíblicos donatistas, mormente por instigação de Agostinho. Os donatistas contendiam por igrejas segundo o Novo Testamento, compostas exclusivamente dos que evidenciavam arrependimento e fé. Eles praticavam uma forma congregacional de governo da igreja. Eles batizavam os que lhes chegavam de igrejas por eles consideradas heréticas, considerando inválido o batismo de homens e igrejas que não seguiam a fé do Novo Testamento. Assim, eles eram rotulados de rebatizadores, mesmo os seus líderes acreditando que havia apenas um batismo, o batismo verdadeiro. O pastor donatista Petilian declarou: “Aquele que me acusa de batizar duas vezes, realmente não foi batizado uma vez. O apóstolo Paulo diz que há um só Senhor, uma só fé e um só batismo. Este batismo que professamos publicamente é o correto e os que acham que existem dois são insanos” (David Benedict, “History of the Donatists”, 1875, p. 49). Agostinho se opôs a algumas pessoas, argumentando em favor de uma disciplina flexível da Igreja, a qual permitia os pagãos não regenerados e os líderes eclesiásticos imorais, e exigindo que os donatistas se submetessem ao sistema centralizado da Igreja Católica. E como os donatistas se recusaram a se submeter a tais heresias, as autoridades católicas se juntaram aos poderes seculares, a fim de persegui-los. Muitos dos seus próprios líderes eclesiásticos foram condenados à morte e um grande número destes foi forçado ao exílio.  David Benedict, que laborou durante dez anos na história dos donatistas, trabalhando amplamente nos textos latinos, deu este resumo:

“Os novacianos e os donatistas eram chamados puritanos, porque sustentavam que a igreja visível do Senhor Jesus Cristo não consiste nem deveria consistir senão dos que estão isentos de manchas e quedas e que todos os outros deveriam ser excluídos.  Quando a ICAR estava visivelmente repleta de membros maus, Agostinho teria dito que a disciplina dos donatistas iria dividi-la em milhares de cismas. As reformas da África  do Norte, ao contrário dos reformadores dos últimos tempos, não deixaram sua obra feita pela metade. Tendo repudiado o cabeça da Igreja, que haviam abandonado, eles também repudiaram seus membros, seus batismos, suas ordenanças e todas as suas crenças oficiais; a todos os que lhes chegavam, do antigo corpo, quer fossem bispos, anciãos, diáconos ou membros leigos, era exigido que fossem rebatizados, reordenados e renomeados em sua nova conexão, em suas estações diferentes” (Benedict: “History of the Donatists”, pp. 186/187).

Embora não concordemos com os donatistas em cada ponto de doutrina ou prática, estamos incluindo este testemunho porque estes cristãos antigos têm sido ignorados e até difamados pelas igrejas históricas.

Do mesmo modo como outros “Doutores” e ”Pais” da Igreja, Agostinho foi poluído com muitas heresias. Do mesmo modo que Jerônimo, ele foi batizado em Roma, o trono exato da apostasia. Ele adotou alguns dos métodos alegóricos de interpretação da Bíblia, os quais foram encabeçados por Orígenes, tendo redefinido a Igreja e o reino de Deus, com uma aliança político-eclesiástica, neste mundo presente. Ele foi o pai do amilenismo: “Agostinho foi o primeiro a se aventurar no ensino de que a ICAR, em sua forma empírica, era o reino de Cristo e que o reino Milenar havia começado com aparecimento de Cristo e, portanto, este era um fato consumado”. (Enciclopédia Britânica).

Agostinho ensinou que a salvação era somente pela graça, porém confundiu o assunto, afirmando que os sacramentos eram os legítimos meios da graça, pervertendo, assim, o Evangelho da Graça de Cristo, interligando as obras à graça. (Berkhof, “The History of Christian Doctrines”,pp. 206-207). Schaff diz que o centro do sistema doutrinário de Agostinho foi “a livre graça redentora de Deus em Cristo, OPERANDO ATRAVÉS DA IGREJA VERDADEIRA E HISTÓRICA” (Schaff, II, p. 998). Isto é confundir a graça com o sacramentalismo da Igreja.  A verdadeira graça de Jesus Cristo não é canalizada através da Igreja; ela é oferecida diretamente ao pecador através do Senhor Jesus Cristo. Não existe mediador algum entre Cristo e o homem. O erro de Agostinho referente à graça é um dos principais erros do Romanismo.

Agostinho ensinou também que Maria é imaculada, conferindo-lhe, blasfemamente, o que pertence exclusivamente ao Senhor Jesus Cristo. Ele também ensinou uma forma de purgatório.

Agostinho é um dos pais da heresia do batismo infantil, tendo ensinado também que o homem é regenerado pelo batismo. Ele afirmou que os bebês não batizados estão perdidos [N.T. Vão para o fictício "limbo"]. “Originalmente, somente os adultos eram batizados; porém, no final do Século II, na África e no Século III, o batismo infantil foi introduzido e no Século IV, ele foi teologicamente apoiado por Agostinho”.  (Armitage: “A History of the Baptists”, I, pp. 216-217). Sobre o batismo infantil, Agostinho declarou pomposamente: “O que nele não crê e acha que não pode ser realizado, é de fato um infiel.” (Orchard: “Concise History of the Baptists”, p. 96).

Agostinho proveu a liderança para o Concílio de Mela, em 416, o qual fez esta maligna proclamação: “Quem negar que os infantes recém nascidos  de suas mães devem ser batizados, seja anátema” (David Benedict, “A General History of the Baptist Denomination, I, p. 59).

Agostinho exaltou a autoridade da “Igreja” acima daquela da Bíblia, dizendo: “Eu não acreditaria no Evangelho se não tivesse sido obrigado pela autoridade da Igreja Universal”.

         O conhecido historiador batista Thomas Armitage observa que “Agostinho tornou-se o campeão do eclesiasticismo, do sacerdotalismo e do sacramentalismo, todos distorcidos em monstruosas proporções”.  (Armitage, I, p. 217).

Nota: Este registro sobre Agostinho é um excerto do livro “Rome and the Bible: Tracing a History of the Roman Catholicism and of its Persecution of the Bible and of the Bible Believers”, copyright, 1996, by David Cloud).

Traduzido por Mary Schultze


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