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Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

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Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 16 Maio 2014, 4:42 pm



Justiça Federal define que cultos afro-brasileiros não são religião
MPF solicitou a retirada na Internet de vídeos de cultos evangélicos que foram considerados intolerantes e preconceituosos contra os práticas religiosas de matriz africana
O Dia

Rio - A Justiça Federal no Rio de Janeiro emitiu uma sentença que considera os cultos afro-brasileiros não fazem parte de uma religião. Além disso, relatou que as manifestações religiosas não possuem características de uma religião. O juiz responsável entendeu que, há a necessidade de um texto base - uma Bíblia Sagrada, Torá ou Alcorão, por exemplo -, e ter uma estrutura hierárquica e um Deus a ser venerado.
Essa definição aconteceu em resposta a uma ação do Ministério Público Federal (MPF) que pedia a retirada no YouTube os vídeos de cultos evangélicos que foram considerados intolerantes e preconceituosos contra os praticantes de umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras.


fonte:
http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2014-05-16/justica-federal-define-que-cultos-afro-brasileiros-nao-sao-religiao.html

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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 16 Maio 2014, 6:49 pm



MPF recorre de decisão segundo a qual cultos afro-brasileiros não são religião
Procurador torna a pedir retirada do YouTube de vídeos de cultos evangélicos ofensivos às crenças de origem africana
O Dia
Rio - O Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro recorreu contra a decisão judicial da 17ª Vara Federal do Rio, que negou o pedido de retirada de vídeos veiculados no YouTube, considerados ofensivos ao candomblé e umbanda, e ainda desconsiderou que as manifestações religiosas afro-brasileiras como religiões.

De acordo com o MPF, a decisão fere a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Declaração Universal Pacto Internacional Sobre os Direitos Civis e Políticos, a Declaração Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Intolerância e Discriminação Fundadas na Religião ou nas Convicções e a Convenção Americana dos Direitos Humanos, assim como a Constituição Federal e a a Lei 12.288/10.

Procurador responsável pelo caso, Jaime Mitropoulo interpôs agravo de instrumento, para a reconsideração da decisão e pede, em caráter liminar, a retirada imediata dos vídeos que incentivariam a intolerância com as religiões de matrizes africanas.

"Repudiamos veementemente a posição da Google Brasil, já que o MPF compreende que mensagens que transmitem discursos do ódio não são a verdadeira face do povo brasileiro e tampouco representam a liberdade religiosa no Brasil. Esses vídeos são exceções e como exceções merecem ser tratados. O povo brasileiro não comunga com a intolerância religiosa. Em sua esmagadora maioria, muito pelo contrário, ele cultiva o respeito religioso. Mesmo quem não compartilha das crenças religiosas alheias as respeita”, declarou o procurador.

Investigação

A atuação do MPF é resultado de uma investigação instaurada a partir de uma representação da Associação Nacional de Mídia Afro, que levou ao conhecimento da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão conteúdos disponibilizados na rede mundial de computadores, por meio do site YouTube, que estariam disseminando o preconceito, a intolerância e a discriminação a religiões de matriz africana.

No começo do ano, o MPF expediu recomendação para que o Google do Brasil retirasse os vídeos. Entretanto, em resposta, a empresa se negou a atender a orientação, dizendo que o material divulgado "nada mais seria do que a manifestação da liberdade religiosa do povo brasileiro" e que "os vídeos discutidos não violariam as políticas da companhia".

Segundo o MPF, as mensagens veiculadas fazem apologia e incentivam discursos de ódio, preconceito, intolerância e de discriminação. Esses conteúdos pretendem estabelecer que há uma indissociável ligação do “mal”, do “demônio” ou de uma indigitada “legião de demônios” com as manifestações religiosas de matrizes africanas.

"Pensamento de juiz é preconceituoso", diz representante de religião afro-brasileira

Interlocutor da Comissão de Intolerância Religiosa, o babalorixá Ivanir dos Santos definiu como "um pensamento absolutamente preconceituoso" a decisão do juiz federal Eugenio Rosa de Araujo de desconsiderar os cultos africanos como religião.

"Como um juiz de um estado laico coloca um pensamento que é absolutamente preconceituoso? É triste ver um magistrado agir com total desconhecimento sobre o que são as religiões afro-brasileiras", disse o babalaô. "Todas as religiões de matrizes africanas têm um Deus. Eu lamento que que ele queira impor uma visão de religião que nem o Estado se predispõe a discutir", completou.

Segundo o sacerdote do candomblé, o argumento da não existência de um livro base para a religião contraria até a tradição do Cristianismo. "O Antigo Testamento, o Torá, vem de uma tradição oral. Muito tempo depois essa tradição foi registrada em escrita. Ao tomar tal decisão, o juiz ofendeu o próprio Cristo, que não deixou nada escrito", declarou.

Para ele, a sentença do juiz federal esbarra na Constituição, que prevê o direito à liberdade de expressão. "Ele tem muito mais a opinião de uma pessoa preconceituosa do que a de um magistrado. Essa decisão fere a Constituição Brasileira. É um total desrespeito à liberdade de culto.

fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2014-05-16/mpf-recorre-de-decisao-judicial-que-desconsidera-candomble-como-religiao.html

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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 17 Maio 2014, 8:02 am



Decisão da Justiça sobre cultos afro-brasileiros surpreende até frei e pastor
Comissão de Combate à Intolerância Religiosa planeja protesto contra posicionamento de juiz

JULIANA DAL PIVA
Rio - A indignação de religiosos de diferentes cultos contra a decisão do juiz federal Eugênio Rosa de Araújo vai engrossar o protesto planejado pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. Representantes católicos já estão garantidos.

O frei franciscano David Raimundo dos Santos diz que o magistrado demonstrou desconhecer as religiões afro-brasileiras. “A definição de religião que o juiz tem na cabeça revela total desconhecimento das teses teológicas”. Ele avalia que o texto justifica a mobilização dos adeptos do candomblé e umbanda. “Caso os membros das religiões afro façam protestos, terão o apoio de nós, católicos”, afirmou o frei.

O pastor batista Henrique Vieira também pretende apoiar possíveis manifestações contrárias à decisão. “Essa decisão desrespeita a identidade cultural e religosa que é legítima. É uma violência que se dá no âmbito do discurso”, observou.
O babalorixá Marcio Jagun, autor da denúncia à procuradoria, considerou que o juiz reforçou o preconceito contra as religiões. “O magistrado acabou fundamentando as agressões. Se ele, enquanto autoridade, desconsidera como manifestação legítima, acaba referendando as agressões”,desabafou.

Juiz disse que cultos afro-brasileiros não são religião

Os adeptos das religiões afro-brasileiras, que lutam há tempos para garantir respeito à sua fé, sofreram duro golpe na Justiça. Uma decisão do juiz Eugênio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio, considerou que a umbanda e o candomblé não são manifestações religiosas. O posicionamento gerou revolta e um protesto está sendo programado.

O texto polêmico é do dia 28 de abril, quando o juiz negou liminar de uma ação proposta pelo Ministério Público Federal que pedia a retirada da internet de 15 vídeos tidos como ofensivos às crenças de matriz africana. “As manifestações religiosas afro-brasileiras não se constituem em religiões”, escreveu. O magistrado considerou que os vídeos apenas manifestavam a livre expressão de opinião. O MPF recorreu contra a decisão.
Em outro trecho, opinou que cultos afro “não contêm os traços necessários de uma religião, a saber, um texto-base (Corão, Bíblia etc) ausência de estrutura hierárquica e de um Deus a ser venerado”. Isso revoltou os seguidores dessas crenças.
“Ele ofende a lei quando decide com uma opinião preconceituosa”, questionou o babalaô Ivanir dos Santos, representante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. “O Papa Francisco me recebeu como líder religioso e o juiz não me reconhece como tal?”. Membros da Igreja concordam com Ivanir. “A tradição africana é oral, o que não impede que o candomblé tenha uma teologia sistematizada”, explica o frei franciscano David Raimundo dos Santos.

Ivanir pretende representar contra o magistrado no Conselho Nacional de Justiça, além de chamar uma manifestação que terá também representantes católicos , evangélicos e integrantes de outras religiões.

A decisão do juiz surpreendeu o procurador Jaime Mitropoulo, responsável pela ação, que até esperava alguma resistência, mas nada parecido. “Nos causou ainda mais espanto que na decisão ele se sentiu no direito de dizer o que é ou não religião”, afirmou Mitropoulo.

De acordo com o MPF, a decisão fere a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Constituição Federal e o Estatuto de Igualdade Racial. Mitropoulo critica também a manutenção dos vídeos considerados ofensivos e preconceituosos: “O poder público é obrigado a coibir o uso abusivo dos meios de comunicação social a fim de evitar que sejam propagadas mensagens com conteúdos que caracterizem discriminação de cunho religioso”.

Procurado, o juiz federal informou, por meio da assessoria, que não faria comentários sobre o caso.

Procuradoria: há uma intenção de associação ao ‘mal’
A maioria dos vídeos expõe cultos com práticas de exorcismo. Em um deles, um homem supostamente possuído por uma entidade diz que é homossexual e que está com o vírus HIV. “Você está vendo que ele está falando em linguagem, em dialeto de Candomblé”, diz o pastor que conduz a conversa com o homem.
Em outro vídeo, um pastor afirma que não existe como alguém ser de bruxaria e de magia negra, ou ter sido, e não falar em dialeto africano. Para a procuradoria, há nos vídeos intenção de estabelecer uma associação ao ‘mal’ e do ‘demônio’ com as manifestações religiosas de matriz africana.


fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-05-17/decisao-da-justica-sobre-cultos-afro-brasileiros-surpreende-ate-frei-e-pastor.html

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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 19 Maio 2014, 10:14 am



Líderes de religiões afro estão com medo da violência
‘Sentença de juiz aumenta a ameaça sobre praticantes’, diz líder religioso
Maria Luisa Barros
Rio - Líderes do Candomblé e da Umbanda estão preocupados com a possibilidade de aumento da violência depois que um juiz federal negou o pedido de retirada de vídeos depreciativos aos cultos afro-brasileiros alegando que eles não são religiões. “Nós corremos riscos”, alertou Ivanir dos Santos, porta-voz da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), que convocou um protesto em desagravo contra decisão do juiz Eugênio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio.

O manifesto está marcado para quarta-feira, às 17h, em local ainda a ser definido e com a presença de fiéis de diferentes religiões, políticos, artistas e ateus. O líder religioso Ivanir dos Santos, que foi recebido no Brasil pelo Papa Francisco, afirmou que as declarações do magistrado representam uma ameaça: “Não podemos esquecer que, primeiramente, vão a Umbanda e o Candomblé para a fogueira. Mas logo em seguida vão os demais”, disse dos Santos, que defendeu o livre arbítrio. “Todos têm o direito a escolher o caminho pelo qual chegarão a Deus. Ou, inclusive, de não crer em nada”, completou.

Para a antropóloga da PUC Sônia Giacomini, o juiz falou sem conhecimento de causa. “É puro preconceito. O Candomblé e a Umbanda têm sua fé, suas doutrinas, seus cultos, rituais e divindades próprias”, explica a especialista. A única diferença das demais religiões, como a católica, é que os ensinamentos são transmitidos oralmente. “É de profunda ignorância achar que por não serem letradas e não terem originado livros como a Bíblia, são menos importantes. O que ele está fazendo é promovendo uma caça às bruxas”, afirma.

fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-05-19/lideres-de-religioes-afro-estao-com-medo-da-violencia.html

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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 20 Maio 2014, 8:41 pm



[size=34]Juiz volta atrás e afirma que cultos afro-brasileiros são religiões[/size]


Liminar que negou retirada de vídeos foi mantida. Associação de magistrados defendeu colega


O DIA


Rio - O juiz Eugênio Rosa de Araújo, titular da 17ª Vara Federal, declarou nesta terça-feira, através de nota à imprensa, que considera cultos afro-brasileiros, como a umbanda e o candomblé como religiões. O magistrado manteve, no entanto, a liminar que nega a retirada dos vídeos postados pela Igreja Universal contra as manifestações.


Araújo esclareceu que sua decisão teve como fundamento "a liberdade de expressão e de reunião". A decisão foi dada em ação movida pelo Ministério Público Federal contra a empresa Google Brasil Internet Ltda, pedindo a retirada de vídeos da Igreja Universal postados no Youtube, sob a alegação de que estariam afrontando as religiões afro-brasileiras. O MPF recorreu ao Tribunal Regional da 2ª Região contra a decisão de primeiro grau, mas o TRF ainda não se pronunciou.



A decisão é provisória. A ação ainda vai ser julgada pela própria vara, que ordenou a citação da Google Brasil Internet para fazer a sua defesa no prazo legal.



Associação apoiou juiz



A Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e do Espírito Santo (Ajuferjes) saiu ontem em defesa do juiz Eugênio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio, que, afirmou em uma sentença que “as manifestações religiosas afro-brasileiras não se constituem em religiões”. A decisão provocou uma série de críticas públicas, principalmente de movimentos sociais e de adeptos do candomblé e da umbanda. Nesta segunda, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afirmou que ainda não foi protocolada nenhuma representação disciplinar contra o magistrado.



A nota, assinada pelo presidente do Conselho Executivo da Ajuferjes, Eduardo André Brandão de Brito Fernandes, afirma as notícias de uma possível investigação contra o magistrado por causa da decisão proferida são “vil tentativa de intimidação da independência judicial”. Lamentou que a representação disciplinar conte com o apoio de membro do Ministério Público, “a quem a independência na formação de suas convicções é igualmente garantia necessária para o bom desempenho de suas atribuições constitucionais”.



Diz também que o juiz, como qualquer cidadão, tem direito à livre manifestação do pensamento. “Sendo certo que, quando no desempenho da judicatura, mais que um seu direito, cumpre o dever de atuar de forma independente de afetos externos na formação de sua convicção de qual a solução justa para o caso”.



Em outro trecho, a nota diz que “a independência dos juízes é conquista da cidadania, garantia do Estado de Direito e essencial à proteção dos direitos fundamentais do cidadão e à efetivação dos direitos humanos. É garantia institucional que existe para assegurar julgamentos imparciais, isentos de pressões de grupos sociais, econômicos, políticos ou religiosos, garantia esta que se conforma pela independência intelectual”.



A sentença do juiz Eugênio Rosa diz que as características essenciais a uma religião seriam a existência de texto base (como a Bíblia), de estrutura hierárquica e de um Deus a ser venerado. Ontem, no lançamento da campanha ‘Copa da Paz de 2014’, no Maracanã, o babalorixá Carlos Ivanir dos Santos qualificou a argumentação do juiz de racista: “Quando um juiz de um Estado laico desrespeita a Constituição e impõe uma opinião preconceituosa, ele estimula o ódio contra as religiões que têm base africana”.





fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-05-20/juiz-volta-atras-e-afirma-que-cultos-afro-brasileiros-sao-religioes.html

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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por Lit San Ares em Sex 23 Maio 2014, 8:49 pm

Não é uma religião?
Mas é uma crença ou um conjunto de crenças?

Se é...

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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por Eterna em Sab 24 Maio 2014, 7:40 pm

Tudo isto porque aquele que defende, ou condena, com mais razão - um juíz, deve estudar a matéria!

Opiniões pessoais só tem cunho pessoal! E tanto isto é verdade que sua excelência teve que voltar atrás! palminhas


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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por rbarros em Dom 25 Maio 2014, 9:29 am

Pena de morte para juízes intolerantes que incitam a violência...

Acorda, povo!


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem!

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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por Eterna em Dom 08 Jun 2014, 9:47 pm

rbarros escreveu:Pena de morte para juízes intolerantes que incitam a violência...

Acorda, povo!

Faço coro contigo e grito, acordem! Mas infelizmente um grande número de pessoas tem ainda sua religiosidade muito arraigada e enquando ficam em cima do muro condenam, pelo silêncio! 


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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por Jan Mozol em Seg 09 Jun 2014, 8:30 am

Eterna escreveu:
rbarros escreveu:Pena de morte para juízes intolerantes que incitam a violência...

Acorda, povo!

Faço coro contigo e grito, acordem! Mas infelizmente um grande número de pessoas tem ainda sua religiosidade muito arraigada e enquando ficam em cima do muro condenam, pelo silêncio! 
É isso aí, intolerantes devem ser mortos com requintes de crueldade,talvez sacrificados num culto afro espírita!
 :risadinha: 
Mas , o Juiz só voltou atrás por força política.
A sentença dele estava certa,porém se aplicava também a muitas outras seitas.
Nada adianta ter um livro sagrado e hierarquia se as 'facções ' se opõem.
A liberdade da umbanda e outros cultos de existir passa pela mesma liberdade de aceitar críticas.
Neste caso se aplica o príncipo de antiquidade registrada.


"Pois eu digo: Jesus Cristo virá nos arrebatar em 2010...
Maranata.
"Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa." (Apocalipse 3 : 11)"

Néééé!
O certo é isso:
“Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2Ts 2.2-4)ACF

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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

Mensagem por Eterna em Dom 22 Jun 2014, 7:49 pm

Jan Mozol escreveu:
Eterna escreveu:
rbarros escreveu:Pena de morte para juízes intolerantes que incitam a violência...

Acorda, povo!

Faço coro contigo e grito, acordem! Mas infelizmente um grande número de pessoas tem ainda sua religiosidade muito arraigada e enquando ficam em cima do muro condenam, pelo silêncio! 
É isso aí, intolerantes devem ser mortos com requintes de crueldade,talvez sacrificados num culto afro espírita!
 :risadinha: 
Mas , o Juiz só voltou atrás por força política.
A sentença dele estava certa,porém se aplicava também a muitas outras seitas.
Nada adianta ter um livro sagrado e hierarquia se as 'facções ' se opõem.
A liberdade da umbanda e outros cultos de existir passa pela mesma liberdade de aceitar críticas.
Neste caso se aplica o príncipo de antiquidade registrada.

Os requintes de crueldade ficam por sua conta, mas os intolerantes devem ser banidos porque isto é um crime contra a sociedade.

Quando dizemos que somos racionais isto deveria nos distanciar de outros tantos que não tem as mesmas funções cerebrais. Mais não é assim que acontece e da mesma forma essas pessoas deveriam ser mantidas fora da convivência humana sob pena de praticar crimes que até os irracionais ficariam horrorizados. A história comprova aquilo que digo. 


Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.

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Re: Justiça Federal define: cultos afro-brasileiros não são religião

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