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Consequências da Reeleição

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 12 Out 2017, 9:53 am



Petrobras eleva em 12,9% preço do gás de cozinha 

O Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) da Petrobras decidiu elevar em 12,9%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial vendido em botijões de até 13 kg, a partir desta quarta-feira, segundo comunicado. 

O percentual de reajuste foi calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho e reflete, principalmente, "a variação das cotações do produto no mercado internacional", afirmou a estatal nesta terça-feira. 


Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor, destaca a Petrobras. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de 13 Kg pode ser reajustado, em média, em 5,1% ou cerca de R$ 3,09 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos. 

No final de setembro, a Petrobras havia anunciado aumento de 6,9% no preço do gás residencial, citando os impactos da tempestade Harvey na principal região exportadora do produto, além de uma situação da baixa oferta.


fonte: https://extra.globo.com/noticias/economia/petrobras-eleva-em-129-preco-do-gas-de-cozinha-21930250.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 13 Out 2017, 10:07 pm



Petrobras aumenta preço da gasolina nas refinarias em 0,8% a partir de sábado 

O valor final aos motoristas nas bombas deverá variar, de acordo com estoques dos postos e a concorrência

Brasília - O preço da gasolina vendida pela Petrobras nas refinarias será elevado em 0,8%, a partir deste sábado. A informação foi divulgada nesta sexta-feira pela estatal. Isso não significa, necessariamente, aumento nos postos de gasolina. O valor final aos motoristas nas bombas deverá variar, de acordo com estoques dos postos e a concorrência, pois o preço ao consumidor é regulado livremente pelo mercado.

Já o preço do óleo diesel sofreu redução de 0,2%, que também valerá a partir deste sábado. Segundo a companhia, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos nas refinarias às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos principais concorrentes para o mercado. 

“Em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional, analisamos nossa participação no mercado interno e decidimos periodicamente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias”, explicou a estatal.

fonte:

http://odia.ig.com.br/economia/2017-10-13/petrobras-aumenta-preco-da-gasolina-nas-refinarias-em-08-a-partir-de-sabado.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 18 Out 2017, 4:52 pm



Parecer libera reajuste de plano de saúde para quem tem mais de 59 anos 

BRASÍLIA - O projeto que pretende alterar a lei que rege os planos de saúde quer modificar a forma como os reajustes são aplicados aos consumidores. O relatório está sendo lido agora na Câmara dos Deputados e deve ser votado dia 8 de novembro. O parecer apresentado nesta quarta-feira pelo relator, Rogério Marinho (PSDB/RN), altera o mecanismo como o aumento é aplicado às mensalidades de idosos. Hoje, a lei proíbe que qualquer reajuste por idade seja dado após os 60 anos. O relatório muda essa dinâmica. 

A ideia é que o percentual de reajuste seja definido aos 59 anos, mas possa ser “parcelado” durante os anos seguintes, a cada cinco anos. Para Marinho, isso evitaria os aumentos abusivos dados hoje logo antes do usuário completar 60 anos. 

Esse cálculo evitaria que o Estatuto do Idoso fosse desrespeitado. Da forma como é hoje, apenas os reajustes no aniversário do plano são permitidos na terceira idade, não mais os aumentos por faixa etária. 

“Atualmente, o reajuste da última faixa etária é aplicado em sua totalidade quando o consumidor completa 59 anos. Com isso, os preços sobem exageradamente, o que faz com que muitas pessoas deixem o plano. Por isso, proporemos que o valor do reajuste da última faixa etária não seja mais aplicado integralmente e de uma só vez, mas sim dividido e aplicado, parceladamente, a cada 5 anos”, diz o relatório. 

O parecer define ainda que a aplicação de cada uma dessas etapas quinquenais não pode ser superior a 20% do reajuste total que incidiria na última faixa. No documento, Marinho ressalta que não pretende modificar a regra segundo a qual o reajuste dado aos 59 anos não pode ser superior a seis vezes o valor da primeira faixa (de 0 a 18 anos). 

O tema é tratado em uma comissão especial que reuniu 150 projetos que estavam na casa e que alteravam normas relativas aos planos de saúde. O relatório tem sido alvo de polêmica antes mesmo de ser lido. Isso porque, na avaliação dos órgãos de defesa do consumidor, a grande parte dos projetos só retira direitos dos usuários de planos de saúde. 

Como tramita em regime de urgência, o relatório poderia ir direto ao plenário. Ao GLOBO, no entanto, Marinho afirmou que faz questão de que o parecer seja discutido e votação antes na comissão. O presidente da comissão, deputado Iran Gonçalves, marcou a votação para o dia 8 de novembro. A urgência também impede que sejam apresentadas vistas ao texto. Ou seja, possíveis mudanças terão que ser negociadas com Marinho para serem incluídas por ele ao texto


fonte;


https://extra.globo.com/noticias/economia/parecer-libera-reajuste-de-plano-de-saude-para-quem-tem-mais-de-59-anos-21962368.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 19 Out 2017, 6:08 pm



Servidor: União cobrará alíquota previdenciária de 14% em fevereiro 

Funcionalismo federal pode começar a pagar nova contribuição previdenciária no início de 2018

Rio - Ao que tudo indica, em fevereiro de 2018 a União vai aumentar a alíquota previdenciária de 11% para 14% de servidores federais que ganham mais de R$ 5 mil. A nova cobrança faz parte dos ajustes previstos pelo governo Temer para o equilíbrio das contas públicas, e deve ser implementada por Medida Provisória (MP) até o fim deste mês. E como se trata de contribuição social, os efeitos só poderão começar após 90 dias da publicação da MP. 

Questionada pela Coluna, a Casa Civil da Presidência da República admitiu que a matéria ainda em análise pode ser encaminhada por Medida Provisória. E o ministro da pasta, Eliseu Padilha, deixou claro, ontem, que o texto deve sair logo. Isso porque essa e outras ações de austeridade estão na conta do novo Orçamento de 2018 (que terá déficit de R$ 159 bilhões), que tem prazo até o fim de outubro para ser enviado ao Congresso.

"O ministro (do Planejamento) Dyogo (Oliveira) está fazendo os últimos apontes com relação ao orçamento e essas MPs (todas tratam do ajuste) dizem respeito ao Orçamento. Como ele tem prazo, que é até o final do mês, elas deverão ir até o final do mês, não obrigatoriamente esta semana", disse Padilha ao sair de uma reunião no Palácio do Planalto. 

Regra só após 90 dias 

Especialista em Direito Administrativo e Constitucional e professor da PUC-Rio, Manoel Peixinho disse que é possível aumentar taxa para a previdência por MP. O jurista, no entanto, é categórico ao afirmar que só após 90 dias (três meses) a partir da publicação é que a alíquota poderá ser elevada. 

"A contribuição social é tributo que pode ser criado ou majorado por lei e também por MP desde que seja respeitado o princípio da anterioridade nonagesimal, ou seja, 90 dias, nos termos da Constituição Federal", explicou.

Já prometendo uma pressão forte no Congresso que terá que apreciar a MP , os servidores se articulam para barrar até na Justiça essa e outras medidas. Peixinho afirmou que, no caso da elevação da contribuição previdenciária, "não é possível arguir direito adquirido". No entanto, ele disse que outros pontos podem ser questionados: 

"O que se pode sustentar é a natureza confiscatória se a alíquota chegar a uma majoração absurda que compromete a natureza da própria remuneração", informou o jurista, que acrescentou: "Considerando a alíquota máxima de 27,5% do Imposto de Renda e o aumento da contribuição para a previdência para 14% haverá um empobrecimento ainda maior do servidor público federal". 

As outras MPs a que o ministro Padilha se referiu também afetam servidores. Ao todo, são 9 projetos de ajuste, sendo que três já foram lançados por MPs: o Programa de Demissão Voluntária (PDV), licença sem remuneração e redução de jornada. Entre as medidas futuras estão o adiamento do reajuste de algumas categorias e corte de benefícios. 

As MPs têm validade de 60 dias, prorrogáveis pelo mesmo período, e têm que passar pela análise do Congresso.

fonte:

http://odia.ig.com.br/economia/2017-10-19/servidor-uniao-cobrara-14-em-fevereiro-de-aliquota-previdenciaria.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Cartman em Qui 26 Out 2017, 2:53 pm



japinha :risadinha: aqui procê banana

Antes que eu me esqueça: CHOLA PETALHA!! xauzinho
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 27 Out 2017, 5:08 pm



Rombo do governo no ano é de R$ 108 bi, pior resultado desde 97
O resultado - que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central - era negativo em R$ 101,2 bilhões em igual período do ano passado
Brasília – O governo central registrou um déficit primário de R$ 22,725 bilhões em setembro, um desempenho melhor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando o saldo negativo foi de R$ 25,239 bilhões.
O resultado, que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, sucede o déficit de R$ 9,599 bilhões de agosto.
O resultado de setembro, porém, foi pior que a mediana das expectativas de mercado, que apontava para um déficit de R$ 21,000 bilhões, de acordo com levantamento do Projeções Broadcast junto a 27 instituições financeiras.
O dado do mês passado ficou dentro do intervalo das estimativas, que foram de déficit de R$ 28,600 bilhões a um saldo negativo de R$ 10,000 bilhões.
Entre janeiro e setembro deste ano, o resultado primário foi de déficit de R$ 108,533 bilhões, o pior resultado da série histórica, que iniciou em 1997. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era negativo em R$ 101,234 bilhões.
Em 12 meses, o governo central apresenta um déficit de R$ 169,9 bilhões – equivalente a 2,62% do PIB. Para este ano, a nova meta fiscal admite um déficit de R$ 159 bilhões nas contas do governo central.
As contas do Tesouro Nacional – incluindo o Banco Central – registraram um superávit primário de R$ 5,412 bilhões em setembro.
No ano, o superávit primário acumulado nas contas do Tesouro Nacional (com BC) é de R$ 32,877 bilhões. As contas apenas do Banco Central tiveram déficit de R$ 102 milhões em setembro e de R$ 654 milhões no acumulado do ano até o mês passado.
No mês passado, o resultado do INSS foi um déficit de R$ 28,137 bilhões. Já no acumulado do ano, o resultado foi negativo de R$ 141,410 bilhões.
Receitas e despesas
O resultado de setembro representa alta real de 8,3% nas receitas em relação a igual mês do ano passado. Já as despesas tiveram alta real de 3,6%.
No ano até setembro, as receitas do governo central subiram 1,4% ante igual período de 2016, enquanto as despesas aumentaram 0,7% na mesma base de comparação.
Teto
As despesas sujeitas ao teto de gastos aprovado pela Emenda Constitucional 95 subiram 6,4% de janeiro a setembro deste ano em relação a igual período de 2016, segundo o Tesouro Nacional. Para o ano, o limite de crescimento das despesas do governo é de 7,2%.
Apesar do enquadramento prévio das despesas do governo federal ao teto, alguns poderes e órgãos estão fora dos limites individualizados – todos devem respeitar o limite de gastos.
É o caso, por exemplo, do Senado Federal, cujas despesas cresceram 7,6% até setembro, e do Tribunal de Contas da União (TCU), cujo gasto subiu 9,4% no período.
Na Defensoria Pública da União, o aumento de despesas em 2017 chega a 17,4%. O Ministério Público da União (MPU) também está desenquadrado no teto, com alta de 8,4% nos gastos até setembro.
Na Justiça do Trabalho, o aumento é de 8,2% nessa comparação.

fonte: https://exame.abril.com.br/economia/governo-central-tem-deficit-primario-de-r-22725-bi-em-setembro/
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 07 Nov 2017, 9:31 am



Petrobras aprova reajustes de 2,3% na gasolina e de 1,9% para diesel 

A Petrobras autorizou nesta segunda-feira alta de 2,3 por cento para a gasolina e aumento de 1,9 por cento para o diesel nas suas refinarias, a partir de terça-feira, devido principalmente ao aumento das cotações dos produtos e do petróleo no mercado internacional, informou a empresa em nota à imprensa. 

A decisão foi tomada pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP), que atua quando há necessidade de reajustar os combustíveis em mais de 7 por cento para cima ou para baixo em um único mês. 

"O reajuste foi causado principalmente pelo aumento das cotações dos produtos e do petróleo no mercado exterior, influenciado pela geopolítica internacional, assim como pela continuidade da política de contenção da oferta pela Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep)", disse a Petrobras. 

Além disso, verificou-se uma depreciação do valor do real frente ao dólar, acrescentou a empresa. 

A avaliação dos representantes do GEMP é que a política de preços definida pela Petrobras, de reajustes quase que diários pela área técnica, tem sido capaz de garantir a aderência dos preços praticados pela companhia às volatilidades dos mercados de derivados e ao câmbio. 

Com os ajustes definidos hoje, a área de marketing e comercialização da Petrobras volta a contar com uma faixa de -7 por cento a +7 por cento para operar os movimentos de preços necessários ao longo do mês. 

"Caso este limite seja novamente ultrapassado, o GEMP realizará novas reuniões ao longo do período."


fonte: https://extra.globo.com/noticias/economia/petrobras-aprova-reajustes-de-23-na-gasolina-de-19-para-diesel-22036284.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Cartman em Qui 09 Nov 2017, 1:35 am





ESQUERDOPATAS; ESSA É APENAS A PONTA DO ICEBERG!! Wink
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 09 Nov 2017, 10:11 am



Câmara toca projeto que limita salários de servidores em R$ 33.700 

O texto foi aprovado em dezembro de 2016 no Senado e continua numa gaveta em comissão especial na Casa

Brasília - A Câmara toca a passos lentos o projeto de lei 6726/16 que limita os valores recebidos por servidores ao teto constitucional atualmente de R$ 33.700. O texto foi aprovado em dezembro de 2016 no Senado e continua numa gaveta em comissão especial na Câmara Federal. 

Amanhã, a comissão do Teto Remuneratório realiza audiência pública com representantes de associações de juízes e magistrados – entidades que fazem pressão declarada contra o projeto para não perderem os benefícios.

fonte:

http://odia.ig.com.br/brasil/2017-11-07/esplanada-camara-toca-projeto-que-limita-salarios-de-servidores-em-r-33700.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 12 Nov 2017, 7:09 am



Esplanada: dez partidos sem congressista em Brasília ganharão R$ 971 mil 

Boa parte da verba do fundo partidário, na maioria das agremiações, é usada para gastos pessoais

Negócio eleitoral 

É um grande negócio ser ‘dono’ de um partido no Brasil – e isso explica a lista de mais de 30 na fila no Tribunal Superior Eleitoral: sem nenhum congressista em Brasília – nem senador ou deputado – 10 partidos vão receber ano que vem (ano de eleição) R$ 971.429,00, cada, do fundo partidário. É dinheiro público reservado por lei às legendas. Boa parte dessa grana é investida, na maioria deles, em custo de pessoal, ‘viagens de trabalho’, hospedagens e ‘estudos’ das fundações que, também por lei, são obrigados a manter na composição administrativa. São eles: PRP, PSDC, PMN, PRTB, PSTU, PPL, PCB, PCO, NOVO e PMB. 

Hein!? 

O PMB – Partido da Mulher Brasileira até poucos meses atrás tinha um homem como único deputado federal. O que lhe garantiu uma fatia a mais, este ano. 

Um faz diferença 

Por ter apenas um senador – embora não tenha deputados federais – o PTC se livrou da lista supracitada, da casa dos novecentos mil, e pulou para R$ 4,19 milhão em 2018

fonte:

http://odia.ig.com.br/brasil/2017-11-11/esplanada-dez-partidos-sem-congressista-em-brasilia-ganharao-r-971-mil-do-fundo-partidario.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Ton em Qui 16 Nov 2017, 3:57 pm

É, meus nobres ... está fácil não ... heheheh


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 19 Nov 2017, 3:42 pm



Crise leva profissionais a aceitarem cargos e salários mais baixos

Antes muito evitados por profissionais e até empresas, o downgrade de carreira — quando o profissional passa a ocupar um cargo ou receber um salário inferior ao último que tinha — tem sido recorrente em tempos de crise. Por um lado, os desempregados veem o recuo como uma oportunidade de retomar ao mercado. Por outro, as empresas, que temiam a saída rápida desses profissionais para ocuparem postos melhores novamente, entenderam que as dificuldades econômicas no país elevaram a oferta de mão de obra e fizeram deste movimento algo muito natural. 

— A maior parte dos profissionais que têm aceitado o downgrade é formada por quem estava dando os primeiros passos como líder, sendo gestor ou supervisor. Eles têm pleiteado vagas de nível pleno e até júnior — disse Renata Motone, coordenadora da empresa de Recursos Humanos Luandre. 

Uma pesquisa feita pela consultoria Thomas Case & Associados, que ouviu cem executivos brasileiros, apontou que 20% deles aceitariam cargos ou funções inferiores na hierarquia, a fim de retornarem ao mercado. Preocupações porém, ainda surgem. Por isso, a gerente de transição de carreiras da Thomas Case, Giselle Franco, diz: 

— Existe uma preocupação grande em aceitar algo inferior. É comum pensar: quando essa crise passar, como eu vou retomar? Estarei desvalorizado no mercado. Mas como a crise é um dado real, quando acabar, será uma resposta óbvia o motivo de você ter aceitado algo menor. E essa proatividade será mais valorizada do que você seria, se tivesse ficado parado — disse Giselle, ressaltando que é importante uma mudança de mentalidade do profissional: — É melhor estar atuando, mesmo com um salário ou uma posição menor, do que estar em casa, aguardando a crise passar. O fato de se manter ocupado, fomentando relações, se colocando na vitrine corporativa, em reuniões e eventos, faz bem. 

Aos 47 anos, Camilla Oliveira aceitou uma vaga de gerente, após ser diretora de Marketing e ter ficado desempregada por mais de um ano. Apesar da queda de 30% no salário líquido, ela não se arrepende. 

— Eu sempre trabalhei no mercado publicitário, ocupando o cargo de diretora de Atendimento em grandes agências de publicidade. Era responsável por contas de mais de R$ 30 milhões e equipes com de três a quatro pessoas. Em outubro de 2016, fui demitida por sobreposição de cargos e redução de investimentos em propaganda no setor público, afetando as contas cariocas. Fiquei desempregada até novembro de 2017, quando mudei o foco para trabalhar no cliente. Isso poderia me proporcionar uma vida útil mais longa, aprendizado, plano de carreira, benefícios e crescimento a longo prazo. Foi uma opção pessoal de mudança de carreira, mas com impacto financeiro enorme. Deixei de ser diretora e assumi o cargo de gerente de Marketing — conta Camilla Oliveira. 

O segredo é mudar a postura mental. Para ajudar quem passa por isso, o EXTRA reuniu dicas de especialistas para a mudança na vida profissional (veja abaixo). E sempre é permitido deixar claro a vontade de crescer. 

— Mesmo fazendo o downgrade de carreira, o profissional pode manifestar o interesse dele em crescer na empresa, desde a seleção. É possível falar que está aberto à oportunidade, mas que se preparará para encarar um cenário mais avançado em um momento mais favorável — afirma Renata Motone. 

Downgrade também pode ser escolha 

Não é apenas a crise que faz os profissionais aceitarem uma posição ou um salário menor. A decisão, segundo Renata Motone, coordenadora da Luandre, empresa de RH, pode ser estratégica: 

— Há profissionais que buscam mudar de área e veem o passo atrás como um meio de entrar naquele mercado para conseguir algo melhor algum tempo depois. 

Giselle Franco, gerente da Thomas Case & Associados, continua a explorar outras situações bem pessoais que comumente levam os profissionais a fazer o downgrade: 

— De repente, ele está vivendo em uma empresa da qual não gosta mais. Está saturado e, fazendo seu planejamento, percebe que pode aprender coisas novas. 

No caso de Camila Bristat, de 34 anos, foi uma mudança de cidade — de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro — que transformou o downgrade em uma hipótese real. Ela, que era gerente geral de uma loja de telefonia, aceitou o desafio de ser supervisora de franquias de uma rede. 

— Depois de trocar de cidade devido à mudança da sede do trabalho do meu marido, que é funcionário público, e sabendo que não é uma tarefa fácil nem rápida voltar ao mercado de trabalho, contratei uma empresa de recolocação, a Thomas Case . Surgiu uma oportunidade em uma empresa de dermocosméticos, em um setor que, especificamente, eu não tinha experiência: sistema de franquias — contou ela: — Tenho uma longa experiência no varejo, mas em supervisão de lojas próprias. Aceitei a proposta, ainda que fosse para ter uma remuneração um pouco inferior, para adquirir experiência em franchising e agregar mais um item ao currículo.

fonte:

https://extra.globo.com/emprego/crise-leva-profissionais-aceitarem-cargos-salarios-mais-baixos-22081983.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 26 Nov 2017, 3:43 pm



O que muda nos planos de saúde 

ANS determina inclusão de novos 18 procedimentos para atender clientes. Na contramão, projeto a ser votado na Câmara prevê reajuste de convênios

Rio - As regras dos planos de saúde vão sofrer modificações logo no começo do ano. Algumas serão benéficas aos clientes, como a determinação da Agência Nacional de Saúde (ANS) de incluir mais 18 procedimentos - exames, cirurgias e terapias - na cobertura dos convênios a partir de 2 de janeiro. Já outras nem tanto, como o fim da proibição de reajustes para usuários maiores de 60 anos de idade e a redução do valor de multas pagas pelas operadoras em caso de negativa de atendimento, que estão em análise no Congresso Nacional. 

O relatório apresentado pelo deputado Rogério Marinho (PMDB-RN) para reformular a lei de Planos de Saúde será votado na próxima quarta-feira na Câmara. "As alterações que serão analisadas favorecem operadoras e prejudicam o consumidor", adverte o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). 

Vale lembrar que a lista de procedimentos cobertos pelos convênios é atualizada a cada dois anos, e aplicada nos planos "novos", ou seja, regidos pela Lei 9.656 de 1998. As operadoras que não cumprem as normas ficam sujeitas a punições da ANS.

Além da inclusão dos itens, a cobertura de outros sete procedimentos foi ampliada, incluindo novas regras para medicamentos orais contra o câncer. Também será novidade nas exigências mínimas a inclusão, pela primeira vez, de um medicamento para tratar esclerose múltipla. 

A ANS informou que vai monitorar a aplicação dos novos procedimentos durante um ano e, se constatar aumento de custos, essa diferença será avaliada no reajuste do ano seguinte.

A aposentada Maritza Motta, 59 anos, vive o drama do aumento da mensalidade há algum tempo. "Mês passado mudei a categoria do plano de quarto para enfermaria, porque estava muito caro pagar o valor de R$1.211. Se subir mais ainda vai ficar muito difícil manter, pois os aumentos de faixa etária são muito acima do índice previsto pela ANS", avalia. 

Para a aposentada, há descaso com os idosos. "Acho que deveriam dar mais suporte aos mais velhos. Você paga a vida toda plano sem usar. Quando mais precisa, não pode continuar a pagar", critica. 

Maritza vê com desconfiança a mudança na faixa de reajuste: "É estratégia das empresas para 'obrigar' a sair do plano. Esta faixa etária é considerada carteira bichada porque usa muito o plano em exames, consultas e internações".

fonte:

http://odia.ig.com.br/economia/2017-11-26/o-que-muda-nos-planos-de-saude.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 29 Nov 2017, 1:33 pm



IBGE: metade da população brasileira vive com menos de um salário mínimo 

De acordo com pesquisa divulgada nesta quarta, 1% da população ganha 36 vezes mais do que a parcela com os menores rendimentos

Rio - Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que metade dos brasileiros tem renda menor que um salário mínimo. Segundo dados levantados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), em 2016, o rendimento médio dos 50% que recebiam os piores salários ficou em apenas R$ 747, abaixo dos R$ 880 estipulados como salário mínimo naquele ano. 

De acordo com o relatório, 1% da população de trabalhadores brasileiros com maior poder aquisitivo ganhava 36,3 vezes mais do que os 50% que ganham os menores salários. Na fatia dos mais abonados, formada por apenas 889 mil pessoas, a renda do trabalho média mensal era de R$ 27.085. 

Ainda de acordo com os resultados, se considerados os 5% brasileiros com menores salários, a renda média era de apenas R$ 73 mensais. Segundo o IBGE, 4,445 milhões de trabalhadores estão nessa condição. 

Quando considerados os dados de renda per capita de todas as fontes, e não apenas o rendimento do trabalho - nesse cálculo, a renda disponível é dividida por todos os moradores do domicílio, incluindo os que não trabalham -, a situação é ainda mais grave. A renda média mensal per capita dos 5% brasileiros com menor poder aquisitivo era de apenas R$ 47,00 em 2016. A pobreza era ainda mais aguda no Norte e Nordeste, com R$ 38,00 e R$ 33,00, respectivamente. 

O rendimento médio real domiciliar per capita foi de R$ 1.242, contra uma renda média de R$ 2.149 se considerados apenas os trabalhadores. As regiões Norte e Nordeste apresentaram o menor valor: R$ 772, em ambas as regiões. A Região Sudeste teve o maior rendimento médio, R$ 1.537. 

"O Brasil é um dos países onde a desigualdade é das maiores do mundo, é uma das grandes mazelas. País nenhum vai crescer com base numa plataforma tão desigual", declarou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. 

Desigualdade social 

Com isso, o Índice de Gini do rendimento médio mensal real domiciliar per capita foi estimado em 0,549 em 2016, pior do que o Gini com base no rendimento do trabalho, de 0,525. O indicador mede a desigualdade de renda - numa escala de 0 a 1, quanto maior o indicador, pior é a distribuição dos rendimentos. No Nordeste, o Gini da renda domiciliar per capita foi de 0,555. No Sul, ficou em 0,473. 

"Quanto mais desigual a região, mais alto é o Índice de Gini. Então a região mais desigual é o Nordeste, sem dúvida, como já vinha sendo mostrado pela Pnad", lembrou Azeredo. 

Perfil 

Do total de 205 milhões de habitantes do Brasil em 2016, 124,4 milhões tinham algum tipo de rendimento, sendo que 87,1 milhões eram remunerados pelo trabalho que exerciam e 49,3 milhões recebiam renda obtida através de alguma outra fonte, fosse aposentadoria e pensão; aluguel e arrendamento; pensão alimentícia, doação e mesada de não morador; ou outros rendimentos, categoria que inclui seguro-desemprego, programas de transferência de renda do governo, rendimentos de poupança etc. 

Em 2016, 13,9% da população recebia aposentadoria ou pensão; 2,4%, pensão alimentícia, doação ou mesada de não morador; 1,8%, aluguel e arrendamento; enquanto 7,7% recebiam outros rendimentos. 

O rendimento proveniente de aposentadoria ou pensão foi o mais elevado, em média (R$ 1.670), padrão observado em todas as regiões, sendo mais elevado no Centro-Oeste (R$ 2.064) e mais baixo no Norte (R$ 1.334). Os rendimentos provenientes de aluguel e arrendamento tinham valor médio de R$ 1.521; pensão alimentícia, doação e mesada de não morador, R$ 516; e outros rendimentos, R$ 499. 

A massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita alcançou R$ 255,1 bilhões em 2016, mas os 10% mais bem remunerados detinham 43,4% desse bolo, fatia maior do que os 80% da população com os menores rendimentos (40,8%). Ou seja, apenas 12,4 milhões de pessoas ganhavam mais do que 99,2 milhões de brasileiros juntos. 

Metade das crianças e adolescentes faz tarefa doméstica 

Segundo a pesquisa divulgada pelo IBGE nesta quarta, metade das crianças e adolescentes brasileiros, um contingente de 20,1 milhões de pessoas, realizava afazeres domésticos ou era responsável pelo cuidado de outras pessoas, como irmãos mais novos. Outras 716 mil crianças e adolescentes com idade entre 5 e 17 anos realizavam trabalho na produção para o próprio consumo da família. 

Os afazeres domésticos ou cuidados de pessoas compõem uma definição mais ampla de trabalho infantil, dado que essas tarefas podem estar em conflito com a educação formal, sendo executadas em horário prolongado ou sob condições perigosas, segundo o IBGE. 

"Às vezes esse trabalho infantil fica disfarçado. É uma forma de tentar captar essas crianças que trabalham cuidando de irmãos mais novos, fazendo serviços domésticos. As famílias não veem como um trabalho, mas, às vezes, a criança fica o dia inteiro cuidando da irmã mais nova e não consegue estudar por isso", explicou Maria Lucia Vieira, gerente da Pnad. 

Entre as crianças e jovens que trabalhavam na produção para o próprio consumo, 91,6% estavam na escola. A desagregação por região mostra que o Norte tem os maiores porcentuais de crianças e adolescentes realizando trabalho na produção para o próprio consumo, seguido pelo Nordeste.

Das 20,1 milhões de crianças e adolescentes que realizavam trabalho relacionado com cuidados de pessoas ou afazeres domésticos (50,2% do total da população na faixa etária de 5 a 17 anos), 95,1% eram estudantes. No Sul e no Centro-Oeste, a proporção de jovens atuando em afazeres domésticos era maior do que a média nacional, com 60,5% e 55,1% do total da faixa etária, respectivamente. 

A média de horas semanais destinadas a esse trabalho para uso final próprio (produção para o próprio consumo, afazeres domésticos e cuidados de pessoas), no caso das crianças, foi de 8,6 horas no Brasil em 2016. A região Nordeste foi a que apresentou maior tempo médio de dedicação a essas tarefas, 9,8 horas. "As crianças que já trabalhavam realizaram mais outras formas de trabalho do que as que não estavam ocupadas", disse Maria Lucia, gerente da Pnad. 

Entre as crianças e adolescentes que estavam ocupadas em atividades econômicas, 72,3% também trabalharam simultaneamente na produção para o próprio consumo, afazeres domésticos e cuidados de pessoas.

fonte:

http://odia.ig.com.br/economia/2017-11-29/ibge-metade-da-populacao-brasileira-vive-com-menos-de-um-salario-minimo.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Benedito Bernal em Qua 29 Nov 2017, 2:19 pm


De acordo com pesquisa divulgada nesta quarta, 1% da população ganha 36 vezes mais do que a parcela com os menores rendimentos


No mundo todo, não só no Brasil !
Já disse DEZENAS de vezes, que esta crise é por conta da TECNOLOGIA SUBSTITUINDO o trabalho humano ! Nos países subdesenvolvidos, empregos são ARTIFICIALMENTE mantidos para evitar revolta em massa... Ou seja, estar empregado É UM FAVOR que lhe deram e neste caso não é de se admirar os baixos salários ou estes estarem estagnados !


Não sou Ludista, não vejo fundamento algum combater a tecnologia mas, POR ENQUANTO está sendo nossa inimiga e INEVITAVELMENTE está forçando um outro paradigma econômico social aonde GRAÇAS a tecnologia o homem será liberto de ser explorado ou especulado !


Sobre Deus e suas coisas o homem está na ignorância !
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 01 Dez 2017, 10:40 pm



Petrobras eleva preço da gasolina ...

A Petrobras aumentou em 1,9% os preços da gasolina. Segundo a companhia, o reajuste é explicado, principalmente, pela variação da cotação do produto no mercado internacional. A estatal decidiu também reduzir em 5,7% o preço médio do diesel. O percentual é resultado da reavaliação da empresa sobre o cálculo da paridade internacional praticada no produto para “adequar os preços às mudanças de fluxo logístico e entrada de produtos importados no país”. 

A decisão, anunciada na noite desta sexta-feira (1º), foi tomada em uma reunião do Grupo Executivo de Mercado e Preço, realizada ontem (30). Os reajustes entram em vigor neste sábado (2). 

A Petrobras explicou que, para manter o compromisso de operar sempre com margem positiva acima da paridade internacional, não será alterada a política de preços em vigor, que também reflete os movimentos de preços observados nos mercados internacionais de derivados. 

A empresa acrescentou que, com o aumento das importações no país, tem reduzido sua participação de mercado, que atinge hoje cerca de 72% no diesel e 88% na gasolina. “A expectativa é que a nova precificação do diesel não tenha impacto na receita da companhia em virtude da perspectiva de ganhos de mercado”, concluiu a Petrobras.

fonte:

https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/petrobras-eleva-pre%C3%A7o-da-gasolina-e-reduz-o-do-diesel/ar-BBG1Hye?li=AAggXC1&ocid=mailsignout
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 08 Dez 2017, 12:36 pm



Governo abre mão de arrecadar até R$ 1 trilhão 

Há dias a Câmara dos Deputados aprovou, sem alarde, a Medida Provisória 795, que desonera as petroleiras estrangeiras que prospectam no Brasil

Brasília - Na esteira do reaquecimento do setor petroleiro com a licitação de dezenas de campos do pré-sal, o Governo foi generoso com as petroleiras estrangeiras. E com a conivência da Câmara Federal abrirá mão de arrecadar bilhões de reais em impostos nos próximos anos – e calcula-se até R$ 1 trilhão até 2040. 

Há dias a Casa aprovou, sem alarde, a Medida Provisória 795, que desonera as gringas que prospectam no Brasil. A aprovação desmonta anos de fiscalização no combate à sangria dos cofres, alerta o presidente Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, Kleber Cabral. 

90x10 

O presidente da Unafisco observa ainda que a MP 795 “coroa” o lobby da indústria petrolífera que pratica planejamento tributário abusivo conhecido como “90x10”. 

Ou seja... 

...90% das receitas das petroleiras são enviadas ao exterior (para empresas offshore ligadas à prestadora de serviço no Brasil) com alíquota zero de imposto de renda. 

Lista 

A MP as blindou de pagarem IPI, Imposto de importação (que fomentam o PIS/PASEP) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins-Importação). 

E povo sofre 

Não é de hoje que o Governo prestigia empresas estrangeiras. O COI, que é entidade privada, teve lucro recorde na História com desonerações nos Jogos de 2016 no Rio.

fonte: http://odia.ig.com.br/brasil/2017-12-08/esplanada-governo-abre-mao-de-arrecadar-ate-r-1-trilhao.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Sab 09 Dez 2017, 2:19 pm

Oi desenvangelista! Como tem passado? :risadinha:


Quem ama não fala palavrão, não é preconceituoso, não xinga...(não é um Trump da vida) :risadinha:
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 10 Dez 2017, 2:33 pm

gusto escreveu:Oi desenvangelista! Como tem passado? :risadinha:

muito bem obrigado

alias obrigado pelo desenvangelista... na ultima que Deus me usou, libertou uma irma que estava ha 10 anos afastada do evangelho, onde NENHUM pastor conseguiu mesmo com muitas visitas... :risadinha:
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 10 Dez 2017, 2:35 pm



Reforma Trabalhista inviabiliza a seguridade 

Para cada empregado que deixa de ser assalariado para virar 'empresa', o sistema público perde R$ 3.727 ao ano

Brasília - A Reforma Trabalhista vai inviabilizar a Previdência Social. O alerta do senador Paulo Paim (PT-RS) encontra coro no discurso do procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury. A criação da figura do trabalhador intermitente, por exemplo, - que tem jornada por dias ou horas -, determina que os funcionários que receberem menos que um salário mínimo terão que recolher a diferença ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) para não ter o mês descontado do tempo para a aposentadoria, e a possibilidade de empresas trabalharem com os PJs (pessoas físicas que viram jurídicas e com isso recolhem os próprios tributos) vão reduzir as contribuições à Previdência Social, explica Fleury. 

"O ônus do recolhimento ficará a cargo do empregado, que já tem que se submeter a um trabalho mal remunerado e viver na expectativa de ter emprego ou não, no caso dos intermitentes", aponta Paim. "Haverá um mês que ele não terá dinheiro sequer para sobreviver, que dirá para recolher impostos", prevê.

Um estudo feito pelos pesquisadores da Unicamp Arthur Welle, Flávio Arantes, Guilherme Mello, Juliana Moreira e Pedro Rossi, corrobora o alerta: para cada trabalhador que deixa de ser assalariado para virar "empresa", o sistema público perde R$ 3.727 ao ano. 

O trabalho intitulado "Reforma Trabalhista e Financiamento da Previdência Social: simulação dos impactos da pejotização e da formalização" simula os impactos do crescimento da contratação de PJs e da formalização para a arrecadação da Previdência Social, considerando inalteradas as condições de remuneração e ocupação. 

Tanto a pejotização, fenômeno no qual empregados com carteira de trabalho do setor privado que contribuíam no regime geral da Previdência migram para a contribuição do Simples ou MEI, de acordo com sua faixa de renda, quanto a formalização são fenômenos frequentemente associados aos impactos promovidos pela Reforma Trabalhista. 

Como argumenta o estudo dos pesquisadores da Unicamp, a flexibilização das regras de contratação para trabalho intermitente, por tempo parcial e trabalho temporário, tem o potencial de acelerar o processo de usar PJs nas empresas, já verificado nas últimas décadas no Brasil. Dentre os principais resultados, calcula-se que a pejotização de 1% dos trabalhadores celetistas resulta em R$ 1,5 bilhão de perdas para a Previdência Social. No caso da formalização de 1% dos empregados sem carteira, a arrecadação do INSS aumenta em R$ 118 milhões. 

Terceirização vai aumentar rotatividade 

Rotatividade no mercado de trabalho com a regulamentação da terceirização também tende a inviabilizar a aposentadoria, adverte André Luís Santos, analista do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). "Com a aprovação das propostas, o trabalhador não terá mais segurança. Teremos aumento significativo da rotatividade e, com isso, não haverá mais trabalhadores aposentados", alerta. 

Estudo publicado em 2014 pelo Dieese e pelo Ministério do Trabalho e Emprego aponta que, entre 2002 e 2013, quase 45% dos vínculos de trabalho (CLT) foram desligados com menos de seis meses de vigência do contrato de trabalho. Já em 2013, a taxa de rotatividade global chegou a 63,7% e a de rotatividade descontada (após a exclusão dos casos de morte, aposentadoria, demissões a pedido, transferências) foi de 43,4% no mesmo ano. 

Em dezembro de 2016, o Brasil teve 1,331 milhão de desligamentos, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, e a expectativa é de que os dados piorem. Para o deputado federal Assis Melo (PCdoB-RS), que foi suplente na Comissão Especial da Reforma Trabalhista, as medidas servem para inviabilizar a Previdência. "É a fatura do golpe", critica. 

Sem direito a benefícios do INSS 

Para Ronaldo Fleury, procurador do Trabalho, a situação tem potencial de criar um limbo na seguridade social. Para contornar esse risco, a Medida Provisória 808, editada pelo governo Temer, prevê que trabalhadores que "receberem remuneração inferior ao salário mínimo poderão recolher a diferença" entre o valor do contracheque e a contribuição exigida para quem ganha o salário mínimo. 

Quem não recolher o adicional por conta própria, cita a MP, "não será considerado para fins de aquisição e manutenção da qualidade de segurado do Regime Geral de Previdência Social nem para cumprimento dos períodos de carência para concessão dos benefícios previdenciários". Ou seja, não terá acesso à aposentadoria nem a nenhum benefício previdenciário.

fonte:

http://odia.ig.com.br/economia/2017-12-10/reforma-trabalhista-inviabiliza-a-seguridade.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 10 Dez 2017, 2:41 pm



'Gatilho' da idade mínima fará trabalhador se aposentar aos 70 anos 

Cada vez que expectativa de vida subir após 65 anos, segurado levará mais tempo para ter benefício

Rio - Com o aumento da expectativa de vida dos brasileiros calculada pelo IBGE, o segurado do INSS corre o risco de somente se aposentar aos 70 anos. É o que prevê emenda à Reforma da Previdência que cria uma espécie de "gatilho" para idade mínima. Ou seja, toda vez que a expectativa de vida sobe após 65 anos, a aposentadoria ficará mais distante. O mecanismo determina acréscimo de um ano na idade mínima a cada quatro anos de revisão da tabela. Mas atenção: trabalhadores que já tenham atingido o tempo para aposentar (30 anos para mulheres e 35 para homens) conseguem escapar da reforma por já terem direito adquirido, alertam especialistas. 

Vale lembrar que a PEC 287 em tramitação no Congresso prevê 62 anos para mulheres e 65 anos para homens pedirem o benefício do INSS. "O 'gatilho' também atinge categorias especiais como professores, policiais e trabalhadores rurais", alerta Cristiane Saredo, do escritório Vieira e Vieira Assessoria Jurídica e Previdenciária.

Entre 2015 e 2060, o IBGE projeta que a expectativa de vida do brasileiro a partir dos 65 anos passará de 18,4 para 21,2 anos. Isso significa que a idade mínima aumentará um ano automaticamente. "O gatilho garante que a evolução da idade mínima conforme a expectativa de vida das pessoas", explica o secretário de Previdência, Marcelo Caetano. 

"A cada quatro anos, mais ou menos, após a divulgação da tábua de mortalidade do IBGE, a idade subirá de 62 anos (mulheres) ou 65 anos (homens), para 63 anos e 66, respectivamente, e assim por diante até 70 anos", explica a vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário, Adriane Bramante. 

"Por exemplo, a mulher que está com 40 anos, ao atingir a idade mínima proposta hoje (62 anos), só poderá se aposentar com com aproximadamente 67 anos", exemplifica. 

Valor do benefício 

E a "pegadinha" não é só no tempo de trabalho. A Reforma da Previdência também afeta diretamente o valor do benefício concedido ao segurado. O tempo mínimo de contribuição para os trabalhadores da iniciativa privada continua a ser de 15 anos. Mas, quem se aposentar após cumprir a exigência terá direito a apenas 60% do benefício integral, atualmente esse percentual está em 85%. 

"Uma aposentadoria por idade hoje para uma mulher com 60 anos, 15 de contribuição e renda média de R$ 3 mil, seria R$ 2.550, ou seja 85% da média de contribuições. Mas, caso seja aprovada a Reforma da Previdência, o benefício seria R$ 1.800, ou seja 60% da média de contribuição", calcula Adriane. 

Trunfo do governo para não 'perder dinheiro' ao reduzir pacote 

O 'gatilho' da idade mínima é o principal trunfo do governo para manter os efeitos da proposta por um tempo maior e gerar economia de, aproximadamente, R$ 480 bilhões em dez anos, cerca de 60% do previsto no texto original. Um ponto que chama atenção, segundo Eduardo Fagnani, professor do Instituto de Economia da Unicamp, é que ao mesmo tempo que o governo Temer quer "economizar" na Previdência, trabalha para aprovar no Congresso a Medida Provisória 795/2017, que reduz impostos para petroleiras até 2040 e geraria a renúncia fiscal de R$ 40 bilhões por ano ou R$ 1 trilhão em 25 anos, segundo estudo da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados. 

"Isso representa mais de 20 anos da suposta economia que seria obtida com a reforma", diz. 

O professor alerta para o risco de as receitas previdenciárias despencarem nos próximos anos por conta da Reforma Trabalhista, que precariza o salário e, consequentemente, as contribuições para o INSS. E também pelas dificuldades impostas ao trabalhador para se aposentar."As dificuldades são tantas que devem migrar para a previdência privada", diz Fagnani. 

Avaliação similar tem o senador Paulo Paim (PT-RS). "Quando o trabalhador perceber que tem condições de se aposentar pelo INSS, vai contribuir com o mínimo e, no longo prazo, vai para a previdência privada, que é gerida pelos bancos", aponta Paim. 

Um ponto destacado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) é o fato da isonomia (igualdade) nõ ser respeitada. "O governo anunciou a redução do tempo mínimo de contribuição de 25 anos para 15 anos, mantendo a regra atual. Mas só para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Os servidores seguem com a exigência de 25 anos", adverte Luiz Alberto dos Santos, consultor legislativo do Senado. 

Mecanismo tem que ser implantado por uma lei ordinária 

O 'gatilho' da idade mínima somente entrará em vigor quando o Congresso Nacional aprovar uma lei ordinária regulamentando como será calculada a expectativa de vida da população. 

"Anualmente o IBGE divulga a tabua de mortalidade expondo a expectativa de sobrevida dos brasileiros (de ambos os sexos) para cada uma das idades 'cheias', até os 80 anos", informa Luiz Felipe Veríssimo do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev). E complementa: "Ou seja, hoje possuímos uma expectativa de sobrevida para os brasileiros com 65 anos de idade referente ao ano de 2016, divulgada no último dia 1º. Logo, sempre que verificar-se que essa expectativa de sobrevida aos 65 anos aumente em um ano inteiro, a idade mínima para aposentadoria também terá um aumento em um ano". 

Ele explica que a redação atual da PEC prevê que a idade mínima será fixada em 62 anos de idade para as mulheres e 65 aos homens, quando se verificar este aumento da expectativa de sobrevida essas idades mínimas também serão majoradas um ano a cada quatro. Nesse caso, a PEC prevê que uma lei posterior (essa que aguarda votação na Câmara) definirá como essa majoração seria realizada. 

A PEC acrescenta o § 15 ao Artigo 201 da Constituição Federal que assim está redigido: "A lei estabelecerá a forma como as idades previstas nos incisos I e II do § 7º e no § 8º serão majoradas em um ano quando houver aumento em número inteiro na expectativa de sobrevida da população brasileira aos sessenta e cinco anos, para ambos os sexos, em comparação com a média apurada no ano de publicação desta Emenda." 

"É uma questão técnica, não há como determinar isso (a elevação da idade mínima, de acordo com a tábua do IBGE) por meio da Constituição", diz o secretário de Previdência Marcelo Caetano.

fonte: http://odia.ig.com.br/economia/2017-12-10/gatilho-da-idade-minima-fara-trabalhador-se-aposentar-aos-70-anos.html
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Re: Consequências da Reeleição

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