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Consequências da Reeleição

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Sab 13 Maio 2017, 11:54 am

"Conheça a vida de Temer, 3º presidente não eleito do PMDB":
https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/impeachment/conheca-a-vida-de-temer-3-presidente-nao-eleito-do-pmdb,5818e6f0e27b919b86d2d4782472be17ap2boecu.html


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 15 Maio 2017, 10:08 pm



Babá do filho de Temer é contratada como assessora do Planalto

A babá do filho do presidente Michel Temer (PMDB) é contratada como assessora do Gabinete de Informação em Apoio à Decisão (Gaia). O órgão é responsável por organizar informações estratégicas para o peemedebista tomar decisões.

O Planalto, no entanto, nega que Leandra Brito seja babá de Michelzinho. Temer, por sua vez, informou para o jornal "O Globo" que a mulher é alguém por quem o filho "se afeiçoou".

Leandra também afirma que Michelzinho não tem babá e explica que ela ajuda a assessorar a primeira-dama Marcela Temer e o presidente "em toda e qualquer situação". No entanto, Leandro não detalhou como ajuda.

Ela trabalha no Palácio do Jaburu, onde a família presidencial mora, e também acompanha Michelzinho em viagens, como na Páscoa e no Réveillon. O salário pago pela Planalto para Leandra é de R$ 5.194, fora as diárias de viagens.

Segundo o governo, ela será transferida do Gaia para o staff que serve à família de Temer. A data para a mudança não foi divulgada.


FONTE:

http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1861164-baba-do-filho-de-temer-e-contratada-como-assessora-do-planalto
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 15 Maio 2017, 10:09 pm

gusto escreveu:Pior do que reeleição é um governo não eleito...

Que papagaiada é esta?

ele foi eleito junto com a dilma

e se ela foi deposta, ele assumiu legitimamente.....
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Licio em Ter 16 Maio 2017, 5:57 am

EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:
gusto escreveu:Pior do que reeleição é um governo não eleito...

Que papagaiada é esta?

ele foi eleito junto com a dilma

e se ela foi deposta, ele assumiu legitimamente.....
O povo não sabe nem votar depois quer discutir política. kkk

O Brasil é um antro de ignorantes políticos, causado pela gestão esquerdopata! Aí, o povo, sem escolaridade democrática, se contenta com cestas básica (salário merreca) submetendo-se aos opressores.

Povo brasileiro, não se ofendam, mas a maioria está esquerdizada mesmo!  ai, caramba!
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Ter 30 Maio 2017, 8:14 pm

"Novos grampos telefônicos afundam Aécio Neves em “mar de lama”":
http://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/30/politica/1496177290_569617.html


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Ter 30 Maio 2017, 8:15 pm

EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:
gusto escreveu:Pior do que reeleição é um governo não eleito...

Que papagaiada é esta?

ele foi eleito junto com a dilma

e se ela foi deposta, ele assumiu legitimamente.....
japinha Conte outra gargalhada


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Ter 30 Maio 2017, 8:26 pm

"Operação Lava Jato diminuiu durante o Governo Temer Orçamento mensal da operação neste ano é cerca de três vezes menor em relação a 2015 e 2016"[/font:3d0e">]http://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/29/politica/1496095139_867683.html


Quem será que caiu no conto do vigário? :risadinha:


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Cartman em Qua 31 Maio 2017, 11:41 pm



palminhas japinha huaauhuahauha gargalhada gargalhada gargalhada :p aleluia! atirador banana :pula: feliz

sorriso  sorriso  sorriso


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 03 Jun 2017, 9:24 pm



Planos de saúde individuais e familiares podem subir até 13,55%

Reajuste da mensalidade vale a partir deste mês e afetará mais de oito milhões de clientes

Rio - Os mais de 8 milhões de usuários de planos de saúde médico-hospitalar individuais e familiares terão as mensalidades dos convênios reajustadas em até 13,55%. O índice fixado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi publicado no Diário Oficial da União e pode ser aplicado a partir deste mês a abril de 2018, sendo válido para os contratos fechados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98. Segundo a ANS, o contingente representa 17,2% do total de 47,5 milhões de usuários pela saúde suplementar no país.

O reajuste é mais do que o triplo da inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA). No acumulado em 12 meses, o IPCA atingiu em abril o menor nível em dez anos, 4,08%.

Para Gilberto Braga, o professor de finanças do Ibmec e da Fundação D. Cabral, o aumento para planos individuais “passou da conta”. “A inflação acumulada está caindo para menos 4,5% ao ano, logo o plano está ficando caríssimo, sobretudo num ambiente ainda de crise econômica, incerteza e desemprego”, critica.

A agência reguladora alerta aos consumidores que o reajuste deve ser aplicado a partir do mês de aniversário do contrato, ou seja, a data em que ele foi firmado. No entanto, é permitida a cobrança de valor retroativo pelos meses de defasagem, em relação a divulgação do percentual e a data de aniversário.

A ANS explicou ainda que, se o mês de aniversário do contrato é maio, a mensalidade de junho será acrescida do valor referente à cobrança retroativa de maio. Já para os contratos com aniversário entre junho deste ano e abril de 2018 não poderá haver cobrança retroativa.

Índice pode ser menor

O índice aplicado na mensalidade deve ser informado pela operadora do plano de saúde e não passar de 13,55%. Ou seja, a administradora pode aplicar taxas mais baixas.

O reajuste é baseado nos percentuais de reajuste dos contratos coletivos com mais de 30 beneficiários, que passam por um tratamento estatístico e resultam no índice máximo de reajuste dos planos individuais novos a ser aplicado no período seguinte. Se o reajuste coincidir com a mudança de faixa etária, o consumidor terá dois aumentos na mensalidade.

fonte: http://odia.ig.com.br/economia/2017-05-26/planos-de-saude-individuais-e-familiares-podem-subir-ate-1355.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 03 Jun 2017, 9:25 pm



Tarifa básica do pedágio da Ponte Rio-Niterói sobe para R$ 4,10 a partir de quinta-feira

Os motoristas que cruzam a Ponte Rio-Niterói vão pagar mais caro pelo pedágio, a partir da zero hora da próxima quinta-feira, de 1º de junho. A tarifa básica fixada atualmente em R$ 4 vai subir para R$ 4,10. A atual revisão tarifária é a segunda concedida desde que a Ecoponte passou a administrar a via, há dois anos.

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o objetivo da revisão tarifária consiste em manter o equilíbrio econômico-financeiro do contrato. Segundo o órgão, a alteração foi calculada a partir da combinação de três itens previstos em contrato: reajuste, revisão e arredondamento.

O reajuste tem por intuito a correção monetária dos valores da tarifa e leva em consideração a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Acontece uma vez ao ano, sempre no aniversário do início da cobrança de pedágio.

A revisão, segundo a ANTT, visa recompor o equilíbrio econômico-financeiro celebrado no contrato de concessão. Já o arredondamento tem por finalidade facilitar a fluidez do tráfego nas praças de pedágio e prevê que as tarifas da categoria 1 de veículos devem ser múltiplas de R$ 0,10.

Com 13,2 quilômetros de extensão, a BR-101/RJ (Ponte Rio- Niterói) foi concedida para iniciativa privada com o objetivo de exploração da infraestrutura, pela primeira vez, em 1º de junho de 1995, pelo período de 20 anos. Findo o prazo, o trecho foi leiloado, pela segunda vez, em 18 de março de 2015. A nova concessão, que fez parte da 3ª etapa do programa de concessões rodoviárias, iniciou em 1º de junho de 2015.

Confira os novos valores:

Motocicletas, motonetas e bicicletas motorizadas: R$ 2,05

Automóvel, caminhonete e furgão, de dois eixos: R$ 4,10

Automóvel e caminhonete com semi-reboque, de três eixos: R$ 6,15

Automóvel e caminhonete com reboque, de quatro eixos: R$ 8,20

Automóvel e caminhonete com reboque, de quatro eixos: R$ 8,20

Caminhão, caminhão-trator, caminhão-trator com semi-reboque e ônibus, de três eixos: R$ 12,30

Caminhão com reboque e caminhão trator com semi-reboque, de quatro eixos: R$ 16,40

Caminhão com reboque e caminhão trator com semi-reboque, de cinco eixos: R$ 20,50

Caminhão com reboque e caminhão trator com semi-reboque, de seis eixos: R$ 24,60

fonte: https://extra.globo.com/noticias/rio/tarifa-basica-do-pedagio-da-ponte-rio-niteroi-sobe-para-410-partir-de-quinta-feira-21406753.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 03 Jun 2017, 9:25 pm



Torquato Jardim é esperança de Temer de influenciar PF e julgamento no TSE

Jardim substitui um ministro — Osmar Serraglio — considerado fraco pelos aliados do presidente

Brasília - Promovido no domingo pelo presidente Michel Temer, o novo ministro da Justiça, Torquato Jardim, enfrenta desconfianças, especialmente vindas da Polícia Federal, onde há o temor de que ele busque intervir na Lava Jato e em outras operações da instituição.

A nomeação do jurista também é vista como uma forma de Temer reforçar sua defesa no Tribunal Superior Eleitoral. Nessa Corte, terá início, em 6 de junho, o julgamento da chapa Dilma-Temer. Jardim foi ministro do TSE de 26 de maio de 1988 a 18 de abril de 1996.

Jardim substitui um ministro — Osmar Serraglio — considerado fraco pelos aliados de Temer e, assim, sem capacidade de interferir no funcionamento da Polícia Federal. O órgão tem, desde 2011, o delegado Leandro Daiello na diretoria geral.

O policial que já passou por três presidentes é visto internamente como um representante de uma das categorias policiais — a dos delegados —, mas está longe de ser unanimidade entre agentes e outros servidores da instituição.

No próprio domingo, os delegados lançaram nota, por meio de sua associação de classe, expressando “preocupação e incerteza sobre a possibilidade de interferências no trabalho realizado pela Polícia Federal”. E aproveitaram para pedir “autonomia funcional, administrativa e orçamentária à Polícia Federal”.

Ontem, o vice-diretor da Associação Nacional dos Delegados de PF, Regional de São Paulo, Edson Garutti, comentou ser “estranha” a troca do ministro no domingo, quando gravações falando em “colocar alguém forte no Ministério” vêm à tona. Ele se referia a um aúdio em que o senador, hoje afastado, Aécio Neves (PSDB-MG) comenta com o empresário Joesley Batista, da JBS, que é preciso trocar o comando da pasta. “Porque aí mexia na PF”, disse o tucano.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, publicada ontem, o novo ministro da Justiça disse que não tem decisão formada sobre o comando da Polícia Federal. “Eu vou avaliar. Vou ouvir a recomendação do presidente, de outras personalidades que conhecem o assunto, fazer o meu próprio juízo de valor e decidir”, disse.

Ele também negou que tenha sido nomeado para intervir na Lava Jato, mas fez críticas moderadas à operação. “O que me preocupa é a fundamentação correta e precisa do tempo de prisão temporária, quanto ela deve se alongar”, disse.

fonte: http://odia.ig.com.br/brasil/2017-05-29/torquato-jardim-e-esperanca-de-temer-de-influenciar-pf-e-julgamento-no-tse.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 03 Jun 2017, 9:26 pm



Desemprego aumenta 23% em um ano e atinge 14 milhões de pessoas

Números da Pnad correspondem ao primeiro trimestre de 2017

Rio - A fila do desemprego no país contava com 14,048 milhões de pessoas no trimestre encerrado em abril de 2017, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado significa que há mais 2,636 milhões de desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um aumento de 23,1%. Ao mesmo tempo, o total de ocupados caiu 1,5% no período de um ano, o equivalente ao fechamento de 1,395 milhão de postos de trabalho.

Como consequência, a taxa de desemprego passou de 11,2% no trimestre até abril de 2016 para 13,6% no trimestre até abril de 2017, a mais alta para esse período do ano já registrada na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

A taxa de desemprego só não foi mais elevada porque 556 mil brasileiros migraram para a inatividade no período de um ano. O aumento na população que está fora da força de trabalho foi de 0,9% no trimestre encerrado em abril ante o mesmo período de 2016.

O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,2% no trimestre até abril.

fonte: http://odia.ig.com.br/economia/2017-05-31/desemprego-aumenta-23-em-um-ano-e-atinge-14-milhoes-de-pessoas.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 03 Jun 2017, 9:27 pm



Unidades federais de saúde no Rio reduzem atendimento, diz Cremerj

Seis hospitais e três institutos enfrentam falta de médicos, equipamentos, leitos e insumos básicos

Rio - Os seis hospitais federais no Rio (Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Ipanema, Lagoa e Servidores do Estado) estão definhando, com o fechamento gradativo de importantes setores de atendimento à população, e correm até o risco de fechar as portas de algumas emergências e serviços especializados nos próximos meses. O alerta é do presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio (Cremerj), Nelson Nahon, que se reunirá com diretores das unidades a fim de encontrar soluções.

“Esses hospitais, assim como alguns institutos, como o Inca (do Câncer), Into (de Traumatologia) e INC (de Cardiologia), além do Hospital do Fundão, estão agonizando. Há redução de recursos, diminuição de equipes médicas e de outros profissionais, falta de medicamentos, inclusive quimioterápicos, leitos, e insumos básicos. Só o INC reduziu sua capacidade de transplante de coração e pesquisas com células-tronco em 30%. E não há soluções concretas por parte do ministro da Saúde, Ricardo Barros. Trata-se de uma tragédia anunciada”, criticou Nahon.

Referência nacional, o Centro de Queimados do Hospital do Andaraí corre risco de acabar até o final do ano, segundo o Cremerj. Os 28 médicos que ocupam cargos de chefia na unidade assinaram carta manifestando a intenção de deixar os cargos de coordenação, “por falta de compromisso da diretoria.” Temendo o fechamento de mais setores, como os Departamentos de Cardiologia e Pneumologia da unidade, funcionários protestam. Ontem, servidores do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB) penduraram faixa, alertando para o possível fechamento da Emergência, que há cinco meses funciona em contêineres, por conta de uma obra emperrada.

“Enquando isso, sofremos em dobro”, desabafou Marcos Costa, de 35 anos, que, com um dos joelhos com suspeita de fratura, aguardava um ortopedista desde 12h até o início da noite na emergência do HFB. “Só consequi internação pro meu irmão porque ele chegou desmaiado”, contou Márcia Costa, 36. Jeferson Nascimento, 36, foi visitar o pai, internado no fim de semana, embora esteja aguardando tratamento quimioterápico para câncer na bexiga há dois meses. Regina Limal, 65, se disse perplexa ao visitar um parente: “Só tem um banheiro para visitantes e pacientes. Não há sequer sabão e os doentes são atendidos em cadeiras no corredor”.

Em nota, a assessoria do ministro negou que esteja sendo omisso e garantindo que há medicamentos nas unidades apontadas pelo Cremerj, em relatório entregue dia 17. No dia em que recebeu relatório, de mil páginas, resultado de vistorias do Cremerj, Barros atribuiu a crise a uma suposta “ineficiência” administrativa. Alega que desde 2016 o MS também repassou ao estado, para procedimentos de média e alta complexidade, R$ 3,9 bilhões, e ao município, R$ 1 bilhão.

Ministério nega queda no atendimento

O Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde no Rio (DGH), que coordena os seis hospitais federais, informou em nota que iniciou processo de especialização das unidades, com a consultoria do Hospital Sírio-Libanês (SP), a fim de “redefinir, em 60 dias, perfis assistenciais, otimização de serviços e eliminação de carências específicas”.

“O DGH reitera que nenhum pedido de entrega de cargo das chefias dos serviços médicos do Hospital Federal do Andaraí foi formalizado, e que todos os profissionais continuam atendendo normalmente”, ressaltou o texto, garantindo que o estoque de medicamentos do hospital está abastecido, e que o DGH está empenhado em garantir a manutenção das atividades na unidade. “Somente no primeiro trimestre de 2017, o HFB teve aumento de 31% nas consultas gerais e quase 10% nas cirurgias e emergências”, destaca.

A direção do Into, ainda conforme a nota, negou falta de medicamentos e existência de equipamentos quebrados. Quanto ao INC, a direção argumentou que não houve redução de sua capacidade e que este ano quatro transplantes já foram feitos.“Além disso, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, adicionou o relatório recebido do Cremerj ao processo que o MS está levantando sobre as necessidades alegadas”.


fonte: http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-05-31/unidades-federais-de-saude-no-rio-reduzem-atendimento-diz-cremerj.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 03 Jun 2017, 9:27 pm



Hospital do Andaraí fica sem chefia

Funcionários denunciam que contratos médicos não estão sendo renovados e reclamam da falta de insumos

Rio - Após os contratos temporários de médicos de diversos setores do Hospital Federal do Andaraí (HFA) não serem renovados, 28 chefes de setores da unidade pediram para sair de seus cargos de chefia, por não terem praticamente médicos para chefiar. Além do esvaziamento da unidade, a falta de insumos para trabalhar e problemas com a direção da unidade também motivaram a debandada.

Segundos profissionais do hospital, é fundamental consultá-los antes de implantar mudanças na casa, o que não foi feito. A instalação do ponto eletrônico, por exemplo, é uma das novidades mais questionadas pelos trabalhadores.

“Estamos aqui há anos, sabemos como tudo funciona. Não da para impor regras sem saber o nosso dia a dia. Hoje os concursados, que continuam no hospital, estão sobrecarregados sem renovar os contratos dos outros médicos”, disse uma funcionária que não se identificou.

Sem saber o motivo do adiamento da cirurgia de sua sobrinha, Sandra (evitou dizer o sobrenome), de 61 anos, ficou angustiada. “Eles não informam nada. Será que não tem médico para operar? Amanhã eu volto para tentar mais notícias”, questionou.

No entanto, o Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde no Rio (DGH) informou que nenhum pedido de entrega de cargo das chefias dos serviços médicos do HFA foi devidamente formalizado. Sobre os atendimentos à população, garantem que a mudança nas chefias não vai comprometer os serviços à população.

Funcionários denunciam que contratatos temporários não estão sendo renovados, o departamento esclarece que isso faz parte de um processo de reestruturação que o hospital passa, junto às outras cinco unidade federais no Rio. Para isso o DGH diz que já começou o processo de especialização das seis unidades, com a consultoria do hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. A ideia, segundo o DGH, é redefinir os perfis assistenciais das unidades federais e otimizar serviços.

fonte: http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-05-27/hospital-do-andarai-fica-sem-chefia.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 03 Jun 2017, 9:29 pm

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 08 Jun 2017, 4:47 pm



Enxugou

O Banco do Brasil fechou 394 agências e outras 379 viraram postos de atendimento. No plano de aposentadoria voluntária, 9.402 funcionários se desligaram do banco.

fonte:

http://odia.ig.com.br/brasil/2017-06-08/esplanada-planalto-se-mobiliza-para-barrar-pedido-de-investigacao-contra-temer.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 15 Jun 2017, 1:51 pm



Câmara aprova viagem para deputados irem à Copa da Confederações na Rússia

Depois de aprovar uma viagem de 11 deputados para Londres, Atenas e Barcelona, para "conhecer o legado das Olimpíadas", a Comissão de Esporte aprovou agora viagens a Moscou e a São Petersburgo, na Rússia, para, acredite, "tomar conhecimento de como o país se preparou para sediar a Copa das Confederações de 2017".

fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/camara-aprova-viagem-para-deputados-irem-copa-da-confederacoes-na-russia.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 15 Jun 2017, 1:51 pm



A Grécia é aqui
O deputado federal Arthur Maia (PPS-BA) usou um argumento pouco lisonjeiro ao Rio para defender a Reforma da Previdência, texto do qual é relator na Câmara. Disse ontem, no grupo de parlamentares no WhatsApp, que, se a medida não for aprovada, o Brasil vai se transformar em “um imenso Rio de Janeiro ou Grécia”.

fonte: http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-06-13/informe-governo-federal-fara-investimentos-na-area-social-do-rio.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 15 Jun 2017, 1:53 pm



Feriadão na Câmara Municipal já tinha começado desde quarta 

Os vereadores não se contentaram em folgar na quinta e na sexta e decidiram que quarta também era dia de descanso

Rio - O feriadão é só a partir de hoje, mas, na Câmara Municipal, já tinha começado desde ontem. Os vereadores não se contentaram em folgar na quinta e na sexta e decidiram que quarta também era dia de descanso. 

Por falta de quórum (apenas 12 dos 51 vereadores foram ao Palácio Pedro Ernesto), os poucos presentes não conseguiram sequer realizar sessão. Ou seja, esta semana houve atividade plenária apenas em um dia: terça-feira. 

Longe, longe 

Dr. João Ricardo (PMDB), por exemplo, estava do outro lado do mundo, na Nova Zelândia. E ainda teve a falta abonada pela Câmara. É que ele informou ter viajado a trabalho para desenvolver um programa de intercâmbio que permita a brasileiros estudar por lá. Ao Informe, o parlamentar disse ter pago a passagem aérea e a hospedagem do próprio bolso.

fonte: http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-06-15/informe-feriadao-na-camara-municipal-ja-tinha-comecado-desde-quarta.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 15 Jun 2017, 1:56 pm



Senado corrige e diz que apenas parte do salário de Aécio será cortada


De acordo com a assessoria da presidência da Casa, Aécio continuará recebendo a parte "fixa" do salário parlamentar de R$ 33.763


Brasília - O Senado retificou na tarde desta quarta-feira, 14, a informação de que havia cortado o salário do senador Aécio Neves (PSDB-MG) desde o afastamento do tucano por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 18 maio.

De acordo com a assessoria da presidência da Casa, Aécio continuará recebendo a parte "fixa" do salário parlamentar de R$ 33.763, que equivale a um terço do total, e serão descontadas as faltas nas sessões deliberativas do plenário - este número pode variar de acordo com a quantidade de reuniões realizadas mensalmente.

Em ofício enviado mais cedo pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), ao ministro Marco Aurélio Mello, que é o relator do inquérito contra Aécio no STF com base na delação da JBS, o Senado informava a "suspensão da remuneração a partir da decisão (do STF)".

Ainda de acordo com a assessoria da presidência do Senado, os demais benefícios (carro oficial e verba indenizatória) foram, de fato, cortados. O nome do senador também não constará mais nos painéis de votação do plenário e das comissões.

fonte: http://odia.ig.com.br/brasil/2017-06-14/senado-corrige-e-diz-que-apenas-parte-do-salario-de-aecio-sera-cortada.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 28 Jun 2017, 10:39 pm



Serviço de cirurgia vascular do Hospital de Ipanema é fechado

Mais de 60 pacientes estavam na fila

Rio - Mais de 60 pessoas que aguardavam na fila de espera para serem operadas no Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital Federal de Ipanema ficaram sem opção de tratamento. O setor da unidade foi fechada sem que praticamente ninguém fosse avisado com antecedência. Até mesmo o chefe do setor só teria sido informado quando chegou para trabalhar.

O serviço é altamente especializado, atende a casos de alta complexidade. A maioria não operou ainda por falta de material, se acordo com fontes do hospital. São pacientes graves, cirurgias de aneurisma de aorta, isquemias. Alguns casos são tão graves que não podem esperar mais de 48 horas.

O serviço também atendia a pacientes graves transferidos de outras unidades ou cidades de todo estado. Não se sabe até agora o que vai acontecer com esses pacientes.
O fechamento de um serviços dessa importância vem ocorrendo em várias unidades federais.

A diretora do Hospital da Lagoa — que trabalhava lá há 18 anos — pediu demissão quinta-feira passada por se recusar a fechar serviços. Segundo funcionários que pediram para não serem identificados,tudo indica que se trata de uma recomendação que vem sendo feita pelo Ministério da Saúde no Rio.

Ainda de acordo com funcionários, além de prejudicar pacientes em estado grave, o fechamento do serviço de Cirurgia Vascular deve deixar ocioso um equipamento moderno comprado recentemente para a unidade ao preço de R$ 500 mil.

fonte: http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-06-24/servico-de-cirurgia-vascular-do-hospital-de-ipanema-e-fechado.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 28 Jun 2017, 10:42 pm



Desemprego entre jovens é de 28,7%

Um em cada quatro está desempregado no Brasil. Entre aqueles que têm entre 14 e 24 anos, o índice das taxas trimestrais subiu de 20%, em 2015, para 27,2%, em 2016.

A taxa de desemprego no Brasil é de 13,6%. Entre os jovens, esse número é de 28,7%. Um em cada quatro está desempregado no Brasil. Entre aqueles que têm entre 14 e 24 anos, o índice das taxas trimestrais subiu de 20%, em 2015, para 27,2%, em 2016.

Entre os jovens de baixa renda, as chances ao concorrer a uma vaga são piores.

“Quando você pega um jovem de baixa renda, um jovem da escola pública, automaticamente ele não tem capacitação, então ele perde espaço para um jovem que vem da escola privada”, diz Rodrigo Dib, diretor executivo do Instituto ProA, que prepara jovens para dar os primeiros passos no mercado de trabalho, dando cursos, palestras e fazendo simulações de entrevistas de emprego.

Segundo Patrícia Borges, de 18 anos, que mora em Diadema, na Grande São Paulo, o que faz falta é ter um curso de inglês. Ela está desempregada desde agosto do ano passado. "A escada (da casa dela) está quebrando, eu não vou poder ajudar, a geladeira semana passada queimou e eu me sinto muito mal de não poder ajudar, de não dar nem R$ 50 para ajudar em uma conta. Então é algo que está me afetando”.

13 mil disputam 12 vagas de trainee

Neste cenário, uma vaga de trainee em uma multinacional do setor químico teve 13 mil inscritos para apenas 12 vagas. Pudera, o salário inicial é de R$ 6500. O processo seletivo durou dois meses.

Um dos pré-requisitos, inclusive, é ter inglês em nível avançado. “A gente faz algumas triagens de acordo com o que é critério para a empresa. Por exemplo, inglês tem de ser a partir de avançado. Ele precisa saber bem de pacote Office, que é algo que usa muito no dia a dia”, diz Marcela Painelli, que trabalha na área de recursos humanos da empresa.

Dos 13 mil jovens que se inscreveram, apenas 5122 atenderam a esses primeiros critérios. Mais da metade já fica de fora. Patrícia seria uma delas se tivesse se inscrevido.

Bicos e sustento da casa

Marleyse Morais, 25 anos, é moradora da Vila Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo. Ela não tem nenhum trabalho registrado em carteira, mas batalha em três atividades diferentes. Ela é responsável pelo sustento da casa e da mãe.

fonte:

http://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2017/06/desemprego-entre-jovens-e-de-287.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 29 Jun 2017, 1:36 pm



Reforma trabalhista é aprovada pelo CCJ

Foram 16 votos a favor, e nove votos contra. Texto segue para o Senado, onde passará pela última etapa antes de chegar ao presidente

Brasília - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou por volta das 23h20 desta quarta-feira, o relatório da reforma trabalhista produzido pelo líder do governo, o senador Romero Jucá (PMDB-RR). O texto contou com apoio de 16 senadores, nove votos contra e uma abstenção.

Era necessária maioria simples para aprovação do projeto e os governistas previam apoio de 15 senadores. Agora, o texto segue para o plenário do Senado, a última etapa no Congresso antes da sanção presidencial.

O relatório de Jucá pede a aprovação integral do projeto vindo da Câmara dos Deputados e rejeita a acusação de que trabalhadores perderão direitos com a mudança na legislação. Para o relator, o projeto de reforma trabalhista não viola preceitos constitucionais. "Verifica-se que o projeto de lei não suprime direitos dos trabalhadores", cita o texto aprovado pelos senadores.

"A análise sistêmica (e despida de preconceitos) da proposição revela que ela fortalece os sindicatos brasileiros, confere maior autonomia (sem desproteção) aos trabalhadores, reduz os custos de transação gerados pelas normas trabalhistas e desburocratiza as relações laborais", cita o relatório de Jucá.

Com a vitória na CCJ, o governo tenta recuperar o fôlego após a derrota do parecer governista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A rejeição na comissão anterior pegou o governo de surpresa e houve atenção especial para a articulação dos senadores nesta sessão da CCJ.

No plenário do Senado, para onde segue o texto, há possibilidade de o projeto tramitar em urgência, o que poderia acelerar a votação. O regime de urgência deve ser votado nesta quinta-feira, no plenário da Casa.

Temer comemorou resultado

O presidente Michel Temer estava no Palácio do Jaburu acompanhando a votação da reforma trabalhista na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e comemorou o resultado. "Os 16 a 9 votos na CCJ do Senado na Modernização Trabalhista comprovam que a base do governo continua firme e forte", disse ao jornal O Estado de S. Paulo, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Já o ministro-chefe da Secretaria Geral, Moreira Franco, resumiu o momento dizendo que, com este novo passo, na CCJ, "as mudanças necessárias para que o Brasil supere a maior crise econômica de nossa história avançam". Para o ministro "este é o caminho que seguiremos sem vacilações pois é o caminho para recuperar os empregos e renda do povo trabalhador brasileiro".

O Palácio do Planalto já vinha considerando o dia positivo desde mais cedo. Primeiro, com a repercussão da dura fala de Temer na véspera, em reação à decisão do procurador Geral da República, Rodrigo Janot, de denunciá-lo. O apoio dos parlamentares no dia anterior e a romaria de deputados e senadores durante a quarta-feira sinalizavam que o presidente estava no caminho certo, informavam interlocutores, que já consideravam que o peemedebista tinha "saído das cordas".

Disseram, por exemplo, que deputados e senadores pediam cópia do pronunciamento de Temer, do dia anterior, que serviria de embasamento para a defesa do governo e deles próprios, para votar a favor do presidente, em suas bases.

"A onda está virando", comentou um outro assessor palaciano, ao listar resultados positivos de ontem. Nas redes sociais, a repercussão era considerada muito boa porque os comentários endossavam as críticas de Temer a Janot, principalmente condenando o acordo que beneficiou o empresário Joesley Batista, da JBS.

Outra vitória do governo foi a saída de Renan Calheiros da liderança do PMDB. Também foi considerado dado positivo o ministro do STF Edson Fachin não ter concedido os 15 dias que Janot queria para Temer se defender no Supremo, o que consideram apenas mais uma manobra do procurador para postergar a tramitação da denúncia.

Temer continua com pressa para votar e derrubar a proposta. Está convencido de que tem os votos necessários para rejeitar a denúncia. A nomeação de Raquel Dodge, a primeira mulher a assumir o cargo de procuradora-geral da República também foi considerada uma boa nova.

Por fim, agradou o numero de votos maior do que o esperado pelo governo, que chegou a pensar que poderia ser pelo apertado placar de 14 a 12. Depois de um mês de bombardeio dia pós dia, o presidente, de acordo com auxiliares, poderia dormir aliviado. Mas tanto Temer, quanto seus assessores sabem que novos petardos estão sendo preparados por Janot - e muitas outras batalhas terão de ser vencidas.


fonte:

http://odia.ig.com.br/brasil/2017-06-29/reforma-trabalhista-e-aprovada-pelo-ccj.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 30 Jun 2017, 12:04 pm



Desemprego fica em 13,3% em maio e atinge 13,8 milhões 

Trata-se de uma redução em relação à taxa de abril, que foi de 13,6%. Mas na comparação com mesmo período do ano anterior, quando o índice foi de 11,2%, o quadro é de elevação. 

O desemprego ficou em 13,3% no trimestre encerrado em maio, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua. No período, o Brasil tinha 13,8 milhões de desempregados. 

Trata-se de uma redução em relação à taxa do trimestre encerrado em abril, que foi de 13,6%. Mas, na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando o índice foi de 11,2%, o quadro foi de elevação (2,1 pontos percentuais). Segundo o instituto, é a segunda queda seguida da taxa desde 2014, mas a maior taxa para maio da série histórica, iniciada em 2012. 

A taxa de desemprego é medida pelo IBGE por meio de uma média móvel trimestral, ou seja, de três meses, portanto, o dado de maio se refere ao período de março a maio. O instituto divulga a taxa mensalmente.






Para o IBGE, a taxa de desemprego permaneceu estável em relação ao trimestre de dezembro a fevereiro, que foi de 13,2%.
A população desocupada permaneceu estável em relação ao trimestre terminado em fevereiro, quando havia 13,5 milhões de desempregados, e 20,4% (mais 2,3 milhões de pessoas) maior que no mesmo trimestre de 2016.


A população ocupada (89,7 milhões) manteve-se estável em relação ao trimestre terminado em fevereiro, mas caiu 1,3% (menos 1,2 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.






No ano, é a primeira vez que o contingente de desocupados fica abaixo de 14 milhões.
“Nós tivemos uma desaceleração no processo de queda da população ocupada, mas essa desaceleração vem acompanhada de uma queda forte do contingente de carteira assinada”, analisa o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.
Azeredo salienta que é necessário aguardar as próximas divulgações da pesquisa para se fazer uma análise mais detalhada do cenário de desemprego no país.
“Qualquer análise que se faça agora do mercado de trabalho, com esses dados que mostram uma taxa que está estável contrapondo com uma redução do emprego registrado é conjecturar”, diz. O pesquisador destacou que é um resultado bom a estabilidade da desocupação, mas ela pode vir acompanhada do desalento, que é o grupo de pessoas com potencial para trabalhar mas que não procuraram emprego nos últimos 30 dias.

[size=20]Carteira assinada


[/size]
No trimestre terminado em maio, havia no país 33,3 milhões de trabalhadores com carteira assinada. É o menor contingente desde 2012. O pico de carteira assinada foi atingido em maio de 2014, quando o país apresentava pleno emprego e o contingente total com carteira assinada chegou a 36,7 milhões.
Houve redução em ambos os períodos de comparação: frente ao trimestre dezembro-janeiro-fevereiro (-1,4% ou menos 479 mil pessoas) e no confronto com o trimestre de março a maio de 2016 (-3,4% ou redução de 1,2 milhão de pessoas)

“Em dois anos, nós perdemos cerca de 2,7 milhões de postos com carteira de trabalho assinada”, disse o coordenador. Azeredo ressaltou que a redução do contingente de trabalhos com carteira assinada foi o primeiro sinal da crise no mercado de trabalho.
Segundo o pesquisador do IBGE, a redução dos postos com carteira de trabalho assinada na comparação com o trimestre terminado em fevereiro “é mais impactante que a estabilização da taxa de desocupação”.
No período de março a maio, os empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,5 milhões de pessoas) apresentaram elevação de 2,2% em relação ao trimestre terminado em fevereiro. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, também houve aumento, de 4,1% - adicional estimado em 409 mil pessoas.

[size=20]Autônomos e domésticos


[/size]
A categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 22,4 milhões de pessoas, registrou estabilidade na comparação com o trimestre anterior (dezembro a fevereiro de 2017). Em relação ao mesmo período do ano anterior o movimento foi de queda (-2,6%, ou seja -599 mil pessoas).
A categoria dos trabalhadores domésticos, estimada em 6,1 milhões de pessoas, se manteve estável em ambos os trimestres comparativos.

[size=20]Nível de ocupação


[/size]
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) também ficou estável em relação ao trimestre terminado em fevereiro (53,4%). Em relação ao nível de ocupação do mesmo trimestre de 2016 (54,7%), houve retração de 1,3 ponto percentual. Foi o menor nível da ocupação da série histórica da pesquisa (2012) para trimestres terminados em maio.

[size=20]Rendimento


[/size]
O rendimento médio foi estimado em R$ 2.109 no trimestre encerrado em maio, mantendo estabilidade em relação ao trimestre terminado em fevereiro (R$ 2.102) e também ante mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.062).

[size=20]Por setores e atividades


[/size]
Por grupamentos de atividade, em relação ao trimestre de dezembro a fevereiro, houve queda na construção (-3,9% ou – 271 mil pessoas) e aumento na indústria geral (3% ou mais 344 mil pessoas), alojamento e alimentação (2,9%, ou mais 144 mil pessoas) e na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,9% ou mais 287 mil pessoas).
Na comparação com 2016, houve redução nos em construção (-10,6% ou -793 mil pessoas), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e agricultura (-7,3% ou -684 mil pessoas) e serviços domésticos (-3,2% ou -203 mil pessoas). E verificou-se aumento nos grupamentos alojamento e alimentação (12,5% ou mais 568 mil pessoas) e outros serviços (6,2% ou mais 257 mil pessoas).
De acordo com Azeredo, a crise está trazendo uma mudança na estrutura do mercado de trabalho. Ele destacou que os três setores que mais empregavam no país tiveram redução significativa do contingente na comparação com o trimestre terminado em maio de 2012. Naquele ano, a indústria representava 14,7% dos postos de trabalho com carteira assinada e passou para 13% este ano. A agricultura caiu de 11,7% para 9,7% e a construção de 8,2% para 7,4%.
Em contrapartida, houve aumento no contingente de trabalhadores nos setores de comércio (de 18,6% para 19,3%), transportes (de 4,6% para 5,1%) e alojamento e alimentação (de 4,3% para 5,7%). Segundo Cimar, os três setores são os que mais absorvem trabalhadores sem carteira assinada. “As pessoas perdem emprego e acabam lançando mão do que vêm pela frente. Vão fazer salgado para vender, vão virar motorista particular”, analisa.
O pesquisador destaca ainda o aumento no setor de transportes, que ele atribui ao advento dos aplicativos de motoristas particulares. “Embora o IBGE não tenha uma pesquisa nesse sentido, você observa claramente que o motorista de Uber ou de outro aplicativo está vindo de uma condição de desemprego”, aponta.

Questionado sobre a queda na contratação na agricultura neste ano, diante do cenário de superssafra, Cimar Azeredo ponderou que é necessário “observar o processo de mecanização nos processos no agronegócio”.

[size=20]Caged


[/size]
De acordo com os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no mês de maio, [size=16]a abertura de vagas formais de trabalho superou as demissões em 34,2 mil postos.[/size]
Pelo segundo mês seguido houve criação de postos de trabalho com carteira assinada e esta foi a primeira vez desde 2014 que um mês de maio registrou mais contratações do que demissões.

fonte:

http://g1.globo.com/economia/noticia/desemprego-fica-em-133-no-trimestre-encerrado-em-maio.ghtml
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Benedito Bernal em Sex 30 Jun 2017, 1:48 pm

@EVANGELISTA


Não tem nada a ver com politica, ou melhor, a politica pode complicar sim mas, a falta de oportunidade de renda e renda satisfatória é tendência mundial. Principalmente por causa da tecnologia que EXPONENCIALMENTE vem substituindo o trabalho humano. Tanto é que, na europa está em pauta INCOMING BASE (renda basica universal) e na Finlandia já está sendo implementado teste com alguns cidadãos com esta renda universal basica.


Neste documentario, ANTIGO, já segundo entendidos descrevia que entre 2010 e 2020 apenas 5% ou 10% da população em idade de trabalho SERIA SUFICIENTE para atender a toda demanda mundial.





Sobre Deus e suas coisas o homem está na ignorância !
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Re: Consequências da Reeleição

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