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Consequências da Reeleição

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Qua 08 Mar 2017, 8:23 pm

Rodrigão escreveu:Ué? Mas não era só tirar o PT do governo federal que a economia ia melhorar? hummm
Eles caíram no conto do vigário japinha

https://www.google.com.br/search?q=conto+do+vig%C3%A1rio&ie=utf-8&oe=utf-8&client=firefox-b&gws_rd=cr&ei=n5LAWLm9L8HDwATYx4CQBg


Quem ama não fala palavrão, não é preconceituoso, não xinga...(não é um Trump da vida) :risadinha:
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 15 Mar 2017, 10:29 am



Com crise, desigualdade no país aumenta pela primeira vez em 22 anos

RIO - A desigualdade voltou a aumentar no país. Ao atingir patamares recordes em 2016, o desemprego fez com que a disparidade da renda domiciliar per capita no Brasil registrasse o primeiro aumento em 22 anos, desde o início do Plano Real, mostra o índice de Gini calculado pela FGV Social. O indicador — que varia de zero a um e que, quanto mais perto de zero estiver, mais igual é a sociedade — chegou a 0,5229 no ano passado, alta de 1,6% em relação ao ano anterior. Com o resultado, o Brasil voltou três anos no tempo e anulou a redução da desigualdade registrada em 2014 e 2015.

— Além do aumento do desemprego, tem a inflação corroendo a renda média. O desemprego se tornou sério porque aumentou, mas também porque é de longa duração. A pessoa fica desempregada e demora a sair da situação — analisa o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social e ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Segundo Neri, o aumento na desigualdade registrado no ano passado preocupa principalmente porque o bolo a ser dividido não só encolheu, mas murchou para os mais pobres. Além do custo social, o economista observa que os efeitos sobre esse grupo são muito ruins para a economia, pois os mais pobres comprometem a maior parte da renda com consumo. Eles são, portanto, parte importante na demanda que tanto se espera destravar para que a atividade econômica brasileira volte a crescer.

— Estamos andando para trás em justiça social. Em 2015, apesar de o índice de Gini ter ficado estável, a renda dos 5% mais pobres já havia caído 14%, e a pobreza, aumentado 19,3%. O resultado de 2016 penalizando este grupo novamente é uma desgraça. Se os mais pobres estão perdendo mais, as empresas vendem menos. A queda do consumo é mais forte quando a desigualdade aumenta. Programas voltados aos mais pobres, como o Bolsa Família, têm um impacto multiplicador sobre a demanda da economia três vezes maior que o da Previdência ou o do FGTS — exemplifica o diretor da FGV Social.

MAIS POBRES SÃO OS MAIS PENALIZADOS

Manuel Thedim, economista do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets), não se surpreende com esses dados:

— Quem perde o emprego primeiro na recessão são os mais pobres e menos escolarizados, logo, o de menor produtividade. Um economista, na década de 1950, conseguiu comprovar que renda, escolaridade e produtividade têm uma correlação forte. Quem tem mais anos de estudo terá mais renda do que quem tem menos anos de estudo. Se o desemprego tivesse atingido os mais ricos, a desigualdade teria caído.

Ele lembra que, quando esse trabalhador consegue uma recolocação em meio à crise, é em uma ocupação inferior:

— São pessoas que vão deixar, por exemplo, de ser vendedores de sapato e, para sobreviver, vão virar ambulantes. Além do desemprego, há a perda da qualidade do posto de trabalho para um grande grupo.

Marcelo Lima de Carvalho, de 34 anos, é um desses cidadãos afetados pela queda na renda. Desempregado há quatro meses, o morador do Caju, Zona Norte do Rio, mantém a rotina de sair de casa às 5h30m, como quando trabalhava como garçom.

— Minha mulher está empregada, mas tivemos que cortar pela metade quase todas as coisas lá em casa. Cortamos TV a cabo, plano de saúde. Procuro emprego todos os dias. Passo o dia todo na rua, só paro de procurar alguma coisa lá pela 18h. Fiquei sem dinheiro, dependo dos bicos que as pessoas me arrumam, como pintor. Nessa crise, a gente aceita o que vier. Na minha família, meu primo e meus irmãos também estão sem emprego — comenta.

Com a taxa de desemprego em 12,3%, atingindo 12,6 milhões de pessoas, difícil é não conhecer alguém nessa situação. E, quando a falta de emprego atinge um membro da família, não apenas o desempregado é afetado, mas toda a casa sente as consequências.

— Minha irmã trabalhava em limpeza e perdeu o emprego há dois meses. Ela mora comigo, meu irmão e minha mãe. Sem o salário dela, ficamos sem uma renda em casa, e isso impactou muito a ajuda à minha mãe, que tem muitos problemas de saúde — conta Pierre de Oliveira Rodrigues, de 31 anos, que trabalha em suporte técnico.

BEM-ESTAR CAI HÁ DOIS ANOS

Para piorar o cenário, o indicador de bem-estar medido pela FGV Social, que observa os efeitos do crescimento da renda, do somatório geral e a dinâmica da sua divisão junto às diferentes classes, cai há dois anos.

— A crise se instalou no mercado de trabalho e no bolso do brasileiro no fim de 2014. No primeiro ano, a queda de renda puxou a piora do bem-estar, pois a desigualdade ficou estável. Já a partir de 2016, a perda se dá nas duas pontas: o bolo de renda cai e atinge mais fortemente os pobres — explica Neri.

Mas há uma boa notícia, ressalta o economista da FGV Social. Apesar do aumento forte da desigualdade em todos os trimestres de 2016, a queda na renda média real vem desacelerando. Nas contas de Neri, no último trimestre do ano passado, a renda média registrou, em relação ao mesmo período de 2015, a oitava queda seguida. No entanto, a variação do recuo já havia caído pela metade em relação ao segundo trimestre de 2016. Enquanto no período de abril a junho, a renda encolheu 6%, em relação aos mesmos três meses de 2015, no quarto trimestre de 2016, a queda foi de 2,8%.

— A queda da renda está perdendo força. Ainda não está no azul, mas está convergindo para uma estabilidade, ainda este ano, porque a inflação está desacelerando — completa Neri.


fonte: http://extra.globo.com/noticias/economia/com-crise-desigualdade-no-pais-aumenta-pela-primeira-vez-em-22-anos-21062011.html


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 23 Mar 2017, 11:20 am



Estados e municípios ficam fora da Reforma da Previdência

Temer cede à pressão e mantém só funcionalismo federal e trabalhadores privados na PEC 287

Rio - Para conseguir avanços na tramitação da Reforma da Previdência no Congresso, o presidente Michel Temer decidiu tirar da PEC 287 os servidores estaduais e municipais. Pressionado por lideranças políticas, Temer fez o anúncio às pressas ontem à noite no Palácio do Planalto. Ele justificou a medida dizendo que é em respeito à autonomia dos estados.

O presidente lembrou ainda que vários entes já enviaram às Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores seus próprios projetos que alteram a legislação previdenciária. Já o funcionalismo federal — além dos trabalhadores do setor privado — será mantido na proposta, que está na Comissão Especial da Câmara dos Deputados.

“Vários estados já providenciaram sua reformulação previdenciária. E seria uma relativa invasão de competência, que nós não queremos levar adiante, portanto disciplinando a Previdência apenas para servidores federais”, declarou o presidente. “Desde os primeiros momentos da nossa posse, dissemos que queríamos respeitar o princípio federativo. Reitero essa intenção”, completou.



Temer chegou a dizer ainda que estados e municípios farão a reforma “se for necessário”, retirando a ideia de obrigatoriedade. Com a decisão, professores das redes públicas estaduais, policiais civis, PMs e bombeiros militares serão afetados posteriormente por reformas específicas em seus estados — no caso de os governadores enviarem seus projetos às Assembleias Legislativas.

O mesmo ocorrerá para funcionários públicos dos municípios do país. Diante da forte articulação que todas as esferas (municipal, estadual e federal) vêm fazendo no Congresso, o governo sentiu a pressão. Agora, categorias de servidores federais vão aumentar ainda mais a presença nos corredores do Parlamento em Brasília para serem retiradas da reforma.

fonte: http://odia.ig.com.br/economia/2017-03-22/servidor-estado-e-municipio-sem-reforma.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Mar 2017, 5:05 pm



Técnicos avaliam como retirar servidor estadual da PEC

Técnicos do governo federal e do Congresso tentam encontrar uma solução para colocar em prática a decisão do presidente Michel Temer de retirar servidores estaduais e municipais da Reforma da Previdência. A questão é que a Constituição Federal diz que

é competência da União definir as regras gerais de Previdência do funcionalismo.

Assim, uma das alternativas cogitadas pelos especialistas é a de deixar de fora da PEC só professores e policiais civis — a legislação previdenciária dessas classes seria mantida. Com isso, o governo Temer atenderia parcialmente o pleito de servidores, já que seu último anúncio se deu por conta da pressão que sofreu.

Já a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) criticou a decisão, ressaltando que a situação falimentar de estados e municípios foi colocada como mote para a reforma. Além disso, disse que a decisão acarreta em desigualdade de tratamento. “Não há como tratar os iguais de forma desigual, onerando e empurrado problema futuro para apenas algumas categorias”, disse em nota.

fonte:

http://odia.ig.com.br/economia/2017-03-24/servidor-bloqueio-atrasara-mais-os-salarios.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 26 Mar 2017, 10:41 pm



Em tempos de reforma, quem pode deve se aposentar logo

Especialistas orientam segurado que cumpriu regras a não esperar aprovação da PEC 287

Rio - A incerteza com a Reforma da Previdência fez saltar o número de requerimentos de aposentadoria no INSS em mais de 60% em janeiro e fevereiro no Estado do Rio. Diante desse quadro, O DIA consultou especialistas em Direito Previdenciário sobre os riscos e as vantagens de dar entrada no pedido antes da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287 no Congresso.

Para quem tem tempo suficiente para se aposentar por idade (60 anos, as mulheres e 65, homens) ou tempo de contribuição, sendo 30 anos (mulheres) e 35 (homens), ou atingiu a Fórmula 85/95 — que soma idade e tempo de serviço —, a recomendação dos advogados é uma só: dê entrada logo no pedido de concessão.

Todos os especialistas ouvidos orientam aos segurados que antes de mais nada é preciso fazer a contagem de tempo de serviço. Mas como isso é feito? “É preciso retirar o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) no INSS. Nesse documento estão todos os vínculos de emprego/recolhimentos e salários de contribuição da pessoa”, explica o advogado Luiz Felipe Veríssimo, do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev).

Saber se já tem o tempo necessário para dar entrada na aposentadoria foi o que levou o supervisor técnico Paulo Roberto de Jesus, de 55 anos, ao posto do INSS na Praça da Bandeira.

CONTAGEM DE TEMPO

“Fiz a contagem um tempo atrás e faltava pouco. E agora, pelas minhas contas tenho mais de 35 anos de serviço”, calculava Paulo Roberto. “A minha expectativa é ter o tempo necessário e já sair daqui (do posto) aposentado”, afirmou. O que acabou acontecendo.

A esposa de Paulo Roberto, Fátima Oliveira de Jesus, 54, vê o sonho da aposentadoria cada vez mais distante. Auxiliar de cozinha, ela está desempregada há 16 anos e diz que vive de bico para poder ajudar na despesa da família. “Essa reforma que está vindo não é mole. Vou morrer sem me aposentar”, lamenta Fátima.

“Quem tem direito a se aposentar hoje, mas não se aposentou porque não quis, deve registrar o direito no INSS”, orienta Cristiane Saredo, do escritório Vieira e Vieira Consultoria e Assessoria Jurídica Previdenciária. “Considerando o fato de que o INSS respeitará os direitos adquiridos, a melhor opção é fazer o requerimento antes da reforma ser aprovada”, afirma Patrícia Neves, do escritório Neves e Bezerra Advogados.

Um ponto levantado pelo especialista do Ieprev é o fim do fator previdenciário sobre o benefício. Pela regra de cálculo prevista na PEC 287, os segurados vão se aposentar mediante a multiplicação da média salarial por um fator de 51%, acrescido de um ponto percentual para cada ano de contribuição.

“Um segurado que se encaixe na regra de transição — que prevê um pedágio de 50% para homens com mais de 50 anos de idade e mulheres com mais de 45 —, com 58 anos de idade e 36 de tempo de contribuição, se aposentará com 87% da média salarial (51% + 36%)”, diz.

Outro homem que esteja nas mesmas condições poderia se aposentar com aplicação do fator previdenciário. Nesse caso, o fator seria 0,7966 (79,66% da média salarial). “A princípio, a regra da reforma seria benéfica ao comparar com a atual. Mas ele demoraria mais 13 anos contribuindo para atingir o benefício integral”, pondera.

Cálculo sem o fator previdenciário

Para trabalhadores que teriam a aplicação do fator previdenciário sobre o benefício do INSS, a recomendação de Adriane Bramante, do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), é aguardar as mudanças que virão com a PEC 287.

“Tenho orientado que, em alguns casos,esperar a Reforma da Previdência pode ser vantajosa. São os casos daqueles que teriam hoje a aplicação do fator previdenciário e que, com a reforma, o cálculo pode ser melhor”, diz.

A especialista explica que um segurado com 51 anos de idade e 35 de contribuição que sempre contribuiu para a Previdência pelo teto, que tenha direito adquirido, se optar por dar entrada agora, terá a incidência do fator previdenciário de aproximadamente 0,60, tendo, portanto, uma redução da média de 40%. A renda ficaria em torno de R$ 3.060.

Mas se esperar a reforma, o cálculo prevê percentual de 51% (alíquota fixa) + 1% por ano de trabalho. Assim, somando 51 + 35 = 86%, tendo uma redução de apenas 14% na média. Neste caso a renda seria R$ 4.386. “Nesse caso, portanto, é melhor esperar a reforma”, orienta.

Documentos para fazer requisição

O primeiro passo é juntar carteiras de trabalho, carnês ou guias de recolhimento, certidão de serviço militar, para homens, e pedir ao INSS o extrato com as contribuições previdenciárias (CNIS), documento que tem os recolhimentos repassados pelo empregador ao INSS.

No site www.previdencia.gov.br é possível calcular o tempo de recolhimento em um simulador. A contribuição mínima atual é de 15 anos, mas a reforma pode elevar para 25 anos. Por tempo de contribuição, é preciso ter 30 anos de serviço (mulheres) e 35 anos (homens). Caso a PEC 297 seja aprovada na íntegra, haverá idade mínima de 65 anos para homens e mulheres poderem se aposentar.

Alcançando idade mínima ou tempo de contribuição ou atingir a Fórmula 85/95 — que soma idade e tempo de contribuição — é preciso juntar documentos pessoais, como identidade, CPF, certidão de nascimento ou casamento e comprovante de residência.

É possível agendar o atendimento pela Central 135 ou pelo www.previdencia.gov.br.

fonte:

http://odia.ig.com.br/economia/2017-03-26/em-tempos-de-reforma-quem-pode-deve-se-aposentar-logo.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 11:51 am



Cidadão é quem paga saúde de primeiro mundo na Câmara, diz secretário-geral da Contas Abertas

Levantamento da Contas Abertas mostrou que a Câmara dos Deputados gasta por ano cerca de R$ 100 milhões com serviço médico. Para o secretário-geral da instituição, Gil Castello Branco, o cidadão comum é mal atendido, enquanto uma “casta” recebe atendimento privilegiado com recursos públicos.

“O cidadão comum está sendo mal atendido em seu município, no seu estado. Essa mesma sociedade acaba pagando para que alguns, uma casta, tenha atendimento de primeiro mundo. É isso que está acontecendo”, explica
“Já gastaram perto de R$ 100 milhões nesse tipo de atendimento, que deveria ser o padrão de atendimento para todo brasileiro, mas na prática não funciona assim”, afirmou Gil Castelo Branco.

Na Câmara não falta dinheiro e sobram materiais e equipamentos. O Departamento Médico da Câmara tem ambulância e tomógrafo novinhos e fica pertinho dos dois maiores hospitais de Brasília. Distante é a realidade entre a rede pública e o que se vê no departamento.

Tomógrafo, que no SUS tem sido luxo, a Câmara tem e pagou R$ 2,5 milhões. Chegou no ano passado. A UTI móvel fica à disposição e a ambulância é novinha, comprada por mais de R$ 134 mil. Segundo a Câmara, a ambulância atende atuais e ex-deputados, servidores, incluindo aposentados e os dependentes deles.

Os dados da Contas Abertas mostram várias outras compras. Em 2014, foram adquiridos 400 colares cervicais, dos quais 206 foram usados. Em 2016, foram empenhados recursos para outros 440 colares e 190 foram usados. Foram também adquiridos aparelho para medir gordura e kits de exames diversos.

O departamento possui 82 médicos de 17 especialidades e mais emergência. Nessa estrutura completa da Câmara, os atendimentos mais comuns são pressão alta, dor de cabeça, infecções de vias aéreas superiores, como nariz e laringe, diarreia e inflamação do sistema gastrointestinal. Essas informações são do próprio Departamento Médico.

Do início do ano até agora, o gasto da Câmara foi de R$ 86 milhões com serviços médico, odontológico, exames, aparelhos, equipamentos e ressarcimento de despesas pagas pelos funcionários. E eles, que têm direito ao atendimento e ao ressarcimento, têm também plano de saúde. Em 2015, todo esse gasto passou de R$ 92,5 milhões.

Em uma comparação com municípios, a Câmara gasta mais com saúde que várias prefeituras. Das 4.792 que informaram ao Tesouro Nacional o que foi para saúde, só 180 cidades gastaram mais. Isto é, menos de 4% dos municípios brasileiros gastam mais com saúde do que a Câmara. Os servidores contam ainda com plano de saúde.

A Câmara disse que passa muita gente no departamento, 18 mil pessoas por dia, e que é responsável pelo atendimento em casos de emergência. Explicou ainda que encomendou muitos colares cervicais, que servem para torcicolo. São pagos apenas quando utilizados. E que a ambulância transporta por mês cerca de 70 pessoas para hospitais da cidade. Se levar em conta apenas os dias da semana, dá duas viagens por dia.

fonte:

http://www.contasabertas.com.br/website/arquivos/13882
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 11:52 am



Câmara aprova pós-graduação paga em universidades públicas

Deputados aprovaram texto-base da proposta e ainda votarão destaques. Cursos de graduação continuarão a ser gratuitos em universidades públicas.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (21) o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite que as universidades públicas cobrem mensalidade para cursos de extensão, pós-graduação lato sensu e mestrados profissionais. Fica mantida a exigência de gratuidade nos cursos de graduação, residência na área da saúde e curso de formação profissional na área de ensino.

O texto principal da proposta recebeu 318 votos favoráveis, 129 contra e 4 abstenções.

Os deputados analisarão na próxima semana destaques que visam modificar a PEC. Por se tratar de uma mudança na Constituição, o texto ainda precisará passar por uma votação em segundo turno antes de ir ao Senado.

A PEC altera o artigo 206 da Constituição, para dizer que o princípio da “gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais" não se aplica nos casos de pós-graduação, cursos de extensão e mestrado.

Nestes casos, caberá à direção da universidade decidir se cobrará ou não dos alunos. Atualmente, algumas universidades que cobram mensalidade são alvos de processos judiciais que questionam a legalidade do procedimento.

“É uma vergonha que o Brasil, como oitava economia mundial, não esteja entre as 100 melhores universidades do mundo. O que estamos fazendo é instituindo a autonomia universitária. São mestres e doutores que decidirão os melhores caminhos para as universidades. Isso vai significar um avanço no setor educacional”, argumentou o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), que defendeu a proposta.

Para o relator da PEC, deputado Cleber Verde (PRB-MA), com a cobrança, as universidades terão mais dinheiro para investir um cursos de graduação de qualidade, bem como em tecnologia e laboratórios de pesquisa.

“São cursos profissionalizantes, feitos por demanda que vem da empresa, de órgãos públicos, para a capacitação daquele trabalhador. Não é justo que a universidade, que já tem os seus cursos diminuídos, tenha de custear também cursos profissionalizantes”, afirmou.

Já o líder do PSOL, deputado Chico Alencar (RJ), alegou que a PEC representa o início da “privatização do sistema público”. “Esse projeto acaba ferindo e abrindo uma porta perigosa para o papel estratégico do sistema educacional público. Vai contra o princípio da educação pública, universal, de qualidade”, declarou.

Também contrário à PEC, o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) afirmou que a proposta vai “entregar patrimônio científico aos que se alimentam do lucro”.

fonte:

http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/10/camara-aprova-pos-graduacao-paga-em-universidade-publica.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 11:53 am



Desemprego fica em 13,2% no trimestre terminado em fevereiro e atinge 13,5 milhões

Essa é a maior taxa da série do indicador, iniciada em 2012. Em 3 anos, número de desempregados mais que dobrou no país.


O desemprego subiu para 13,2% no trimestre de dezembro a fevereiro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua. A alta em relação ao trimestre anterior é de 1,3 ponto percentual e de 3 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre do ano passado. De acordo com o IBGE, essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012.

No trimestre de dezembro a fevereiro, o Brasil tinha 13,5 milhões de desempregados - crescimento de 11,7% (1,4 milhão de pessoas a mais) frente ao trimestre encerrado em novembro de 2016 e 30,6% (mais 3,2 milhões de pessoas em busca de trabalho) em relação a igual trimestre de 2016.

Segundo o IBGE, a menor desocupação foi registrada no trimestre encerrado em fevereiro de 2014, quando havia 6,6 milhões de desempregados, ou seja, esse número mais que dobrou em três anos.

“Essa taxa poderia ser ainda maior se não tivesse o mês de dezembro incluído neste trimestre. É um mês que tem característica de menor taxa de desocupação”, afirmou o Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

“Embora o cenário seja desfavorável, com desocupação recorde, você observa que no mesmo período do ano passado o aumento da taxa foi maior. Ou seja, o avanço da taxa foi menor agora. Há uma desaceleração do contingente de desocupados”, acrescentou.

Já a população ocupada também bateu recorde - é o menor da série histórica. No trimestre encerrado em fevereiro, eram 89,3 milhões de pessoas no mercado de trabalho. O recuo se deu tanto em relação ao trimestre terminado em novembro de 2016 (-1%, ou 864 mil a menos) como ao mesmo trimestre do ano passado (-2%, ou 1,8 milhão a menos).

Desse total, 33,7 milhões de pessoas que estavam empregadas no setor privado tinham carteira de trabalho assinada. Esse número recuou tanto frente ao trimestre de setembro a novembro de 2016 (-1,0% ou 337 mil pessoas) quanto ao mesmo trimestre de 2016 (-3,3%, ou 1,1 milhão de pessoas). Segundo o IBGE, o pico de trabalhadores com carteira assinada foi registrado no trimestre encerrado em junho de 2014 - 33,9 milhões de trabalhadores.

Os empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,3 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 5,5% (ou mais 531 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

O número de trabalhadores por conta própria (22,2 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre anterior e recuou (-4,8%, ou 1,1 mil pessoas a menos) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

“No primeiro momento da crise, você teve uma migração dos postos de carteira assinada para o trabalho por conta própria. Agora você observa uma queda nos dois postos”, diz Azeredo.

Já a categoria dos trabalhadores domésticos, estimada em 6 milhões de pessoas, se manteve estável em ambos os trimestres comparativos, segundo o IBGE.

Nível de ocupação

O nível da ocupação (indicador que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 53,4% no trimestre de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, apresentando queda de 0,7 frente ao trimestre de setembro a novembro de 2016, (54,1%). Em relação a igual trimestre do ano anterior, caiu de 55,1% para 53,4%. Foi o menor nível da série histórica iniciada em 2012.

O pesquisador destacou que, na comparação anual, a população em idade de trabalhar aumentou em 2,1 milhão de pessoas, mas isso não se refletiu no mercado de trabalho. “Com esse crescimento, o esperado seria o número da ocupação também aumentar. Mas ele diminuiu quase na mesma proporção, já que 1,8 milhão de pessoas ficaram desocupadas”, disse.

Rendimento

O rendimento médio foi estimado em R$ 2.068 no trimestre de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, mantendo estabilidade frente ao trimestre anterior (R$ 2.049) e em relação ao mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.037).

Houve crescimento apenas para os empregados no setor público: 3,2% em relação ao trimestre anterior (setembro a novembro de 2016) e 5,1% em relação ao mesmo trimestre de 2016. Nas demais posições de ocupação, como trabalhadores do setor privado e por conta própria, houve estabilidade em ambos os períodos analisados, segundo o IBGE.

Por setores e atividades

Desde o início da crise, a indústria perdeu 1,7 milhão de postos de trabalho. Segundo Azeredo, a maior taxa de desocupação no setor foi registrada no trimestre anterior e houve pequeno aumento da ocupação entre o trimestre encerrado em novembro e o encerrado em fevereiro. Mas, o nível ainda é muito baixo. "A indústria, com certeza, foi o grupamento que mais sofreu com a crise", disse.

Em fevereiro de 2014, havia 13 milhões de trabalhadores na indústria. Em fevereiro de 2015, eram 13,2 milhões. Agora são 11,3 milhões.

Segundo o IBGE, agricultura (8,8 milhões) e construção (6,9 milhões) registraram o menor número de ocupados desde 2012. Em fevereiro de 2014, pico de contratação no setor da construção, eram 8 milhões de trabalhadores.

No sentido inverso, alojamento e alimentação atingiu o maior contingente de ocupados (5 milhões) desde o início da pesquisa.

Caged

De acordo com os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em fevereiro as contratações superaram as demissões em 35.612 vagas. Foi a primeira vez em 22 meses que o país registrou abertura de postos de trabalho. A criação das vagas de emprego é resultado de 1.250.831 admissões e de 1.215.219 demissões em fevereiro. No acumulado do primeiro bimestre de 2017, porém, o país registra fechamento de 5.475 postos de trabalho.


fonte:

http://g1.globo.com/economia/noticia/desemprego-fica-em-132-no-trimestre-terminado-em-fevereiro.ghtml
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 11:54 am



Brasil é o sexto em ranking de índice de desemprego ampliado

Pesquisa do Credit Suisse considera índice de subutilização de mão de obra, queconsidera pessoas que desistiram de procurar trabalho ou vivem de bicos; desemprego ampliado no País é de 21,2%, quase o dobro da taxa oficial

A deterioração do mercado de trabalho no Brasil é muito mais profunda do que indicam as pesquisas tradicionais. Segundo estudo comparativo do banco Credit Suisse, o Brasil está entre os recordistas globais do chamado desemprego ampliado. O levantamento indica que o Brasil tem a sexta maior taxa de desemprego ampliado entre 31 países desenvolvidos e emergentes que foram avaliados.

Em síntese, a taxa de desemprego tradicional considera apenas quem procura trabalho e não encontra. A taxa de desemprego ampliada usa uma métrica mais complexa: inclui quem faz bico por falta de opção e trabalha menos do que poderia ou desistiu de procurar trabalho – sofre do chamado desalento.

De acordo com os dados mais recentes, do terceiro trimestre de 2016, a taxa de desemprego ampliada do Brasil bateu em 21,2% – quase o dobro do desemprego oficial, que nesse período alcançou 11,8%. Por esse critério, perto de 23 milhões de brasileiros estariam desempregados ou subutilizados.

Numa comparação internacional, a taxa de desemprego ampliado do Brasil está bem acima da média dos países analisados, que é de 16,1%. Também fica acima da taxa de países com renda comparável a do Brasil, como México (18,3%) e Turquia (15,9%). O Brasil está atrás apenas de países profundamente afetados pela crise internacional: Grécia (o recordista, com 31,2% de desemprego ampliado), Espanha (29,75%), Itália (24,6%), Croácia (24,6%) e Chipre (23,8%).

Esta é a primeira vez que um levantamento do gênero inclui o Brasil e isso só foi possível porque agora há dados disponíveis no organismo oficial responsável por acompanhar o mercado de trabalho, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 22 de novembro, a instituição apresentou o novo indicador com o nome de taxa de subutilização da força de trabalho, que passa a ser divulgado regularmente.

Foi com base nessas novas estatísticas que o banco organizou o levantamento. “Os novos indicadores oficiais permitem uma visão mais abrangente sobre a realidade do mercado de trabalho brasileiro e uma comparação internacional”, diz Leonardo Fonseca, economista do Credit Suisse que coordenou o estudo.

Concreto. O paulistano Tiago de Oliveira Souza, 32 anos, é um exemplo da sutileza da nova estatística. Ele não engrossa a taxa de desemprego tradicional, pois tem uma ocupação: é motorista do Uber. Mas preenche os requisitos para compor a taxa de desemprego ampliado porque é subutilizado. Souza trabalha menos horas do que poderia. “Tento fazer 8 horas por dia, mas nem sempre consigo, porque tem concorrência. A demanda oscila, tudo é muito imprevisível”, diz.

Tiago também está numa atividade abaixo de suas qualificações. Fala, lê e escreve em inglês com facilidade. Tem, na sua definição, nível “intermediário avançado”. Apenas 5% dos brasileiros têm esse domínio do idioma. De 2004 a 2014, foi metalúrgico na Mercedes-Benz Caminhões, em São Bernardo do Campo (SP). Foi de montador a inspetor de qualidade.

Aderiu a um programa de demissão voluntária pois achou que poderia fazer carreira em outra atividade. Ocorre que, naquele momento, a crise chegou e as suas possibilidades foram se estreitando. Souza, que toca guitarra e violão, foi ser vendedor numa loja de instrumentos musicais, mas não se adaptou. “As metas eram altas e as vendas caíam”, diz. Decidiu, então, trabalhar num bar de jazz, na Vila Madalena. “Em maio do ano passado, o bar não resistiu e fechou”, diz ele.

Por quatro meses, distribuiu currículos, sem sucesso. Sobrou ser motorista. “O Uber era para complementar renda e virou atividade principal. Ainda bem que eu tenho isso.”

O economista Sérgio Firpo, professor e pesquisador do Insper, lembra que há muitos critérios para medir o desemprego. Historicamente, o desemprego do IBGE foi inferior ao do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “O que importa é que haja padronização”, diz Firpo. Nesse caso, o desemprego ampliado é um refinamento nas estatísticas que aperfeiçoa a análise do mercado de trabalho.

Produtividade. O relatório do banco Credit Suisse sobre a macroeconomia brasileira traz um dado preocupante: setores considerados mais produtivos demitem mais do que os menos produtivos. Essa dinâmica vai puxar para baixo a produtividade do trabalho no Brasil, que já está muito aquém do adequado, e levar a uma mudança estrutural para pior. “Isso vai fazer com o que Brasil cresça menos no médio e no longo prazos”, diz Leonardo Fonseca, economista do banco que coordenou o relatório.

Segundo Fonseca, a análise mais acurada das demissões deixa claro que setores de alta produtividade, como imobiliário, intermediação financeira e serviços de informação, foram mais ágeis em se ajustar à recessão. “Setores mais produtivos demitiram mais gente”, diz.

Nos setores menos eficientes da economia, o que se vê é o inverso. As demissões foram graduais. Em alguns casos, como administração, saúde e educação pública, os cortes nem foram feitos.

O relatório destaca que setores mais produtivos têm uma participação menor no mercado de trabalho e, portanto, menor influência no comportamento do emprego.

No entanto, os setores mais eficientes fazem enorme diferença sobre a capacidade da economia como um todo crescer. Um número menor de pessoas em áreas mais produtivas e um número maior em áreas menos produtivas puxa para baixo a produtividade total. “Isso indica que a atual recessão vai ter um impacto permanente sobre a capacidade de o País crescer no futuro”, diz Fonseca.

fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,desemprego-ampliado-no-brasil-e-de-21-2-quase-o-dobro-da-taxa-oficial,70001637778
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 11:55 am



Temer sanciona com 3 vetos projeto da Câmara sobre terceirização

Os vetos
Segundo a assessoria de Temer, o presidente vetou o parágrafo 3º do Artigo 10, que previa prazo de 270 dias de experiência. Nesse mesmo parágrafo, havia a previsão de o prazo ser alterado por acordo ou convenção coletiva. O que o presidente vetou foi a possibilidade de prorrogação do prazo.
Outro ponto vetado pelo presidente foram alíneas e parágrafos do Artigo 12. Esses pontos previam questões já contempladas, segundo a assessoria do Planalto, no Artigo 7 da Constituição Federal. Por isso, esses itens foram considerados inócuos.
Por fim, outro trecho vetado foi o parágrafo único do Artigo 11, porque se tornou inócuo em razão dos vetos a trechos do Artigo 12.

Ponto a ponto
Entenda abaixo os principais pontos do projeto aprovado pelo Congresso sobre a terceirização:
A terceirização poderá ser aplicada a qualquer atividade da empresa;
A empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir os trabalhadores;
A empresa contratante deverá garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores terceirizados;
Sobre trabalho temporário:
O tempo de duração do trabalho temporário passa de até 90 dias para até 180 dias, consecutivos ou não;
Após o término do contrato, o trabalhador temporário só poderá prestar novamente o mesmo tipo de serviço à empresa após esperar três meses.

fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/temer-sanciona-com-3-vetos-projeto-da-camara-sobre-terceirizacao.ghtml
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 11:55 am

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 11:56 am



Sobretaxa na conta de luz chega a R$ 18 bilhões, quase uma usina de Jirau

RIO - As águas de março não vieram fechando o verão, como pretendia o clássico de Tom Jobim. Com chuvas abaixo da média em quase todo o país nos primeiros três meses do ano, o governo pretende adotar medidas para reduzir o consumo de energia, embora o Brasil ainda atravesse a maior recessão de sua História. Nos últimos dois anos, o brasileiro já pagou quase R$ 18 bilhões em sobretaxa na conta de luz, com a adoção do sistema de bandeiras tarifárias, de acordo com levantamento da Compass Energia realizado a pedido do GLOBO. O valor equivale a praticamente tudo que foi investido na construção da usina de Jirau, em Rondônia, uma das maiores hidrelétricas do país: R$ 19 bilhões. Mas a conta ainda está longe de fechar.

A bandeira tarifária repassa para o consumidor o aumento do custo da energia, que ocorre quando é necessário acionar usinas termelétricas. A expectativa dos analistas é que a bandeira vermelha passe do patamar 1, como está atualmente, para o nível 2, em maio, fazendo com que o valor cobrado a cada cem quilowatts-hora (kWh) consumidos passe de R$ 3 para R$ 3,50.

Para reduzir custos e preservar o nível dos reservatórios, o governo criou um grupo de trabalho a fim de desenvolver iniciativas como uma campanha nacional para alertar consumidores quanto ao uso racional de energia. Outra hipótese em estudo é importar do Uruguai. A informação foi revelada ao GLOBO pelo diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata.

— A capacidade de importação é de cerca de 400 megawatts médios. Outra iniciativa é a possibilidade de colocar em operação algumas usinas termelétricas de custo mais baixo e que estão paradas, em manutenção. O objetivo é tornar a situação mais confortável. Não há previsão de chuva no Rio São Francisco, que passa pelo seu quinto ano de recessão hídrica. No Brasil, a perspectiva é que nos próximos meses, no período seco, tenhamos chuvas abaixo da média — adiantou o diretor-geral do ONS.

A previsão é que o nível dos reservatórios das regiões Sudeste/Centro-Oeste, responsáveis por cerca de 70% do armazenamento no país, passe dos atuais 41% para cerca de 20% em novembro, quando acaba o chamado período seco (com poucas chuvas). O patamar será menor que o de 2001, ano de racionamento de energia, quando estava em 37%.

Apesar do cenário, Barata, do ONS, descarta qualquer risco de racionamento. Segundo ele, o país tem capacidade instalada de 140 mil MW, suficiente para atender a demanda do país. O problema, diz ele, é o custo. Para compensar a falta de água, é preciso acionar mais termelétricas. Por isso, foi criado o grupo de trabalho no Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), do Ministério de Minas e Energia, que vai iniciar os estudos nesta semana e terá um prazo curto para apresentar as soluções.

— Temos capacidade, mas falta combustível, que é a água. A dependência da chuva reduziu, mas não acabou. A hidrologia está aquém da média. A energia vai ficar mais cara. É essa a informação que queremos passar para a população. O movimento do uso racional tem que ser generalizado. Quem sabe a gente não consegue sensibilizar para fazer essa campanha do bem. Precisamos construir uma matriz que dê conforto e que aumente a geração térmica. Vamos identificar um percentual ideal na matriz — disse Barata.

Segundo o ONS, as hidrelétricas respondem por cerca de 76% da geração de energia elétrica atualmente, contra apenas 15,5% das térmicas, além das eólicas (com 5,3%) e nuclear (3%). O consumo diário está na faixa dos 67 mil MW.

VOLUME DE PROJETOS CAI PELA METADE

Para especialistas, a falta de chuvas foi decisiva para o cenário atual, mas não é o único fator. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o volume de novos projetos de energia vai cair pela metade neste ano em relação ao ano passado. A previsão é que a quantidade de megawatts adicionados ao sistema passe de 9.500 MW para 4.400 MW. Haverá redução da quantidade de projetos de hidrelétricas, eólicas e até termelétricas. Segundo Roberto D’Araújo, do Instituto Ilumina, faltam novos investimentos em geração de energia no país.

— Houve falta de planejamento, já que o governo precisou acionar a bandeira vermelha mesmo com o mercado de consumo parado há três anos. Não estou dizendo que não se deveria usar térmicas. Estou dizendo que se o planejamento não estivesse com esse viés otimista, já deveríamos ter mais usinas. O uso de térmicas foi sendo adiado e agora estamos com reserva baixa — disse Araújo.

Para João Carlos Mello, presidente da consultoria Thymos Energia, mesmo com a demanda de energia praticamente estagnada, o aumento da geração de energia termelétrica é necessário:

— A situação é crítica. Vamos ter bandeira vermelha ao menos até o fim do ano. Precisamos torcer para a carga (consumo) não crescer. O consumo de energia do país está nos níveis de 2012 e 2013, por causa da recessão. O volume de chuvas foi muito baixo, obrigando a redução da geração hídrica e o acionamento de termelétricas.

custo político

Mello cita ainda a falta de linhas de transmissão, que não tiveram as obras concluídas, o que impede que a energia de novas usinas, como a de Belo Monte, no Pará, chegue à Região Sudeste, principal centro de consumo do país. Para ele, a situação do setor elétrico seria menos crítica caso o governo já tivesse adotado uma campanha para reduzir o consumo.

— A crise hídrica levou os reservatórios a um nível muito baixo. Se lá atrás tivéssemos feito uma campanha de redução de consumo voluntário, teríamos um bom resultado, mas isso não foi feito por questões de interesse político. Desde 2012 nunca choveu o suficiente, e os reservatórios foram sendo reduzidos em excesso. O risco de racionamento não existe, porém existe uma grande chance de se gastar mais uma vez muito dinheiro com as térmicas — disse Mello.

Esse custo extra com as térmicas é repassado aos consumidores por meio do sistema de bandeira tarifária. O regime reflete o maior uso das usinas térmicas, que têm um custo de geração maior em relação às usinas hidrelétricas e são acionadas quando o nível dos reservatórios atinge um nível baixo.

Marcelo Parodi, sócio da consultoria e comercializadora Compass Energia, destacou que, desde 2013, o país tem tido clima seco, com exceção do ano passado. Segundo Parodi, não existe risco de faltar energia no país, mas de se ter um custo cada vez maior com o acionamento de termelétricas.

Bandeira vermelha 2 Em maio

Para Parodi, no cenário atual seria difícil incentivar o consumo, contando com chuvas futuras, pois, caso isso não aconteça, o custo para a sociedade poderia ser bem maior com um eventual racionamento.

— Hoje, não há risco de ter falta de energia, pois a gente tem excesso de capacidade instalada em relação ao que o país consome. Mas para gerar a energia que a sociedade precisa, e numa quantidade inferior em razão da crise econômica, a geração está se dando por meio de termelétricas, a um custo mais alto. Por isso, o brasileiro vem pagando mais caro nas contas de luz com o sistema de bandeiras tarifárias desde 2015. Se o nível de chuvas continuar baixo de maio em diante, quando começa o chamado período seco, não vai ser possível recuperar o volume de água nos reservatórios. Vamos continuar com a bandeira vermelha ao menos até novembro — disse Parodi.

Segundo Cecília Lupatini, analista de mercado do Grupo Safira, a bandeira vermelha vai atingir o patamar 2 já em maio. A principal razão, destaca ela, é o baixo nível de chuvas no país. Ela lembra que a Região Sudeste obteve no primeiro trimestre um volume de chuvas de apenas 69% da média histórica e que a Região Nordeste — que representa 18% da capacidade de armazenamento do país — contou com apenas 28% da quantidade de chuvas em relação à média dos últimos anos. Já na Região Sul — que representa 7% da capacidade de água acumulada nas usinas do país — o volume de chuvas veio 115% acima da média do primeiro trimestre.

— Os reservatórios não chegaram em um nível adequado durante o período de chuvas. O governo estava esperando as águas de março, mas elas não vieram. E a tendência agora é que não venham mais chuvas. Por isso, as termelétricas foram acionadas, e a bandeira vermelha está no patamar 1. A expectativa é que, a partir do próximo mês, a bandeira vermelha chegue ao patamar 2. Isso vai acorrer porque o governo mudou o modelo de análise, tornando a previsão mais conservadora. Ou seja, as térmicas passarão a ser acionadas com mais antecedência daqui para frente — prevê Cecília.

fonte: http://extra.globo.com/noticias/economia/sobretaxa-na-conta-de-luz-chega-r-18-bilhoes-quase-uma-usina-de-jirau-21183021.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 11:57 am



Juíza do trabalho diz que está em curso desmanche do Estado e haverá mais ataques aos direitos

Valdete Souto Severo, juíza no Tribunal Regional do Trabalho da Quarta Região (RS), adverte: “muito mais está por vir”. Para ela, o processo de destruição das instituições do Estado é liderado pelas cúpulas das próprias instituições, articuladas com forças econômicas poderosas. Só a mobilização de rua conseguirá barrar a “reforma” da Previdência e a trabalhista

Em entrevista ao Previdência, Mitos e Verdades, ela relata episódio do corte de 50% dos recursos para custeio e 90% da verba para investimento da Justiça do Trabalho no Projeto de Lei Orçamentária de 2016: “O Ricardo Barros, que agora é ministro da Saúde, foi o deputado relator do projeto de Orçamento de 2016 e escreveu que a redução era uma punição para que a Justiça do Trabalho repensasse sua posição, porque somos ‘extremamente condescendentes com o trabalhador’ E quer saber mais? Pode parecer inacreditável, mas diante de uma ação de inconstitucionalidade contra essa lei absurda o STF considerou essa aberração constitucional.”

Valdete Souto Severo é doutora em Direito do Trabalho pela USP/SP; pesquisadora do Grupo de Pesquisa Trabalho e Capital (USP) e Renapedts – Rede Nacional de Pesquisa e Estudos em Direito do Trabalho e Previdência Social; professora, coordenadora e diretora da Femargs – Fundação Escola da Magistratura do Trabalho do RS.

Leia a íntegra da entrevista concedida a Mauro Lopes.

PREVIDÊNCIABRASIL.INFO: Como a senhora analisa este tripé de reformas do governo Temer, o teto nos gastos sociais, a terceirização e a liquidação da Previdência e seus efeitos sobre os trabalhadores?

Olha, acho que falta colocar um pé, e tornar este banquinho uma cadeira: a reforma do ensino médio. É um projeto de desmanche, de desmantelamento completo do Estado. Um ataque a todas as frentes capazes de gerar resistência. Então, a reforma do ensino é fundamental, porque ela vai criar uma geração operários, educados para executar tarefas, receber pouco e aceitar a sujeição que é intrínseca à relação entre capital e trabalho , que serão submetidos a este reino do “precariado”, sem acesso à Previdência, que pretendem liquidar, ou aos recursos públicos, que serão reduzidos a quase nada para os pobres: desde seguro desemprego ao acesso a saúde, à rede de proteção social da Constituição de 1988 que está sendo estrangulada.

PREVIDÊNCIABRASIL.INFO: Estamos à beira do inferno pra os trabalhadores e trabalhadoras…

Já estamos a caminho, escorregando pra baixo. As pessoas ainda não se deram conta, mas haverá, se aprovados os projetos que tramitam no congresso, várias modalidades de contratos de trabalho com previsão de prazos curtos de duração (flexível, por safra, intermitente) sem qualquer proteção, como o acréscimo de 40% em caso de despedida, aviso prévio ou acesso ao seguro desemprego, pois agora só com um ano de trabalho é possível obter o benefício -e nessas modalidades de trabalho precário ninguém vai chegar nem perto de um ano. Será uma loucura.

PREVIDÊNCIABRASIL.INFO: Porque a senhora fala em desmantelamento completo do Estado?

Há um esgotamento da própria função do Estado, a forma de organização da sociedade que conhecemos está em evidente colapso. Há classes ou segmentos econômico-políticos que passaram a enxergar na desregulamentação selvagem e radical o melhor caminho para o atendimento de seus interesses, na contramão do que a civilização ocidental construiu por dois séculos, sendo o Estado do Bem-Estar Social o principal alvo dessa ação destrutiva. O que está tornando esse processo ainda mais dramático e violento, como estamos vendo no Brasil, é que forças integrantes do próprio aparelho de Estado estão atuando no sentido de sua destruição –alojadas especialmente nas cúpulas do Poderes tradicionais, com ação que pretende apenas preservar direitos para o capital internacional.

PREVIDÊNCIABRASIL.INFO: É um processo global e não apenas brasileiro…

O cenário é muito grave em quase todo o planeta. O que estamos assistindo no Brasil hoje aconteceu na Europa e um pouco depois já na América Latina. O fato é que houve resistência no Brasil, mas se você observar bem, alguns dos projetos que estão desengavetando agora são do governo FHC. A terceirização é um exemplo: desengavetaram o PL 4302, de 1998, portanto, da época do governo FHC, aprovado por um Senado de composição completamente diversa da atual, exatamente porque houve resistência suficiente para impedir a aprovação do PLC 30, cujo projeto é de 2004. O projeto do governo FHC foi uma articulação de resposta à crise russa de 1998; os projetos aprovados na Europa foram uma resposta do mercado à quebra do Lehman Brothers e outros; agora, no Brasil, é a resposta dos segmentos financeiros ou financeirizados ao fim do ciclo das commodities e à recessão que se apresenta na verdade desde 2014.

PREVIDÊNCIABRASIL.INFO: O que vem pela frente?

Estamos em um processo cuja implementação está começando ainda. A reforma trabalhista e a da Previdência ainda vão trazer muitas notícias ruins para os trabalhadores, trabalhadoras e para o projeto de um Brasil que se seja minimamente decente. Há mais de 30 projetos em tramitação no Congresso, todos apresentados pelo mesmo conjunto de forças que sustenta as reformas de Temer. Eles irão liquidar a CLT por completo. Há um pacote de desumanidades, a começar pelo aumento da jornada de trabalho, que nos fará voltar ao cenário dos primórdios da revolução industrial.

PREVIDÊNCIABRASIL.INFO: Há uma ofensiva evidente contra a Justiça do Trabalho, que foi considerada descartável pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (leia aqui), um dos principais protagonistas na aprovação das reformas. Como vocês estão sentindo isso?

Faz parte do projeto extinguir a Justiça do Trabalho. E mesmo dentro da instituição temos vozes nesse sentido, basta pensar nos pronunciamentos do presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), o Ives Gandra Martins Filho, para não falar das barbaridades que o Rodrigo Maia tem dito, com apoio entusiasmado da mídia conservadora. Vou te contar algo que é público, mas pouca gente sabe, porque não leu o relatório da lei orçamentária de 2016. O Ricardo Barros, que agora é ministro da Saúde, foi o deputado relator do projeto de Orçamento e escreveu que a redução era uma punição para que a Justiça do Trabalho repensasse sua posição, porque somos ‘extremamente condescendentes com o trabalhador’ E quer saber mais? Pode parecer inacreditável, mas diante de uma ação de inconstitucionalidade contra essa lei absurda o STF a considerou essa constitucional! Agora me diga como é possível para qualquer instituição ou empresa ou organização de qualquer tipo funcionar em condições razoáveis com um corte abrupto em seu orçamento de custo de 50% e de 90% de seus investimentos, sem qualquer planejamento anterior, sem nada…

PREVIDÊNCIABRASIL.INFO: Qual o clima na Justiça do Trabalho?

Há uma sensação de falta de apoio, de respaldo. Mas não creio que seja algo só nosso. Porque estamos em meio a uma crise institucional, então o desamparo e desespero é geral, claro que apenas para o lado fraco da corda. No Judiciário é uma situação sem precedentes em décadas: o Supremo por vezes se aparta do ordenamento jurídico do país, e julga a partir de considerações econômicas, como vimos no caso da decisão que reduziu o prazo de prescrição para cobrar o recolhimento do FGTS; e são considerações econômicas parciais, todas questionáveis.

PREVIDÊNCIABRASIL.INFO: Como resistir a esta força avassaladora?

Bem, há um processo importante acontecendo, de união, de novas articulações no interior das instituições, é uma reação ao desmonte, de gente que quer resistir mas não sabe muito bem como. Precisamos levar em conta que isso está acontecendo na “base” de diferentes instituições, entre os estudantes, e mesmo que não haja forças para mudar o quadro neste momento, trata-se de uma união importante de forças, estamos acordando. O problema é que se nos damos conta de que há um esgotamento do sistema, acabamos tendo de concluir que o único jeito de barrar as reformas de destruição do Estado Social é nas ruas. Não me parece haver outra alternativa neste momento.

FONTE: https://previdenciabrasil.info/juiza-trabalho-diz-que-esta-em-curso-desmanche-estado-e-havera-mais-ataques-aos-direitos/
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 11:58 am



Número de moradores de rua com curso superior cresce 75% em 1 ano no RJ

No Centro, área de maior concentração, muitos deles dormem por ali para ficar perto do trabalho, sem gastar passagem ou aluguel. Estudo é da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos.

No período de 2015 a 2016, o número de moradores de rua com ensino superior completo aumentou de 40 para 70, representando um crescimento de 75%, de acordo com dados estatísticos do Programa de Apoio e Inclusão Social à População de Rua. O estudo é da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, órgão da Prefeitura do Rio.

No Centro, área de maior concentração de moradores em situação de rua, muitos deles dormem por ali para ficar perto do trabalho. Sem dinheiro para passagem e aluguel, acordam bem cedo e se arrumam debaixo de marquises, como a do prédio da Defensoria Pública, e em becos.

"Conheço engenheiros, ex-gerentes financeiros de multinacional, advogados. Muitos morando na rua. E não por causa de droga. Uns usam droga, mas para muitos o motivo é outro. É o pessoal que está aí por causa da vida mesmo, da crise”, disse ao G1 um morador de rua.

Ele pediu para ter a imagem preservada para manter a possibilidade de voltar ao mercado de trabalho. Com curso superior e experiência no mercado marítimo em empresas de offshore – termo da língua inglesa que significa "afastado da costa", ou o trabalho embarcado –, ele conta que a crise financeira que atingiu o mercado levou ele e outros profissionais com curso superior completo a morar nas ruas do Rio.

Número triplica de 2013 para 2016

Índices do levantamento mostram ainda que o número total de moradores de rua vem aumentando ano a ano: saltou de 5.580, em 2013, para quase 15 mil em 2016. Praticamente triplicou em três anos.

O morador aposta no fim da corrupção e na reativação da economia para voltar ao mercado de trabalho.

“Solução é difícil, mas é tentar formas de reativar a economia a qualquer custo para o pessoal voltar, inclusive eu, para o mercado de trabalho. Não vão conseguir debelar essa corrupção totalmente, mas, pelo menos, não chega aos níveis em que estava no último governo. É preciso que o contexto do Brasil melhore."

O taxista Jorge Claudio Guilhermino trabalha ao lado das sedes da Defensoria Pública e do Ministério Público. Ele diz observar o comportamento dos moradores de rua há, pelo menos, dois anos. Segundo ele, muitos acordam cedo para ir trabalhar.

“Muitos deles trabalham. Por volta das 5h30 da manhã eles pegam suas mochilas e vão para o trabalho. Há quase dois anos que venho observando. E vem aumentando gradativamente o número de moradores de rua”, comenta o taxista.

Guilermino conta ainda que muitos moradores procuram os taxistas para desabafar e contar os motivos pelos quais foram parar na rua. "Pela conversa, muitos têm o grau de cultura bem elevado", diz.

De acordo com a prefeitura, a cidade do Rio tem, atualmente, 38 abrigos próprios, 22 conveniados e dois Hotéis Acolhedores, destinados a quem quer apenas pernoitar. Com o aumento da população de rua, as 2.177 vagas disponíveis não são suficientes para atender quase 15 mil pessoas.

Café da manhã solidário

Uma das iniciativas para atender os moradores de rua é o Projeto Voar, feito por voluntários de diversas frentes religiosas, que se reúnem uma vez por semana para oferecer a primeira refeição do dia aos moradores de rua.
Em uma praça no Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voluntários levam sucos, café, sanduíche e roupas. Em filas organizadas, essa população é alimentada e ainda ouve palavras de incentivo durante a ação solidária do grupo. Segundo o advogado e voluntário Chrisóstomo Telésforo, muitos possuem empregos e estão na rua de forma transitória.

Pedido por doações

Os voluntários do Projeto Voar contam ainda que o alimento oferecido gratuitamente não é suficiente para alimentar toda a população de rua.

“O grupo se esforça muito para fazer o trabalho. Mas aumentou muito a população de rua. Nós atendemos mais de 300 moradores. O café consiste em frutas, café com leite, chocolate, água, suco e sanduíche. Fazemos isso com muito sacrifício. O que a gente pede é que venham até a gente trazendo sua contribuição", diz uma voluntária.

Chrisóstomo Telésforo diz que conhece gente que conseguiu arrumar um emprego, como, por exemplo, cozinheiro e segurança, e pôde sair das ruas.

“Muitas pessoas estão na rua e querem sair. Eles usam a rua como forma transitória. Assim que eles arrumam esses empregos com carteira assinada, eles conseguem, em pouco mais de um mês, dormir em um alojamento. Ou arrumam um lugar para ficar”, diz o advogado.

O pintor Luiz Cláudio Nascimento, de 46 anos, veio de Minas Gerais para o Rio com o sonho de trabalhar na construção civil no estado. Segundo ele, tem dia que não é possível ir trabalhar por falta de dinheiro.

“Eu trabalho, sou pintor de parede. Às vezes não é possível ir trabalhar por não ter como comprar a passagem. Banho, por exemplo, é muito difícil. Eu tomo banho no meu trabalho. É muito difícil ficar na rua. Eu estou só esperando juntar meu dinheirinho para ir embora”, conta Luiz Cláudio.

O idoso Waldecir Pereira é morador de rua e também ajuda o grupo com trabalho voluntário. Para ele, quem mora na rua só não se alimenta e não trabalha se quiser.

“Quem tá na rua e disser que passa fome é mentira. Só se não correr atrás de nada mesmo. Se não trabalhar e não correr atrás, aí passa fome. Até trabalho tem. Cata lata, cata papelão, alguma coisa a pessoa tem que fazer para poder se manter na rua."

fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/numero-de-moradores-de-rua-com-curso-superior-cresce-75-em-1-ano-no-rj.ghtml
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 12:00 pm

Dois milhões e meio de planos de saúde foram cancelados no Brasil nos últimos dois anos

fonte:

http://g1.globo.com/jornal-hoje/edicoes/2017/04/08.html#!v/5786989
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 12:01 pm



Governo fechará 393 unidades do Farmácia Popular a partir de maio

O Ministério da Saúde decidiu fechar, a partir de maio, as 393 unidades da rede própria do programa Farmácia Popular, de distribuição de medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto. Agora, os produtos serão distribuídos unicamente pela rede de farmácias conveniadas. A preocupação, no entanto, é com pacientes que procuram alguns remédios específicos que não estão disponíveis nos estabelecimentos conveniados.
Na rede própria, são ofertados, hoje, 112 medicamentos; já nas drogarias com desconto são disponibilizados 32. A pasta afirmou que quase 90% das pessoas procuram remédios para hipertensão, diabetes e asma, disponíveis também nas outras farmácias. Ainda de acordo com o ministério, o paciente que precisa tomar remédios indisponíveis na rede particular terá que procurar uma unidade básica de saúde ou clínica da família para “descobrir”, segundo o ministério, onde conseguir o remédio.
O governo federal justifica a desativação da rede própria para geração de economia de aproximadamente R$ 80 milhões. O Ministério da Saúde informou que os recursos economizados serão repassados à compra de medicamentos.
De acordo com a Saúde, o custo administrativo para a manutenção das farmácias da rede própria chegava a 80% do orçamento do programa, que é de R$ 100 milhões por ano, e os outros R$ 18 milhões estavam sendo utilizados na compra e distribuição de medicamentos.

fonte: http://extra.globo.com/noticias/economia/governo-fechara-393-unidades-do-farmacia-popular-partir-de-maio-21202769.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 14 Abr 2017, 12:01 pm



Previdência: idade mínima começará em 50 anos para mulher e 55 anos para homem

BRASÍLIA - Depois de idas e vindas, o governo definiu com o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), o piso das idades mínimas, que começará com 50 anos (mulher) e 55 anos (homem). Essas idades vão subindo até fechar nos 65 anos, ao fim da transição. Caso a proposta seja aprovada, ninguém poderá se aposentar antes das idades fixadas.
Atualmente, a média de aposentadoria das mulheres é de 53 anos e dos homens, de 55 anos. Segundo um interlocutor, apesar de a idade inicial da mulher ser inferior à média, ela vai subindo de forma progressiva, o que vai elevar a média.
Na comparação com a proposta inicial do governo - que adotava como única linha de corte a idade de 50 anos (homem) e de 45 anos (mulher) - a mudança é positiva. Uma mulher com 45 anos de idade e 29 anos de contribuição, por exemplo, poderia se aposentar aos 46 anos e meio. Na nova sistemática, não poderá mais.
Para se aposentar, além de ter de cumprir idade mínima, os trabalhadores também precisarão pagar pedágio (adicional sobre no tempo de serviço que falta). Nas negociações fechadas nesta manhã, o pedágio caiu de 50% para 30%.

fonte: http://extra.globo.com/noticias/economia/previdencia-idade-minima-comecara-em-50-anos-para-mulher-55-anos-para-homem-21199367.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Maio 2017, 8:56 pm



Executiva do PT levou R$ 67 mi no contrato da Odebrecht com a Marinha

Foi Benedicto Barbosa quem descreveu detalhes, sobre a parceria firmada com a francesa DCNS e abençoada pelo Governo Lula da Silva

Brasília - A executiva do PT ganhou R$ 67 milhões no contrato da Odebrecht com a Marinha para construir a base do submarino de propulsão nuclear no Rio de Janeiro. Foi Benedicto Barbosa quem descreveu detalhes, sobre a parceria firmada com a francesa DCNS e abençoada pelo Governo Lula da Silva.

Mas a propina do contrato é muito maior, segundo delatores. Foram 40 milhões de euros (R$ 140 milhões) para um contato chamado José Amaro Ramos, que não se sabe ainda a quem representava; e 1,5 milhão de euros e mais R$ 500 mil para o então presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro.

Quem fala

Os relatos detalhados estão nas delações de Benedicto Barbosa, Fábio Gandolfo, Luiz Eduardo da Rocha Soares, Marcelo Odebrecht e Marcos Grillo.

Pixuleco...

Entre 2012 e 2014, segundo Odebrecht, o PT levou R$ 17 milhões. O dinheiro foi exigido pelo então tesoureiro Vaccari Neto, para ajudar em eleições de aliados.

...e Puxadinho

Após reclamar do atraso nos repasses para a obra com os ministros Mantega e Palocci, já no Governo Dilma, Odebrecht foi atendido e pagou mais R$ 50 milhões ao PT.

fonte: http://odia.ig.com.br/brasil/2017-04-16/esplanada-executiva-do-pt-levou-r-67-mi-no-contrato-da-odebrecht-com-a-marinha.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Maio 2017, 8:57 pm



O que muda com a nova Lei de Migração?

Texto coloca o Brasil em posição de vanguarda e garante igualdade de direitos a imigrantes que chegam ao país.

A nova Lei de Migração, aprovada na terça-feira 18 pelo Senado Federal, vai garantir a imigrantes que chegam ao Brasil os mesmos direitos dos cidadãos brasileiros. De autoria do ex-senador e agora ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes (PSDB-SP), a nova lei revoga o Estatuto do Estrangeiro, criado durante a ditadura militar. O projeto, que coloca o Brasil numa posição de vanguarda em questões migratórias, segue para sanção do presidente Michel Temer.

Segundo a ONG Conectas Direitos Humanos, a proposta "abandona a visão de que o imigrante é uma ameaça à segurança nacional e passa a tratar o tema sob a perspectiva dos direitos humanos. O Estatuto do Estrangeiro não é apenas anacrônico, mas também discriminatório. Sua substituição era urgente", avalia a diretora de Política Externa da ONG Conectas Direitos Humanos, Camila Asano.

O texto estabelece os direitos e deveres do imigrante e do visitante, regula a entrada e estada no Brasil e estabelece princípios e diretrizes sobre as políticas públicas direcionadas a esses grupos.

O que muda?

Entre os princípios da lei, estão a garantia ao imigrante de condição de igualdade com os nacionais, inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade e acesso aos serviços públicos de saúde e educação, bem como registro da documentação que permite ingresso no mercado de trabalho e direito à previdência social.

Os imigrantes também poderão exercer cargo, emprego e função pública, conforme definido em edital, com exceção dos concursos reservados a brasileiros natos.

Vistos humanitários

Entre as principais mudanças introduzidas pela nova Lei de Migração estão a desburocratização do processo de regularização migratória e a institucionalização da política de vistos humanitários.

Atualmente, os vistos humanitários são provisórios e aplicados apenas a sírios e haitianos. A medida permite que pessoas em situação de risco possam chegar ao Brasil de maneira segura. E, quando chegarem, solicitarem refúgio ou outra forma de proteção humanitária internacional.

Combate à discriminação

A nova lei institui o repúdio à xenofobia e ao racismo e qualquer outra forma de discriminação como princípios da política migratória do país. O texto também garante aos migrantes o direito de participar de protestos e sindicatos.

A nova lei também amplia o acesso à Justiça e o direito de defesa dos migrantes.

Fim da criminalização da imigração

A nova lei também acaba com a criminalização por razões migratórias. Dessa maneira, nenhum migrante pode ser preso por estar em situação irregular.

O texto prevê anistia aos migrantes que já se encontram em território nacional.

fonte: https://www.cartacapital.com.br/politica/o-que-muda-com-a-nova-lei-de-migracao
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Maio 2017, 8:58 pm



Entenda como ficam as regras da aposentadoria propostas pelo governo

A data de votação em plenário do relatório da reforma da Previdência está marcada para 2 de maio, porém, com sucessivas mudanças nas regras, muitas pessoas estão com dúvidas sobre como será a nova aposentadoria. As mudanças na negociação do relatório final atingiram em cheio o cálculo dos benefícios. Para compensar parte das perdas, o substitutivo da proposta muda de forma significativa a fórmula antiga.

Quem pedir aposentadoria assim que completar 25 anos de contribuição (tempo mínimo exigido) receberá 70% do valor. Para ter direito ao benefício integral (100%), será preciso trabalhar por 40 anos. A cada ano em que postergar a aposentadoria, recebe incremento que varia de 1,5 a 2,5 pontos percentuais.

Na discussão, as mulheres saíram beneficiadas ao verem a idade mínima cair de 65 (igual para homens) para 62 anos, assim como o trabalhador rural, que teve seu tempo de contribuição mínimo reduzido para 15 anos — o governo queria 25 anos. Vincular pensões e benefícios ao salário mínimo foi outro ponto que favoreceu o trabalhador.

As mudanças nas regras de transição trouxeram mais dúvidas. Pela primeira proposta do Planalto, mulheres com 45 anos e homens com 50 anos na data da promulgação precisariam arcar com acréscimo de 50% sobre o tempo que ainda teriam para chegar a 30 e 35 anos de trabalho. Agora, todos os trabalhadores já inscritos no INSS ficam sujeitos à idade mínima de 53 anos (mulheres) e 55 anos (homens) – que irá aumentar a cada dois anos. Mas o pedágio a ser pago ficou menor: passou para 30%.

Aos 32 anos, o segurança Márcio Silva tem 13 de contribuição para o INSS, e considera a reforma injusta.

— Nem sei se vou me aposentar, se vou estar vivo para aproveitar minha velhice. Se eu pudesse eu nem pagaria o INSS, já que não vejo o dinheiro do contribuinte sendo usado de forma honesta.


fonte: http://extra.globo.com/noticias/economia/entenda-como-ficam-as-regras-da-aposentadoria-propostas-pelo-governo-21237772.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Maio 2017, 9:00 pm



Senado incluirá exigência de taxa previdenciária de 14%

Câmara derrubou contrapartida polêmica e que afeta os servidores, mas articulação no Senado retornará com a obrigação no projeto

Rio - A Câmara Federal derrubou a exigência do aumento de contribuição previdenciária para 14% aos estados que aderirem ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) (que suspende por três anos o pagamento de dívidas dos estados com a União). Mas, segundo fontes, o Senado vai incluir novamente a contrapartida no texto. O relator da proposta deve ser o senador Armando Monteiro (PTB-BA), conforme a coluna informou no domingo, e já há articulações na Casa para que a obrigação esteja na redação final.

Com isso, o projeto teria que retornar à Câmara. E mesmo tendo sofrido derrota quando os parlamentares derrubaram o aumento da alíquota previdenciária para 14% como contrapartida, a base do governo fluminense na Casa aposta que, desta vez, o projeto passará. O que se diz é que, passado o debate da Reforma da Previdência, o tema já estará consolidado e poderá haver mais “compreensão” de outros deputados.

A votação do projeto de recuperação fiscal dos estados ainda não foi concluída pela Câmara. Há ainda seis destaques para serem analisados, e um deles, do PT, retira do texto o Artigo 8º, que proíbe aumento de gastos com o funcionalismo.
Os destaques terminariam de ser votados na última semana, mas toda a pauta foi adiada devido à Reforma da Previdência.

O relator do texto na Câmara, deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ) assegurou que a Casa terminaria de votar esta semana. “Com a aprovação final do Regime de Recuperação Fiscal será possível o estado colocar em dia o pagamento dos servidores ativos, aposentados e pensionistas e voltar a prestar os serviços básicos de Saúde, Educação e Segurança, fortemente afetados pela crise. A recuperação fiscal é última chance de salvar o Rio da falência e da intervenção”, defende o parlamentar.

Ele afirma que, com a interrupção do pagamento da dívida do Estado do Rio com a União por três anos, prorrogáveis por mais três anos, o Rio "vai garantir R$ 6 bilhões a menos de gastos por ano, no período”.

Mas o texto encontra forte resistência do funcionalismo, que argumenta já estar sofrendo com as contrapartidas. O Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe) alega estar há mais de três anos sem reajuste e, agora, correm o risco de perder garantias e benefícios, como triênio e licença-prêmio. Ontem, líderes sindicais percorreram gabinetes de deputados da Alerj pedindo que rejeitem o aumento da alíquota previdenciária.


fonte:

http://odia.ig.com.br/economia/2017-05-09/recuperacao-fiscal-senado-incluira-exigencia-de-alta-da-taxa-previdenciaria-para-14-no-texto.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 12 Maio 2017, 6:56 pm



Governo Temer perdoa R$ 25 bilhões sonegados pelo Itaú

O governo Temer (PMDB) vai deixar de cobrar R$ 25 bilhões sonegados pelo Itaú relativos à valorização do banco devido à fusão com o Unibanco. A decisão foi tomada pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) do Ministério da Fazenda, por 5 votos a 3.

Parte deste dinheiro sonegado seria para pagamento à Previdência Social da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSSL) e o restante à Receita Federal. O governo abriu mão de R$ 25 bilhões para o banco, num momento em que diz não ter dinheiro em caixa, que precisa cortar investimentos sociais, privatizar, demitir, reformar a Previdência para garantir o pagamento de juros da dívida pública aos próprios bancos. Faz o jogo do sistema financeiro. Daí não ser estranha esta decisão de perdoar a sonegação de uma quantia tão gigantesca, que fará falta à Previdência Social, quando se fala tanto em déficit.

fonte:

http://www.bancariosrio.org.br/2013/itau/item/39152-governo-temer-perdoa-r-25-bilhoes-sonegados-pelo-itau
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 13 Maio 2017, 12:16 am



Golpe fracassa e 85% querem diretas já

Com Temer rejeitado, 85% defendem eleição direta, aponta Datafolha



fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/04/1879861-com-rejeicao-a-temer-de-61-85-defendem-eleicao-direta-diz-datafolha.shtml


Última edição por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 13 Maio 2017, 10:55 am, editado 1 vez(es)
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 13 Maio 2017, 10:54 am



'Deutsche Welle': Retrocessos e escândalos marcam primeiro ano de Governo Temer
Diário destaca reformas promovidas apenas para beneficiar classe política.

Um ano depois, a popularidade de Temer – que já era baixa antes da posse –atinge impressionantes 4% de aprovação, segundo levantamento divulgado no final de abril. A mesma pesquisa mostrou que 92% acreditam que o país está no caminho errado.


fonte: http://www.jb.com.br/pais/noticias/2017/05/12/deutsche-welle-retrocessos-e-escandalos-marcam-primeiro-ano-de-governo-temer/
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Sab 13 Maio 2017, 11:52 am

Pior do que reeleição é um governo não eleito...


Quem ama não fala palavrão, não é preconceituoso, não xinga...(não é um Trump da vida) :risadinha:
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Re: Consequências da Reeleição

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