.....................................................
Que bom que você entrou Convidado
Quem está conectado
25 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 25 Visitantes :: 2 Motores de busca

Nenhum

O recorde de usuários online foi de 2364 em Seg 19 Dez 2011, 5:49 pm
Consulta Bíblica
Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Consequências da Reeleição

Página 3 de 22 Anterior  1, 2, 3, 4 ... 12 ... 22  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 06 Maio 2015, 7:37 pm



Aneel propõe novo aumento de 15,16% para clientes da Eletropaulo

Índice ainda vai ser discutido. Se aprovado, reajuste vale a partir de julho. Contas de luz da distribuidora já haviam aumentado 31,9% em março.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs nesta terça-feira (5) que as contas de luz dos clientes da Eletropaulo, distribuidora que atende a cerca de 20 milhões de pessoas em São Paulo e cidades vizinhas, sejam reajustadas, em média, em 15,16%.

Esse índice se refere à quarta revisão tarifária da distribuidora e ainda será discutido em audiência pública que começa nesta quarta (6) e vai ate 1º de junho. Depois das contribuições, a diretoria da agência voltará a analisar o assunto e o valor pode vir a ser alterado. O aumento definido pela Aneel começa a valer em julho.

As revisões ocorrem, em média, a cada quatro aos e, quando são aplicadas, substituem o reajuste a que as distribuidoras têm direito e que é avaliado todos os anos pela Aneel. Em 2015, porém, devido ao forte aumento das despesas no setor elétrico, a agência também promoveu uma revisão extraordinária das tarifas, que começou a valer em março.

Nessa revisão extra, que na prática funcionou como um segundo reajuste anual, as contas de luz dos clientes da Eletropaulo já haviam sofrido aumento de 31,9%, o 12º maior entre as 59 distribuidoras do país contempladas.

Energia mais cara

Os índices aprovados pela Aneel funcionam como um teto, ou seja, o limite para o reajuste que a distribuidora pode aplicar. A empresa tem autonomia para repassar aos consumidores um percentual menor.

Em 2015, porém, a agência vem autorizando reajustes altos devido ao encarecimento da energia no país nos últimos meses, provocado pela queda no nível dos reservatórios das principais hidrelétricas do país e o uso mais intenso de termelétricas (usinas que geram eletricidade pela queima de combustíveis como óleo e gás).

O ajuste fiscal feito pelo governo Dilma Rousseff com o objetivo de reequilibrar suas contas também contribui para os aumentos mais fortes nas contas de luz em 2015. Isso porque o governo decidiu repassar aos consumidores todos os custos com os programas e ações no setor elétrico, entre eles o subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda e o pagamento de indenizações a empresas. Em anos anteriores, o Tesouro assumiu parte dessa fatura, o que contribuiu para alivias as altas nas tarifas.

Para consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as contas de luz vão subir mais em 2015 porque a lei prevê que a maior parte desse custo extra seja bancada por essas três regiões.

As distribuidoras não lucram com a revenda de energia fornecida pelos geradores (usinas), mas sim com o serviço de levá-la até os consumidores. Entretanto, podem repassar para as tarifas todo o custo com a compra dessa energia.


fonte


http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/05/aneel-propoe-novo-aumento-de-1516-para-clientes-da-eletropaulo.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 19 Maio 2015, 4:25 pm


A inflação de maio deve ser pressionada por reajustes em tarifas de água e esgoto e energia elétrica, além do aumento nos valores das apostas para jogos de azar, afirmou Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O reajuste nos preços de medicamentos também pode ter algum impacto residual no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste mês.
Uma das principais contribuições, segundo Eulina, virá dos jogos lotéricos, cujos aumentos vão de 30% até 100% no valor da aposta. "Como eles vão começar a vigorar na última semana de maio, teremos mais ou menos um quarto do impacto neste mês e três quartos na inflação de junho", disse a coordenadora.
O IBGE, porém, não divulga quais jogos integram o índice, nem quais são os pesos de cada um dentro do subitem. "São basicamente jogos da Caixa, os mais importantes. Mas as composições dos subitens são protegidas por sigilo", explicou.


fonte

http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1679433-inflacao-de-maio-tera-impactos-de-agua-e-esgoto-energia-e-loterias-avalia-ibge

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 21 Maio 2015, 6:23 pm

País acumulará nesta quinta feira R$ 200 bilhões em impostos sonegados
fonte
http://oglobo.globo.com/economia/pais-acumulara-nesta-quinta-feira-200-bilhoes-em-impostos-sonegados-16223026

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 22 Maio 2015, 5:16 pm



Depois de uma pequena recuperação em março, a economia brasileira voltou a demitir. Em abril, foram fechadas 97.828 vagas de emprego formais, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (22) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
É o pior resultado para meses de abril desde 1992, quando tem início a série histórica do ministério. Naquele ano, foram cortadas 63.175 vagas no mês. Em abril de 2014, foram criadas 105 mil vagas.

fonte

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/05/pais-fechou-97828-vagas-formais-em-abril.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 22 Maio 2015, 5:17 pm



Câmara aprova emenda que viabiliza shopping de deputados

Eduardo Cunha chegou a barrar tentativa do Psol de impedir projeto, mas colocou emenda em votação do plenário

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, por 273 votos a 184, uma emenda a uma medida provisória do ajuste fiscal que viabiliza a construção de um shopping para os deputados em um novo anexo. Promessa do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o prédio tem custo estimado em cerca de R$ 1 bilhão e abrigará gabinetes, lojas e vagas de estacionamento.

Antes da votação, Cunha tinha feito uma manobra para impedir a derrubada da emenda, que permitia ao Legislativo firmar parcerias público-privadas para realizar obras. A previsão foi incluída na Medida Provisória 668, do pacote de ajuste fiscal do Palácio do Planalto, que aumenta impostos de importação. O Psol, no entanto, tentava aprovar um destaque para suprimir essa parte do texto.

Cunha, porém, usou a expulsão do deputado Cabo Daciolo (RJ) do Psol para, de ofício, retirar o destaque da pauta. Pelo regimento da Câmara, partidos com menos de cinco deputados ficam impedidos de apresentar emendas de plenário. Mas, diante da pressão de deputados e da possibilidade da rejeição de toda a medida provisória, o presidente da Câmara recuou e colocou a matéria em votação em separado.

Cabo Daciolo foi expulso do Psol depois de tentar incluir na Constituição que “todo poder emana de Deus” e por defender policiais militares envolvidos no desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza. O partido, defensor do Estado laico e dos direitos humanos, ficou incomodado com as iniciativas do parlamentar.

O líder do Psol, Chico Alencar (RJ), discutiu com Cunha durante a entrevista coletiva, alegando que a expulsão do deputado ainda está em fase de recurso. Mas Cunha disse que a bancada do partido comunicou formalmente a mesa da Câmara.

“A questão real são os interesses em jogo, em torno do negócio de R$ 1 bilhão, as empresas que comporão a parceria público-privada e as lojas comerciais a serem exploradas. Entraremos na justiça contra esse esbulho. Vários parlamentares compartilham da nossa indignação”, escreveu Alencar em sua página no Facebook.



FONTE

http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/camara-aprova-emenda-que-viabiliza-shopping-de-deputados,4a49ceb886c990610e9d9f5b6bfb5bedqq5gRCRD.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 8:52 pm



Depois de uma pequena recuperação em março, a economia brasileira voltou a demitir. Em abril, foram fechadas 97.828 vagas de emprego formais, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (22) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
É o pior resultado para meses de abril desde 1992, quando tem início a série histórica do ministério. Naquele ano, foram cortadas 63.175 vagas no mês. Em abril de 2014, foram criadas 105 mil vagas.


fonte
http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/05/pais-fechou-97828-vagas-formais-em-abril.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 8:52 pm

Prioridade de Dilma, Educação deve ter corte de R$ 9 bilhões

fonte

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/05/1632333-prioridade-de-dilma-educacao-deve-responder-por-13-do-corte-de-r-70-bi.shtml?cmpid=facefolha

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 8:53 pm



Educação perde R$ 20 milhões: corte afeta transporte escolar

Levantamento mostra que contingenciamento orçamentário atinge estrutura das escolas

CONSTANÇA REZENDE
Rio - A crise econômica não castiga apenas os hospitais e universidades do estado. As escolas também já sentem os efeitos da falta de verbas. A Secretaria de Educação diminuiu em R$ 20 milhões o orçamento gasto nos quatro primeiros meses de 2015 em relação ao mesmo período do ano passado.

O corte impactou o investimento em transporte escolar, pagamento a servidores, ampliação e melhoria das unidades escolares. De 24 projetos da Educação, 15 sofreram redução. Os outros tiveram pequenos aumentos.

O levantamento foi feito a partir de dados do Sistema de Informações Gerenciais da Secretaria de Fazenda de Estado, obtidos pelo gabinete do deputado Eliomar Coelho (Psol), a pedido do DIA .

No setor de transporte escolar, por exemplo, a Secretaria gastou de janeiro a abril de 2014 R$ 6.164 milhões. Já em 2015, nenhum centavo foi desembolsado até o último dia 20 de maio . O pagamento dos servidores da Educação está na mesma situação. A diferença em relação ao ano passado já chega a R$ 10, 937 milhões.

De acordo com a diretora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação das Escolas do Sul Fluminense, professora Conceição Nunes, docentes tem relatado que estudantes da região não estão conseguindo chegar às escolas por falta de transporte. “Soubemos que alunos de Lídice, distrito do município de Rio Claro, estão com essa dificuldade”, disse a diretora.

A ampliação da rede escolar e a melhoria da infraestrutura também sofreram com a diminuição de recursos. Foram gastos até agora menos de R$ 20 milhões, cerca de R$ 12 milhões a menos do que o montante que foi aplicado no mesmo período no ano

Segundo o diretor do sindicato em São João de Meriti, Luiz Carlos de Abreu, as escolas estaduais da cidade precisam de reformas urgentes, principalmente para prevenir riscos de enchentes. “Temos escolas que inundam quando há chuvas um pouco mais fortes”, conta o professor Abreu.

Na capital, o diretor do Sepe Gustavo Miranda conta que as unidades que estão em pior estado são o Colégio Antonio Houaiss, no Méier — com o auditório interditado devido a má conservação, e o Dom Helder, em Pilares, que não tem quadra para alunos praticarem esportes nem ar-condicionado.

Para o deputado Eliomar Coelho, a área da Educação deveria ter sido poupada da redução de gastos. “O governador garantiu que não faria cortes na Educação. Não é o que está ocorrendo”, reclama o parlamentar. “Temos verificado sérios danos ao ensino”, reclama.

Outro lado

A Secretaria de Educação informou que os contratos com as empresas (incluindo os meios de transporte) estão sendo negociados e que as diferenças foram causadas devido ao “contingenciamento” de recursos em todas as áreas do governo.
Dívidas com terceirizados

Além de reduzir investimentos, a Secretaria Estadual de Educação não consegue pagar nem o que já contratou. Há um débito de R$ 12 milhões com as empresas terceirizadas que fazem os serviços de preparação de alimentos e de limpeza dos prédios.

Segundo a diretora do Sepe do Sul Fluminense, funcionários da limpeza, segurança e portaria das unidades da região estão com salários atrasados e já entraram em greve mais de uma vez este ano. “As escolas estão em uma situação gravíssima. Em Volta Redonda, por exemplo, os funcionários estão sem receber desde janeiro e já entraram em greve. Alguns estão fazendo bicos em outros trabalhos para poder se sustentar”, disse.

A Secretaria de Educação fechou o mês passado com R$ 432,6 milhões em contas a pagar . No mesmo período do ano passado, o valor era de R$ 163,6 milhões, cerca de um terço. A falta de pagamento também é maior nas contas de gás, luz e água, além de cortes de investimentos nas estruturas das escolas e nas verbas repassadas às unidades. 

A assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Educação argumentou que já pagou 74% das despesas liquidadas e que as que ainda não foram pagas não podem ser consideradas dívidas porque o governo do estado ainda está no prazo para fazer o pagamento como acertado.



fonte
http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-05-23/educacao-perde-r-20-milhoes-corte-afeta-transporte-escolar.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 8:54 pm

A conta do inchaço de ministérios no governo Dilma

Custo para manter o número recorde de 39 ministérios é de R$ 58 bilhões

fonte

http://oglobo.globo.com/brasil/a-conta-do-inchaco-de-ministerios-no-governo-dilma-8432076

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 8:55 pm



Mirando ajuste fiscal, governo confirma corte de R$ 69,9 bi no Orçamento

Nenhum ministério foi poupado dos cortes, assim como o PAC e as emendas parlamentares

Será de 69,9 bilhões de reais o corte promovido pelo governo no Orçamento de 2015. O anúncio foi feito na tarde desta sexta-feira pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Os cortes são anunciados com três meses de atraso, na data limite prevista na lei, e devem encorpar o esforço fiscal feito pelo governo para alcançar a meta de superávit primário (a economia do governo para o pagamento de juros da dívida) de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). O valor total previsto para gastos do ano ficou em 1,37 trilhão de reais.

Nenhum ministério foi poupado do corte. O contingenciamento atinge ainda 25,7 bilhões de reais do Programa de Aceleração do Crescimento, o equivalente a 38,2% do orçamento previsto inicialmente. Já as emendas parlamentares serão penalizadas em 21,4 bilhões de reais.

Segundo Barbosa, o Bolsa Família foi poupado, mas não o Minha Casa Minha Vida. Do orçamento de 19,3 bilhões de reais previsto no início do ano, serão autorizados apenas 13 bilhões de reais.

Na decisão sobre os cortes, o Ministério do Planejamento priorizou os chamados projetos de infraestrutura e em fase de conclusão. A economia também afetará os contratos de custeio, como limpeza, segurança e passagens aéreas. Para se chegar aos 69,9 bilhões de reais, o governo revisou para baixo as projeções de arrecadação e elevou a de gastos obrigatórios das pastas.
O resultado primário segue projetado para 55,2 bilhões de reais. A conta já considera as mudanças que a Câmara fez às medidas provisórias 664 e 665, que viabilizam o ajuste fiscal.O governo calcula uma retração de 1,2% no PIB em 2015. Segundo Barbosa, se houver novas mudanças nas MPs que reduzam o valor do ajuste, novos contingenciamentos podem ocorrer. "Se eventualmente alguma coisa não for aprovada como inicialmente foi proposto, isso será incorporado à programação orçamentária e será compensado por outras medidas", afirmou.

O bloqueio é inédito na gestão do PT. Em 2014, o contingenciamento foi de 44 bilhões de reais. Diferentemente do que ocorreu nos outros anos do governo Dilma, os programas sociais e as áreas consideradas prioritárias também foram diretamente afetados pelo congelamento de recursos.

O Ministério da Educação sofreu um corte de 9,4 bilhões de reais. A Saúde perdeu 11, 7 bilhões. Em valores absolutos, o ministério mais afetado foi o das Cidades, que perdeu 17,2 bilhões.

Três vezes mais para o Fundo Partidário

De uma tacada só, o Congresso aprovou e a presidente Dilma Rousseff sancionou uma emenda que triplica a verba destinada aos partidos políticos, o chamado Fundo Partidário. Os deputados e senadores já vinham incrementando a receita do fundo ano após ano. Mas em 2015 promoveram um aumento recorde: de 289,5 milhões de reais para 867 milhões de reais. Até o PMDB – um dos maiores beneficiários da proposta - fez um apelo para que a presidente vetasse o reajuste. O presidente do Senado, Renan Calheiros, classificou a sanção de Dilma como a “pior” possível para questão. Para o PT e outros partidos nanicos, no entanto, a mudança veio em boa hora. O diretório do partido havia decidido que não receberia mais doação de empresas privadas. A emenda foi adicionada ao Orçamento deste ano pelo senador Romero Jucá (PMDB-PE). Como justificativa para o aumento exorbitante, ele afirmou que os parlamentares haviam pedido, inicialmente, 2 bilhões de reais para o fundo.


fonte
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/mirando-ajuste-fiscal-governo-confirma-corte-de-r-699-bi-no-orcamento

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 8:55 pm

ditadura petista quer cortar publicidade de tvs


EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 8:57 pm



Preços da aposta da Mega-Sena, Lotofácil e Quina aumentam

Aposta mínima da Mega passou para R$ 3,50 e da da Loto, para R$ 2.Para a Quina, valor mínimo subiu para R$ 1,50.

Já está valendo desde domingo (24) o valor reajustado da aposta mínima da Mega-Sena, que passou de R$ 2,50 para R$ 3,50. Também aumentaram os preços das apostas na Lotofácil e Quina, Dupla-sena e nas loterias esportivas Loteca e Lotogol. Uma portaria publicada no dia 29 de abril no "Diário Oficial da União" autorizou a Caixa Econômica Federal a reajustar os preços das apostas das loterias.

Com a alta da aposta mínima, os preços das combinadas passam a ser os seguintes:

7 números – R$ 24,50
8 números – R$ 98
9 números – R$ 294
10 números – R$ 735
11 números – R$ 1.617
12 números – R$ 3.234
13 números – R$ 6.006
14 númreos – R$ 10.510,50
15 números – R$ 17.517,50

No caso da Lotofácil, o preço da aposta subiu para R$ 2 para as vendas a partir de 23 de maio (concurso 1.054).

Para a Quina, o valor da aposta de 5 números foi reajustado para R$ 1,50 para as vendas partir de 24 de maio (concurso 3.486).

No caso da Dupla-sena, o preço da aposta de seis números passou a R$ 2 a partir de 23 de maio.
Para a Loteca, a aposta simples passou a ser de R$ 1 a partir de 18 de maio.

Os preços das apostas da Lotogol passaram a ser de R$ 1 a partir de 18 de maio, para "1 aposta". 
Com as elevações das apostas mínimas, sobem também, proporcionalmente, as apostas múltiplas dessas loterias.

As apostas da Lotomania e da Timemania serão mantidas, respectivamente, em R$ 1,50 e R$ 2.

FONTE

http://g1.globo.com/loterias/noticia/2015/05/precos-da-aposta-da-mega-sena-lotofacil-e-quina-aumentam.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 8:58 pm


EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 9:03 pm



ANS fixa em 13,55% reajuste máximo para planos de saúde

Índice vale para 17,4% de beneficiários de planos individuais e familiares. Norma é válida para o período de maio de 2015 e abril de 2016.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em 13,55% o índice máximo de reajuste a ser aplicado aos planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98.

O percentual, válido para o período de maio de 2015 a abril de 2016, será publicado no Diário Oficial da União e incidirá sobre o contrato de cerca de 8,6 milhões de beneficiários, o que representa 17% do total de 50,8 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil.

O índice de até 13,55% só pode ser aplicado a partir da data de aniversário de cada contrato. Os que já venceram e não puderam ser reajustados neste ano podem fazer a cobrança retroativa em, no máximo, quatro meses.

As operadoras não podem aplicar percentual maior do que o autorizado, mas são livres para adotar índices inferiores ou manter as mensalidades sem reajuste.

Em caso de dúvida, os consumidores devem entrar em contato com a ANS por meio do Disque ANS (0800 701 9656); pela Central de Atendimento ao Consumidor, no endereço eletrônico www.ans.gov.br; ou pessoalmente, em um dos 12 Núcleos de atendimento da ANS no país.

A metodologia utilizada pela ANS para calcular o índice máximo de reajuste dos planos individuais é a mesma desde 2001 e leva em consideração a média dos percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras aos planos coletivos com mais de 30 beneficiários.

Deverão constar claramente no boleto de pagamento o índice de reajuste aplicado – limitado ao autorizado pela ANS –, o número do ofício de autorização da ANS, nome, código e número de registro do plano, e o mês previsto para aplicação do próximo reajuste anual. A relação dos reajustes está disponível na página da ANS.

Limite anterior

Em julho de 2014, a ANS definiu que o reajuste máximo dos planos seria de 9,65%, válido para correções entre maio de 2014 a abril de 2015, atingindo os contratos de cerca de 8,8 milhões de consumidores, ou 17,4% dos 50,3 milhões de beneficiários de planos de saúde no Brasil, segundo a agência. No ano retrasado, o reajuste máximo havia sido de 9,04%.

Orientações

A ANS orienta os consumidores a ficarem atentos se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao limite definido pela ANS e se o reajuste está sendo feito só a partir do mês de aniversário do contrato.

O plano pode cobrar apenas um reajuste a mais a cada mês, diz a ANS. No boleto de pagamento deve estar indicado de forma clara o índice de reajuste autorizado pela ANS, o número do ofício de autorização da ANS, nome, código e número de registro do plano, bem como o mês previsto para aplicação do próximo reajuste anual.

Os planos de saúde

Em nota, a Abramge, que representa os planos de saúde, afirmou que "nos últimos anos os valores propostos pela ANS para o reajuste dos planos de saúde estão abaixo da 'inflação médica", que representa o impacto de custos agregados de consultas, procedimentos, internações e exames. O padrão de elevação desses custos é bastante acima da inflação oficial (IPCA); mesmo em países desenvolvidos, esses valores são muito mais elevados do que os custos gerais daquelas economias'.

"Ressaltamos que o reajuste da mensalidade dos planos de saúde é necessário para viabilizar a continuidade do atendimento por parte das operadoras, considerando a incorporação de novas tecnologias, o incremento de procedimentos determinados no rol determinado da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), ou ainda a maior demanda devido ao envelhecimento da população", diz a entidade.




fonte

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/06/ans-limita-reajuste-de-planos-de-saude-individuais-e-familiares.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 9:03 pm


EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 9:04 pm



Carnes sobem mais do que a inflação e cortes de segunda têm maior alta

Enquanto a inflação subiu 8,24% em 12 meses, os preços das carnes bovina e suína dispararam: 17,51%. Para muitos consumidores, uma boa opção seria levar a chamada carne de segunda, mas esses cortes tiveram um aumento ainda maior. O preço da costela, por exemplo, subiu 23,27%, e o do músculo, 22,27%. A falta de agua e a elevação do valor da energia elétrica explicam a alta.


fonte

http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/carnes-sobem-mais-do-que-a-inflacao-e-cortes-de-segunda-tem-maior-alta-05062015

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 9:06 pm



Governo anuncia novas concessões e prevê investimentos de R$ 198,4 bi

Governo vai leiloar rodovias, ferrovias, portos e aeroportos no país.Pacote também é reação da presidente Dilma à queda de popularidade.

Com previsão de investimentos de R$ 198,4 bilhões nos próximos anos, o governo federal anunciou nesta terça-feira (9) a nova fase do Programa de Investimento em Logística (PIL), que vai privatizar aeroportos, rodovias, ferrovias e portos. Desse total, R$ 69,2 bilhões devem ser aplicados entre 2015 e 2018, durante o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.

O pacote de investimentos é mais uma tentativa da presidente de modernizar parte da infraestrutura do país. Essa nova versão do PIL também é uma reação de Dilma à queda de sua popularidade provocada pela desaceleração da economia e as denúncias de corrupção na Petrobras.

Na primeira fase do PIL, anunciada em agosto de 2012, havia a previsão de investimentos de R$ 133 bilhões apenas em rodovias e ferrovias. Entretanto, dos nove trechos de estradas, apenas seis foram leiloados. Dos projetos de ferrovias, nenhum saiu do papel.

Para essa nova fase do programa, o governo fez mudanças para atrair os investidores e reduzir as chances de novas frustrações. Entre elas está a possibilidade de concessão por meio de outorga, em que vence quem paga ao governo o maior bônus pelo direito de explorar um serviço. Esse modelo foi adotado durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e era criticado pelo PT.

"Com uma melhor infraestrutura, nós vamos poder atender melhor o setor agropecuário, poderemos escoar mais rapidamente a produção do Brasil. A redução dos custos beneficiará em muito a indústria, reduzindo custos de importação e exportação, promovendo maior integração entre as cadeias globais de valores. Também vamos atender ao aumento do volume de viagens do Brasil, proporcionando melhores serviços", disse o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, durante o anúncio do pacote.

ENTENDA:

- O plano anunciado pelo governo prevê que as empresas que vencerem as concessões vão investir R$ 198,4 bilhões nas obras de infraestrutura do país
- Esses recursos serão investidos na construção e na reforma das rodovias, ferrovias, portos e aeroportos concedidos
- Desse valor, R$ 69,25 bilhões deverão ser aplicados entre 2015 e 2018
- Os outros R$ 129,2 bilhões serão investidos a partir de 2019 e até o final do prazo de concessão, que varia de acordo com a obra, podendo chegar a 30 anos
- Não foi definido qual será o modelo que será adotado para cada concessão. Por isso, não há previsão de quanto o governo vai arrecadar com os leilões

AS CONCESSÕES:

Rodovias

Dos R$ 198,4 bilhões, R$ 66,1 bilhões devem ser aplicados na modernização (duplicação e melhorias) de rodovias federais. O governo prevê o leilão de 15 lotes de estradas, totalizando 6.974 quilômetros.

Entre os trechos estão o das BRs-476/153/282/480, entre Paraná e São Paulo; BR-163, entre Mato Grosso e Pará; BRs-364/060, entre Mato Grosso e Goiás; BR-364, entre Goiás e Minas Gerais. A previsão do governo é leiloá-los ainda em 2015.

Para 2016, devem ser licitados outros 11 trechos de rodovias federais, em 10 estados (Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco).

Na primeira versão do PIL, vencia o leilão de estradas o grupo que oferecesse o menor valor de pedágio. Além disso, havia obrigação de duplicação dos trechos em 5 anos, com o início da cobrança da tarifa apenas após a conclusão de 10% das obras.

O modelo de menor pedágio deve permanecer. Entretanto, o ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, disse que ainda não está definido se a obrigação de duplicação em cinco anos será mantida.

“Não tem obrigação de 5 anos [para finalizar as duplicações]. Está em fase de estudo e depois disso é que vai saber como vai ser conduzido”, disse Rodrigues.

Aeroportos

Também foi confirmada a entrega à iniciativa privada dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Fortaleza e Florianópolis. A estimativa do governo é que eles recebam, no total, R$ 8,5 bilhões em investimentos. Os leilões estão previstos para acontecer a partir do primeiro trimestre de 2016.

A redução na participação da estatal Infraero nas novas concessões, dada como certa, voltou a ser dúvida. Nos leilões dos aeroportos de Guarulhos, Campinas (SP), Brasília, Confins (MG) e Santos Dumont, a Infraero ficou com 49%. Agora, a expectativa era que caísse para 15%.

De acordo com o ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, agora o governo pode optar por um percentual de participação diferente, dependendo do aeroporto. Isso ainda está sob análise.

"Pode variar [a participação da Infraero]. Ainda não é pacífico. Nos temos dentro do governo duas correntes: uma que quer manter os 49% e outra que pensa nos 15%, que é o mínimo. Já se pensou inclusive na cláusula Golden Share [que dá ao acionista o poder de veto], que foi abandonada", disse Padilha.

O ministro informou ainda que os atuais concessionários de aeroportos vão poder participar dos novos leilões. Segundo ele, porém, será estabelecido um raio de atuação que impedirá que uma mesma empresa administre dois terminais muito próximos.

Também será feita a outorga de sete aeroportos regionais: Araras, Jundiaí, Bragança Paulista, Itanhaém, Ubatuba e Campinas (Amarais), todos em São Paulo, além de Caldas Novas, polo turístico localizado em Goiás. Nestes terminais, o investimento previsto é de R$ 78 milhões.

Ferrovias

O governo também prevê o investimentos de R$ 86,4 bilhões em ferrovias. Entre os trechos incluídos no programa estão os da ferrovia Norte-Sul, entre Palmas (TO) e Anápolis (GO) e entre Barcarena (PA) e Açailândia (MA) e entre Anápolis, Estrela D’Oeste (SP) e Três Lagoas (MS).

Também estão previstos investimentos no trecho entre Lucas do Rio Verde (MT) e Miritituba (PA) e a construção de uma ferrovia entre Rio de Janeiro e Vitória (ES). O governo também projeta investimentos de R$ 40 bilhões na chamada Bioceânica, que pretende interligar o Centro-Oeste e o Norte do país ao Peru, visando as exportações para a China.

Na primeira fase do PIL, anunciado em 2012, o governo havia anunciado a construção de 10 mil quilômetros de novas ferrovias, mas nenhum trecho chegou a sair do papel até hoje.

Para tentar reverter essa situação, foi anunciada mudança no modelo de concessão. Em 2012, ele previa que os vencedores dos leilões construiriam e fariam a manutenção dos trilhos, mas a capacidade de transporte de carga seria toda comprada pela estatal Valec. Em seguida, a Valec venderia o direito de passagem a todos os transportadores interessados.

Esse modelo visava evitar monopólio e a competição no transporte de cargas por ferrovias, beneficiando os produtores brasileiros. Entretanto, o risco de prejuízo, por falta de transportadores interessados, ficava todo com o governo.

Para essa nova fase do PIL, o governo terá três opções para o modelo de concessão de ferrovias: maior valor de outorga (vence quem oferecer ao governo maior valor pelo direto de exploração); menor tarifa e compartilhamento de investimentos.

De acordo com o governo, independente do modelo escolhido para o leilão de cada trecho de ferrovia, será garantido o direito de passagem para transportadores interessados e tráfego mútuo.

Portos

Para Portos, o governo prevê investimentos de R$ 37,4 bilhões. O setor também fez parte do PIL de 2012 mas, assim como no caso das ferrovias, nenhum projeto saiu do papel.

A previsão é de arrendamento de 50 áreas para movimentação de carga em portos públicos, administrados pela União, num total de R$ 11,9 bilhões. E 63 autorizações para construção de portos privados, os chamados TUPs, com investimento estimado em R$ 14,7 bilhões. O governo também pretende fazer a renovação antecipada de arrendamento, que devem injetar mais R$ 10,8 bilhões no setor.

Num primeiro momento, estão previstos arrendamentos de 29 áreas no porto de Santos, o maior do país, além de outras 20 no do Pará. Em um segundo bloco serão incluídas áreas nos portos de Paranaguá, Itaqui, Santana, Manaus, Suape, São Sebastião, São Francisco do Sul, Aratu, Santos e Rio de Janeiro.

Financiamento

O governo também alterou o modelo de financiamento dos projetos para essa nova fase do PIL com o objetivo de diminuir a participação dos recursos públicos, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Isso é reflexo da queda na arrecadação de impostos e do ajuste fiscal promovido pela presidente, que reduziu a capacidade de investimento do governo.

O novo modelo prevê um mecanismo para incentivar a participação de financiamento privado, pelo mercado, via emissão de debêntures. Quanto maior a emissão, maior o acesso do concessionário a recursos do Bndes com juros subsidiados. Esse sistema não existia na primeira fase do PIL, de 2012.

De acordo com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, os concessionários poderão bancar até 70% do custo das obras com recursos do banco. Entretanto, apenas uma parte disse terá juros subsidiados. Sobre o restante, vão incidir taxas de mercado.

Como funciona

Para as rodovias, o financiamento do BNDES com juros subsidiado vai se restringir a 35% do valor do projeto, caso não haja emissão de debêntures pelo consórcio. Mas pode chegar a 45%, caso a participação do mercado chegue a 25%.

No caso dos projetos para portos, o financiamento com juros mais baixos vai de 25% (sem debêntures) até 35% (com máximo de 35% de participação do mercado).

Para os aeroportos, a participação do financiamento subsidiado começa em 15% (sem debêntures) mas pode chegar a 35%, caso o mercado contribua também com 35%.

Já no caso das ferrovias, onde o risco é maior, o Bndes financiará até 70% das obras com juros mais baixos, independente da presença de recursos via debêntures.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que a “estratégia” visa “trazer novas fontes de financiamento” para os projetos de infraestrutura no Brasil, hoje custeados quase que totalmente por recursos públicos.
Levy apontou que o governo estuda mecanismos para reduzir o risco dos investidores, para tornar as concessões mais atrativas, inclusive para investidores estrangeiros.

“São projetos de longo prazo e é fundamental que cada vez mais tenhamos estabilidade macro e micro econômica, que permita às pessoas tomarem risco de longo prazo”, disse o ministro durante a cerimônia que anunciou a nova fase do PIL.

Lava Jato

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, confirmou nesta terça-feira (9), durante o lançamento do novo plano de concessões do governo federal, que as empresas suspeitas de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras poderão participar dos leilões.

“Essas firmas podem participar, mas o mais importante é que o Brasil tem um setor diversificado. Tem várias firmas médias, que podem crescer. Tenho plena confiança que existe capacidade de engenharia no Brasil para viabilizar esses projetos. Há uma demanda reprimida por infraestrutura no Brasil. Essa demanda, com preços certos, vai gerar capacidade de investir”, declarou o ministro.

Nesta segunda-feira (8), o mesmo entendimento já havia sido expresso pela Controladoria Geral da União (CGU). A jornalistas, o ministro da CGU, Valdir Simão, explicou que as empresas só poderão vir a ser impedidas de assinarem contratos com órgãos públicos se forem declaradas inidôneas ao final do processo administrativo que respondem na CGU.

Ao todo, 29 companhias investigadas pela Operação Lava Jato também são alvo de processo administrativo na CGU. Além do risco de ficarem proibidas de fechar contratos com a administração pública, essas empresas podem ser penalizadas pelo Executivo, se forem consideradas culpadas, com multas ou outras penalidades previstas na legislação.


FONTE

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/06/nova-fase-de-programa-preve-r-1984-bilhoes-para-infraestrutura.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 09 Jun 2015, 9:08 pm



Desemprego já atinge jovens de maior escolaridade

São Paulo - O aumento do desemprego no País, que atinge todas as faixas, mas em especial os brasileiros com 18 a 24 anos, castiga também os jovens com maior nível de escolaridade, que há até pouco tempo eram os menos afetados pela escassez de trabalho. Em dez anos, saltou de 528 mil para 830 mil o número de jovens que se formam anualmente nas universidades brasileiras. Essa geração, beneficiada pelo acesso mais amplo ao ensino superior - parte dele favorecido por programas como o Financiamento Estudantil (Fies) do governo federal, que beneficiou cerca de 2 milhões de pessoas desde 2010 -, chega ao mercado e se depara com a falta de vagas.

"Terminei a faculdade em julho do ano passado e esperava que as empresas pudessem me dar uma oportunidade de crescimento, mas não foi isso que aconteceu", diz Mateus de Oliveira, de 21 anos, formado em Gestão de Recursos Humanos pela Faculdade de Comunicação, Tecnologia e Turismo de Olinda (Facottur). Ele mora em Olinda (PE) com a irmã e a mãe. Os três sobrevivem com o salário mínimo que a mãe recebe como cuidadora de uma idosa e a pensão que o pai paga, e se diz "desesperado" para conseguir um emprego.

"Já estou aceitando qualquer vaga, até de vendedor em shopping center", afirma Mateus. Além das necessidades básicas, ele quer se livrar de uma dívida de cerca de R$ 2 mil no cartão de crédito.

Dados da última Pesquisa Mensal de Empregos (PME), do IBGE, mostram que a taxa geral de desemprego em seis regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre) foi de 6,4% em abril. Entre os jovens, essa taxa foi duas vezes e meia maior, e ultrapassou os 16%.

De 2002 a 2014, a taxa de desemprego entre jovens com até 24 anos caiu 11,2 pontos porcentuais, de 23,2% para 12%. Neste ano, essa taxa chegou a 16,2% em abril. "Demorou 12 anos para a taxa cair 11 pontos e em único ano já foram devolvidos mais de 4 pontos", diz o pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn.

Para Rodrigo Leandro de Moura, pesquisador e professor do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), apesar de o desemprego estar crescendo em todas as faixas etárias, os jovens tendem a sofrer mais em casos de conjuntura desfavorável.

"Em geral, o jovem é menos experiente, está em processo de escolarização e é menos produtivo. Numa recessão, a tendência é justamente cortar os trabalhadores menos produtivos", diz Moura. "Além disso, o jovem é a única faixa etária que tem um contrato de trabalho mais flexível que os demais. Na hora de desligar, a empresa não incorre em custos demissionais; portanto, é mais barato."

Sem experiência

Entre os jovens com 11 anos ou mais de formação (faixa que contempla o pessoal que tem ensino médio completo, ensino superior, mestrado e doutorado), a taxa de desemprego saltou de 11,1% em 2014 para 14,6% em abril deste ano.

"Já cheguei a mandar de 50 a 60 currículos por dia para empresas de São Paulo e outros Estados, e não consigo nada em minha área", afirma Nicole Pervelli, de 22 anos. Formada no fim do ano passado em Engenharia Ambiental pela Fundação Santo André, ela já ampliou a busca para outras áreas da engenharia.

"Achei que seria mais fácil, mas, além da exigência de experiência na área, tem a crise no País que dificulta ainda mais", lamenta Nicole, moradora de Santo André (SP). Ela diz que gostaria de ter um emprego para bancar suas despesas e não depender dos pais.

O número de desocupados com 11 anos ou mais de estudos aumentou de 265,9 mil pessoas em 2014 para 340,4 mil neste ano. Já o de ocupados caiu de 2,12 milhões para 1,98 milhão. Para o economista Raone Botteon Costa, da Fipe, "o País não está conseguindo gerar vagas qualificadas no mesmo ritmo em que está melhorando a qualificação".

Formada em Biologia pela Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Larissa Ferrari Oliveira, 21 anos, está desempregada desde o final do ano passado, quando obteve o certificado de graduação. Durante o período da faculdade, estagiou em três lugares diferentes e, mesmo já tendo experiência na área, nenhuma oportunidade efetiva de trabalho apareceu.

Larissa se cadastrou em plataformas online de emprego e enviou currículos. Seu objetivo é trabalhar na área de manejo e conservação da fauna, mas ela procura oportunidades também fora desse campo. "Me inscrevi em algumas vagas para trabalhar como recepcionista e tradutora", conta.

Apesar dos esforços, ainda não foi chamada para nenhuma entrevista. "Preciso de apoio financeiro", diz. Larissa mora com os pais em Guarulhos (SP) e gostaria de bancar gastos como curso de inglês e transporte público. Colaboraram Felipe Pontes e Rafaela Malvezi, especial para o Estado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



fonte

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/desemprego-ja-atinge-jovens-de-maior-escolaridade

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Qua 10 Jun 2015, 8:56 pm

Evangelista, em vez de se preocupar com as coisas do mundo, faça juz a sua autoridade neste espaço.

Experimenta acompanhar os debates do Khwey, veja a maldade do cara.

Pare de ser omisso, e complacente.

gusto
Antares
Antares

Número de Mensagens : 10536
Idade : 47
Localização : Ponta Grossa Pr
flag : Brasil
Data de inscrição : 12/08/2012

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 16 Jun 2015, 4:55 am

gusto escreveu:Evangelista, em vez de se preocupar com as coisas do mundo, faça juz a sua autoridade neste espaço.

Experimenta acompanhar os debates do Khwey, veja a maldade do cara.

Pare de ser omisso, e complacente.

Jesus tambem se preocupava com as "coisas do mundo", entao Ele estava errado tambem?

larga de ser criança, este assunto nao é para ser debatido neste topico que é especifico para noticias do mundo mesmo que influencia nossas vidas

se tem alguma reclamação contra o Khwey, encaminhe ao Ed a reclamação fundamentando-a

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 16 Jun 2015, 4:57 am

Tarifa de energia vai subir para compensar melhoria dos serviços

fonte

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/06/1639778-tarifa-de-energia-vai-subir-para-fazer-frente-a-melhoria-na-qualidade.shtml?

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 16 Jun 2015, 4:59 am



Conta de luz e alimento fazem inflação subir no mês de maio

IPCA fica em 0,74% e acumula 8,47% em um ano. É o maior resultado desde dezembro de 2003

O DIA

Rio - A conta de luz foi a grande vilã da inflação de maio. A correção das tarifas de energia elétrica este ano pesou diretamente no resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgado ontem pelo IBGE. O indicador oficial em maio registrou alta de 0,74%, com acúmulo de 5,34% entre janeiro e maio, o maior para o período desde 2003, quando ficou em 6,80%. Nos últimos 12 meses, a inflação bateu 8,47%, acima dos 8,17% do mesmo período de 2014. É a maior taxa desde dezembro de 2003, quando chegou a 9,30%. 

Além da conta da luz, alimentos também pressionaram o bolso dos consumidores no mês passado. Os itens que mais subiram de preço nos cinco primeiros meses do ano foram cebola (35,59%), tomate (25,38%) e cenoura (15,90%). 

“A energia elétrica que em 12 meses aumentou 58,47% no país foi o item que mais pressionou a inflação do mês passado. Podemos dizer que é uma inflação de energia elétrica basicamente”, afirmou Eulina Nunes, coordenadora de Índices de Preços do IBGE. 

Com alta de 2,77%, a energia elétrica deu a maior contribuição individual sobre a inflação. No Rio, a correção das tarifas ficou em 38,26% este ano. Em 12 meses, a elevação das contas foi de 48,84% no estado. A média nacional foi de 41,94%, alta de janeiro e maio. 

O resultado da inflação de maio surpreendeu. A elevação contrariou a estratégia do Banco Central de aumentar a taxa de juros para tentar domar a escalada dos preços no país. Na última reunião do Copom, a Selic subiu a 13,75% ao ano. O IPCA voltou a mostrar mais força do que se esperava após alívio em abril, quando subiu 0,71%. Com o movimento, o indicador fica bem acima do teto da meta do governo, de 4,5% com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos. 

Em contrapartida, os custos dos serviços registram forte desaceleração ao subirem apenas 0,20% no mês passado, contra alta de 0,72% em abril. Segundo o IBGE, isso se deve à queda de 23,37% nos preços das passagens aéreas. Segundo Eulina, mesmo em um cenário de desemprego e renda menos favorável, o setor de serviços ainda não foi afetado. 

O IBGE também divulgou ontem o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) que apresentou variação de 0,99% em maio. O indicador ficou acima do resultado de 0,71% de abril. Com este resultado, o acumulado no ano está 5,99%, bem acima do percentual de 3,52% registrado em igual período de 2014. Ao considerar os últimos doze meses, o índice acumula 8,76%, acima da taxa de 8,34% dos doze meses anteriores. Em maio de 2014, o INPC bateu 0,60%. O índice mede a inflação das famílias com renda de até cinco salários mínimos (R$ 3.940).

Os alimentos subiram 1,48% em maio, enquanto em abril a taxa foi de 0,96%. O agrupamento dos não alimentícios teve variação de 0,78% em maio, acima da taxa de 0,60% de abril.


Consumidores sentem gastos maiores diretamente no bolso

Os consumidores percebem na prática o que o IBGE constatou no levantamento da inflação do mês de maio. Para clientes de concessionárias de energia elétrica, a alta da conta vem exercendo forte pressão sobre o orçamento familiar nos primeiros meses do ano. A alimentação também influenciou os gastos. É o caso da técnica de telecomunicações Juliana Moju, 33 anos. Ela diz que pagava até o fim do ano passado conta de luz que variava de R$ 100 a R$150. “Mas este ano o valor já subiu para R$300. E olha que não estamos nem na estação mais quente. Não tenho ligado ar-condicionado à noite e o micro-ondas não fica na tomada. Eu, meu marido e filho passamos o dia todo fora, só estamos em casa à noite”, reclama.

Ela lembra também que não é só a conta de luz que consome boa parte de seu salário. Como alimentos em geral estão muito caros, ela optou por vender seu vale-refeição e usa o dinheiro para fazer compras no mercado. “Vendo meu tíquete e levo almoço para o trabalho”, comenta. Rojane Sophia, 55 anos, está tentando ajustar o orçamento. Pensa até mudar da atual residência de dois quartos para ter uma conta de luz mais baixa. O custo chega a R$ 250 por mês.





fonte



http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-06-11/conta-de-luz-e-alimento-fazem-inflacao-subir-no-mes-de-maio.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 16 Jun 2015, 5:00 am



Taxa no cartão chega a 304% ao ano 

Consumidores em geral e empresas estão pagando cada vez mais caro por usar o rotativo do cartão de crédito. Pelo oitavo mês consecutivo as taxas subiram, segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças. Somente no cartão de crédito, os juros chegaram a 12,34% ao mês, o equivalente a 304,03% ao ano. É o maior nível desde março de 1999. 

Para pessoas físicas, houve aumento nos juros do comércio; cartão de crédito rotativo; cheque especial; CDC-bancos-financiamento de veículos; empréstimo pessoal-bancos; e empréstimo pessoal-financeiras. 

A doceira Ana Cristina Campelo, 52 anos, usa o cartão de crédito para comprar material e fazer seus doces. Ela vende os produtos em centros comerciais. 

“Já cheguei a pagar o mínimo, mas hoje me organizo para pagar o valor total e em dia. Não tem como arcar com juros de mais de 300%. É inviável”, comenta Ana Cristina.




fonte



http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-06-11/conta-de-luz-e-alimento-fazem-inflacao-subir-no-mes-de-maio.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 16 Jun 2015, 5:02 am



Bala Juquinha tem produção suspensa e se despede depois de 64 anos

Primeira bala mastigável do Brasil, com receita de origem portuguesa, a tradicional Juquinha parou de ser produzida. Fábrica foi vendida, mas não se sabe se produção ainda será mantida

FRANCISCO EDSON ALVES

Rio - Uma amarga notícia pegou de surpresa o mundo das guloseimas: a Juquinha, a mais famosa bala brasileira, exportada para pelo menos 60 países, parou de ser fabricada. A gostosa goma, que tinha o rosto de um menino lourinho como marca, reinou absoluta no mercado por seis décadas. As portas da empresa, em Santo André (SP), foram fechadas há pouco mais de um mês. No Rio, um dos principais estados consumidores do confeito, atacadistas já não têm mais estoques e nas vitrines, elas desapareceram.

O motivo do encerramento da produção da primeira bala mastigável do país seria a falta de interesse dos filhos do criador, o italiano Giulio Luigi Sofio, de 77 anos, que mora em Santo André (SP) e não quer comentar sobre o negócio, adquirido por ele do português Carlos Maia, em 1982.

Segundo alguns dos últimos 18 funcionários demitidos mês passado, porém, a maior parte do maquinário da empresa — que chegou a ter mais de 200 empregados, produzir 600 toneladas de balas por mês e ter uma receita superior a R$ 15 milhões mensais, na Avenida dos Estados, em Santo André — já foi retirada. Um empresário carioca, que não seria do ramo alimentício, teria comprado a original e ultrassecreta fórmula da bala Juquinha de tutti-frutti, guardada a sete chaves.

“O empresário do Rio veio de helicóptero a Santo André, cheio de seguranças, no final de maio. Em pouco mais de dez minutos, levou, num cofre, a fórmula”, garante um ex-empregado. A mistura clássica do mimo, foi desenvolvida por cozinheiras de Carlos Maia, que começaram a escala de produção em tachos de cobre. Maia batizou a guloseima em homenagem a Juca, um amigo português.

Na Central do Brasil, os principais distribuidores da bala Juquinha lamentaram o fim da produção. “Vendíamos 200 fardos, cada um com 20 pacotes de 700 gramas, por mês. Hoje (sexta), temos menos de 50 pacotes nas prateleiras”, diz o gerente da Cia do Doce, Paulo dos Santos. “É uma pena. Herdei essa loja (Esplendor, na Lapa) dos meus pais, há 34 anos. A Juquinha era a bala que mais saía”, lamentou.

O aposentado José Alves, de 78 anos, diz que a bala Juquinha vai deixar saudades. “Quem não se lembra da famosa frase?: ‘quer enganar, dê bala Juquinha’. Ou seja, era a forma mais simples e divertida de se acalmar uma criança. Até hoje eu usava esse argumento com meu neto Olavo, de 4 anos”, diz. Agora, só resta a José e aos fãs da Juquinha, uma açucarada torcida pela possível volta da fabricação da bala. Um doce mistério.


Fórmula secreta 

A Balas Juquinha Indústria e Comércio Ltda foi fundada em 1945 com uma outra razão social: Salvador Pescuma Russo & Cia Ltda. No início, dedicava-se apenas à fabricação de refresco em pó efervescente. Cinco anos depois, a empresa começou a fabricar balas mastigáveis. Pouco depois, a ‘docíssima e mole’ Juquinha virou febre no País, conquistando rapidamente o mercado.

O sucesso da tão falada bala foi ampliada ainda mais com Giulio Sofio na direção do empreendimento, comprado através de um simples anúncio num jornal, colocado por Carlos Maia, que, em 1979, atolado em dívidas, acabou vendendo para o italiano, a receita mágica, que deu origem a outros sabores como uva, abacaxi e coco. Atualmente, até os ex-funcinários foram orientados a não dar entrevistas sobre a delícia. 

Um antigo funcionário conta que, quem ousava bisbilhotar e tentar descobrir a composição da fórmula, era demitido. “Muitos ‘espiões’ foram descobertos e mandados embora ao longo dos 30 anos. O segredo sempre foi o principal pilar de sobrevivência da empresa”, diz X., 56 anos, desempregado desde abril. “Nem sei se sei fazer outra coisa. Só bala”, lamenta, preocupado com o futuro.

O auge das vendas ocorreu em meados da década de 90, quando, durante o então Plano Real, as balas Juquinha viraram troco nos supermercados, bares e restaurantes. “Naquela ocasião faturei três vezes mais que agora”, disse Giulio, em entrevista a uma revista de ecnonomia em 2005.

Desde então, o faturamento da fábrica caiu para R$ 8 milhões, passando sua produção de 600 toneladas por mês para menos de 100 toneladas. E veio registrando queda através dos anos, assim como o número de empregados. Em abril deste ano, conforme testemunhas, somente 18 pessoas operavam a linha de produção, que tinha modernos maquinários. Metade das balas era destinada ao mercado externo.

Segundo especialistas, a queda é atribuída, especialmente, a dois fatores: a falta de interesse dos descendentes de Giulio para tocar os negócios no ramo, e a competitividade no mercado. “A clandestinidade no setor atualmente alcança mais da metade da produção de balas, pirulitos e doces. Como competir com produtos até 40% mais baratos, embora tenham qualidade duvidosa? Os fabricantes informais não pagam impostos e por isso assumem cada vez mais a liderança de vendas”, justifica o economista Jaiber Assumpção.



Outras guloseimas esquecidas

Os mistérios que envolvem a transação da venda da marca Juquinha, parecem coisas de cinema. E é como num filme romântico e nostálgico que muita gente se lembra de outras balas e doces que fizeram parte de suas infâncias e que hoje não existem mais. Alguns produtos, como o Cliclete Ping-Pong da década de 70, foram até reeditados, mas nunca alcançaram o sucesso dos originais.

“Só de lembrar dos papéis de algumas balas, me vêm na lembrança coisas boas.Às vezes sinto até o cheiro das balas”, diz o estudante de administração, Rafael Alves, 44 anos, ao se referir à bala Soft. “Era uma delícia, mas perigosa. Quando engasgava, só socos nas costas resolviam”, lembra Rafael, às gargalhadas.

Quem não lambia os lábios por outras delícias, que sempre contrariavam a boa nutrição por causa do açúcar, mas que, no fundo, pouco importava aos jovens? É o caso do Pirulito Zorro. “Não me contentava só com um”, lembra a comerciante Judite Ferreira, 56 anos.

O eletricista Jordão Meireles, 47, enumera as “besteirinhas”, como seus pais classificavam os produtos, alguns com “gosto de remédio”. “Era viciado nas Balas Boneco, Banda, drops Dulcora e Sugus, por exemplo. Indispensáveis na minha lancheira escolar. Era atraído pelos comerciais na TV. Muitos em preto e branco”, recorda-se, mencionando os cigarros de chocolate da Pan, em que um menino simulava fumar.





fonte



http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-06-13/bala-juquinha-tem-producao-suspensa-e-se-despede-depois-de-64-anos.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 16 Jun 2015, 5:03 am



Governo anuncia pacote de privatizações em infraestrutura

Ideia é entregar à iniciativa privada aeroportos, portos, estradas e ferrovias. Dilma afirmou que o anúncio das concessões é uma virada de página.

O governo anunciou um pacote de privatizações em infraestrutura. A ideia é entregar à iniciativa privada aeroportos, portos, estradas e ferrovias. A presidente Dilma disse que o anúncio das concessões é uma virada de página.

Este foi, até agora, o evento mais concorrido do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.
Junto dela e do vice, Michel Temer, estavam os ministros que articularam o segundo programa de investimento em logística e, acompanhando de perto, os governadores.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, era todo sorrisos. Houve momentos de descontração também entre Dilma e Michel Temer.

"Estamos aqui iniciando uma progressiva virada de página, virada gradual e realista, para mostrar que, se são grandes as dificuldades, maiores são a energia e a disposição do povo brasileiro e de seu governo de fazer nosso país seguir em frente", disse Dilma.

Nos financiamentos, o governo quer maior participação do mercado de capitais e o BNDES continuará sendo a principal fonte. Joaquim Levy garantiu que não vai faltar dinheiro. "Não adianta querer apostar que não vai dar certo, não adianta. Está certo. O Brasil tem condições extraordinárias", afirmou o ministro.

O programa prevê três modelos de concessões. Para as rodovias, continua valendo o da tarifa de pedágio: ganha o leilão quem apresentar o menor valor. Para ferrovias, portos e aeroportos, poderá haver uma combinação de recursos públicos e privados ou a outorga. Nesse caso, leva a concessão quem pagar mais por ela, um modelo que era adotado no governo do PSDB e criticado pelo PT.

O programa de infraestrutura teve repercussão imediata no Congresso. "É um projeto requentado, essa é a verdade, mas com mudanças significativas do ponto de vista, daquilo que a presidente criticava duramente há alguns anos", afirmou o senador Ronaldo Caiado (DEM/GO).

"É destravar a economia, é diminuir o Custo Brasil, quer dizer, aumentar a competitividade. O maior desafio do Brasil é infraestrutura, é logística e nós temos que trabalhar para que esse programa dê certo", disse o senador Delcídio Amaral (PT/MS).


fonte



http://g1.globo.com/hora1/noticia/2015/06/governo-anuncia-pacote-de-privatizacoes-em-infraestrutura.html

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6002
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 7:49 am


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 3 de 22 Anterior  1, 2, 3, 4 ... 12 ... 22  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum