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Consequências da Reeleição

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Sab 05 Mar 2016, 2:32 pm

EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:
Rodrigão escreveu:Eduardo Cunha é oficialmente réu na Lava Jato. http://ow.ly/Z2ru4  

Eduardo Cunha é o primeiro presidente da Câmara Federal brasileira a virar réu do STF. Para tudo existe uma primeira vez. Né Evangelista? :risadinha:

sim e... todos que tem corrupção devem ser investigados principalmente os do seu partido preferido
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 11 Mar 2016, 5:58 pm



Remédios subirão 12,5%, diz fabricante

Se o aumento for confirmado, vai superar, pela primeira vez em dez anos, a inflação, que fechou 2015 em 10,67%

O Dia

Rio - Cálculos da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) indicam que os remédios podem ficar até 12,5% mais caros a partir do próximo dia 31. Se o aumento for confirmado, vai superar, pela primeira vez em dez anos, a inflação, que fechou 2015 em 10,67%, segundo a agência Estadão Conteúdo. “As oscilações do câmbio e o aumento expressivo da energia elétrica tiveram grande influência”, destaca a entidade.

No ano passado, nesta mesma época, o ajuste autorizado foi de 7,70%, 6,35% e 5% nos preços de remédios, dependendo da categoria do produto. O governo ainda não divulgou oficialmente de quanto será o reajuste e informou que o processo está em consulta pública. A expectativa é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) libere o percentual de reajuste nos próximos dias.

O governo divulga aumento de preços dos medicamentos com base no IPCA, que em fevereiro foi de 0,90%.São usados outros três fatores para definir a correção: produtividade da indústria; concorrência das classes terapêuticas para estabelecer faixas distintas de reajustes; e câmbio e energia elétrica.

fonte
http://odia.ig.com.br/economia/2016-03-10/remedios-subirao-125-diz-fabricante.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 11 Mar 2016, 5:58 pm

gusto escreveu:
EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:
Rodrigão escreveu:Eduardo Cunha é oficialmente réu na Lava Jato. http://ow.ly/Z2ru4  

Eduardo Cunha é o primeiro presidente da Câmara Federal brasileira a virar réu do STF. Para tudo existe uma primeira vez. Né Evangelista? :risadinha:

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 22 Mar 2016, 2:56 pm



Crise fecha 600 lojas no Centro do Rio de maio a novembro, diz CDL-RJ 

Na Rua da Carioca são 22 fechamentos; insegurança é um dos problemas. Único cinema pornô da cidade registra queda de 20% no movimento.


O número de lojas fechadas no Centro do Rio chegou a 600 nos últimos seis meses de acordo com dados do Clube dos Diretores Lojistas (CDL-Rio) e do Sindicato dos Lojistas do Rio (Sindilojas). É praticamente metade dos 1 mil e 300 estabelecimentos comerciais fechados no município. Em algumas regiões a situação é mais grave, como na tradicional Rua da Carioca, símbolo do Rio Antigo e onde ainda estão abertos estabelecimentos centenários como o Bar Luiz, a Loja Vesúvio e o Cine Íris, um dos últimos remanescentes dos cinemas pornôs do Centro. 

O dono do cinema, Raul Pimenta, disse ao G1 que a queda do movimento é de 20%. Na Vesúvio, especializada em guarda-chuvas, a queda no movimento chega a 50%, segundo Armando Lauri Júnior, um dos sócios da loja. Dos cerca de 60 imóveis da rua, 22 estavam fechados até o início de novembro. Para driblar o problema, a maioria decidiu fechar as portas as 18h, uma hora mais cedo do que o horário habitual.


A crise econômica e a especulação imobiliária, que provocam a alta de aluguéis comerciais em toda a cidade, são apontadas como os principais motivos, afirma Aldo Gonçalves, presidente do CDL. Já para os comerciantes da Rua da Carioca, o agravamento da crise do comércio na rua não é só a especulação imobiliária iniciada em 2012, quando o Banco Opportunity comprou 18 imóveis na rua e aumentou os aluguéis a preços que se tornaram inviáveis. 

Os últimos estabelecimentos a baixar as portas na Rua da Carioca foram a Livraria Solário, que funcionava no número 33 há 18 anos, e duas lojas de eletrodomésticos de grandes redes. O dono da livraria torce por uma revitalização da área e faz planos para a recuperação do prédio tombado. "Quero renovar, fazer um café para trazer mais gente. Viver só de livros não está dando", afirmou. 

O dono da Vesúvio, comércio que existe no mesmo endereço há 69 anos, não é tão otimista. Ele conta histórias dos aúreos tempos da loja sempre lotada e diz que eles têm que vender para clientes em outros estados para conseguir sobreviver. “ Nossa atividade econômica é tombada. Nós construímos uma história e é triste ver como está agora. Acredito que o futuro da rua é negro”, afirmou 


O G1 esteve no local e conversou com comerciantes de diferentes ramos. A maioria aponta a insegurança, com aumento dos assaltos, e mudanças na linha de ônibus e retiradas de paradas como os principais problemas para a crescente decadência da rua. 

"Olha isso aqui. Está vazio, não passa ninguém. Não era assim em outros tempos. Todos os dias a gente tem uma história de violência", desabafa Carlos Cardiano, dono da livraria O Acadêmico do Rio. Segundo ele, o carro da polícia que ficava na esquina da Rua Paraguai com Rua da Carioca foi retirado há cerca de um mês, aumentando os registros de assaltos. 

  
Também o pequeno comércio, como os de venda de plantas na Rua Verde, criada na década de 80, passa por dificuldades. Claudia Flores, dona de seis boxes, relembra os melhores anos do espaço. 


"Não tinha violência. Eu já fui assaltada várias vezes, o cliente deixa de vir. Eu diversifiquei meu negócio e passei a atender pela internet e pelo telefone". Por causa da queda do movimento, ela hoje só tem um vendedor trabalhando. "Começamos aqui com seis, mas não dá para manter", disse.

Durante cerca de três horas em que esteve na Rua da Carioca, a reportagem do G1 não viu carros da polícia ou patrulhamento a pé. A Polícia Militar informou que, de acordo com o comandante do 5º BPM (Praça da Harmonia), o policiamento no Centro da cidade segue reforçado com homens e carros baseados em pontos estratégicos e fazendo rondas. 

Segundo o comando, houve aumento do policiamento a pé. Além disso, policiais com bicicletas reforçam o patrulhamento. Esse tipo de policiamento dá mais agilidade na resolução das ocorrências. 

Na página de uma grande imobiliária que anuncia imóveis vazios no Centro, os preços cobrados por espaços de cerca de 200 metros quadrados variam entre R$ 20 mil e R$ 40 mil. "São aluguéis altos que muitos não estão conseguindo pagar", avalia Roberto Cury, presidente da Sociedade dos Amigos da Rua da Carioca (Sarca). 


Ele aponta a especulação imobiliária como o maior problema. Segundo Cury, a insegurança não acontece só no Centro. "Ela está em outros locais do Rio". Ele relembra que a rua já contou com segurança privada e a ideia foi abandonada porque houve uma redução da contribuição por parte dos comerciantes. "Hoje temos contribuição de 30 lojistas e já fomos mais de 300 associados", explicou. 

Saara: queda de vendas 


Em outra região do Centro da cidade, no comércio popular da Saara - Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega - os comerciantes também reclamam de queda de vendas. 
O principal motivo são as obras de revitalização do Centro para a implantação do veículo leve sobre trilhos (VLT), e a crise econômica. "Nós temos uma variedade de serviços e produtos, mas o fechamento de ruas de regiões como a Praça da República e a Rua da Constituição contribuem para o sumiço dos clientes", afirma Denys Darzi, presidente do Polo Comercial do Saara. 


Segundo Darzi, dono de cinco lojas de tecidos de decoração na Saara, as vendas começaram a cair em junho, logo após o início das obras do VLT. "Começamos perdendo 3,5% em junho e chegamos a 26% em setembro. Tenho contatos com outros comerciantes que estão passando pelo mesmo problema", disse.


O Saara reúne cerca de 800 estabelecimentos que vão da gastronomia até a venda de joias. O presidente do Polo Rio explicou que também houve uma explosão no preço dos aluguéis na região. Uma loja de dois andares, com cerca de 200 metros quadrados, pode ser alugada por cerca de R$ 15 mil . "É alto. Esses imóveis precisam de reforma e quem aluga tem que custear essas reformas", disse.

fonte

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/11/crise-fecha-600-lojas-no-centro-do-rio-de-maio-novembro-diz-cdl-rj.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 23 Mar 2016, 4:50 pm


Desemprego volta a subir nas grandes capitais e fica em 8,2% em fevereiro

Dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE e indicam que, em relação a fevereiro de 2015, a taxa subiu 2,4%

Agência Brasil
Rio - A taxa de desocupação para o conjunto das seis principais regiões metropolitanas do país analisadas pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) subiu 0,6 ponto percentual de janeiro para fevereiro, quando fechou em 8,2% da população economicamente ativa - percentual de pessoas desocupadas.
O levantamento envolveu São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre. Os dados da PME foram divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que, em relação a fevereiro de 2015 (5,8%), a taxa subiu 2,4 pontos percentuais.
Segundo o IBGE, em fevereiro deste ano a população desocupada fechou em 2 milhões de pessoas, crescendo 7,2% em relação a janeiro - mais 136 mil pessoas. Em relação a fevereiro de 2015, no entanto, o crescimento do número de pessoas desempregadas chegou a 39%, o que significa que mais 565 mil pessoas ficaram sem ocupação.
Já a população ocupada do país fechou fevereiro em 22,6 milhões de trabalhadores para o conjunto das seis regiões metropolitanas pesquisadas, neste caso apresentando declínio tanto na comparação mensal (-1,9%, ou menos 428 mil pessoas); quanto em relação a fevereiro de 2015 (-3,6%, ou menos 842 mil pessoas).

fonte
http://odia.ig.com.br/economia/2016-03-23/desemprego-volta-a-subir-nas-grandes-capitais-e-fica-em-82-em-fevereiro.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Qua 23 Mar 2016, 7:34 pm

EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:
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EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:
Rodrigão escreveu:Eduardo Cunha é oficialmente réu na Lava Jato. http://ow.ly/Z2ru4  

Eduardo Cunha é o primeiro presidente da Câmara Federal brasileira a virar réu do STF. Para tudo existe uma primeira vez. Né Evangelista? :risadinha:

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Qua 23 Mar 2016, 8:05 pm

A vida de sultão de Eduardo Cunha

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/06/politica/1457297952_816852.html?id_externo_promo=ep-ob&prm=ep-ob&ncid=ep-ob


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 24 Mar 2016, 12:33 pm

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Rodrigão escreveu:Eduardo Cunha é oficialmente réu na Lava Jato. http://ow.ly/Z2ru4  

Eduardo Cunha é o primeiro presidente da Câmara Federal brasileira a virar réu do STF. Para tudo existe uma primeira vez. Né Evangelista? :risadinha:

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 24 Mar 2016, 12:33 pm



Produtos de Páscoa estão até 30,73% mais caros neste ano

A cesta de produtos típicos da Páscoa está 15,17% mais cara em comparação com o ano passado, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE). O aumento ficou acima da inflação de 10,37%, acumulada em 12 meses. Entre os itens que mais subiram, estão o bacalhau (30,73%), o vinho (28,36%) e o azeite (25,07%). O que subiram menos são o peixe fresco (8,47%), o atum (4,54%) e a sardinha em conserva (4,44%). Até pela alta, a Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (ABBA) prevê uma queda de 10% nas vendas.


fonte


http://extra.globo.com/noticias/economia/produtos-de-pascoa-estao-ate-3073-mais-caros-neste-ano-18944510.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 24 Mar 2016, 12:58 pm



A alta nos preços de ovos de chocolate virou piada nas redes sociais e aplicativos de troca de mensagens, como o WhatsApp. Esses e outros produtos típicos da Páscoa estão 15,17% mais caros em comparação com o ano passado, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE). Para piorar, os ovos de chocolate ficaram de 10 a 15% menores neste ano. Garoto, Lacta e Nestlé foram até notificadas e podem ser multadas pelo Procon de Porto Alegre por essa prática. 

Já o Procon Estadual do Rio vai pedir esclarecimentos para as mesmas empresas após uma análise feita pelo Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (Ipem-RJ), que avaliou 26 diferentes ovos de Páscoa e encontrou problemas em cinco. Entre eles, três são da Garoto: Talento Ao Leite com Castanha do Pará, Talento Meio Amargo com Amêndoas e Serenata de Amor. Os outros são o ovo Bis (chocolate ao leite com wafer), da Lacta; e o ovo Alpino (chocolate ao leite), da Nestlé. Neste último, a diferença entre o peso indicado na embalagem e o real chegou a 23g. 

O preços dos ovos de Páscoa também varia muito de acordo com a loja escolhida, como mostrou uma pesquisa do “Buscapé”. A diferença chega a 33% no chocolate “Lacta Bis”, de 230g, que foi encontrado de R$ 24,90 a R$ 36,90 nas lojas virtuais.


FONTE


http://extra.globo.com/noticias/economia/preco-de-ovos-de-pascoa-gera-memes-piadas-na-internet-18946227.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 24 Mar 2016, 12:59 pm

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 26 Mar 2016, 9:49 am



[size=42]Brasileiros voltam a conviver com o círculo vicioso do desemprego[/size]


A saúde econômica de um país é espelhada pelo mercado de trabalho. Se a primeira vai mal, o reflexo vem na forma de fechamento de vagas. No Brasil, que vive um cenário de recessão, a desaceleração econômica puxa a alta do desemprego. Foi assim em 2015, quando o Produto Interno Bruto (PIB) do país recuou 3,8%, o pior resultado em 25 anos, e o desemprego teve uma taxa média recorde de 8,5%, segundo os dados da Pnad Contínua, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No total, 9 milhões de pessoas estavam sem ocupação nos últimos três meses do ano passado. A Pnad Contínua com os dados de janeiro, divulgada na última quinta-feira, mostrou que a taxa de desemprego chegou a 9,5% no intervalo entre novembro e janeiro. Outro levantamento do instituto, a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrange as seis principais regiões metropolitanas do país, mostrou que o desemprego nas metrópoles atingiu 8,2% em fevereiro, maior índice para o mês desde 2009. Em paralelo, houve uma queda na renda média das pessoas ocupadas, que está retornando aos níveis de 2012.
A retração da economia mexe diretamente com o mercado de trabalho - mas não são só as estatísticas que atestam o quadro negativo. Perder o emprego é um golpe não apenas para o bolso, mas para a autoestima de pais e mães de família. O padrão de consumo cai, serviços não-essenciais deixam de ser contratados e bens duráveis deixam de ser substituídos. A redução ou mesmo eliminação de prosaicas regalias conquistadas pelas famílias nos anos de bonança também ajuda a explicar o quadro do desemprego no país.
É o caso do gerente de contas Márcio Hermínio, de 30 anos, demitido em agosto. Com a falta de trabalho, ele teve que adaptar seu estilo de vida. Passou a não comer mais fora de casa para economizar, por exemplo. Hoje, faz compras e cozinha em sua casa, onde mora com três amigos. A decisão de Hermínio e milhões de outros consumidores aparece nos dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel): o faturamento do setor teve queda real (descontada a inflação), de 3% em 2015, para 149 milhões de reais. O gerente de contas também sacrificou sua vida social. "Eu costumava sair todo fim de semana, viajava com frequência, ia à praia", conta. Nada disso faz mais parte de sua rotina. Os hábitos do dia a dia também tiveram que ser readequados. Para economizar combustível, ele tem usado o carro quase que exclusivamente nos fins de semana. "Se a situação continuar como está, eu penso em vendê-lo até o meio do ano."
A deterioração no mercado de trabalho causa um efeito em cadeia em diversos setores da economia. Sem emprego e com menos dinheiro, a inadimplência sobe, as pessoas adiam a compra de bens duráveis, como móveis e eletrodomésticos, e, além disso, cortam serviços não-essenciais, como planos de saúde e escola particular. No caso dos planos de saúde, por exemplo, o número de beneficiários caiu em quase 1 milhão em dezembro no ano passado, segundo dados da Associação Nacional de Saúde (ANS). Foi o primeiro recui em dez anos.
A perda de ocupação dos chefes de família estimula pessoas que já estavam sem emprego a voltar a procurar uma ocupação para recompor a renda familiar - e isso alimenta o círculo vicioso do desemprego, já que acirra a disputa pelas já escassas vagas. Entre essas pessoas, há um contingente de jovens que até pouco tempo atrás não estudavam nem trabalhavam, os chamados "nem-nem".
O adolescente Eduardo Albuquerque, de 17 anos, está parado desde janeiro. "Quero assumir responsabilidades para ajudar minha mãe, que não trabalha, e servir de referência para as minhas quatro irmãs", diz. Ele não encontra um trabalho fixo há três meses. No momento, pensa em fazer curso de tatuagem e de cabeleireiro para tentar novas ocupações.
Com mais gente desocupada, cresce a busca por bicos, como os buscados por Albuquerque. A taxa de informalidade, que vinha em tendência de queda até o segundo trimestre de 2014, quanto atingiu 43,9%, passou a subir, alcançando 45,1% no terceiro trimestre de 2015, segundo a pesquisa mais recente sobre o tema feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). "No quadro macroeconômico, o país está muito mal", diz o professor da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (FEA-USP) José Paulo Zeetano Chahad.
A indústria foi o setor que mais demitiu no ano passado, com mais de 600.000 vagas eliminadas, segundo o Caged. Mas o que mais assusta, segundo analistas pelo site de VEJA, é o desempenho do setor de serviços. Esse segmento da economia, que já respondeu por 85% da criação de novos empregos, registrou no ano passado, pela primeira vez, um desempenho negativo, com o fechamento de 276.000 vagas formais. "Isso fecha uma importante válvula de escape para quem perde o emprego na indústria e na construção civil. Antes o brasileiro abria uma loja, um salão de beleza. Hoje, com a fraca demanda, nem isso acontece", explica José Pastore, professor da FEA-USP.
Conseguir um emprego sem registro é o objetivo de Deise Silva, de 26 anos. "Assim sobra mais dinheiro para mim no fim do mês", diz Ela trabalhava como atendente de caixa e foi demitida no início de fevereiro. Na última semana, conseguiu seu seguro-desemprego, que vai lhe render quatro parcelas de 900 reais.
Confiança - Perder o emprego tira a confiança dos trabalhadores. Não há otimismo que resista a uma sequência de meses sem um salário - e isso também se reflete nos indicadores. Em fevereiro, o Índice Confiança do Consumidor, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), atingiu 68,5 pontos, maior que o resultado de janeiro, mas ainda muito inferior aos números de toda a série histórica, que já chegou a ultrapassar os 110 pontos, em 2012.
"O consumidor brasileiro estava buscando alternativas para manter todos os itens em seu carrinho de compras, como reduzir gastos fora do lar, frequentar canais de compra com melhor custo-benefício, diminuir idas ao ponto de venda, optar por embalagens econômicas e até trocar de marcas", diz, em nota, o instituto de pesquisa Nielsen, especializado em hábitos de consumo. Segundo Paula Valadão, analista de mercado da Nielsen, essas medidas paliativas já foram abandonadas - e o que ocorre agora é a exclusão de itens da lista de compras. Esse cenário tem afetado principalmente a classe C, segundo a Nielsen.
Por ora, o horizonte do emprego não parece muito animador. Pastore fala em um avanço para até 12% ainda em 2016. José Paulo Chahad é ainda mais pessimista, e não descarta desemprego perto de 13% até o fim do ano. A reboque da crise política, o desemprego tende a seguir em alta - e os hábitos de consumo, mais comedidos.

fonte

http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/brasileiros-voltam-a-conviver-com-o-c%C3%ADrculo-vicioso-do-desemprego/ar-BBqVphh?li=AAggXC1&ocid=mailsignoutmd
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 26 Mar 2016, 9:53 am



[size=36]Brasil fecha 1,54 milhão de vagas formais de trabalho em 2015[/size]

Número de vagas fechadas é o mais alto desde 1992; ministro do Trabalho, Miguel Rossetto, admite: "Foi um ano difícil"


O Brasil encerrou 2015 com 1,54 milhão de vagas formais de trabalho perdidas, pior resultado anual desde o início da série histórica em 1992. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quinta-feira, só em dezembro, o número de postos fechados chegou a 596.208.
No ano, a retração foi puxada principalmente pelas perdas na indústria de transformação (-608.878 postos), seguida pela diminuição sofrida nos setores da construção civil (-416.959), serviços (-276.054) e comércio (-218.650). Houve expansão apenas na agropecuária (+9.821).
Em coletiva de imprensa, o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, disse que 2015 foi, de fato, um "ano difícil", e que os "números não são bons em relação a emprego".
A atividade econômica registrou no ano passado seu pior desempenho em décadas. O ambiente de forte inflação e juros elevados foi também contaminado por intensa crise política e indefinições no fronte fiscal, que injetaram instabilidade no mercado e afetaram a confiança de empresários e famílias.
Segundo Rossetto, o governo tem como "prioridade absoluta" neste ano concentrar os esforços na preservação de trabalho e geração de emprego no país. "Várias medidas foram tomadas e estão sendo tomadas", disse. "O ano de 2015 não desorganizou de forma estrutural o mercado de trabalho do país."
Economistas vêm apontando que a piora nas condições de emprego deverá prosseguir neste ano, já que os reflexos do declínio da economia têm defasagem. Para 2016, o mercado prevê outro tombo na atividade, de quase 3%, segundo a versão mais recente da pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central com economistas de mercado.
O IBGE deve divulgar em 28 de janeiro a taxa de desemprego do país em dezembro. Em novembro, ela ficou em 7,5%, numa ligeira melhora em relação ao mês anterior, mas que foi beneficiada pelo registro sazonal de empregos de fim do ano.

fonte

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/brasil-fecha-154-milhao-de-vagas-formais-de-trabalho-em-2015
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 26 Mar 2016, 9:55 am



[size=36]Indústria paulista corta 12 mil empregos em fevereiro, diz Fiesp[/size]

Dos 22 setores analisados, em 17 houve eliminação de vagas e em apenas três deles ocorreram mais contratações que demissões; dois registraram estabilidade


A indústria paulista eliminou 12 mil vagas em fevereiro, o que representa uma queda de 0,53% no nível de emprego na comparação com janeiro, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na série livre de efeitos sazonais, o recuo foi de 1,0%.
Já em relação a fevereiro de 2015, foram eliminados 257,5 mil postos de trabalho, dos quais 27 mil apenas no primeiro bimestre deste ano. Nessa base comparativa, o nível de emprego despencou 10,18%, a 53ª retração consecutiva, sendo a mais intensa da série histórica.
Dos 22 setores pesquisados, em 17 houve eliminação de vagas. Em apenas três deles houve mais contratações que demissões, e dois registraram estabilidade. O destaque negativo foi o segmento de metalurgia, com 4,5 mil empregos eliminados em fevereiro, representando 37,5% das demissões na indústria paulista no segundo mês do ano.
Do lado positivo, o melhor desempenho ficou com o setor de produtos alimentícios, com a criação de 4,2 mil vagas. Segundo a Fiesp, o que pesou para esse resultado foram as 3,5 mil contratações no segmento de açúcar e álcool em fevereiro, revertendo a tendência de demissões que teve início em junho de 2015. As vagas estão ligadas ao início da safra da cana-de-açúcar.
Pelo segundo mês consecutivo, outro setor que admitiu mais que demitiu foi o de couro e calçados, com mil empregos a mais em fevereiro. O desempenho reflete o processo de substituição de importações viabilizado pela desvalorização do real ante o dólar nos últimos meses.
Dentre as 36 regiões do Estado analisadas pela Fiesp, 26 tiveram variação negativa no índice de emprego em fevereiro, três ficaram estáveis e sete contrataram mais do que demitiram.

fonte

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/industria-paulista-corta-12-mil-empregos-em-fevereiro-diz-fiesp-02
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 26 Mar 2016, 9:58 am



[size=36]Relação de vagas de trabalho por candidato cai 30% em 2015, diz pesquisa[/size]

Uma queda como essa só foi observada em 2009, quando o mercado de trabalho sentiu os efeitos da crise financeira global, afirma a Fipe


A recessão econômica, que não poupa o mercado de trabalho, reduziu em 30,7% a relação de vagas de trabalho por candidato em 2015. A informação foi divulgada nesta quarta-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base em dados da empresa de recrutamento online Catho. Uma queda da ordem de 30% só foi observada em 2009, quando o mercado de trabalho sentiu os efeitos da crise financeira global,
"Quando o mercado tem mais vagas, o trabalhador tende a ser mais seletivo, negocia salários e benefícios com mais força. Na situação atual, quem está contratando tem a faca e o queijo na mão, podendo barganhar cargas horárias maiores ou remunerações mais baixas", explicou o economista da Fipe Raone Costa.
A piora nas condições do mercado de trabalho brasileiro ao longo de 2015 se deu apesar de uma melhora no quarto trimestre na quantidade de vagas ofertadas por trabalhadores em busca de emprego. Em dezembro, a alta foi de 4,3% na comparação com novembro. Em outubro e novembro, na margem, o índice também havia avançado 7,2% e 2,7%, respectivamente. De acordo com a Fipe, esse comportamento é sazonal e se deve às contratações temporárias para o fim de ano.
Entre 2008 e 2009 a taxa média de desemprego, calculada pela Pesquisa Mensal do Emprego (PME), avançou 0,2 ponto porcentual, de 7,9% para 8,1%. Já entre 2014 e 2015 o salto foi dez vezes maior, de 4,8% para 6,8%.
"Lá atrás, o que acontecia é que as pessoas deixavam de criar vagas, mas não demitiam. A crise foi curta, cerca de seis meses, e logo depois o país voltou a crescer", detalhou Costa. Ele acrescentou que os elevados custos de demissão levaram os empresários a permanecer com parte da mão de obra ociosa por algum tempo até uma sinalização de retomada econômica.
"Hoje, como já estamos em crise há mais tempo, não só se deixa de gerar vagas, como se manda pessoas embora. Por isso o comportamento da taxa de desemprego está sendo muito diferente nestes dois momentos", afirmou.

fonte

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/relacao-de-vagas-de-trabalho-por-candidato-cai-30-em-2015-diz-pesquisa-02
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Sab 26 Mar 2016, 2:44 pm


para petista, todos os odeiam por suas incompetencias, mas a realidade é uma só: PT é o pior partido da história do Brasil
Ainda bem que não são só as suas palavras...

“O legado de Lula é a redução da desigualdade”

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/o-legado-de-lula-e-a-reducao-da-desigualdade-0k1cwtx7s2e2bok86pp18kbim


Última edição por gusto em Sab 26 Mar 2016, 7:22 pm, editado 1 vez(es)


Quem ama não fala palavrão, não é preconceituoso, não xinga...(não é um Trump da vida) :risadinha:
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Sab 26 Mar 2016, 2:48 pm

Contra fatos não há argumentos... aqui procê


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 04 Abr 2016, 2:17 am

gusto escreveu:

para petista, todos os odeiam por suas incompetencias, mas a realidade é uma só: PT é o pior partido da história do Brasil
Ainda bem que não são só as suas palavras...

“O legado de Lula é a redução da desigualdade”

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/o-legado-de-lula-e-a-reducao-da-desigualdade-0k1cwtx7s2e2bok86pp18kbim

Uma materia escrita por petista nao vale
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 04 Abr 2016, 2:17 am

gusto escreveu:Contra fatos não há argumentos... aqui procê

nenhum fato, só ha mentiras
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 04 Abr 2016, 2:18 am



Dívida com a Caixa por gestão de programas sociais é mantida em segredo

BRASÍLIA — O governo da presidente Dilma Rousseff decidiu manter em sigilo o tamanho exato da dívida e quem são os devedores de taxas destinadas à Caixa Econômica Federal por conta da administração de fundos e programas sociais. O banco público é contratado pelo governo para executar programas como o Bolsa Família e precisa ser remunerado pelos serviços prestados. Em processos de conciliação que tentaram, sem sucesso, garantir os repasses à Caixa, a Advocacia Geral da União (AGU) relacionou a falta de pagamento dessas taxas de administração ao represamento de recursos conhecido como “pedaladas fiscais”. (INFOGRÁFICO: PEDALADAS EM SIGILO)

A União passou a protelar o pagamento das tarifas, um tipo de “pedalada” que gerou um débito incalculável com a Caixa; parte desse débito já é cobrada na Justiça Federal em Brasília. A composição da dívida, com o detalhamento de todos os programas pelos quais a instituição financeira deveria ser remunerada, permanecerá oculta, conforme decisão em última instância do governo em pedido de dados formulado pelo GLOBO via Lei de Acesso à Informação.

Para tentar obter a dimensão exata dessa “pedalada”, que passou ao largo inclusive das auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU), foi pedido à Caixa o detalhamento de dados registrados nas demonstrações contábeis do banco. O balanço público informa apenas, e de maneira genérica, que em 2015 a Caixa tinha R$ 1,9 bilhão a receber por “administração de fundos e programas sociais”. No ano anterior, eram R$ 1,98 bilhão. O valor, porém, se refere a prestação de serviços de fundos e programas sociais “incluindo União, estados, municípios e entes privados”, conforme informado pela própria Caixa.

COMISSÃO NEGOU PEDIDO EM ÚLTIMA INSTÂNCIA

O pedido pela Lei de Acesso, apresentado em 29 de julho de 2015, cobrou o valor pormenorizado de cada fundo e programa; o tamanho exato das dívidas da União, dos estados e das capitais; e o valor privado envolvido. Todas as instâncias previstas na lei negaram. A decisão definitiva foi tomada por uma comissão mista integrada por representantes de nove ministérios.

Para negar o detalhamento dos valores das taxas a receber, a Caixa alegou que as informações devem ser mantidas em segredo por se enquadrar no artigo 6º do decreto de 2012 que regulamentou a Lei de Acesso. O artigo prevê que o acesso à informação não se aplica em hipóteses de “sigilo fiscal, bancário, de operações e serviços no mercado de capitais, comercial, profissional, industrial e segredo de justiça”.

Em resposta a um recurso, o vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa, Márcio Percival Pinto, acrescentou mais um argumento: “A composição das contas referenciadas envolve informações próprias de mercado e da atuação e estratégia desta empresa pública”.

O entendimento não foi unânime no governo. Uma análise da área técnica da Controladoria Geral da União (CGU), a terceira instância para recurso prevista na Lei de Acesso, enxergou “princípio da publicidade” na informação. “Os contratantes, neste caso, são pessoas políticas — a União, os estados e municípios, aos quais o direito de privacidade não assiste. Ao contrário, as informações derivadas das relações constituídas pelas pessoas políticas obedecem, regra geral, ao princípio da publicidade”, argumentou a analista de Finanças e Controle da CGU Maíra Luísa Milani, responsável por dar um parecer.

A analista afirmou ainda que “os contratos de prestação de serviços firmados pela Caixa com os entes políticos não são conquistados em um mercado de livre concorrência entre as instituições financeiras”. “A própria Caixa reconhece, nos esclarecimentos prestados à CGU, o caráter não concorrencial dos serviços prestados, em razão da ‘exclusividade legalmente imposta hoje’.” Conforme a analista, os relatórios de gestão disponíveis não informam os “valores devidos pela União, estados e capitais”.

O parecer sugere que a Caixa informe os fundos e programas com taxas a receber e diz que o banco “descumpriu procedimentos básicos da Lei de Acesso à Informação”. Mas o ouvidor-geral da União Gilberto Waller Júnior superior da analista de Controle, discordou do parecer. Para ele, a informação deve ser pública, mas fornecida pelos devedores. Esse levantamento seria impossível de ser feito, por envolver diversos ministérios, 27 unidades da federação e as mais diferentes cidades. Na última instância prevista em lei, a Comissão Mista de Reavaliação de Informações concordou com o ouvidor-geral. A informação foi negada, com base no argumento do sigilo bancário.

fonte

http://oglobo.globo.com/brasil/governo-decreta-sigilo-sobre-dados-de-pedaladas-19008398
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 04 Abr 2016, 2:19 am

como explicar o rombo de 1,9 bilhao de reais por causa do bolsa esmola?
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Ed em Seg 04 Abr 2016, 9:05 am

O Gusto recebe em pão com mortadela ou da lei Rouanet?!  :risadinha:


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Cartman em Seg 04 Abr 2016, 4:59 pm

gusto escreveu:“O legado de Lula é a redução da desigualdade”

O legado de um ”Zé Ruela” metido a Robin Hood, só que burro!



DICIONÁRIO LULA

ABISMADO - pessoa que cai no abismo.
ABREVIATURA - ato de se abrir um carro de polícia.
ALOPATIA - dar um telefonema para a tia
AMAZONAS - frequentador de prostíbulos.
ARMADURA - pênis em estado de ereção.
ARMARINHO - vento proveniente do mar.
ARTESÃO - aparentando excitação.
BARBICHA - boteco para gays.
BARGANHAR - receber um bar de herança.
BARRACÃO - proibir a entrada de cachorro.
BISCOITO - relação sexual repetida.
CÁLICE - ordem para ficar calado.
CAMINHÃO - estrada ou caminho muito grande.
CATÁLOGO - ato de se apanhar coisas rapidamente.
COAGIR - atuar em equipe.
COMBUSTÃO - mulher com busto grande.
COMUNGUEI - estar relacionando-se com homossexual.
CONCEIÇÃO - elemento de soma (Ex.: quatro com seis são dez).
CRETINO - nativo do Creta.
DEPAUPERADO - operador de fimose.
DESANUVIADO - dez homossexuais mostrando a busanfa.
DESBOTAR - quando a galinha bota dez ovos.
DESDENTAR - o mesmo que dez mordidas.
DESTILADO - aquilo que não está do lado de lá.
DETERGENTE – barrar indivíduos suspeitos.
DETERMINA - prender uma garota.
DESVIADO - dez homossexuais em um grupo.
DOCUMENTADO - pessoa acostumada a passar menta no fiofó.
EDIFÍCIO - antônimo de "é fácil".
EFICIÊNCIA - estudo científico da letra "F".
ENCURRALAR - o mesmo que esfolar o fiofó.
ENTREGUEI - estar cercado de homossexuais.
ESFERA - animal selvagem domesticado.
ESPERTO - o mesmo que distante.
FLUXOGRAMA - direção em que cresce o capim.
GINCANA - bebida contendo gim e cachaça.
GLANDE - sinônimo de enolme.
GLOSAR - atingir o oglasmo.
HALOGÊNIO - forma de cumprimentar pessoas inteligentes.
HOMOSSEXUAL - sabão em pó para lavar partes íntimas.
INTIMAÇÃO - o mesmo que carícias íntimas.
KARMA - expressão mineira para evitar o pânico.
LOCADORA - uma mulher maluca de nome Dora.
MINISTÉRIO - aparelho de som em tamanho reduzido.
MISSÃO - missa muito longa.
NEGATIVA - crioula trabalhadora.
NEGOCIANDO - crioulo entrando no cio.
OBSCURO - "Ob" na cor preta.
QUARTZO - partze ou aposentzo de um apartamentzo.
PAULATINO - pênis nativo das Américas Central e do Sul.
PERIGOSA - o que o Peri faz com a Ceci no Guarani.
PICARDIA - pênis que estava ardendo.
RAZÃO - lago muito extenso, porém pouco profundo.
RODAPÉ - aquele que tinha carro, mas agora roda a pé.
SAARA - é a mulher do Jaacó.
SOLUÇÃO - soluço forte.
SUPERSTIÇÃO - crioulo muito forte.
TABELA - sinônimo de estar muito bonita.
TALENTO - característica de alguma coisa devagar.
TÍPICA - o que o mosquito te faz.
VIÚVA - ato de ver uma uva.
VOLÁTIL - sobrinho avisando onde vai.


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Seg 04 Abr 2016, 10:23 pm

Cartman difamando autoridades ainda vai, mas gente que se passa por crente é prá acaba mesmo.

É lamentável a situação da "crentaiada", são todos a lá bancada evangélica, só não sei do qual evangelho.


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Seg 04 Abr 2016, 10:25 pm

Ed escreveu:O Gusto recebe em pão com mortadela ou da lei Rouanet?!  :risadinha:
Eu ainda estou raciocinando, o ódio ainda não me cegou, e nem o meu amor esfriou.

Por que não se coloca no lugar de quem precisa dos auxílios do governo?

Você e o desevangelista. :risadinha:


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Re: Consequências da Reeleição

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