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Consequências da Reeleição

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 31 Mar 2015, 11:30 am



Economia brasileira cresce 0,1% em 2014, diz IBGE

PIB per capita (por pessoa) caiu a R$ 27.229. Taxas positivas partiram de agropecuária e serviços; investimentos caíram.

A economia brasileira cresceu 0,1% em 2014, segundo informou nesta sexta-feira (27) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes (em reais), a soma das riquezas produzidas no ano passado chegou a R$ 5,52 trilhões, e o PIB per capita (por pessoa) caiu a R$ 27.229.

Esse é o pior resultado desde 2009, ano da crise internacional, quando a economia recuou 0,2%. Em 2013, de acordo com dados revisados, a economia havia crescido 2,7%.

Os números apresentados pelo IBGE já foram calculados com base na nova metodologia, que incluiu dados que não existiam e mudou a classificação de alguns itens.

“O que contribuiu para o crescimento foram os serviços e, negativamente, foi a indústria”, afirmou Rebeca de La Rocque Palais, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

A previsão mais recente do Banco Central era que o PIB tivesse recuado 0,1%, próxima à do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), chamado de "prévia do PIB", que estimava uma contração de 0,15% no ano passado. Já a expectativa dos analistas do mercado financeiro era positiva, porque indicava uma alta de 0,15%, segundo o boletim Focus, do Banco Central.

Em relação ao terceiro trimestre de 2014, o PIB de outubro a dezembro avançou 0,3%. O resultado foi puxado pela agropecuária, que cresceu 1,8%, e pelo setor de serviços, que teve expansão de 0,3%. Por outro lado, a indústria mostrou leve queda de 0,1%.

Frente ao 4º trimestre do ano anterior, o PIB mostrou retração de 0,2%, de acordo com o IBGE.

Setores

No ano de 2014, a agropecuária cresceu 0,4%, puxada pelas taxas positivas de soja (5,8%) e de mandioca (8,8%), ainda que a produção tenha desacelerado. Na contramão, caiu a produtividade da cana-de-açúcar (-6,7%), do milho (-2,2%), do café (-7,3%) e da laranja (-8,8%).

"A grande diferença de 2013 para 2014 foi o desempenho da cultura da soja”, diz Rebecca. “Houve queda de produtividade, então a renda gerada no setor é afetada negativamente.”

A indústria mostrou queda de 1,2%, influenciada pela retração de 2,6% em construção civil e eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana.

"O desempenho foi influenciado pelo maior uso das termelétricas, sobretudo a partir do segundo trimestre do ano", diz o IBGE, em nota. Apesar da taxa negativa da atividade fabril, houve avanço de 8,7% da indústria extrativa mineral. Segundo Rebeca Palais, o bom resultado da extrativa mineral ajudou a conter parte da queda significava da indústria de transformação (-3,8%).

No caso de serviços, que teve a maior alta entre os setores, de 0,7%, o resultado foi influenciado pelos serviços de informação, atividades imobiliárias e transporte, entre outras. O aumento não foi maior porque o comércio, que costumava mostrar taxas positivas, recuou 1,8% em 2014.

“Outros Serviços é bastante ligado ao consumo das famílias. No quarto trimestre, ele ajudou, mas no ano, ele ficou baixo. Dentro dele tem toda a parte de despesa pessoal. Isso caiu no ano e se você for olhar por outro lado, a inflação foi um dos grupos afetados. Alguns serviços sofreram mais do que outros, por outro lado educação e serviço mercantil cresceu ao longo do ano. O comércio foi puxado para baixo principalmente pelo mercado atacadista, que está ligado ao desempenho da indústria. Claro que os serviços mais relacionados com o desempenho da indústria tiveram desempenhos piores.”

Investimentos e despesas

Com a queda da produção interna e da importação de bens de capital (máquinas e equipamentos), os investimentos caíram 4,4% em 2014, a maior retração desde 1999, quando a baixa havia sido de 8,9%.

"A contribuição negativa ficou por conta dos investimentos, que tinham crescido 6,1% em 2013", afirmou a coordenadora do IBGE.

A despesa de consumo das famílias, que durante anos sustentou o crescimento da economia, avançou menos do que em 2013: de 2,9% para 0,9%. A massa salarial dos trabalhadores, descontando a inflação, aumentou 4,1%. A despesa do consumo do governo também cresceu menos no ano passado. Enquanto em 2013 a alta havia sido de 2,2% (frente a 2012), em 2014 (em relação a 2013), foi de 1,3%.

“A massa salarial continua crescendo, teve variação de 4,1% da massa salarial, mas por outro lado, o crédito não está mais crescendo em termos reais. Além disso, a gente teve a Selic [taxa básica de juros] que aumentou e passou de 8,2% ao ano para 10,9%. E o IPCA [inflação oficial] que cresceu de 6,3% na média de 2014 contra média de 2013”, afirma a coordenadora.

No setor externo, caíram as exportações (-1,1%) e as importações (-1,0%) de bens e serviços, com influência negativa para a indústria automotiva.

A queda as importações ocorrem por causa do câmbio e da economia, segundo Rebecca. “Quando está desaquecida, afeta as importações também.”

“Tanto a construção como máquinas e equipamentos caíram. Então, esses componentes afetaram os investimentos. Os “outros” [cresceu 5,5% - o que onde estão incluídos Pesquisa e Desenvolvimento, desenvolvimento de informática, software, e produtos de propriedade intelectual, que passaram a ser considerados como investimento na nova metodologia] cresceram, diminuindo um pouco essa queda dos investimentos do ano de 2014. Eles foram responsáveis pelos investimentos não terem caído tanto.”

Em 2014, a taxa de investimento foi de 19,7% do PIB, abaixo do registrado em 2013, de 20,5%. Foi a menor desde 2009, quando chegou a 19,2%. A taxa de poupança recuou, de 17% em 2013 para 15,8% no ano seguinte.

Impostos

De acordo com o IBGE, a "estabilidade do PIB" resultou ainda da variação de 0,2% do valor adicionado a preços básicos e do recuo (-0,3%) nos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.

“Os impostos já vinham há um tempo crescendo mais do que o valor adicionado. Em 2014, foi o contrário. Ele teve variação negativa de 0,3 e isso principalmente por causa do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados], que está ligado à indústria de transformação e por causa da importação, que a gente viu que o volume de bens e serviços caiu no ano.” De acordo com Rebeca, a última vez que o Brasil viu o valor adicionado crescer mais do que os impostos foi em 2009.

“Tinha valor de -0,2% e impostos, -0,3%.”

Rebecca explicou que um dos principais motivos é o desempenho da indústria. “Industria teve desempenho ruim e a indústria paga bastante imposto em alguns setores e aí afeta. A importação em 2009 também caiu”.

De acordo com ela, a queda as importações ocorrem por causa do câmbio e da economia “quando está desaquecida, afeta as importações também”.

Novo cálculo

O cálculo que mede as riquezas do país ficou diferente a partir deste ano. A nova metodologia incluiu dados que não existiam, deslocou informações e mudou a classificação de alguns itens, deixando a medição mais precisa. Novos dados foram incorporados a partir de 2010, gerando uma revisão de toda a série.


fonte

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/03/economia-brasileira-cresce-01-em-2014-diz-ibge.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 31 Mar 2015, 11:31 am



Band demite 50 profissionais e cancela três programas locais no Rio

Demissões estão apenas começando

Por Gabriel Vaquer

Em uma crise financeira sem qualquer precedente, a Band já começou a fazer sua série de demissões por conta da queda de verba publicitária.

A filial do Rio de Janeiro cancelou três dos quatro de seus programas locais: "Jogo Aberto RJ", apresentado por Larissa Erthal, "Os Donos da Bola RJ", apresentado por Sandro Gama, e "Brasil Urgente RJ", de Fábio Barreto. Apenas o local "Jornal do Rio" fica no ar.

Além disso, cinquenta profissionais foram sumariamente demitidos, entre jornalistas e técnicos. Entre eles estão a repórter Roberta Barroso, o apresentador Fábio Barreto e os comentaristas da versão carioca do "Jogo Aberto", Pedrinho e Djalminha.

Da equipe esportiva, até o momento, só ficaram intactos a apresentadora Larissa Erthal, que saiu de férias nesta sexta (27), e o comentarista Edmundo. Ambos só continuam porque seus contratos são ligados a São Paulo.

O clima é de desolação dentro da Band. Pessoas estão chorando e tendo de ser amparadas por colegas de trabalho.

O NaTelinha antecipou a série de demissões na tarde desta sexta (27), que fazem parte de um "pacote" de 200 profissionais.

Grandes cortes ocorrerão na cabeça da rede, em São Paulo, como também em suas filiais por todo o Brasil, como no Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Presidente Prudente e Campinas.

As dispensas deverão atingir jornalistas, técnicos, produtores, dentre outros. Além disso, nas filiais pelo Brasil, para reduzir gastos, a Band estuda fechar o escritório de jornalismo nos fins de semana, tirando o esquema de plantão.

Procurada pelo NaTelinha para comentar as demissões, a assessoria de imprensa da Band disse que "o que está em curso é uma reestruturação de grade e não um programa de demissões".


fonte

http://m.natelinha.ne10.uol.com.br//noticias/2015/03/27/band-demite-50-profissionais-e-cancela-tres-programas-locais-no-rio-87368.php

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 31 Mar 2015, 11:31 am


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 31 Mar 2015, 11:32 am



Brasília - Em meio a uma crise de energia sem precedentes no país e em busca de fontes alternativas para evitar um racionamento, o governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia. O Ministério de Minas e Energia está nas tratativas finais para viabilizar a negociação.

A usina térmica Rio Madeira pertence à Eletronorte, uma das empresas do grupo Eletrobras. Inaugurada em 1989, ela foi uma das responsáveis por abastecer os estados de Rondônia e Acre por 20 anos. Com potência de 90 megawatts, o empreendimento fica em Porto Velho (RO) e é capaz de fornecer energia para uma cidade de 700 mil habitantes.

Segundo uma fonte, a usina precisa passar por uma "recauchutagem geral" para entrar novamente em operação. Antes de doá-la, a Eletronorte vai converter a usina para gás natural, combustível abundante na Bolívia.

Essa reforma, com o transporte e montagem na Bolívia, custará R$ 60 milhões. O dinheiro já foi transferido pelo governo para a Eletronorte, responsável pela reforma. Uma usina térmica nova, com capacidade de 100 MW, custa hoje em torno de R$ 100 milhões.

A transação está prestes a ser concluída pela estatal e depende apenas de um sinal verde do Ministério de Minas e Energia. A doação da usina faz parte dos compromissos bilaterais assumidos entre os dois países.

A térmica Rio Madeira foi desativada em outubro de 2009, quando o Estado de Rondônia foi conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e passou a ser abastecido por hidrelétricas, que produzem energia mais barata.

Em janeiro de 2014, a fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) constatou que a usina, embora desligada, tinha condições de operar parcialmente. Seu prazo de concessão acabava apenas em 2018. No entanto, "devido ao alto custo de operação, esta dificilmente seria despachada".

Por essa razão, a Aneel declarou os bens da usina como "inservíveis à concessão de serviço público". Em 2010, cada megawatt-hora (MWh) produzido pela usina custava R$ 846,98. Atualmente, a térmica mais cara em operação no Brasil é a de Xavantes, também a movida a óleo diesel, com custo de operação de R$ 1.167 por MWh.

A conclusão da Aneel deu aval para a continuidade das negociações, que agora estão em fase final. Segundo uma fonte da Eletrobras a par do assunto, trata-se de uma "térmica de qualidade ruim", por isso o Brasil não faria questão de ficar com a planta.

Por meio de nota, o Ministério de Minas e Energia informou que o acordo teve como objetivo "promover a cooperação energética com a Bolívia". O ministério disse que a transferência de R$ 60 milhões foi autorizada por meio da Medida Provisória 625/2013.

O ministério informou ainda que os trâmites necessários para operacionalizar o acordo deveriam ser informados pela Eletronorte. Já a empresa declarou que o governo deveria se pronunciar sobre o assunto, já que se trata de uma negociação internacional.

O pedido de doação da termelétrica foi feito diretamente pelo presidente boliviano, Evo Morales, em uma reunião bilateral com Dilma Rousseff - a primeira entre os dois - durante a primeira Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos (Celac), na Venezuela, em dezembro de 2011.

No encontro, Evo explicou à presidente os problemas de energia e os apagões constantes enfrentados por seu país e pediu ajuda. Apesar de ser um dos maiores produtores de gás do mundo, a Bolívia não tem os equipamentos para transformá-lo em energia elétrica.

Dilma prometeu ceder então à Bolívia a termelétrica Rio Madeira, que estava sem uso no Brasil, mas que precisava ser reformada. O contrato seria de empréstimo por 10 anos, renováveis. Na prática, no entanto, o empréstimo se transformaria em uma doação, já que o custo de devolver a usina para o Brasil dificilmente compensaria.

A política de boa vizinhança, no entanto, tem por trás não apenas também necessidade de garantir a boa vontade dos bolivianos. Maior fornecedor de gás ao Brasil, o governo da Bolívia já aumentou duas vezes o preço do metro cúbico enviado ao país, mas garante o abastecimento de outros usinas brasileiras.

Além disso, o Brasil quer viabilizar a construção de uma hidrelétrica binacional, na divisa entre os dois países. Trata-se de um projeto antigo e discutido há anos pelos dois governos, sem ter nenhuma decisão prática até hoje.

O governo ainda terá que elaborar um memorando de entendimento para fazer a cessão formal à Bolívia, o que só deve acontecer quando a usina estiver pronta para ser enviada aos bolivianos. O ato também é enxergado como uma forma de melhorar a imagem do Brasil em La Paz, abalada desde a fuga do senador Roger Pinto Molina da embaixada brasileira, ajudado pelo diplomata Eduardo Sabóia.

A Bolívia continua sofrendo com apagões, especialmente no interior do país, para onde deve ser enviada a termelétrica do Rio Madeira.


fonte

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/em-meio-a-crise-energetica-brasil-vai-doar-usina-a-bolivia

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 31 Mar 2015, 11:33 am



Reajuste dos preços de remédios poderá ser de até 7,7%, diz governo

Autorização foi publicada no 'Diário Oficial da União' desta terça-feira. Empresas já estão liberadas para aplicar o aumento.

Os remédios poderão ficar mais caros a partir desta terça-feira (31) em todo o país. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED) fixou em até 7,7% o ajuste máximo permitido este ano aos fabricantes na definição do preço dos medicamentos.

A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União" desta terça-feira.

A regulação é válida para um universo de mais de 9.000 medicamentos e os ajustes são autorizados em três níveis, conforme o perfil de concorrência dos produtos.

O nível 1, que tem o maior percentual de reajuste, inclui remédios como omeprazol (gastrite e úlcera); amoxicilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias). No nível 2, cujo percentual é de 6,35%, estão, por exemplo, lidocaína (anestésico local) e nistatina (antifúngico). No nível 3, que tem o menor índice de aumento, 5%, ficarão mais caros medicamentos como ritalina (tratamento do déficit de atenção e hiperatividade) e stelara (psoríase).

A autorização para reajuste leva em consideração três faixas de medicamento, com mais ou menos participação no mercado farmacêutico. O reajuste segue a lógica de que nas categorias com mais ou menos remédios a concorrência é maior e, portanto, o reajuste autorizado pode ser maior.

O ajuste de preços considera a inflação acumulada em 12 meses até fevereiro, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e que ficou em 7,7%. Em 2014, o reajuste máximo autorizado foi de 5,68%.


fonte

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/03/reajuste-dos-precos-de-remedios-podera-ser-de-ate-77-diz-governo.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 31 Mar 2015, 1:50 pm



Famílias brasileiras consomem cada vez menos, mostra IBGE
O consumo das famílias brasileiras — item que compõe o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) — subiu 0,9% no último ano, em relação a 2013. De acordo com informações do IBGE, foi a menor taxa registradas desde 2003, quando recuou 0,7%. Mesmo com o consumo registrando leve crescimento no ano passado, o indicador mostra que as famílias brasileiras estão comprando cada vez menos, em relação a anos anteriores. Em 2013, o índice registrou uma alta maior, de 2,9%.
Segundo a coordenadora de Contas Nacionais do órgão, Rebeca de La Rocque Palais, esse comportamento do consumidor acontece em razão do aumento da taxa de juros, da inflação alta e da estagnação da concessão de crédito para a pessoa física.
—Tivemos crescimentos do emprego e do rendimento real das famílias, mas a taxa média de juros no ano, em relação a 2013, também subiu — analisou Rebeca.
O ambiente pouco convidativo para consumir já bateu na porta da dona de casa Joana Martins, de 20 anos. Mãe de uma criança de 7, ela conta que gastar tem sido a última intenção da família:
— Trocamos carne vermelha por frango para economizar no supermercado. Enquanto isso, poupamos para conseguir pagar as outras contas. Tudo está caro.
A situação não é diferente na casa da designer de sobrancelhas Aline Costa, de 35 anos.
—Queria trocar meu carro, mas agora nem penso mais nisso — desabafou.


fonte:

http://extra.globo.com/noticias/economia/familias-brasileiras-consomem-cada-vez-menos-mostra-ibge-15739213.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 31 Mar 2015, 1:53 pm



Funcionários do Banco Central anunciam greve da categoria
Durante o discurso do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, nesta segunda-feira (dia 30), em comemoração aos 50 anos da autoridade monetária nacional, cerca de 50 técnicos vestidos com camisetas com a frase “Comemorar o quê?!” se levantaram e ficaram de costas. Eles saíram ainda no início da fala do chefe. O ato marcou o início de mais uma greve da categoria, que deverá durar até sexta-feira. Os trabalhadores reivindicam o cumprimento de acordos de reestruturação da carreira.
De acordo com o presidente do Sindicato Nacional dos Técnicos do Banco Central (Sintbacen), Igor Nóbrega Oliveira, há adesão ao movimento nas nove capitais onde a instituição tem sedes: Belém (PA), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Recife (PE), São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), variando de 50% a 100%, dependendo da localidade.


fonte:

http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/funcionarios-do-banco-central-anunciam-greve-da-categoria-15739093.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 01 Abr 2015, 9:50 pm

Tarifa do Metrô vai subir de R$ 3,50 para R$ 3,70

fonte

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/tarifa-do-metro-vai-subir-de-r-350-para-r-370/551c4c7e82a42da17f00095d.html#foto=1

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por gusto em Qua 01 Abr 2015, 10:04 pm

EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:Tarifa do Metrô vai subir de R$ 3,50 para R$ 3,70

fonte

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/tarifa-do-metro-vai-subir-de-r-350-para-r-370/551c4c7e82a42da17f00095d.html#foto=1
Por que não vai pro Japão? Lá tem deflação.

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2011/02/fenomeno-da-deflacao-prejudica-economia-do-japao.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 01 Abr 2015, 11:33 pm



Com bandeira vermelha, contas de luz continuam mais caras em abril

Não bastasse pagar mais pela luz elétrica por conta da bandeira tarifária vermelha em vigor desde janeiro e do aumento de 34,95% da Ampla — aplicado em março aos consumidores residenciais de 66 municípios do Estado do Rio —, os empréstimos bancários feitos pelo governo federal para socorrer as distribuidoras de energia, em 2014, custarão R$ 34,015 bilhões aos brasileiros. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o repasse dessa nova alta — a terceira aplicada somente este ano para os cidadãos fluminenses — vai gerar um aumento entre 5 e 6 pontos percentuais nas contas de luz do país, entre 2015 e 2020, período em que serão arrecadados os recursos para quitar os empréstimos.

Além da discussão sobre essas novas cobranças extras na conta de luz, a Aneel anunciou, nesta terça, a possibilidade de rever o aumento anual aplicado pela Ampla no mês passado, o que vai dificultar, ainda mais, o entendimento dos consumidores do Estado do Rio sobre o quanto está custando, de fato, a energia consumida.

Esses aumentos de 5 a 6 pontos serão aplicados a cada reajuste anual de tarifas das empresas (o da Ampla ocorre em março; e o da Light, em novembro). Do montante de R$ 34,015 bilhões desembolsados pelos brasileiros, R$ 12,838 bilhões — 37,7% — são correspondentes a juros a serem pagos aos bancos.
Compra de energia

De abril de 2014 a março deste ano, o governo federal tomou emprestado R$ 21,176 bilhões das instituições financeiras. O dinheiro foi usado para cobrir custos extras das distribuidoras com a compra de energia no ano passado — despesas geradas pela disparada no preço devido à falta de chuvas e à queda no volume de água dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país.

Pela regra vigente, as próprias distribuidoras deveriam pagar essa conta no primeiro momento, mas alegaram não ter recursos, e o governo precisou socorrê-las. Se as companhias tivessem honrado a dívida, seriam ressarcidas no reajuste tarifário que ocorre todos os anos, quando repassariam a fatura às contas de luz. Ou seja, os clientes pagariam a conta extra de qualquer maneira. Mas, com os empréstimos do governo, terão que pagar mais, devido aos juros.

No total, as distribuidoras arrecadarão R$ 37,417 bilhões dos clientes durante os 4,5 anos em que os empréstimos forem amortizados. Mas, aos bancos serão pagos R$ 34,015 bilhões. A diferença de R$ 3,4 bilhões se deve a uma reserva de recursos, equivalente a 10%, que precisa ficar na conta como garantia aos bancos. O valor será devolvido aos usuários ao fim da operação, segundo a Aneel.

Revisão da Ampla

Apesar da alta nas contas de luz prevista de 2015 a 2020, a agência reguladora do setor admitiu, ontem, que pode rever para baixo o aumento deste ano da Ampla — de 34,95% para clientes residenciais e de 56,15% para as indústrias. Isso porque o órgão aprovou um valor para as cotas mensais da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). As cotas desse fundo — que banca a Tarifa Social para os mais pobres, por exemplo — são pagas às distribuidoras. Com esse dinheiro, elas poderão amortizar novos empréstimos para pagar a energia adquirida por um preço mais alto. A partir daí, será possível reduzir os índices de reajuste aplicados por sete empresas de São Paulo, da Paraíba e do Rio. Uma delas é a Ampla.

A empresa atende 2,8 milhões de unidades consumidoras — ou sete milhões de pesoas — em municípios como Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Magé. Ao todo, a distribuidora de energia cobre 73% do território estadual.


Entenda o sistema das cores:

Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre acréscimo.
Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 2,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
Bandeira vermelha: condições mais custosas de geração. A tarifa sobre acréscimo de R$ 5,50 a cada 100 kWh consumidos.



FONTE


http://extra.globo.com/noticias/economia/com-bandeira-vermelha-contas-de-luz-continuam-mais-caras-em-abril-15733713.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 01 Abr 2015, 11:35 pm

gusto escreveu:
EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:Tarifa do Metrô vai subir de R$ 3,50 para R$ 3,70

fonte

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/tarifa-do-metro-vai-subir-de-r-350-para-r-370/551c4c7e82a42da17f00095d.html#foto=1
Por que não vai pro Japão? Lá tem deflação.

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2011/02/fenomeno-da-deflacao-prejudica-economia-do-japao.html

nada que é exagerado é bom

a deflação em grande escala é ruim, como dito na reportagem

mas hiperinflação ou inflação em crescente é ruim para um país, as pessoas compram menos, logo nao tem venda, logo a empresa nao lucra, logo há diminuição de salario, logo ha demissões

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 02 Abr 2015, 7:01 pm



'Lista de supermercado' da Presidência da República vale R$ 712 mil 

Foco das licitações citadas está em produtos de limpeza. Alguns itens tem sobrepreço; garrafa de Coca custa R$ 6,10 

O Dia 


Brasília - Licitações recém divulgadas na página oficial da Secretaria Geral da Presidência da República revelam que o padrão de consumo no Palácio do Planalto é realmente bem diferente da realidade do brasileiro comum. Por lá, a "lista de supermercado" está valendo R$ 712 mil. As compras são feitas de uma vez só, em grande quantidade, prevendo abastecimento anual.

As compras de produtos gerais abastecem os depósitos do Palácio do Planalto, Residência da Alvorada e do Torto, além dos gabinetes de São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre, assim como seus funcionários, publicou o InfoMoney nesta quarta-feira.

O foco das licitações citadas está em produtos de limpeza. Além destas, há outras, porém, de produtos que não são encontrados em supermercados.

Na lista, pode-se observar que que está previsto o gasto de R$ 43 mil com detergente neutro, R$ 47 mil com cloro granulado, R$ 82 mil com sacos de lixo biodegradáveis e quase R$ 100 mil com sapatilhas de solado antiderrapante.


Todas as licitações estão disponíveis no site da Secretaria, no entanto, não há como saber se o dinheiro será gasto integralmente ou se algum desconto será alcançado.

Sabe-se, por exemplo, que o governo pretende gastar cerca de R$ 121 mil em ração para aves e peixes que residem no Palácio do Planalto. O preço mínimo neste não conseguiu ser alcançado no leilão desta licitação, e em outros, ocorreu economia. O total gasto até agora foi R$ 43.881,10.

Esse fato impulsionou sobrepreço de alguns outros itens, como a garrafa de 2 litros do refrigerante Coca Cola, por exemplo, que está saindo por R$ 6,10, quando pode ser encontrada por menos de R$5 mesmo em regiões mais caras do país.


fonte


http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2015-04-02/lista-de-supermercado-da-presidencia-da-republica-vale-r-712-mil.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 02 Abr 2015, 7:09 pm



Metrô: Mais caro e menos eficiente

Um trabalhador que utiliza duas passagens de metrô por dia, durante 22 dias uteis, gastará cerca de R$ 163, ou seja, 20% do salário mínimo. Em Paris, nessas condiçoes o trabalhador gastaria 5% do salario mínimo. Mas, a capital francesa possui mais de 20 linhas, enquanto o Rio conta com duas. Isso significa que aqui o cidadão paga por um serviço quatro vezes mais caro e 20 vezes pior


fonte: Jornal Brasil de Fato - página nº 9 - 2 a 8 de abril de 2015

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Lit San Ares em Sex 03 Abr 2015, 6:46 am

gusto escreveu:Por que não vai pro Japão? Lá tem deflação.

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2011/02/fenomeno-da-deflacao-prejudica-economia-do-japao.html

O Japão está com um problema muito mais sério que o nosso.

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:30 pm



Petrolão tira R$ 87 bilhões da economia brasileira
Estudo da FGV e do Cedes aponta encolhimento do PIB brasileiro em 2015

O DIA
Rio - Os reflexos do esquema de corrupção detectado na Petrobras pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, vão atingir a economia brasileira este ano com redução em R$ 87 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB). Esta é a previsão de estudo do Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Centro de Estudos de Direito Econômico e Social (Cedes).

Os R$ 87 bilhões que deixarão de circular são suficientes, por exemplo, para a construção de 1,2 milhão de unidades do programa ‘Minha Casa Minha Vida’. E permitiriam a construção de mais de 72 ‘maracanãs’ e de quase três hidrelétricas de Belo Monte. O R$ 87 milhões representam ainda 2,3 vezes da infraestrutura dos Jogos Olímpicos de 2016. 

Para chegar aos R$ 87 milhões de encolhimento do PIB, o estudo leva em conta os efeitos da redução de gastos da Petrobras sobre toda a cadeia de fornecedores. A estimativa é de redução de R$ 27,5 bilhões nos investimentos da Petrobras. A partir desse valor, foram calculadas perdas na produção, nos empregos, nos salários e na geração de impostos. 

A previsão é que, com as demissões previstas, o pagamento de salários deverá diminuir R$ 13,6 bilhões. Isso trará efeitos negativos sobre o consumo de produtos, serviços e até de produtos agrícolas. Além disso, os cofres públicos de União, estados e municípios deverão ter uma queda na arrecadação de cerca de R$ 5,7 bilhões. 

Pelo estudo, o impacto mais forte recairá sobre as grandes construtoras, que também são alvo da Lava Jato. Só nesse setor da economia, a contribuição para o PIB deverá cair R$ 10 bilhões, com corte de 192 mil vagas, redução de R$ 1,7 bilhão nos salários pagos e recolhimentos tributários R$ 652 milhões menores. 

Na semana passada, a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou estudo em que mostra que pelo menos 144 empreendimentos estão ameaçados de paralisação, depois das denúncias de esquema de corrupção na Petrobras. A interrupção de projetos com a deflagração da Lava Jato representa risco de R$ 423,8 bilhões em investimentos no país. 

Desse total, R$ 242, 8 bilhões estão previstos para 109 obras de infraestrutura e o restante, R$ 181 bilhões, são para o setor de petróleo e gás. No Rio de Janeiro, são R$ 46 bilhões de investimentos ameaçados em infraestrutura e R$ 58,9 bilhões em petróleo e gás.


fonte



http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2015-04-03/petrolao-tira-r-87-bilhoes-da-economia-brasileira.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:31 pm



Band corta Djalminha, Pedrinho, gandula famosa e enxuga Jogo Aberto

A Band anunciou o fim da suas edições regionais do programa Jogo Aberto. Com isso, a emissora também acertou a demissão de nomes como os ex-jogadores Djalminha e Pedrinho, que comentavam a atração no Rio de Janeiro.

Segundo apurou o UOL Esporte, Larissa Erthal, que era apresentadora da atração, seguirá na emissora, pois tem contrato em São Paulo. A partir de agora, o Jogo Aberto, apresentado por Renata Fan, será transmitido para todo o Brasil.

Larissa continuará na apresentação do programa Terceiro Tempo, ao lado de Milton Neves. Ela só foi ausência nos últimos dois domingos por estar de férias.

De acordo com pessoas próximas, Larissa tem tido um papel importante no programa de Milton Neves, pois elevou a audiência da atração no Rio.

A emissora ainda dispensou três repórteres, cinegrafistas, produtores e editores nesta segunda-feira. A assessoria de imprensa confirmou a saída dos funcionários, mas não explicou o motivo.

Outro programa a passar por alterações na grade da emissora é a edição carioca do Donos da Bola. A ex-gandula Fernanda Maia foi demitida, e Elaine Azevedo e Edilson Silva assumem a atração. Os dois vieram da CNT (trabalhavam no Balanço Esportivo).

Recentemente, a Band tem sofrido com uma crise financeira que já culminou na demissão de nomes como Luiz Bacci, Mauro Beting e também o fim do programa Agora É Tarde, de Rafinha Bastos.

Além de Edilson e Elaine, outros integrantes do Balanço Esportivo, da CNT, foram para a Band: Acácio (ex-goleiro do Vasco), Rogério Lourenço (ex-tpecnico do Flamengo) e os comentaristas Ronaldo Castro e Waldir Luiz.

Edilson Silva não chega a ser uma novidade na Bandeirantes. O jornalista já havia assumido a chefia de redação da Rádio Bradesco Esporte FM, que também pertence ao grupo, no início de 2014.





fonte



http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2015/04/06/band-corta-djalminha-pedrinho-gandula-famosa-e-enxuga-jogo-aberto/

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:32 pm



Brasileiros já pagaram mais de meio trilhão de reais em impostos este ano

Os brasileiros bateram ontem, segunda-feira, um recorde que não pode ser comemorado. Com nove dias de antecedência em relação a 2014, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou a marca de R$ 500 bilhões. Ou seja, no ano passado, esse valor tinha sido atingido apenas no dia 15 de abril.

Às 9h15 desta terça-feira, a marca, porém, já tinha dado um salto: chegou a R$ 636 bilhões. O total equivale ao montante pago pelos brasileiros em impostos, taxas e contribuições desde o primeiro dia do ano. O dinheiro é destinado à União, aos estados e aos municípios. 

Confira o que dá pra fazer com esse dinheiro, segundo o site www.impostometro.com.br, da ACSP:

- Comprar mais de 7.902.235 ambulâncias equipadas
- Construir mais de 6.914.456 quilômetros de redes de esgoto
- Fornecer cestas básicas para toda a população brasileira, durante dez meses
- Comprar 23.560.368 carros populares
- Construir mais de 46.096.372 salas de aula equipadas


fonte

http://extra.globo.com/noticias/economia/brasileiros-ja-pagaram-mais-de-meio-trilhao-de-reais-em-impostos-este-ano-15800361.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:33 pm



IPCA sobe 1,32% em março, maior taxa em 20 anos; em 12 meses, passa de 8%

O índice oficial de preços no Brasil registrou alta de 1,32% em março, depois de ter subido 1,22% em fevereiro. 

É o maior índice mensal desde fevereiro de 2003, quando atingiu 1,57%, e a maior taxa para meses de março desde 1995 (1,55%).

Com o resultado, a variação acumulada em 12 meses chegou a 8,13%, a maior desde dezembro de 2003 (9,3%). Além disso, o resultado está muito acima do limite máximo da meta do governo.

A intenção do governo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo —ou seja, variando de 2,5% a 6,5%.

Os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor - Amplo) foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (8).

Analistas consultados pela agência de notícias Reuters esperavam uma alta mensal de 1,39% para a inflação, e de 8,2% no acumulado em 12 meses.

Conta de luz é grande vilã
A principal influência na alta dos preços em março foi a tarifa da conta de luz, que subiu, em média 22% em todo o país.

Em algumas localidades, como Campo Grande (MS), a alta chegou a 34,8%; em outros, como Recife (PE), uma redução de impostos fez com que a conta subisse apenas 0,65%.

Inflação e juros
O resultado da inflação pressiona o Banco Central para continuar subindo a taxa básica de juros no país, um dos instrumentos mais básicos para controle da alta de preços.

Quando os juros sobem, as pessoas tendem a gastar menos e isso faz o preço das mercadorias cair (obedecendo à lei da oferta e procura), o que, em tese, controlaria a inflação.

A Selic, que é a taxa básica de juros do país, está atualmente em 12,75% ao ano, o maior nível desde janeiro de 2009.

Economistas ouvidos pela Reuters apostam em pelo menos mais uma alta da taxa neste ano.


fonte



http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/04/08/inflacao-marco-ipca-ibge.htm

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:34 pm



Custo da energia elétrica aumenta 60% em 12 meses, diz IBGE
Entre as cidades e regiões metropolitanas analisadas, as maiores altas foram registradas em Campo Grande e Curitiba

AGÊNCIA BRASIL
Rio - O custo da energia elétrica acumula inflação de 60,42% no período de 12 meses, segundo dados de março do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao mesmo tempo, a inflação oficial, medida pelo IPCA, ficou em 8,13%.

Em março deste ano, a energia elétrica ficou, em média, 22,08% mais cara no país, respondendo por mais da metade da inflação oficial no mês, que ficou em 1,32%. “Esse aumento leva em conta os reajustes extraordinários concedidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica [Aneel] às concessionárias. Também inclui a bandeira tarifária que, neste mês, ficou vermelha”, disse a coordenadora de Índice de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos.

A bandeira tarifária é um custo extra que o consumidor precisa pagar quando as usinas termelétricas são acionadas para produzir energia. A energia produzida por essas usinas é mais cara do que a produzida pelas usinas hidrelétricas. E como as térmicas estão sendo muito usadas, a bandeira tarifária está vermelha: a mais cara.

Entre as cidades e regiões metropolitanas analisadas pelo IBGE, as maiores altas na energia elétrica foram registradas em Campo Grande (34,77%) e Curitiba (32,73%). Em Recife, houve o menor reajuste: 0,65%. No Rio, a alta foi 23,34% e em São Paulo, 25,63%.

Segundo Eulina, a alta da energia elétrica tem não só impacto direto no bolso do consumidor, que paga sua conta de luz, como também tem efeito indireto no preço de outros produtos, já que aumenta o custo dos produtores e fornecedores de serviços aos consumidores. “A refeição fora de casa tem influência da energia, por exemplo”, disse a pesquisadora.

A inflação de março também teve impacto dos alimentos, que aumentaram 1,17% no mês. Entre os produtos com maior aumento de preços estão cebola (15,1%), ovo de galinha (12,75%) e alho (7,66%). Outros produtos com alta foram refeição fora de casa (1,03%), leite longa vida (2,74%) e pão francês (0,93%).

A taxa do IPCA acumulada em 12 meses, de 8,13%, é a maior desde dezembro de 2003 (9,03%). “Em 2003, a inflação foi mais influenciada pela desvalorização do real. Neste ano, o país também está vivendo uma pressão do dólar. Mas, também, temos realinhamento de preços administrados, como a energia elétrica, e de impostos sobre itens mais caros, como os automóveis”, disse Eulina.


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http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-04-08/custo-da-energia-eletrica-aumenta-60-em-12-meses-diz-ibge.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:35 pm



Câmara deve votar nesta quarta-feira projeto que regulamenta terceirização

Plenário da Casa aprovou nesta terça tramitação em regime de urgência. Manifestação de centrais contra a proposta gerou tumulto e agressões.

A Câmara dos Deputados colocará em votação nesta quarta-feira (8) o projeto de lei que regulamenta contratos de terceirização. A proposta é o primeiro item da pauta. Na noite desta terça-feira (7), a Casa aprovou tramitação em regime de urgência para o texto, o que permite que ele seja analisado pelo plenário sem precisar passar por comissões.

Acordo firmado entre os partidos prevê que o texto principal da matéria seja votado nesta quarta. As sugestões de alteração propostas pelos deputados, no entanto, só deverão ser discutidas na terça da próxima semana. Criticada pelo PT e algumas centrais sindicais e defendida por empresários, a matéria permite que empresas contratem trabalhadores terceirizados para exercer qualquer função.

Atualmente esse tipo de contratação é permitida apenas para a chamada atividade-meio, e não atividade-fim da empresa. Ou seja, uma universidade particular, por exemplo, pode terceirizar serviços de limpeza e segurança, mas não contratar professores terceirizados. Pelo texto que será votado na Câmara, essa limitação não existirá mais. Além disso, o projeto prevê a forma de contratação tanto para empresas privadas como públicas.

Durante a sessão que aprovou a urgência da tramitação, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) subiu à tribuna para criticar a proposta. Para ele, o projeto vai aumentar a terceirização e tornar “precárias” as condições de trabalho dos empregados. “Essa é a maior violação aos trabalhadores da história recente do país. [...] O PT é contra a piora das condições de trabalho e contra a redução dos salários dos trabalhadores”, disse.
Já o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) foi escalado para discursar a favor do projeto e disse que a regulamentação dos contratos de terceirização trará “segurança jurídica” para as empresas. Segundo ele, a ausência de regras claras para a terceirização gera múltiplas ações na Justiça contra as empresas e decisões que variam conforme o juiz.
“Queremos garantia jurídica, que a empresa tenha segurança de contratar e o trabalhador tenha direitos garantidos. E também que o país seja competitivo. No mundo inteiro é assim”, disse o tucano. 

Ao longo da terça-feira, o governo tentou adiar a votação da proposta, pedindo a Cunha que deixasse a análise do texto para o próximo mês. O presidente da Câmara rejeitou a solicitação e ironizou o argumento dos petistas de que é preciso “mais tempo” para debater a matéria.

“Não cedo a nenhum tipo de retirada do texto da pauta de ofício. Dizem que é pouco tempo para discutir, mas tem 11 anos que esse projeto tramita. O que acontece é que só na hora que está pautado é que as pessoas prestam atenção e tentam acordo”, disse o peemedebista.


Alterações

Na manhã de terça, o relator do projeto, Arthur de Oliveira Maia (SD-BA), foi procurado por ministros que buscavam mudanças na proposta. Após reunião com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ele alterou o texto para passar para a empresa contratante a responsabilidade pelos pagamentos de encargos previdenciários e do imposto de renda relativos a empregados terceirizados.

A preocupação do governo era de que as empresas terceirizadas não cumprissem com o pagamento dos tributos. A avaliação é de que é mais fácil controlar os pagamentos se eles forem feitos pela empresa que contrata o serviço. Já os pagamentos que vão para o trabalhador continuarão sendo feitos pelas empresas terceirizadas, entre os quais salário, férias e 13º.

Pela proposta original, a responsabilidade por esses custos era da empresa que terceiriza o serviço. Cabia à contratante somente fiscalizar todo o mês o cumprimento desses pagamentos.

Para obter o apoio de centrais sindicais, o relator também aceitou incorporar ao projeto emenda do deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), ex-presidente da Força Sindical, que garante que o terceirizado será representado pelo sindicato dos empregados da empresa contratante, quando a terceirização for entre empresas com a mesma atividade econômica.

Segundo Paulo Pereira da Silva, essa emenda garante que o trabalhador receba as correções salariais anuais da categoria. “Um terceirizado tem todos os direitos da CLT, mas perdia a representação sindical, acabava ficando sem os efeitos da convenção coletiva. Tivemos uma reunião das centrais com o relator e, com a incorporação da emenda, vamos apoiar o texto. Só a CUT [Central Única do Trabalhador] continua a se opor à proposta”, disse o deputado.

Tumulto

A tarde na Câmara foi de tumulto com a previsão de votação do projeto da terceirização. Manifestantes ligados a centrais sindicais fizeram uma manifestação do lado de fora da Câmara contra o texto. Eles tentaram entrar na Casa, mas foram impedidos por policiais.

O deputado Vicentinho (PT-SP), que apoia o protesto, disse que foi atingido nos olhos por spray de pimenta, durante a ação dos policiais. Já o deputado Lincoln Portela (PR-MG) afirmou que foi agredido por manifestantes ao tentar entrar na Casa.

O presidente da Câmara criticou os protestos e disse que deputados que tenham “incitado” os manifestantes a invadir a Casa serão investigados e punidos. “Parlamentares que incitaram multidões a agredir ou invadir foram fotografados e filmados. Serão representados à corregedoria e haverá sanções. Um parlamentar não pode estimular atos dessa natureza. Certamente iremos representar à corregedoria, que vai aplicar a sanção devida contra cada parlamentar que agiu quebrando o decoro”, disse.

Cunha disse ainda que as pressões contrárias ao projeto o estimulam a votar mais rápido o texto. “Cada vez que há uma pressão dessa, exercida de forma indevida, temos que responder votando. Quando partem para a agressão, da minha parte isso só me estimula a votar”, disse.

Já o deputado Vicentinho (PT-SP) criticou a postura do presidente da Câmara e negou que parlamentares tenham estimulado agressões. “Não tinha deputado incitando nada. Só tinha eu e Erika Kokay (PT-DF). Eu fui falar com os policiais, porque eles estavam chutando os trabalhadores. E levei uma pimentada na cara. É mentira dele", afirmou.



Integrantes de entidades que representam os empresários também estiveram na Câmara para conversar com os deputados, entre eles o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que defendeu o projeto. “Quem fala em perda de direitos não está falando a verdade, porque todos os funcionários estarão registrados pela empresa prestadora de serviço”, disse.

Requisitos

Ao mesmo tempo em que amplia as hipóteses de terceirização, o projeto de lei estabelece requisitos para que uma empresa terceirize serviços. Pelo texto, a empresa contratada deverá ter “objeto social único, compatível com o serviço contratado”. É permitida a existência de “mais de um objeto” quando a atividade recair na mesma “área de especialização”.

“Não vai poder mais existir a tal da empresa guarda-chuva, que oferece serviço de segurança, limpeza, transporte”, justificou o relator da proposta. A empresa terceirizada deverá ainda comprovar “aptidão técnica” para exercer a atividade, além de ficar responsável pelo planejamento e pela execução dos serviços.

A terceirizada será ainda responsável pela contratação, remuneração e direção do trabalho realizado por seus funcionários. O texto prevê que o contrato de terceirização deverá especificar o serviço a ser prestado, o local e prazo para realização da atividade.

As normas previstas na proposta atingem empresas privadas, empresas públicas, sociedades de economia mista, produtores rurais e profissionais liberais. O texto somente não se aplica à administração pública direta.

Fiscalização

Para garantir o pagamento aos terceirizados, o projeto de lei estabelece que a empresa que contrata os serviços deverá “fiscalizar” o cumprimento das obrigações trabalhistas decorrentes do contrato. Se forem observadas violações, a contratante poderá interromper os pagamentos à terceirizada.

Se as obrigações não estiverem sendo cumpridas, o projeto prevê que a empresa contratante poderá reter o pagamento do serviço terceirizado, até que a situação seja normalizada. A empresa pode, ainda, efetuar o pagamento de salários diretamente aos trabalhadores terceirizados. Neste caso, o sindicato da categoria será notificado pela contratante para acompanhar os pagamentos.

O texto estabelece ainda a possibilidade de retenção mensal 6% do valor da fatura de pagamento da contratante para a terceirizada. O montante será depositado em conta específica, em nome da empresa terceirizada. Os valores ficarão bloqueados e só poderão ser movimentados por ordem da contratante. Para ter os recursos liberados, a terceirizada deverá comprovar que quitou as obrigações previdenciárias e trabalhistas dos empregados que executaram os serviços previstos no contrato.

Pela proposta, se a empresa contratante não fiscalizar corretamente a terceirizada, ela passará a ter responsabilidade solidária em relação a todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias que não forem cumpridas, ou seja, poderá ser acionada na Justiça para pagar a integralidade da dívida. 

Se comprovar a fiscalização, a responsabilidade será subsidiária, ou seja, será apenas obrigada a complementar o que a contratada, que causou o dano ou débito, não foi capaz de arcar sozinha.



Direitos

O projeto prevê também que os empregados terceirizados tenham os mesmos direitos assegurados no local de trabalho aos funcionários da empresa contratante: alimentação em refeitório, quando for ocaso; serviços de transporte; atendimento médico ou ambulatorial nas dependências da empresa; e treinamento adequado quando a atividade exigir.

A proposta estabelece a possibilidade da chamada “quarteirização”, ou seja, de a empresa terceirizada subcontratar os serviços de outra empresa. Este mecanismo só poderá ocorrer, porém, em serviços técnicos especializados e se houver previsão no contrato original.

Além disso, a "quarteirização" deverá ser comunicada aos sindicatos dos trabalhadores. O relator deverá ainda incorporar ao texto uma outra garantia ao funcionário que esteja nesta condição - a de que direitos trabalhistas e previdenciários também sejam responsabilidade da empresa contratante primária, ou seja, de quem requisitou os serviços da primeira terceirizada.





fonte

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/04/camara-deve-votar-nesta-quarta-feira-projeto-que-regulamenta-terceirizacao.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:39 pm



Câmara aprova base da lei que libera a terceirizaçãoTexto-base abre possibilidade para contratação em todas as atividades da economia

Aurélio Gimenez

Rio - A Câmara dos Deputados aprovou ontem à noite por 324 votos, 137 contra e duas abstenções, o texto-base regulamentando os contratos de terceirização no setor privado e para as empresas públicas e de economia mista. A votação dos destaques ficou para terça-feira. Depois a proposta segue para análise no Senado.

A discussão do projeto que regulamenta o tema (PL 4.330/04), em fase final de votação na Câmara, colocou em lados opostos dois argumentos: os que são contra e alegam que haverá precarização das relações de trabalho e enfraquecimento dos sindicatos de trabalhadores, e os que são favoráveis à regulamentação, que falam em modernidade e competitividade em todos os setores da atividade produtiva. 

Parlamentares de todas as matizes políticas usaram a tribuna para apoiar ou criticar o texto que, de maneira geral, reduz os encargos trabalhistas das empresas. Ou seja, em última instância, diminui os salários e benefícios dos trabalhadores. 

O projeto autoriza a terceirização para todas as áreas de empresas, permite inclusive em atividade-fim. Até então, como não havia regulamentação, a Justiça do Trabalho limitava a subcontratação a áreas-meio, como limpeza, segurança e serviços especializados que não tenham relação com o objeto de empresa. Sem lei, a terceirização da área-fim é considerada ilegal pela Justiça.

O texto regulamenta obrigações de empresas contratantes e terceirizadas; exige que a contratante fiscalize o pagamento de encargos trabalhistas pela terceirizada; e obriga as fornecedoras de mão de obra a serem especializadas em um segmento.

“Esse novo projeto acaba com esse assunto de atividade-fim. De forma natural, as empresas realmente vão terceirizar a especialização. Aquilo que é a base, o arroz com feijão do negócio, vai ser feito por equipe própria. Por essa razão é que, na realidade, haverá um controle natural da terceirização”, destacou o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

Em nota, a Fecomércio do Rio também defendeu a aprovação do PL 4.330, afirmando que o “Brasil carece de modernização nas relações trabalhistas e a terceirização permitirá que as empresas contratem serviços sem as amarras que atualmente dificultam a atividade econômica e atrapalham o crescimento do país.”

Já o advogado Fábio Chong afirma que haverá uma cisão da atividade trabalhista, havendo uma migração do trabalhador para outra. “O empregado deixará a sua atividade-fim, bancário ou metalúrgico, por exemplo, para se tornar empregado de uma empresa terceirizada especializada naquela atividade. 

Certamente, o trabalhador perderá benefícios antigos e poderá ganhar novos na outra categoria”, diz.
Centrais sindicais marcam protesto contra PL 4.330

As principais centrais sindicais do país vão fazer paralisações e protestos no próximo dia 15 contra a aprovação do Projeto de Lei 4.330, que regulamenta a terceirização. Além de orientar os sindicatos de base para que cruzem os braços contra o texto, as entidades também promoverão atividades diante de federações das indústrias locais.


Câmara aprova base da lei que libera a terceirizaçãoTexto-base abre possibilidade para contratação em todas as atividades da economia

Aurélio Gimenez

Rio - A Câmara dos Deputados aprovou ontem à noite por 324 votos, 137 contra e duas abstenções, o texto-base regulamentando os contratos de terceirização no setor privado e para as empresas públicas e de economia mista. A votação dos destaques ficou para terça-feira. Depois a proposta segue para análise no Senado.

A discussão do projeto que regulamenta o tema (PL 4.330/04), em fase final de votação na Câmara, colocou em lados opostos dois argumentos: os que são contra e alegam que haverá precarização das relações de trabalho e enfraquecimento dos sindicatos de trabalhadores, e os que são favoráveis à regulamentação, que falam em modernidade e competitividade em todos os setores da atividade produtiva. 

Parlamentares de todas as matizes políticas usaram a tribuna para apoiar ou criticar o texto que, de maneira geral, reduz os encargos trabalhistas das empresas. Ou seja, em última instância, diminui os salários e benefícios dos trabalhadores. 

O projeto autoriza a terceirização para todas as áreas de empresas, permite inclusive em atividade-fim. Até então, como não havia regulamentação, a Justiça do Trabalho limitava a subcontratação a áreas-meio, como limpeza, segurança e serviços especializados que não tenham relação com o objeto de empresa. Sem lei, a terceirização da área-fim é considerada ilegal pela Justiça.

O texto regulamenta obrigações de empresas contratantes e terceirizadas; exige que a contratante fiscalize o pagamento de encargos trabalhistas pela terceirizada; e obriga as fornecedoras de mão de obra a serem especializadas em um segmento.

“Esse novo projeto acaba com esse assunto de atividade-fim. De forma natural, as empresas realmente vão terceirizar a especialização. Aquilo que é a base, o arroz com feijão do negócio, vai ser feito por equipe própria. Por essa razão é que, na realidade, haverá um controle natural da terceirização”, destacou o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

Em nota, a Fecomércio do Rio também defendeu a aprovação do PL 4.330, afirmando que o “Brasil carece de modernização nas relações trabalhistas e a terceirização permitirá que as empresas contratem serviços sem as amarras que atualmente dificultam a atividade econômica e atrapalham o crescimento do país.”

Já o advogado Fábio Chong afirma que haverá uma cisão da atividade trabalhista, havendo uma migração do trabalhador para outra. “O empregado deixará a sua atividade-fim, bancário ou metalúrgico, por exemplo, para se tornar empregado de uma empresa terceirizada especializada naquela atividade. 

Certamente, o trabalhador perderá benefícios antigos e poderá ganhar novos na outra categoria”, diz.
Centrais sindicais marcam protesto contra PL 4.330

As principais centrais sindicais do país vão fazer paralisações e protestos no próximo dia 15 contra a aprovação do Projeto de Lei 4.330, que regulamenta a terceirização. Além de orientar os sindicatos de base para que cruzem os braços contra o texto, as entidades também promoverão atividades diante de federações das indústrias locais.

Em nota, a Central Única dos Trabalhadores (CUT)) informou que “o texto não melhora as condições dos cerca de 12,7 milhões de terceirizados (26,8% do mercado de trabalho) e ainda amplia a possibilidade de estender esse modelo para a atividade-fim, a principal da empresa, o que é proibido no Brasil. Para a central, “fragmenta também a representação sindical e legaliza a diferença de tratamento e direitos entre contratados diretos e terceirizados”.

Já o presidente da CTB, Adilson Araújo, ressalta que ao institucionalizar o trabalho precário, o projeto leva a economia do país a um colapso.

Aprovação do projeto pode gerar mais empregos

Consultora de Recursos Humanos, Débora Regina Salvadori Canela, 35 anos, diz acreditar que com a aprovação do PL 4.330 mais empregos serão gerados. Ela cita a profissão do professor de dança como exemplo: “Em período de férias dos professores de dança, a empresa tem dificuldades para encontrar substitutos, se tivermos a opção de terceirizar esse cargo, facilitaria bastante.” 

Diretor da Direto Contabilidade, Gestão e Consultoria, Silvinei Toffanin afirma que a aprovação do projeto apenas ratifica o que já existe no país. “A terceirização já existe de fato e, agora, apenas foi regulamentada. A garantia dos direitos trabalhistas continuará. É importante frisar que as relações de trabalham mudaram no país há muito tempo, como a terceirização, banco de horas e home office”, acrescenta Toffanin.

Frases

“O empresariado apoia esse projeto porque contratará vulneráveis”, CHICO ALENCAR, deputado Psol-RJ
“Agora, a terceirização será igual à especialização”, PAULO SKAF, presidente da FIESP
“Vão transformar 33 milhões de empregados em terceirizados”, ALESSANDRO MOLON, deputado PT-RJ
“A empresa prestadora pode ser mais sólida do que a contratante”, LEONARDO PICCIANI deputado PMDB-RJ
“Como vamos mexer com a lei sem dialogar com os sindicatos?” JOSÉ GUIMARÃES deputado PT-CE






fonte

http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-04-09/camara-aprova-base-da-lei-que-libera-a-terceirizacao.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:41 pm



O governo prepara mais um choque elétrico no consumidor. A impressionante sucessão de aumentos da tarifa deve ganhar mais uma continuação inesperada em 2016. O Planalto estuda pôr na conta do consumidor residencial um subsídio à eletricidade usada pela indústria. A informação é do “Valor Econômico”.

Até 2012, a Conta de Desenvolvimento Energético, um daqueles penduricalhos que viam na conta de energia, cobria o custo de alguns subsídios — para a baixa renda e agricultores, e também pelo consumo de energia térmica em áreas isoladas. Com a MP 579, que desregulou o setor, o governo tirou da conta dos consumidores a CDE, que passou a ser financiada pelo Tesouro.

Mas o prejuízo provocado pela MP 579 foi tão grande que, rapidamente, o peso para o Tesouro ficou enorme, algo como R$ 10 bi ao ano. O ralo, então, foi tampado pela nova equipe econômica, e o governo deixou de colocar o dinheiro do contribuinte na CDE.

Neste momento está sendo discutido um decreto que passará ao consumidor residencial todo o custo da CDE. A razão do governo é que, com o fim dos aportes do Tesouro, alguns setores produtivos viram a tarifa subir em até 150%.

Os grandes consumidores industriais têm representação de classe, a Abrace, que reclamou da situação. O escolhido para pagar foi o grupo cujo interesse é difuso, os consumidores, que ficarão com todo o custo.

Impressiona o ritmo de mudanças nas contas de luz. É uma tempestade de raios que atinge sempre o mesmo indivíduo — eu, você, nós. Vai ficando difícil pagar a conta de luz.

Os pobres sofrem mais, e a inadimplência saltou em 2015. As distribuidoras, então, começam a pedir aumento para cobrir as perdas do não pagamento. A sucessão de notícias ruins é imensa e não chegou ao fim.


fonte


http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2015/04/17/governo-prepara-novo-aumento-na-conta-de-luz-565095.asp

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:42 pm



Municípios em crise congelam salários e suspendem concursos 
Queda dos royalties faz ainda prefeitos reduzirem expediente e atrasar salário de servidores 

Alessandra Horto 


Rio - Os municípios do Estado do Rio congelaram salários, suspenderam concursos e reduziram expedientes para enfrentar a falta de verba proveniente da queda de arrecadação dos royalties de petróleo. A crise afeta 87 das 92 cidades que recebem o recurso. Entre elas estão São Gonçalo, Duque de Caxias, Campos dos Goytacazes, Nova Iguaçu e Niterói. O repasse incrementava entre 40% e 65% de cada orçamento. 

Outros municípios mais atingidos com a perda são Cabo Frio, Rio das Ostras, Angra dos Reis, Casimiro de Abreu e Quissamã. Neles, há suspensão de investimentos, redução de contratos e corte de salários e de horas-extras dos servidores. 
Em Rio das Ostras, o prefeito Alcebíades Sabino não sabe como vai sustentar as contas do município: “A única coisa que está em dia é a folha de pagamento de março. A folha de abril, eu não sei”. A previsão de perda para 2015 era de R$ 120 milhões. Mas no primeiro trimestre houve uma queda de mais de 50% em relação ao mesmo período de 2014. 

Para equilibrar as contas, a Prefeitura de Casimiro de Abreu reduziu expediente de trabalho pela metade. As exceções são para os serviços essenciais, como Saúde, Educação e Segurança. O município vai perder R$ 67 milhões em royalties este ano. E para conseguir conceder reajuste de 6,41 % ao funcionalismo público em janeiro, a prefeitura precisou demitir contratados. 

O desligamento também foi o caminho encontrado pelo prefeito de Cabo Frio Alair Corrêa, que exonerou 4 mil funcionários. Sem os royalties, a receita caiu 48%, R$ 43 milhões em três meses. Além disso, a companhia de limpeza foi extinta e os servidores foram para outros órgãos. “Não são medidas simpáticas, mas necessárias”, disse o prefeito, ao reconhecer que a máquina estava inchada. 

A Prefeitura de Quissamã também trabalha em meio expediente. O repasse de março foi de R$ 3 milhões, uma queda de 28,25% em relação a fevereiro. Já, se comparada a dezembro de 2014, foi contabilizada uma redução de 50,18% no trimestre. 

Em Caxias, a prefeitura reservou montante relativo a três meses de pagamento de pessoal, prevendo um cenário nada animador no futuro. Em fevereiro e março, a queda foi de R$ 6 milhões. “Os supersalários que existiam foram cortados. Economizamos R$ 3,9 milhões por mês”, disse o prefeito Alexandre Cardoso.
Já o prefeito de São Gonçalo Neilton Mulim cortou em 20% os custos e espera economizar R$ 50 milhões ao ano. Em Nova Iguaçu, o secretário de Planejamento Jessé Gomes disse que a redução fica abaixo de 1% da receita total, porém não informou se afetará serviços. 

Em Campos dos Goytacazes, houve uma redução de convênios e contratos e corte de 10% nos salários dos comissionados. Além disso, foi publicado nesta sexta-feira o novo organograma administrativo, que prevê redução de secretarias e de cargos comissionados.


Medidas anunciadas após pressão 

Depois dos protestos dos servidores, a prefeita de Angra dos Reis Conceição Rabha anunciou um pacote de medidas para reduzir os gastos na administração pública e espera economizar R$ 3 milhões mensais aos cofres. 

Entre as ações estão a redução de 30% do próprio salário e a diminuição de 50% dos cargos comissionados, o que representa 436 funcionários. Também será feito um recadastramento de todos os imóveis pertencentes à prefeitura, que serão resgatados, com o intuito de reduzir os gastos com aluguéis.
Com atrasos no pagamentos desde novembro de 2014, os servidores entraram em greve e ocuparam a sede da prefeitura desde a última segunda-feira até quinta, quando foi expedido um mandado de reintegração de posse. Mas o limite foi quando a administração avisou que não teria reajuste nem para repor a inflação do ano, enquanto a cidade não sair da crise. 

A prefeita Conceição Rabha, após encontro com o sindicato dos funcionários (Sinspmar), também prometeu pagar o funcionalismo em dia. Eles prometem fazer um ato na próxima quarta-feira para continuar com a campanha salarial.
Municípios e problemas 

RIO DAS OSTRAS 

Não tem previsão de pagamentos, obras suspensas, órgãos foram extintos, serviços cancelados, salários reduzidos e corte das horas-extras de servidores.
CABO FRIO 

Quatro mil funcionários, entre cargos comissionados e contratados exonerados, redução de salários, extinção do órgão de limpeza do município.
ANGRA DOS REIS 

Corte de salário da prefeita e secretários, congelamento de proventos, demissão de contratados.
CASIMIRO DE ABREU 

Redução do expediente de trabalho a fim de economizar recursos, demissão de comissionados, reajuste abaixo da inflação, fusão de secretarias e redução no orçamento das pastas.
QUISSAMà

Meio expediente nos órgãos, corte de salários, redução de proventos em 20%.
CAMPOS 

Supressão de convênios e contratos e redução nos salários comissionados.
DUQUE DE CAXIAS 

Antecipação de reservas para pagamento de salários e fornecedores prevendo atrasos futuros. Demissão de nomeados.
SÃO GONÇALO 

Corte de contratos e funcionários em 20%.



fonte

http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-04-20/municipios-em-crise-congelam-salarios-e-suspendem-concursos.html

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 28 Abr 2015, 6:43 pm



SENADO GASTOU R$ 45 MIL EM TRATAMENTO DENTÁRIO DE KÁTIA ABREU

Segundo matéria do jornal O Estado de S. Paulo, Kátia Abreu gastou R$ 45.350 em tratamentos dentários pagos pelo Senado nos anos de 2010 e 2013; o plano de saúde do Senado é vitalício, ele banca despesas de senadores, ex-senadores e dependentes como filhos, enteados e cônjuges; para usufruí-lo, o parlamentar não precisa fazer nenhuma contribuição - basta que tenha exercido o cargo por 180 dias ininterruptos. Após a morte do titular, o cônjuge continua usando a carteirinha

Tocantins 247 – Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo desse domingo, 9, sobre as despesas pagas pelo Senado para os senadores fazerem tratamentos dentários, tratamentos de saúde e até aplicações de botox, mostrou que a senadora Kátia Abreu (PMDB) foi uma das congressistas que mais gastou com tratamentos dentários no Senado.

Segundo o jornal, Kátia Abreu gastou R$ 45.350 em tratamentos dentários pagos pelo Senado nos anos de 2010 e 2013.

Seu ex-colega de partido, senador Agripino Maia (DEM), teve uma despesa de R$ 51 mil, em 2009, referentes à implantação de 22 coroas de porcelana aluminizada. Já o atual companheiro de partido, senador Pedro Simon (PMDB), fez o Senado bancar R$ 62.793 em seus dentes.

O ex-senador tocantinense Moisés Abrão Neto (PDC) também aparece na lista de despesas reembolsadas pelo Senado. Ele gastou R$ 30.480 com despesas dentárias. Em 2008, o ex-parlamentar já havia sido reembolsado em R$ 109.267 mil com despesas de saúde.

Conforme matéria do jornal paulista, o plano de saúde do Senado é vitalício. Ele banca despesas de senadores, ex-senadores e dependentes como filhos, enteados e cônjuges. Para usufruí-lo, o parlamentar não precisa fazer nenhuma contribuição - basta que tenha exercido o cargo por 180 dias ininterruptos. Após a morte do titular, o cônjuge continua usando a carteirinha.

O plano do Senado estabelece um limite anual de R$ 25,9 mil para gastos odontológicos, mas a Casa tem pago valores acima. O caminho para ignorar as normas é invadir a cota não utilizada de outros anos.


fonte



http://www.brasil247.com/pt/247/tocantins247/132624/Senado-gastou-R$-45-mil-em-tratamento-dent%C3%A1rio-de-K%C3%A1tia-Abreu.htm

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 06 Maio 2015, 7:36 pm



Tributos sobre cerveja e refrigerante sobem cerca de 10% em maio

O preço subiu 12% em 12 meses até março, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Já a inflação no período, medida pelo índice, ficou em 6,61%.

No acumulado nos 3 primeiros meses de 2015, o preço da cerveja subiu 1,41%, abaixo da inflação, que ficou em 3,58%.

Já o preço do refrigerante, segundo a Fipe, subiu 2,56% no acumulado no ano até março e 9,24% em 12 meses.




fonte



http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/04/impostos-sobre-cerveja-e-refrigerante-sobem-cerca-de-10-em-maio.html

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Re: Consequências da Reeleição

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