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Consequências da Reeleição

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Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 26 Abr 2011, 11:30 pm



fonte: http://www.youtube.com/watch?v=NNTwbTafpUo&feature=player_embedded


Última edição por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 07 Mar 2015, 9:18 am, editado 1 vez(es)
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 26 Abr 2011, 11:41 pm

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Sales em Ter 26 Abr 2011, 11:55 pm

Eita.

Será que o caos lá do oriente médio está vindo pra cá?


Sales


A.B. Earl disse: “Descobri através de extensa experiência que as mais sérias ameaças da Lei de Deus têm um papel importantíssimo na condução das pessoas a Cristo. Elas precisam se ver perdidas antes de clamar por misericórdia; elas não fugirão do perigo até que o enxerguem.
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 26 Abr 2011, 11:57 pm



Há muito tempo que o povo brasileiro se calou quase que por inteiro. Poucos estão interessados em se unir para lutar pelo que é justo. Passeatas praticamente não existem mais, revoltas muito menos, mas se a geração Coca-Cola esperava uma oportunidade para começar a se unir, ela chegou agora.

Ano após ano somos estuprados pelos altíssimos impostos no Brasil. Tiram muito e devolvem praticamente nada, deixando um verdadeiro rombo no orçamento de diversos brasileiros. Ano após ano, também, vemos notícias sobre corrupção, festa com dinheiro público e aumento de salários dos políticos, mas não fazemos rigorosamente nada. Para se ter uma ideia, hoje, dia 26/04, o site http://www.impostometro.com.br/ informa que, em apenas 4 meses, o governo arrecadou mais de 440 BILHÕES DE REAIS. Onde está o nosso retorno? Onde estão nossos benefícios devolvidos? Onde está o nosso dinheiro? Ah sim, provavelmente no showzinho do Luan Santana realizado com verba pública somente para servidores do estado, que custou 1.3 milhão de reais… Do nosso dinheiro.

Está na hora de utilizar a Internet para organizar um manifesto pela luta do que consideramos justo.

Há tempo demais somos obrigados a pagar valores exorbitantes para podermos ter aquilo que o resto do mundo inteiro tem barato: produtos de mídia e eletrônicos como DVD’s, BluRays, Videogames, Jogos, iPads, iPhones, iPods e tantos outros exemplos. No país onde o salário mínimo é de 540 reais, nosso governo tem a cara de pau de fazer com que um simples lançamento de filme em BluRay saia por 80 desses suados reais.

Oitenta reais em um filme é mais que uma cuspida em nossa cara, principalmente quando sabemos que, lá fora, o mesmo filme é vendido por ridículos 26 reais (no caso, 17 dólares). O mesmo acontece em todos os outros segmentos, como você pode ver abaixo:

Playstation 3 – Lá fora: 474 reais





No Brasil: 2000 reais





Call of Duty Black OPS Wii – Lá fora: 63 reais



No Brasil: 200 reais



iPad 64GB 3G – Lá fora: 954 reais



No Brasil: 2400 reais

O manifesto #PrecoJusto tem o objetivo de enviar para Brasília a nossa insatisfação e revolta. Nele, basta você assinar com seu nome, email e CPF que nós tomaremos todas as medidas necessárias para que enxerguem nossa manifestação e, assim, possamos sair da Internet para conseguirmos uma lei.

Aqui é só o início, o local onde você pode ajudar a fazer um país melhor. Esse é apenas o primeiro de muitos manifestos veiculados pela Internet e que tomarão repercussão e força nacional para chegarem em Brasília. Assine, divulgue, participe, fique antenado nos acontecimentos, pois se a Internet é o futuro, está na hora de utilizá-la para moldar melhor o NOSSO futuro!


fonte:

http://www.precojustoja.com.br/preco-justo.php
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Sales em Qua 27 Abr 2011, 1:29 am

Nossos políticos estão muito caros, por isso os preços elevados... TEMOS QUE MANTER O PADRÃO DELES...

BRASIL, mostra a tua cara, quem é que paga??? O POVO!!!


Sales


A.B. Earl disse: “Descobri através de extensa experiência que as mais sérias ameaças da Lei de Deus têm um papel importantíssimo na condução das pessoas a Cristo. Elas precisam se ver perdidas antes de clamar por misericórdia; elas não fugirão do perigo até que o enxerguem.
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por silvamelo em Qua 27 Abr 2011, 1:49 am

Amigos, precisamos entender. Isso não é um problema local. Está acontecendo no mundo todo. Essa crise econômica é resultado de um mundo globalizado e não pode ser evitada por ação regional, muito menos de políticos defensores dos interesses daqueles que os mantém na tribuna.
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Emanuel Benito Zanatta em Qua 27 Abr 2011, 1:51 am

Mas porquê somente no EUA que nao existe crise econômica?


"O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute."
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Mãos ao alto: gasolina no brasil é um assalto!

Mensagem por Ed em Sex 04 Maio 2012, 8:55 pm

Fonte de energia não-renovável, o petróleo é responsável pelo fornecimento dos principais tipos de combustíveis atualmente utilizados pelos automóveis, como a gasolina e o diesel. Com a escassez das reservas do cobiçado óleo, o preço de tais combustíveis vem aumentando significativamente em alguns mercados – o norte-americano é uma boa prova disso.

Por outro lado, isso não significa que, em certos países, o preço da gasolina tenha surtido os efeitos do princípio da mais recente crise mundial. A seguir, uma lista com o preço de um litro de gasolina (convencional, sem chumbo) em 50 nações mostra alguns absurdos – no bom ou no mau sentido – e o contraste entre países.

Preço do litro de gasolina em 50 países – ordem decrescente (os valores podem variar para mais ou para menos)

Região da Palestina: US$ 7,01 – R$ 11,42
Turquia: US$ 3,12 – R$ 5,08
Holanda: US$ 2,68 – R$ 4,36
Noruega: US$ 2,63 – R$ 4,28
Zâmbia: US$ 2,61 – R$ 4,25
Finlândia: US$ 2,45 – R$ 3,99
Itália: US$ 2,3 – R$ 3,74
Polônia: US$ 2,25 – R$ 3,66
França: US$ 2,19 – R$ 3,56
Reino Unido: US$ 2,16 – R$ 3,51
Alemanha: US$ 2,14 – R$ 3,48
Hong Kong: US$ 2,13 – R$ 3,47
Grécia: US$ 1,98 – R$ 3,22
Coréia do Sul: US$ 1,93 – R$ 3,14
Espanha: US$ 1,73 – R$ 2,81
Uruguai: US$ 1,70 – R$ 2,77
Japão: US$ 1,70 – R$ 2,77
Brasil: US$ 1,68 – R$ 2,73
Rep. Dominicana: US$ 1,51 – R$ 2,46
Ucrânia: US$ 1,50 – R$ 2,44
Chile: US$ 1,37 – R$ 2,23
Índia: US$ 1,30 – R$ 2,11
Austrália: US$ 1,23 – R$ 2,00
Canadá: US$ 1,23 – R$ 2,00
Estados Unidos: US$ 1.21 – R$ 1,97
Paraguai: US$ 1,12 – R$ 1,82
Colômbia: US$ 1,06 – R$ 1,72
Rússia: US$ 1,01 – R$ 1,64
Argentina: US$ 0,94 – R$ 1,53
Vietnã: US$ 0,90 – R$ 1,46
China: US$ 0,89 – R$ 1,44
Groenlândia: US$ 0,79 – R$ 1,28
Coreia do Norte: US$ 0,71 – R$ 1,15
México: US$ 0,69 – R$ 1,12
Indonésia: US$ 0,64 – R$ 1,04
Angola: US$ 0,53 – R$ 0,86
Bolívia: US$ 0,51 – R$ 0,83
Equador: US$ 0,37 – R$ 0,60
Brunei: US$ 0,36 – R$ 0,58
Egito: US$ 0,32 – R$ 0,52
Turcomenistão: US$ 0,20 – R$ 0,32
Líbia: US$ 0,13 – R$ 0,21
Arábia Saudita: US$ 0,12 – R$ 0,19
Irã: US$ 0,10 – R$ 0,16
Venezuela: US$ 0,03 – R$ 0,04



Brasil, porque tanto???



::


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gasolina

Mensagem por sabino-sp em Sex 04 Maio 2012, 10:01 pm

Ed escreveu:Fonte de energia não-renovável, o petróleo é responsável pelo fornecimento dos principais tipos de combustíveis atualmente utilizados pelos automóveis, como a gasolina e o diesel. Com a escassez das reservas do cobiçado óleo, o preço de tais combustíveis vem aumentando significativamente em alguns mercados – o norte-americano é uma boa prova disso.

Por outro lado, isso não significa que, em certos países, o preço da gasolina tenha surtido os efeitos do princípio da mais recente crise mundial. A seguir, uma lista com o preço de um litro de gasolina (convencional, sem chumbo) em 50 nações mostra alguns absurdos – no bom ou no mau sentido – e o contraste entre países.

Preço do litro de gasolina em 50 países – ordem decrescente (os valores podem variar para mais ou para menos)

Região da Palestina: US$ 7,01 – R$ 11,42
Turquia: US$ 3,12 – R$ 5,08
Holanda: US$ 2,68 – R$ 4,36
Noruega: US$ 2,63 – R$ 4,28
Zâmbia: US$ 2,61 – R$ 4,25
Finlândia: US$ 2,45 – R$ 3,99
Itália: US$ 2,3 – R$ 3,74
Polônia: US$ 2,25 – R$ 3,66
França: US$ 2,19 – R$ 3,56
Reino Unido: US$ 2,16 – R$ 3,51
Alemanha: US$ 2,14 – R$ 3,48
Hong Kong: US$ 2,13 – R$ 3,47
Grécia: US$ 1,98 – R$ 3,22
Coréia do Sul: US$ 1,93 – R$ 3,14
Espanha: US$ 1,73 – R$ 2,81
Uruguai: US$ 1,70 – R$ 2,77
Japão: US$ 1,70 – R$ 2,77
Brasil: US$ 1,68 – R$ 2,73
Rep. Dominicana: US$ 1,51 – R$ 2,46
Ucrânia: US$ 1,50 – R$ 2,44
Chile: US$ 1,37 – R$ 2,23
Índia: US$ 1,30 – R$ 2,11
Austrália: US$ 1,23 – R$ 2,00
Canadá: US$ 1,23 – R$ 2,00
Estados Unidos: US$ 1.21 – R$ 1,97
Paraguai: US$ 1,12 – R$ 1,82
Colômbia: US$ 1,06 – R$ 1,72
Rússia: US$ 1,01 – R$ 1,64
Argentina: US$ 0,94 – R$ 1,53
Vietnã: US$ 0,90 – R$ 1,46
China: US$ 0,89 – R$ 1,44
Groenlândia: US$ 0,79 – R$ 1,28
Coreia do Norte: US$ 0,71 – R$ 1,15
México: US$ 0,69 – R$ 1,12
Indonésia: US$ 0,64 – R$ 1,04
Angola: US$ 0,53 – R$ 0,86
Bolívia: US$ 0,51 – R$ 0,83
Equador: US$ 0,37 – R$ 0,60
Brunei: US$ 0,36 – R$ 0,58
Egito: US$ 0,32 – R$ 0,52
Turcomenistão: US$ 0,20 – R$ 0,32
Líbia: US$ 0,13 – R$ 0,21
Arábia Saudita: US$ 0,12 – R$ 0,19
Irã: US$ 0,10 – R$ 0,16
Venezuela: US$ 0,03 – R$ 0,04



Brasil, porque tanto???



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agora aqui entre nós o brasil poderia mesmo ser mais barato te a petrobras não é vc devia pesquisar tb o tanto de impostos que tem na gasolina ai que a gente ia ficar atirador
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Ed em Sab 05 Maio 2012, 7:31 am

Na Venezuela é mais barato ir de carro dar o recado do que telefonar japinha



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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Ed em Sab 05 Maio 2012, 7:33 am

E não é a toa que os palestinos só pensam em guerra...





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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 12 Maio 2014, 3:37 pm



Petrobras deve reajustar preços de combustível ainda este ano, diz CEO

'Estamos avaliando o momento em que devemos fazer a aplicação da metodologia de reajuste', afirmou Graça Foster


iG e Agência Brasil


Rio - A Petrobras avalia o momento em que deve aplicar metodologia de reajuste de preços de combustíveis "este ano ainda", disse a presidenta da estatal, Maria das Graças Foster, em teleconferência para comentar o resultado do primeiro trimestre.

Segundo a executiva, todos os meses a direção apresenta ao Conselho de Administração dados de produção, capex, a evolução de preços e a "não paridade de diesel e gasolina" na comparação com os valores do mercado internacional.

"Estamos avaliando o momento em que devemos fazer a aplicação da metodologia esse ano ainda", disse ela, comentando um dos fatores que tem impactado o resultado da estatal, devido ao controle de preços imposto pelo governo, sócio majoritário, na tentativa de conter a inflação no País.

Segundo Graça Foster, o câmbio ajudou a Petrobras a reduzir a disparidade na comparação com os valores externos. "Isso nos trouxe mais perto da convergência, diminuiu a distância. Enquanto perdura a não paridade plena, temos que estar considerando a correção de preços", acrescentou ela, destacando que as discussões deverão levar as finanças da companhia a uma situação melhor no ano que vem.

Produção vai crescer 7,5% em 2014

A presidenta da Petrobras, Maria das Graças Foster, em conferência com investidores e analistas do mercado, estimou nesta segunda-feira que a estatal deve registrar aumento da produção de petróleo ao longo deste ano de cerca de 7,5%.

A previsão foi feita durante detalhamento dos resultados financeiros e operacionais do primeiro trimestre deste ano, quando a companhia fechou com lucro operacional de R$ 7,6 bilhões, resultado 8% superior ao do último trimestre de 2013, mas com um lucro líquido de R$ 5,4 bilhões, nesse caso representando uma queda de 14% em relação ao trimestre imediatamente anterior.


Graça Foster admitiu que está havendo um atraso médio de cinco meses na entrega de novas plataformasFoto: Agência Brasil

Ao comentar o resultado da produção do primeiro trimestre, que fechou com uma extração média diária de 2,01 milhões de barris de petróleo e gás natural, Graça Foster lembrou que novos sistemas de produção já entraram ou entrarão em produção nos próximos meses deste ano, com reflexos diretos na elevação da produção de petróleo e gás natural.

Graça destacou que este aumento da produção já vem se verificando desde fevereiro, com intensificação agora em maio, com a interligação de poços de alta produtividade às novas plataformas que estão entrando em operação e que adicionarão cerca de 120 mil barris de petróleo por dia. “Nós já interligamos até agora 20 novos poços, e a nossa expectativa é a de que fecharemos o ano com essa interligação atingindo 65 poços, o que refletirá no aumento da produção”, avaliou.

Graça admitiu que está havendo um atraso médio de cinco meses na entrega de novas plataformas por parte dos estaleiros, mas que ainda assim acredita no cumprimento da meta de aumento da produção de cerca de 7,5% agora em 2014, com uma margem de erro de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. "Claro que cinco meses é ruim para qualquer planejamento e que quanto mais cedo [entrar em operação] melhor para a empresa”, admitiu.

As declarações da presidenta da Petrobras foram dadas em companhia dos diretores Almir Barbassa (Financeiro e de Relações com Investidores), José Alcides Santoro (Gás e Energia), José Carlos Cosenza (Abastecimento) e José Formigli (Exploração e Produção), durante durante videoconferência com investidores e analistas pela internet, quando foi feito o detalhamento dos resultados financeiros e operacionais do primeiro trimestre de 2014.


fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2014-05-12/petrobras-deve-reajustar-precos-de-combustivel-ainda-este-ano-diz-ceo.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 13 Maio 2014, 10:54 am



Mercado vê pouca chance do governo reajustar gasolina este ano
Graça Foster: 'Enquanto perdurar a não paridade plena, temos que considerar a correção de preços'
Nicola Pamplona e Patricia Büll

Rio - O mercado, porém, vê poucas chances de reajuste este ano. “Apesar da necessidade de aumento para voltar a fazer os investimentos necessários, este tem sido um ano difícil para a inflação, que está beirando o teto da meta, com o agravante de ser um ano eleitoral com o governo perdendo espaço na preferência do eleitorado. Por isso será muito difícil a empresa conseguir o reajuste desejado”, afirmou o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini.

As ações preferenciais da estatal fecharam em alta de 2,04% ontem na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Isso, somado à alta dos papéis da Vale (4,26%), puxou o avanço do Ibovespa, que seguiu o movimento positivo das bolsas internacionais e terminou em alta de 1,79%, para os 54.052 pontos. O giro financeiro foi de R$ 4,9 bilhões.

Os resultados da Petrobras ficaram acima da expectativa de analistas, mas ainda assim o futuro da companhia gera desconfiança. “Principalmente, considerando que a empresa está há dez anos sem cumprir meta anual de produção”, resume Roberto Altenhofen, analista da Empiricus Research.

Graça Foster quer subir preço da gasolina este ano

Embora reconheça que o dólar tem ajudado a reduzir a defasagem dos preços dos combustíveis, a presidenta da Petrobras, Maria das Graças Foster, voltou ontem a considerar a necessidade de aumento na gasolina em 2014. “Avaliamos o momento de aplicar a metodologia (de reajustes de preços) ainda neste ano”, afirmou Graça, em conferência com analistas do mercado financeiro para explicar o resultado do primeiro trimestre de 2014.


A defasagem dos preços dos combustíveis teve novo impacto no balanço da empresa, ampliando em 13% o prejuízo da área de abastecimento, para R$ 4,8 bilhões. É o 13º trimestre seguido de perdas nas vendas de combustíveis — o quarto trimestre de 2010 foi o último em que a empresa ganhou dinheiro nesse segmento. O prejuízo acumulado dessa área já soma R$55,4 bilhões no período.

“Enquanto perdurar a não paridade plena, temos que considerar a correção de preços”, completou a executiva, informando que o tema tem estado na mesa em reuniões do Conselho de Administração da companhia. Segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a defasagem beira os 23%.

Levantamento feito pelo jornal Brasil Econômico mostra que a última vez em que a Petrobras vendeu combustíveis no Brasil com preços em dólar acima das cotações internacionais do petróleo foi no quarto trimestre de 2010, quando a área de abastecimento teve lucro de R$ 1,4 bilhão. Desde então, as cotações internas estão abaixo do custo internacional do petróleo.

O maior prejuízo foi verificado no terceiro trimestre de 2012: R$ 7,03 bilhões. Graça afirmou que a Petrobras tem sido beneficiada pelo câmbio, que oscila na casa dos R$ 2,20 por dólar e reduz a pressão sobre as importações de combustíveis para venda no mercado interno. Reajustes no fim do ano passado e redução das importações no trimestre também contribuíram para impedir perdas maiores.





fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2014-05-13/mercado-ve-pouca-chance-do-governo-reajustar-gasolina-este-ano.html



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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 27 Nov 2014, 10:21 am



Dilma prepara volta de tributo da gasolina

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/11/1553353-dilma-prepara-volta-de-tributo-da-gasolina.shtml

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Featis em Qui 27 Nov 2014, 6:13 pm

Por isso q ja comprei minha bike
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 13 Fev 2015, 9:18 pm



Gasolina no Rio custará 27% mais do que no Paraguai, após Petrobras reduzir o preço no país vizinho pela sétima vez
 
 Na semana que vem, o preço da gasolina que o consumidor paga nos postos do Rio vai custar, em média, R$ 0,72 a mais do que no Paraguai, país vizinho do Brasil, que compra combustível da Petrobras. Isso porque lá a estatal brasileira reduziu, pela sétima vez, em sete meses, os custos dos derivados do petróleo. Após o abatimento, o preço médio da gasolina para consumidores da região de Assunção, capital do país, será 4.490 guaranies — cerca de R$ 2,70, a partir de segunda-feira, dia 16. No município do Rio, na semana passada, o custo médio do litro da gasolina era de R$ 3,42.
 Os preços do Rio — apurados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) — já consideram o aumento de impostos aplicado pelo governo. Por aqui, a alta deveria ser de R$ 0,22 em janeiro, mas os postos reajustaram as bombas em até R$ 0,35.
 No caso da gasolina comum, o preço sugerido no Paraguai, de acordo com o jornal paraguaio Última Hora (UH), terá uma redução de 350 guaranies por litro — ou R$ 0,21. A queda lá será, em média, de 7%. Considerando o valor de até R$ 3,42 cobrado no Rio, a gasolina carioca custará, em média, 27% a mais do que a do país vizinho.
 Segundo o UH, a redução nos preços paraguaios foi motivada pela queda do valor do barril do petróleo no mercado internacional, pelo câmbio local e pela renovação do estoque de produtos. A redução do custo do barril do petróleo vem derrubando o valor da gasolina em todo o mundo. De acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA), em França, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido, Japão, Canadá e Estados Unidos, os preços médios finais do combustível caíram de fevereiro de 2014 até o mês passado. Na França, por exemplo, o custo médio caiu de 1,505 euro para 1,277 euro. No Canadá, baixou de US$ 1,284 para US$ 0,926.
 A ANP e o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) não comentaram o assunto, por não responderem sobre preços em outros nações. Até o fechamento da edição, a Petrobras não informou o porquê da diferença de preços noBrasil e no Paraguai. 

fonte:

http://extra.globo.com/noticias/economia/gasolina-no-rio-custara-27-mais-do-que-no-paraguai-apos-petrobras-reduzir-preco-no-pais-vizinho-pela-setima-vez-15325796.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 07 Mar 2015, 9:09 am



[size=34]Gasolina faz inflação subir e carona surge como alternativa

Índice oficial bateu 7,7% em 12 meses no país e 9,02% no Rio. Este mês peso virá da energia

LUISA BRASIL[/size]
Rio - A inflação oficial voltou a quebrar recorde negativo e atingiu o patamar de 7,7% no acumulado de 12 meses, o mais alto desde maio de 2005, quando registrou 8,05%. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em fevereiro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou em 1,22%, valor mais alto para o período desde 2003. No Rio de Janeiro, a situação é ainda pior. A cidade teve o maior aumento entre as 13 capitais pesquisadas pelo instituto, registrando um índice de 9,02%. No acumulado de 2015, a inflação soma 2,48%. 

Os preços administrados, que são controlados pelo governo, continuam a se destacar entre as maiores altas. Se no início do ano as tarifas de transporte público foram as “vilãs”, no mês passado esse papel coube à gasolina. O combustível subiu 8,42%, refletindo a volta da Cide e o aumento nas alíquotas do PIS/COFINS, que entraram em vigor em 1º de fevereiro. Somente este item foi responsável por um quarto do índice registrado no mês. 

“Fevereiro foi atípico. Nos últimos anos, o reajuste das escolas pressionava o mês, mas este ano elas foram superadas pela correção da gasolina”, explicou Eulina Nunes, coordenadora de Índices de Preços do IBGE.

De acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos, uma das alternativas para reduzir o consumo do combustível é tentar organizar caronas. “É possível fazer um rodízio entre pais que têm filhos na mesma escola. Mas é preciso fazer a conta. As vezes o tempo gasto pelos pais para levar seus filhos é muito alto. Neste caso, pode ser mais econômico contratar um transporte escolar”, afirma o especialista. 

A má notícia é que, em março, os aumentos de preços não vão arrefecer. Segundo o economista André Braz, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), o custo da energia voltará a impactar o orçamento. “Vamos ter uma inflação acima de 1% novamente, influenciada pelo ajuste das bandeiras tarifárias e por aumentos extraordinários”. Neste mês, a energia também contribuiu para pressionar o índice, com alta de 3,14%. 

As medidas para reduzir o consumo de energia doméstica já estão sendo percebidas pelo comerciante Alexandre Vieira, da loja Casarão dos Lustres. Ele afirma que a procura pelas lâmpadas de LED aumentou 40% nos últimos meses. Elas são cerca de 80% mais eficientes que as lâmpadas incandescentes. “Hoje estão chegando novas marcas no mercado com preço mais acessível. Dependendo do uso, elas chegam a durar entre cinco e seis anos”, conta.


Economia envolve toda a família

A redução das contas domésticas, necessidade imposta a muitas famílias pelos aumentos de preços, depende de disciplina e engajamento.

Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, ao passar um pente fino nas despesas, é possível economizar cerca de 30% no fim do mês.

Nas compras com alimentação, por exemplo, ele recomenda ir aos supermercados sempre com tempo disponível. “É preciso fazer uma compra de mais estruturada. Cerca de 90% das pessoas que vão ao supermercado não têm tempo para verificar os preços do que estão comprando”,diz.
Ele diz que é importante não ir às compras com fome para não cair em tentação. Outra ideia é experimentar novas marcas.

Outra recomendação é tomar cuidado com as compras de sapatos e bolsas. Fazer uma avaliação das peças que já existem no armário é um bom começo. “Se a pessoa fizer uma lista de quantos produtos tem no armário e ver o que é necessário, a resposta geralmente é: nada”.


Frutas e carnes caras 

O item alimentos subiu 0,81% em fevereiro, índice menor que em janeiro, quando esta registrou alta de 1,48%, mas preços ainda estão altos.

As frutas registraram índice acima da média, de 2,63%. A secretária Cristiane Sá, 40 anos, tem dado preferência às frutas da estação para encontrar ofertas melhores. “Os preços estão tão altos que para não ficar sem, tenho recorrido às frutas da estação nos supermercados ou compro em camelô, que ainda tem um preço melhor”. 

O turismólogo Leandro Leal, 32 anos, também sentiu o aumento na conta da feira. “Hortifruti não é mais sinônimo de frutas boas e baratas. Gosto muito de maçã verde e morango, porém não posso mais comprar”, afirma Leal.

Apesar da recomendação de pesquisar preços, ele diz que abandonou esta prática depois de constatar que a diferença é muito pequena e não compensa o trabalho. “Estamos deixando de comprar certas coisas e substituindo por outras não tão caras”, diz . 

A carne, que encareceu cerca de 9% de um ano para cá, aumentou 1,02% em fevereiro.
Em casos pontuais, aumentos ultrapassaram 10%. Foi o caso do tomate, que subiu 12,35%, e do feijão carioca, que ficou 17,95% mais caro.


Custo da construção civil recua em fevereiro 

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) ficou praticamente estável em fevereiro. Houve um recuo de 0,03 ponto percentual em relação a janeiro, de 0,21% para 0,18%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

O custo fechou em R$916,85 por metro quadrado. Dentro deste número, R$ 499,23 correspondem a gastos com material e R$ 417,62 à mão de obra. Os materiais de construção tiveram alta de 0,18%, ante 0,20% em janeiro. O custo da mão de obra também subiu 0,18% e teve desaceleração de 0,04 ponto percentual em relação a janeiro, quando este componente variou 0,22%.

Nos últimos 12 meses, a mão de obra acumulou variação de 7,77%. Já o material teve uma variação modesta, de 3,92%. Já nos dois primeiros meses do ano, o custo do primeiro item subiu 0,40%, enquanto o segundo teve alta de 0,38%.

fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-03-07/gasolina-faz-inflacao-subir-e-carona-surge-como-alternativa.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 12 Mar 2015, 1:18 pm


Gavekal diz que Brasil pode ficar “pior, muito pior”

As grandes consultorias internacionais, que ajudam a formar a opinião de investidores, empresários e políticos no mundo todo, começaram a ‘rasgar o verbo’ sobre a crise brasileira.Dilma Rousseff

Uma delas, a Gavekal, publicou ontem um relatório intitulado, “The Land Of Wishful Thinking” (“A terra de torcedores”, numa tradução livre).

O texto começa bem direto: “Quão ruim o Brasil pode ficar? Pior, muito pior.”

O analista Arthur Kroeber, cuja maior especialidade é a China, esteve no Brasil na semana passada e conversou com investidores, gente do governo e acadêmicos. Para Kroeber, a “extraordinária deterioração” do Brasil aconteceu nos últimos seis meses, “e não está nem de longe prestes a terminar.”

Ele nota que o mercado já levou o dólar para R$3 e que a Bovespa já caiu 19% desde seu pico em agosto, mas diz que “correções mais profundas vão acontecer,” em linha com o que discutimos aqui ontem.

Os maiores investidores institucionais brasileiros, que venderam suas posições em Bolsa há meses, estão “perplexos que o capital internacional continue entrando” na Bovespa, escreveu o analista.

“Quando os estrangeiros entenderem o que está acontecendo, tanto as ações e o real vão cair ainda mais.”

O relatório descreve a lambança na Petrobras, mas também aponta os desafios da Vale, cujo principal produto caiu de US$134 por tonelada para cerca de US$60.

“A Vale está mais mal posicionada para enfrentar esta crise do que os seus concorrentes, a BHP Billiton e a Rio Tinto, porque ela é mais concentrada no minério de ferro e fica mais distante da China, o que faz com que seus custos mais altos de transporte aumentem sua desvantagem de preço. O petróleo mais barato vai reduzir os custos de frete e diminuir um pouco a dor. Mas com o preço do minério abaixo de US $ 65, a Vale vai enfrentar uma pressão financeira intensa.”

A Gavekal diz que o efeito combinado destes fatores negativos vai fazer o PIB brasileiro contrair “entre 1% e 2% este ano, com outra queda um pouco menor em 2016.”

“Esta será a primeira vez desde 1929-1930 que a economia brasileira se contrairá por dois anos consecutivos,” prevê a consultoria.

Pelo menos em um trecho do relatório a consultoria vê o copo meio cheio. “É uma pena que haja tão pouco ímpeto em qualquer setor para reverter esta crise — a qual, para sermos justos, será menos danosa que a crise da dívida nos anos 80 e da hiperinflação no início dos anos 90, sem mencionar o quase caos em que se encontram Argentina e a Venezuela.”

FONTE

http://veja.abril.com.br/blog/mercados/economia/gavekal-diz-que-brasil-pode-ficar-pior-muito-pior/

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 12 Mar 2015, 1:19 pm



O fim do Brasil pode ser em 2015, diz Empiricus

São Paulo - O analista financeiro Felipe Miranda esteve nos holofotes nos últimos meses. Sócio da Empiricus Research, Miranda fez uma análise polêmica onde cravou: o fim do Brasil estará decretado caso a presidente Dilma Rousseff seja reeleita.

A afirmação não agradou e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a veiculação de dois vídeos promocionais criados pela consultoria que chamavam a atenção para um “iminente caos econômico”. Mais tarde, o TSE negou o pedido da coligação da presidente Dilma para multar a Empiricus.

Felipe Miranda lançou um livro nesta semana. O título “O Fim do Brasil” é o mesmo de um vídeo que teve mais de 14 milhões de visualizações na internet. Em entrevista ao site Exame.com, o autor fala sobre o livro e reflete sobre como o mercado deve se comportar daqui para frente.

Exame.com – Qual o objetivo com O Fim do Brasil?

Miranda - A tese do fim do Brasil é a de que, basicamente, antes de 1994 o país não tinha história. Não tinha histórico econômico. Não tinha padrão de consumo. Caía o salário e você corria para o supermercado para comprar o que dava. As regras mudavam sempre. Sem regras, não tem como existir investimento. Quem iria investir sabendo que o jogo podia mudar a qualquer hora? Só em 94, com o surgimento do real e a estabilização da moeda, nasce um Brasil. Você dá confiança na sua moeda, controla a inflação, e as pessoas finalmente passam a consumir. E o empresariado, percebendo que o plano deu certo, começa a investir. Os anos de 94 até 99 são a infância do plano real. Em 99, com a adoção do tripé macroeconômico (regime de metas de inflação, fiscais e pelo câmbio flutuante) surge a maturidade do real. Só que vinte anos após o surgimento do real as coisas mudaram dramaticamente. O processo começou em 99 com a crise do setor externo e culminou em setembro de 2008, com a quebra do Lehman Brothers. A partir daí, o governo adotou uma série de medidas para tentar reduzir os impactos da crise. Mas é uma política fiscal gastona que acaba ferindo os três pilares do tripé. São medidas desajustadas. O Brasil começa a morrer por causa da nova matriz econômica.

Exame.com - Mas é possível que o investidor se proteja diante deste cenário?

Miranda - O livro aponta um diagnóstico do cenário e uma série de medidas para tentar se proteger. Talvez, não é possível que o investidor saia 100% blindado, mas existem maneiras de proteger os investimentos.

Exame.com – Dilma, Marina e Aécio. Em linhas gerais, como a bolsa brasileira deve se comportar em cada um dos três cenários?

Miranda - Neste momento, não tem diferença nenhuma entre Marina e Aécio. Se percebeu que a política econômica de Marina é muito parecida com a do Aécio. O mercado não olha Aécio ou Marina. O mercado olha Dilma e não-Dilma. Com a Dilma é queda forte da Bolsa, com algo em torno de 45 mil pontos - esse era o nível que a Bolsa estava quando a oposição começou a ganhar espaço. Talvez, agora seja até menos, porque há dois novos elementos: a sinalização de que o Fed pode subir os juros antes do previsto e a queda forte do minério de ferro. Com isso, a Bolsa pode ir até 42 mil pontos. Com a oposição, o cenário seria de alta. Com Marina ou com Aécio, a Bolsa poderia ir de 75 mil pontos até 80 mil pontos.

Exame.com – Você enxerga Marina e Aécio como a mesma coisa?

Miranda - A distinção viria quando o jogo começasse para valer. O Aécio é mais claro na forma em que pensa. Eu não sei se no momento de crise, o PSB teria sustentação para manter de fato esta politica econômica ortodoxa. É mais do que isso. É como seria a governabilidade de Marina. Existem questões que não podem ser respondidas agora. Como ela vai lidar com o investimento em infraestrutura em relação às barreiras ambientais? E como se resolverá questões do setor elétrico que também são sensíveis a isso? Também tem a questão do agronegócio. Embora o peso do agronegócio em Bolsa não seja tão grande. E aqui não é uma questão de maniqueísmo. Mas sim a que custo ela tomará atitudes.

Exame.com – Existe um candidato mais saudável para o mercado?

Miranda - O mercado tem maior alinhamento histórico ao Aécio. Mas neste momento, não acho que haja distinção. O mercado está avaliando a condição Dilma ou condição não Dilma. A rota com o Aécio tende a ser no longo prazo mais favorável ao mercado. É a primeira vez na história que uma petrolífera sobe com a possibilidade de eleição de uma ambientalista.

Exame.com – Falando nisso, a Petrobras chegou a subir 107% de março para cá. Existe racionalidade dentro desta alta?

Miranda - A Petrobras estava bem penalizada. O mercado está exagerando, faz parte do jogo. Existe racionalidade sim. A racionalidade é que este governo destrói valor para a Petrobras. Com a possibilidade de outro governo que gera valor ou destrói menos, a ação se valorizou. Houve um movimento técnico também. Muita gente estava vendida em Petrobras e tinha que cobrir posições short, quando começou a subir você stopa, então isso gerou uma pressão compradora. Somado a isso, teve uma melhora no quadro de produção da empresa.


fonte

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/o-fim-do-brasil-pode-ser-em-2015-diz-empiricus
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 12 Mar 2015, 1:20 pm



50 mil trabalhadores perderam emprego no Rio com o escândalo da Petrobras
Suspensão de obras devido à Operação Lava Jato transformou eldorados em uma nação de desempregados desesperada em busca de novas frentes de trabalho. Em casa, a família passa necessidades com pouca comida e a moradia ameaçada

O Dia


Rio - Eles não participaram das negociatas, nem meteram a mão em um centavo sequer da Petrobras e muito menos formaram cartéis para burlar as licitações. Mas, antes mesmo de políticos e empresários envolvidos no escândalo sentarem nos bancos dos réus, pelo menos 50 mil trabalhadores do Rio de Janeiro já foram condenados na Operação Lava Jato. São os primeiros sentenciados numa história onde mocinhos e bandidos trocam de lado e os operários é que vivem atrás de grades invisíveis, presos ao desemprego, à redução bruta dos salários, ao fim do sonho de tocar o próprio negócio e assiste à queda de pequenas empresas, algumas com mais de meio século.
O Rio de Janeiro é o estado economicamente mais dependente da indústria de óleo e gás e o levantamento realizado junto às prefeituras das cidades ligadas à extração do petróleo e com obras da Petrobras expõe o tamanho da crise desde que empresários citados na Lava Jato foram para a cadeia: cidades pequenas e pacatas se transformaram em quase metrópoles e incharam o número da população com a constante oferta de empregos. Foram as primeiras atingidas pela suspensão de obras e patrocínios da estatal, sem contar a queda na arrecadação de royalties por causa do preço do barril de petróleo. Resultado: hoje tem um exército de mão de obra de braços cruzados.

A peça mais sensível neste efeito dominó está na mão de obra imigrante, que atraída pelos bons salários deixou o Nordeste e Minas Gerais para trabalhar na Petrobras e, longe da família, que sem emprego se transformou nos ciganos do petróleo. E tem como símbolo 20 baianos que há três anos desembarcaram no Comperj e ocuparam uma humilde vila de casas em Itaboraí,

com a perspectiva de ficar até 2016. A partir de dezembro, o eldorado negro ficou russo, e a redução de três mil postos de trabalho levou uma parte dos operários a fazer o caminho de casa. “O dinheiro foi acabando. O pessoal deixou tudo: TV, cama, armário. Não tinha gente para comprar e nem grana para levar”, detalha o montador João Hamilton Macedo, 37 anos, um dos últimos sete operários a continuar na vila, aonde só um continua empregado.

A persistência, até agora, só fez aumentar as dívidas. Amarga quatro meses de atraso no aluguel,
está com cartões bloqueados, luz cortada e, quase sempre, a comida só chega graças à solidariedade dos vizinhos. “É vergonhoso, mas há três meses praticamente vivo de favor. Até para comer”, conta o constrangido montador,. Ele foi obrigado a cortar até o dinheiro da pensão dos dois filhos, que ficaram em Camaçari (BA), e há dias que se mantém graças à dieta forçada de água e biscoito. Nem na pior seca nordestina enfrentou tantas vezes o prato vazio.

Não é falta de tentar. Todos os dias, Hamilton segue uma rotina de trabalho bem conhecida dos quase 12 mil desempregados de Itaboraí — segundo estimativa do Sindicato dos Montadores e da prefeitura: Levanta cedo e percorre pelo menos três escritórios de empresas que ainda mantêm obra no Comperj para deixa o currículo. “Outro dia, uma abriu vaga para 20 montadores. Quando chegou a minha vez, já tinha acabado. É assim, preenche rápido. Tem muita gente parada aqui”, se resigna Hamílton.

Os poucos empregos oferecidos viram trosegue uma rotina de trabalho bem conhecida dos quase 12 mil desempregados de Itaboraí — segundo estimativa do Sindicato dos Montadores e da prefeitura: levanta cedo e percorre pelo menos três escritórios de empresas que ainda mantêm obra no Comperj para deixa o currículo.“Outro dia, uma abriu vaga para 20 montadores. Quando chegou a minha vez, já tinha acabado. É assim, preenche rápido. Tem muita gente parada aqui”, se resigna Hamílton. Os poucos empregos oferecidos viram troféus.

Com 35 mil candidatos a um emprego cadastrados entre janeiro e março e apenas 1.100 enviados à entrevista em empresas, o gerente do Sine-Itaboraí reconhece a dificuldade de encontrar trabalho nas indústrias e comércios da região. “Vivemos um momento difícil, mas acho que pode complicar daqui a dois meses”, antecipa Anderson Santana, baseado numa simples análise: é quando acaba o pouco dinheiro que ainda há no bolso dos operários, graças à sobra da indenização e do seguro-desemprego. Anderson lembra da dificuldade em preencher as vagas no auge dos empregos, em 2012. “Caçava empregados até nos cursos. Tirei caldereiro da sala de aula direto para o Comperj”, recorda.

Tempo dourado acompanhado pelo mecânico Alex Correia Reis, 35 anos, outro baiano que se aventurou pelo Rio no rastro da riqueza do petróleo. Trabalhou em estaleiros em Niterói por três anos até conseguir uma vaga na Construtora Alusa e entrar no Comperj. A gordura na conta bancária levou a família a planejar o terceiro filho. Agora, seria um carioca. O sonho do salário alto e da prosperidade se transformou em pesadelo em dezembro. Atingida pela Operação Lava Jato, a empresa parou as obras e, no mês passado, pediu recuperação judicial. Deixou três mil trabalhadores sem empregos e sem pagamento. Pior: como oficialmente os operários não foram dispensados, o vínculo continua ativo e nem Alex ou nenhum outro funcionário consegue assinar novo contrato. Para fazer dinheiro, vendeu geladeira, cama, ar-condionado e foi se desfazendo dos bens. Perdeu a casa por falta de pagamento e só não parou na rua devido à ajuda de um vizinho, que, sensibilizado com o nono mês de gestação de Jaqueline Mendonça Simão, 30 anos, deu abrigo temporário à família num quarto-sala, em Guaxindiba. A alimentação consegue com doações ou com os pingados biscates. “Ninguém tem dinheiro para pagar.

Troco trabalho por comida”, destaca o mecânico, preocupado com a interrupção do pré-natal da mulher e a indefinição do local do parto desde que perdeu o plano de saúde. “Acho que não vai precisar de cirurgia. Estava tudo indo bem, mas não sei se na hora vai ter vaga no hospital”, admite a tensão, amenizada com a doação do enxoval, feito com peças usadas. “É mais um menino”, alegra-se por instantes. A história da busca do eldorado negro também enfeitiçou o mineiro Márcio Neuri Rodrigues Santos, 26 anos. Não teve dúvidas de pegar mulher e a filha e desembarcar na rodoviária de Itaboraí com proposta de emprego na Construtora RG. “Estava tudo certo com um encarregado.

Ele fez contato e chamou, mas não encontrei ninguém.” Já era tarde. O período de vacas gordas
tinha passado e bateu com a cara na porta. Trabalhou por dois anos no Porto do Açu, mas acabou dispensado com o suspensão da obra. Sem opções, o destino lhe pregou uma peça: só encontrou emprego num lava jato. O mesmo destino de outros dois jovens demitidos em dezembro e janeiro do Comperj. Washington Danilo da Silva e Alas Evangelista perderam o trabalho no Consórcio TUC e na Construtora Barbosa Melo e só conseguiram vaga no Lava-Jato do Buiu e Ducha do Zé. Aliás, Itaboraí pode ser considerada a capital fluminense dos lavas-a-jato. O Câmara dos Dirigentes Lojistas estima em 50 estabelecimentos legais — embora a maioria está na economia informal. Os jovens sentem a redução brusca dos salários. Nas empresas faturavam até R$ 2,3 mil, algo impossível de conseguir em cidade vizinha — principalmente no período que a redução empregos leva a contração dos vencimentos.

O sonho de uma vida melhor que encantou os trabalhadores de Itaboraí, também criou esperanças a poucos quilômetros dali, em Rio Bonito. Tão logo o Comperj começou a ser erguido, e pedreiros, que ganhavam R$ 80 por dia, quiseram trocar os modestos vencimentos pela perspectiva de ganhar R$ 3 mil. Na jornada de volta, além da decepção, os trabalhadores mantêm o sonho de um salário melhor. “Como a gente vai fazer? Eles querem ganhar a mesma coisa...”, lamenta o secretário de Fazenda Marcelo Soares, ao falar de um entre vários dos problemas enfrentados pela cidade.

É justamente a redução no poder aquisitivo a herança mais temida pelos soldadores Renato Silva Pereira, 48 anos, e Nicolas Gonçalves Pereira, 21. Pai e filho perderam o emprego com a suspensão das obras da Lusa e sabem que no mercado fora da Petrobras será impossível ver salários na casa dos R$ 10 mil e R$ 12 mil. No máximo, chegará a R$ 4 mil.

Participaram desta reportagem Caio Barbosa, João Antônio Barros, Leandro Resende, Luísa Brasil e Nonato Viegas


FONTE

http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-03-12/50-mil-trabalhadores-perderam-emprego-no-rio-com-o-escandalo-da-petrobras.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 26 Mar 2015, 12:38 pm




CCR ameaça abandonar Barcas por causa de prejuízo milionário

Governo pode ter novamente a concessão do serviço. Além disso, novas barcas chinesas não cabem em estaleiro

Rio - Uma bomba relógio que desde o início do ano passado repousava discreta nas gavetas do governador Luiz Fernando Pezão e do secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, foi acionada: a CCR Barcas ameaça entregar a concessão, pela qual pagou R$ 72 milhões.

O motivo está no balanço da empresa publicado no dia 25 de fevereiro, que mostra que nos últimos dois anos foram mais de R$ 110 milhões em prejuízos. A crise se agravou com a compra das barcas chinesas, que têm custo operacional 50% maior do que as atuais. Para equilibrar o negócio, o preço das tarifas saltaria dos atuais R$ 5,00 para R$ 7,70, isso somente para a operação do sistema. Consideradas as reformas nas plataformas e a manutenção das embarcações este valor ultrapassaria os R$ 10,00.

Desde que assumiu a concessão, em junho de 2012, a CCR Barcas registra sucessivos prejuízos. Mesmo no primeiro ano, quando as tarifas foram majoradas acima da inflação, a prestação de serviços de transportes aquaviários no Rio teve um prejuízo de R$ 13,617 milhões. O ano poderia ter fechado no lucro, não fosse a grande provisão, de R$ 28 milhões, para possíveis ações judiciais — questionada pelos auditores do balanço, a Deloitte.

Pelo contrato de concessão, há uma revisão tarifária a cada cinco anos para garantir o equilíbrio econômico da operação. A Agetransp informou, em nota, que contratou a Fundação Getúlio Vargas para a realização de estudo sobre esta revisão.

O trabalho foi concluído e a previsão é de que seja apreciado ainda este ano, acrescentou a agência reguladora.

Especialista em Mobilidade Urbana da Uerj, Alexandre Rojas alerta que não existe caridade por parte dos investidores. Enfático, ele sinaliza que o Tribunal de Contas tem que entrar nesta história e explicar porque a CCR assumiu a concessão sabendo que ela dava prejuízo.“O governo está com uma bomba de retardo na mão. Não estou falando só das barcas. A crise inclui os trens e vai chegar ao metrô. Agora, isso tem que ser investigado. É claro que não foi só falta de planejamento”, disse, enfatizando que o caminho seria um novo edital e outra licitação.

O especialista em Mobilidade Urbana da UFF Aurélio Lamare Soares Murta concorda. Mas, para ele, o principal problema é que a Agetransp não regula o serviço. “As regras não são transparentes. Ninguém sabe exatamente como se faz o preço ou como se calcula o reajuste. Até hoje isso funciona como se fosse uma autorização do governo”, acredita.

O secretário estadual de Transporte Carlos Roberto Osório disse que ainda não recebeu nenhum posicionamento oficial da empresa.

O grupo CCR também emitiu nota: “Só poderemos nos posicionar após a apreciação e divulgação por parte do poder concedente. Enquanto isso, a operação da concessionária segue normalmente.”


fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-03-26/ccr-ameaca-abandonar-barcas-por-causa-de-prejuizo-milionario.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por David de Oliveira em Sex 27 Mar 2015, 3:31 pm

Alguém ainda quer mudança?


Vejam o tempo de FHC:


Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias.
 
Caso Sivam: Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para FHC “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”. A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC bloqueou.
Pasta Rosa: Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”.
Compra de votos: A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a Constituição, houve um pesado esquema para a COMPRA de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI.
Vale do Rio Doce: Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infra-estrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD.
Privatização da Telebrás: O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de FHC, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de FHC. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infra-estrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo FHC impediu que fosse investigada. “Estamos no limite da irresponsabilidade”. Ricardo Sérgio de Oliveira.
Ex-caixa de FHC: A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de FHC e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do OPPORTUNITY, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.
Juiz Lalau: A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que FHC, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”.
Farra do Proer: O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de FHC.
Sudam e Sudene: De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, FHC extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de INVESTIMENTOS do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, FHC extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia.


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Lit San Ares em Sab 28 Mar 2015, 6:47 pm

Alguém ainda quer mudança?


Vejam o tempo de FHC:


Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. (...)
Tudo bem... tudo bem.

Mas você está satisfeito com a maneira como as coisas estão, David?
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por David de Oliveira em Dom 29 Mar 2015, 12:18 pm

Lit San Ares escreveu:
Alguém ainda quer mudança?


Vejam o tempo de FHC:


Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. (...)
Tudo bem... tudo bem.

Mas você está satisfeito com a maneira como as coisas estão, David?
De jeito nenhum! Só não quero que piore...

Alguém já me perguntou: "Tem jeito de piorar?" Eu digo que sempre tem. Já imaginou se tudo isso que está à tona (a ponta do iceberg), fosse levado para baixo do tapete?


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 31 Mar 2015, 11:29 am



SuperVia alega prejuízo e quer aumento na tarifa
Assim como a CCR, concessionária vem acumulando perdas

DANIEL PEREIRA
Rio - Uma crise de mobilidade se desenha. Como O DIA mostrou nesta quinta-feira, a CCR teve prejuízo de R$ 110 milhões nos últimos dois anos com a operação das barcas e a ameaça devolver a concessão ao estado. O cenário é parecido na SuperVia. Segundo o último balanço divulgado pela companhia, o resultado consolidado do primeiro semestre do ano passado, de 1º de janeiro a 30 de junho, mostra um prejuízo de R$ 1,9 milhão.

Os déficits vêm ocorrendo desde 2012. O balanço de 2013 mostra resultado negativo de R$ 36,5 milhões; e, o de 2012, perdas ainda maiores, de R$ 61,3 milhões.“A empresa está em negociação para a revisão quinquenal e mantém atenção ao cenário econômico atual que apresenta dificuldades com aumento de custos operacionais e de insumos, bem como a preocupação com a política tarifária vigente”, informou a SuperVia em nota.

Em 2011, a empresa registrou lucro de R$ 28,1 milhões. Mas em 2010, quando a Odebrecht Transport comprou 61% da concessionária, foi registrado prejuízo, de R$ 19,7 milhões. Os balanços estão disponíveis no site da SuperVia. Nesta quinta-feira, depois de ser procurada pelo DIA , a empresa chegou a publicar em sua página o resultado consolidado de 2014, mas o arquivo foi retirado do ar subitamente. A companhia foi perguntada para quanto a passagem dos trens deve subir para que haja equilíbrio tarifário, mas preferiu não se posicionar.

Os prejuízos das concessionárias e a falta de respostas do governo estadual e da agência reguladora (Agetransp) irritaram deputados da base aliada do governador Luiz Fernando Pezão e da oposição. Sobre o caso das barcas, dois niteroienses e usuários do serviço falam em acionar o Ministério Público. Flavio Serafini (Psol) e Comte Bittencourt (PPS) prometeram cobrar explicações da Secretaria estadual de Transportes. “É impensável aprovar um aumento sem transparência nos números”, disse Serafini. Para manter os serviços e os investimentos em infraestrutura, seria necessário tarifas na casa dos R$ 10.


fonte

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-03-26/supervia-alega-prejuizo-e-quer-aumento-na-tarifa.html
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Re: Consequências da Reeleição

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