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Holanda em crise institucional

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Holanda em crise institucional

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 01 Maio 2014, 9:26 pm



Holanda se arrepende de liberar drogas e prostituição

O comentarista Carlo Germani nos manda
um importante artigo, mostrando que a Holanda, um dos países mais
liberais do mundo, está em crise com seus próprios conceitos. O país que
legalizou a eutanásia, o aborto, as drogas, o “casamento” entre
homossexuais e a prostituição reconhece que essa posição não melhorou o
país. Ao contrário: aumentou seus problemas.


Em matéria publicada na revista Veja, sob o título “Mudanças na vitrine”, o jornalista Thomaz Favaro
ressalta que, desde que a prostituição e as drogas foram legalizadas,
tudo mudouem De Wallen, famoso bairro de Amsterdã, capital holandesa,
onde a tolerância era aceita.
***
MUDANÇAS NA VITRINE
“A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e
criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um
basta. Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais
famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender
bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no
Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metrosdas
escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os
imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e
as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas
de artigos de luxo”.
A matéria destaca ainda que a legalização da prostituição na Holanda
resultou “na explosão do número de bordéis e no aumento da demanda por
prostitutas”. Nos primeiros três anos de legalização da prostituição,
aumentou em 260% o tráfico de mulheres no país. E a legalização da
maconha? Fez bem? Também não.
“O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de
drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria
desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer
outras drogas. (…) O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops,
atrai ‘turistas da droga’ dispostos a consumir de tudo, não apenas
maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O
preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está
entre os mais baixos da Europa”, afirma a matéria de Veja.
O criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã,
afirma: “Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais,
pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria
os grupos criminosos longe dessas atividades”. Pesquisas revelam que 67%
da população holandesa é, agora, a favor de medidas mais rígidas. E
ainda tem gente que defende que o Brasil deve legalizar a maconha, o
aborto (no editorial passado, vimos o caso de Portugal), a prostituição
etc, citando a Holanda e outros países como exemplo de “modernidade”.
Veja o caso da Suíça. Conta Favaro: “A experiência holandesa não é a
única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na
tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde
as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se
território sob controle do crime organizado. A prefeitura coibiu o uso
público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os
prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para
estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro”.
E a Dinamarca? “Em Copenhague, as autoridades fecharam o cerco ao
Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971.
A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos
moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o
tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em
relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade”.

fonte:

http://tribunadaimprensa.com.br/?p=26897

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Re: Holanda em crise institucional

Mensagem por Mary em Sex 02 Maio 2014, 11:43 pm

estas autoridades destes países estavam pensando que liberar as drogas e prostouição ,aborto tudo teria um fim rápido??

Povo burrroooo!   

 :risadinha:  :risadinha: 


eles só deixaram o demônio mais feliz da vida pois é isso que ele mais queria...


Agora que o mal se enraizou só quero ver como eles vão fazer  pelo visto não será fácil.  oh my


"Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim" (João 14:6)  


Eu não vim chamar os justos, mais sim,os pecadores ao arrependimento (Marcos 2:17)
    
Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.(João 14:26)

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Re: Holanda em crise institucional

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 01 Out 2015, 1:16 pm



Holanda reconhece: legalizar maconha foi erro



A Holanda constatou ter sido um grande erro legalizar a maconha e a prostituição e iniciou ações de reparação dos danos. E aqui no Brasil tem gente fazendo passeata pela legalização dessa droga. A seguir, uma matéria da revista Veja, escrita por Thomas Favaro, detalhando esse engano.

“A Holanda é um dos países mais liberais da Europa. Comportamentos considerados tabu em muitos países, como eutanásia, casamento gay, aborto e prostituição, são legalmente aceitos pelos holandeses. Em Amsterdã, turistas podem comprar pequenas quantidades de maconha em bares especiais, os coffee shops, e escolher abertamente prostitutas expostas em vitrines, uma tradição da cidade. No passado, De Wallen, o bairro da Luz Vermelha, como é chamado nos guias turísticos, foi relativamente tranqüilo e apinhado de curiosos. Desde que a prostituição foi legalizada, sete anos atrás, tudo mudou. Os restaurantes elegantes e o comércio de luxo que havia nas proximidades foram substituídos por hotéis e bares baratos. A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta. Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo. A prefeitura está investindo na remodelação do bairro, para atrair turistas mais ricos e bem-comportados.

De Wallen é um centro de bordéis desde o século XVII, quando a Holanda era uma potência naval e Amsterdã importava cortesãs da França e da Bélgica. Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é conseqüência do excesso de liberalidade. O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas – nem sempre voluntariamente – das regiões mais pobres, como a África, a América Latina e o Leste Europeu. A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou dois paradoxos. O primeiro decorre do fato de que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, foi um incentivo ao narcotráfico.

O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. Deu certo em parte. Apenas três em cada 1.000 holandeses fazem uso de drogas pesadas, menos da metade da média da Inglaterra, da Itália e da Dinamarca. O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops, atrai “turistas da droga” dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa. “Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”, disse a VEJA o criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã.

A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado. A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro. Em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971. A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade.”

fonte

http://tercalivre.com/2015/09/30/holanda-reconhece-legalizar-maconha-foi-erro/

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Re: Holanda em crise institucional

Mensagem por oliveira leite em Qui 01 Out 2015, 1:19 pm

Os brasileiros em geral, acham que pecar é ser para frente e intelectual

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Re: Holanda em crise institucional

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