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PT e a futura crise imobiliaria

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PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 15 Jan 2014, 4:10 pm


Shiller ressalta cegueira do Brasil com bolha imobiliária: "me senti nos EUA de 2005" - InfoMoney

Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3113345/shiller-ressalta-cegueira-brasil-com-bolha-imobiliaria-senti-nos-eua


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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por gusto em Qui 16 Jan 2014, 10:33 pm

Pelo menos nisso o Brasil copiou bem os americanos.

Mas não entendi o que o PT tem com isso.  hummm 

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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 18 Jan 2014, 10:16 am

Não está dentro do assunto do topico, mas tambem há crise tambem na ferroviária, vejam o proximo post

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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 18 Jan 2014, 10:18 am

Obra de ferrovia no Piauí já consumiu R$ 1 bilhão, parou e vai atrasar 6 anos
Orçamento da obra saltou de R$ 4,5 bilhões, em 2007, para R$ 7,5 bilhões.
Transnordestina foi prometida para 2010, mas a nova previsão é para 2016.

As obras da ferrovia Transnordestina no sertão do Piauí, que já consumiram R$ 1,075 bilhão e deveriam ter sido entregues em 2010, estão paralisadas e abandonadas desde setembro de 2013, quando o contrato entre a concessionária Transnordestina Logística S/A (TLSA) e a construtora Odebrecht foi rescindido. O valor investido no trecho piauiense corresponde a mais de dois terços do total de R$ 1,456 bilhão previsto após um recente financiamento complementar feito pelo governo federal.
O G1 visitou trechos da ferrovia em obras nas cidades de Paulistana e Curral Novo do Piauí e não viu trabalhadores ou máquinas em ação. O nome da empreiteira contratada para o trabalho já não consta mais nas placas.
Segundo o Ministério dos Transportes, foram executados apenas 42% dos trabalhos de infraestrutura e 35% das obras de arte especiais – pontes e viadutos – nos 420 quilômetros da linha entre as cidades de Eliseu Martins (PI) e Trindade (PE).
O orçamento total para a construção nos três estados saltou de R$ 4,5 bilhões, em 2007, para R$ 7,5 bilhões, em 2013. O G1procurou a Transnordestina Logística S.A. por telefone e e-mails entre os meses de novembro e dezembro do ano passado, mas a empresa não detalha o que já foi feito no trecho com o dinheiro. O Tribunal de Contas da União disse que não encontrou irregularidades até o momento.
A ferrovia começou a ser construída em junho de 2006, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e deveria ter ficado pronta quatro anos depois, ao final do mandato. De acordo com o governo federal, o projeto prevê 2.304 quilômetros de ferrovia, beneficiando 81 municípios – 19 no Piauí, 28 no Ceará e 34 em Pernambuco.
O atraso na conclusão da ferrovia Transnordestina prejudica a expansão do agronegócio e da mineração no Piauí, que vê nesse empreendimento a chance de potencializar o transporte de cargas, escoando grãos e minérios até o mar a custos mais baixos. O estado já tem ferrovias que vão até os portos de Pecém (CE) e Itaqui (MA), mas a Transnordestina ligaria as regiões de agronegócios e de mineração ao porto de Suape (PE).

Inicialmente, a ferrovia seria construída pelo governo federal, mas por falta de verba e a entraves burocráticos, o projeto foi entregue para a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que criou a empresa Transnordestina Logística S.A. (TLSA) para ser concessionária da obra. O governo federal então firmou compromisso de garantir financiamentos de bancos e órgãos públicos. Já os estados envolvidos ficaram responsáveis pelas desapropriações.
A ferrovia Trasnordestina não faz parte do Programa de Investimento em Logística (PIL), criado em agosto de 2012 para destravar gargalos históricos do transporte e aquecer a economia brasileira em meio à crise internacional. A previsão era investir R$ 91 bilhões na construção de 10 mil quilômetros de ferrovias, mas, até agora, nenhum trecho foi leiloado.
Um dos motivos para o fracasso foi a desconfiança do empresariado em relação aos projetos, principalmente por conta da participação da estatal Valec no negócio. Para reverter o quadro, o governo decidiu terceirizar a produção de projetos para construção de novas ferrovias, que agora serão elaborados pelo setor privado.
Além disso, o Tribunal de Contas da União (TCU) pediu uma série de correções no projeto para reduzir custos e só aprovou o novo modelo de concessão no fim de 2013. A empresa vencedora do leilão vai apenas construir, manter e operar as linhas. Toda a capacidade de transporte de carga por esses trilhos será comprada pela Valec. O plano garante livre acesso aos trilhos, o que deve levar a concorrência e queda de preço no transporte de cargas, mas a estatal assume o risco de prejuízo caso a demanda das empresas transportadoras seja menor que o previsto.
O governo espera fazer o primeiro leilão até março de 2014.

Atraso de 6 anos
Segundo o Ministério dos Transportes, greves depois do descumprimento de acordo coletivo relativo ao pagamento de gratificações aos operários, quebra de acordos e atrasos nas desapropriações são alguns dos fatores que contribuíram para o atraso na Transnordestina. Ao G1 o ministério disse que o governo não tem qualquer participação ou intervenção nas relações contratuais entre a concessionária e as construtoras que executam a obra, e garantiu que cobra os resultados estabelecidos nos acordos de financiamento e no contrato de concessão, firmado e fiscalizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Em nota, a construtora Odebrecht informou que a rescisão com a Transnordestina Logística S.A. foi feita de maneira amigável, mas não disse o que motivou a empreiteira a romper o contrato. A Transnordestina também foi procurada, mas não quis comentar nada sobre o assunto.
O governo federal afirmou que, após a saída da Odebrecht, a Transnordestina Logística está contratando novas empresas para a retomada das obras. A previsão da concessionária era de reiniciar os trabalhos em dezembro de 2013 e entregar a ferrovia concluída em setembro de 2016, com seis anos de atraso em relação ao prazo inicial e cinco anos além do previsto no cronograma do balanço quadrimestral do PAC 2, divulgado dia 17 de outubro de 2013.
Até o último balanço, o governo ainda via a possibilidade de ter a Transnordestina concluída no fim de 2015. Em setembro, no entanto, o acordo dos acionistas foi renegociado e novas cláusulas foram impostas, depois das discussões entre a Companhia Siderúrgica Nacional e o Ministério dos Transportes.
O único trecho com possibilidade de ser concluído ainda em 2014, segundo balanço do PAC, fica entre Salgueiro (PE) e Trindade (PE). O pedaço tem 163 km de extensão e está previsto para setembro. Os demais trechos, que somam mais de 90% da extensão total da ferrovia, só vão ficar prontos entre junho e setembro de 2016.
Atraso para o agronegócio
Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico (Sedet), a ferrovia vai dobrar o volume de exportações da soja no estado. O atraso na construção e a ausência de um porto no estado são os maiores problemas para o desenvolvimento do agronegócio no Piauí. Entre 2009 e 2011, foram exportados mais de R$ 183 milhões pelo Porto de Itaqui, em São Luís (MA), e R$ 156 milhões pelo Porto de Pecém, em São Gonçalo do Amarante (CE).
Para o secretário de Desenvolvimento, Warton Santos, a conclusão da ferrovia é esperada com ansiedade pelos setores produtivos. "A ferrovia Transnordestina vai cortar mais de 1 mil km da região dos Cerrados Piauienses, que mais cresce na produção de soja, algodão e milho, além de minérios. Para se ter uma ideia, a mineradora Bemisa, que tem projetos implantados na Bahia, Minas Gerais, Goiás, Pará e Mato Grosso, instalou-se recentemente na região a investiu mais de US$ 5 milhões", afirmou.
O presidente da Associação dos Produtores de Soja do Piauí (Aprosoja), Moysés Barjud, disse que a Transnordestina possibilitará a redução de custos, já que o transporte rodoviário aconteceria somente até a cidade de Eliseu Martins. No entanto, a associação ainda não tem um cálculo sobre o tamanho da redução, que dependerá do preço do transporte ferroviário até o porto.
"Os benefícios dessa obra são imensos e evidentes: facilitação da chegada dos insumos agrícolas até as fazendas – o que, indiretamente, gera um incremento tecnológico e produtivo dos empreendimentos agrícolas – e, é claro, no escoamento da produção", afirmou Barjud.
Apesar de toda a expectativa dos produtores e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, a ferrovia não é bem vista pelo secretário estadual de Transportes, Avelino Neiva, que chegou a declarar durante a apresentação do Plano de Desenvolvimento Econômico Sustentável (PDES), que aconteceu na última semana de novembro, que a obra é um projeto mal traçado e que não agregará valor nenhum ao estado.
"O Piauí se transformará em um mero exportador de matéria-prima. Não teremos nenhum valor agregado com essa obra. Poderíamos ter 30% do valor que está sendo investido nela, algo em torno de R$ 2,5 bilhões, para construir 700 km de ferrovia partindo do ponto onde foi iniciada a Transnordestina no Piauí até o Porto de Luís Correia. Dessa forma não iríamos apenas fazer o transporte de produtos, mas agregar valor econômico aqui e gerar riquezas. Se eu tivesse sido ouvido na época do seu traçado, nunca teria aprovado essa obra, mas já é um fato consumado e temos que aprender a viver inteligentemente com isso", declarou.[/quote]

fonte

http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2014/01/obra-de-ferrovia-no-piaui-ja-consumiu-r-1-bilhao-parou-e-vai-atrasar-6-anos.html

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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por gusto em Sab 18 Jan 2014, 10:48 am

E você espera mais do homem?

O homem é extremamente corrupto.

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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por Ed em Sab 18 Jan 2014, 2:24 pm

gusto escreveu:Pnão entendi o que o PT tem com isso.  hummm 

Diz o ditado: O pior cego é aquele que não quer ver...  japinha 


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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por brazuca em Sab 18 Jan 2014, 4:31 pm

Neste vídeo, Lula mostra as condições em que se encontravam as ferrovias do país, na época em que assumiu o governo, e os planos de ampliação da malha ferroviária.



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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por Ed em Sab 18 Jan 2014, 4:49 pm

Pela astronômica quantidadede dinheiro que o governo do PT arrecada, é de se esperar que teremos uma malha de trens bala espalhado por esse brasilzão afora...  :risadinha: 

Porque balas estão voando para todo o lado nas armas dos que tem armas (os bandidos) que o PT não consegue acabar...

Obs, você assistiu essa tranqueira de filme inteirinho?  ta loco 


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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por brazuca em Sab 18 Jan 2014, 6:33 pm

Ed escreveu:Pela astronômica quantidadede dinheiro que o governo do PT arrecada, é de se esperar que teremos uma malha de trens bala espalhado por esse brasilzão afora...  :risadinha: 

Porque balas estão voando para todo o lado nas armas dos que tem armas (os bandidos) que o PT não consegue acabar...

Obs, você assistiu essa tranqueira de filme inteirinho?  ta loco 

O dinheiro que o governo arrecada, é um caso. A bandidagem que o governo não consegue acabar, é outro caso. Para falar sobre cada um desses casos, é preciso conhecer a fundo as implicações a que estará sujeita qualquer ação por parte do governo.

Eu assisti o vídeo inteirinho sim, porque procuro sempre conhecer o máximo possível sobre a pessoa de quem falo.

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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por gusto em Sab 18 Jan 2014, 11:20 pm

Ed escreveu:
gusto escreveu:Pnão entendi o que o PT tem com isso.  hummm 

Diz o ditado: O pior cego é aquele que não quer ver...  japinha 
Quando a coisa ficar preta por lá, (EUA), não queira voltar. Guenta.  :chapeu: 

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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por Xevious em Seg 03 Fev 2014, 5:45 am

Sei é que quero vender minha casa e comprar um sitio..

E tenho que usufruir desta bolha imobiliária ao meu favor..

Ainda mais que minha casa não ta lá muito boa..
E quero comprar um sitio próximo a áreas Urbanas

Pra quem conhece Porto Alegre, quero comprar um sitio em Belem Velho ou Vila Nova

Pra quem não conhece informo..
São bairros que se parecem com a serra gaúcha.. lindos.. em termos de natureza..
Da pra conseguir sítios que passa riachos com água mineral, pura..
Também são sítios com floresta nativa..
E são próximos ao centro.. uns 20 minutos de ônibus inclusive..

Não preciso de um sitio muito grande, mas quero muito poder plantar tudo que desejo, e aqui em casa realmente não há mais espaço..

Antigamente aqui em casa havia frutas em todo ano.. mas a família cresceu tivemos que aumentar a casa.. diminuir a área verde.. 

Neste instante.. a uva parou de dar e as Romãs ainda não estão maduras..
Eita agonia..

Xevious
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Re: PT e a futura crise imobiliaria

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 06 Maio 2014, 9:27 am



Alta dos preços de imóveis perde força pelo 5° mês seguido, diz Fipe
Preço médio do metro quadrado teve alta de 0,49% em abril.
No acumulado do ano, preços subiram abaixo da inflação.
A alta nos preços dos imóveis perdeu força pelo quinto mês seguido em abril, segundo pesquisa divulgada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). No mês passado, o preço médio do metro quadrado nas 16 cidades analisadas subiu 0,49% em relação a março. No mês anterior, o acréscimo foi de 0,64%.
Na comparação com abril de 2013, a alta média do metro quadrado ficou em 11,8%. No acumulado do ano, é de 2,48% – abaixo da inflação para o período, estimada em 2,99%. A maior elevação foi registrada em Fortaleza, de 4,04%. Já em Porto Alegre, os preços tiveram queda de 1,63%, e em Brasília, de 0,2%.
Os valores médios do metro quadrado em dezembro ficaram entre R$ 3.937 (Vila Velha) e R$ 10.538 (Rio de Janeiro). Em São Paulo, o valor médio foi de R$ 8.003, e na média das 16 cidades, de R$ 7.455.
Na passagem de março para abril, o preço do metro quadrado sofreu queda em Porto Alegre(-1,35%), Curitiba (-0,57%) e Florianópolis (-0,13%). A maior alta, de 1,38%, foi registrada em Fortaleza, seguida por Vitória (0,78%) e Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, (0,76%).

fonte:

http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2014/05/alta-dos-precos-de-imoveis-perde-forca-pelo-quinto-mes-diz-fipe.html

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Re: PT e a futura crise imobiliaria

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