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Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

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Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Starway to Heaven em Sab 30 Nov 2013, 1:30 pm

...nós não controlamos como o nosso cérebro processa as informações?

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por gusto em Sab 30 Nov 2013, 2:08 pm

Só se vivermos como animais.

Mas o homem espiritual tem domínio próprio. Caso contrário, o Evangelho não seria o poder de Deus para a salvação de todo o que crê.

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Starway to Heaven em Sab 30 Nov 2013, 2:45 pm

gusto escreveu:Só se vivermos como animais.

Mas o homem espiritual tem domínio próprio. Caso contrário, o Evangelho não seria o poder de Deus para a salvação de todo o que crê.
Não tem muito a ver com ser um animal ou não, afinal todos eles, incluindo os humanos, são dependentes das suas condições biológicas.

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por alicarvalho em Sab 30 Nov 2013, 2:52 pm

Shabat Shalom !

O que é livre arbítrio ?

É o "poder" que o homem tem de dizer Não para os mandamentos de D'us .  
Nós fomos criados para obedecer ao Eterno ,mas temos a escolha de desobedece-lo ! 


"Porei minha Torah dentro deles e a escreverei em seu coração ;e serei o Deus deles e eles serão o meu povo " Jr 31.33b

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Starway to Heaven em Sab 30 Nov 2013, 3:48 pm

alicarvalho escreveu:Shabat Shalom !

O que é livre arbítrio ?

É o "poder" que o homem tem de dizer Não para os mandamentos de D'us .  
Nós fomos criados para obedecer ao Eterno ,mas temos a escolha de desobedece-lo ! 
O problema é que essa "escolha" provêm de meios sobre os quais não temos controle sobre.

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por gusto em Sab 30 Nov 2013, 4:26 pm

Starway to Heaven escreveu:
gusto escreveu:Só se vivermos como animais.

Mas o homem espiritual tem domínio próprio. Caso contrário, o Evangelho não seria o poder de Deus para a salvação de todo o que crê.
Não tem muito a ver com ser um animal ou não, afinal todos eles, incluindo os humanos, são dependentes das suas condições biológicas.
Jesus é o exemplo a ser seguido.

Nada de colocar a culpa em outros/outras.

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por alicarvalho em Sab 30 Nov 2013, 4:37 pm

Starway to Heaven escreveu:
alicarvalho escreveu:Shabat Shalom !

O que é livre arbítrio ?

É o "poder" que o homem tem de dizer Não para os mandamentos de D'us .  
Nós fomos criados para obedecer ao Eterno ,mas temos a escolha de desobedece-lo ! 
O problema é que essa "escolha" provêm de meios sobre os quais não temos controle sobre.
Não há força no universo que nos obrigue a pecar !
Quando pecamos é porque escolhemos pecar e porque nós deixamos a nossa natureza nos controlar! 


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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Starway to Heaven em Sab 30 Nov 2013, 4:46 pm

gusto escreveu:
Starway to Heaven escreveu:
gusto escreveu:Só se vivermos como animais.

Mas o homem espiritual tem domínio próprio. Caso contrário, o Evangelho não seria o poder de Deus para a salvação de todo o que crê.
Não tem muito a ver com ser um animal ou não, afinal todos eles, incluindo os humanos, são dependentes das suas condições biológicas.
Jesus é o exemplo a ser seguido.

Nada de colocar a culpa em outros/outras.
Ainda bem que eu não coloquei a culpa em ninguém.

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Starway to Heaven em Sab 30 Nov 2013, 4:53 pm

alicarvalho escreveu:
Starway to Heaven escreveu:
alicarvalho escreveu:Shabat Shalom !

O que é livre arbítrio ?

É o "poder" que o homem tem de dizer Não para os mandamentos de D'us .  
Nós fomos criados para obedecer ao Eterno ,mas temos a escolha de desobedece-lo ! 
O problema é que essa "escolha" provêm de meios sobre os quais não temos controle sobre.
Não há força no universo que nos obrigue a pecar !
Quando pecamos é porque escolhemos pecar e porque nós deixamos a nossa natureza nos controlar! 
Não falo só de "pecar" e "não pecar", falo de qualquer ação que se possa tomar. Sim, podemos ponderar sobre as decisões que tomamos, e decidir racionalmente o que queremos, mas não escolhemos as condições que nos fizeram tomar a nossa decisão (aka nosso cérebro, nossos genes, nossa condição de vida, etc), fazendo a ideia de um livre arbítrio realmente genuíno difícil de entender pra mim.

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por alicarvalho em Sab 30 Nov 2013, 4:56 pm

Starway to Heaven escreveu:
alicarvalho escreveu:
Starway to Heaven escreveu:
alicarvalho escreveu:Shabat Shalom !

O que é livre arbítrio ?

É o "poder" que o homem tem de dizer Não para os mandamentos de D'us .  
Nós fomos criados para obedecer ao Eterno ,mas temos a escolha de desobedece-lo ! 
O problema é que essa "escolha" provêm de meios sobre os quais não temos controle sobre.
Não há força no universo que nos obrigue a pecar !
Quando pecamos é porque escolhemos pecar e porque nós deixamos a nossa natureza nos controlar! 
Não falo só de "pecar" e "não pecar", falo de qualquer ação que se possa tomar. Sim, podemos ponderar sobre as decisões que tomamos, e decidir racionalmente o que queremos, mas não escolhemos as condições que nos fizeram tomar a nossa decisão (aka nosso cérebro, nossos genes, nossa condição de vida, etc), fazendo a ideia de um livre arbítrio realmente genuíno difícil de entender pra mim.
Irmão toda decisão que tomarmos em nossas vidas sempre existirá dois caminhos que teremos que escolher por um deles.
Não importa em que condições iremos estar fazendo as nossas escolhas ,temos o poder de decidir o que fazer . 


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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por gusto em Sab 30 Nov 2013, 4:57 pm

Starway to Heaven escreveu:
gusto escreveu:
Starway to Heaven escreveu:
gusto escreveu:Só se vivermos como animais.

Mas o homem espiritual tem domínio próprio. Caso contrário, o Evangelho não seria o poder de Deus para a salvação de todo o que crê.
Não tem muito a ver com ser um animal ou não, afinal todos eles, incluindo os humanos, são dependentes das suas condições biológicas.
Jesus é o exemplo a ser seguido.

Nada de colocar a culpa em outros/outras.
Ainda bem que eu não coloquei a culpa em ninguém.
É mesmo?

E estas tais condições biológicas? :risadinha:


Última edição por gusto em Sab 30 Nov 2013, 5:12 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por gusto em Sab 30 Nov 2013, 5:02 pm

Leia este artigo, pode te ajudar, Starway

Spoiler:
Circunstâncias, Determinismo Psíquico, Genes ou... Escolha?

"Então disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. Disse o Senhor Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi" (Gn 3.12-13).

No Jardim do Éden, Deus disse: "Adão!", Adão disse: "Eva" e Eva disse: "a serpente". Assim começou o costume de culpar os outros ("Não fui eu, Senhor"), esquivando-se da responsabilidade (foi alguém ou outra coisa) e fazendo o papel de vítima. O papel de vítima da humanidade ("não me acuse – eu não sou responsável") é um tema repetido continuamente na história humana. A humanidade parece ter um desejo férreo de culpar e transferir a responsabilidade a outros, fazendo o papel de vítima.
Determinismo Circunstancial

Quando Adão disse "Eva", ele estava transmitindo uma forma determinística de ver a vida. Ele estava dizendo que a única razão da violação do mandamento de Deus tinha sido a mulher. É possível ouvi-lo dizendo: "Se não fosse por essa mulher, eu não teria deixado de cumprir Seu mandamento." Adão se negou a assumir responsabilidade interior ("Eu o fiz") e, ao invés disso, atribui sua quebra do mandamento a um fator externo (Eva). Eva é acusada: "Ela é responsável por me tentar; eu sou a vítima. Se não fosse por Eva, eu nunca teria feito tal coisa." Tratava-se de determinismo baseado em razões externas, não em decisões interiores. Eva, por seu lado, acusou a serpente, transferindo a responsabilidade por aquilo que tinha feito, e também se colocou no papel de vítima.

O que vemos com Adão e Eva é um desejo de agradar a si mesmo e não a Deus, e uma resposta pecaminosa imediata para externalizar a culpa e a responsabilidade, fazendo o papel de vítima. "Sim", diria Adão, "eu o fiz, MAS fui forçado a fazê-lo. Naquelas circunstâncias, eu não tinha outra escolha." A era do determinismo circunstancial começou com nossos primeiros pais. As circunstâncias incluíam a disponibilidade da árvore e o encorajamento de Eva. Adão até poderia ter acrescentado: "Meu desejo de agradar à minha mulher me levou a fazê-lo."
Determinismo psíquico

Essa longa era de determinismo circunstancial continua até hoje. Entretanto, começando no século passado e prosseguindo até hoje, há um outro determinismo muito influente. Esse novo determinismo começou com o trabalho de Sigmund Freud. No livro "The Freudian Fallacy" ("A Falácia Freudiana"), E. M. Thornton escreveu:

   Provavelmente nenhum outro indivíduo teve maior influência sobre o pensamento do século 20 do que Sigmund Freud. Suas obras influenciaram a psiquiatria, a antropologia, o serviço social, a penalística, a educação, e forneceram material praticamente sem limites para novelistas e dramaturgos. Freud criou "um clima de opiniões totalmente novo"; para o bem ou para o mal, ele mudou a face da sociedade. O vocabulário da psicanálise passou para a linguagem do dia-a-dia.[1]

Provavelmente nenhum outro indivíduo teve maior influência sobre o pensamento do século 20 do que Sigmund Freud.

Freud postulou que a razão porque pensamos da maneira como pensamos é que no início da vida (do nascimento até aos 5 anos) passamos pelo que ele chamou de fases psicossexuais de desenvolvimento. Em conseqüência, supostamente incorporamos nossa história humana inicial em nosso inconsciente. Freud ensinou que nossa infância então determina o que fazemos. A mesma coisa que aconteceu no Jardim do Éden, onde Adão e Eva transferiram a culpa, esquivaram-se da responsabilidade e se colocaram no papel de vítimas, dá-se também com o determinismo psíquico de Freud.

De acordo com Freud, a razão porque fazemos o que fazemos e pensamos o que pensamos é que somos psiquicamente determinados a fazê-lo. No sistema freudiano, culpo minhas fases iniciais de desenvolvimento psicossexual; eu não sou responsável, porque fui programado para agir e pensar pelas experiências iniciais da vida; e sou uma vítima dos resultados das minhas fases psicossexuais, que foram programadas em meu inconsciente.

Um novo tipo de determinismo começou nesse século e sua popularidade tem crescido rapidamente durante os últimos dez anos. Trata-se do determinismo genético, biológico, orgânico.
Determinismo genético

Atualmente, entretanto, não estamos limitados às possibilidades de culpar o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico. Um novo tipo de determinismo começou nesse século e sua popularidade tem crescido rapidamente durante os últimos dez anos. Trata-se do determinismo genético, biológico, orgânico. Enquanto as circunstâncias e o inconsciente foram os modos populares de transferir a culpa e a responsabilidade no passado, o determinismo genético, biológico e orgânico é o atual acusado dos atos e pensamentos.
Homossexualismo

Uma das melhores maneiras de examinar o determinismo genético é sua aplicação ao homossexualismo. Explicar o homossexualismo a partir do sistema freudiano de determinismo psíquico é bem diferente do que explicá-lo com base no determinismo genético. No determinismo psíquico, o homossexualismo seria relacionado a uma falha de se resolver o conflito edipiano. A explicação de Freud envolveria um pai supostamente passivo e uma mãe dominadora.

Agora analisemos o determinismo genético aplicado ao homossexualismo. A pergunta que temos que responder é: o homossexualismo é uma questão de determinismo genético? Em outras palavras, "algumas pessoas nasceram assim?"
Cérebros homossexuais

O ativista dos direitos dos gays e neurocientista Simon LeVay, do Salk Institute de La Jolla (Califórnia/EUA), provocou manchetes internacionais em 1991 ao declarar que uma certa área do cérebro tendia a ser menor em homens homossexuais do que em homens heterossexuais. Se bem que LeVay tem sido cauteloso em interpretar seus resultados, ele sugeriu que, tendo em vista que essa área específica do cérebro poderia ser intimamente relacionada com o comportamento sexual, ela poderia afetar a orientação sexual.[2]

LeVay autopsiou o cérebro de 19 homens homossexuais, de 16 homens heterossexuais e de 6 mulheres. A parte do cérebro que Simon LeVay informou ser menor em homens homossexuais, conhecida como o terceiro núcleo intersticial do hipotálamo anterior (INAH 3), é de tamanho mais próximo ao da área correspondente em cérebros de mulheres.[3]

Entretanto, essa pesquisa sobre o cérebro tem sido colocada em dúvida por diversas razões. Por exemplo, três dos homens homossexuais no estudo de LeVay tinham as áreas "INAH 3" tão grandes quanto as de homens heterossexuais, do mesmo modo como as de duas mulheres presumivelmente heterossexuais. Outro problema foi que todos os homens homossexuais e alguns dos homens heterossexuais do estudo tinham morrido de AIDS e ninguém conhece os efeitos reais da AIDS e das suas complicações sobre o tamanho e a forma do cérebro moribundo. Além disso, ninguém demonstrou uma relação entre a área "INAH 3" e o comportamento sexual em humanos. Ainda mais: somente os pacientes masculinos com AIDS no estudo de LeVay – e não os heterossexuais presumidos que morreram de outras causas – foram consultados sobre sua orientação sexual antes de morrerem.[4] Desse modo, os resultados são inconclusivos. O próprio LeVay diz:

   Isso não provou que o homossexualismo é genético, nem que há uma causa genética para ser gay. Eu não mostrei que os homens gays "nasceram assim", que é o erro mais freqüente que as pessoas fazem ao interpretar meu trabalho. Eu também não localizei um centro gay no cérebro.[5]

Se bem que a teoria de que a orientação sexual é inata tenha se tornado crescentemente popular, estudos genéticos e hormonais e observações da estrutura cerebral indicam que as evidências que apóiam essa teoria são muito fracas.

Há muitos outros estudos examinando os fatores genéticos e biológicos relacionados com o homossexualismo. Nas conclusões, lemos palavras como: "parece haver", "é possível que" e "poderia ser que". Nada é conclusivo.

Um relatório recente no boletim da Escola de Medicina de Harvard afirma:

   Se bem que a teoria de que a orientação sexual é inata tenha se tornado crescentemente popular, estudos genéticos e hormonais e observações da estrutura cerebral indicam que as evidências que apóiam essa teoria são muito fracas.[6]

Neuro-imagens (imagens do cérebro) e alterações cerebrais

Os cientistas estão agora fotografando e fazendo imagens detalhadas da estrutura, do metabolismo e da atividade elétrica do cérebro. Pesquisadores da UCLA, utilizando técnicas de neuro-imagens, concluíram que "terapias de alterações do comportamento produzem mudanças metabólicas funcionais no cérebro do mesmo modo que as terapias com drogas."[7]

Essas pesquisas são bastante preliminares, mas pense a respeito: se as terapias comportamentais podem alterar fisicamente as funções do cérebro em uma desordem mental específica (obsessiva, compulsiva), então é possível que nossos cérebros sejam alterados pelos nossos pensamentos e atos momentâneos. Se alguém segue o Espírito Santo ou segue a carne, o resultado pode ser alguma alteração cerebral. As autópsias de aidéticos feitas por LeVay podem ter meramente revelado um cérebro alterado pelo comportamento. Uma das razões porque o estudo de LeVay foi inconclusivo foi que ninguém sabe se o comportamento homossexual foi encorajado pela anormalidade do cérebro ou se ocorreu o inverso.
Genética e crime

Estamos definitivamente em uma era de determinismo genético. Sim, o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico continuam por aí e até florescem. Entretanto, eles estão dando lugar a desculpas genéticas, biológicas e orgânicas para o comportamento.

Uma das áreas de pesquisa mais delicadas nos EUA é a que pretende relacionar a genética com o crime. Considera-se que os EUA são a nação mais violenta no mundo industrializado.[8] Havia grande preocupação de que a culpa iria recair sobre os americanos de origem africana, por causa do seu envolvimento desproporcional na criminalidade. Vinte milhões de dólares seriam gastos no estudo de anomalias bioquímicas relacionadas com comportamento agressivo. O furor provocado obrigou o então Secretário de Saúde e Serviços Humanos a renunciar. É politicamente correto relacionar genética e homossexualismo, mas politicamente incorreto relacionar genética, crime e raça.
A Biologia pode estar envolvida

Mesmo que a Biologia se mostre eventualmente implicada no homossexualismo, no crime e em outros comportamentos, não existe obrigação de seguir a Biologia. A noção de que o homossexualismo é uma orientação inescapável para alguns não tem apoio em pesquisas. Na verdade, a maior parte dos homens homossexuais mudaram sua preferência sexual (a mesma ou oposta) ao menos uma vez e 13% mudaram a orientação no mínimo 5 vezes.

A concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida (veja 1 Jo 2.16) determinam todos os homens. A testosterona é um hormônio relacionado com o desejo sexual, mas ele nunca impõe ou obriga um homem a estuprar uma mulher. Do mesmo modo, os homens não são compelidos pela Biologia a assassinar, assaltar e violentar.
Os mandamentos e as maldições de Deus

Deus tanto prescreveu como proscreveu a área da sexualidade e das relações sexuais humanas.

Deus tanto prescreveu como proscreveu a área da sexualidade e das relações sexuais humanas. As conseqüências da desobediência têm sido desastrosas. A promiscuidade sexual em muitos países alcançou proporções epidêmicas. O "New York Times" informou: "mais de um quinto de todos os americanos, ou 56 milhões de pessoas, estão infectados com alguma doença sexualmente transmissível."[9]

Em um livro intitulado "The Catastrofe Ahead" ("A Catástrofe Adiante") os autores estabelecem três cenários sobre a disseminação do HIV no ano 2002. Eles crêem que, com alterações de comportamento modestas e sem solução médica significativa, haverá até 15 milhões de pessoas que terão sido afetadas pelo HIV. Outra projeção é de 34 milhões de pessoas no final desta década.[10] Estima-se que a epidemia poderá drenar mais de 500 bilhões de dólares da economia mundial.
As verdadeiras questões

A Palavra de Deus diz: "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam" (Is 64.6).

"pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3.23).

"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram" (Rm 5.12).

"Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais" (Ef 2.1-3).

Enquanto o mundo procura desculpas através do determinismo circunstancial, psíquico e genético, ele ignora o que Deus disse sobre a raça humana: NASCIDA EM PECADO e PECAMINOSA POR NATUREZA. Sem a intervenção de Deus pela graça e Sua dádiva de nova vida, qualquer pessoa nascida neste mundo está determinada a ser um pecador. Isso é determinismo bíblico.

Determinismo bíblico – um pecador por natureza – permite que as pessoas ajam e até decidam de acordo com sua própria natureza. Entretanto, como cada aspecto dessa natureza está corrompido pela depravação, elas não podem agradar a Deus ou salvar a si mesmas. Porém, no âmbito da sua natureza, o homem toma decisões individuais e Deus o considera responsável por elas.

Enquanto o mundo procura desculpas através do determinismo circunstancial, psíquico e genético, ele ignora o que Deus disse sobre a raça humana: NASCIDA EM PECADO e PECAMINOSA POR NATUREZA.

Deus chamou Adão, Adão culpou Eva, Eva culpou a serpente. E desde então, para escapar da verdade de Deus a respeito da depravação humana, os homens disseram:

1. "Não fui eu, foram as circunstâncias" ou

2. "Não fui eu, foi meu determinismo psíquico (foi culpa dos meus pais)" ou

3. "Não fui eu, foi minha genética (ou biologia, ou cérebro, ou hormônios, ou...)".

Deus, porém, nos considera responsáveis e nos diz o porquê em Romanos 1.21-25: "porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém."

O Senhor inspirou Paulo a escrever aos coríntios: "Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus" (1 Co 6.9-11).
Conclusão

Em Gênesis 3.1, a serpente pergunta a Eva: "É assim que Deus disse...?" E não é isso que acontece atualmente? Vamos seguir a Deus ou à concupiscência da carne, à concupiscência dos olhos e à soberba da vida?

No livro "Gay Theology without Apology" ("Teologia Gay Sem Apologia") o autor diz: "Eu gostaria de sugerir que analisemos a Bíblia de forma menos apologética e mais crítica – que a analisemos não como uma autoridade da qual queremos aprovação, mas como um documento cujas falhas devem ser citadas."[11] Ao menos o autor compreende que a Bíblia condena o homossexualismo. Mas, ele deixou Deus e Sua Palavra para trás. Em contraste, um autor desconhecido escreveu:

   A Bíblia contém a mente de Deus, o estado do homem, o caminho da salvação, a recompensa dos santos e o julgamento dos pecadores. Suas histórias são verdadeiras, suas doutrinas sagradas, seus preceitos determinantes. Ela contém luz para guiá-lo, alimento para sustentá-lo, conforto para animá-lo. Ela é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado e o manual do cristão. A Bíblia é um rio de prazer, uma mina de riqueza, um paraíso de glória. Leia-a para ser sábio, creia nela para estar seguro e pratique-a para ser santo.

Quando o Espírito Santo convence um coração, nunca se ouve que tal pessoa faz acusações, se esquiva da responsabilidade ou se coloca no papel de vítima. O que se ouve é o clamor de um pecador, genuinamente convencido pelo Espírito Santo, que agora vê a Deus e clama: "Deus, sê propício a mim, pecador!".

Quando o Espírito Santo convence um coração, nunca se ouve que tal pessoa faz acusações, se esquiva da responsabilidade ou se coloca no papel de vítima. Nunca se ouve: "Eu fui levado a pecar por causa do meu cérebro, da minha biologia ou do meu nascimento." O que se ouve é o clamor de um pecador, genuinamente convencido pelo Espírito Santo, que agora vê a Deus e clama: "Deus, sê propício a mim, pecador!" (Lc 18.13). (Martin Bobgan – PsychoHeresy Awareness Letter, volume 2, nº 3 – www.psychoheresy-aware.org)

Adaptado de uma palestra de Martin Bobgan na Escola de Teologia de Verão no Tabernáculo Metropolitano em Londres. Pouco tempo depois da palestra, o pastor, Dr. Peter Masters, enviou a seguinte observação ao autor: "Em uma carta intitulada "Genes em Extinção", o professor James Busvine diz: "Se, como se afirma, o homossexualismo tem base genética e tais indivíduos geralmente tem pouca ou nenhuma descendência, é bastante surpreendente que ele não tenha sido eliminado no decorrer da evolução"."[12] (Martin Bobgan - http://www.chamada.com.br)

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Starway to Heaven em Sab 30 Nov 2013, 5:10 pm

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O que é livre arbítrio ?

É o "poder" que o homem tem de dizer Não para os mandamentos de D'us .  
Nós fomos criados para obedecer ao Eterno ,mas temos a escolha de desobedece-lo ! 
O problema é que essa "escolha" provêm de meios sobre os quais não temos controle sobre.
Não há força no universo que nos obrigue a pecar !
Quando pecamos é porque escolhemos pecar e porque nós deixamos a nossa natureza nos controlar! 
Não falo só de "pecar" e "não pecar", falo de qualquer ação que se possa tomar. Sim, podemos ponderar sobre as decisões que tomamos, e decidir racionalmente o que queremos, mas não escolhemos as condições que nos fizeram tomar a nossa decisão (aka nosso cérebro, nossos genes, nossa condição de vida, etc), fazendo a ideia de um livre arbítrio realmente genuíno difícil de entender pra mim.
Irmão toda decisão que tomarmos em nossas vidas sempre existirá dois caminhos que teremos que escolher por um deles.
Não importa em que condições iremos estar fazendo as nossas escolhas ,temos o poder de decidir o que fazer . 
Mas eu concordei que nós podemos escolher por um caminho ao invés de outro. O que estou questionando é o que leva uma pessoa a escolher um caminho ao invés do outro.

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Starway to Heaven em Sab 30 Nov 2013, 5:13 pm

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Mas o homem espiritual tem domínio próprio. Caso contrário, o Evangelho não seria o poder de Deus para a salvação de todo o que crê.
Não tem muito a ver com ser um animal ou não, afinal todos eles, incluindo os humanos, são dependentes das suas condições biológicas.
Jesus é o exemplo a ser seguido.

Nada de colocar a culpa em outros/outras.
Ainda bem que eu não coloquei a culpa em ninguém.
É mesmo?

E estas tais condições biológicas? :risadinha:
Meio inútil culpar algo que não tem consciência

gusto escreveu:Leia este artigo, pode te ajudar, Starway

Spoiler:
Circunstâncias, Determinismo Psíquico, Genes ou... Escolha?

"Então disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. Disse o Senhor Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi" (Gn 3.12-13).

No Jardim do Éden, Deus disse: "Adão!", Adão disse: "Eva" e Eva disse: "a serpente". Assim começou o costume de culpar os outros ("Não fui eu, Senhor"), esquivando-se da responsabilidade (foi alguém ou outra coisa) e fazendo o papel de vítima. O papel de vítima da humanidade ("não me acuse – eu não sou responsável") é um tema repetido continuamente na história humana. A humanidade parece ter um desejo férreo de culpar e transferir a responsabilidade a outros, fazendo o papel de vítima.
Determinismo Circunstancial

Quando Adão disse "Eva", ele estava transmitindo uma forma determinística de ver a vida. Ele estava dizendo que a única razão da violação do mandamento de Deus tinha sido a mulher. É possível ouvi-lo dizendo: "Se não fosse por essa mulher, eu não teria deixado de cumprir Seu mandamento." Adão se negou a assumir responsabilidade interior ("Eu o fiz") e, ao invés disso, atribui sua quebra do mandamento a um fator externo (Eva). Eva é acusada: "Ela é responsável por me tentar; eu sou a vítima. Se não fosse por Eva, eu nunca teria feito tal coisa." Tratava-se de determinismo baseado em razões externas, não em decisões interiores. Eva, por seu lado, acusou a serpente, transferindo a responsabilidade por aquilo que tinha feito, e também se colocou no papel de vítima.

O que vemos com Adão e Eva é um desejo de agradar a si mesmo e não a Deus, e uma resposta pecaminosa imediata para externalizar a culpa e a responsabilidade, fazendo o papel de vítima. "Sim", diria Adão, "eu o fiz, MAS fui forçado a fazê-lo. Naquelas circunstâncias, eu não tinha outra escolha." A era do determinismo circunstancial começou com nossos primeiros pais. As circunstâncias incluíam a disponibilidade da árvore e o encorajamento de Eva. Adão até poderia ter acrescentado: "Meu desejo de agradar à minha mulher me levou a fazê-lo."
Determinismo psíquico

Essa longa era de determinismo circunstancial continua até hoje. Entretanto, começando no século passado e prosseguindo até hoje, há um outro determinismo muito influente. Esse novo determinismo começou com o trabalho de Sigmund Freud. No livro "The Freudian Fallacy" ("A Falácia Freudiana"), E. M. Thornton escreveu:

   Provavelmente nenhum outro indivíduo teve maior influência sobre o pensamento do século 20 do que Sigmund Freud. Suas obras influenciaram a psiquiatria, a antropologia, o serviço social, a penalística, a educação, e forneceram material praticamente sem limites para novelistas e dramaturgos. Freud criou "um clima de opiniões totalmente novo"; para o bem ou para o mal, ele mudou a face da sociedade. O vocabulário da psicanálise passou para a linguagem do dia-a-dia.[1]

Provavelmente nenhum outro indivíduo teve maior influência sobre o pensamento do século 20 do que Sigmund Freud.

Freud postulou que a razão porque pensamos da maneira como pensamos é que no início da vida (do nascimento até aos 5 anos) passamos pelo que ele chamou de fases psicossexuais de desenvolvimento. Em conseqüência, supostamente incorporamos nossa história humana inicial em nosso inconsciente. Freud ensinou que nossa infância então determina o que fazemos. A mesma coisa que aconteceu no Jardim do Éden, onde Adão e Eva transferiram a culpa, esquivaram-se da responsabilidade e se colocaram no papel de vítimas, dá-se também com o determinismo psíquico de Freud.

De acordo com Freud, a razão porque fazemos o que fazemos e pensamos o que pensamos é que somos psiquicamente determinados a fazê-lo. No sistema freudiano, culpo minhas fases iniciais de desenvolvimento psicossexual; eu não sou responsável, porque fui programado para agir e pensar pelas experiências iniciais da vida; e sou uma vítima dos resultados das minhas fases psicossexuais, que foram programadas em meu inconsciente.

Um novo tipo de determinismo começou nesse século e sua popularidade tem crescido rapidamente durante os últimos dez anos. Trata-se do determinismo genético, biológico, orgânico.
Determinismo genético

Atualmente, entretanto, não estamos limitados às possibilidades de culpar o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico. Um novo tipo de determinismo começou nesse século e sua popularidade tem crescido rapidamente durante os últimos dez anos. Trata-se do determinismo genético, biológico, orgânico. Enquanto as circunstâncias e o inconsciente foram os modos populares de transferir a culpa e a responsabilidade no passado, o determinismo genético, biológico e orgânico é o atual acusado dos atos e pensamentos.
Homossexualismo

Uma das melhores maneiras de examinar o determinismo genético é sua aplicação ao homossexualismo. Explicar o homossexualismo a partir do sistema freudiano de determinismo psíquico é bem diferente do que explicá-lo com base no determinismo genético. No determinismo psíquico, o homossexualismo seria relacionado a uma falha de se resolver o conflito edipiano. A explicação de Freud envolveria um pai supostamente passivo e uma mãe dominadora.

Agora analisemos o determinismo genético aplicado ao homossexualismo. A pergunta que temos que responder é: o homossexualismo é uma questão de determinismo genético? Em outras palavras, "algumas pessoas nasceram assim?"
Cérebros homossexuais

O ativista dos direitos dos gays e neurocientista Simon LeVay, do Salk Institute de La Jolla (Califórnia/EUA), provocou manchetes internacionais em 1991 ao declarar que uma certa área do cérebro tendia a ser menor em homens homossexuais do que em homens heterossexuais. Se bem que LeVay tem sido cauteloso em interpretar seus resultados, ele sugeriu que, tendo em vista que essa área específica do cérebro poderia ser intimamente relacionada com o comportamento sexual, ela poderia afetar a orientação sexual.[2]

LeVay autopsiou o cérebro de 19 homens homossexuais, de 16 homens heterossexuais e de 6 mulheres. A parte do cérebro que Simon LeVay informou ser menor em homens homossexuais, conhecida como o terceiro núcleo intersticial do hipotálamo anterior (INAH 3), é de tamanho mais próximo ao da área correspondente em cérebros de mulheres.[3]

Entretanto, essa pesquisa sobre o cérebro tem sido colocada em dúvida por diversas razões. Por exemplo, três dos homens homossexuais no estudo de LeVay tinham as áreas "INAH 3" tão grandes quanto as de homens heterossexuais, do mesmo modo como as de duas mulheres presumivelmente heterossexuais. Outro problema foi que todos os homens homossexuais e alguns dos homens heterossexuais do estudo tinham morrido de AIDS e ninguém conhece os efeitos reais da AIDS e das suas complicações sobre o tamanho e a forma do cérebro moribundo. Além disso, ninguém demonstrou uma relação entre a área "INAH 3" e o comportamento sexual em humanos. Ainda mais: somente os pacientes masculinos com AIDS no estudo de LeVay – e não os heterossexuais presumidos que morreram de outras causas – foram consultados sobre sua orientação sexual antes de morrerem.[4] Desse modo, os resultados são inconclusivos. O próprio LeVay diz:

   Isso não provou que o homossexualismo é genético, nem que há uma causa genética para ser gay. Eu não mostrei que os homens gays "nasceram assim", que é o erro mais freqüente que as pessoas fazem ao interpretar meu trabalho. Eu também não localizei um centro gay no cérebro.[5]

Se bem que a teoria de que a orientação sexual é inata tenha se tornado crescentemente popular, estudos genéticos e hormonais e observações da estrutura cerebral indicam que as evidências que apóiam essa teoria são muito fracas.

Há muitos outros estudos examinando os fatores genéticos e biológicos relacionados com o homossexualismo. Nas conclusões, lemos palavras como: "parece haver", "é possível que" e "poderia ser que". Nada é conclusivo.

Um relatório recente no boletim da Escola de Medicina de Harvard afirma:

   Se bem que a teoria de que a orientação sexual é inata tenha se tornado crescentemente popular, estudos genéticos e hormonais e observações da estrutura cerebral indicam que as evidências que apóiam essa teoria são muito fracas.[6]

Neuro-imagens (imagens do cérebro) e alterações cerebrais

Os cientistas estão agora fotografando e fazendo imagens detalhadas da estrutura, do metabolismo e da atividade elétrica do cérebro. Pesquisadores da UCLA, utilizando técnicas de neuro-imagens, concluíram que "terapias de alterações do comportamento produzem mudanças metabólicas funcionais no cérebro do mesmo modo que as terapias com drogas."[7]

Essas pesquisas são bastante preliminares, mas pense a respeito: se as terapias comportamentais podem alterar fisicamente as funções do cérebro em uma desordem mental específica (obsessiva, compulsiva), então é possível que nossos cérebros sejam alterados pelos nossos pensamentos e atos momentâneos. Se alguém segue o Espírito Santo ou segue a carne, o resultado pode ser alguma alteração cerebral. As autópsias de aidéticos feitas por LeVay podem ter meramente revelado um cérebro alterado pelo comportamento. Uma das razões porque o estudo de LeVay foi inconclusivo foi que ninguém sabe se o comportamento homossexual foi encorajado pela anormalidade do cérebro ou se ocorreu o inverso.
Genética e crime

Estamos definitivamente em uma era de determinismo genético. Sim, o determinismo circunstancial e o determinismo psíquico continuam por aí e até florescem. Entretanto, eles estão dando lugar a desculpas genéticas, biológicas e orgânicas para o comportamento.

Uma das áreas de pesquisa mais delicadas nos EUA é a que pretende relacionar a genética com o crime. Considera-se que os EUA são a nação mais violenta no mundo industrializado.[8] Havia grande preocupação de que a culpa iria recair sobre os americanos de origem africana, por causa do seu envolvimento desproporcional na criminalidade. Vinte milhões de dólares seriam gastos no estudo de anomalias bioquímicas relacionadas com comportamento agressivo. O furor provocado obrigou o então Secretário de Saúde e Serviços Humanos a renunciar. É politicamente correto relacionar genética e homossexualismo, mas politicamente incorreto relacionar genética, crime e raça.
A Biologia pode estar envolvida

Mesmo que a Biologia se mostre eventualmente implicada no homossexualismo, no crime e em outros comportamentos, não existe obrigação de seguir a Biologia. A noção de que o homossexualismo é uma orientação inescapável para alguns não tem apoio em pesquisas. Na verdade, a maior parte dos homens homossexuais mudaram sua preferência sexual (a mesma ou oposta) ao menos uma vez e 13% mudaram a orientação no mínimo 5 vezes.

A concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida (veja 1 Jo 2.16) determinam todos os homens. A testosterona é um hormônio relacionado com o desejo sexual, mas ele nunca impõe ou obriga um homem a estuprar uma mulher. Do mesmo modo, os homens não são compelidos pela Biologia a assassinar, assaltar e violentar.
Os mandamentos e as maldições de Deus

Deus tanto prescreveu como proscreveu a área da sexualidade e das relações sexuais humanas.

Deus tanto prescreveu como proscreveu a área da sexualidade e das relações sexuais humanas. As conseqüências da desobediência têm sido desastrosas. A promiscuidade sexual em muitos países alcançou proporções epidêmicas. O "New York Times" informou: "mais de um quinto de todos os americanos, ou 56 milhões de pessoas, estão infectados com alguma doença sexualmente transmissível."[9]

Em um livro intitulado "The Catastrofe Ahead" ("A Catástrofe Adiante") os autores estabelecem três cenários sobre a disseminação do HIV no ano 2002. Eles crêem que, com alterações de comportamento modestas e sem solução médica significativa, haverá até 15 milhões de pessoas que terão sido afetadas pelo HIV. Outra projeção é de 34 milhões de pessoas no final desta década.[10] Estima-se que a epidemia poderá drenar mais de 500 bilhões de dólares da economia mundial.
As verdadeiras questões

A Palavra de Deus diz: "Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam" (Is 64.6).

"pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3.23).

"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram" (Rm 5.12).

"Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais" (Ef 2.1-3).

Enquanto o mundo procura desculpas através do determinismo circunstancial, psíquico e genético, ele ignora o que Deus disse sobre a raça humana: NASCIDA EM PECADO e PECAMINOSA POR NATUREZA. Sem a intervenção de Deus pela graça e Sua dádiva de nova vida, qualquer pessoa nascida neste mundo está determinada a ser um pecador. Isso é determinismo bíblico.

Determinismo bíblico – um pecador por natureza – permite que as pessoas ajam e até decidam de acordo com sua própria natureza. Entretanto, como cada aspecto dessa natureza está corrompido pela depravação, elas não podem agradar a Deus ou salvar a si mesmas. Porém, no âmbito da sua natureza, o homem toma decisões individuais e Deus o considera responsável por elas.

Enquanto o mundo procura desculpas através do determinismo circunstancial, psíquico e genético, ele ignora o que Deus disse sobre a raça humana: NASCIDA EM PECADO e PECAMINOSA POR NATUREZA.

Deus chamou Adão, Adão culpou Eva, Eva culpou a serpente. E desde então, para escapar da verdade de Deus a respeito da depravação humana, os homens disseram:

1. "Não fui eu, foram as circunstâncias" ou

2. "Não fui eu, foi meu determinismo psíquico (foi culpa dos meus pais)" ou

3. "Não fui eu, foi minha genética (ou biologia, ou cérebro, ou hormônios, ou...)".

Deus, porém, nos considera responsáveis e nos diz o porquê em Romanos 1.21-25: "porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém."

O Senhor inspirou Paulo a escrever aos coríntios: "Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus" (1 Co 6.9-11).
Conclusão

Em Gênesis 3.1, a serpente pergunta a Eva: "É assim que Deus disse...?" E não é isso que acontece atualmente? Vamos seguir a Deus ou à concupiscência da carne, à concupiscência dos olhos e à soberba da vida?

No livro "Gay Theology without Apology" ("Teologia Gay Sem Apologia") o autor diz: "Eu gostaria de sugerir que analisemos a Bíblia de forma menos apologética e mais crítica – que a analisemos não como uma autoridade da qual queremos aprovação, mas como um documento cujas falhas devem ser citadas."[11] Ao menos o autor compreende que a Bíblia condena o homossexualismo. Mas, ele deixou Deus e Sua Palavra para trás. Em contraste, um autor desconhecido escreveu:

   A Bíblia contém a mente de Deus, o estado do homem, o caminho da salvação, a recompensa dos santos e o julgamento dos pecadores. Suas histórias são verdadeiras, suas doutrinas sagradas, seus preceitos determinantes. Ela contém luz para guiá-lo, alimento para sustentá-lo, conforto para animá-lo. Ela é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado e o manual do cristão. A Bíblia é um rio de prazer, uma mina de riqueza, um paraíso de glória. Leia-a para ser sábio, creia nela para estar seguro e pratique-a para ser santo.

Quando o Espírito Santo convence um coração, nunca se ouve que tal pessoa faz acusações, se esquiva da responsabilidade ou se coloca no papel de vítima. O que se ouve é o clamor de um pecador, genuinamente convencido pelo Espírito Santo, que agora vê a Deus e clama: "Deus, sê propício a mim, pecador!".

Quando o Espírito Santo convence um coração, nunca se ouve que tal pessoa faz acusações, se esquiva da responsabilidade ou se coloca no papel de vítima. Nunca se ouve: "Eu fui levado a pecar por causa do meu cérebro, da minha biologia ou do meu nascimento." O que se ouve é o clamor de um pecador, genuinamente convencido pelo Espírito Santo, que agora vê a Deus e clama: "Deus, sê propício a mim, pecador!" (Lc 18.13). (Martin Bobgan – PsychoHeresy Awareness Letter, volume 2, nº 3 – www.psychoheresy-aware.org)

Adaptado de uma palestra de Martin Bobgan na Escola de Teologia de Verão no Tabernáculo Metropolitano em Londres. Pouco tempo depois da palestra, o pastor, Dr. Peter Masters, enviou a seguinte observação ao autor: "Em uma carta intitulada "Genes em Extinção", o professor James Busvine diz: "Se, como se afirma, o homossexualismo tem base genética e tais indivíduos geralmente tem pouca ou nenhuma descendência, é bastante surpreendente que ele não tenha sido eliminado no decorrer da evolução"."[12] (Martin Bobgan - http://www.chamada.com.br)
Ok, vou ler

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por alicarvalho em Sab 30 Nov 2013, 6:26 pm

O nosso livre arbítrio tem limites a partir do momento que ele sai do campo de obedecer ao Eterno ou não.
Por exemplo;se uma pessoa decidir parar de comer e não comer mais, certamente ela morrerá como o tempo porque o Criador Todo Poderoso estabeleceu pela Sua Soberania que essa pessoa deveria comer para manter-se viva .
O Criador estabeleceu várias normas para as suas criaturas porque toda criatura tem que ter limites e saber que não é nada sem O Criador e que somos insignificantes diante D'ele !!!


"Porei minha Torah dentro deles e a escreverei em seu coração ;e serei o Deus deles e eles serão o meu povo " Jr 31.33b

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Andreia em Dom 01 Dez 2013, 12:03 am

Quando refletimos em historias como a do rei Saul, Salomão, sansão...vemos como o livre-arbítrio é real, pois esses homems poderia ter tido um outro final, eu penso.
Mas também penso que até o livre-arbítrio se submete ao SENHOR se assim  Ele quiser.

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Xevious em Seg 03 Fev 2014, 3:51 am

gusto escreveu:Só se vivermos como animais.

Mas o homem espiritual tem domínio próprio.
Concordo mas isto é relativo.

Existe a "índole" que seriam de personalidade nativa da pessoa e não determinada pela cultura.
Mas que podem ter como explicação características genéticas embora nem sempre..

Mas os animais também tem essa característica, principalmente os mais evoluídos.

Eu tive dois cães da mesma raça e que eram irmãos, um deles era muito feroz e o outro era manso com humanos, mas quando o primeiro atacava um humano o segundo demonstrava que conseguia ser mais violento que o outro e o impedia de nos atacar..

No caso do ser humano, como somos mais complexos, o percentual que técnicas de Neurolinguística conseguem sucesso conosco é menor doq em animais, mas na média ainda é grande.

Para quem gosta do assunto surgiro ler esta matéria

As estratégias para a manipulação da opinião pública
http://forum.intonses.com.br/viewtopic.php?f=131&t=287287

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Jota Jotace em Sab 29 Mar 2014, 5:32 pm

 
LIVRE ARBÍTRIO é a capacidade de tomar decisões voluntárias, ou seja, fazer o que sua vontade mandar.
Onisciência é a capacidade de saber tudo infinitamente, incluindo Livre Arbítrio, pensamentos, sentimentos, vida, passado, presente, futuro, e todo universo, etc. (Wikipédia)
Diante dessas definições, concluímos que, ao nascer, o ser humano recebe de Deus o direito de escolha entre o bem e o mal, o chamado Livre Arbítrio. Como Deus é onisciente por conhecer o futuro, é obvio que já sabe que essa pessoa vai dar trabalho à Polícia, vai envergonhar sua família e será nocivo à sociedade. Então, por que Deus dá vida a esse mau elemento, ciente de sua alta periculosidade? Não seria lógico separar o joio do trigo?

Se deus concedeu o livre arbítrio, por que castiga e condena os que não concordam com ele? 

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Eterna em Sab 29 Mar 2014, 6:28 pm

Starway to Heaven escreveu:
alicarvalho escreveu:Shabat Shalom !

O que é livre arbítrio ?

É o "poder" que o homem tem de dizer Não para os mandamentos de D'us .  
Nós fomos criados para obedecer ao Eterno ,mas temos a escolha de desobedece-lo ! 
O problema é que essa "escolha" provêm de meios sobre os quais não temos controle sobre.

Por favor exemplifique os meios que não temos controle!


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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Eterna em Sab 29 Mar 2014, 6:42 pm

Jota Jotace escreveu: Se deus concedeu o livre arbítrio, por que castiga e condena os que não concordam com ele? 

Deus não castiga! Ele sempre irá conceder infinitas oportunidades!


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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Lit San Ares em Sab 29 Mar 2014, 6:44 pm

Starway to Heaven escreveu:...nós não controlamos como o nosso cérebro processa as informações?

O termo "processa" não está mal empregado? Temos autonomia para agir dessa ou daquela maneira após receber uma informação ou estímulo.


Última edição por Lit San Ares em Sab 29 Mar 2014, 7:35 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Ed em Sab 29 Mar 2014, 7:10 pm

Adão pecou por livre e expontânea vontade ou estava designado a pecar?

Adentraremos no vasto assunto da predestinação...


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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por Eterna em Sab 29 Mar 2014, 7:36 pm

Ed escreveu:Adão pecou por livre e expontânea vontade ou estava designado a pecar?

Adentraremos no vasto assunto da predestinação...

Se é pra polemizar eu vou mais além!

Adão e Eva existiram realmente ou se tornaram apenas um produto religioso para explicar até agora o inexplicável?


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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por DANNILO STELIO em Seg 31 Mar 2014, 4:53 pm

Eterna escreveu:
Ed escreveu:Adão pecou por livre e expontânea vontade ou estava designado a pecar? Adentraremos no vasto assunto da predestinação...

Se é pra polemizar eu vou mais além! Adão e Eva existiram realmente ou se tornaram apenas um produto religioso para explicar até agora o inexplicável?

Tanto Adão e Eva existiram, que o Novo Testamento faz referência a eles.
E Cainã de Enos, e Enos de Sete, e Sete de Adão, e Adão de Deus. Lucas 3:38
Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. 1 Timóteo 2:13
Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante. 1 Coríntios 15:45
No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir. Romanos 5:14
Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. 1 Coríntios 15:22
E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. 1 Timóteo 2:14
E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; Judas 1:14

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

Mensagem por DANNILO STELIO em Seg 31 Mar 2014, 4:55 pm

Eterna escreveu:
Jota Jotace escreveu: Se deus concedeu o livre arbítrio, por que castiga e condena os que não concordam com ele? 

Deus não castiga! Ele sempre irá conceder infinitas oportunidades!

Qual o fundamento da sua afirmação ?

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Re: Podemos dizer que livre-arbítrio não existe considerando que...

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