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EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por gusto em Sab 16 Nov 2013, 10:19 am

Ed escreveu:E tem mais, onde super abunda o pecado, super abunda a Graça! Rm 5:20
"Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça".

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por Ed em Sab 16 Nov 2013, 7:57 pm

Ed escreveu:
Por isso eu digo, povo sem escola (boas escolas diga-se de passagem) é povo ignorante.
Entendeu?  angel


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por Jarbas em Ter 19 Nov 2013, 3:46 am

...





eu sei que o pais do bode peludo irá dividir-se em quatro nações, porque a Bíblia o disse, e agora começa à parecer estas mensagens separatistas; será?..."O ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão da mesma nação, mas não com a força dele."  (Daniel 8 : 22)



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


"O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio."
  (Provérbios 8 : 13)

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por Jarbas em Qua 20 Nov 2013, 3:50 am

...

Tesouro forçado a emitir $ 1T em novas dívidas em primeiras 6 semanas de FY14
Entre 01 de outubro de 2013, o primeiro dia do ano fiscal de 2014, e 14 novembro, que foi menos de um mês depois que o Congresso concordou em suspender temporariamente o limite legal para o governo federal dívida do Tesouro foi obrigado a emitir mais de US $ 1 trilhão em nova dívida. Durante esse tempo, de acordo com a Declaração do Tesouro Daily, o Tesouro emitiu US $ 1.014.215.000.000 em novas contas, notas, obrigações e outros títulos.


...


vai ser uma quebradeira geral...


5  E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi dizer ao terceiro animal: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo preto e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança na mão.
6  E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


"O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio."
  (Provérbios 8 : 13)

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por Jarbas em Sab 28 Dez 2013, 7:29 pm

...

Esteja preparado: Wall Street conselheiro recomenda armas, munição para a proteção em colapso
Um consultor financeiro superior, preocupado que Obamacare, o escândalo de espionagem da NSA e espiral da dívida nacional está a aumentar as chances de um desastre fiscal e social, está recomendando que os americanos preparam um "saco bug-out", que inclui comida, uma arma e munição para ajudar -los a permanecer vivo. David John Marotta, especialista em Wall Street e consultor financeiro ... disse ... "As armas de fogo são o último item da lista, mas eles estão na lista ....


http://translate.googleusercontent.com/translate_c?depth=1&hl=en&rurl=translate.google.com&tl=pt-BR&u=http://washingtonexaminer.com/be-prepared-wall-street-advisor-recommends-guns-ammo-for-protection-in-collapse/article/2541205&usg=ALkJrhggYIk9U7hOU23LrOMPYkX-qPKjuw


...



Novas taxas ObamaCare chegando em 2014
Aí vem a factura fiscal ObamaCare. O custo de lei de saúde maciço do presidente Barack Obama vai bater os americanos em 2014 como novos impostos se acumulam em seus prémios de seguro e em suas contas do imposto de renda. A maioria das seguradoras não estão anunciando os impostos ObamaCare que são adicionados para prémios, optando por passá-los discretamente para os clientes, enquanto silenciosamente pressionando os legisladores para uma pausa.


http://translate.googleusercontent.com/translate_c?depth=1&hl=en&rurl=translate.google.com&tl=pt-BR&u=http://nypost.com/2013/12/25/new-obamacare-fees-coming-in-2014/&usg=ALkJrhgToCZMdFYbj1TF8ewkfsN-XaqW_g




...



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


"O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio."
  (Provérbios 8 : 13)

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por gusto em Sab 28 Dez 2013, 7:36 pm

Mas o Vaticano já tem a solução.


1 João 4:6 Nós somos de Deus; quem conhece a Deus nos ouve; quem não é de Deus não nos ouve. assim é que conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.       

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por gusto em Sab 28 Dez 2013, 7:49 pm

O Governo da globalização:
3. O governo da globalização

No caminho rumo à construção de uma família humana mais fraterna e justa e, antes ainda, de um renovado humanismo aberto à transcendência, parece ainda muito actual o ensinamento do Beato João XXIII. Na profética Carta encíclica Pacem in terris, de 1963, ele previa que o mundo se ia encaminhando rumo a uma unificação cada vez maior. Portanto, reconhecia o facto de que, na comunidade humana, faltava uma correspondência entre a organização política, «no plano mundial, e as exigências objectivas do bem comum universal».(11) Por conseguinte, desejava que um dia se pudesse criar «uma Autoridade pública mundial».(12)

Face à unificação do mundo, favorecida pelo complexo fenómeno da globalização; perante a importância de garantir, para além dos demais bens colectivos, o bem representado por um sistema económico-financeiro mundial livre, estável e ao serviço da económica real, hoje o ensinamento da Pacem in terris parece ainda mais vital e digno de urgente concretização.

O próprio Bento XVI, no sulco traçado pela Pacem in terris, manifestou a necessidade de constituir uma Autoridade política mundial.(13) A necessidade parece evidente, se pensarmos no facto de que a agenda das questões a serem abordadas a nível global se torna constantemente mais ampla. Pensemos, por exemplo, na paz e na segurança; no desarmamento e no controle dos armamentos; na promoção e na tutela dos direitos fundamentais do homem; no governo da economia e nas políticas de desenvolvimento; na gestão dos fluxos migratórios e na segurança alimentar; e na salvaguarda do meio ambiente. Em todos estes âmbitos, é cada vez mais evidente a crescente interdependência entre Estados e regiões do mundo, e a necessidade de respostas, não apenas sectoriais e isoladas, mas sistemáticas e integradas, inspiradas pela solidariedade e pela subsidiariedade, e orientadas para o bem comum universal.

Como recorda Bento XVI, se não percorrermos este caminho, também «o direito internacional, não obstante os grandes progressos realizados nos vários campos, correria o risco de ser condicionado pelos equilíbrios de poder entre os mais fortes».(14)

A finalidade da Autoridade pública, já recordada por João XXIII na Pacem in terris, consiste antes de tudo em servir o bem comum. Portanto, ela deve dotar-se de estruturas e mecanismos adequados e eficazes, ou seja, à altura da própria missão e das expectativas que nela são depositadas. Isto é particularmente verdadeiro no interior de um mundo globalizado, que torna pessoas e povos cada vez mais interligados e interdependentes, mas que mostra também o peso do egoísmo e dos interesses sectoriais, entre os quais a existência de mercados monetários e financeiros de cunho predominantemente especulativo, prejudiciais para a economia real, de modo especial dos países mais frágeis.

É um processo complexo e delicado. De facto, tal autoridade supranacional deve possuir uma delineação realista e ser realizada com gradualidade, com o objectivo de favorecer também a existência de sistemas monetários e financeiros eficientes e eficazes, ou seja, mercados livres e estáveis, disciplinados por um adequado quadro jurídico, funcionais para o desenvolvimento sustentável e para o progresso social de todos, inspirados nos valores da caridade na verdade.(15) Trata-se de uma Autoridade com horizonte planetário, que não pode ser imposta com a força, mas deveria ser expressão de um acordo livre e partilhado, além das exigências permanentes e históricas do bem comum mundial e não fruto de coerção ou de violências. Ela deveria surgir de um processo de amadurecimento progressivo das consciências e das liberdades, e da rectidão de responsabilidades crescentes. Por conseguinte, não podem ser descuidados como supérfluos elementos tais como a confiança recíproca, a autonomia e a participação. O consenso deve dizer respeito a um número cada vez maior de países que aderem de modo convicto, mediante aquele diálogo sincero que não marginaliza, mas sim, valoriza as opiniões minoritárias. A Autoridade mundial deveria, por conseguinte, abranger coerentemente todos os povos, numa colaboração na qual eles são chamados a contribuir com o património das suas virtudes e civilizações.

A constituição de uma Autoridade política mundial deveria ser precedida de uma fase preliminar de concertação, da qual emergirá uma instituição legitimada, capaz de oferecer uma guia eficaz e, ao mesmo tempo, de permitir que cada país expresse e persiga o próprio bem particular. O exercício de uma Autoridade como esta, colocada ao serviço do bem de todos e de cada um, será necessariamente super partes, isto é, acima de qualquer visão parcial e de qualquer bem particular, em vista da realização do bem comum. As suas decisões não deverão ser o resultado do pré-poder dos países mais desenvolvidos sobre os países mais débeis. Ao contrário, deverão ser assumidas no interesse de todos, não só em benefício de alguns grupos, quer eles sejam formados por lobby privadas ou por Governos nacionais.

Uma instituição supranacional, expressão de uma «comunidade das Nações», não poderá entre outras coisas durar por muito tempo, se as diversidades dos países, a nível das culturas, dos recursos materiais e imateriais, das condições históricas e geográficas não são reconhecidas e plenamente respeitadas. A ausência de consenso convicto, alimentado por uma incessante comunhão moral da comunidade mundial, debilitaria a eficácia da respectiva Autoridade.

O que é válido a nível nacional é válido também a nível mundial. A pessoa não é feita para servir incondicionadamente a Autoridade, cuja tarefa é pôr-se ao serviço da própria pessoa, em coerência com o valor proeminente da dignidade do homem. De igual modo, os Governos não devem servir incondicionadamente a Autoridade mundial. Ao contrário, é ela que se deve pôr ao serviço dos vários países membros, segundo o princípio de subsidiariedade, criando, entre outras coisas, aquelas condições socioeconómicas, políticas e jurídicas, indispensáveis também para a existência de mercados eficientes e eficazes, porque não são superprotegidos por políticas nacionais paternalistas, nem debilitados por deficit sistemático das finanças públicas ou dos produtos nacionais, que de facto impedem que os próprios mercados ajam num contexto mundial como instituições abertas e concorrenciais.

Na tradição do Magistério da Igreja, retomada com vigor por Bento XVI,(16)o princípio de subsidiariedade deve regulamentar as relações entre Estado e comunidades locais, entre Instituições públicas e Instituições privadas, sem excluir as monetárias e financeiras. Assim, a um nível ulterior, deve reger as relações entre uma eventual futura Autoridade pública mundial e as instituições regionais e nacionais. Um princípio como este é uma garantia quer da legitimidade democrática quer da eficácia das decisões de quantos são chamados a tomá-las. Permite que se respeite a liberdade das pessoas e das comunidades de pessoas e, ao mesmo tempo, que elas sejam responsabilizadas em relação aos objectivos e aos deveres que lhes competem.

Segundo a lógica da subsidiariedade, a Autoridade superior oferece o seu subsidium, ou seja, a sua ajuda, quando a pessoa e os agentes sociais e financeiros são intrinsecamente inadequados ou não conseguem fazer por si o que lhes é pedido.(17) Graças ao princípio de solidariedade, estabelece-se uma relação duradoura e fecunda entre a sociedade civil planetária e uma Autoridade pública mundial, quando os Estados, os corpos intermédios, as várias instituições — incluídas as económicas e financeiras — e os cidadãos tomam as suas decisões dentro da perspectiva do bem comum mundial, que transcende o nacional.

«O governo da globalização» — lê-se na Caritas in veritate — «deve ser de tipo subsidiário, articulado a vários níveis e em diversos planos, que colaborem reciprocamente».(18)

Só assim se pode evitar o perigo do isolamento burocrático da Autoridade central, que correria o risco de ser deslegitimada por um afastamento demasiado grande das realidades sobre as quais se funda, e poderia facilmente cair em tentações paternalistas, tecnocráticas, ou hegemónicas.

Contudo, ainda resta a percorrer um longo caminho antes de chegar à constituição de uma tal Autoridade pública de competência universal. A lógica pretenderia que o processo de reforma se desenvolvesse tendo como ponto de referência a Organização das Nações Unidas, em virtude da extensão mundial das suas responsabilidades, da sua capacidade de reunir as Nações da terra e da diversidade das suas tarefas e das suas Agências especializadas. O fruto de tais reformas deveria ser uma maior capacidade de adopção de políticas e opções vinculantes porque orientadas para a realização do bem comum a nível local, regional e mundial. Entre as políticas são mais urgentes as relativas à justiça social global: políticas financeiras e monetárias que não danifiquem os países mais débeis;(19) políticas destinadas à realização de mercados livres e estáveis e a uma distribuição equitativa da riqueza mundial através também de formas inéditas de solidariedade fiscal e global, que trataremos mais adiante.

No caminho da constituição de uma Autoridade política mundial não se podem separar as questões da governance (ou seja, de um sistema de simples coordenação horizontal sem uma Autoridade super partes) das questões de um shared government (isto é, de um sistema que, além da coordenação horizontal, estabeleça uma Autoridade super partes) funcional e proporcionada ao desenvolvimento gradual de uma sociedade política mundial. A constituição de uma Autoridade política mundial não pode ser alcançada sem a prévia prática do multilateralismo, não só a nível diplomático, mas também e sobretudo no âmbito dos planos para o desenvolvimento sustentável e para a paz. Não se pode chegar a um Governo mundial a não ser dando expressão política a preexistentes interdependências e cooperações.
http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/justpeace/documents/rc_pc_justpeace_doc_20111024_nota_po.html

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por Mary em Sab 28 Dez 2013, 9:04 pm

http://www.bibliotecapleyades.net/imagenes_sociopol/rockefeller_01.jpg



"Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim" (João 14:6)  


Eu não vim chamar os justos, mais sim,os pecadores ao arrependimento (Marcos 2:17)
    
Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.(João 14:26)

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por gusto em Qui 12 Mar 2015, 9:30 pm

Jarbas escreveu:
Esteja preparado: Wall Street conselheiro recomenda armas, munição para a proteção em colapso
Um consultor financeiro superior, preocupado que Obamacare, o escândalo de espionagem da NSA e espiral da dívida nacional está a aumentar as chances de um desastre fiscal e social, está recomendando que os americanos preparam um "saco bug-out", que inclui comida, uma arma e munição para ajudar -los a permanecer vivo. David John Marotta, especialista em Wall Street e consultor financeiro ... disse ... "As armas de fogo são o último item da lista, mas eles estão na lista ....
14 Sinais de que a maioria dos americanos estão quebrados e totalmente despreparados para a Crise Econômica que virá. http://dcvcorp.com.br/?p=1285


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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

Mensagem por Jarbas em Sex 13 Mar 2015, 12:25 pm

gusto escreveu:
Jarbas escreveu:
Esteja preparado: Wall Street conselheiro recomenda armas, munição para a proteção em colapso
Um consultor financeiro superior, preocupado que Obamacare, o escândalo de espionagem da NSA e espiral da dívida nacional está a aumentar as chances de um desastre fiscal e social, está recomendando que os americanos preparam um "saco bug-out", que inclui comida, uma arma e munição para ajudar -los a permanecer vivo. David John Marotta, especialista em Wall Street e consultor financeiro ... disse ... "As armas de fogo são o último item da lista, mas eles estão na lista ....
14 Sinais de que a maioria dos americanos estão quebrados e totalmente despreparados para a Crise Econômica que virá. http://dcvcorp.com.br/?p=1285

a coisa está feia, gusto.

quanto mais feio a coisa ficar, mais próximo estará o retorno donde viemos... "Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele."  (I Timóteo 6 : 7)



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

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Re: EUA preparam lei marcial pós-colapso de Wall Street?

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