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O Verdadeiro Relógio de Deus

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O Verdadeiro Relógio de Deus

Mensagem por Ab82 em Qui 05 Set 2013, 12:54 pm

Afirmar que as noções temporais de Deus são distintas das noções temporais do homem tem há muito servido como válvula de escape para aqueles que negam o poder das palavras que o Livro de Apocalipse fornece para estabelecer a parousia de Cristo nos dias da igreja primitiva. (veja Ap. 1:1, 1:3, 3:11, 22:6, 22:7, 22:12, 22:20). Segundo o raciocínio destes, o fato de Deus estar acima do tempo infere diretamente no significado de termos relativos às indicações de tempo para o cumprimento da profecia. O apologista cristão Norman Geisler, numa tentativa de invalidar o Preterismo, usou as seguintes palavras para fundamentar a relatividade dos indicadores de tempo do Livro de Apocalipse:

texto:


Próximo (1.3) é traduzido da palavra engus, que significa “perto” ou “à mão”. Esta e uma palavra relativa, como curto e longo (demorado), o que nos leva a perguntar: Quão próximo? Em comparação com que? Avaliado por quem? O que e longo e demorado para nos e curto para Deus (2 Pe 3.8)” (Norman Geisler, Teologia Sistemática, livro 2, pg. 1020).

Em suma, o que Geisler e demais defensores dessa linha de raciocínio estão dizendo é que, “quando está escrito Próximo, podemos entender como Distante”, ou, “quando está escrito Breve, podemos ler como Demorado”, “Deus é atemporal, ele está acima do tempo, milhares de anos pode ser breve para ele”.

Por exemplo, o que está escrito assim: (ACF) Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está PRÓXIMO. (Ap. 1:3)

Eles dizem que é permitido entender assim: (ACF) Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está DISTANTE. (Ap. 1:3)

E o que está escrito assim: “(ACF) E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que hão de acontecer DAQUI A MAIS DE DOIS MIL ANOS hão de acontecer. (Ap. 22:6)

Pode ser lido assim: (ACF) E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que EM BREVE hão de acontecer. (Ap. 22:6)

Tal pensamento é geralmente fundamentado em 1 Pedro 3:8 (ver Salmos 90:40), como vimos nas palavras de Geisler. (ACF) Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. (2 Pedro 3:8).

Não entrarei aqui na questão do sentido correto da passagem, todavia, pretendo mostrar como esta exegese (ou eisegese) que aplicam a 2 Pedro 3:8 pode gerar destruição sem precedentes da Palavra do Senhor se aplicadas a outras passagens da Escritura de caráter semelhante. Será que é somente nas questões relacionadas com tempos que as noções de Deus diferem das noções dos homens?

Vejamos outra declaração dos Salmos: (ACF) Nem ainda as trevas me encobrem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa; (Salmos 139:12). O padrão é o mesmo de 2 Pedro 3:8. Mil anos como um, e um dia como mil anos. Luz como trevas e trevas como luz.

Agora, se o homem deve ler a Escritura de acordo com a mente de Deus, Podemos ler os seguintes versos como proposto abaixo?

O que está escrito assim: (ACF) E, chegada a hora sexta, houve TREVAS sobre toda a terra até a hora nona. (Mc. 15:33)

Podemos ler assim? (ACF) E, chegada a hora sexta, houve LUZ sobre toda a terra até a hora nona. (Mc. 15:33)

E o que está escrito assim: “(ACF) E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é LUZ, e não há nele TREVAS nenhumas. (1 João 1:5)

Podemos ler assim? (ACF) E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é TREVAS, e não há nele LUZ nenhuma. (1 João 1:5)

Vejamos agora a declaração do profeta: (ACF) Todas as nações são como nada perante ele; ele as considera menos do que nada e como uma coisa vã. (Isaías 40:17). Vamos interpretar outro verso usando a exegese futurista? “Todas as nações são como nada perante ele”, portanto, se Deus mandou pregar o evangelho a todas as nações (Mt. 24:14, 28:19), será que não precisamos pregar a ninguém?

(ACF) Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. (Isaías 55:9)

“Deus não vê como o homem vê” se aplica a todas as coisas e não só as questões relacionadas ao tempo. Isso é amplamente testificado pelas escrituras. Todavia, também é verdadeiro que o Deus da misericórdia sempre buscou comunicar-se com suas criaturas de forma que pudéssemos compreendê-lo, e isso também é verdadeiro quanto às indicações de tempo para cumprimento das profecias. Veja o julgamento da Babilônia histórica no tempo de Isaías. Deus disse que estava perto (Is. 13:6), e não demorou milênios para acontecer, o juízo veio logo. O julgamento de Edom predito por Obadias também estava perto (Obadias 1:15) e igualmente não demorou milênios para acontecer, aconteceu logo. Quanto a profecias para tempos longínquos o mesmo acontece. Veja a profecia das 2.300 tardes e manhãs que Deus afirmou que era para “dias mui distantes” (Dn. 8:26) e cumpriu-se em 1.150 dias[1]. Veja a profecia do cativeiro de 70 anos, Deus disse que ia durar “muito tempo” (Jer. 29:10, 28 comp. Hb. 10:37).

As pessoas olham para Israel como relógio profético de Deus, todavia, o verdadeiro relógio de Deus está debaixo do nariz delas e elas não querem ver. Deus não deixou seu povo perdido no tempo, ele comunicou nas Escrituras tudo acerca do tempo da Segunda de vinda de Cristo. Está na hora de abrirmos os olhos e negarmos essa leitura insana que estão propondo. Substituindo palavras por seus antônimos e negando o que realmente está escrito. Por fim, encerro esta breve análise com as palavras do mesmo Norman Geisler citado anteriormente.

O significado não é encontrado fora do texto (na mente de Deus), nem por debaixo do texto (na mente de algum místico), nem por detrás do texto (em alguma intenção não expressa pelo autor); ele e encontrado no texto (no significado expresso pelo autor). Por exemplo, a beleza de uma escultura não e encontrada por detrás dela, por baixo dela, ou alem dela. Antes, esta expressa na escultura. (Norman Geisler, teologia Sistemática, livro 1, pg. 162).

Nota:

[1] Os 1.150 dias fazem parte da interpretação mais popular das 2.300 tardes e manhãs. Adventistas afirmam se tratar de 2.300 anos, culminando em 1844, todavia, devido a revelação do Novo testamento de que toda a profecia seria consumada nos dias dos apóstolos, sabemos que tal interpretação não é válida.


http://preterismo-completo.blogspot.com.br/2012/08/o-verdadeiro-relogio-de-deus.html

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Re: O Verdadeiro Relógio de Deus

Mensagem por Ab82 em Sab 21 Set 2013, 8:02 pm

Olhando para as evidências externas, temos: Clemente de Alexandria afirma que toda a revelação cessou sob o reinado de Nero César. O Cânon Muratoriano (170 d.C.) tinha João completando Apocalipse antes de Paulo ter escrito as 7 igrejas diferentes (Paulo morreu em 67 ou 68 d.C.). Tertuliano (160-220 d.C.) coloca o banimento de João em conjunção com o martírio de Paulo e Pedro (67/68 d.C.). Epifânio (315-403 d.C.) afirma duas vezes que Apocalipse foi escrito sob o reinado de Cláudio [Nero] César. A versão síria da bíblia (séc VI) tinha o seguinte cabeçalho para Apocalipse: escrito em Patmos, onde João foi enviado por Nero César. 

Visto que Nero morreu em 68 d.C., a escrita do Apocalipse deve ter precedido essa data, tendo sido escrito muito provavelmente em algum período entre 64-67 d.C.

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Re: O Verdadeiro Relógio de Deus

Mensagem por Ab82 em Sab 21 Set 2013, 8:04 pm

Arethas diz que o Apocalipse começou a ser escrito por São João desde sua estadia em Éfeso, e tais profecias se cumpriam durante o sitio de Jerusalém e a Destruição do Templo. 

(Arethas de Cesaréia século VIII): 
"Porque havia muitos, sim, uma incontável multidão de entre os judeus, que acreditavam em Cristo: como eles mesmo disse a São Paulo em sua chegada a Jerusalém: Tu vês, irmão, quantos milhares de judeus abraçaram a fé. (Atos 21. 20.) E aquele que deu esta revelação para o evangelista, declara que estes homens não devem partilhar a destruição infligida pelos romanos. Porque a ruína trazida pelos romanos ainda não tinha caído sobre os judeus, quando este Evangelista recebeu estas profecias:. e ele não receba em Jerusalém, mas em Iconia perto de Éfeso porque depois do sofrimento do Senhor, ele permaneceu apenas 14 anos em Jerusalém, durante os quais recebeu a mãe do Senhor, que concebeu esta descendência divina, foi preservada nesta vida temporal, após o sofrimento e ressurreição de seu Filho incorruptível. Porque ele continuou com ela sendo como sua mãe comprometida pelo Senhor. Porque depois da sua morte é relatado que ele não escolheu para permanecer na Judéia, mas passou a Éfeso, onde, como já dissemos, este Apocalipse presente também foi composto, que é uma revelação das coisas futuras, na medida em que 40 anos depois da ascensão do Senhor esta tribulação veio sobre os judeus. " 

Nessa obra Clemente de Alexandria, diz que o ministério Apostólico termina com Paulo no reinado de CEZAR NERO. 

(Clemente de Alexandria 150-215): 
"Para o ensino de nosso Senhor na Sua vinda, começando com Augusto e Tibério, foi concluída em meados da época de Tibério. E a dos apóstolos, abraçando o ministério de Paulo, terminou com Nero."(Miscellanies 7:17.) 

(Epifanias 315-403): 
O Apocalipse foi escrito em Cezar Nero. (Epifanias, Heresias 51:12) 

Hermas no Cânon de Muratori, diz que São Paulo também escreveu a sete Igrejas apenas segundo as regras de seu antecessor São João, ou seja, São Paulo usou a regra no qual São João usou em apocalipse; “São Paulo foi martirizado antes da destruição do Templo no Reinado de CEZAR NERO”. 

(Cânon de Muratori -170): 
"O bem-aventurado apóstolo Paulo, seguindo a regra de seu antecessor, João, escreve a não mais de sete igrejas pelo nome." 

Tertuliano que foi contemporâneo de Santo Irineu, diz que São João foi banido para ilha de Patmos já no reinado de CEZAR NERO, no mesmo momento que São Pedro e São Paulo foram martirizados, ou seja, antes da destruição do templo. 

(Tertuliano 160-220 ): 
"Quão feliz é a sua igreja, em que os apóstolos derramaram toda a sua doutrina, juntamente com o seu sangue! onde Pedro durante a sua paixão como a do seu Senhor; onde Paulo ganha sua coroa em uma morte, como a de João Batista! onde o apóstolo João pela primeira vez caiu, ileso, em óleo fervente, e daí banido para sua ilha-exílio. " 

Tertuliano, a prescrição contra os hereges, trans. por Peter Holmes (Vol. III, Os Padres Ante-Nicene, ed Alexander Roberts e James Donaldson, Grand Rapids.: Wm. B. Eerdmans Publishing Company, 1951; p. 260), I, 36.] 

Fonte:http://macabeus.no.comunidades.net/index.php?pagina=16226540
33_08 

Meu comentário: 

Mesmo assim com tantas referências eu mesmo fui pesquisar mais a fundo, e para minha surpresa são autênticos, veja por exemplo: 

"(Miscellanies 7:17.). 

Veja no capítulo 7:17:http://www.newadvent.org/fathers/02107.htm 

(Cânon de Muratori -170): 
Veja no parágrafo 32: http://www.earlychristianwritings.com/text/muratorian-latin.html 

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Re: O Verdadeiro Relógio de Deus

Mensagem por Ab82 em Sab 21 Set 2013, 8:06 pm

Fontes internas para colocar uma data antes de 70 dc livro do Apocalipse: 

João, foi dito que ele deve profetizar novamente (Apocalipse 10:11) 

A Revelação foi uma carta escrita especificamente para as "Sete Igrejas da Ásia" não cristãos contemporâneos vivendo 2000 anos depois. 

O templo judaico ainda estava de pé quando foi escrito (Apocalipse 11:1-2) 

A história é sobre Jerusalém, a grande cidade onde nosso Senhor foi crucificado (Apocalipse 11:8), indica que "A Grande Cidade", foi Jerusalém ("onde também o seu Senhor foi crucificado"). Jerusalém também foi muitas vezes comparado "místicamente" de Sodoma e Egito, pelos profetas, por Jesus, e por João também. 

E os seus corpos jazerão na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado. (Ap 11:8) 

E as declarações em Apoc 18:24 parecem identificar a grande cidade ainda mais claramente: 

E nela se achou o sangue dos profetas e dos santos e de todos os que foram mortos na terra, quando este versículo é comparado a Lucas 13:33 , é óbvio que Jerusalém é a grande cidade em discussão aqui. Não caberia Roma ou qualquer outra cidade. 

A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que anteriormente anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora fostes traidores e homicidas; Atos 7:52 

Portanto, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas; a uns deles matareis e crucificareis; e a outros deles açoitareis nas vossas sinagogas e os perseguireis de cidade em cidade; 

Para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o santuário e o altar. 

Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração. 

Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! 

Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta; 

Mateus 23:34-38 



Nero foi o "sexto rei", que deu a ordem para Jerusalém para ser destruído. A ordem dos imperadores romanos foi a seguinte: 1. Júlio César, 2. Augusto, 3. Tibério, 4. Caio (Calígula), 5. Claudius, 6. Nero (54-68) 

O "Cântico de Moisés" foi cantado pelos mártires em Apocalipse 15:2,3; apenas o povo judeu teria conhecido a cantar essa música encontrada em Deuteronômio 32:1-43. 

Aqueles que o transpassaram veriam sua vinda. Apoc 1:7 

Muitas declarações tempo prometem os eventos são "à mão" e que iria acontecer "rapidamente" e "em breve" (Apocalipse 1:1,3; 2:16; 3:11; 22:6,7,10,12,20) . 


Vários comentaristas observaram a semelhança estrutural entre os seis selos deste capítulo e os eventos dos chamados “Mini-Apocalipse” - o discurso de Jesus registrado em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21 - que, como vimos, prevê a queda de Jerusalém em 70 dC (Antes daquela geração passar Mat 24:34). Como demonstrado pelos esboços que seguem abaixo, todas estas passagens são, essencialmente, as mesmas questões básicas: 

Apocalipse 6 

1. Guerra (vv. 1-2) 
2. Contendas Mundiais (vv. 3-4) 
3. Fome (vv. 5-6) 
4. Pestilências (vv. 7-8) 
5. Perseguições (vv. 9-11) 
6. Terremotos; des-criação (vv. 12-17) 

Mateus 24 

1. Guerras (v. 6) 
2. Contendas Mundiais (v. 7a) 
3. Fomes (v. 7) 
4. Terremotos (v. 7) 
5. Perseguições (vv. 9-13) 
6. Des-criação (vv. 15-31) 

Marcos 13 

1. Guerras (v. 7) 
2. Contendas Mundiais (v. 8) 
3. Terremotos (v. 8) 
4. Fomes (v. 8) 
5. Perseguições (vv. 9-13) 
6. Des-criação (vv. 14-27) 

Lucas 21 

1. Guerras (v. 9) 
2. Contendas Mundiais (v. 10) 
3. Terremotos (v. 11) 
4. Pragas e Fomes (v. 11) 
5. Perseguições (vv. 12-19) 
6. Des-criação (vv. 20-27) 

Isso mostra grande consciência dos comentaristas. Mas o que é surpreendente é que muitos não vêem o propósito de João ao apresentar o mesmo material de Mateus, Marcos e Lucas: profetizar os eventos que conduzem à destruição de Jerusalém. Embora todos eles admitam que o Apocalipse de pequeno porte seja uma profecia contra Israel (ver Mateus 23:29-39, 24:1-2, 15-16, 34, Marcos 13:2, 14, 30, Lucas 21:5-6, 20-24, 32), poucos parecem ver a ligação óbvia: o grande apocalipse (o livro do Apocalipse) também é uma profecia contra Israel! 


Leia:http://preterismo-completo.blogspot.com.br/2012/06/os-quatro-
cavaleiros.html 

O que deve se considerado também é a conexão dos Juízos da Aliança de Apocalipse com (Levítico 26:18-28, Deuteronômio 28, 32). 

Duncan McKenzie escreveu: 

Eu já mencionei como as figuras de duas "mulheres" (a prostituta e a noiva), que são duas "cidades" (Babilônia e Nova Jerusalém), são símbolos das duas alianças (assim como as duas mulheres / cidades de Gl. 4:21-31 também são). Apocalipse está revelando os eventos que envolveram a destruição da antiga aliança e o pleno estabelecimento da nova. A prostituta é destruída e, em seguida, a noiva se casa. Para apoiar isso recorro ao fato de que as figuras do julgamento consequente da transgressão da aliança são recorrentes por todo o Apocalipse. O cristão moderno não as identifica, porque ele infelizmente não está familiarizado com o Antigo Testamento. 

O livro de Apocalipse busca muito de suas figuras nas maldições da aliança de Levítico e Deuteronômio. Na verdade, a própria estrutura do Apocalipse (quatro conjuntos de sete julgamentos) é construída de acordo com as maldições da aliança que estavam para cair sobre Israel (que também consistia de quatro séries de sete julgamentos). Estas maldições culminariam com a destruição da prostituta (Israel infiel) em Apocalipse 17-18 (ver Dt. 31:16-18; Ez. 16) pelo Anticristo (a besta). 

Em Levítico e Deuteronômio, Deus falou das pragas e maldições que viriam sobre o Seu povo infiel da Antiga Aliança quando eles a violassem. Em Levítico 26 Deus disse aos filhos de Israel que se eles transgredissem a aliança, Ele viraria Sua face contra eles (Levítico 26:14-17). Se Israel não se arrependesse, Deus falou que lhes visitaria com quatro conjuntos de pragas e punições (Levítico 26:18, 21, 24 e 28). Cada um desses conjuntos de punições deveria ter cumprimento sete vezes. 

Levítico 26:18 - E, se ainda com estas coisas não me ouvirdes, então eu prosseguirei a castigar-vos sete vezes mais, por causa dos vossos pecados. (ACF) 

Levítico 26:21-22 - E se andardes contrariamente para comigo, e não me quiserdes ouvir, trar-vos-ei pragas sete vezes mais, conforme os vossos pecados. (ACF) 

Levítico 26:23-24 - Se ainda com estas coisas não vos corrigirdes voltando para mim, mas ainda andardes contrariamente para comigo, Eu também andarei contrariamente para convosco, e eu, eu mesmo, vos ferirei sete vezes mais por causa dos vossos pecados. (ACF) 

Levítico 26:28 - E se com isto não me ouvirdes, mas ainda andardes contrariamente para comigo, Também eu para convosco andarei contrariamente em furor; e vos castigarei sete vezes mais por causa dos vossos pecados. (ACF) 

Este padrão de punições da aliança de Israel, quatro conjuntos de punições, cada um tendo cumprimento sete vezes, fornece a estrutura das pragas e punições encontradas no livro do Apocalipse. Os quatro conjuntos de punição sétupla no Apocalipse são: 

I. Os sete selos (Apocalipse 6:1-17; 8:1) 

II. As sete trombetas (Apocalipse 8:2-10:7) 

III. Os sete trovões (Apocalipse 10:3-4) 

IV. As sete taças (Apocalipse 16:1-21) 

Confira na íntegra: 

- See more at: http://www.profeciabiblica.com.br/2013/08/os-juizos-da-alianca-de-apoc
alipse.html#sthash.1XqkpyVw.dpuf 

Veja outros estudos: 

http://www.profeciabiblica.com.br/2013/07/a-importancia-da-data-do
-apocalipse.html 

http://www.profeciabiblica.com.br/2013/08/data-apocalipse-geisler-
versus-geisler.html 

http://escatologiaplena.blogspot.com.br/2011/11/data-comprovada-do
-livro-de-apocalipse.html#.Ui9v09IzURo 

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Re: O Verdadeiro Relógio de Deus

Mensagem por Ab82 em Sab 21 Set 2013, 8:07 pm

Há muito mais evidências que o Apocalipse foi escrito antes de 70DC, essa idéia de unanimidade da data Domiciana é um mito, um grande número de estudiosos ingleses e alemães influentes (e alguns americanos) em 1800 e início de 1900 Acredita-se fortemente que o livro foi escrito (e na maior parte ou totalmente cumprida) antes de 70 dC. Há alguns teólogos americanos contemporâneos que acreditam e ensinam a data de início, bem como (Max King, Jay Adams, Foy Wallace, Jr.; Franklin; etc.) 

Veja aqui 62 acadêmicos que defendem a data nerônica (Séculos XX e XXI) 

http://centralpreterista1.blogspot.com.br/2012/11/defensores-data-
neronica.html 

Data (95 ou 96 d.C.) 

Primeiro, a data  (95 ou 96 d.C.) é baseada puramente numa evidência externa. Por evidência externa queremos dizer evidência que se origina fora da Bíblia, ou evidência não inspirada. Ela é baseada no testemunho de um homem, Ireneu, que viveu aproximadamente de 130 a 200 d.C. Sua declaração foi preservada por um historiador da igreja chamado Eusébio, que viveu aproximadamente de 264 a 340 d.C. Assim, na melhor das hipóteses, temos um testemunho não inspirado, de segunda mão, para esta data. 

A declaração de Ireneu é a seguinte: Se fosse necessário ter seu nome distintamente anunciado no presente tempo, sem dúvida teria sido anunciado por aquele que viu o Apocalipse; pois não foi muito antes disto que ele foi visto, mas quase em sua própria geração, nos fins do reinado de Domiciano" (citado em The Book of Revelation, Foy E. Wallace Jr., p. 25). Com respeito à declaração acima, estudiosos têm reconhecido que não é possível determinar se Ireneu queria dizer que João foi visto pelo tutor de Ireneu, Policarpo, ou se "o Apocalipse foi visto nos fins do reinado de Domiciano". Tal ambigüidade destrói este argumento como evidência. Mesmo Eusébio, que registrou essa declaração, duvidava que João, o apóstolo, tinha escrito do livro de Apocalipse. O ponto aqui é o seguinte: se a declaração não foi forte o suficiente para convencer Eusébio que João tinha sequer escrito Apocalipse, por que muitos pensam hoje que ela é forte o suficiente para convencer a alguém que o apóstolo viu tal livro durante o reinado de Domiciano (95 d.C.)? O mínimo que se pode dizer é que esse argumento é fraco. 

Citação de Ireneu sobre a idade de Jesus: 

Finalmente, Ireneu disse da idade de Jesus: mas a idade de 30 anos é a primeira da mente de um jovem, e que essa alcança até mesmo os quarenta anos, todo o mundo concordará: mas após os quarenta e cinqüenta anos, começa a se aproximar da idade velha: na qual o nosso Senhor estava quando ensinou, como o Evangelho e todos os Anciãos testemunham… (Citado em Before Jerusalem Fell, Kenneth L. Gentry, p. 63). Podemos confiar no testemunho de um homem que diz que Jesus ensinou por 15 anos e que tinha cinqüenta anos de idade quando morreu? Todavia, basicamente existe apenas o seu testemunho para esta data. 



Fonte, leia na íntegra:: 

http://wwwj-babi.blogspot.com.br/2012/06/datacao-do-apocalipse-dua
s.html 

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Re: O Verdadeiro Relógio de Deus

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