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Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Seg 02 Set 2013, 3:36 pm

Ab82 escreveu:Paulo esta citando Israel de seus dias!

"Eu sustento a visão de que “todo Israel” refere-se ao remanescente de judeus vivos durante o período da transição do pacto até o tempo em que Jerusalém foi julgada e o templo destruído.
"Todo" significa totalidade.

"Todo Israel" refere-se a totalidade de Israel.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por RenatoPaulo em Seg 02 Set 2013, 4:47 pm

Vamos la...

Mateus 24:32
"Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão.

Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo.Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram."

Como estava a Figueira(Israel)naquela altura antes do ano 70?
A crescer ou a secar?
Obviamente que estava a secar!
Ora como pode uma figueira estando a secar,ter seu ramo tenro e quase a brotar folhas?
Nao pode!Assim fica concluido que Cristo estava se referindo ao nascimento da Figueira que iria nascer.Ou seja ao Israel que se tornou uma nacao no ano de 1948.
Apenas uma figueira nova pode vir a dar ramo tenro!


Para dar uma ajuda vamos aqui buscar uma profecia que Deus deu a Jeremias:


Jeremias 24:5
"Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Como a estes bons figos, assim atentarei com favor para os exilados de Judá, os quais eu enviei deste lugar para a terra dos caldeus. 

Porei os meus olhos sobre eles, para seu bem, e os farei voltar a esta terra. Edificá-los-ei, e não os demolirei; e plantá-los-ei, e não os arrancarei. 

E dar-lhes-ei coração para que me conheçam, que eu sou o Senhor; e eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; pois se voltarão para mim de todo o seu coração."



Ora aqui o Senhor Deus fala-nos do retorno final a terra de Israel de seus figos bons,ou seja os lideres de Israel e ainda diz-nos que os vai plantar e lhes vai dar um coracao novo!

Ora isto se refere apenas a geracao de hoje,ou seja a geracao de Israel que nasceu em 1948.

Assim fica concluido que:Os figos,ou seja a semente esta a crescer e no seu devido tempo tera um coracao novo!

Obviamente logo a chegado de Jesus Cristo entre as nuvens.



Mas que grande dia sera esse!!

Aleluia!

RenatoPaulo
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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Seg 02 Set 2013, 7:51 pm

"Todo" significa totalidade.

"Todo Israel" refere-se a totalidade de Israel.




Também Isaías clama acerca de Israel: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo.
Porque ele completará a obra e abreviá-la-á em justiça; porque o Senhor fará breve a obra sobre a terra.
Romanos 9:27-28


Em breve do tempo de Paulo...

Ab82
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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Seg 02 Set 2013, 8:40 pm

Conforme ensina a língua portuguesa, "todo" continua significando a totalidade das coisas, para qualquer texto que venha a colocar.

Qualquer texto, seja bíblico ou não, em que incida a palavra "todo", esta sempre significará a totalidade.

E assim "todo Israel" continua referindo-se a totalidade de Israel.

A propósito...

Sabendo-se que o povo de Israel foi endurecido por Deus, se o endurecimento de Israel ainda não terminou, então como podem ser eles uma outra geração?

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por gusto em Ter 03 Set 2013, 12:31 pm

Nem sempre, senão todos os homens serão salvos. Usando esse raciocínio falaz.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por silvamelo em Ter 03 Set 2013, 12:54 pm

Ab82 escreveu:
Como você chegou a essa conclusão? O sentido que a frase vai ter não está na palavra "geração", mas na palavra "esta". Você precisa demonstrar que a palavra grega "αυτη" (esta) tem aplicação exclusiva ao tempo... o que na verdade não acontece.
Portanto, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas; a uns deles matareis e crucificareis; e a outros deles açoitareis nas vossas sinagogas e os perseguireis de cidade em cidade;
Para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o santuário e o altar.
Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração.
Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!
Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta;

Mateus 23:34-38

Isto verdadeiramente se cumpriu, na guerra Judaico-Romano.

42 meses é o tempo que levou Tito a destruir a nação judaica, por volta de março / abril de 67 dC a agosto / setembro do ano 70 dC.
Amado, não queira aplicar ao grego uma regra gramatical do português. A palavra "esta" no português é um pronome demostrativo. No português, ela é usada para indicar objetos que estão próximos de quem está falando e, em relação ao tempo, ela é usada para indicar o tempo presente. Para apontarmos um evento no passado ou no futuro, devemos usar "essa".

Mas no grego isso não acontece! "αυτη" pode ser usado tanto como "este, esta", quanto como "esse, essa".

Temos o exemplo em Mateus 21:42, em que o tradutor preferiu traduzir "αυτη" como "essa", ao invés de "esta":

"Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos?"

"λεγει αυτοις ο ιησους ουδεποτε ανεγνωτε εν ταις γραφαις λιθον ον απεδοκιμασαν οι οικοδομουντες ουτος εγενηθη εις κεφαλην γωνιας παρα κυριου εγενετο αυτη και εστιν θαυμαστη εν οφθαλμοις ημων"


Logo, podemos verificar que o uso da palavra "esta" foi uma opção do tradutor, já que tal diferenciação gramatical inexiste no grego!


Jesus mesmo, quando citou aquela parábola, deixou claro o que estava dizendo, pois ele afirmou:

"Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai." Mateus 24:36.

Ora, se, naquele momento em que citou a parábola da figueira, nem Jesus sabia quando era o dia, como poderia APONTAR UMA GERAÇÃO ESPECÍFICA???

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Ter 03 Set 2013, 3:33 pm

gusto escreveu:Nem sempre, senão todos os homens serão salvos. Usando esse raciocínio falaz.
E qual seria a base bíblica para este seu outro "raciocínio falaz"?

angel

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Ter 03 Set 2013, 6:43 pm

Amado, não queira aplicar ao grego uma regra gramatical do português. A palavra "esta" no português é um pronome demostrativo. No português, ela é usada para indicar objetos que estão próximos de quem está falando e, em relação ao tempo, ela é usada para indicar o tempo presente. Para apontarmos um evento no passado ou no futuro, devemos usar "essa".

Mas no grego isso não acontece! "αυτη" pode ser usado tanto como "este, esta", quanto como"esse, essa".

Temos o exemplo em Mateus 21:42, em que o tradutor preferiu traduzir "αυτη" como "essa", ao invés de "esta":

"Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram,essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos?" 

"λεγει αυτοις ο ιησους ουδεποτε ανεγνωτε εν ταις γραφαις λιθον ον απεδοκιμασαν οι οικοδομουντες ουτος εγενηθη εις κεφαλην γωνιας παρα κυριου εγενετο αυτη και εστιν θαυμαστη εν οφθαλμοις ημων"


Logo, podemos verificar que o uso da palavra "esta" foi uma opção do tradutor, já que tal diferenciação gramatical inexiste no grego!


Jesus mesmo, quando citou aquela parábola, deixou claro o que estava dizendo, pois ele afirmou:

"Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai." Mateus 24:36.

Ora, se, naquele momento em que citou a parábola da figueira, nem Jesus sabia quando era o dia, como poderia APONTAR UMA GERAÇÃO ESPECÍFICA???

Pode-se saber a geração sem saber o dia e a hora.



Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto.

Lucas 21:31




E em verdade vos digo que, DOS QUE AQUI ESTÃO, alguns há que não provarão a morte ATÉ que vejam o reino de Deus.

Lucas 9:27

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Ter 03 Set 2013, 10:19 pm

É verdade que o povo judeu hoje constitui uma nova geração, mesmo estando este povo do mesmo jeito que estava antes, endurecido e mantendo os mesmos costumes e tradições?

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Sex 06 Set 2013, 4:58 pm

Não é bem assim, para o povo judeu a destruição de 70 dC foi a pior de todas, além de milhões de mortos, o templo e a cidade foram queimados. Desde então os judeus não podem realizar plenamente todos os preceitos da lei. O sistema do Antigo Pacto com seus rituais obrigatórios e sacrifícios de sangue , o "universo" da Antiga Aliança estava desmoronando, nunca será revivido. Todos os "tipos" da Antiga Aliança e sombras, incluindo a Terra Santa, a Cidade Santa, e do Templo Sagrado foram cumpridas em Cristo. Não há necessidade de voltar ao tipo e sombra.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Dom 08 Set 2013, 1:52 am




Jesus disse ao sumo sacerdote e aos anciãos do povo, “o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos” (Mt. 21:43). Para muitos, este versículos fornece o coração da “teologia da substituição”, isto é, a ideia de que a igreja cristã substituiu a antiga nação terrena de Israel como povo eleito de Deus e nação sacerdotal (1 Pedro 2:9-10, etc).



Sem exigir o uso do rótulo "substituição", é essencialmente isto que o versículo ensina. Isso não quer dizer que o povo judeu não pode mais provar do sabor da graça de Deus, mas simplesmente que o testemunho e obra de Deus na terra pelos meios da Antiga Aliança – o sistema ritual do Templo do Antigo Testamento – estava sendo abolido, junto com todos aqueles daquela geração que rejeitaram e mataram os profeta de Deus e o Messias. O Templo estava sendo abolido porque seu propósito jamais foi ser permanente, mas apenas um símbolo que apontava para a realidade de Jesus Cristo, o verdadeiro Templo, o verdadeiro Emanuel – a verdadeira presença de “Deus conosco”. Aqueles judeus que rejeitaram ao verdadeiro Templo e insistiram no apego às tradições do Antigo Testamento estavam, portanto, cometendo idolatria tão grave quanto qualquer ritual pagão. O Reino tinha se mudado para sua realização maior. Aqueles que recusaram aceitar o cumprimento viram-se privados do verdadeiro Reino – que seria tirado deles, e dado aos discípulos do verdadeiro e fiel povo de Deus.



Jesus denunciou os mestres da antiga tradição que lideravam o caminho da oposição contra ele. Estes eram principalmente os fariseus, e a denúncia deles por parte Cristo aparece em Mateus 23, entre outros lugares. Ela estende-se a toda a cidade terrena de Jerusalém, da qual eles eram representantes devido à incredulidade. Jesus concluiu com a previsão de que Jerusalém cairia porque ela era responsável por "todo o sangue justo derramado sobre a terra", e que ela era "a cidade que mata os profetas" (Mt. 23:35, 37).



MISTÉRIO DA BABILÔNIA



A partir desta ampla condenação, podemos aprender que a cidade chamada de "Babilônia" em Apocalipse 17 e 18 não é a Babilônia de Nabucodonosor, mas Jerusalém chamada de Babilônia, porque ela se corrompeu e se tornou como aquele antigo Império pagão:



E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata escarlate [cores do sumo sacerdote e do Templo; Êxodo 25-28, 38-39], e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; (5) E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra. (Ap. 17:4-5)



E como sabemos que este “mistério” da prostituta blasfema babilônica é de fato Jerusalém? Porque ela é culpada do crime que Jesus conectou exclusivamente a Jerusalém:



Apocalipse 17:6 E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração... (18:21) E um forte anjo levantou uma pedra como uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, aquela grande cidade, e não será jamais achada... (24) E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.



Não é possível que duas cidades sejam ambas culpadas de um crime pelo qual apenas uma delas poderia ser culpada – matar todos os profetas e todos o que foram mortos na terra. Jesus atribuiu claramente este crime a Jerusalém em Mateus 23; então devemos concluir que aqui em Apocalipse, “Babilônia” é um “nome misterioso” porque simboliza o que Jerusalém tinha se tornado.



Assim, é muito provável que, quando Pedro escreveu sua primeira epístola a partir de "Babilônia" (1 Ped. 5:13), ele estava literalmente escrevendo a partir de Jerusalém, que ele considerava que já tinha sido condenada como Babilônia "nestes últimos tempos" (1 Ped. 1:20). Pedro era, afinal, um apóstolo da circuncisão, como disse Paulo (Gal. 2:7).



No tempo entre a ascensão de Cristo e a destruição de Jerusalém, a prática dos escritores do Novo Testamento simbolizarem Jerusalém com nomes dos grandes inimigos do povo de Deus através dos tempos não era incomum. Assim, Apocalipse fala da “grande cidade”, onde o “Senhor foi crucificado”, obviamente Jerusalém”, que simbolicamente se chama Sodoma e Egito” (Ap. 11:8)



Alguns se queixam de que a interpretação da Grande Prostituta da Babilônia de Apocalipse 17 como sendo Jerusalém é antissemita. Mas isso é um absurdo ad hominem. João (um judeu!) não estaria incorrendo no mesmo “antissemitismo” quando chamou Jerusalém de “Sodoma” e “Egito”, em vez de orar por ela e sua paz, como dispensacionalistas exigem que façamos?



Assim, é compreensível quando Paulo compara os falsos mestres que rastejam na Igreja com os magos de Faraó (2 Tm. 3:8-9). Da mesma forma, Mateus 2 apresenta Jesus como o Novo Israel fugindo do novo Faraó, que mata todos os bebês do sexo masculino. A exceção é a inversão de papéis: a família de Jesus tem que fugir para o Egito, a fim de evitar este novo Faraó, que é Herodes. Lição: O Antigo Israel tornou-se como o Egito, o perseguidor do povo de Deus, e ele deve sofrer a praga do Egito, enquanto Jesus é o verdadeiro Israel.



Tenha em mente, que era Herodes que então governava Jerusalém e que tinha reconstruído o Templo em que os judeus sacrificavam. Uma vez que Jesus apareceu em cena como o Sacrifício Final, os sacrifícios no Templo se tornaram idólatras. Então rejeitar a Deus era continuar com aqueles sacrifícios. Isto era, de fato, cometer a abominação da desolação, porque isto era um sacrifício idólatra que fez com que a presença de Deus abandonasse aquela Casa para a desolação. De fato, a presença de Deus deixaria o Templo para sempre para habitar no Novo Templo, Jesus Cristo e Seu povo. Isto ocorreu no dia do batismo de Jesus, como podemos ver, e também no dia de Pentecostes. Dentro de uma geração, a nação idólatra e adúltera – o grande templo pagão em Jerusalém – sofreu um golpe de misericórdia da parte de Deus. Foi destruído e deixado no esquecimento.



Assim, é mais compreensível que os escritores inspirados se refiram a seus perseguidores e falsos irmãos da igreja como "os que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás” (Ap. 2:9).



CONCLUSÃO



Os cristãos dos tempos modernos simplesmente não entendem que, quando exigem a terra de Israel para o povo judeu antigo, para que eles possam reconstruir um templo e retomar os sacrifícios, eles estão orando pela ocorrência da pior e mais vil das idolatrias. Deus destruiu aquele templo por essa mesma razão em 70 d.C. Por que Ele mudaria agora e desejaria reconstruí-lo?



Você pode pensar que, uma vez que Deus fez isso antes, no tempo de Jeremias, por exemplo – enviando Seu povo para o exílio depois de destruir-lhes o Templo, e, em seguida, os restaurando para a terra mais uma vez para reconstruir outro templo, então Ele fará o mesmo. Porém, com o pronunciamento da destruição do Templo por parte de Jesus, foi diferente. Desta vez, o verdadeiro Templo, Ele mesmo veio como o Templo reconstruído (ressuscitado). Desta vez não haveria tijolos e argamassa, mas sim uma pedra cortada sem auxílio de mãos (Dan. 2:34, 44-45). O povo judeu antigo não foi apenas exilado de seu reino para retornar algum dia. Não. Desta vez, o Reino lhes foi tirado e dado à nação verdadeira que dá frutos.



Cristo criou uma nova noiva. Por que Cristo desejaria voltar com a prostituta que Ele deixou de lado e se divorciou, quando ele tem uma noiva pura que desce do céu, vestida de Retidão, e imune da idolatria? Ele não deseja. Ele deixou aquela prostituta montada em seu patrono, a besta de Roma. E a grande mãe das meretrizes sofreu o julgamento de sua prostituição. Ela foi divorciada e deserdada. A herança agora pertence à noiva. 

Jesus sabia de tudo isso antes do tempo, pelo menos desde o dia de seu batismo, como podemos ver. Ele sabia de seus inúmeros confrontos com os líderes judeus, bem como da profecia bíblica sobre o Templo sendo deixado desolado e a cidade em ruínas. Sua última visita a Jerusalém é o registro de Jesus expondo publicamente todas as provas contra o que tinha se tornado uma nação idólatra e anti-Messias. Jesus estava apresentando um processo de aliança para o divórcio daquela prostituta idólatra.



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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Dom 08 Set 2013, 11:49 am

Ab82 escreveu:Não é bem assim, para o povo judeu a destruição de 70 dC foi a pior de todas, além de milhões de mortos, o templo e a cidade foram queimados. Desde então os judeus não podem realizar plenamente todos os preceitos da lei. O sistema do Antigo Pacto com seus rituais obrigatórios e sacrifícios de sangue , o "universo" da Antiga Aliança estava desmoronando, nunca será revivido. Todos os "tipos" da Antiga Aliança e sombras, incluindo a Terra Santa, a Cidade Santa, e do Templo Sagrado foram cumpridas em Cristo. Não há necessidade de voltar ao tipo e sombra.
É verdade que o povo judeu hoje constitui uma nova geração, mesmo estando este povo do mesmo jeito que estava antes, endurecido e mantendo os mesmos costumes e tradições?

Responda...

Sim, o povo judeu é uma nova geração mesmo estando ainda endurecidos e com o mesmo comportamento de sempre.

Ou responda...

Não, o povo judeu não é uma nova geração.

Obs:
Por favor, coloque estudos somente no local apropriado.



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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

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