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Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

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Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Dom 18 Ago 2013, 10:32 am

Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton
 
Vimos que o discurso de Cristo sobre o Monte das Oliveiras, registrado em Mateus 24, Marcos 14 e Lucas 21, trata com o “o fim” – não do mundo, mas de Jerusalém e do templo; ele tem referência exclusiva aos “últimos dias” da era do Antigo Pacto. Jesus falou claramente dos seus próprios contemporâneos quando disse que “esta geração” veria “todas estas coisas”. A “Grande Tribulação” ocorreu durante o terrível tempo de sofrimento, guerra, fome e assassinato em massa que culminou na destruição do Templo no ano 70 d.C. O que parece ser um problema para esta interpretação, contudo, é o que Jesus diz a seguir:

Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus (Mateus 24:29-31).

Jesus parecia estar dizendo que a segunda vinda ocorreria imediatamente após a tribulação. Por acaso a segunda vinda ocorreu em 70 d.C.? Nós a perdemos? Primeiro, vamos esclarecer uma coisa desde o princípio: é impossível evitar a palavra imediatamente.[1] Ela significa imediatamente. Reconhecendo que a tribulação ocorreu durante a geração que então vivia, devemos encarar também o claro ensino da Escritura que, não importa sobre o que Jesus esteja falando nestes versículos, isso ocorreu imediatamente depois. Em outras palavras, estes versículos descrevem o que aconteceu no final da tribulação – que forma o seu clímax.

Para entender o significado das expressões de Jesus nesta passagem, precisamos entender o Antigo Testamento muito mais que a maioria das pessoas de hoje entendem. Jesus estava falando a uma audiência que era intimamente familiar com os detalhes mais obscuros da literatura do Antigo Testamento. Eles tinham ouvido o Antigo Testamento lido e exposto inúmeras vezes em suas vidas, e tinham memorizado longas passagens. O conjunto de figuras bíblicas e formas de expressão tinham formado sua cultura, ambiente e vocabulário desde a tenra infância, e isto por várias gerações.

O fato é que, quando Jesus falou aos seus discípulos sobre a queda de Jerusalém, ele usou vocabulário profético. Havia uma “linguagem” de profecia, instantaneamente reconhecível àqueles familiarizados com o Antigo Testamento. À medida que Jesus predizia o fim completo do sistema do Antigo Pacto – que foi, num sentido, o fim de um mundo todo – ele falou dele como qualquer outro profeta teria feito, com a linguagem comovente do juízo pactual. Consideraremos cada elemento nesta profecia, vendo como seu uso nos profetas do Antigo Testamento determinou seu significado no contexto do discurso de Jesus sobre a queda de Jerusalém. Lembremos que nosso padrão último de verdade é a Bíblia, e a Bíblia somente.

 

O SOL, A LUA E AS ESTRELAS

No final da tribulação, disse Jesus, o universo entraria em colapso: a luz do sol e da lua seriam extintas, as estrelas cairiam, os poderes do céu seriam abalados. A base para este simbolismo está em Gênesis 1:14-16, onde é dito que o sol, a luz e as estrelas (“os poderes dos céus”) são os “sinais” que “governam” o mundo. Mais tarde na Escritura, essas luzes celestiais são usadas para falar das autoridades e governos terrenos; e quando Deus ameaça vir contra eles em julgamento, a mesma terminologia do universo em colapso é usada para descrever isso. Profetizando a queda de Babilônia diante dos medos em 539 a.C.,

Isaías escreveu:

Eis que vem o Dia do SENHOR, dia cruel, com ira e ardente furor, para converter a terra em assolação e dela destruir os pecadores. Porque as estrelas e constelações dos céus não darão a sua luz; o sol, logo ao nascer, se escurecerá, e a lua não fará resplandecer a sua luz. (Isaías 13:9-10).

Significantemente, Isaías mais tarde profetizou a queda de Edom em termos de des-criação:
Todo o exército dos céus se dissolverá, e os céus se enrolarão como um pergaminho; todo o seu exército cairá, como cai a folha da vide e a folha da figueira. (Isaías 34:4).

O profeta Amós, contemporâneo de Isaías, profetizou a ruína de Samaria (722 a.C.) duma maneira muito similar:

Sucederá que, naquele dia, diz o SENHOR Deus, farei que o sol se ponha ao meio-dia e entenebrecerei a terra em dia claro. (Amós 8:9).

Outro exemplo é do profeta Ezequiel, que predisse a destruição do Egito. Deus disse através de Ezequiel:

Quando eu te extinguir, cobrirei os céus e farei enegrecer as suas estrelas; encobrirei o sol com uma nuvem, e a lua não resplandecerá a sua luz. Por tua causa, vestirei de preto todos os brilhantes luminares do céu e trarei trevas sobre o teu país, diz o SENHOR Deus. (Ezequiel 32:7-8).

Deve ser enfatizado que nenhum desses eventos ocorreu literalmente. Deus não pretendia que alguém interpretasse estas declarações literalmente. Poeticamente, contudo, todas estas coisas aconteceram: com respeito às nações ímpias, “as luzes de apagaram”. Isso é simplesmente linguagem figurada, que não nos surpreenderia se fôssemos mais familiarizados com a Bíblia e seu caráter literário.

O que Jesus está dizendo em Mateus 24, portanto, em terminologia profética imediatamente reconhecida pelos seus discípulos, é que a luz de Israel seria extinta; a nação do pacto cessaria de existir. Quando a tribulação terminar, o antigo Israel terá desaparecido.

 

O SINAL DO FILHO DO HOMEM

As traduções mais modernas de Mateus 24:30 são mais ou menos assim: “E então o sinal do Filho do Homem aparecerá no firmamento...”. Esta é uma tradução incorreta, baseada não no texto grego, mas nas suposições equivocadas dos tradutores sobre o assunto desta passagem (pensando que ela está falando sobre a segunda vinda). Uma tradução palavra por palavra do texto grego seria assim:

E então aparecerá o sinal do Filho do Homem no céu...

Como podemos ver, duas diferenças importantes aparecem na tradução correta: primeiro, a localização indicada é o céu, e não apenas o firmamento; segundo, não é o sinal que está no céu, mas o Filho do Homem. O ponto é simplesmente que este grande julgamento sobre Israel, a destruição de Jerusalém e do Templo, seria o sinal que Jesus Cristo está entronizado no céu à destra de Deus, governando as nações e vingando-se dos seus inimigos. O cataclismo divinamente ordenado do ano 70 d.C. revelou que Cristo tinha tirado o Reino de Israel e dado à Igreja; a desolação do antigo Templo foi o sinal final de que Deus o havia abandonado e estava agora habitando num novo Templo, a Igreja. Estes são todos aspectos do primeiro advento de Cristo, partes cruciais da obra que ele veio realizar por sua morte, ressurreição e ascensão ao trono.

Este é o porquê a Bíblia fala do derramamento do Espírito Santo sobre a Igreja e a destruição de Israel como sendo o mesmo evento, pois estavam intimamente unidos teologicamente. O profeta Joel predisse tanto o Dia de Pentecoste como a destruição de Jerusalém duma só vez:

E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias. Mostrarei prodígios no céu e na terra: sangue, fogo e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo; porque, no monte Sião e em Jerusalém, estarão os que forem salvos, como o SENHOR prometeu; e, entre os sobreviventes, aqueles que o SENHOR chamar. (Joel 2:28-32).

Como veremos num capítulo posterior, a interpretação inspirada de São Pedro deste texto em Atos 2 determina o fato que Joel está falando do período desde o derramamento inicial do Espírito até a destruição de Jerusalém, desde o Pentecoste até o Holocausto. É suficiente para nós observarmos aqui que a mesma linguagem de julgamento é usada nesta passagem. A interpretação sensacionalista comum de que “colunas de fumaça” são os cogumelos das explosões nucleares é uma distorção radical do texto, e um mau entendimento completo da linguagem profética da Bíblia. Isso faria tanto sentido quanto dizer que a coluna de fogo e fumaça durante o Êxodo foi resultado de uma explosão atômica.

 

AS NUVENS DO CÉU

Isso, apropriadamente, nos leva ao próximo elemento na profecia de Jesus sobre a destruição de Jerusalém: “e todas as tribos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (RC). A palavra tribos aqui tem referência primária às tribos da terra de Israel; e é provável que a “lamentação” tenha dois sentidos. Primeiro, eles lamentariam com dor o sofrimento e a perda da sua terra; segundo, num dia no futuro, eles lamentariam em arrependimento por seus pecados, quando fossem convertidos da sua apostasia (veja Romanos 11).

 

Mas como eles veriam a Cristo vindo sobre as nuvens? Este é um símbolo importante do poder e da glória de Deus, usado por toda a Bíblia. Por exemplo, pense na “coluna de fogo e nuvem” por meio da qual Deus salvou os israelitas e destruiu seus inimigos na libertação do Egito (veja Êxodo 13:21-22; 14:19-31; 19:16-19). De fato, por todo o Novo Testamento Deus estava vindo “nas nuvens”, salvando o seu povo e destruindo os seus inimigos: “Pões nas águas o vigamento da tua morada, tomas as nuvens por teu carro e voas nas asas do vento” (Salmos 104:3). Quando Isaías profetizou do julgamento de Deus sobre o Egito, ele escreveu: “Sentença contra o Egito. Eis que o SENHOR, cavalgando uma nuvem ligeira, vem ao Egito; os ídolos do Egito estremecerão diante dele, e o coração dos egípcios se derreterá dentro deles” (Isaías 19:1). O profeta Naum falou similarmente da destruição de Nínive por Deus: “O SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés” (Naum 1:3). A vinda de Deus “sobre as nuvens do céu” é um símbolo bíblico muito comum para sua presença, julgamento e salvação.

Mais significativo, contudo, é o fato que Jesus está se referindo a um evento específico associado com a destruição de Jerusalém e o fim do Antigo Pacto. Ele falou dele novamente no seu julgamento, quando o sumo sacerdote lhe perguntou se ele era o Cristo, ao que Jesus respondeu: Eu sou, e vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo- Poderoso e vindo com as nuvens do céu (Marcos 14:62; cf. Mateus 26:64).

Obviamente, Jesus não estava se referindo a um evento milhares de anos no futuro. Ele estava falando de algo que seus contemporâneos – “esta geração” – veriam em seu tempo de vida. A Bíblia nos diz exatamente quando Jesus veio com as nuvens do céu:

Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos
(Atos 1:9).

De fato, o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à destra de Deus
(Marcos 16:19).
 

 

Foi esse evento, a Ascensão à destra de Deus, que Daniel previu: Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído. (Daniel 7:13-14).

A destruição de Jerusalém foi o sinal que o Filho do Homem, o Segundo Adão, estava no céu, governando o mundo e dispondo-o aos seus próprios propósitos. Em sua ascensão, ele tinha vindo sobre as nuvens do céu para receber o Reino do seu Pai; a destruição de Jerusalém foi a revelação desse fato.

Em Mateus 24, portanto, Jesus não estava profetizando que ele viria literalmente sobre as nuvens no ano 70 d.C. (embora isso fosse figurativamente verdade). Sua literal “vinda sobre as nuvens”, em cumprimento de Daniel 7, aconteceu em 30 d.C., no começo da “última geração”. Mas em 70 d.C. as tribos de Israel veriam a destruição da nação como o resultado de ele ter ascendido ao trono do céu, para receber seu Reino.

 

A REUNIÃO DOS ELEITOS

Finalmente, Jesus anunciou que o resultado da destruição de Jerusalém seria o envio dos seus “anjos” para ajuntar os eleitos. Não é isto o arrebatamento? Não. A palavra anjos significa simplesmente mensageiros (cf. Tiago 2:25), a despeito da sua origem ser celestial ou terrena; é o contexto que determina se estes mencionados são criaturas celestiais ou não. A palavra frequentemente significa pregadores do Evangelho (veja Mateus 11:10; Lucas 7:24; 9:52; Apocalipse 1-3). No contexto, há toda razão para assumir que Jesus está falando do evangelismo mundial e da conversão das nações que ocorreriam após a destruição de Israel.

O uso que Cristo faz da palavra ajuntar[2] é significante neste sentido. A palavra, literalmente, é um verbo que significa sinagogar; o significado é que, com a destruição do Templo e do sistema do Antigo Pacto, o Senhor envia seus mensageiros para reunir seu povo eleito em sua Nova Sinagoga. Jesus está na verdade citando Moisés, que tinha prometido: “Ainda que os teus desterrados estejam para a extremidade dos céus, desde aí te sinagorará o SENHOR, teu Deus, e te tomará de lá” (Deuteronômio 30:4, Septuaginta). Nem um dos textos tem algo a ver com o arrebatamento; ambos estão preocupados com a restauração e estabelecimento da Casa de Deus, a congregação organizada do seu povo pactual. Isto se torna ainda mais enfático quando lembramos o que Jesus disse antes deste discurso:

Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu sinagogar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta. (Mateus 23:37-38).

Porque Jerusalém tinha apostado e recusado ser “sinagogada” por Cristo, seu Templo seria destruído, e uma Nova Sinagoga e Templo seriam formados: a Igreja. O Novo Templo foi criado, certamente, no Dia de Pentecoste, quando o Espírito veio habitar a Igreja. Mas o fato da existência do novo Templo seria evidente somente quando o Antigo Templo e o sistema do Antigo Pacto fossem tirados. As congregações cristãs começaram imediatamente a se chamarem de “sinagogas” (que é a palavra usada em Tiago 2:2), enquanto chamavam as reuniões dos judeus de “sinagogas de Satanás” (Apocalipse 2:9; 3:9). Todavia, eles anelavam o Dia do Juízo sobre Jerusalém e o Antigo Templo, quando a Igreja seria revelada como o verdadeiro Templo e Sinagoga de Deus. Porque o sistema do Antigo Pacto era “antiquado” e estava “prestes a desaparecer” (Hebreus 8:13), o escritor aos Hebreus instou-os a que tivessem esperança, “não deixemos de sinagogar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hebreus 10:25; cf. 2 Tessalonicenses 2:1-2).

A promessa do Antigo Testamento de que Deus “sinagogaria” seu povo experimentou uma mudança importante no Novo Testamento. Em vez da forma simples da palavra, o termo usado por Jesus tem uma preposição grega epi como prefixo. Esta é uma expressão predileta do Novo Pacto, que intensifica a palavra original. O que Jesus está dizendo, portanto, é que a destruição do Templo no ano 70 d.C. o revelaria como tendo vindo com as nuvens para receber seu Reino; e demonstraria sua Igreja diante do mundo como a super- Sinagoga, completa e verdadeira.

 

Notas:

 

1 A versão do autor trás “imediatamente” ao invés de “logo em seguida”. De maneira semelhante, lemos na NVI: “Imediatamente após a tribulação daqueles dias o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu, e os poderes celestes serão abalados”.

 

2 “Ajuntar” na RC e “reunir” na RA. (Nota do tradutor).

 

Fonte: Capítulo 2 do excelente livro The Great Tribulation, de David Chilton.

Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto

 

David Chilton foi um famoso pastor "cristão reconstrucionista" reformado, palestrante e autor. Ele contribuiu com três livros sobre escatologia que se mostraram bastante significativos, Paradise Restored (1985); Days of Vengeance (1987); The Great Tribulation (1987). Ele morreu inesperadamente em 1997 devido a um ataque cardíaco. Ele estava em seus quarenta e poucos anos.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por RenatoPaulo em Dom 18 Ago 2013, 11:29 am

Nem sequer perdi tempo a ler o que vc aqui tenta ensinar....
Ideias de homens,nao devem ser levadas a serio.
Vc me faz lembrar as testemunhas de Jeova.

Jesus falou apenas essas  coisas que vc tem em mente?
Se falou,entao me diga onde se encaixam por exemplo os falsos profetas e todas as outras coisas que virao a acontecer nos ultimos dias.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Jarbas em Dom 18 Ago 2013, 12:44 pm

RenatoPaulo escreveu:Nem sequer perdi tempo a ler o que vc aqui tenta ensinar....
Ideias de homens,nao devem ser levadas a serio.
Vc me faz lembrar as testemunhas de Jeova.

Jesus falou apenas essas  coisas que vc tem em mente?
Se falou,entao me diga onde se encaixam por exemplo os falsos profetas e todas as outras coisas que virao a acontecer nos ultimos dias.
:chapeu:



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


"O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio."
  (Provérbios 8 : 13)

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por RenatoPaulo em Dom 18 Ago 2013, 4:36 pm

Ab82 escreveu:Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton
 
Vimos que o discurso de Cristo sobre o Monte das Oliveiras, registrado em Mateus 24, Marcos 14 e Lucas 21, trata com o “o fim” – não do mundo, mas de Jerusalém e do templo; ele tem referência exclusiva aos “últimos dias” da era do Antigo Pacto. Jesus falou claramente dos seus próprios contemporâneos quando disse que “esta geração” veria “todas estas coisas”. A “Grande Tribulação” ocorreu durante o terrível tempo de sofrimento, guerra, fome e assassinato em massa que culminou na destruição do Templo no ano 70 d.C.
Incrivel muitos nao conseguirem entender que a Biblia esta sempre actualizada.
Nao conseguem entender que Jesus em Seu evangelho esta falando para toda a Igreja,ou seja para todos os Seus disciplos passados,presentes e futuros.
Nao sabem que enquanto nao crerem verdadeiramente em Jesus Cristo,nao recebem o Espirito Santo.
E para O receber devem nascer de novo.

Mateus 24 fala-nos quando Jesus estava sentado no monte das oliveiras contando a Seus disciplos o que aconteceria nos ultimos dias.
Reparem em Mateus 24:8,9,10
"8 Mas todas essas coisas são o princípio das dores. 

 9 Então sereis entregues ã tortura, e vos matarão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.

 10 Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão."

Reparem: "e sereis odiados de todas as nações"
Ora aqui fica concluido que Jesus esta se referindo a toda a sua Igreja e isso vale para nós hoje.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por RenatoPaulo em Dom 18 Ago 2013, 4:51 pm

Ab82 escreveu:

O SOL, A LUA E AS ESTRELAS

No final da tribulação, disse Jesus, o universo entraria em colapso: a luz do sol e da lua seriam extintas, as estrelas cairiam, os poderes do céu seriam abalados. A base para este simbolismo está em Gênesis 1:14-16, onde é dito que o sol, a luz e as estrelas (“os poderes dos céus”) são os “sinais” que “governam” o mundo. Mais tarde na Escritura, essas luzes celestiais são usadas para falar das autoridades e governos terrenos; e quando Deus ameaça vir contra eles em julgamento, a mesma terminologia do universo em colapso é usada para descrever isso. Profetizando a queda de Babilônia diante dos medos em 539 a.C.,

Tanta heresia!!
A vaidade e o orgulho mata.
Que o Senhor Jesus Cristo nosso Deus te repreenda e ensine,para tambem vc ser salvo e deixar de confiar em seus instintos humanos.

Voltemos tambem aqui a Mateus 24,ja que vc insiste tanto neste discurso de Cristo:

Mateus 24:26

"26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis. 

 27 Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem. 

 28 Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres. 

 29 Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. 

 30 Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. 

 31 E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma ã outra extremidade dos céus."


Reparem:" Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz "

Ora logo depois da tribulacao daqueles dias!
Ja o provei em cima que Jesus estava-se referindo a um tempo vindouro,ou seja que ainda esta para vir.



" e todas as tribos da terra se lamentarão"

E aqui esta mais uma prova que esse dia ainda nao chegou!

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Seg 19 Ago 2013, 7:35 pm

Esqueceu de mencionar:

Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas essas coisas aconteçam.

Mateus 24:34

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Seg 19 Ago 2013, 8:27 pm

Ab82 escreveu:Esqueceu de mencionar:

Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas essas coisas aconteçam.

Mateus 24:34
O que você entende com isto?

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Qua 21 Ago 2013, 1:01 pm

O que você entende com isto?





Que ele disse q aquela geração (Em que ele vivia) não passaria antes que todas as coisas acontecessem.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Qua 21 Ago 2013, 1:13 pm

A geração a que ele se referiu é o povo judeu, que continua mantendo os mesmos costumes e tradições até hoje.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por David_JP em Qua 21 Ago 2013, 1:21 pm

Mateus 24:32-34
32 Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão.
33 Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas.
34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.



A passagem é bastante clara: A geração "que não passará, sem que tudo aconteça", é aquela que será contemporânea aos eventos!


"Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo." Salmo 9:2

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Qua 21 Ago 2013, 1:27 pm

Eu também achava isso, mas fui pesquisar mais a fundo o significado da palavra geração na bíblia, e sempre se refere aquela geração presente na época.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Qua 21 Ago 2013, 1:32 pm

Ab82 escreveu:Eu também achava isso, mas fui pesquisar mais a fundo o significado da palavra geração na bíblia, e sempre se refere aquela geração presente na época.
O povo judeu é o mesmo, desde aquela época.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Qua 21 Ago 2013, 1:46 pm

geração é diferente de raça, na bíblia geração não tem este sentido (raça).

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Qua 21 Ago 2013, 2:02 pm

De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para a babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para a babilônia até Cristo, catorze gerações. Mateus 1:17

E depois disto viveu Jó cento e quarenta anos; e viu a seus filhos, e aos filhos de seus filhos, até à quarta geração.  Jó 42:16

Este é o sentido de geração na bíblia, veja se quer dizer raça em qualquer contexto.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Qua 21 Ago 2013, 2:08 pm

Este é o sentido para este verso de Mateus 1:17

Em relação aos judeu a geração é a que está com os mesmos costumes e tradições até hoje.

O endurecimento do povo judeu já terminou?

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por RenatoPaulo em Qua 21 Ago 2013, 2:45 pm

David_JP escreveu:Mateus 24:32-34
32 Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão.
33 Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas.
34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.



A passagem é bastante clara: A geração "que não passará, sem que tudo aconteça", é aquela que será contemporânea aos eventos!
Eu ja tentei lhe explicar isso,mas ele nao entende.
Ele nao esta conhecendo a figueira....

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Qui 22 Ago 2013, 12:59 pm

Este é o sentido para este verso de Mateus 1:17

Em relação aos judeu a geração é a que está com os mesmos costumes e tradições até hoje.

O endurecimento do povo judeu já terminou?



Este é o sentido para os demais textos também, como em  Mateus 24:34 Jesus só confirmou o que ele disse em Mates:16:28. compare.

COm relação aos outros questionamentos nos outros tópicos vou comentar assim que puder pois o tempo não permite rs rs

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Qui 22 Ago 2013, 4:24 pm

Ab82 escreveu:
Este é o sentido para este verso de Mateus 1:17

Em relação aos judeu a geração é a que está com os mesmos costumes e tradições até hoje.

O endurecimento do povo judeu já terminou?


Este é o sentido para os demais textos também, como em  Mateus 24:34 Jesus só confirmou o que ele disse em Mates:16:28. compare.

COm relação aos outros questionamentos nos outros tópicos vou comentar assim que puder pois o tempo não permite rs rs
Por hora eu só quero saber se no seu entendimento o endurecimento do povo judeu já terminou.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Ter 27 Ago 2013, 7:16 pm

Os remanecentes que Paulo menciona sim, ja terminou.

Os Judeus hoje são como qualquer outro povo, creio que promessas da Antiga Aliança são finalmente cumpridas em Cristo e sua igreja, e todos são agora elegíveis para ser o povo escolhido de Deus, o evangelho é para todos, qualquer pessoa pode ser ser enxertada seja Judeu ou Gentio desde que crêem em Jesus como seu Salvador.  Não é necessário uma conversão dos Judeus "em massa" Cristo não pode ter duas esposas, se eles não  acreditarem em Jesus como salvador, eles não têm nada, assim como qualquer outro povo.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Ter 27 Ago 2013, 8:37 pm

Ab82 escreveu:Os remanecentes que Paulo menciona sim, ja terminou.
Eu não perguntei por remanescente.

Eu disse povo judeu, ou Israel.

Eu quero saber se o endurecimento de Israel já terminou.

Responda sim ou não.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Dom 01 Set 2013, 1:06 am

Eu não perguntei por remanescente.
Mas é o que Paulo diz


Eu disse povo judeu, ou Israel.

Eu quero saber se o endurecimento de Israel já terminou.

Responda sim ou não.

Os Judeus não tem Jesus como Messias então a resposta é não

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Khwey em Dom 01 Set 2013, 11:48 am

Ab82 escreveu:
Eu não perguntei por remanescente.
Mas é o que Paulo diz
Veja o que Paulo disse sobre o endurecimento:

Romanos
11:25 Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado.

Está escrito "Israel".

Ab82 escreveu:
Eu disse povo judeu, ou Israel.

Eu quero saber se o endurecimento de Israel já terminou.

Responda sim ou não.
Os Judeus não tem Jesus como Messias então a resposta é não
Sabendo-se que o povo de Israel foi endurecido por Deus, se o endurecimento de Israel ainda não terminou, então como podem ser eles uma outra geração?

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por silvamelo em Dom 01 Set 2013, 12:56 pm

Ab82 escreveu:Eu também achava isso, mas fui pesquisar mais a fundo o significado da palavra geração na bíblia, e sempre se refere aquela geração presente na época.
Como você chegou a essa conclusão? O sentido que a frase vai ter não está na palavra "geração", mas na palavra "esta". Você precisa demonstrar que a palavra grega "αυτη" (esta) tem aplicação exclusiva ao tempo... o que na verdade não acontece.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Seg 02 Set 2013, 1:48 pm

Como você chegou a essa conclusão? O sentido que a frase vai ter não está na palavra "geração", mas na palavra "esta". Você precisa demonstrar que a palavra grega "αυτη" (esta) tem aplicação exclusiva ao tempo... o que na verdade não acontece.

Portanto, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas; a uns deles matareis e crucificareis; e a outros deles açoitareis nas vossas sinagogas e os perseguireis de cidade em cidade;
Para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o santuário e o altar.
Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre esta geração.
Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!
Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta;

Mateus 23:34-38

Isto verdadeiramente se cumpriu, na guerra Judaico-Romano.

42 meses é o tempo que levou Tito a destruir a nação judaica, por volta de março / abril de 67 dC a agosto / setembro do ano 70 dC.

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

Mensagem por Ab82 em Seg 02 Set 2013, 1:59 pm

Paulo esta citando Israel de seus dias!

"Eu sustento a visão de que “todo Israel” refere-se ao remanescente de judeus vivos durante o período da transição do pacto até o tempo em que Jerusalém foi julgada e o templo destruído. Esta interpretação faz mais sentido quando consideramos os indicadores de tempo na passagem. Eu creio que esta posição tem o mérito por causa das seguintes razões:

a) Paulo está descrevendo o remanescente em seus dias (11:5) da mesma forma que Elias descreveu o remanescente em seus próprios dias (1 Reis 19:10): “Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! Porque eu também sou israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim” (Romanos 11:1). O remanescente está vivo “no tempo de hoje” (Romanos 11:5), isto é, nos dias de Paulo. É este remanescente que Paulo espera salvar através da pregação do evangelho, muitos dos quais já tinham sido salvos (cf. Atos 2:5-12, 37-41).

b) Note os indicadores de tempo: “Porque assim como vós também, outrora, fostes desobedientes a Deus, mas, agora, alcançastes misericórdia, à vista da desobediência deles, assim também ESTES, agora, foram desobedientes, para que, igualmente, ELES alcancem misericórdia, à vista da que vos foi concedida” (Romanos 11:30-31). Paulo não poderia ter sido mais claro. Agora! Não nosso “agora”, mas o seu “agora”.


Paulo quer salvar “alguns” dos seus compatriotas (Romanos 11:14). Ele está falando do presente. Que ajuda o “ministério” 6 de Paulo (11:3) está tendo mais de 2000 anos no futuro? Embora muitas outras coisas possam ser ditas sobre Romanos 11, creio que “todo Israel” refere-se ao remanescente de crentes no primeiro século antes da destruição de Jerusalém em 70 d.C. "

Fonte: http://www.profeciabiblica.com.br/2013/07/todo-o-israel-sera-salvo.html#sthash.e67iGkrP.dpuf

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Re: Vindo Sobre as Nuvens [Capítulo 2 do livro 'A Grande Tribulação', de David Chilton

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