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Consulta Bíblica
Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Espírito Santo, Deus pessoal

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Espírito Santo, Deus pessoal

Mensagem por Ed em Qui 25 Jul 2013, 10:04 am

Resumo dos dois primeiros capítulos do livro The Mystery of The Holy Spirit (O Mistério do Espírito Santo), R. C. Sproul. Publicado em português pela Editora Cultura Cristã, 1997

Spoiler:

“O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” – João 3.8 (ACF)
 
“O Espírito Santo não deixa pegadas na Areia.” – Abraham Kuyper
 
 O Espírito Santo é como o vento. Não se pode colocar o vento em uma garrafa. O vento é esquivo e misterioso, porém real. Vemos os efeitos do vento...
 
Assim também sucede no caso do Espírito Santo. Ele é inatingível e invisível. Mas a sua obra é mais poderosa do que o vento mais violento. O Espírito Santo põe ordem no caos e põe beleza na feiúra. Ele pode transformar um homem maculado pelo pecado em modelo de virtude. O Espírito Santo transforma as pessoas. O Autor da vida é também Transformador da vida.
 
...Devemos escutar com cuidado as Escrituras, porque elas nos revelam o caráter de DEUS o Espírito Santo.
 
[Alvo do estudo]: aqueles que desejam possuir vida espiritual mais profunda, um resultado que não pode ter lugar à parte do Espírito [Santo], Aquele que santifica.
1. QUEM É O ESPÍRITO SANTO?
 
“Aquele que não conhece DEUS o Espírito Santo não pode conhecer DEUS de modo algum.” – Thomas Arnold
 
Em 1952 me apaixonei. Na primavera de 1957 dei à minha namorada um anel de diamante. Ficamos noivos. O casamento foi marcado para junho de 1960.
 
Todos os nossos sonhos e planos de casamento foram abalados por um inesperado choque que nos atingiu no outono de 1957. Inesperadamente, violentamente (em um sentido espiritual) converti-me a Cristo. Corri para dar à minha noiva minha alegre notícia. Mal podia esperar para falar a ela da minha nova fé, na plena esperança de que ela seguiria imediatamente ao Senhor comigo.
 
Derramei diante dela a história da minha conversão. Eu estava cheio de entusiasmo espiritual. Havia encontrado a pérola de grande preço e estava exaltando as maravilhas da opulência dessa pérola para ela.
 
Minha noiva não ficou impressionada. Era como tentar descrever um caleidoscópio para um homem cego. Ela me ouviu polidamente mas manteve uma reservada indiferença sobre o assunto. Refugiou-se na esperança de que eu estivesse experimentando uma “fase”, um flerte com alguma espécie de loucura religiosa temporária.
 
Com o passar dos meses, o que esperava que aumentasse o meu relacionamento com minha noiva, em lugar disso causou uma severa tensão...eu estava apaixonado por uma moça incrédula. Eu estava noivo de uma jovem incrédula. Eu estava dividido entre o amor e o dever.
 Tentei barganhar com DEUS. Fiz um voto diante d’Ele. Meu voto era de que se minha namorada não se tornasse crente até o final de uma visita que ela faria no meu colégio, eu terminaria o noivado com ela.
 
Eu não disse nada a ela sobre o meu voto. Também não falei com ninguém sobre isso. Era um pacto particular entre eu e o Todo-Poderoso.
 
Na manhã do dia m que ela tinha marcado que chegaria, eu me tranquei no meu quarto e iniciei uma vigília de oração intercessória. Fiz os apelos da viúva importuna da parábola de Jesus parecerem suaves.
 
Naquela noite ela foi comigo a uma reunião de oração. Ela estava relutante...desconfiada...frustrada com a minha insistência para que fosse comigo “àquela coisa de religião”.
 
No meio da reunião de oração...ela viu as portas do paraíso de escancararem, e entrou por elas. Depois da reunião...ela disse exatamente estas palavras: “Agora eu sei quem é o Espírito Santo”.
 
Esse comentário não reflete a análise de um teólogo trinado. É a observação de uma nova conversão à fé cristã [convicção de pecado, arrependimento, confissão, rendição a Cristo, conversão e vida eterna]...Foi a reação espontânea a uma experiência que transforma a vida [O novo nascimento do qual Jesus Cristo falou em João 3.3-8].
 
Por mais simples que essa declaração soe, contém alguns profundos discernimentos:
 
i.) Agora: refere-se ao tempo presente, nítido contraste com o que acontecia antes, chama a atenção para algo novo que não existia.
 
ii.) Eu sei: assinala o despertar de um reconhecimento [antes Espirito Santo referia-se simplesmente a uma porção vaga e abstrata da liturgia].
 
iii.) Agora eu sei: indica um novo tipo de conhecimento, passando do meramente congnitivo para o tipo pessoal e experimental de conhecimento.
 
Essa declaração de Vesta me fez lembrar do ensino apostólico acerca da consciência espiritual [que] Paulo declarou aos crentes em Corinto: I Coríntios 2.9-14.
 
Paulo fala aqui de uma espécie de discernimento espiritual que não é “natural” para nós.
 
É impossível que uma pessoa não-espiritual [incrédula, não convertida, sem o novo nascimento] tenha o discernimento das coisas espirituais.
 
iv.) “Agora eu sei quem é o Espírito Santo”: Ela sabia quem ele era. Sua consciência inicia de DEUS o Espírito Santo foi a consciência de uma presença pessoal.
 
 
A Bíblia revela o Espírito Santo não como uma força abstrata, um poder ou uma coisa, mas como “Ele”. O Espírito Santo é uma pessoa. Personalidade inclui inteligência, vontade e individualidade. Uma pessoa age por intenção. Nenhuma força abstrata pode “ter intenção” de fazer qualquer coisa. Boas ou más intenções são limitadas aos poderes dos seres pessoais.
 
 
 
a) A Bíblia Usa Pronomes Pessoais Para o Espírito Santo
 
Quando falamos sobre pessoas usamos pronomes pessoais como eu, tu, ele e ela. Quando as Escrituras usam pronomes pessoais para indicar o Espírito Santo, elas o fazem em passagens que não são poéticas, mas narrativas e didáticas.
 
 “E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.” – Atos 13.2
 
Observamos aqui o uso da forma átona do pronome eu, me e o pronome eu [oculto dentro da frase “a que (eu) os tenho chamado”], atribuídos ao Espírito Santo. Também notamos de passagem que neste texto o Espírito Santo fala e dá instruções inteligíveis e intencionais.
 
“Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.” – João 15.26
 
Aqui Jesus refere-se ao Espírito Santo usando as palavras que e ele/aquele.
 
Alguns estudiosos poderão replicar que, neste texto, a palavra grega para Consolador não está no gênero masculino e que, de acordo com as regras da gramática, o pronome deve concordar com o substantivo quanto ao gênero. Entretanto, há uma cláusula intercalada, (“aquele Espírito da verdade...que procede...ele testificará...”) que usa o gênero neutro para indicar o Espírito. Isso vem imediatamente seguido pela palavra aquele [não aquilo], e ele [não isto]. Se o escritor quisesse dar a entender que o Espírito deveria ser pensado como uma força impessoal e neutra, não haveria razão alguma para usar o pronome masculino ele/aquele em conjunção tão próxima com um substantivo neutro.
 
“Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.” – João 16.13
 
Não há neste texto bíblico qualquer razão gramatical para se usar o pronome masculino ele, a menos que Jesus tivesse a intenção de declarar, nesta passagem didática, que o Espírito Santo é uma pessoa.
 
b) Somos Chamados a Um Relacionamento Pessoal Com o Espírito Santo
 
A Bíblia nos convida a crer no Espírito Santo. Somos batizados em seu nome, bem como em nome do Pai e do Filho. O Espírito Santo é um objeto de oração. Os crentes não devem dirigir-se “a coisas” em suas orações. Fazer isso seria idolatria. Devemos nos dirigir exclusivamente a DEUS, que é um ser pessoal.
 
“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.” – II Coríntios 13.14
 
O Novo Testamento nos exorta a não pecarmos contra o Espírito Santo, a não resistirmos ao Espírito Santo e a não entristecermos o Espírito Santo. Ele nos é apresentado como uma pessoa a quem podemos agradar ou ofender, que pode amar e ser amado e com quem podemos ter comunhão pessoal.
 
  
c) O Espírito Santo Realiza Tarefas Pessoais
 
O Espírito Santo se relaciona conosco como uma pessoa. Ele faz coisas por nós e em nosso favor, coisas essas que, normalmente, associamos a atividades pessoais. Ele nos ensina. Ele nos consola. Ele nos encoraja.
 
A maneira como o Espírito Santo consola, guia, ensina, etc., é pessoal. Quando ele realiza essas tarefas, a Bíblia as descreve como atividades do Espírito, que envolvem inteligência, vontade, sentimento e poder. O espírito perscruta, seleciona, revela e admoesta.
 
Em suma, concluímos que se o Espírito Santo pode ser amado, adorado, obedecido, ofendido, entristecido ou se podemos pecar contra ele, é porque ele deve ser uma pessoa.
 
2. O ESPÍRITO SANTO É DEUS
  
“Cada vez que dizemos ‘Eu creio no Espírito Santo’, queremos dizer com isso que acreditamos na existência de um DEUS vivo capaz e disposto a entrar na personalidade humana e modifica-la.”– J. B. Philips
 
Antes de podermos olhar para o Espírito Santo como DEUS, devemos primeiramente olhar para Jesus Cristo como DEUS.
 
2.1. As divergências históricas e sectárias sobre as divindades da Pessoa de Jesus Cristo e do Espírito Santo.
 
a. Os primeiros quatro séculos da história da Igreja foram assinalados por severos debates acerca da deidade de Cristo.
 
Menciono isto por que vivemos em um século em que a deidade de Cristo tem sido tremendamente contestada.
Ex.: O livro The Myth of God Incarnate [O Mito do DEUS Encarnado] não foi escrito por leigos, mas por mestres de Teologia.
 
Formas em que Cristo é atualmente apresentado: profeta sem par, exemplo supremos da ética, modelo de “autenticidade” existencial, símbolo do espírito humano revolucionário, ser com poder angelical, um filho “adotado” de DEUS.
 
Todas essas designações, entretanto, usualmente incluem a idéia de que Jesus é uma criatura, um homem ou um anjo criado por DEUS. E todos estes pontos de vista incluem a idéia de que Cristo teve começo no tempo e no espaço. Eles negam a eternidade e a co-esencialidade de Cristo como DEUS.
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” – João 1.1
 
“Eu e o Pai somos um.” – João 10.30
 
“E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu!” – João 20.28
 
“Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.” – Apocalipse 1.8
 
b. As Seitas e as Religiões Moderna exaltam a pessoa de Jesus, mas negam sua divindade.
 
Todas elas exaltam a pessoa de Jesus de modo que ele sirva como foco da devoção religiosa, a despeito dele ser visto apenas como criatura.
 
Como exemplo:
 
·         Os mórmons: o mormonismo pode insistir que Jesus é o criador do mundo, mas ensina que seu ato criador seguiu-se á sua própria criação da parte de DEUS.
 
·         As testemunhas de Jeová: Seu fundador Charles T. Russel, que era adventista, difundiu a heresia dos adventistas de que Jesus não passa do arcanjo Miguel, portanto apenas uma criatura.
 
Se Jesus não é DEUS e se apenas consideram Jesus como um ser criado e, no entanto, prestam-lhe considerável devoção, se tal devoção inclui adoração real, então concluímos que essas religiões são no seu âmago idólatras. Pois a idolatria envolve a adoração de meras criaturas [como no caso do catolicismo e a mariolatria].
 
E, se Jesus não é DEUS, então entende-se que o Cristianismo Ortodoxo tem uma raiz herética. Violenta a unidade de DEUS e atribui adoração ao Filho e ao Espírito Santo, que não são divinos.
 
Se, por outro lado [como nós cristão cremos], o Filho e o Espírito Santo são, de fato, divinos, então devemos concluir que tanto as testemunhas de jeová são falsas testemunhas e que o mormonismo é uma seita não-cristã herética.
 
[O adventismo, cuja “profetisa” replicou em plágio muitas heresias do “profeta” mórmon, também é considerada como seita não-cristã herética, apresentando as mesmas antibíblicas conclusões a respeito da deidade de Cristo: que sendo Jesus o Arcanjo Miguel, havia possibilidade de ele cair em pecado e falhar em sua missão na Terra e que, além disso, a morte de Cristo não representa um sacrifício pleno e completo pelo pecado, mas necessita complemento pela guarda da lei e da aprovação de DEUS a ser finalizada pelo “juízo investigativo”].
 
É por causa da deidade de Cristo e do Espírito Santo, considerados como afirmações essenciais do Cristianismo Bíblico, que a  maioria dos cristãos ortodoxos não reconhece o mormonismo nem o movimento das testemunhas de Jeová como igrejas cristãs. O mesmo poderia ser dito do unitarismo, que também nega a deidade tanto do Filho quanto do Espírito Santo.
 2.2. A Bíblia apresenta de forma bastante clara o Espírito Santo como Aquele que possui os atributos divinos e exerce a autoridade divina.
 
2.2.a. No Antigo Testamento aquilo que é dito sobre DEUS Pai é dito também a respeito do Espírito de DEUS. As expressões “DEUS disse” e “o Espírito disse” são repetidamente intercaladas. O fato é corroborado por textos do Novo Testamento:
 
“Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. Então disse ele: Vai, e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis.” – Isaías 6.8-9
 
“E, como ficaram entre si discordes, despediram-se, dizendo Paulo esta palavra: Bem falou o Espírito Santo a nossos pais pelo profeta Isaías, Dizendo: Vai a este povo, e dize: De ouvido ouvireis, e de maneira nenhuma entendereis; E, vendo vereis, e de maneira nenhuma percebereis.” – Atos 28.25-26
 
O apóstolo atribui o falar de DEUS ao Espírito Santo.
 
2.2.b. No Novo Testamento o apóstolo Paulo também declarou que os crentes são templos de DEUS, porque o Espírito Santo veio residir em nós:
 
“No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito.” – Efésios 2.22
 
“Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo.” – Coríntios  3.16-17
 
“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?”- I Coríntios 6.19
 
“Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.” – Romanos 8.9-10
 
Se o Espírito Santo não é DEUS, como poderíamos ser chamados de apropriadamente de templos de DEUS simplesmente porque o Espírito Santo veio residir em nós?
 
2.2.c. Através das Escrituras, o Espírito Santo é identificado com o próprio DEUS, e não meramente como alguém que representa DEUS:
 
“Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus.” – Atos 5.3-4
 
Mentir ao Espírito Santo é mentir ao próprio DEUS!
 2.2.d. O Espírito Santo é Onisciente. Ele sabe todas as coisas. Vemos aqui o Espírito com um atributo de DEUS, pois a onisciência é um sinal de deidade e as criaturas estão limitadas por questões de tempo e espaço.
 
“Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.” – I Cortíntios 2.10-11
 
2.2.e. O Espírito Santo é Onipresente. O salmista perguntou retoricamente:
 
“Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também.” – Salmos 139.7-8
 
A presença do Espírito Santo é identificada como a presença de DEUS. Onde estiver o Espírito Santo, ali estará DEUS.
 
2.2.f. O Espírito Santo é Onisciente, Onipresente e Eterno. O Espírito Santo também é Onipotente, Todo-Poderoso. Notamos nas Escrituras que o Espírito Santo opera obras especiais que somente DEUS pode realizar.
Um exame cuidadoso das Escrituras revela que a obra da criação é atribuída a todas as três pessoas da Deidade:
 
“Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.” – João 1.3
 
“Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.” – Colossenses 1.16-17
 
“No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.”- Gênesis 1.1-2
 
“Envias o teu Espírito, e são criados, e assim renovas a face da terra.” – Salmos 104-30
 
“O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida.” – Jó.33-4
 
2.2.g. O Espírito Santo de DEUS é o autor da vida e da inteligência humana:
 
“Na verdade, há um espírito no homem, e a inspiração do Todo-Poderoso o faz entendido.” – Jó 32.8
 
“Que nos ensina mais do que aos animais da terra e nos faz mais sábios do que as aves dos céus?” – Jó 35.11
 
“E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.”- Lucas 1.35
 
O Espírito Santo ungiu profetas, juízes e reis com o poder do alto. Ele é a fonte de poder na concepção de Jesus. Ele ungiu Jesus para seu ministério. O Espírito Santo é a fonte de poder da ressurreição de Cristo dentre os mortos:
 
“E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.” – Romanos 8.11
 
2.2.f. O Espírito Santo de DEUS exibe o poder de efetuar coisa que somente DEUS pode fazer:
 
“Como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, o qual vivifica os mortos, e chama as coisas que não são como se já fossem.” – Romanos 4.17
 
O Espírito Santo foi incluído não somente na fórmula batismal, mas também na saudação paulina:
 
“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.” – I Coríntios 13.14
 
3. Conclusão
 
Concluímos, pois, que a Bíblia atribui claramente deidade ao Espírito Santo. O Espírito Santo é uma pessoa, o Espírito Santo é DEUS.


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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