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Debate sobre aborto - tópico oficial

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por dedo-duro em Qua 25 Nov 2009, 8:58 pm

Adoção

O que é adoção?

Ato jurídico que cria, entre duas pessoas, uma relação análoga, que resulta da paternidade e filiação legítima mas, mais do que um ato jurídico, é um ato de amor.

Existem dois tipos de adoção na legislação brasileira:

Uma, quando o adotado é maior de 18 anos, prevista no Código Civil Brasileiro, art. 368 e seguintes, dentro do Direito de Família, deferida no interesse dos casais, que é a adoção contratual. Aperfeiçoa-se com a lavratura de escritura, averbada no registro civil de nascimento do adotado.

Outra, é a prevista no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), Lei 8.069/90 de 13 de 07 de 1990, que cuida dos interesses dos menores, desassistidos ou não, sem qualquer distinção. Cabem aqui, os casos em que, apesar dos adotados já terem completado 18 anos, já estavam sob a guarda dos adotantes, esperando apenas o desfecho da ação.

Anteriormente à lei 8.069/90, existiam dois tipos de adoção para menores, a adoção simples e a adoção plena. Com o advento do ECA, só existe uma forma de adoção para os menores, previstos nos art. 39 e seguintes. Por ficção legal, é concebida a paternidade, em que o titular de uma adoção é o legítimo pai, igualando os efeitos da filiação natural.

Deferida a adoção, o adotado passa a ser efetivamente filho dos adotantes, em caráter irrevogável e de forma plena.
A Constituição Federal de 1.988, art. 227, §6º, equipara os filhos adotivos aos de sangue, havidos ou não da relação do casamento. É filho aquele que, na sucessão hereditária, está em igualdade de direitos perante os filhos legítimos, não importando se o adotado é menor ou maior de idade. A terminologia "filho adotado" continua sendo utilizada para fins de estudo e entendimento, sendo proibidas quaisquer referências ou observações sobre a origem do ato nas certidões do registro, referentes à filiação.

O ECA autoriza a adoção de qualquer menor, independente de sua condição, visando sua proteção, principalmente se os seus direitos forem ameaçados ou violados. Uma das medidas de proteção é a colocação desse menor em família substituta, sendo esta uma das formas de adoção. A adoção é irrevogável. Entretanto, se houverem maus tratos por parte dos adotantes os mesmos poderão ser destituídos do pátrio poder, como ocorreria se fossem os pais de sangue.

No Brasil, é comum um tipo de adoção, que é chamado de "adoção à brasileira" que consiste em registrar uma criança em nome dos adotantes, sem o devido processo legal.
Apesar da boa intenção e do perdão judicial, esse ato continua sendo considerado crime e, portanto, não deve ser estimulado.

Existe um número inimaginável de crianças desamparadas aguardando que alguém as queira. Só que elas não são, em sua maioria, bebês recém nascidos, completamente saudáveis ou de cabelos cacheados, olhos claros, etc. São crianças. O processo de adoção em muito se assemelha a uma gravidez. Também demora um tempo, e apesar de todos os cuidados, corre-se o risco de existirem problemas de saúde, comportamento, etc. Quando nasce um bebê, a família toda precisa de um tempo de adaptação à nova situação. Isso não é diferente na adoção; portanto, se alguém resolve adotar uma criança, não deve ter medo de enfrentar esses problemas, porque filho natural também não é garantia de felicidade plena. Histórias de filhos-problema não são privilégio de pais adotantes. Filhos naturais também fazem manha, desobedecem, envolvem-se com drogas, são rebeldes, ingratos. A adoção transforma a vida de uma criança, e o adotante deve se compenetrar da grande responsabilidade que está assumindo e que essa situação é para sempre.

O maior requisito para adotar uma criança, é a disponibilidade de amar. Ser pai ou mãe, não é só gerar, é antes de tudo, amar.


http://guiadobebe.uol.com.br/planej/o_que_e_adocao.htm

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Jan Mozol em Qua 25 Nov 2009, 10:02 pm

Nossa..recorde!
só apareceu um ateu no quinto post!
Logicamente para 'defender' o aborto,fazendouma substituição marota por um outro assunto,bastante pertinente,mas que nada tem a ver.


"Pois eu digo: Jesus Cristo virá nos arrebatar em 2010...
Maranata.
"Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa." (Apocalipse 3 : 11)"

Néééé!
O certo é isso:
“Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2Ts 2.2-4)ACF

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Convidad em Qui 26 Nov 2009, 11:03 am

dedo-duro escreveu:Adoção

O que é adoção?
aquela que vc fará, para evitar de continuar ensinando o assassinato de fetos inocentes ?
O maior requisito para adotar uma criança, é a disponibilidade de amar. Ser pai ou mãe, não é só gerar, é antes de tudo, amar.


http://guiadobebe.uol.com.br/planej/o_que_e_adocao.htm

opa , como assim 'amar' se os defensores do aborto pouco se lixam para que uma curetra DESPEDACE o feto aos poucos ? aí fica dificil escritor para os defensores do aborto , nobre escritor .

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por dedo-duro em Qui 26 Nov 2009, 7:56 pm

E aí, vão fica só no papo ou vão adotar? Afinal, se vocês querem "salvar"? Salve uma criança viva ao menos.

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Convidad em Qui 26 Nov 2009, 8:19 pm

dedo-duro escreveu:E aí, vão fica só no papo ou vão adotar? Afinal, se vocês querem "salvar"? Salve uma criança viva ao menos.

se não adotarmos acontece o que mesmo ? ENSINAMOS A CRIÁ-LO ....
se vc não adotar acontece o que mesmo ? ENSINA a MATÁ-LO ....

Salve uma criança viva ao menos , afinal vc ensina a matar várias , é tua responsa.

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Iane em Sex 27 Nov 2009, 8:41 am

Sabe, acho esse um assunto meio delicado.
Meu maior desejo e um dia poder adotar uma criança, não tenho a menos vontade de ter um filho biologico, só que isso e uma coisa que os homens não aceitam muito.

Em vez de descer a lenha em quem defende o aborto eu acharia mais logico analisar os dois lados da situação.
Falar de uma coisa que nao se vive é facil.


" Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada."

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Eduardo em Sex 27 Nov 2009, 8:43 am

Mana, a preservação da vida deve estar acima de todas as dificuldades.


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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Iane em Sex 27 Nov 2009, 8:48 am

Sei la, eu não sei se conseguiria ter um filho que foi fruto de um estupro, mais tambem não sei se teria coragem de abortar.


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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por dedo-duro em Sex 27 Nov 2009, 8:13 pm

Articulador escreveu:
dedo-duro escreveu:E aí, vão fica só no papo ou vão adotar? Afinal, se vocês querem "salvar"? Salve uma criança viva ao menos.

se não adotarmos acontece o que mesmo ? ENSINAMOS A CRIÁ-LO ....
se vc não adotar acontece o que mesmo ? ENSINA a MATÁ-LO ....

Salve uma criança viva ao menos , afinal vc ensina a matar várias , é tua responsa.

Eu não ensino nada. Não tenho culpa se o filho é indesejado desde a concepção. Na hora de fazer o filho não me convidaram. Não tenho a menor responsabilidade. Só acho que, se vocês gostam tanto dos blastocistos, que sequer nasceram, deveriam adotar. Os católicos são coerentes: sustentam vários orfanatos. Já os pastores pentecostais levantam a bandeira anti-aborto, sem dar nenhuma ajuda em contra-partida. QUEREM ATRAPALHAR, JAMAIS AJUDAR. QUEREM OBRIGAR, JAMAIS CUIDAR. QUEREM RECEBER, JAMAIS DAR.

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Ed em Sex 27 Nov 2009, 8:25 pm

Iane escreveu:Sei la, eu não sei se conseguiria ter um filho que foi fruto de um estupro, mais tambem não sei se teria coragem de abortar.

Será que Deus permitiria uma filha passar por tamanha provação e ter um filho que não é fruto do amor?

polêmica

::


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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Convidad em Sex 27 Nov 2009, 8:58 pm

dedo-duro escreveu:
Articulador escreveu:
dedo-duro escreveu:E aí, vão fica só no papo ou vão adotar? Afinal, se vocês querem "salvar"? Salve uma criança viva ao menos.

se não adotarmos acontece o que mesmo ? ENSINAMOS A CRIÁ-LO ....
se vc não adotar acontece o que mesmo ? ENSINA a MATÁ-LO ....

Salve uma criança viva ao menos , afinal vc ensina a matar várias , é tua responsa.

Eu não ensino nada. Não tenho culpa se o filho é indesejado desde a concepção. Na hora de fazer o filho não me convidaram. Não tenho a menor responsabilidade. Só acho que, se vocês gostam tanto dos blastocistos, que sequer nasceram, deveriam adotar.

bater e esconder a mão não é mais opção , defesa do aborto é , por qualquer ponto de vista que se veja , defesa de morticínio de fetos .

Os católicos são coerentes: sustentam vários orfanatos
.

nós também , MAS os ateus tem quantos mesmos ? ahhh , quer ver ciscos nos outros , quando tem cédros inteiros nos seus .

Já os pastores pentecostais levantam a bandeira anti-aborto, sem dar nenhuma ajuda em contra-partida. QUEREM ATRAPALHAR, JAMAIS AJUDAR. QUEREM OBRIGAR, JAMAIS CUIDAR. QUEREM RECEBER, JAMAIS DAR.

vale para vc mesmo : QUER ATRAPALHAR , JAMAIS CUIDAR , ensinam a MATAR , jamais dar amor e manter a vida .

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Iane em Sex 27 Nov 2009, 11:01 pm

Ed escreveu:Será que Deus permitiria uma filha passar por tamanha provação e ter um filho que não é fruto do amor?

polêmica

::

Será que não Ed??

Tem muita coisas por ai não pode se considerar justa.
Pra mim pelo menos não.


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Aborto Terapêutico

Mensagem por Eduardo em Sab 13 Fev 2010, 8:24 pm

Para a maioria (totalidade?) dos pró-aborto a sua entrada nesse caminho medonho deu-se pela porta do aborto terapêutico. Grosso modo, parece-lhes que se uma mulher estiver em perigo de vida, por causa da gravidez, é lícito matar o bebê e ponto final. Mas se se pedir a um pró-aborto para explicar qual é a posição dos pró-vida neste ponto, ele não sabe explicar.

É uma pena que na base de uma decisão tão horrorosa esteja não a opção entre duas posições diferentes que se conheciam, mas a simples ADESÃO à única possibilidade que se vislumbrou.
Segue-se uma exposição da filosofia pró-vida no caso do chamado "aborto terapêutico"."Analisando o problema da gravidez com intercorrência de enfermidade de natureza grave na gestante, sob o ponto de vista terapêutico, deparamo-nos, EMBORA NÃO FREQÜENTEMENTE, com casos difíceis, que constituem verdadeiro desafio à formação científica e moral do médico.
Outrora ocorriam em maior número os casos obstétricos em que o agravamento do mau estado de saúde da gestante colocava o médico na constrangedora situação de ver esvaírem-se duas vidas humanas, sem dispor de recursos eficazes para tentar a salvação de ambas.
Na época atual, porém, aquela desconcertante situação de "expectativa com os braços cruzados" NÃO MAIS PREVALECE. Os extraordinários recursos de que dispõe atualmente a Medicina oferecem ao médico meios para prosseguir na luta em busca do fim almejado, isto é, a salvação do binômio mãe-filho.
Observa-se que, no concernente ao aspecto estritamente médico, as opiniões convergem cada vez mais na aceitação do fato de que se tornam CADA VEZ MAIS RARAS as situações patológicas em que se poderia concluir pela impossibilidade de evolução de gravidez até à viabilidade fetal. Em tais casos é difícil, se não impossível, afirmar que o aborto salvará a mãe. (...)
É comum e correto afirmar que a gestante portadora da enfermidade de natureza grave pode ser tratada como se não estivesse grávida. Não quer isto dizer, obviamente, que não se envidem esforços para impedir que o feto venha a sofrer as conseqüências do tratamento materno. Para melhor segurança do concepto deve adiar-se, sempre que possível, os tratamentos mais drásticos até ao terceiro ou quarto mês de gravidez ou mesmo, sobretudo se houver necessidade de condutas radicais, até à viabilidade fetal, o que, infelizmente, nem sempre o processo patológico permite. (...)
É importante atentar bem na DIFERENÇA que existe entre a prática do aborto direto (atentado voluntário, deliberado e direto contra a vida fetal com o fim de salvar a mãe) e a prática terapêutica, clínica ou cirúrgica, aplicada à mãe como se esta não estivesse grávida, mas que, paralelamente, colocará em risco a vida fetal. Enquanto esta conduta é lícita, aquela NÃO o é. (...)
É evidente que os fins não justificam os meios. Interferir direta ou deliberadamente para tirar a vida do feto (ato mau) como meio de obter a cura da mãe (fim bom) é procedimento condenável, posto que direitos iguais - no caso, direito à vida - de duas pessoas diferentes não podem subordinar-se um ao outro. Ambas merecem o mesmo respeito aos seus direitos humanos inalienáveis, independentemente da maior fragilidade ou da maior força de um sobre o outro. (...)
Uma agressão direta contra a vida do concepto não se justifica, embora com o fim de melhorar as precárias condições de saúde da mãe; aceitar como justo tal procedimento implicaria legitimar a agressão a um ser humano indefeso em favor de outro mais forte ou mais influente. (...)
Todavia, a morte do concepto pode ocorrer como conseqüência não visada, embora prevista, do ato médico realizado para curar uma gestante portadora de enfermidade, cuja natureza grave não permita adiar o tratamento até à viabilidade fetal.
Assim, por exemplo, em uma gestante cardiopatia, no primeiro trimestre da gravidez, com indicação de tratamento cirúrgico cardiovascular inadiável, o risco de [que ocorra um] aborto existe, mas não invalida a conduta cirúrgica que é legítima, pois visa a salvação da mãe e não constitui agressão direta ao feto. Se ocorrer, o aborto será indireto, acidental, não visado nem desejado pelo ato médico, embora previsto. (...)
Até mesmo no carcinoma do colo uterino, o tratamento da mãe (histerectomia radical ou radioterapia intra-uterina) é lícito e pode ser efetuado, não obstante implicar a morte certa do conceto. Conseqüência esta indireta, não visada, embora inevitável. A conseqüente morte do conceto constitui aqui o que se chama, em moral, "ato indireto", isto é, o que não foi aceite, nem desejado, nem visado, quer como fim quer como meio de obter um fim, mas foi previsto como conseqüência possível ou certa, porém inevitável, de um ato diretamente desejado (no caso, a destruição do câncer uterino pela retirada do órgão ou pela irradiação).
Nessas circunstâncias, a morte do feto ocorre "contra as intenções do médico, ainda que não contra as suas previsões". Fundamenta-se a licitude do ato no princípio do duplo efeito, assim compreendido: a) à pratica de um ato, moralmente bom ou indiferente, seguem-se dois efeitos paralelos, um bom e outro mau; b) apenas o efeito bom é visado pelo ato praticado; c) o efeito mau, embora inevitável, não é desejado nem visado pelo ato, sendo apenas previsto e tolerado; d) o efeito mau não se constitui no meio de se obter o efeito bom; e) o efeito bom é conseqüência direta do ato praticado, não sendo, portanto, secundário nem conseqüente do efeito mau; f) o efeito bom visado é suficientemente importante para tolerar-se o efeito nocivo previsto.
Assim, em mulher portadora de câncer do colo uterino, a conduta terapêutica acima referida (ato bom) visa a cura da doente (fim bom). O fato de a paciente (...) estar grávida não lhe tira o direito ao tratamento adequado, ainda que, paralelamente à conseqüência boa (cura da mãe), se preveja como inseparável uma conseqüência má (morte do feto).Como vemos, o direito ao tratamento não é postergado na mulher grávida, podendo esta ser sempre tratada, desde que não se atente diretamente contra a vida do conceto e se envidem todos os esforços para preservá-lo, sempre que seja possível.
A morte do feto, se ainda assim ocorrer, não infringe neste caso nenhum princípio deontológico, nem constitui objeto de atenção de nenhum Código de Ética Médica ou Código Penal, sendo pacífica e universal a sua aceitação do ponto de vista moral e legal. (...)
Vemos, pelo exposto, que a moral de modo algum impede que seja a gestante enferma tratada adequadamente.O apelo ao chamado "aborto terapêutico" como meio de salvar a vida da gestante NÃO CONSTITUI RECURSO CIENTÍFICO, sobretudo nos dias atuais, em face das modernas conquistas da Medicina. "(Cf. João Evangelista Alves, Dernival Brandão, Carlos Tortlly Rodrigues Costa e Waldenir de Bragança, "Considerações em torno do problema da gravidez com intercorrência de enfermidade grave na gestante e o chamado abortamento terapêutico", Revista da Associação Médica Brasileira, vol 22, n1, Janeiro de 1976, p.21-28.)
Como se viu, atentar direta e intencionalmente contra a vida do conceto, mesmo quando está em perigo a vida da mãe, é inaceitável. O que é aceitável já foi explicado. Contudo, na base da fé pró-aborto de muitas pessoas está a idéia de que em caso de estar em causa o direito à vida, da mãe, pode-se matar DELIBERADA E INTENCIONALMENTE o filho.Daqui é fácil saltar para: "No caso de estar em causa UM direito IMPORTANTE da mãe, pode-se matar deliberadamente o filho". Mas direito "importante" é muito vago e por isso cada pró-aborto cada sentença!
Depois, os pró-aborto não conseguem defender o seu conceito de "importante" (nem sequer uns perante os outros) pelo que saltam para: "No caso de estar em causa UM (qualquer) direito da mãe, pode-se matar deliberadamente o filho." Não é que quisessem algumas vez defender isto, nem é que isto pareça acertado à maioria: aceitam isto porque é necessário para manter uma posição defensável.
Mas estão enganados: a posição continua completamente indefensável e por isso, os filósofos pró-aborto - que já descobriram a indefensibilidade da posição - avançam na justificação do infanticídio. Tempo perdido! Também aí não conseguirão encontrar a estabilidade desejada, e venham as crianças!...
Mas como foi possível chegar a esta confusão toda? Por um erro inicial, um "pequeníssimo" erro: a idéia de que em caso de perigo para a vida da mãe, pode-se matar deliberadamente o filho.(Juntos pela Vida)

http://www.aborto.com.br/aborto_terapeutico/index.htm


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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Eduardo em Sab 13 Fev 2010, 8:27 pm

O Aborto
Mentiras e Verdades sobre o Aborto
Para justificar este crime abominável, os abortistas inventaram uma grande quantidade de falsos argumentos que foram difundidos insistentemente, especial naqueles países onde, por qualquer motivo, tentam buscar a legalização do aborto ou ampliá-lo onde já foi legalizado alguma de suas formas. Revisemos algumas destas mentiras e qual é a verdade.
Mentira 1: É desumano não legalizar o "aborto terapêutico" que deveria ser realizado quando a gravidez põe a mulher em risco de morte ou de um mal grave e permanente.
A Verdade: neste caso o termo "terapêutico" é utilizado com o fim de confundir. "terapia" significa curar e neste caso o aborto não cura nada. Atualmente, a ciência médica garante que praticamente não há circunstâncias em que se deva optar entre a vida da mãe ou do filho. Esse conflito pertence à história da obstetrícia. Já em 1951, o Congresso de Cirurgiões do American College disse que "todo aquele que faz um aborto terapêutico ou ignora os métodos modernos para tratar as complicações de uma gravides ou não quer dispor de tempo para usá-los" o temido caso das gestações "ectópicas" ou que desenvolvem-se fora do útero materno estão sendo dirigidas medicamente cada vez com maior facilidade. Por outro lado, o código de ética médica afirma que em caso de complicações na gravidez devem ser feitos os esforços proporcionados para salvar a mãe e filho e nunca ter como saída a morte premeditada de um deles.
Mentira 2: É brutal e desumano permitir que uma mulher tenha o filho produto de uma violação, por isso, para estes casos, deveria ser legalizado o aborto chamado "sentimental".
A Verdade: Em primeiro lugar as gravidezes seguidas de uma violação são extremamente raras. Nos Estados Unidos, por exemplo, a violação é um sério problema, aproximadamente 78.000 casos foram notificados em 1982. Esta cifra é mais importante se tem-se em conta que 40% a 80% das violações não são denunciadas.
Nestes casos as gravidezes são extraordinariamente raras, por várias causas. Por exemplo, as disfunções sexuais em seus violadores, cuja taxa é extremamente alta. Em três estudos foram constatados que 39, 48 e 54% das mulheres vítimas do ataque não tinham ficado expostas ao esperma durante a violação.
Em outro estudo foi comprovado que 51% dos violadores experimentaram disfunções que não lhes permitiam terminar o ato sexual. Outra causa pela qual são extremamente raras as gravidezes por violação: a total ou temporal infertilidade da vítima. A vítima pode estar já grávida ou pode Ter outras razões naturais.
43% das vítimas encontrava-se nestas categorias. A vítima pode estar tomando anticoncepcionais, ter um DIU ou ligadura das trompas, 20% situava-se nesta categoria. Assim, somente uma minoria das vítimas tem um potencial de fertilidade.

Além da infertilidade natural, algumas vítimas estão protegidas da gravidez pelo que é chamado de estresse de infertilidade; uma forma de infertilidade temporal como reação ao estresse extremo. O ciclo menstrual, controlado por hormônios, é facilmente distorcido por um estresse emocional e pode atuar demorando a ovulação; ou se a mulher já ovulou a menstruação pode ocorrer prematuramente.

Um estudo determinou que registraram somente 0,6% de gravidez em 2190 vítimas de violação. Em uma série de 3.500 casos de violação em 10 anos no Hospital São Paulo de Minneapolis, não houve um só caso de gravidez.

Procurar uma legislação baseada em uma exceção em vez de uma regra é totalmente irracional desde o ponto de vista jurídico. É óbvio que o espantoso crime da violação é utilizado para sensibilizar o público a favor do aborto, ao apresentar o fruto inocente de uma possível concepção brutal como um agressor.

É claro que a mulher sofreu uma primeira espantosa agressão, a da violação. Apresentar o aborto como uma "solução" é dizer que um veneno deve ser combatido aplicando-se outro. O aborto não vai tirar nenhuma dor física ou psicológica produzida em uma violação. Ao contrário, vai acrescentar as complicações físicas e psíquicas que o aborte tem por si mesmo.

Por outro lado, o fruto deste ato violento é uma criança inocente, que não carrega para nada com a brutal decisão de seu pai genético. Por outro lado, os legisladores mais especializados afirmam que legalizar o aborto "sentimental" é abrir a porta a sérias complicações jurídicas: praticamente qualquer união, inclusive consensual, poderia ser apresentada como contrária à vontade da mulher, e portanto, uma violação.

Finalmente, o argumento mais importante, é que o aborto por violação não é sequer aceito pelas verdadeiras vítimas, as mulheres violadas. Podem ler-se estes duros mais reveladores testemunhos.
Mentira 3: É necessário eliminar uma criança com deficiências porque ele sofrerá muito e ocasionará sofrimentos e gastos para os pais.
A Verdade: Este princípio, conhecido como "aborto eugenésico" é baseado no falso postulado de que "os lindos e saudáveis" são os que devem estabelecer o critério de valor de quanto vale uma vida ou não. Com este critério, teríamos motivo suficiente para matar os deficientes já nascidos.
Por outro lado, cientificamente, os exames pré-natais não têm segurança de 100% para determinar malformações ou defeitos. Por exemplo, no caso da rubéola matará a 5 criaturas perfeitamente saudáveis para cada bebê afetado.

Por último, quem pode afirmar que os deficientes não desejam viver? Uma das manifestações contra o aborto mais impressionantes no estado norte americano da Califórnia foi a realizada por um numeroso grupo de deficientes reunidos sob um grande cartaz: "Obrigado mamãe porque não me abortar" . O Dr. Paul Cameron demonstrou perante a Academia de Psicólogos Americano que não há diferença entre as pessoas normais e anormais no que concerne a satisfação da vida, atitude perante o futuro e vulnerabilidade à frustração. "Dizer que estas crianças desfrutariam menos da vida é uma opinião que carece de apoio empírico e teórico", diz o especialista.
Inclusive são numerosos os testemunhos dos pais de crianças deficientes físicos ou mentais que manifestam o amor e a alegria que esses filhos lhes proporcionaram.
Mentira 4: O aborto deve ser legal porque toda criança deve ser desejada.
A Verdade: Este é um argumento absurdo. O "desejo" ou "não desejo" não afeta em nada a dignidade e o valor intrínseco de uma pessoa. A criança não é uma "coisa" cujo valor pode ser decidido por outro de acordo com seu estado de ânimo. Por outro lado, que uma mulher não esteja contente com sua gravidez durante os primeiro meses não indica que esta mesma mulher não vá amar a seu bebê uma vez nascido. Pode ser comprovado que nos países onde o aborto é legalizado, aumenta-se a violência dos pais sobre as crianças, especialmente a da mãe sobre seus filhos ainda quando são planejados e esperados. A resposta a isto é que quando a mulher violenta sua natureza e aborta, aumenta sua potencialidade de violência e contagia esta à sociedade, a qual vai se tornando insensível ao amor, à dor e à ternura.
Mentira 5: O aborto deve ser legal porque a mulher tem direito de decidir sobre seu próprio corpo.
A Verdade: Mas quando o senso comum e a ciência moderna reconhecem que em uma gravidez há duas vidas e dois corpos. Mulher, segundo definição o dicionário, é um "ser humano feminino". Dado que o sexo é determinado cromossomicamente na concepção, e mais ou menos a metade dos que são abortados são "seres humanos femininos", obviamente NÃO TODA MULHER TEM DIREITO A CONTROLAR SEU PRÓPRIO CORPO.
Mentira 6: Com a legalização do aborto terminariam os abortos clandestinos.
A Verdade: As estatísticas nos países "desenvolvidos" demonstram que isto não é assim. Pelo contrário, a legalização do aborto o converte em um método que parece moralmente aceitável e portanto, como uma opção possível que não é igualmente considerada nos lugares onde não é legal. Mas dado que a grande maioria de abortos não são por motivo "sentimental", "terapêutico" ou "eugenásico", mas por uma gravidez considerada "vergonhosa", não é estranho que a mulher - especialmente se é adolescente ou jovem - busque igualmente métodos abortivos clandestinos pela simples razão de que uma lei, ainda que tire a pena legal, não tira a vergonha e o desejo de ocultamento. Por outro lado, esta mentira é baseada no mito segundo o qual os abortos legais são mais "seguros" que os clandestinos. Um exemplo: uma investigação realizada em 1978 nos Estados Unidos constatou que só nas clínicas de Illinois, foram produzidas 12 mortes por abortos legais.
Mentira 7: O aborto deve ser legal porque a mulher tem direito sobre seu próprio corpo.
A Verdade: Tem alguma pessoa direito a decidir sobre seu próprio corpo?
Si, mas até certo ponto. Pode alguém querer eliminar um vizinho ruidoso só porque incomoda a seus ouvidos? Obviamente não. É igual no caso do aborto. A mulher estaria decidindo não sobre seu próprio corpo, mas sobre o de um ser que não é ela, ainda que esteja temporariamente dentro dela.
Mentira 8: O aborto é uma operação tão simples como extrair um dente ou as amígdalas. Quase não tem efeitos colaterais.
A Verdade: as cifras desmentem esta afirmação. Depois de um aborto legal, aumenta a esterilidade em 10%, os abortos espontâneos também em 10%, e os problemas emocionais sobem de 9% para 59%. Além disso, há complicações se houver gravidezes consecutivas e a mulher tem o fator RH negativo. As gravidezes extra-uterinas aumentam de 0,5¨% para 3,5%, e os partos prematuros de 5% até 15%. Também podem ocorrer perfuração do útero, coágulos sangüíneos nos pulmões, infeção e hepatite produzida pelas transfusões, que poderia ser fatal.
Além disso, cada vez mais pesquisas tendem a confirmar uma importante tese médica: que a interrupção violenta do processo de gestação mediante o aborto afeta as células das mamas, deixando-as sensivelmente mais propensas ao câncer. Alguns partidários do aborto inclusive chegaram a argumentar que um aborto é menos perigoso que um parto.
Esta afirmação é falsa: o aborto, especialmente nos últimos meses da gravidez, é notavelmente mais perigoso. Nos países ricos morrem duas vezes mais mulheres por aborto legal do que por disfunções do parto. Por outro lado, algumas mulheres têm problemas emocionais e psicológicos imediatamente depois do aborto, outras os têm anos depois: trata-se da síndrome pós-Aborto.
As mulheres que padecem desta síndrome negam e reprimem qualquer sentimento negativo por um período de ao menos cinco anos. Depois surgem uma variedade de sintomas, desde suores e palpitações até anorexia, alucinações e pesadelos. Os sintomas são surpreendentemente similares aos da Síndrome de tensão pós-traumático que sofreram alguns veteranos, 10 anos ou mais depois de ter combatido em uma guerra.

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Luís em Sab 13 Fev 2010, 8:46 pm

Meu caro Eduardo,

1- Todo deficiente e doente em geral é um enorme peso para a família que o abriga. Só diz o contrário quem NÃO tem uma ou mais pessoas assim sob seu cuidado; ou seja, que NÃO tem de carregar o fardo.

2- A vida de pessoas deficientes, a partir de certo nível de deficiência é INDEFENSÁVEL, tanto sob a ótica da família, quanto sob a ótica do próprio deficiente, pois é plenamente evitável, quando o aborto se aplica. A vida só é defensável quanto prazenteira.

3- As famílias têm SIM o direito de escolher ter os filhos que quer ter, se sadios ou enfermos, pois são elas quem serão responsáveis por estes seres. Assim, o direito ao aborto é algo INALIENÁVEL, independente de legislação ou opinião religiosa,

4- O aumento da população de uma família ou comunidade sempre faz decrescer o nível de vida dos demais, em não havendo infra-estrutura para os receber. Permitir o nascimento de crianças, mesmo sadias, em famílias sem condição mínima para criá-los, isto sim é UM CRIME de lesa-humanidade. O mesmo se aplica a países com super-população, em tendo falhado os métodos de prevenção.

5- Correr os riscos do aborto é uma decisão exclusiva da mulher que abriga o feto. Só ela tem direito sobre o próprio corpo. Limitações quanto ao tempo de gestação são comuns, por razão do aumento do risco e por considerar-se o feto já maduro um indivíduo (que eu questiono).

6- Um feto NÃO é uma criança, é uma possível criança. Sob a ótica "um feto é uma criança", pode-se dizer também que óvuloe + espermatozóides, mesmo em corpos separados, são "crianças", pois podem gerar uma.


Tuas idéias estão recheadas de pré-conceitos (religiosos ou pseudo-morais). A única ética e moral válidos para o homem (e outros seres) são aqueles que EVITAM O SOFRIMENTO desnecessário e evitável. Tenhas isto em mente! Todo o mais é discurso vazio de sentido prático e humanista.


"A razão de eu jamais haver visto teu deus é que ele está na tua imaginação."

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Evangélica candidata a Presidência da República fala sobre Aborto, Maconha e Casamento Gay.

Mensagem por Sales em Sex 16 Jul 2010, 2:44 am

Marina Silva joga para eleitor decisão de legalizar aborto e maconha

Candidata do PV diz que é contra casamento gay no religioso e que nunca bebeu na vida Do R7

A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, aproveitou a sabatina feita pelo R7 e Record News para entregar nesta quinta-feira (15) ao eleitor a decisão sobre alguns dos temas polêmicos que dominam sua campanha. Mesmo contrária à legalização do aborto e da maconha, ela defendeu um plebiscito para que a população decida sobre os as duas polêmicas.

Marina afirmou que é favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo, apesar de ser contra o casamento entre homossexuais no religioso. Ela também garantiu que nunca ingeriu bebida alcoólica, fumou maconha ou tomou o Santo Daime, uma bebida feita de ervas.

Ao defender o plebiscito para avaliar a legalização do aborto e a descriminalização da maconha, Marina não escondeu sua opinião. Disse que a simples legalização do consumo das drogas não seria o melhor caminho para combater o narcotráfico e que o aborto envolve fatores “morais, filosóficos, éticos e religiosos” que ainda não teriam sido suficientemente debatidos no Brasil.

Ao opinar sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo, Marina afirmou que união civil é diferente de casamento. Ela é favorável à união civil por garantir aos parceiros os mesmos direitos sobre os bens conquistados em conjunto, mas sobre a união no religioso ela não deixou dúvidas.

- Casamento para mim é um sacramento, e pelo meu princípio de fé, eu não defendo.

Marina, que é evangélica, defendeu o Estado laico, mas lembrou que "Estado laico não é Estado ateu" e que, por isso, é preciso respeitar “quem tem fé e quem não tem”.

Marina também disse que jamais fumou maconha ou tomou o Santo Daime. De alcoólico, ela só admite ter bebido um estimulante de apetite que contém álcool na fórmula:

- Só tomei Biotônico Fontoura.



Marina foi a primeira sabatinada do R7. Foto: Julia Chequer/R7

Fonte: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/marina-tenta-descolar-imagem-de-rivais-mas-evita-criticar-adversarios-20100715.html

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Não estou fazendo campanha politica, não sou partidário, ... Só quero dizer que gostei muito da maneira que a candidata tratou desses assuntos tão polêmicos considerando que ela é Evangélica.



Nota 10!

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por silvamelo em Sex 16 Jul 2010, 12:49 pm

ministrosales escreveu:Marina Silva joga para eleitor decisão de legalizar aborto e maconha

Candidata do PV diz que é contra casamento gay no religioso e que nunca bebeu na vida Do R7

A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, aproveitou a sabatina feita pelo R7 e Record News para entregar nesta quinta-feira (15) ao eleitor a decisão sobre alguns dos temas polêmicos que dominam sua campanha. Mesmo contrária à legalização do aborto e da maconha, ela defendeu um plebiscito para que a população decida sobre os as duas polêmicas.

Marina afirmou que é favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo, apesar de ser contra o casamento entre homossexuais no religioso. Ela também garantiu que nunca ingeriu bebida alcoólica, fumou maconha ou tomou o Santo Daime, uma bebida feita de ervas.

Ao defender o plebiscito para avaliar a legalização do aborto e a descriminalização da maconha, Marina não escondeu sua opinião. Disse que a simples legalização do consumo das drogas não seria o melhor caminho para combater o narcotráfico e que o aborto envolve fatores “morais, filosóficos, éticos e religiosos” que ainda não teriam sido suficientemente debatidos no Brasil.

Ao opinar sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo, Marina afirmou que união civil é diferente de casamento. Ela é favorável à união civil por garantir aos parceiros os mesmos direitos sobre os bens conquistados em conjunto, mas sobre a união no religioso ela não deixou dúvidas.

- Casamento para mim é um sacramento, e pelo meu princípio de fé, eu não defendo.

Marina, que é evangélica, defendeu o Estado laico, mas lembrou que "Estado laico não é Estado ateu" e que, por isso, é preciso respeitar “quem tem fé e quem não tem”.

Marina também disse que jamais fumou maconha ou tomou o Santo Daime. De alcoólico, ela só admite ter bebido um estimulante de apetite que contém álcool na fórmula:

- Só tomei Biotônico Fontoura.



Marina foi a primeira sabatinada do R7. Foto: Julia Chequer/R7

Fonte: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/marina-tenta-descolar-imagem-de-rivais-mas-evita-criticar-adversarios-20100715.html

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Não estou fazendo campanha politica, não sou partidário, ... Só quero dizer que gostei muito da maneira que a candidata tratou desses assuntos tão polêmicos considerando que ela é Evangélica.



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Seria bom que ela entrasse, só para termos um pouquinho de resistência a tudo o que está por vir. Mas a gente sabe que nenhuma resistência será duradoura:

"E o rei do norte virá, e levantará baluartes, e tomará a cidade forte; e os braços do sul não poderão resistir, nem o seu povo escolhido, pois não haverá força para resistir" (Dn 10.15).

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por dedo-duro em Sex 16 Jul 2010, 7:52 pm

"Estado laico não é Estado ateu" e que, por isso, é preciso respeitar “quem tem fé e quem não tem”.

TEnho de respeitar as pessoas. A maneira como julgo as crenças evangélicas não dizem respeito a ninguém. Não devo respeito a absurdos.

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Josoco em Sex 16 Jul 2010, 10:21 pm

Homem casa com mulher e mulher com homem.

Quem tá fora desta verdade que se enquadre nela.

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por silvamelo em Sab 17 Jul 2010, 1:19 am

dedo-duro escreveu:
"Estado laico não é Estado ateu" e que, por isso, é preciso respeitar “quem tem fé e quem não tem”.

TEnho de respeitar as pessoas. A maneira como julgo as crenças evangélicas não dizem respeito a ninguém. Não devo respeito a absurdos.
Respeitar as pessoas também significa não agredi-las naquilo que elas acreditam e prezam. Você chegaria numa tribo de índios e diria que eles estão fazendo papel ridículo nas suas cerimônias? Você entraria na casa de uma pessoa e ridicularizaria o altar de imagens que ela tem numa prateleira? Ou é especificamente a nossa fé que o incomoda? Pode ser que o problema não seja a nossa fé, mas sim a sua consciência...

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por dedo-duro em Sab 17 Jul 2010, 12:14 pm

Críticas não são agressões. Pelo menos para aqueles que pensam racionalmente.

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por oliveira leite em Dom 18 Jul 2010, 12:11 am

Me envergonho de uma pessoa se dizer evangelica e se dizer a favor de coisas condenadas pela Biblia.

Judas vendeu Jesus por muito menos e diga se passagem
teve a iniciativa de nem querer mais viver nesse mundo de tanta vergonha

agora...

Trair Jesus por um possivel cargo de presidencia ou beneficios já que tem pessoas que tiram vantagens financeiras nessas horas

Não vou deixar de ser evangelico
prefiro pensar que ela não é evangelica
é só uma infiltrada

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por dedo-duro em Dom 18 Jul 2010, 6:08 pm

Devem-me trinta moedas de prata. Já fui cristão e hoje não acredito nem na pontuação da bíblia.

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por oliveira leite em Dom 18 Jul 2010, 11:04 pm

Muitas pessoas quando tem uma decepção com o evangelho na verdade não param para pensar
pois o evangelho não decepciona ninguem
mas os evangelicos sim
esses decepcionam
no foco essa candidata
mas lamento por voce dedo duro
O que Jesus fez contra voce?
tenho certeza que voce vai dizer
nada
mas sei que teve algum debil que fez

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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

Mensagem por Clark em Seg 19 Jul 2010, 9:05 pm

ministrosales escreveu:
Marina afirmou que é favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo, apesar de ser contra o casamento entre homossexuais no religioso.
Nota 10!

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Evangélica nem aqui nem na China!

Desde quando evangélicos aprovam homossexualismo?



Nota 0 (ZERO)





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Re: Debate sobre aborto - tópico oficial

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