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Consulta Bíblica
Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Igreja é local para criticar governos?

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Igreja é local para criticar governos?

Mensagem por gusto em Sab 18 Maio 2013, 9:40 am

2 Pedro
2:10 Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades;

Provérbios
24:21 Teme ao SENHOR, filho meu, e ao rei, e não te ponhas com os que buscam mudanças. (ACF).
Teme ao Senhor, filho meu, e ao rei, e não te associes com os revoltosos. (ARA).

Será que Salomão escreveu isso, por que "estava no governo"?

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Re: Igreja é local para criticar governos?

Mensagem por gusto em Sab 18 Maio 2013, 9:56 am

1. Um governador sábio julga o seu povo; o governo de um homem sensato será estável.

2. Tal o juiz do povo, tais os seus ministros; tal o governador da cidade, tais os seus habitantes.

3. Um rei privado de juízo perde o seu povo, as cidades povoam-se pelo bom senso dos que governam.

4. O domínio sobre um país está na mão de Deus. Ele lhe suscitará no tempo oportuno um governador útil.

Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/eclesiastico/10/#ixzz2TeGQXq3l


Apócrifo? Sim, mas concorda com as Escrituras.

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Re: Igreja é local para criticar governos?

Mensagem por gusto em Sab 18 Maio 2013, 10:20 am

28. Homens livres serão os súditos de um escravo sensato.

Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/eclesiastico/10/#ixzz2TeLN1r1u

É assim que eu sou, ou estou ME ESFORÇANDO PARA SER.

Me lembrei da música de novo: "É servir a quem vence,(Cristo venceu), um vencedor." (Monte Castelo).

Sou livre, mas escravo de quem veio para servir, Jesus.

"Homens livres serão os súditos de um escravo sensato."

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Re: Igreja é local para criticar governos?

Mensagem por Felix Éber em Sab 18 Maio 2013, 11:32 am

gusto escreveu:2 Pedro
2:10 Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades;

Provérbios
24:21 Teme ao SENHOR, filho meu, e ao rei, e não te ponhas com os que buscam mudanças. (ACF).
Teme ao Senhor, filho meu, e ao rei, e não te associes com os revoltosos. (ARA).

Será que Salomão escreveu isso, por que "estava no governo"?

Quem inspirou os autores bíblicos foi o Espírito Santo.
Quem institui as autoridades é Deus e não os homens.
Quem ama não busca os seus interesses, filho meu.

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Re: Igreja é local para criticar governos?

Mensagem por Gil Rocha em Dom 19 Maio 2013, 1:03 pm

A igreja não é lugar para exprimir opiniões políticas.

Da mesma forma que reprovo o uso político da igreja, respeito os que se alienam da vida pública de seu país.

Porém, respeito mais ainda os que, fora da igreja, militam, não apenas com orações, mas com ações, por aquilo que acreditam.


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Re: Igreja é local para criticar governos?

Mensagem por Gil Rocha em Dom 19 Maio 2013, 1:15 pm

Aliás, o "cristianismo" tem na sua conta um estigma não muito positivo no que se refere a envolvimento com governos, melhor manter a maior distância possível entre fé e política.
=========================================

Ao longo da história usaram a fé cristã para justificar os maiores abusos (como nas monarquias absolutistas), fazendo com que uma maiorias pobre e espoliada aceitasse sua miséria como algo natural, sob pena dos castigos divinos e terrestres.

Antes um governo laico que um governo de fundamentalistas vendidos aos interesses econômicos de uma aristocracia qualquer, como sempre foram os governos religiosos do passado.

"
O Absolutismo foi o regime da centralização:
os soberanos passaram a concentrar todos os poderes, ficando os cidadãos
excluídos de qualquer participação e controle na vida pública.

A base social do Absolutismo era o privilégio:
honras, riquezas e poderes eram reservados a um pequeno grupo de pessoas.
Eram:


  • privilégios sociais (acesso exclusivo a
    cargos, oficialato no exército, colégios, distinção nas vestes...);
  • privilégios jurídicos (direito de passar
    testamento, tribunais e penas especiais);
  • privilégios econômicos (isenções de
    impostos que recaíam sobre os pobres).

O mercantilismo foi a base da economia,
subordinada à política, com forte taxação nas importações, busca de mercados e
aumento do território através de guerras que empobreciam o país e os pobres, em
contraste com a opulência nas cortes e palácios.

UMA SOCIEDADE OFICIALMENTE
CRISTÃ

A Igreja e o Estado caminhavam num perfeito paralelismo: o
político usa o sagrado e o sagrado usa o político. O proibido ou permitido na
ordem religiosa o é também na civil. Daí a expressão que melhor define o
sistema: a união Trono e Altar. Isso valia para os países católicos, a Prússia
protestante, a Inglaterra anglicana e a Rússia ortodoxa.

Conseqüências:

1 - O Direito divino dos Reis: a autoridade do
rei vem de Deus e a ninguém ele devia explicação de suas atitudes. Sua pessoa é
sagrada.

2 - A unidade política se fundamentava na unidade
religiosa:
um Rei, uma Fé, uma Lei. Quem não seguia a religião do rei
era privado dos direitos políticos (cargos públicos) e civis (liberdade de
domicílio, de trânsito, de profissão, de propriedade).

3 - A Religião do Estado: nos países
católicos, a religião católica era a única permitida. Era dever do rei
defendê-la e promovê-la, impedindo o proselitismo, a difusão de livros
contrários à religião e considerando os delitos contra a religião como delitos
contra o Estado.Cumprir os deveres religiosos era pressuposto para o gozo de
certos direitos civis.

Aos domingos
era proibido manter abertos os botecos e divertir-se em público durante as
funções religiosas. As transgressões eram punidas pelo braço secular. A própria
autoridade eclesiástica: as Cúrias, os inquisidores, bispos e superiores
religiosos, para proteger a moralidade pública, possuíam meios para castigar os
culpados.

A censura eclesiástica à imprensa era
sancionada pelo Estado, mas tendo um preço muito alto: o Estado censurava as
próprias Cartas Pastorais dos Bispos e Documentos Pontifícios. A estrutura
cristã tira assim a liberdade cristã.

4 - À Igreja era reconhecido o monopólio assistencial e
da instrução:
o Estado não se interessa pela instrução pública, que
ficava nas mãos dos religiosos (jesuítas, barnabitas, beneditinos, irmãos das
escolas cristãs...). As obras assistenciais também estavam nas mãos da Igreja,
que possuía e recebia os meios para mantê-las, sendo este seu grande título de
glória.

5 - As imunidades dos nobres são estendidas à Igreja e
ao clero.



  • Imunidades reais: os bens eclesiásticos
    eram isentos de taxas e inalienáveis;
  • Imunidades locais: direito de asilo
    conferido às Igrejas e edifícios anexos;
  • Imunidades pessoais: isenção do serviço
    militar, direito de serem julgados por um tribunal eclesiástico. Era o foro
    eclesiástico."
Íntegra em http://www.pimenet.org.br/missaojovem/mjhistdaigrejatrono.htm


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Re: Igreja é local para criticar governos?

Mensagem por famado em Dom 19 Maio 2013, 1:54 pm

Falar de política no púlpito é dar a césar o que é de Deus.

gusto escreveu:2 Pedro
2:10 Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades;

Provérbios
24:21 Teme ao SENHOR, filho meu, e ao rei, e não te ponhas com os que buscam mudanças. (ACF).
Teme ao Senhor, filho meu, e ao rei, e não te associes com os revoltosos. (ARA).

Será que Salomão escreveu isso, por que "estava no governo"?
Estas passagens ensinam que a igreja como instituição não deve ser envolver em política e um crente não deve criticar os governos.

Agora, enquanto cidadão e em um país democrático, não só pode como deve. Mas o homem cidadão tem atribuições muitas vezes diferentes das do homem crente.

Eu, enquanto professor de EBD, não falava de política, agora, como como bom cidadão brasileiro que sou e fora dos muros da igreja, critico o governo e a classe política. É um direito meu.

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Re: Igreja é local para criticar governos?

Mensagem por Eterna em Dom 19 Maio 2013, 2:20 pm

Igreja é local para cultuar Deus e buscar o auto-conhecimento identificando as mazelas próprias que nos afastam Dele. Porém, essa coisa parece que é meio sem graça, e tanto isto é verdade que as igrejas primam por identificar as mazelas dos outros, julgando e condenando esquecendo o mandamento máximo:

Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo.


Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.

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Re: Igreja é local para criticar governos?

Mensagem por Gil Rocha em Dom 19 Maio 2013, 2:37 pm

famado escreveu:Falar de política no púlpito é dar a césar o que é de Deus.

Agora, enquanto cidadão e em um país democrático, não só pode como deve. Mas o homem cidadão tem atribuições muitas vezes diferentes das do homem crente.

Eu, enquanto professor de EBD, não falava de política, agora, como como bom cidadão brasileiro que sou e fora dos muros da igreja, critico o governo e a classe política. É um direito meu.

Plenamente de acordo

As advertências bíblicas foram feitas num período de Ditaturas e Monarquias absolutas, logo, não observar aquelas orientações, dentro ou fora de sinagogas e templos, significaria a morte e a perseguição.

No regime democrático, fora da igreja, todo cidadão tem o direito de se expressar e votar em quem melhor represente seus anseios.


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Re: Igreja é local para criticar governos?

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