.....................................................
Que bom que você entrou Convidado
Últimos assuntos
» Noticiário Escatológico
Hoje à(s) 12:27 am por Jarbas

» Carta ao Sr Bandido
Hoje à(s) 12:03 am por Lit San Ares

» A customização da fé
Ontem à(s) 8:50 pm por gusto

» Jesus está às portas
Ontem à(s) 7:49 pm por Jarbas

» Silas Malafaia investigado por corrupção
Ontem à(s) 2:37 pm por Christiano

» Pastor que explora dependentes químicos é preso em Goiás
Qui 23 Fev 2017, 11:08 pm por Christiano

» O homem na lua...
Qui 23 Fev 2017, 8:32 pm por Khwey

» Cientistas descobrem que a vida extraterrestre pode ser baseada em silício
Qui 23 Fev 2017, 5:56 pm por EVANGELISTA/RJ/MSN

» Transgêneros
Qui 23 Fev 2017, 2:11 pm por Christiano

Quem está conectado
30 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 30 Visitantes :: 1 Motor de busca

Nenhum

O recorde de usuários online foi de 2364 em Seg 19 Dez 2011, 5:49 pm
Consulta Bíblica
Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

A indestrutibilidade da Bíblia prova que ela é a Palavra de Deus.

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

A indestrutibilidade da Bíblia prova que ela é a Palavra de Deus.

Mensagem por Ed em Qua 24 Abr 2013, 8:35 pm

Acima de todos os outros livros combinados, a Bíblia tem sido odiada, vilipendiado, ridicularizada, criticada, restrita, proibida, e destruída, mas tem sido em vão. Foi dito: "Tentar parar a circulação da Bíblia é como colocar o nosso ombro contra o ardente e chamejante círculo do sol e tentar pará-lo em seu curso de fogo" (Sidney Collett, All about the Bible, p. 63).

O escritor grego, Porphyry tentou destruir a credibilidade da Bíblia no ano 304 dC. No processo, ele escreveu quinze livros contra a Bíblia e o Cristianismo em geral. Ele foi bem sucedido? É evidente que não. A Bíblia ainda está de pé (e ainda mais forte que antes). E sobre Porphyry, bem, vamos pensar assim: você pode nomear seus quinze livros? Alguém pode mencionar pelo menos um deles? Porphyry é uma das várias pessoas que, ao longo da história tentaram anatematizar, queimar, destruir, consider fora da lei, restringir, ridicularizar ou desacreditar a Bíblia.

Outro exemplo é um escritor grego de sátiras, de nome Luciano, que escreveu dois livros no século II para tentar ridicularizar a Bíblia. Esses dois livros foram chamados O Diálogo dos Deuses e O Diálogo dos Mortos. Há uma chance extremamente boa de você não ter uma cópia de cada um desses livros em sua biblioteca pessoal. Mas você provavelmente tem uma Bíblia em algum lugar da casa; um testemunho da habilidade da Bíblia de sobreviver a seus atacantes.

Se Porphyry e Luciano tivessem lido a Bíblia ao invés de atacá-la poderiam ter economizado um bocado de tempo, porque a Bíblia diz: “6 As palavras do SENHOR são palavras puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes. 7 Tu as guardarás, SENHOR; desta geração as livrarás para sempre.” (Sl 12:6-7 tradução da KJB para o português)

Em 303 dC, o imperador romano Diocleciano publicou um decreto real para impedir os cristãos de adorarem Jesus Cristo e para destruir as suas Escrituras. Cada oficial no império foi ordenado destruir igrejas, deixá-las rentes ao chão, e queimar todas as Bíblia encontradas em seus distritos (Stanley Greenslade, Cambridge History of the Bible). Vinte e cinco anos depois, seu sucessor, Constantino, emitiu outro decreto ordenando 50 Bíblias serem publicadas às expensas do governo (Eusébio). Que pena que Diocleciano não percebeu a promessa da Bíblia: “seca-se a erva e cai sua flor, mas a palavra do nosso Deus permanece eternamente“ (Is 40:8).

O ateu Robert Ingersoll uma vez declarou: “dentro de 15 anos eu terei a Bíblia enterrada num necrotério”. Bem, 15 anos depois, Robert Ingersoll foi enterrado num cemitério, mas a Bíblia ainda vive!

Os regimes comunistas na Rússia e na China tentaram destruir a Bíblia e sua influência, mas eles têm sido completamente vencidos. Há mais igrejas na Rússia hoje do que nunca antes em sua história, e as prensas não podem imprimir Bíblias suficientes para satisfazer a insaciável demanda na China comunista.

Nos anos 1700 o escritor ateu francês Voltaire ousadamente proclamava: “dentro de 100 anos, a Bíblia e o Cristianismo serão varridos da existência e passarão à história”. Bem, dentro de 50 anos, Voltaire foi varrido da existência e passou à história, e a Sociedade Bíblica de Genebra usou a casa de Voltaire e sua editora para imprimir e distribuir milhares de Bíblias (Geisler and Nix, A General Introduction to the Bible, 1986, pp. 123, 124). Esta irônica virada nos eventos não deveria surpreender a ninguém, porque Deus prometera que “Os céus e terras passarão mas minhas palavras não passarão” (Mt 24:35). No mesmo ano que Voltaire disse “em 50 anos a partir de agora, o mundo não mais ouvirá sobre a Bíblia”, o Museu Britânico pagou 500.000 libras por um antigo manuscrito da Bíblia, enquanto ao mesmo tempo em Paris, um dos livros de Voltaire foi vendido por 8 centavos.

Os céticos liberais do século 19 tentaram destruir a autoridade da Bíblia, afirmando que ela é cheia de mitos e que é historicamente imprecisa. Eles alegaram que a escrita [a capacidade de escrever] não existia nos dias de Moisés. Eles duvidaram da existência de Ur dos Caldeus, das avançadas antigas cidades-estado e torres religiosas mencionadas em Gênesis 10-11, dos complexos códigos legais naquela época, de camelos na Palestina nos dias de Abraão, da existência do rei Davi e do Rei Salomão, da existência dos hititas e dos filisteus, de Sargão e Nabucodonosor e Baltasar, para citar alguns. Eles disseram que o livro de Atos estava cheio de imprecisões históricas.

Em todos esses casos e centenas mais, os céticos foram provados que estavam errados e a Bíblia foi provado que estava certa, como temos documentado neste curso na seção de arqueologia.

Através dos séculos, muitos ataques contra a Bíblia se tornaram amargas perseguições junto com fortes tentativas de destruí-la. Muitos ataques contra a Bíblia vieram de escarnecedores. Mas houve alguns que, depois de examinarem os fatos, mudaram suas opiniões e foram convertidos. Aqui estão alguns exemplos:

Gilbert West, um poeta inglês, que foi incluído em Lives of the Most Eminent English Poets , escrito por Samuel Johnson, enquanto era um estudante em Oxford resolveu desbancar o relato bíblico da ressurreição de Cristo. Em vez disso, ele provou para sua própria satisfação que Cristo ressuscitou dos mortos e publicou Observations on the History and Evidences of the Resurrection of Jesus Christ.

George Lyttelton, um estadista Inglês, escritor e poeta que foi educado em Oxford, determinou-se provar que Paulo não foi convertido como a Bíblia diz. Em vez disso, Lyttelton escreveu um livro fornecendo evidências de que a conversão de Paulo foi real e que é evidência de que Jesus realmente ressuscitou dos mortos. O livro foi intitulado Observations on the Conversion and Apostleship of St. Paul.

Frank Morison, um advogado, jornalista e romancista, começou a escrever um livro para disprovar a ressurreição de Cristo. Em vez disso, ele se converteu e escreveu um livro em defesa da ressurreição intitulado Who Moved the Stone?

Simon Greenleaf, Professor Royall de Direito na Universidade de Harvard e uma das mentes mais célebres entre os juristas da América, determinou-se expor o "mito" da ressurreição de Cristo, de uma vez por todas, mas a sua análise aprofundada obrigou-o a concluir que Jesus ressuscitou dentre os mortos. Em 1846, ele publicou An Examination of the Testimony of the Four Evangelists by the Rules of Evidence Administered in the Courts of Justice.

General Lew Wallace era um Governador Territorial nos dias que se seguiram à Guerra Civil Americana. Ele era um senador em Indiana com a idade de 29 anos e era considerado um homem muito estudioso. Ele não confiava no Cristianismo ou na Bíblia, assim ele se pôs a escrever um livro cético disprovando a ambos. Nos seus estudos ele descobriu que a Bíblia e Cristo são verdadeiros e se tornou um cristão devoto. O general Wallace nunca escreveu seu livro contra a Bíblia, ao invés ele escreveu a clássica novela cristã Ben Hur.

William Ramsey, um renomado arqueólogo e estudioso inglês, foi para a Ásia Menor com o propósito expresso de provar que a Bíblia é historicamente imprecisa. À medida que esmeradamente se debruçava sobre antigos artefatos e detalhes, para sua surpresa ele descobriu que a Bíblia era precisa no menor dos detalhes. Ele concluiu, que o livro de Atos foi escrito durante a vida dos apóstolos e que é historicamente absolutamente preciso. A evidência foi tão convincente que Sir Ramsey se tornou um cristão e um grande estudioso e erudito da Bíblia, particularmente do Novo Testamento.

Josh McDowell era um cético quando ele entrou na universidade para cursar direito, mas ele aceitou um desafio por alguns cristãos para examinar a alegação de que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele diz: "Eu decidi escrever um livro que iria fazer do cristianismo uma piada intelectual." Ele viajou por todo os EUA e Europa para reunir provas para provar o seu caso, mas em vez disso ele se converteu a Cristo e escreveu um livro defendendo a Bíblia, intitulado Evidence That Demands a Verdict (publicado em português como Evidências que Exigem um Veredicto). McDowell concluiu: "Depois de tentar esmigalhar a historicidade e a validade das Escrituras, cheguei à conclusão de que é historicamente [absolutamente] confiável. Se alguém descarta a Bíblia alegando que ela não é [totalmente] confiável, então deve-se descartar quase toda a literatura da Antiguidade. ... Eu acredito que nós podemos manter as Escrituras em nossas mãos e dizer: "A Bíblia é merecedora de [toda nossa] confiança e é historicamente [absolutamente] confiável" (The New Evidence, p. 68).

Dr. Richard Lumsden, professor de Parasitologia e de Biologia Celular, foi reitor da escola de pós-graduação da Universidade de Tulane e treinou 30 doutores [seus orientandos]. Quando ele foi desafiado por um estudante a conseguir apresentar alguma evidência a favor da evolução, ele procurou refutar o aluno demonstrando a evidência científica da evolução. Em vez disso, ele se convenceu de que a evidência está faltando [não havia nenhuma evidência]. Isso o levou a um exame da Bíblia, o que levou à sua conversão a Jesus Cristo.

“Ao longo dos anos, a Bíblia tem sido uma poderosa bigorna que tem consumido os franzinos martelos dos escarnecedores.”



David Cloud
http://www.wayoflife.org/
fbns@wayoflife.org


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

O Forum Gospel Brasil completa hoje 3240 dias de existência com 229854 mensagens

Ed
Mateus 18:20
Mateus 18:20

Número de Mensagens : 11003
Idade : 64
Localização : BRUSA
flag : BrUSA
Data de inscrição : 13/04/2008

http://gospelbrasil.topicboard.net

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum