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Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Predições de Cristo e Abominação da Desolação

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Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por abençoado em Seg 25 Mar 2013, 9:04 pm

Predições de Cristo I

Depois das afirmações iniciais, que tinham por objetivo alertar seus discípulos diante da seriedade do assunto, Jesus começou a expor algumas importantes predições que sinalizariam o tempo em que Jerusalém seria alvo do juízo divino.

Guerras e Revoluções

“Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não vos assusteis. É necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo. Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino” (Lc.21:9-10).

Flavio Josefo registra em seu livro Guerras dos Judeus os inúmeros conflitos e revoluções ocorridos durante o tempo que antecedeu a queda de Jerusalém. Em Cesaréia, por exemplo, foram mortos mais de vinte mil em uma disputa entre judeus e sírios concernente ao governo da cidade. Em Alexandria, mais de cinqüenta mil judeus morreram em um conflito com os gentios. Em Damasco, a população local conspirou contra os judeus e abateram mais de dez mil pessoas desarmadas. Além desses conflitos envolvendo judeus, o império romano viveu dias de convulsão social. Revoltas, conspirações, e guerras envolvendo muitas nações foram o cotidiano da população daquele império. Roma tornou-se uma verdadeira máquina de guerra.

Gary DeMar ressalta: “Jesus adverte em seguida de “guerras e rumores de guerras” e de “reino contra reino”. Como ele predisse, os tumultos se espalharam por toda a região. Os Anais de Tácito, que cobrem a história de 14 d.C. à morte de Nero em 68 d.C., descrevem o tumulto do período com fases intituladas “distúrbios na Alemanha”, “comoções na África”, “comoções na Trácia”, “insurreições na Gália”, “intriga entre os partos”, “guerra na Bretanha”, e “guerra na Armênia”. Guerras foram travadas de uma extremidade do império à outra. Tudo isso aconteceu durante a Pax Romana (paz romana). As guerras não eram sinais, exceto durante o tempo de paz declarada.”[1]


Cataclismos

“Haverá grandes terremotos, fomes e pestilências em vários lugares, e coisas espantosas e grandes sinais do céu” (Lc.21:11).

TERREMOTOS - Os trinta anos que precederam a queda de Jerusalém foram marcados por terremotos e catástrofes que acabaram dizimando a população do império. Em 46 d.C. houve um grande terremoto em Creta. Talvez fosse sobre isso que Paulo falava ao afirmar que a ira de Deus havia caído sobre os judeus de Creta (1 Tess.2:16). No dia em que Nero assumiu a toga virillis, em 51 d.C. houve um terremoto em Roma. Houve outro terremoto em Apamea, na Frígia, mencionado por Tácito, historiador romano, que também menciona diversos outros terremotos em Campanha e em Laodicéia. Um terremoto muito forte sacudiu Jerusalém em 67 d.C., pouco antes daquela cidade ser invadida e destruída pelas hostes romanas. Escrevendo acerca de um terremoto que acometeu Jerusalém pouco antes de ser invadida pelos romanos, Josefo diz que “sobreveio uma horrível tempestade: a violência do vento, a impetuosidade da chuva, a quantidade de relâmpagos, o ribombar horrível do trovão, e um tremor de terra, acompanhado de rugidos, perturbou de tal modo a ordem da natureza, que todos o julgaram presságio de grandes desgraças”(Livro Quarto, Cap.17: 316). Não podemos nos esquecer dos abalos sísmicos registrados em Atos, como aquele que provocou a abertura do cárcere para os apóstolos Paulo e Silas (At.16:26; 4:31).

Sempre que ocorre um grande tremor sísmico, pensa-se logo na volta de Cristo. Entretanto, devemos ser cautelosos, pois sempre houve tremores sísmicos no mundo. A diferença é que hoje somos bombardeados por notícias on-line, em tempo real, através das grandes agências de notícias.

Terremotos são medidos por uma escala chamada Richter. Ocorrem milhares deles por ano no mundo. Terremotos de até 1,9 graus na escala Richter, considerados muito fracos, acontecem cerca de 416 mil vezes por ano. De 2 a 2,9 graus, cerca de 52 mil vezes por ano. De 3 a 3,9 graus, 49 mil vezes por ano. De 4 a 4,9 graus, considerados ainda leves, 6.200 vezes por ano. De 5 a 5,9 graus (moderado), 800 vezes por ano. De 6 a 6,9 graus (forte), cerca de 120 vezes por ano. De 7 a 7,9 graus (muito forte), cerca de 18 vezes por ano. E de 8 graus ou mais, considerado devastador, pelo menos uma vez a cada ano. Ao todo, são mais de meio milhão de tremores sísmicos a cada ano.

FOMES E PESTES - As constantes guerras, e os terremotos acabaram abalando a economia de todo império, o que acabou provocando fome, e pestes que dizimaram ainda mais as populações das cidades. Em Atos 11:28 lemos acerca de um profeta cristão chamado Ágabo que “dava a entender, pelo Espírito, que haveria uma grande fome em todo o mundo, a qual aconteceu no tempo de Claudio”. Josefo diz que devido ao cerco das tropas romanas, houve grande carestia em Jerusalém. “Enquanto tudo isso se passava, em redor do templo, a fome e a carestia faziam tal devastação na cidade que o número dos que ela destruía era impossível de se conhecer” (Livro sexto Cap.19:458). Os famintos moradores de Jerusalém comiam até mesmo a sola dos sapatos, o couro dos escudos ou um punhado de feno podre. Josefo ainda relata o caso de uma mãe que comeu o seu próprio filho.

Tácito escreveu sobre o ano de 51 d.C.: “Esse ano testemunhou muitos [e] repetidos terremotos [...] a escassez de cereais, resultando em fome [...] Declarou-se que não havia mais que quinze dias de suprimento de comida na cidade [de Roma]”.[2] Josefo também registrou as condições miseráveis da fome imposta a Jerusalém por Tito: “Então a fome se espalhou e devorou famílias e casas inteiras; os cenáculos das casas estavam repletos de mulheres e crianças morrendo de inanição, e os telhados das casas da cidade estavam lotados de corpos sem vida de adultos; crianças e jovens também vagavam pelos mercados como sombras, impulsionados pela fome, e caíam mortos onde a desgraça os alcançasse”.[3]

Quanto às pestilências, temos como exemplo uma peste que varreu a cidade de Roma em 65 d.C., matando cerca de trinta mil pessoas em um único outono.

Coisas espantosas e Sinais no céu

As primeiras predições mostravam o quanto os homens seriam afetados diretamente pelas guerras, fome e pestes. O segundo grupo de predições aponta para as indicações de Deus, intervindo na ordem natural da criação a fim de alertar acerca do juízo eminente.
De acordo com Josefo em seu livro Guerras dos Judeus, houve inúmeros sinais, tanto na terra como no céu, que prediziam a desgraça que viria sobre Jerusalém. Abaixo, vamos relatar alguns deles com as palavras do próprio Josefo:

* Um cometa, que tinha a forma de uma espada apareceu sobre Jerusalém, durante um ano inteiro.

* Antes de começar a guerra, o povo reunira-se a oito de abril, para a festa da Páscoa, e pelas nove horas da noite, viu-se, durante uma meia hora, em redor do altar e do templo, uma luz tão forte que se teria pensado que era dia.

* Durante essa mesma festa uma vaca que era levada para ser sacrificada, deu à luz, um cordeiro no meio do templo.

* Um pouco depois da festa, a vinte e sete de maio aconteceu uma coisa que eu temeria relatar, de medo que a tomassem por uma fábula, se pessoas que também a viram, ainda não estivessem vivas e se as desgraças que se lhe seguiram não tivessem confirmado a sua veracidade. Antes do nascer do sol viram-se no ar, em toda aquela região, carros cheios de homens armados, atravessar as nuvens e espalharam-se pelas cidades, como para cercá-las.

Josefo fala de outros sinais que preferimos não mencionar aqui, por nos faltar tempo e espaço.


O Princípio das Dores


Mateus termina esta parte do sermão profético com Jesus dizendo: “Mas todas essas coisas são o princípio das dores” (24:8). A palavra “dores” aqui significa literalmente “dores de parto”. O velho aión estava gemendo, proferindo vários “ais!” antes de dar à luz o novo aión.. Todos os cataclismos naturais preditos por Jesus nada mais eram do que os gemidos da criação. No dizer de Paulo, “toda a criação geme como se estivesse com dores de parto até agora” (Rm.8:22). É a partir do velho mundo que Deus cria o Novo Mundo. Espiritualmente falando, o Novo Aión foi concebido na Cruz, nasceu no Pentecostes, e teve seu umbigo aparado no momento em que o Velho Tabernáculo, o Templo judeu caiu. Entretanto, quando falamos do cosmo, da criação, temos que admitir que ela ainda geme, com dores de parto, aguardando tão-somente a parousia dos filhos de Deus (Rm.8:19). Quando todos os filhos de Deus houver se manifestado, e a plenitude dos gentios houver adentrado a Cidade de Deus, então, as dores de parto da criação terão chegado ao fim. O mundo material já estará todo renovado, e a natureza viverá em harmonia sob o domínio dos filhos de Deus. Portanto, essas dores de parto só terminarão quando todos os filhos de Deus houver se manifestado, e isso, por sua vez, só ocorrerá quando Cristo retornar fisicamente a Terra. Por isso, ainda hoje há terremotos, maremotos, vulcões, secas e outros cataclismos.


Predições de Cristo II


Depois de mostrar o quanto a ordem social, e a ordem natural da criação seriam afetadas como prelúdio do juízo que cairia sobre Jerusalém e seus habitantes, Jesus muda Seu foco. Agora, Ele passava a mostrar o quanto a própria Igreja sofreria durante aquilo que Ele chamou de “Princípio das Dores”.

Perseguição

“Mas antes de todas estas coisas, lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Isto vos acontecerá para testemunho. Mas proponde em vossos corações não premeditar como haveis de responder, porque eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem contradizer todos os que se vos opuserem. Até pelos pais, irmãos, parentes e amigos sereis entregues, e matarão alguns de vós. De todos sereis odiados por causa do meu nome. Mas não perecerá um único cabelo de vossa cabeça. Na vossa perseverança ganhareis as vossas almas” (Lc.21:12-19). Toda a perseguição predita aqui cumpriu-se nos dias da Igreja Primitiva. Aquela foi, por assim dizer, a grande tribulação. Basta um olhada superficial nos Atos dos Apóstolos para averiguarmos isso. Os apóstolos foram entregues às sinagogas, e delas foram diretamente para as prisões.

Foram as autoridades judaicas as principais opositoras do Evangelho no primeiro século. Foram também elas que conduziram os apóstolos à presença de reis e governadores para depor (ex.: At.23:12-15; 24:1). Aquele período se encaixa bem com o que chamamos de Grande Tribulação. Muitos discípulos foram martirizados, a exemplo do que aconteceu com Estêvão, Tiago, e o próprio Paulo, que foi decapitado, e também Pedro, que foi crucificado de cabeça para baixo, como afirma a tradição. O que os mantinha firmes em sua convicção era a promessa de que na perseverança eles ganhariam as suas almas. Por isso, muitos deles, ao serem conduzidos à arena para serem atirados às feras, iam cantando e glorificando a Deus. Outros eram mortos rogando a Deus que perdoasse os seus algozes.

É bem verdade que durante outros períodos a igreja foi combatida, perseguida, e que muitos dos seus seguidores foram torturados até a morte. Ainda hoje, em alguns países islâmicos, os cristãos são presos, e até mortos por amor à sua fé. Entretanto, jamais houve ou haverá qualquer perseguição contra a igreja numa escala parecida com a que houve no primeiro século da era cristã. É de Cristo a declaração que haveria então “grande aflição, como nunca houve até agora, nem jamais haverá. Se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria, mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias” (Mt.24:21-22).

Apostasia

Em função da dura perseguição suscitada pelos judeus e por Roma, muitos cristãos se deixaram apostatar da fé. Jesus prediz: “Nesse tempo, muitos se escandalizarão, trair-se-ão mutuamente e se odiarão uns aos outros (...) E por se multiplicar a iniqüidade, o amor de quase todos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt.24:10,12-13). Tudo isso se cumpriu na igreja do primeiro século. Em certo sentido, a apostasia era um inimigo maior do que a perseguição empreendida pelos judeus e pelos romanos.

Paulo, ao despedir-se dos efésios, reunindo seus bispos disse: “Sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão o rebanho. E que DENTRE VÓS MESMOS se levantarão homens que falarão coisas perversas para atrair os discípulos após si” (At.20:29-30). Eram esses apóstatas que buscavam fazer comércio do povo de Deus, e introduziam heresias dissimuladoras no seio da igreja. Pedro admoesta os seus leitores: “...entre vós também haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade. Por ganância farão de vós negócio, com palavras fingidas. Para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (2 Pe.2:1-3). Por causa desses falsos mestres, muitos se esfriaram na fé, e abandonaram o primeiro amor. Porém, os que foram perseverantes foram salvos. Mas foram salvos de quê? Não está em foco aqui a salvação eterna dos crentes. Minutos antes de declarar tudo isso, Jesus havia dito: “Em verdade vos digo que TODAS ESTAS COISAS hão de vir sobre esta geração” (Mt.23:36). Por isso, assim que os discípulos receberam o Espírito Santo no Pentecostes, a Escritura diz que Pedro “com muitas outras palavras dava testemunho, e os exortava, dizendo: SALVAI-VOS DESTA GERAÇÃO PERVERSA” (At.2:40).

Aquela geração que viveu nos dias de Jesus seria o receptáculo da ira divina. Aquelas profecias de Jesus não apontavam para um futuro distante, ou para alguma geração futura, mas para aquela geração. Jesus afirmou: “Em verdade vos digo que não passará ESTA GERAÇÃO sem que TODAS ESTAS COISAS ACONTEÇAM” (Mt.24:34). E realmente, menos de quarenta anos depois que Jesus falou estas coisas, Jerusalém caiu, e juntamente com ela o seu soberbo templo, e tudo o que ainda restava da velha aliança. Era, portanto, daquela geração que seriam salvos os que perseverassem até o fim.

A Igreja Triunfante durante a Tribulação

Mesmo diante de toda a apostasia, e toda a perseguição que a Igreja sofreria durante aquele tempo, Jesus garantiu que nada impediria o avanço do Evangelho. Antes que Jerusalém fosse derrubada, as Boas Novas do Reino já teriam sido pregadas em todo o mundo. Certamente, tal promessa fez brilhar os olhos dos discípulos.

O Evangelho pregado em todo Mundo

“E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações (etnias). Então virá o fim” (Mt.24:14). Será que esta profecia aponta realmente para um futuro ainda distante? Ou será que ela, de alguma maneira, já teve o seu cumprimento também no primeiro século? Primeiro, precisamos nos inteirar acerca do significado do termo “mundo” aqui. A palavra traduzida do grego é Oikumene que quer dizer mundo habitado. Esta palavra era comumente usada para referir-se à extensão do império romano. Por exemplo, em Lucas 2:1, lemos que César Augusto decretou o “recenseamento de todo o mundo habitado”. É lógico que ele não queria que se fizesse um censo que abrangesse todo o planeta. O que estava em foco era a totalidade de territórios dominados pelo império romano. Quando se referia ao mundo como um todo, geralmente se usava a palavra kosmos, e não Oikumene. Por exemplo, “Deus amou o kosmos que deu seu filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna”(Jo.3:16). Escrevendo aos Colossenses, Paulo chega a declarar que no seu tempo o Evangelho “foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu” (Col.1:23). Na mesma epístola ele diz: “Em todo o mundo este evangelho vai frutificando” (Col.1:6).

Tal testemunho encontra eco nos escritos de Lucas acerca dos atos apostólicos. A começar pelo dia de Pentecostes. Lucas nos informa que naquele dia, “em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu” (At.2:5). Todos eles tiveram que ouvir o testemunho dos discípulos acerca do Reino de Deus, e isto, em suas línguas nativas. Quando acabou a festa de Pentecostes, muitos deles retornaram às suas nações de origem, e levaram consigo o testemunho do Evangelho. Lucas também nos informa que em apenas dois anos “todos os que habitavam na Ásia ouviram a palavra do Senhor Jesus” (At.19:10). Não foi em vão que os judeus de tessalônica exclamaram acerca dos discípulos: “Estes que têm alvoroçado o mundo, chegaram também aqui” (At.17:6).

Há testemunhos históricos de que o Evangelho tenha se expandido por todo o continente asiático ainda no primeiro século. Sabemos, por fonte histórica, que os judeus assírios que presenciaram o derramamento do Espírito no Pentecostes, e que abraçaram o Evangelho quando ouviram o sermão pregado por Pedro, ao retornarem à Mesopotâmia, levaram consigo as Boas Novas do Reino de Deus. Mais tarde, o apóstolo Tomé foi enviado àquela região, e discipulou muitos assírios. Ali, ele manteve sua missão até 45 d.C., cerca de doze anos após a ascensão de Cristo. Depois disto, dirigiu-se à Índia, e lá foi o pioneiro na evangelização daquele povo. Coube aos missionários assírios levar a mensagem de Cristo até os lugares mais longínquos da Ásia, incluindo o Tibete, a Mongólia, a China, o Japão, e a Indonésia.

Levando-se em conta que o Evangelho deveria ser pregado à todas etnias, podemos afirmar com certeza que ainda na primeira metade do primeiro século, cada grupo étnico havia sido alcançado. Desde os negros da África, passando pelos europeus, pelos árabes, até os amarelos (de quem descendem os índios), todas as etnias matrizes foram evangelizadas.

Não queremos diminuir a importância que se tem em pregar o evangelho a toda criatura. Cremos piamente que o mandato de Jesus para a Sua Igreja, não importando a era em que ela estiver vivendo, é e sempre será: “Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura”(Mc.16:15) e “Ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt.28:19). Isto é indiscutível. Porém, uma coisa é discipular as nações, e outra é pregar o evangelho do reino apenas para fins de testemunho. Quando Jesus afirmou que antes do fim daquela era (aión), o Evangelho do Reino teria que ser pregado em todo mundo (Oikumene), Ele não estava falando acerca do mandato de discipular as nações, a fim de que elas se rendessem à Sua soberania, e sim, acerca do testemunho que deveria ser dado a elas, antes que chegasse o fim daquela era. E isso foi cumprido no primeiro século, como já vimos através de algumas passagens bíblicas.

Há ainda uma passagem que não nos permite torcer o seu sentido, e que comprova a veracidade do que temos defendido até aqui. Trata-se de Mateus 10:23. Leia com atenção a afirmação que Jesus faz nesse texto:

“Quando vos perseguirem nesta cidade, fugi para outra. Em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel até que venha o Filho do homem.”

Não vejo alternativa senão crer que, de fato, o Evangelho do Reino foi anunciado à todas etnias da Terra antes da queda de Jerusalém, quando o Filho do homem veio em juízo contra o povo que O rejeitou.

É bom enfatizarmos que a Grande Comissão ainda está por findar-se. Nós ainda não discipulamos as nações. Entretanto, já antes do fim daquela era, representantes de todas as etnias já haviam recebido o testemunho do reino de Deus. Uma coisa é discipular, e outra é testemunhar.

Alguém poderá objetar: - E quanto aos índios que a essa época já viviam no continente americano? Provavelmente os índios não ouviram o testemunho do Evangelho, entretanto, a etnia que lhes deu origem (Possivelmente os Mongóis) ouviu o testemunho de Deus.


A Abominação da Desolação

Em Mateus lemos: “Portanto quando virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes. Quem estiver sobre o telhado não desça a tirar alguma coisa de sua casa. Quem estiver no campo não volte atrás a buscar as suas vestes. Mas ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado” (24:15-20). Primeiro, precisamos entender um pouco sobre esta tal abominação da desolação de que falou Daniel. Para investigarmos isso, é necessário recorrer à visão que teve o profeta.

A Septuagésima Semana

Depois de orar por vinte e um dias consecutivos, Deus enviou o anjo Gabriel para confortar Daniel, e fazê-lo entendido acerca daquilo que haveria de acontecer ao seu povo. Disse o anjo ao profeta:

“Daniel, agora vim para fazer-te entender o sentido. No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para declará-la a ti, porque és muito amado. Portanto, considera a mensagem, e entende a visão: Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, e dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos Santos”.
Daniel 9:22-24.

É ponto pacífico entre os teólogos que essas setenta semanas referem-se a semanas de anos. Portanto, significam literalmente 490 anos.

O que é que aconteceria dentro desse prazo? O pecado seria expiado, e a justiça de Deus seria, por conseguinte, satisfeita. Além disso, o Santo dos Santos seria ungido.

Tudo isso aconteceu na primeira vinda de Cristo. Pela Cruz, a iniqüidade do mundo foi expiada, e a justiça divina satisfeita. Com a ressurreição, o Santo dos Santos foi ungido.

O anjo prosseguiu:

“Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até o Ungido, o Príncipe, sete semanas, e sessenta e duas semanas. As praças e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos.”
V.25.

Quando Daniel recebeu essa visão, Jerusalém havia sido destruída por Nabucodonosor, rei da Babilônia. Entretanto, Deus estava prometendo que aquela cidade ainda haveria de ser restaurada. Em 457 aC. foi promulgado o decreto do rei Artaxerxes, concedendo a Esdras a autorização de começar a reconstrução de Jerusalém. 69 semanas de anos depois, ou 483 anos, chegamos precisamente à época em que Jesus iniciou o Seu ministério público. Trata-se de uma exatidão extraordinária, que só pode ser explicada levando-se em conta a incontestável inspiração do texto sagrado.

E o texto profético prossegue: “Depois das sessenta e duas semanas será cortado o Ungido, e não será mais...” (v.26a ).

À essas 62 semanas devem ser somadas as 7 primeiras semanas, totalizando 69 semanas. Com a morte do Ungido (em grego é Christos), a iniqüidade teria sido expiada, e a justiça divina vindicada. Ora, se o Ungido seria cortado depois das 69 semanas, logo, concluímos que Ele foi morto na 70a Semana. Isso derruba de vez a teoria de que a 70a Semana ainda virá, e que entre a 69a e a 70a haveria uma espécie de intervalo (tal teoria é defendida pelos dispensacionalistas) Diante do fato de que o Ungido foi cortado depois da 69a semana, só podemos concluir que tal teoria não passa de uma falácia.

Se acreditarmos no fato de que a 70a Semana ainda está pra vir, teremos que admitir que o pecado ainda não foi expiado, e que Cristo não era o Ungido que estava pra vir. Isso seria um absurdo!

Uma vez que Jerusalém rejeitara o seu Rei, nada lhe restara senão a destruição. A morte de Cristo na Cruz selou o destino daquela cidade. Por isso, na seqüência da profecia lemos: “e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário. O seu fim será como uma inundação: Até o fim haverá guerra, e estão determinadas desolações” (v.26).

A Identidade do Príncipe que destruiria Jerusalém

Muito se tem discutido acerca da identidade do tal príncipe. Quem seria ele, afinal? Certamente não se está falando do Ungido. Trata-se de Tito, general romano que veio a se tornar imperador, e que no ano 70 d.C. invadiu Jerusalém e a destruiu juntamente com o seu soberbo templo. Antes disso, porém, os judeus vivenciaram quatro anos consecutivos de guerra. Sobre isso escreveu exaustivamente o historiador judeu Flávio Josefo.

A destruição de Jerusalém está profundamente ligada à rejeição do Messias por parte dos judeus.

Lucas narra o episódio em que Jesus “vendo a cidade, chorou sobre ela, dizendo: Ah! Se tu conhecesses, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora isso está encoberto aos teus olhos. Dias virão sobre ti em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te apertarão de todos os lados. Derrubar-te-ão, a ti e a teus filhos que dentro de ti estiverem. Não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste o tempo da tua visitação” (Lc.19:41-44).

Cristo ou o Anticristo?

Logo em seguida, o anjo diz: “Ele confirmará uma aliança com muitos por uma semana, mas na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de cereais” (v.27). De quem o anjo estava falando, agora? Alguns entendem que a pessoa em foco aqui é o tal príncipe, ou o império que ele representa. Os que acreditam que a 70a Semana ainda virá, crêem que se trata do Anticristo. Nós, porém, temos razões fortes para crer que esta passagem fale do Ungido, e não do príncipe que destruiria Jerusalém. E que razões seriam estas? Primeiro, no texto em hebraico, o sujeito está oculto. Portanto, ambas as posições parecem plausíveis do ponto de vista lingüístico. Tanto o Ungido, quando o príncipe que virá se encaixam perfeitamente. Porém, do ponto de vista teológico, temos que admitir que é o Ungido o sujeito oculto desta passagem. E por quê?
Primeiro: Em Mateus 26:28 encontramos Jesus na última ceia apresentando o cálice que representava o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos. Isso se encaixa perfeitamente na passagem de Daniel. A aliança ali mencionada é a Nova Aliança feita no sangue de Cristo. Essa aliança foi feita na 70a semana de Daniel. Os muitos mencionados nessa passagem são os eleitos de todas as eras. No meio dessa semana ( a 70a, é claro ), Cristo fez cessar o sacrifício. O escritor de Hebreus ressalta que Cristo “havendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus”. Portanto, “já não resta mais sacrifício pelos pecados” (Hb.10:12, 26b).

Diante destas afirmações, concluímos que não foi Tito, o general romano, quem fez cessar o sacrifício. Foi Cristo, o Santo dos Santos, que invalidou pelo o Seu sangue todos os demais sacrifícios. Ainda que, depois de Sua morte, os sacrifícios continuassem a ser oferecidos, eles já não possuíam valor algum diante de Deus (Hb.9:9-10).

Se não restava sacrifício pelos pecados, tudo o que os sacerdotes ofereciam a Deus depois que Cristo foi sacrificado não passava de abominação. E sobre a asa das abominações viria o assolador. Por que Deus não reagiu quando as legiões romanas invadiram o templo e o destruíram? Simplesmente porque a glória do Senhor já não estava ali. Quando o sacrifício contínuo perdeu seu valor aos olhos de Deus, tudo o que era oferecido naquele altar era fogo estranho para Deus.

É interessante que Flávio Josefo relata que pouco antes do templo ser invadido e destruído pelas hordas romanas, no dia em que se comemorava a festa de Pentecostes, ao entrarem no templo para ministrarem as ofertas prescritas na Lei, os sacerdotes ouviram um movimento e um ruído, e então, uma voz, como se uma multidão angelical dissesse: Vamos partir daqui! Os sacerdotes ficaram atônitos e aterrorizados diante do que ouviram! De fato, a glória do Senhor já havia se afastado daquele templo para sempre!

Lucas registra as seguintes palavras de Jesus: “Quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabereis que é chegada a sua desolação” (21:20).

Foi no ano 70 d.C. que Tito, filho do Imperador Vespasiano, cercou Jerusalém, e em seguida a invadiu, destruindo por completo o seu templo, não deixando pedra sobre pedra daquele que era uma das sete maravilhas do mundo antigo.

Muitos historiadores se impressionam com o fato de os cristãos terem escapado daquela destruição. Mas isso se deveu ao alerta que Jesus lhes fez.

“Os que estiverem na Judéia, fujam para os montes, os que estiverem no meio da cidade, saiam, e os que estiverem nos campos, não entrem nela. Pois dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias! Haverá grande aperto na terra, e ira sobre este povo (os judeus).”
Lucas 21:21-23.

A preocupação de Jesus com as grávidas se devia ao fato de que, para um soldado romano era um prazer tirar a vida de uma gestante, por acreditar que estaria matando um inimigo em potencial, um futuro soldado inimigo.

Eusébio conta que os cristãos, lembrando-se daquelas advertências do Mestre, diante da aproximação das tropas romanas, fugiram para Pela, entre as montanhas, há mais ou menos 27 quilômetros do sul do mar da Galiléia.

Era chegado o dia da vingança de Deus contra aqueles que O haviam trocado pelos ídolos dos gentios, e trocado a Sua Palavra pelas tradições dos anciãos. Assim como Ló foi poupado quando a ira de Deus caiu sobre Sodoma; Cristo desejou poupar a Igreja do cálice que se derramaria sobre a Jerusalém apóstata.

A espada de Deus estava nas mãos de Tito, como estivera um dia nas mãos de Nabucodonosor, ( ver Ez.30:25 ) para castigar os filhos de Israel que haviam se apostatado, indo após outros deuses, e dando as costas ao seu Redentor. Ele veio para o que era Seu, mas os Seus o rejeitaram! O próprio Tito, que mais tarde tornou-se o Imperador de Roma, admitiu: “Lutamos com Deus do nosso lado; pois foi Deus que expulsou os judeus de seus baluartes; pois que poderiam ter feito máquinas ou mãos nuas contra muros e torres como essas?” (Josefo, “Guerras”, livro 6 cap.9).

No dia 8 de setembro de 70 d.C. Jerusalém foi reduzida a escombros. Exatamente no mesmo dia em que Nabucodonosor a tinha destruído no ano 1468 de sua fundação.

Foi devido à rejeição do Messias por parte dos judeus que a destruição veio sobre Jerusalém e seu templo. Por isso, na seqüência do versículo lemos: “E sobre a asa das abominações virá o assolador, até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador” (v.27b).

O assolador nesta passagem corresponde a Roma, que foi a responsável pela destruição total de Jerusalém e seu santuário. Na última parte do versículo, lemos que Deus também determinara a destruição do assolador. No final das contas, tanto a Jerusalém apóstata, quanto o Império Romano haveriam de ser destruídos. Cerca de quatrocentos anos depois de haver destruído Jerusalém (476 d.C.), Roma foi invadida e saqueada pelos bárbaros, caindo assim o Império que dominou o mundo por mil anos
http://escatologiareinista.blogspot.pt/

Cumprimento cirúgico.

É preciso ter intrepretações não ortodoxas e muita ginástica para refutar algo tão simples e cumprido de forma tão fartamente documentada.

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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por gusto em Sab 29 Jun 2013, 5:22 pm

"...E verão no céu o sinal do Filho do homem, vindo sobre as nuvens".

Veja que a Palavra diz: Logo após a referida tribulação...

Se a referida tribulação aconteceu naqueles dias, por que o Filho do homem ainda não veio?

gusto
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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por Eterna em Sab 29 Jun 2013, 6:42 pm

Porque ele não virá! Cristo deixou claro que enviaria o Consolador!

João 15:26 - Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

O Consolador já veio e está entre nós, mas muitos não o reconhecem, assim como não reconheceram o próprio Cristo.


Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.

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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por gusto em Sab 29 Jun 2013, 10:11 pm

Eterna escreveu:Porque ele não virá! Cristo deixou claro que enviaria o Consolador!

João 15:26 - Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

O Consolador já veio e está entre nós, mas muitos não o reconhecem, assim como não reconheceram o próprio Cristo.
Esqueceu que o consolador dará testemunho Dele? Da verdade?

E que o pai da mentira já plantou o joio?


gusto
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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por Jarbas em Sab 29 Jun 2013, 11:13 pm

gusto escreveu:"...E verão no céu o sinal do Filho do homem, vindo sobre as nuvens".

Veja que a Palavra diz: Logo após a referida tribulação...

Se a referida tribulação aconteceu naqueles dias, por que o Filho do homem ainda não veio?

 eba ...é por causa desta parte aqui gusto..."O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol."  (Eclesiastes 1 : 9)...as profecias se repetirão, por isto mesmo é que o Senhor Jesus está falando do fim dos tempos, o qual está bem próximo...Wink 



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


"O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio."
  (Provérbios 8 : 13)

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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por Eterna em Sab 29 Jun 2013, 11:19 pm

gusto escreveu:
Eterna escreveu:Porque ele não virá! Cristo deixou claro que enviaria o Consolador!

João 15:26 - Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

O Consolador já veio e está entre nós, mas muitos não o reconhecem, assim como não reconheceram o próprio Cristo.
Esqueceu que o consolador dará testemunho Dele? Da verdade?

E  que o pai da mentira já plantou o joio?


Não esqueci não, filho! Mas vocês mesmo não entendem porque até agora ele não veio como gostariam que viesse!









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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por Jarbas em Sab 29 Jun 2013, 11:38 pm

Eterna escreveu:
gusto escreveu:
Eterna escreveu:Porque ele não virá! Cristo deixou claro que enviaria o Consolador!

João 15:26 - Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

O Consolador já veio e está entre nós, mas muitos não o reconhecem, assim como não reconheceram o próprio Cristo.
Esqueceu que o consolador dará testemunho Dele? Da verdade?

E  que o pai da mentira já plantou o joio?


Não esqueci não, filho! Mas vocês mesmo não entendem porque até agora ele não veio como gostariam que viesse!








 mas virá eterna, temos que ter paciência... "Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma."  (Tiago 1 : 4)


22  Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.
23  Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.


vc fala do Cristo, mas ao que parece nem sabe o que significa a palavra Cristo, pois tu mesmo quer ser seu Cristo através de múltiplas reencarnações. Os pecados só são perdoados através do nome de Jesus Cristo para àqueles que creem ...Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados.



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por Eterna em Sab 06 Jul 2013, 8:57 pm

Jarbas escreveu:
Eterna escreveu:
gusto escreveu:
Eterna escreveu:Porque ele não virá! Cristo deixou claro que enviaria o Consolador!

João 15:26 - Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

O Consolador já veio e está entre nós, mas muitos não o reconhecem, assim como não reconheceram o próprio Cristo.
Esqueceu que o consolador dará testemunho Dele? Da verdade?

E  que o pai da mentira já plantou o joio?


Não esqueci não, filho! Mas vocês mesmo não entendem porque até agora ele não veio como gostariam que viesse!








 mas virá eterna, temos que ter paciência... "Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma."  (Tiago 1 : 4)


22  Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.
23  Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.


vc fala do Cristo, mas ao que parece nem sabe o que significa a palavra Cristo, pois tu mesmo quer ser seu Cristo através de múltiplas reencarnações. Os pecados só são perdoados através do nome de Jesus Cristo para àqueles que creem ...Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados.

Peraí,  depois de tanto tempo postando por aqui você não entendeu nada do que eu disse! Mas isto parece ser por pura conveniência.

Os espíritas não desejam ser o próprio Cristo, mas seguir a luz do Cristo porque ele nos disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim (João 14:6).

Cada um de nós é uma individualidade! Como então poderemos ser Cristo se ele é uma individualidade única, assim como cada um de nós?
 


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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por Jarbas em Dom 07 Jul 2013, 7:16 pm

Eterna escreveu:
Jarbas escreveu:
Eterna escreveu:
gusto escreveu:
Eterna escreveu:Porque ele não virá! Cristo deixou claro que enviaria o Consolador!

João 15:26 - Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

O Consolador já veio e está entre nós, mas muitos não o reconhecem, assim como não reconheceram o próprio Cristo.
Esqueceu que o consolador dará testemunho Dele? Da verdade?

E  que o pai da mentira já plantou o joio?


Não esqueci não, filho! Mas vocês mesmo não entendem porque até agora ele não veio como gostariam que viesse!








 mas virá eterna, temos que ter paciência... "Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma."  (Tiago 1 : 4)


22  Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.
23  Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.


vc fala do Cristo, mas ao que parece nem sabe o que significa a palavra Cristo, pois tu mesmo quer ser seu Cristo através de múltiplas reencarnações. Os pecados só são perdoados através do nome de Jesus Cristo para àqueles que creem ...Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados.

Peraí,  depois de tanto tempo postando por aqui você não entendeu nada do que eu disse! Mas isto parece ser por pura conveniência.

Os espíritas não desejam ser o próprio Cristo, mas seguir a luz do Cristo porque ele nos disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim (João 14:6).

Cada um de nós é uma individualidade! Como então poderemos ser Cristo se ele é uma individualidade única, assim como cada um de nós?
 

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não é somente seguir os ensinamentos de Jesus, mas também crer que é só pelo sangue Dele derramado na cruz é que os pecados são perdoados; não adianta ficar dando voltas e negar o sacrifício vicário de Jesus Cristo... "Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus."  (I Coríntios 1 : 18)



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


"O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio."
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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por abençoado em Sex 12 Jul 2013, 10:23 pm

gusto escreveu:"...E verão no céu o sinal do Filho do homem, vindo sobre as nuvens".

Veja que a Palavra diz: Logo após a referida tribulação...

Se a referida tribulação aconteceu naqueles dias, por que o Filho do homem ainda não veio?

 http://www.monergismo.com/textos/preterismo/jesus-vindo-nuvens_smith.pdf

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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por abençoado em Sex 12 Jul 2013, 10:26 pm

Eterna escreveu:Porque ele não virá! Cristo deixou claro que enviaria o Consolador!

João 15:26 - Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

O Consolador já veio e está entre nós, mas muitos não o reconhecem, assim como não reconheceram o próprio Cristo.

 Não pode chegar a esta conclusão..por enviar o COnsolador você não pode deduzir que Jesus não voltará, aliás isto sequer tem respaldo bíblico, é até herético.

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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por gusto em Sab 13 Jul 2013, 10:41 am

abençoado escreveu:
gusto escreveu:"...E verão no céu o sinal do Filho do homem, vindo sobre as nuvens".

Veja que a Palavra diz: Logo após a referida tribulação...

Se a referida tribulação aconteceu naqueles dias, por que o Filho do homem ainda não veio?

 http://www.monergismo.com/textos/preterismo/jesus-vindo-nuvens_smith.pdf
São duas perguntas feita pelos discípulos;

Quais os sinais disso, a destruição de Jerusalém, e da Sua volta, logo Jesus deu duas respostas, uma para o ano 70 DC e outra para o futuro.

A doutrina apresentada deixa coisas sem respostas, como por exemplo textos de Apocalípse como este:

AP 20:6;
Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.

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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por Eterna em Dom 14 Jul 2013, 3:42 pm

Jarbas escreveu:
Eterna escreveu:
Jarbas escreveu:
Eterna escreveu:
gusto escreveu:
Eterna escreveu:Porque ele não virá! Cristo deixou claro que enviaria o Consolador!

João 15:26 - Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

O Consolador já veio e está entre nós, mas muitos não o reconhecem, assim como não reconheceram o próprio Cristo.
Esqueceu que o consolador dará testemunho Dele? Da verdade?

E  que o pai da mentira já plantou o joio?


Não esqueci não, filho! Mas vocês mesmo não entendem porque até agora ele não veio como gostariam que viesse!








 mas virá eterna, temos que ter paciência... "Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma."  (Tiago 1 : 4)


22  Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.
23  Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.


vc fala do Cristo, mas ao que parece nem sabe o que significa a palavra Cristo, pois tu mesmo quer ser seu Cristo através de múltiplas reencarnações. Os pecados só são perdoados através do nome de Jesus Cristo para àqueles que creem ...Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados.

Peraí,  depois de tanto tempo postando por aqui você não entendeu nada do que eu disse! Mas isto parece ser por pura conveniência.

Os espíritas não desejam ser o próprio Cristo, mas seguir a luz do Cristo porque ele nos disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim (João 14:6).

Cada um de nós é uma individualidade! Como então poderemos ser Cristo se ele é uma individualidade única, assim como cada um de nós?
 

entendi sim eterna Wink

não é somente seguir os ensinamentos de Jesus, mas também crer que é só pelo sangue Dele derramado na cruz é que os pecados são perdoados; não adianta ficar dando voltas e negar o sacrifício vicário de Jesus Cristo... "Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus."  (I Coríntios 1 : 18)


Jarbas, meu querido, crer que Cristo derramou seu sangue para nos salvar deveria colocar em xeque o poder de Deus que desconheceria que mesmo após dois milênios o homem continuaria a cometer os mesmos erros do passado, tendo o sangue de um justo sido derramado em vão.

Cristo também sabia disso e não foi por menos que falou sobre o Consolador;

Essa passagem é bastante explícita:

João 14:26 - Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.

Aqui é o caso para indagar porque o Consolador deverá ensinar e lembrar tudo quanto o Cristo havia dito, senão pelo conhecimento de que suas palavras seriam esquecidas e deturpadas.

Talvez até por comodismo o homem precisa crer que Cristo morreu para nos salvar. Mas o comodismo não é bom conselheiro e todos nós precisamos dos nossos heróis. Cristo morreu para deixar a mensagem sobre uma nova era. Essa  nova era evoca um novo homem - não aquele que se sente salvo sem qualquer merecimento - mas aquele que renasce através do próprio esforço para ser melhor destruindo seus inimigos interiores como os ressentimentos, preconceito, inveja, etc.


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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por Eterna em Dom 14 Jul 2013, 3:56 pm

abençoado escreveu:
Eterna escreveu:Porque ele não virá! Cristo deixou claro que enviaria o Consolador!

João 15:26 - Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.

O Consolador já veio e está entre nós, mas muitos não o reconhecem, assim como não reconheceram o próprio Cristo.

 Não pode chegar a esta conclusão..por enviar o COnsolador você não pode deduzir que Jesus não voltará, aliás isto sequer tem respaldo bíblico, é até herético.

 Então me dê o respaldo bíblico porque ainda não o encontrei!


Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.

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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por Eterna em Dom 14 Jul 2013, 4:06 pm

gusto escreveu:
abençoado escreveu:
gusto escreveu:"...E verão no céu o sinal do Filho do homem, vindo sobre as nuvens".

Veja que a Palavra diz: Logo após a referida tribulação...

Se a referida tribulação aconteceu naqueles dias, por que o Filho do homem ainda não veio?

 http://www.monergismo.com/textos/preterismo/jesus-vindo-nuvens_smith.pdf
São duas perguntas feita pelos discípulos;

Quais os sinais disso, a destruição de Jerusalém, e da Sua volta, logo Jesus deu duas respostas, uma para o ano 70 DC e outra para o futuro.

A doutrina apresentada deixa coisas sem respostas, como por exemplo textos de Apocalípse como este:

AP 20:6;
Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.


Não se atormente com a parte que você não entende! Os melhores estudiosos bíblicos até hoje não conseguem compreender o apocalipse! Procure fazer da melhor forma possível a parte que você entende e a sabedoria será acrescentada.


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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

Mensagem por DANNILO STELIO em Sex 11 Abr 2014, 9:20 am

gusto escreveu:
abençoado escreveu:
gusto escreveu:"...E verão no céu o sinal do Filho do homem, vindo sobre as nuvens".

Veja que a Palavra diz: Logo após a referida tribulação...

Se a referida tribulação aconteceu naqueles dias, por que o Filho do homem ainda não veio?

 http://www.monergismo.com/textos/preterismo/jesus-vindo-nuvens_smith.pdf
São duas perguntas feita pelos discípulos;

Quais os sinais disso, a destruição de Jerusalém, e da Sua volta, logo Jesus deu duas respostas, uma para o ano 70 DC e outra para o futuro.

A doutrina apresentada deixa coisas sem respostas, como por exemplo textos de Apocalípse como este:

AP 20:6;
Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.

Na verdade, existem várias respostas para essa passagem de Apocalipse 20.6.
Mas não vou expô-las aqui, pois o tema já foi bem dissecado no tópico AS DUAS RESSURREIÇÕES.

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Re: Predições de Cristo e Abominação da Desolação

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