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Filme "16 Luas" Estimulando o Ódio aos Cristãos no Imaginário Coletivo

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Filme "16 Luas" Estimulando o Ódio aos Cristãos no Imaginário Coletivo

Mensagem por silvamelo em Dom 24 Mar 2013, 2:41 pm



Sinopse:
Cidade de Gatlin, na Carolina do Sul, Estados Unidos. Ethan Wate (Alden Ehrenreich), é um estudante do terceiro ano do colegial, que não vê a hora de sair do local. Ele considera Gatlin uma cidade pacata demais, onde nada de interessante acontece, mas se vê preso ao local por ter que cuidar de seu pai, que não deixa o quarto desde que a esposa faleceu em um acidente de carro. Já há alguns meses Ethan é atormentado por sonhos misteriosos, onde vê uma garota desconhecida. Um dia, ele a encontra em sua sala de aula. Trata-se de Lena Duchannes (Alice Englert), uma aluna nova de 15 anos que acaba de chegar de outro estado e que está morando com o tio, Macon Ravenwood (Jeremy Irons), descendente de uma família de bruxos que fundou Gatlin. Macon e seus familiares têm fama de serem satanistas, o que faz com que boa parte da população da cidade nomeadamente cristã se volte contra eles. Não demora muito para que Ethan se interesse por Lena, sem saber que ela e os integrantes de sua família possuem poderes. Os dois se unem para enfrentar uma maldição sobrenatural que persegue a família dela há gerações: sempre que uma Duchannes completa 16 anos deve escolher entre ser uma feiticeira do bem ou do mal.

Dezesseis Luas parece ser mais um daqueles filmes de romance para adolecentes recheado de acontecimentos sobrenaturais e seres superpoderosos, o que não deixa de ser uma verdade. Entretanto, que ninguém se engane com essa aparente trama inocente ao estilo "Lua Nova e Crepúsculo". Um observador atento logo percebe o teor maquiavélico por trás da aparência, que visa denegrir a imagem do cristianismo ao apresentá-lo aos jovens como uma filosofia intolerante e digna de aversão até mesmo representando uma ameaça à sociedade, em detrimento do ocultismo que é apresentado como algo aceitável independentemente da inclinação boa ou má.

O cristianismo, de início, já é colocado como o vilão, enquanto que a feitiçaria recebe o papel de mocinho nos personagens do filme. Os chamados "cristãos" no filme são na verdade uma caricatura. Não desenvolvem nenhum papel relevante na trama, senão para amaldiçoar e condenar os descrentes, numa postura digna dos inquisitores da Idade Média, em nada condizentes com o verdadeiro cristianismo.

Lena Duchannes precisa encontrar uma maneira de controlar o seu destino antes de fazer 16 anos, pois, do contrário, não terá domínio sobre a escolha da sua vida, que pode ser do bem ou do mal. Na sua busca, Lena descobre que o seu amor deve morrer para que ela possa ser escolhida como bruxa do bem, o que ela não acata. Mas seu tio Macon, um bruxo do mal que se tornou bruxo do bem, sabendo da desventura de sua sobrinha, resolve se dar em sacrifício, morrendo ele mesmo no lugar de Ethan para assim quebrar a maldição e levar Lena para o lado do bem. No final Lena acaba equilibrando as duas forças, do bem e do mal, quebrando assim a maldição que estava sobre a sua família.

O filme está recheado de insultos à fé cristã, elementos ocultistas e simbologias maçônicas. Um verdadeiro caldeirão fervilhante prestes a cozinhar a mente dos incautos.

Eis aí a sociedade do futuro que os idealizadores de filmes como esse querem construir através do condicionamento dos jovens. Uma sociedade que não tolera a fé das pessoas e a combate cada vez mais, até o ponto de intolerância máxima como a que existiu no passado durante o império romano, onde aqueles que não abraçavam as religiões do império eram perseguidas e mortas.
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