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As origens do CHICO depois do BENTO!

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As origens do CHICO depois do BENTO!

Mensagem por Ed em Ter 19 Mar 2013, 8:31 am

Não se trata de uma história para crianças. Você vai sentir calafrios!

“E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres.” – Apocalipse 17.3

“E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.” – Apocalipse 13.12

Introdução: Um pouco de História

Europa, Década de 1930.

O Nazifacismo cresce em poder totalitário após a quebra da Bolsa de Valores em Nova Iorque.

Acreditando na superioridade dos países do Eixo, as relações entre o General Argentino Juan Domingo Perón se estreitam.


O sonho de Perón é liderar, com a ajuda do Furher, sucessivos golpes de Estado no países vizinhos.

Argentina, Década de 1940.

       Em 1943, toma o poder o Grupo de Oficiais Unidos (GOU), constituído de oficiais nacionalistas liderados pelo General Perón.


Agentes alemães da Divisão de Inteligência Exterior, braço internacional da SS Nazista, iniciam atividades com toda liberdade e apoio do governo Peronista.

Com a ajuda destes agentes nazistas os militares argentinos organizam um golpe de Estado na Bolívia.

     Em 1945, cedendo às pressões externas e com o panorama desfavorável ao Eixo, a Argentina declara guerra à  Alemanha, “abandonando” a neutralidade.

      É o mês de Março, três meses antes do suposto suicídio de Hitler.

A Alemanha, na verdade, se beneficiaria com esta “declaração de guerra”. O teatro foi armado.

Argentina, Década de 1950.

A Casa Rosada e a Igreja Católica prosseguem em dar guarida a vários criminosos de guerra. A rede de proteção aos oficialato Nazistas é comandada pelo Vaticano e é desenvolvida com infiltrações na Suíça e na Cruz Vermelha Internacional.

       O governo da Argentina consegue acobertar a fuga de mais de 300 seguidores de Hitler e grande parte de seus colaboradores europeus.

       Entre os “órfãos” do III Reich que as asas Católicas afagaram com extremado cuidado estão:

   . Joseph Mengele, o “anjo da morte” de Auschwitz;

   . Klaus Barbie, o “açougueiro de Lyon”, chefe da Gestapo;

   . Ante Pavelic, o líder do governo católico-facista da Ustacha, responsável pela carnificina na Croácia Católica dos Urais;

   . Erich Priebke, oficial da SS que comandou a chacina de335 civis italianos em 1944;

   . Dino Sakie, comandante do campo de concentração Jasenovac na Croácia, onde 600 mil prisioneiros foram brutalmente massacrados;

   . Joseph Schwamberber, que assassinou 15 mil judeus na Polõnia;

   . Gerhard Bohne, líder do programa de eutanásia do Furher;

   . Adolf Eichmann, o oficial responsável pela execução da “solução final” que enviou para o extermínio milhões de judeus em campos de extermínios.

       O Exército de Perón recebe treinamento diretamente dos oficiais alemães, usando capacetes e uniformes exatamente iguais ao do III Reich.

       O Vaticano recebe do oficialato nazista pagamentos em ouro, prata, joias, obras de arte e uma diversidade incalculável de preciosidades que constituem o tesouro usurpado dos judeus na Europa.

       A Argentina tem um saldo com o Vaticano e, esta dívida será paga algum dia.

Vaticano/Argentina, Década de 1970.

       O grupo que compões a Camarilha do Vaticano, conhecida como “os fascistas”, olham com benevolência e carinho para as ditaduras militares na América Latina. O terror militar está no auge.

       O Arcebispo Pio Laghi é o eleito para o Núncio Apostólico na Argentina. Em 1976 profere uma palestra para o Exército Argentino, cita a teoria da guerra justa da Igreja Católica como sanção para que seja desenvolvida a campanha militar de terror contra os dissidentes.

       Os padres acompanham os prisioneiros torturados em suas últimas jornadas, dando-lhes a benção final da extrema unção, antes que fossem atirados algemados pelos militares no Atlântico Sul.

        Entre os líderes que apoiavam a ditatura na Argentina está o líder da Ordem dos Jesuítas, Jorge Mario Bergoglio, um dos queridinhos do Vaticano e do Papa.

       Bergoglio ordena a prisão e a tortura de dois de seus colegas jesuítas que se recusaram a obedecer uma ordem sua, Orlando Yorio e Francisco Jalics. Além destes, Bergoglio auxiliou inclusive no sequestro de filhos de subversivos do regime, dentre elas Ana de la Cuadra e sua bebê, levadas pelos militares, desaparecidas e jamais encontradas. A gravidade da questão é que Ana ainda estava grávida de 5 meses, um caso que remete às aplicações da Inquisição Medieval e Espanhola.

Argentina, Década de 1980.

        Enquanto explodem os escândalos sexuais ao redor do mundo, como no caso do padre Dino Cinel da paróquia de Nova Orleans, quando descobriu-se 160 horas de vídeos domésticos em formato cassete, que mostravam Cinel em atos sexuais com parceiros do mesmo sexo, incluindo pelo menos sete menores de idade, na Argentina, o arcebispo da Santa Sé Egardo Stoni, renuncia após ser acusado de abusar de pelo menos 47 seminaristas.

       Nenhum deles é preso e recebem o acobertamento do Papa João Paulo II que, um ano antes, sofre suas mais duras críticas na Argentina. O silêncio de Woityla já dura quase uma década e ele tem permanecido sem qualquer manifestação contrária aos assassinatos, torturas, desaparecimentos cometidos pelos generais.

       É notória e bem difundida a cumplicidade da hierarquia católica com a junta militar, permanecendo sem nenhuma palavra sequer vinda do “Santo Padre”, distanciando os católicos argentinos do Vaticano.

       Em sua visita posterior á Argentina, ele se recusou a receber as mães da Plaza de Maio, mulheres cujos familiares haviam disso desaparecidos sem deixar vestígios.

       É publicado, o livro Os carismas e a nova evangelização, pelo organizador do Sínodo de 1987, Paul-Josef Cordes, Bispo de Paderborn, na Alemanha. Ele é um grande advogado, defensor  dos novos movimentos internos do Vaticano (Neocatecumenato, Comunhão e Libertação e Folcolares) cuja missão é restarurar a Autoridade Totalitária Medieval do Papado. Cordes é nomeado vice presidente do Conselho Pontíficio para o Laicato pelo papa João Paulo II. Acima de Corde está o cardeal argentino Dom Pironio.

       Acima de Pirônio, o cardeal alemão e ex-soldado nazista que é presidente da Congregação para a Doutrina da Fé (antigamente chamada Inquisição),  que mantém discretamente o Papa João Paulo II sob “rédeas curtas”, Joseph Ratizinger.

       Segundo o livro existem dois movimentos missionários do passado que precisam ser recuperados: a ordem dos Franciscanos e a Ordem dos Jesuítas. O objetivo do livro é convencer os indecisos e “confortar” os membros. Segundo as definições apresentadas, estes movimentos são a essência da justificação para o Papado Totalitário. O Papa é o único protetor deles. Para eles é necessário defender a communio, ou seja, a Unidade da Igreja Católica Romana centralizada no Papa.

       Para todos os que anseiam por este dia em que o Papa terá poder absoluto sobre a regência mundial (religiosa, política, social), sob a tutela do argentino Dom Pironio, o cardeal alemão é e desenvolve em essência, o mesmo que foi realizado por Paulo de Tarso.

1. Os Jesuítas

       A história dos Jesuítas é arrolada na história como a atuação direta de um bando sanguinário, perpetradores de massacres das diversa espécies, formado por ávidos embusteiros, espoliadores e criminosos.

       A Companhia de Jesus foi fundada pelo Maçon e místico espanhol Ignácio de Loyola em 1534. A “ficha criminal” dos jesuítas é tanto extensa quanto assustadora.

       Estiveram envolvidos com a Rainha Catarina, a sanguinária. Atuaram em conluio com as Famílias Médicis e Bórgias. Sob o comando do Papa Clemente VII  a palavra de ordem era que os inimigos deveriam ser “exterminados ou lançados na prisão”.

       O único propósito deles era o total aniquilamento dos “hereges” e dissidentes do poder totalitário do Papado. Os sucessores de Clemente VII, Paulo IV e Pio IV, prosseguiram em uma “marcha de sangue” e, escrevendo ao Rei Carlos, assinalaram: “O melhor holocausto para Deus é o sangue dos inimigos da religião católica!”

       E uma das paginas mais trágicas da história tinha a assinatura e o aval dos jesuítas. Em 24 de Agosto de 1572, o Cardeal Lorena com as bênçãos pontificiais de Gregório XIII, realizou a NOITE DE SÃO BARTOLOMEU, uma carnificina descomunal e um banho de sangue arquitetado pelas hostes do inferno.

“E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração.” Apocalipse 17.6

       No Brasil a selvageria sob os povos indígenas é não somente aviltante, mas também relegada às fantasiosas e mirabolantes visões romanistas. No Brasil um dos mais sanguinários seguidores dos jesuítas foi José de Anchieta que assassinou friamente, em 1567, o calvinista Jean Jacuqes le Balleur, enforcando-o com suas próprias mãos. Denúncia bem documentada pelo Dr Aníbal Pereira dos Reis em seu livro: O Santo que Anchieta Matou.

2. Alemães e Argentinos. Nazistas e Jesuítas.

       O mundo sofre por alguns motivos cruciais: esquecer-se de DEUS; esquecer-se das Promessas de DEUS; esquecer-se da história conduzida por DEUS!

       A carnificina perpetrada pelo Vaticano e seus asseclas ainda não atingiu o seu ápice. O Senhor Jesus Cristo, sendo DEUS, profetizou uma “aflição de nunca houve” (Mateus 13.19), um sofrimento tal que, sem a Sua intervenção final a humanidade se auto destruiria.

       Os militares argentinos tiveram como mestres os oficiais nazistas. Não esvaneceu o sonho de uma Europa Unida sob um comandante mundial supremo. Ele apenas foi transferido para a América do Sul.

       Os jesuítas e os franciscanos, assassinos, pedófilos e homossexuais, continuam agindo nos bastidores. Manipulando, programando, dissimulando, ajustando.

       O Vaticano não descansa, age! A meta é dominar o mundo através de um líder político, com o aval do Papado. Uma Europa restaurada ao Império Romano do Atlântico aos Urais.

       Desejam “montar sobre a besta” (Apoc 17.3), dominar o mundo, reger as nações, exterminar os dissidentes. Uma piadinha do fim do mundo provavelmente tem duplo significado. A humildade tem trajes de cordeiro, mas fala como Dragão (Apol. 13.11).

       O plano, bem arquitetado prossegue. A sanha de poder agiganta-se diante dos nosso olhos, enquanto o mundo permanece debaixo de torpe e mórbida cegueira. De bom grado, rendem-se ao cumprimento da profecia divina.

       Em breve a “ferida mortal será curada” (Apoc.13.12), significando que o Anticristo literalmente imitará uma ressurreição para comprovar seu lugar de direito no Templo de DEUS (II Tess. 2.4). Mas, em figura, a cura aponta para o restabelecimento tanto do Romanismo Totalitário quanto para a força da  Ditadura Nazifacista antissemita, cujo único objetivo é o de exterminar Israel da face da Terra.

       Não é de se admirar que o novo papa seja o CHICO depois do BENTO.  E as multidões que se lhe sujeitam sequer percebem que o nome é provavelmente homenagem a Francisco Paulino Hermenegildo Teódulo Franco y Bahamonde, vulgarmente conhecido como Francisco Franco, que foi um militar, chefe-de-estado, ditador espanhol, criador do Fransquismo pós-guerra.

       E olhando para o homenageado, podemos achar incrível como sua postura, seu ar de superioridade e até seu bigodinho se assemelhar ao do Furher.

       Aliás, já de largo tempo correm os boatos que Hitler não cometeu suicídio e sim o fez um de seus sósias. E, como grande parte da súcia nazista, foi confortavelmente acomodado em terras Argentinas, envelheceu cercado de cuidados e gerou sua prole, ciceroneada pelos jesuítas.

       Se é verdade ou não, boato ou não, o fato de um Argentino suceder um Alemão na cadeira “púrpura e escarlata” (Apoc. 17.4), não deve nos ser de modo algum estranho, pois o ocorrido somente confirma os planos engendrados pelo Vaticano de reger a Terra concedendo autoridade a um soberano ditador mundial (Aoc 13.12-18).

3. Conclusão

       Urbi et Orbi, da cidade (Vaticano) para o Mundo (Governado por eles), continua vociferando a sanha mortal da Igreja Católica Romana. O diabo se ri, o mundo se dobra.

       E, enquanto isso, os santos se preparam, em breve serão arrebatados!

“Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda. E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.” – Apocalipse 22.11-12

       Ora, vem Senhor Jesus! Amém.


Pr Miguel Ângelo L Maciel

Março 2013

fonte

https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/fundamentalismo_biblico/conversations/messages/8020


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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