.....................................................
Que bom que você entrou Convidado
Últimos assuntos
» Palavras são palavras, nada mais do que palavras. Será?
Hoje à(s) 10:44 am por gusto

» Noticiário Escatológico
Hoje à(s) 10:26 am por gusto

» Um conselho aos debatedores de internet
Hoje à(s) 10:23 am por gusto

» A Verdadeira Liberdade
Hoje à(s) 10:02 am por gusto

» Frases
Hoje à(s) 9:54 am por gusto

» Livre arbítrio, auto idolatria
Ontem à(s) 10:47 pm por Lit San Ares

» A eleição torna-nos robôs?
Ontem à(s) 10:29 pm por Lit San Ares

» DESAFIO AOS DO LIVRE ARBITRIO
Ontem à(s) 9:45 pm por Lit San Ares

»  Endurecimeto do Faraó
Ontem à(s) 8:44 pm por Lit San Ares

Quem está conectado
46 usuários online :: 3 usuários cadastrados, Nenhum Invisível e 43 Visitantes :: 2 Motores de busca

gusto, Jarbas, Khwey

O recorde de usuários online foi de 2364 em Seg 19 Dez 2011, 5:49 pm
Consulta Bíblica
Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

o Banco Imobiliario da Prefeitura do RJ

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

o Banco Imobiliario da Prefeitura do RJ

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 22 Fev 2013, 7:40 am



Banco Imobiliário de Paes leva um 'revés'

Professores municipais reprovam o jogo do prefeito, com programas e obras da atual gestão. Na Câmara, oposição reage e cobra informções à prefeitura

POR CAIO BARBOSA
MARIA LUISA BARROS

Rio - A brincadeira da Prefeitura do Rio, que lançou uma versão especial do jogo Banco Imobiliário divulgando as obras de Eduardo Paes e distribuindo 20 mil exemplares a escolas municipais, está sendo reprovada até mesmo por profissionais de Educação da rede pública carioca, além de pedagogos de outros estados.

Escolas da Zona Norte que receberam o jogo fizeram críticas. Há professores e diretores que decidiram não utilizá-lo como material pedagógico ou recreativo.

Achamos inadequado. Não só pela questão política, mas também pelos erros de informação, como dizer que o valor de um imóvel em Deodoro é maior do que em Copacabana ou na Barra”, criticou a coordenadora pedagógica de uma das escolas, que pediu anonimato por medo de represálias.



A diretora de um Ciep até elogiou a ideia de mostrar um Rio contemporâneo, mas não o resultado final. “Parece que a cidade foi criada pelo prefeito. Vai acabar causando uma confusão na cabeça dos alunos, ainda mais os nossos, que estudam numa escola conhecida como Brizolão. Como fazer?”, brincou.

Paes não fala

A assessoria do prefeito alegou que ele não pôde falar sobre o tema por estar viajando. A prefeitura não vê o jogo como propaganda pessoal de Paes, mas da “cidade do Rio de Janeiro, que vive um momento especial com a Copa e as Olimpíadas”.

A reação dos vereadores ao jogo foi de surpresa e indignação após a notícia divulgada nesta quinta-feira pelo DIA. Eliomar Coelho e Paulo Pinheiro, do Psol, exigiram que a Câmara solicite à Secretaria de Educação informações sobre o projeto, quem o aprovou, custo e objetivos.

É uso indevido de dinheiro público para uma canalhice. Ou a gente começa a reagir a esses desmandos ou estamos perdidos”, disse Eliomar.

Mãe de estudante critica falta de uniforme no Twitter da secretária

A polêmica em torno da distribuição do jogo nas escolas cariocas ganhou as redes sociais e foi um dos assuntos mais debatidos ontem pelos internautas. No site IberoAmerica, que reúne as notícias mais comentadas nos países latinoamericanos, o lançamento do jogo foi um dos principais destaques entre as notícias sobre o Brasil.

O gasto da prefeitura foi criticado por pais de alunos no twitter da Secretária Municipal de Educação, Cláudia Costin. Uma mãe identificada como Jaqueline reclamou da falta de uniforme. “Meu filho só ganhou uma camisa, antes eram duas e até bermuda. E ainda pediram caderno”.

No Banco Imobiliário Cidade Olímpica vai ser permitido superfaturamento? E quantas prisões ele terá?”, postou a internauta LilyWonderland. A crítica também veio em tom de brincadeira. “Caiu na crackolandia, volte duas casas”, postou outro.

"Objetivo é atingir família dos alunos"

A estratégia eleitoral de fazer propaganda política junto ao público infantil foi alvo de discussões na Universidade de São Paulo (USP). “As crianças deveriam ser poupadas desse jogo político que as transformam em peças com o único objetivo de atingir as famílias”, analisa Cristiano Luis Lenzi, doutor em Ciências Sociais pela USP.

Segundo ele, cada vez mais os governos adotam táticas para antecipar campanhas de olho na reeleição. “É uma apropriação irresponsável dos recursos do estado”, afirmou Lenzi.

O Sindicato dos Professores (Sepe) questionou o uso pedagógico do jogo. “O que um aluno vai aprender calculando quanto lucro ele pode ter adquirindo uma Clínica da Família ou cobrando pedágio na Transoeste?”, disse em nota, criticando os baixos salários da categoria e as condições de trabalho nas escolas.


http://odia.ig.com.br/portal/rio/banco-imobiliário-de-paes-leva-um-revés-1.551911

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6000
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: o Banco Imobiliario da Prefeitura do RJ

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 23 Fev 2013, 7:10 am



Professores, especialistas e entidades mostram que jogo de Paes não foi boa ideia

POR CHRISTINA NASCIMENTO

Rio - O Banco Imobiliário com obras do prefeito Eduardo Paes pode ser considerado mais do que um marketing político. A enxurrada de críticas que vem sendo feita na internet levanta a questão para o fato de que a brincadeiracom crianças pode trazer visões equivocadas sobre a realidade.

Uma delas é a punição para o jogador que cair com o peão na casa “doação para projeto social”. Neste caso, $ 200.000 são descontados do participante na rodada.

Isso produz um ser humano que vê políticas compensatórias, de apoio à pobreza, como esmola. E o governo erra ao fazer isso. Ele está treinando crianças e adolescentes para enxergarem iniciativas em favor de minorias como algo desnecessário, que, por isso, merece punição. A visão pedagógica é equivocada”, afirmou o sociólogo e professor da UFRJ Paulo Baía.


Tabuleiro do Banco Imobiliário na versão da prefeitura carioca, que tem despertado críticas de especialistas a respeito de suposto uso político do jogo entre os estudantes da rede municipal de ensino | Foto: Reprodução

No jogo, a promoção dos empreendimentos de Paes é inquestionável. Uma das cartas de “Sorte” informa ao jogador que ele vai se mudar para o Bairro Carioca — conjunto habitacional, em Triagem, que foi inaugurado no ano passado pelo prefeito.

A outra boa notícia que pode sair é que o BRT — corredor de ônibus — vai chegar ao bairro de quem está na partida e, com isso, poderá ser feita economia na passagem.

Estranhamente, um Revés — o que significa perder dinheiro no jogo — é a compra de ingressos especiais para a Copa de 2014. Nesta sexta-feira, o Ministério Público informou que está na 8ª Promotoria de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania um procedimento para analisar a compra do jogo pelo município.

A prefeitura diz que liberou o uso da marca Cidade Olímpica para a Estrela e, como achou o produto interessante, encomendou 20 mil Bancos Imobiliários para os estudantes da rede. Além da cessão do uso da imagem, o município pagou R$ 1.050.748 pelos jogos.

Nova discussão na sala de aula

A repercussão do jogo chegou às salas de aulas, mas agora de outra maneira. Vai virar tema de discussão. É o que vai fazer, por exemplo, o professor José Teixeira, que pretende levar aos seus alunos, do 6º anos do Ensino Fundamental até o Ensino Médio, a questão, que resiste no país e no mundo, de políticos misturarem o público com o privado.

Estou trabalhando como isso acontece e cria, em algumas situações, radicalismo no poder. É importante que os estudantes tenham consciência de que a máquina pública não deve servir à iniciativa privada”.

Bate-boca no Twitter

O secretário municipal de Cultura, Sérgio Sá Leitão, bateu boca com seguidores ao tentar defender o uso do jogo nas escolas. “É uma iniciativa fantástica de promoção da cidade. Inovadora e com amplo alcance. Chega de patrulha e caretice!”, escreveu ele, que foi provocado com a frase: “banco imobiliário que apresenta aparelhos e serviços públicos como empresas lucrativas é um absurdo”.

Rapidamente, um outro internauta entrou na discussão e respondeu ao secretário: “Faça inovação com seu dinheiro”. Sérgio, então, postou: “Você tem uma visão estreita e arcaica do papel do poder público”.


O secretário Sérgio Sá Leitão defende o novo Banco Imobiliário | Foto: Reprodução Internet

Em dezembro, Sérgio escreveu no Twitter “Quem teve a ideia de fazer este Banco Imobiliário Cidade Olímpica é um gênio”.

Versão de mentirinha vira febre na Internet

A revelação do jogo com as obras da prefeitura provocou uma verdadeira febre no Twitter. Como se vê no quadro nesta página, os usuários estão fazendo brincadeiras com as cartas “Sorte e Revés” associando-as a problemas de infraestrutura, segurança e serviços na cidade e no Estado.

As mensagens também criticam o preço dos imóveis do Rio: “Especulação imobiliária te empurrou para área de risco e mudanças climáticas aumentaram ao extremo.Perca tudo no próximo deslizamento”. Ou ao dinheiro dado pela prefeitura às escolas de samba: “Você é presidente de escola especial. Ganhe R$ 1 milhão sem precisar prestar contas”.


Foto: Reprodução Internet

Há quem lembrasse também os bueiros-vulcões, que em 2011 deixaram os cariocas em pânico. “Um bueiro em Nossa Senhora de Copacabana explodiu e caiu em cima do capô do seu carro. Volte 10 casas ”, twittou Fagner Torres.

Outro internauta, identificado como Gaúcha da Colina, lembrou o ex-prefeito Cesar Maia, que agora é vereador e pediu na Câmara explicações sobre ações na gestão de Paes: “Ex-prefeito entra com 53 atos legislativos para te pentelhar. Volte 2 casas”.

Internautas: abaixo-assinado para tirar jogo do mercado

Um abaixo-assinado, que está sendo feito por internautas, pede o recolhimento do jogo das obras de Eduardo Paes nas escolas do município. A Prefeitura do Rio, no entanto, já informou que continuará adotando a edição do polêmico Banco Imobiliário na rede de ensino.


Discrepância entre valores de aluguéis no Rio, que simulariam a realidade, intrigou educadores | Foto: Reprodução

Autor do documento que circula no Facebook, o universitário e militante da ONG Meu Rio, Rafael Rezende, 19 anos, acredita que a pressão feita pelo número de adesões possa motivar também a Estrela a repensar sobre a fabricação do banco versão “Cidade Olímpica”.

Até o início da noite desta sexta-feira, mais de 700 pessoas já tinham aderido ao movimento. Na página do Facebook da Estrela, um texto padrão está sendo replicado pelos internautas . Num dos trechos, está escrito: “Espaços urbanos, equipamentos e serviços públicos da cidade não são brinquedos e muito menos negócios altamente lucrativos para seus proprietários. E isso não deveria, de maneira alguma, ser ensinado para crianças.Exigimos que os jogos sejam retirados imediatamente de circulação”.

Procurada, a Estrela informou que não vai mais se pronunciar sobre o assunto. A edição especial "Cidade Olímpica" chegaria às lojas em maio — a preço sugerido de R$ 99,90.

Um dos argumentos seria levar os alunos a conhecer melhor a cidade do Rio e de ser um jogo de “importância pedagógica


http://odia.ig.com.br/portal/rio/professores-especialistas-e-entidades-mostram-que-jogo-de-paes-n%C3%A3o-foi-boa-ideia-1.552314

EVANGELISTA/RJ/MSN
administrador
administrador

Número de Mensagens : 6000
flag : Brasil
Data de inscrição : 14/04/2008

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum