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Diabete sem injeções

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Diabete sem injeções

Mensagem por Iane em Qui 20 Nov 2008, 4:50 pm

Foi autorizada, em agosto deste ano, pelo Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), um estudo pioneiro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto, para o tratamento de diabete tipo 1.

A doença, que é auto-imune (quando as células do pâncreas, que produzem insulina, são destruídas pelo próprio organismo), atinge, principalmente, crianças e adolescentes que representam de 5% a 10% dos diabéticos. Isso faz com que os doentes sejam obrigados a tomar injeções de insulina para regularizar o metabolismo de açúcar.

O novo método utiliza células chamadas de mesenquimais, que regeneram o pâncreas e impedem que ele seja atacado pelo sistema imunológico. “Não se trata de cura, mas de técnicas que suspendem a aplicação de insulina no paciente, que continuará se tratando com atividades físicas, alimentação saudável e controle da taxa de glicose.

Estamos apreensivos pelo pioneirismo da pesquisa e satisfeitos com o privilégio que prova que nós, brasileiros, conseguimos fazer estudos de alto nível”, comemora Carlos Eduardo Barra Couri, endocrinologista da equipe de transplante de células-tronco da USP de Ribeirão Preto.

Até agora, foi testado em apenas um paciente, cuja doença foi diagnosticada em até 4 semanas. E mais quatro, com a doença em fase inicial, estão na fila.
Se depender de estudos anteriores, o novo tratamento tem tudo para dar certo. Os mesmos pesquisadores publicaram, em 2007, na revista científica “Journal of The American Medical Association”, outra técnica que foi bem-sucedida em 13 de 15 pacientes com menos de 6 semanas de diabete tipo 1.

O primeiro paciente que testou o tratamento, que cria um novo sistema imunológico que não ataca o pâncreas, está há cerca de 4 anos sem precisar de injeção de insulina. (G.B.)
http://www.folhauniversal.com.br/integra.jsp?codcanal=9986&cod=140547&edicao=867


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Re: Diabete sem injeções

Mensagem por Adriane Cunha em Qui 20 Nov 2008, 8:32 pm

Contribuindo com o post acima...
Diabetes tipo 1...em busca da Cura
A Diabetes Tipo 1, também conhecida como diabetes juvenil, é diagnosticada a cada ano em 1.200 crianças e jovens na Espanha. Até agora, esta doença se considerou incurável.

No entanto, estudos recentes estão revelando a utilidade potencial do uso autólogo do sangue de cordão umbilical em crianças com Diabetes Tipo 1 .O último deles foi colocado em prática pela Universidade Técnica de Munich, Vita 34 e a empresa Secuvita.

Através deste Estudo se analisará durante um período de 24 meses a segurança e a eficácia potencial de uma transfusão com sangue de cordão umbilical autóloga em crianças que tenham sido recentemente diagnosticados de diabetes tipo 1.

Os possíveis riscos a longo prazo da diabetes, como cegueira, danos neurológicos ou insuficiência renal, poderiam reduzir-se mediante um tratamento com sangue de cordão umbilical, previamente armazenada por Vita 34 e Secuvita. “Se fornecerá as crianças o sangue de seu próprio cordão umbilical.
A seguir eles serão acompanhados regularmente e se comprovarão os resultados com os do grupo controle, formado por crianças que serão tratadas com as terapias convencionais”, explica Jaime Pérez de Oteyza, hematólogo e especialista em transplantes do Hospital Ramón e Cajal de Madri e diretor médico de Secuvita.
Este tipo de investigação obteve já resultados promissores em outros países.

Em 2007, um estudo análogo realizado nos Estados Unidos revelou que a infusão de células mãe de cordão umbilical em 8 crianças com diabetes tipo 1 é segura e pode ajudar a regular a resposta autoimune que caracteriza esta doença e, portanto, a manter a produção de insulina em crianças recém diagnosticados de diabetes tipo 1.

Concretamente, observou-se nas crianças tratadas -- em comparação com o grupo controle— um decréscimo claro da hemoglobina glicosilada (HbA1c) —cuja medição permite conhecer mais acertadamente a média dos níveis de glicose no sangue— e uma menor quantidade de insulina ao dia.

Neste sentido, o Dr. Pérez de Oteyza, assinala que a aprovação de um novo ensaio clínico na Alemanha, para comprovar a utilidade do uso autólogo das células mãe de cordão umbilical no Diabete Tipo 1 “, permitirá aumentar o número de casos tratados e obter assim dados mais representativos sobre a utilidade real das células do cordão umbilical no tratamento desta doença”.

Do mesmo modo, um estudo realizado no Centro de Medula Espinhal da Universidade de São Paulo e parcialmente financiado pelo Ministério de Saúde do Brasil demonstrou que o tratamento de 13 diabéticos tipo 1 com suas próprias células mãe hematopoéticas permitiu que estes se mantivessem sem terapia de insulina durante mais de três anos.

Secuvita, S.L. www.secuvita.es oferece às famílias espanholas a preparação e o armazenamento de células mãe num banco privado, com base em um contrato de exclusividade assinado com VITA 34 AG. Secuvita é a única empresa espanhola que certifica as células mãe de SCU como medicamento cumprindo os parâmetros de qualidade GMP (o padrão de qualidade da indústria farmacêutica). Deste modo as famílias espanholas podem beneficiar-se de produtos de células mãe de alta qualidade para atender futuras necessidades. TRANSPLANTES de células mãe a partir de SCU são apropriados para o tratamento de doenças e para sua aplicação em medicina regenerativa.VITA 34:

VITA 34 www.vita.de.es é o primeiro banco privado de SCU na Europa e líder nos países de idioma alemão. Desde 1997 VITA 34 produziu mais de 55.000 preparados de células mãe, tendo-se utilizado com sucesso parte das mesmas para o tratamento de pacientes. É impossível prever o amplo espectro de aplicações futuras das células mãe procedentes da SCU devido ao incessante e espetacular avanço da investigação e a medicina.
Fonte: Portal Diabetes


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Re: Diabete sem injeções

Mensagem por Muhammad Khalid em Ter 30 Dez 2008, 6:53 pm

Eu gostaria de saber sobre a melitus, que é a que eu tenho. Teremos alguma novidade por aí?

What's new?

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Re: Diabete sem injeções

Mensagem por Adriane Cunha em Ter 10 Mar 2009, 6:00 pm

Noticias - 19/2/2009 - Diabetes

A cinesioterapia – terapia feita à base de exercícios – pode contribuir positivamente para o controle glicêmico do diabético. A afirmação é do fisioterapeuta Fabrício Escudine, que elaborou um estudo sobre os efeitos da cinesioterapia na glicemia do diabético tipo 1 a partir de levantamento de dados publicados e do acompanhamento de um grupo de diabéticos no Rio de Janeiro.

Escudine explica que a cinesioterapia é normalmente conduzida por um fisioterapeuta e, eventualmente, por um professor de educação física. O procedimento implica a realização de testes antes de cada sessão de atividade física para verificação dos níveis glicêmicos, de pressão arterial e de pressão barométrica - para medir a capacidade respiratória-, que vão determinar a intensidade dos exercícios a serem praticados pelo paciente.

“Com essa aferição é possível, por exemplo, verificar se o paciente está hiperglicêmico, condição em que a atividade física é contra-indicada, a não ser que os exercícios sejam de baixo impacto, como uma caminhada moderada”, explica o fisioterapeuta.

Os dados coletados no início da sessão de atividades físicas vão nortear a intensidade do exercício, que deve ficar no limite de 30% abaixo da capacidade máxima do indivíduo. Com o acompanhamento da atividade, o fisioterapeuta pode fazer correções nos exercícios toda vez que o paciente ultrapassar esse limite, explica o profissional.

“O acompanhamento permite fracionar a atividade em dois dias, com sessões de meia hora cada dia, em lugar de uma hora em um único dia, quando o paciente pode chegar ao limite máximo com maior freqüência”, avalia Escudine.

Durante o trabalho de acompanhamento do grupo de diabéticos para a elaboração de sua pesquisa, Escudine verificou que todos os pacientes conseguiram manter sua glicemia sob controle e que, adicionalmente, houve ganho de bem-estar e disposição para outras atividades.

Ele próprio diabético desde os 3 anos de idade, Escudine enfatiza, entretanto, que a prática de atividade física acompanhada de controle terapêutica não é suficiente. “O controle do diabetes depende de um tripé formado pela atividade física, alimentação adequada e uso correto da medicação”, ressalta o especialista.


Fonte: Portal Diabetes


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Re: Diabete sem injeções

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