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Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por sabino-sp em Dom 13 Jan 2013, 1:33 pm

Os Ateus foram canibais em outra vida pirou ????

quanto a pergunta "acho" que quando chegarem la do outro lado e derem por conta que "ainda" estão conscientes vão dizer chiiii me lasquei rsrsr e agora acho que vou la pra terra atormentar meus colegas ateus que a VIDA CONTINUA deve ter um monte deles ai "acompanhando" os ateus pela vida afora, estes famosos ai que eles vivem citando affraid

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por JRKM em Seg 14 Jan 2013, 2:23 pm

Olha meu caro Eduardo e Gusto , o texto esta enriquecido com versículos e capítulos do novo testamento ok

se tem preguiça de ler , não fique dando palpite em torno de uma suposta opinião de alguém que nem se quer leu, então antes de falar besteiras Gusto leia o texto completo e não opiniões apenas de quem você tem mais afinidade

ok

Eduardo escreveu:Quer dizer: Quando é conveniente usam a Torá, mas quando é inconveniente, como no caso do sábado, a Torá foi abolida.

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por JRKM em Seg 14 Jan 2013, 2:26 pm

gostaria de ressuscitar algo que esta as escondidas , e adventistas ou simpatizantes do adventismo , tenham a pachorra de ler o texto inteiro antes de ficar falando besteira como o membro Gusto e Eduardo

Crysis escreveu:OBS: SE ALGUM ESPIRITA QUISER FAZER PERGUNTAS OU RESPONDER ALGO , QUE SE TENHA BASE E FONTES QUE JUSTIFICAM AS RESPOSTA , PORQUE SENÃO VAI LEVAR CHUMBADA RS


É possível identificar o espírito que fala por um médium?

Por Natanael Rinaldi

A o falar do valor da alma, acima do valor do corpo, Jesus declarou: “E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e corpo” (Mt 10.28).

Ora, se devemos ter cuidado com o nosso corpo, procurando sempre, quando enfermos, o melhor médico de que dispomos, não deveríamos, com muito mais atenção, cuidar da nossa alma que sobrevive à morte do corpo? Mas não é isso que tem acontecido. A maioria das pessoas não se importa com o que possa acontecer com a sua alma depois da morte. Assim, adotam certas crenças que as levarão a perder suas almas e seus corpos na geena eterna (Ap 20.15).

Evocação de mortos

Uma prática muito difundida no Brasil é a mediunidade, ou seja, a suposta comunicação entre mortos e vivos por meio de um médium. Essa doutrina é ensinada por Allan Kardec, conhecido como o codificador do Espiritismo. Os que não admitem essa doutrina declaram que, na verdade, não se trata de espíritos de mortos que se comunicam com os médiuns, mas, sim, espíritos demoníacos que se manifestam nas sessões em que se evocam os espíritos.

Allan Kardec explica como se dá a evocação dos mortos: “Em nome de Deus Todo-Poderoso, peço ao espírito de tal que se comunique comigo; ou, então, peço a Deus Todo-Poderoso permitir ao espírito de tal comunicar-se comigo... Não é menos necessário que as primeiras perguntas sejam concebidas de tal forma que a resposta seja simplesmente sim ou não, como, por exemplo: ‘Estás aí?’, ‘Queres responder-me?’, ‘Podes me fazer escrever?’” etc.1

Quem é quem?

Um grande problema aflige os espíritas: é possível identificar os espíritos que baixam nas sessões, evocados em nome de Deus? São eles realmente os espíritos das pessoas evocadas? Allan Kardec reconhece esse problema de grande importância para a validade da evocação. E declara: “O ponto essencial temos dito: saber a quem nos dirigimos2”.

“O ponto essencial” é identificar o espírito que fala pelo médium. Diz mais Allan Kardec: “A identidade constitui uma das grandes dificuldades do espiritismo prático. É impossível, com freqüência, esclarecê-la, especialmente quando são espíritos superiores antigos em relação à nossa época. Entre aqueles que se manifestam, muitos não têm nome conhecido para nós, e, a fim de fixar nossa atenção, podem assumir o nome de um espírito conhecido que pertence à mesma categoria. Assim, se um espírito se comunica com o nome de São Pedro, por exemplo, não há mais nada que prove que seja exatamente o apóstolo desse nome. Pode ser um espírito do mesmo nível por ele enviado 3 ” (grifo nosso).

Assim, fica claro que não se pode identificar o espírito que se manifesta para dar notícias ou instruções.

Kardec pergunta e os espíritos respondem:

“Os espíritos protetores que tomam nomes conhecidos são sempre e realmente os portadores de tais nomes?”. “Não. São espíritos que lhes são simpáticos e que muitas vezes vêm por ordem destes 4”.

Então, como fica uma pessoa convidada pelos espíritas e levada pela saudade que vai ao centro para ter notícias de seu falecido parente, por exemplo, um pai, uma mãe, irmão ou irmã? E o problema não é só esse. Ainda que o médium seja uma pessoa honesta e digna de toda confiança, quem pode afirmar com segurança que tal espírito que se manifesta por meio dele é o da pessoa evocada? Como julgar se um espírito é fulano ou beltrano, como diz ser? Pode ser que sim, pode ser que não, mas também pode ser um espírito substituto.

Allan Kardec reconhece a dificuldade e desabafa:

“A questão da identidade dos espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo entre os adeptos do espiritismo; é que, com efeito, os espíritos não nos trazem nenhum documento de identificação e sabe-se com que facilidade alguns dentre eles assumem nomes de empréstimos 5 ” (grifo nosso).

Pode-se confiar nos médiuns?

Allan Kardec declara que é duvidoso crer na honestidade dos médiuns, o que aumenta ainda mais o problema para aqueles que admitem que ele existe. “Os médiuns de mais altos merecimentos não estão isentos das mistificações dos espíritos mentirosos. Em primeiro lugar, porque nenhum médium é suficientemente perfeito para não apresentar ponto vulnerável que pode dar acesso aos maus espíritos 6”.

Espíritos levianos

O problema fica mais grave ainda quando as seguintes palavras de Kardec são levadas em consideração: “Esses espíritos levianos pululam ao nosso redor, e aproveitam todas as ocasiões para se imiscuírem nas comunicações; a verdade é a menor de suas preocupações, eis porque eles sentem um prazer maligno em mistificar aqueles que têm fraqueza, e algumas vezes a presunção de acreditar neles, sem discussão7” (grifo nosso).


Apreciemos mais um problema levantado por Kardec: “Um fato que a observação demonstrou e os próprios espíritos confirmam é o de que os espíritos inferiores com freqüência usurpam nomes conhecidos e respeitados. Quem pode, assim, garantir que os que dizem ter sido, por exemplo, Sócrates, Júlio César, Carlos Magno, Fenelon, Napoleão, Washington etc., tenham de fato animado essas personalidades? Tal dúvida existe até entre alguns fervorosos adeptos da doutrina espírita, os quais admitem a intervenção e a manifestação dos espíritos, porém indagam como pode ser comprovada sua identidade8” (grifo nosso).

As aparências enganam

De fato, os espíritos que se manifestam nas sessões espíritas se apresentam sob a aparência de espíritos puros, iluminados, “com linguagem digna, nobre, repassada da mais alta moralidade” e para enganar, como admite o próprio Kardec:

“É extremamente fácil diferenciar os bons dos maus espíritos. Os espíritos superiores usam com freqüência linguagem digna, nobre, repassada da mais alta moralidade, isenta de qualquer paixão inferior, a mais pura sabedoria transparece dos seus conselhos, que visam sempre o nosso aperfeiçoamento e o bem da humanidade. Há falsários no mundo dos espíritos como neste; não é, portanto, senão uma presunção de identidade que só adquire valor pelas circunstâncias que a acompanharam... Para aqueles que ousam perjurar em nome de Deus, falsificar uma assinatura, um sinal material qualquer não pode oferecer-lhe obstáculo maior. A melhor de todas as provas de identidade está na linguagem e nas circunstâncias fortuitas9” (grifo nosso).

Repete Allan Kardec:

“Pode-se colocar como regra invariável e sem exceções que a linguagem dos espíritos é sempre proporcional ao grau de sua elevação10”.

Kardec se torna tão específico que chega a admitir que se um espírito pode “falsificar uma assinatura” pode chegar ao extremo de imitar as próprias expressões de Jesus. “Dir-se-á, sem dúvida, que se um espírito pode imitar uma assinatura, ele pode igualmente imitar também a linguagem. Isto é verdadeiro, temos visto os que assumiram afrontosamente o nome do Cristo e, para melhor enganarem, simulavam o estilo evangélico e prodigalizavam a torto e a direito estas palavras bem conhecidas: ‘Em verdade, em verdade, eu vos digo...’. Quantos médiuns tiveram comunicações apócrifas assinadas por Jesus, Maria ou um santo venerado11” (grifo nosso).

O cristão e o estado intermediário

Nós evangélicos cremos que a alma sobrevive e permanece em estado inteligente e consciente no intervalo entre a morte e a ressurreição do corpo. Entendemos que a alma é uma entidade consciente e inteligente que habita no corpo e que se separa do corpo por ocasião da morte física: “E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Soberano, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um compridas vestes brancas, e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos, como eles foram” (Ap 6.9-11, ver também Lc 12.4-5 – grifo nosso).

Algumas vezes, as palavras alma e espírito são empregadas como sinônimas para falar da parte imaterial do homem que sobrevive à morte da matéria, o corpo. Quando isso acontece, os termos alma e corpo têm o mesmo sentido. Alguns exemplos bíblicos:

“E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (Ec 12.7).

“E apedrejaram a Estêvão, que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito” (At 7.59).

Os textos de Eclesiastes 12.7 e Atos 7.59 falam da sobrevivência do espírito enquanto que Apocalipse 6.9-11 e Lucas 12.4-5 abordam a sobrevivência da alma como a parte imaterial do homem que sobrevive à morte do corpo, com consciência e inteligência - o “eu” do ser humano. “Pois qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está?” (1Co 2.11). Depois da morte física o cristão vai estar com Cristo no céu.

“Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor. Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor” (2Co 5.6-8).

“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Fp 1.21-23).

O estado intermediário do incrédulo

O incrédulo vai para o Seol-Hades (inferno), e lá permanece em estado consciente de tormento. Hades indica o lugar da alma no intervalo entre a morte do corpo e a ressurreição do corpo, e aparece dez vezes no Novo Testamento.

“E morreu também o rico e foi sepultado. E no inferno (Hades), ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado” (Lc 16.22-25).

Seol-Hades indica o lugar da alma, enquanto o corpo vai para a sepultura (em hebraico, kever, kevurah e, em grego, taphos, mnema e mnemeion). Geena indica o lugar do corpo e da alma depois da ressurreição do Juízo final.

“E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, [geena] para o fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre e o fogo nunca se apaga” (Mc 9.43).

“Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados” (2Pe 2.9).

Espíritos malignos

Se os espíritos dos cristãos evangélicos vão para o céu (2Co 5.6-8) e os espíritos dos incrédulos, para o Seol-Hades (inferno), e lá permanecem sem poder sair (Lc 16.24-28), só há uma alternativa para o que acontece nas sessões espíritas: a presença dos espíritos malignos! Os espíritas não acreditam em demônios, mas isso não significa que eles não existem.

“Há demônios, no sentido que se dá a essa palavra? Se houvesse demônios, seriam obras de Deus. E Deus seria justo e bom, criando seres infelizes, eternamente votados ao mal?12”.

Nomes e características de Satanás

O diabo existe! Também existem os demônios que cumprem suas ordens. A Bíblia mostra a existência e trabalho deles.

Diabo - significa sedutor, acusador dos irmãos: “E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada diabo e Satanás, que engana a todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele” (Ap 12.9).

Satanás - indica que o diabo é inimigo, o grande adversário de Deus e dos filhos de Deus:

“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1Pe 5.8).

Príncipe deste mundo - Satanás governa os homens e os governos humanos: “Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência” (Ef 2.2).

Pai da mentira - a mentira é uma de suas táticas. Não é apenas o mentiroso, mas o pai da mentira: “Vós pertenceis ao vosso pai, o diabo, e quereis executar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, pois não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, pois é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8.44).

Anjo de luz - ele se disfarça em anjo de luz por meio de seus ministros: “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras” (2Co 11.14-15).

A Bíblia proíbe evocação aos mortos

A Bíblia é o livro, dentre outros, que nos dá a história do espiritismo. Em Êxodo ela mostra que os antigos egípcios foram praticantes de fenômenos espíritas, quando os magos foram chamados por Faraó para repetir os milagres operados por Moisés. Quando Moisés apareceu diante desse monarca com a divina incumbência de tirar o povo de Israel da escravidão egípcia, os magos repetiram alguns dos milagres de Moisés (Êx 7.10-12, 8.18).

Mais tarde, já nas portas de Canaã, Deus advertiu o povo de Israel contra os perigos do ocultismo. A mediunidade, por exemplo, era uma prática abominável aos seus olhos (Dt 18.9-12). O castigo para quem desobedecesse aos mandamentos de Deus nesse particular era a morte:

“Qualquer homem ou mulher que invocar os espíritos dos mortos ou praticar feitiçarias deverá ser morto a pedradas. Essa pessoa será responsável pela sua própria morte” (Lv 20.27, ver também Êx 22.18).

A Bíblia também indica que as pessoas com ligações com espíritos familiares e feiticeiras são amaldiçoadas por Deus:

“Não procurem a ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos e dos que adivinham o futuro. Isso é pecado e fará que vocês fiquem impuros” (Lv 19.31).

“Se alguém procurar a ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos e dos que adivinham o futuro, eu ficarei contra essa pessoa por causa desse pecado e a expulsarei do meio do povo” (Lv 20.6).

O rei Saul, antes da sua apostasia, quando ainda estava na direção de Deus, baniu os praticantes de várias modalidades do espiritismo (lSm 28.3-9). Mais tarde, o reto rei Josias agiu da mesma forma (2Rs 23.24-25). O profeta Isaías também se dirigiu aos antigos espíritas que vaticinavam para o povo de Israel dizendo-lhes que essa prática era inútil e detestável aos olhos de Deus:

“Algumas pessoas vão pedir que vocês consultem os adivinhos e os médiuns, que cochicham e falam baixinho. Essas pessoas dirão: Precisamos receber mensagens dos espíritos, precisamos consultar os mortos em favor dos vivos! Mas vocês respondam assim: ‘O que devemos fazer é consultar a Lei e os ensinamentos de Deus. O que os médiuns dizem não tem nenhum valor” (Is 8.19-20).

Jesus, a solução!

Caro leitor, muitos motivos e intenções têm levado as pessoas a se enveredar pelos caminhos da mediunidade. Quase sempre esse rumo é tomado pela obsessão da saudade de alguém que partiu deste mundo. Sabemos que é indescritível a dor causada pela perda de um ente querido e, de fato, a separação abrupta das pessoas que amamos resiste ao conformismo da situação, mas não existe solução para esta adversidade no espiritismo.

Jesus é e tem a solução! Cristo venceu a morte e, por isso, pôde declarar: “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11.25).

Para seus seguidores, a morte não é nada mais do que tirar uma linda flor do deserto e plantá-la no jardim do paraíso. Pense nisso e considere, ainda, que, além da explícita reprovação bíblica, o próprio mentor do espiritismo, Allan Kardec, demonstrou a impossibilidade de confiar que os espíritos, que se manifestam nas sessões espíritas, sejam fulano ou beltrano.

Não se deixe enganar pela emoção! Não se deixe guiar pelos seus próprios caminhos! A advertência bíblica é bem oportuna: “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele sãos os caminhos da morte” (Pv 14.12).

Notas:

1 O livro dos médiuns, p. 224, edição de 1987, Instituto de Difusão Espírita.
2 O livro dos espíritos, p. 42, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
3 O que é o espiritismo, p. 318, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
4 O livro dos espíritos, p. 150, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
5 O livro dos médiuns, p. 461, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
6 O que é o espiritismo, p. 316, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
7 O livro dos médiuns, p. 402, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
8 O livro dos espíritos, p. 41, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
9 O livro dos médiuns, p. 464, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
10 O livro dos médiuns, p. 465, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
11 O livro dos médiuns, p. 464, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
12 O livro dos espíritos, pp. 72 e 74, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por JRKM em Seg 14 Jan 2013, 2:27 pm

gostaria de ressuscitar algo que esta as escondidas , e adventistas ou simpatizantes do adventismo , tenham a pachorra de ler o texto inteiro antes de ficar falando besteira como o membro Gusto e Eduardo

Crysis escreveu:OBS: SE ALGUM ESPIRITA QUISER FAZER PERGUNTAS OU RESPONDER ALGO , QUE SE TENHA BASE E FONTES QUE JUSTIFICAM AS RESPOSTA , PORQUE SENÃO VAI LEVAR CHUMBADA RS


É possível identificar o espírito que fala por um médium?

Por Natanael Rinaldi

A o falar do valor da alma, acima do valor do corpo, Jesus declarou: “E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e corpo” (Mt 10.28).

Ora, se devemos ter cuidado com o nosso corpo, procurando sempre, quando enfermos, o melhor médico de que dispomos, não deveríamos, com muito mais atenção, cuidar da nossa alma que sobrevive à morte do corpo? Mas não é isso que tem acontecido. A maioria das pessoas não se importa com o que possa acontecer com a sua alma depois da morte. Assim, adotam certas crenças que as levarão a perder suas almas e seus corpos na geena eterna (Ap 20.15).

Evocação de mortos

Uma prática muito difundida no Brasil é a mediunidade, ou seja, a suposta comunicação entre mortos e vivos por meio de um médium. Essa doutrina é ensinada por Allan Kardec, conhecido como o codificador do Espiritismo. Os que não admitem essa doutrina declaram que, na verdade, não se trata de espíritos de mortos que se comunicam com os médiuns, mas, sim, espíritos demoníacos que se manifestam nas sessões em que se evocam os espíritos.

Allan Kardec explica como se dá a evocação dos mortos: “Em nome de Deus Todo-Poderoso, peço ao espírito de tal que se comunique comigo; ou, então, peço a Deus Todo-Poderoso permitir ao espírito de tal comunicar-se comigo... Não é menos necessário que as primeiras perguntas sejam concebidas de tal forma que a resposta seja simplesmente sim ou não, como, por exemplo: ‘Estás aí?’, ‘Queres responder-me?’, ‘Podes me fazer escrever?’” etc.1

Quem é quem?

Um grande problema aflige os espíritas: é possível identificar os espíritos que baixam nas sessões, evocados em nome de Deus? São eles realmente os espíritos das pessoas evocadas? Allan Kardec reconhece esse problema de grande importância para a validade da evocação. E declara: “O ponto essencial temos dito: saber a quem nos dirigimos2”.

“O ponto essencial” é identificar o espírito que fala pelo médium. Diz mais Allan Kardec: “A identidade constitui uma das grandes dificuldades do espiritismo prático. É impossível, com freqüência, esclarecê-la, especialmente quando são espíritos superiores antigos em relação à nossa época. Entre aqueles que se manifestam, muitos não têm nome conhecido para nós, e, a fim de fixar nossa atenção, podem assumir o nome de um espírito conhecido que pertence à mesma categoria. Assim, se um espírito se comunica com o nome de São Pedro, por exemplo, não há mais nada que prove que seja exatamente o apóstolo desse nome. Pode ser um espírito do mesmo nível por ele enviado 3 ” (grifo nosso).

Assim, fica claro que não se pode identificar o espírito que se manifesta para dar notícias ou instruções.

Kardec pergunta e os espíritos respondem:

“Os espíritos protetores que tomam nomes conhecidos são sempre e realmente os portadores de tais nomes?”. “Não. São espíritos que lhes são simpáticos e que muitas vezes vêm por ordem destes 4”.

Então, como fica uma pessoa convidada pelos espíritas e levada pela saudade que vai ao centro para ter notícias de seu falecido parente, por exemplo, um pai, uma mãe, irmão ou irmã? E o problema não é só esse. Ainda que o médium seja uma pessoa honesta e digna de toda confiança, quem pode afirmar com segurança que tal espírito que se manifesta por meio dele é o da pessoa evocada? Como julgar se um espírito é fulano ou beltrano, como diz ser? Pode ser que sim, pode ser que não, mas também pode ser um espírito substituto.

Allan Kardec reconhece a dificuldade e desabafa:

“A questão da identidade dos espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo entre os adeptos do espiritismo; é que, com efeito, os espíritos não nos trazem nenhum documento de identificação e sabe-se com que facilidade alguns dentre eles assumem nomes de empréstimos 5 ” (grifo nosso).

Pode-se confiar nos médiuns?

Allan Kardec declara que é duvidoso crer na honestidade dos médiuns, o que aumenta ainda mais o problema para aqueles que admitem que ele existe. “Os médiuns de mais altos merecimentos não estão isentos das mistificações dos espíritos mentirosos. Em primeiro lugar, porque nenhum médium é suficientemente perfeito para não apresentar ponto vulnerável que pode dar acesso aos maus espíritos 6”.

Espíritos levianos

O problema fica mais grave ainda quando as seguintes palavras de Kardec são levadas em consideração: “Esses espíritos levianos pululam ao nosso redor, e aproveitam todas as ocasiões para se imiscuírem nas comunicações; a verdade é a menor de suas preocupações, eis porque eles sentem um prazer maligno em mistificar aqueles que têm fraqueza, e algumas vezes a presunção de acreditar neles, sem discussão7” (grifo nosso).


Apreciemos mais um problema levantado por Kardec: “Um fato que a observação demonstrou e os próprios espíritos confirmam é o de que os espíritos inferiores com freqüência usurpam nomes conhecidos e respeitados. Quem pode, assim, garantir que os que dizem ter sido, por exemplo, Sócrates, Júlio César, Carlos Magno, Fenelon, Napoleão, Washington etc., tenham de fato animado essas personalidades? Tal dúvida existe até entre alguns fervorosos adeptos da doutrina espírita, os quais admitem a intervenção e a manifestação dos espíritos, porém indagam como pode ser comprovada sua identidade8” (grifo nosso).

As aparências enganam

De fato, os espíritos que se manifestam nas sessões espíritas se apresentam sob a aparência de espíritos puros, iluminados, “com linguagem digna, nobre, repassada da mais alta moralidade” e para enganar, como admite o próprio Kardec:

“É extremamente fácil diferenciar os bons dos maus espíritos. Os espíritos superiores usam com freqüência linguagem digna, nobre, repassada da mais alta moralidade, isenta de qualquer paixão inferior, a mais pura sabedoria transparece dos seus conselhos, que visam sempre o nosso aperfeiçoamento e o bem da humanidade. Há falsários no mundo dos espíritos como neste; não é, portanto, senão uma presunção de identidade que só adquire valor pelas circunstâncias que a acompanharam... Para aqueles que ousam perjurar em nome de Deus, falsificar uma assinatura, um sinal material qualquer não pode oferecer-lhe obstáculo maior. A melhor de todas as provas de identidade está na linguagem e nas circunstâncias fortuitas9” (grifo nosso).

Repete Allan Kardec:

“Pode-se colocar como regra invariável e sem exceções que a linguagem dos espíritos é sempre proporcional ao grau de sua elevação10”.

Kardec se torna tão específico que chega a admitir que se um espírito pode “falsificar uma assinatura” pode chegar ao extremo de imitar as próprias expressões de Jesus. “Dir-se-á, sem dúvida, que se um espírito pode imitar uma assinatura, ele pode igualmente imitar também a linguagem. Isto é verdadeiro, temos visto os que assumiram afrontosamente o nome do Cristo e, para melhor enganarem, simulavam o estilo evangélico e prodigalizavam a torto e a direito estas palavras bem conhecidas: ‘Em verdade, em verdade, eu vos digo...’. Quantos médiuns tiveram comunicações apócrifas assinadas por Jesus, Maria ou um santo venerado11” (grifo nosso).

O cristão e o estado intermediário

Nós evangélicos cremos que a alma sobrevive e permanece em estado inteligente e consciente no intervalo entre a morte e a ressurreição do corpo. Entendemos que a alma é uma entidade consciente e inteligente que habita no corpo e que se separa do corpo por ocasião da morte física: “E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Soberano, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um compridas vestes brancas, e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos, como eles foram” (Ap 6.9-11, ver também Lc 12.4-5 – grifo nosso).

Algumas vezes, as palavras alma e espírito são empregadas como sinônimas para falar da parte imaterial do homem que sobrevive à morte da matéria, o corpo. Quando isso acontece, os termos alma e corpo têm o mesmo sentido. Alguns exemplos bíblicos:

“E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (Ec 12.7).

“E apedrejaram a Estêvão, que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito” (At 7.59).

Os textos de Eclesiastes 12.7 e Atos 7.59 falam da sobrevivência do espírito enquanto que Apocalipse 6.9-11 e Lucas 12.4-5 abordam a sobrevivência da alma como a parte imaterial do homem que sobrevive à morte do corpo, com consciência e inteligência - o “eu” do ser humano. “Pois qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está?” (1Co 2.11). Depois da morte física o cristão vai estar com Cristo no céu.

“Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor. Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor” (2Co 5.6-8).

“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Fp 1.21-23).

O estado intermediário do incrédulo

O incrédulo vai para o Seol-Hades (inferno), e lá permanece em estado consciente de tormento. Hades indica o lugar da alma no intervalo entre a morte do corpo e a ressurreição do corpo, e aparece dez vezes no Novo Testamento.

“E morreu também o rico e foi sepultado. E no inferno (Hades), ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado” (Lc 16.22-25).

Seol-Hades indica o lugar da alma, enquanto o corpo vai para a sepultura (em hebraico, kever, kevurah e, em grego, taphos, mnema e mnemeion). Geena indica o lugar do corpo e da alma depois da ressurreição do Juízo final.

“E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, [geena] para o fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre e o fogo nunca se apaga” (Mc 9.43).

“Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados” (2Pe 2.9).

Espíritos malignos

Se os espíritos dos cristãos evangélicos vão para o céu (2Co 5.6-8) e os espíritos dos incrédulos, para o Seol-Hades (inferno), e lá permanecem sem poder sair (Lc 16.24-28), só há uma alternativa para o que acontece nas sessões espíritas: a presença dos espíritos malignos! Os espíritas não acreditam em demônios, mas isso não significa que eles não existem.

“Há demônios, no sentido que se dá a essa palavra? Se houvesse demônios, seriam obras de Deus. E Deus seria justo e bom, criando seres infelizes, eternamente votados ao mal?12”.

Nomes e características de Satanás

O diabo existe! Também existem os demônios que cumprem suas ordens. A Bíblia mostra a existência e trabalho deles.

Diabo - significa sedutor, acusador dos irmãos: “E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada diabo e Satanás, que engana a todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele” (Ap 12.9).

Satanás - indica que o diabo é inimigo, o grande adversário de Deus e dos filhos de Deus:

“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1Pe 5.8).

Príncipe deste mundo - Satanás governa os homens e os governos humanos: “Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência” (Ef 2.2).

Pai da mentira - a mentira é uma de suas táticas. Não é apenas o mentiroso, mas o pai da mentira: “Vós pertenceis ao vosso pai, o diabo, e quereis executar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, pois não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, pois é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8.44).

Anjo de luz - ele se disfarça em anjo de luz por meio de seus ministros: “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras” (2Co 11.14-15).

A Bíblia proíbe evocação aos mortos

A Bíblia é o livro, dentre outros, que nos dá a história do espiritismo. Em Êxodo ela mostra que os antigos egípcios foram praticantes de fenômenos espíritas, quando os magos foram chamados por Faraó para repetir os milagres operados por Moisés. Quando Moisés apareceu diante desse monarca com a divina incumbência de tirar o povo de Israel da escravidão egípcia, os magos repetiram alguns dos milagres de Moisés (Êx 7.10-12, 8.18).

Mais tarde, já nas portas de Canaã, Deus advertiu o povo de Israel contra os perigos do ocultismo. A mediunidade, por exemplo, era uma prática abominável aos seus olhos (Dt 18.9-12). O castigo para quem desobedecesse aos mandamentos de Deus nesse particular era a morte:

“Qualquer homem ou mulher que invocar os espíritos dos mortos ou praticar feitiçarias deverá ser morto a pedradas. Essa pessoa será responsável pela sua própria morte” (Lv 20.27, ver também Êx 22.18).

A Bíblia também indica que as pessoas com ligações com espíritos familiares e feiticeiras são amaldiçoadas por Deus:

“Não procurem a ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos e dos que adivinham o futuro. Isso é pecado e fará que vocês fiquem impuros” (Lv 19.31).

“Se alguém procurar a ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos e dos que adivinham o futuro, eu ficarei contra essa pessoa por causa desse pecado e a expulsarei do meio do povo” (Lv 20.6).

O rei Saul, antes da sua apostasia, quando ainda estava na direção de Deus, baniu os praticantes de várias modalidades do espiritismo (lSm 28.3-9). Mais tarde, o reto rei Josias agiu da mesma forma (2Rs 23.24-25). O profeta Isaías também se dirigiu aos antigos espíritas que vaticinavam para o povo de Israel dizendo-lhes que essa prática era inútil e detestável aos olhos de Deus:

“Algumas pessoas vão pedir que vocês consultem os adivinhos e os médiuns, que cochicham e falam baixinho. Essas pessoas dirão: Precisamos receber mensagens dos espíritos, precisamos consultar os mortos em favor dos vivos! Mas vocês respondam assim: ‘O que devemos fazer é consultar a Lei e os ensinamentos de Deus. O que os médiuns dizem não tem nenhum valor” (Is 8.19-20).

Jesus, a solução!

Caro leitor, muitos motivos e intenções têm levado as pessoas a se enveredar pelos caminhos da mediunidade. Quase sempre esse rumo é tomado pela obsessão da saudade de alguém que partiu deste mundo. Sabemos que é indescritível a dor causada pela perda de um ente querido e, de fato, a separação abrupta das pessoas que amamos resiste ao conformismo da situação, mas não existe solução para esta adversidade no espiritismo.

Jesus é e tem a solução! Cristo venceu a morte e, por isso, pôde declarar: “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11.25).

Para seus seguidores, a morte não é nada mais do que tirar uma linda flor do deserto e plantá-la no jardim do paraíso. Pense nisso e considere, ainda, que, além da explícita reprovação bíblica, o próprio mentor do espiritismo, Allan Kardec, demonstrou a impossibilidade de confiar que os espíritos, que se manifestam nas sessões espíritas, sejam fulano ou beltrano.

Não se deixe enganar pela emoção! Não se deixe guiar pelos seus próprios caminhos! A advertência bíblica é bem oportuna: “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele sãos os caminhos da morte” (Pv 14.12).

Notas:

1 O livro dos médiuns, p. 224, edição de 1987, Instituto de Difusão Espírita.
2 O livro dos espíritos, p. 42, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
3 O que é o espiritismo, p. 318, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
4 O livro dos espíritos, p. 150, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
5 O livro dos médiuns, p. 461, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
6 O que é o espiritismo, p. 316, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
7 O livro dos médiuns, p. 402, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
8 O livro dos espíritos, p. 41, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
9 O livro dos médiuns, p. 464, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
10 O livro dos médiuns, p. 465, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
11 O livro dos médiuns, p. 464, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
12 O livro dos espíritos, pp. 72 e 74, ALLAN KARDEC – OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por rbarros em Ter 15 Jan 2013, 1:22 pm

Sarah escreveu:Isso não é loucura não, rbarros, não nesse caso. Estamos falando desse assunto pela ótica espírita! Tal crença ensina que pessoas civilizadas foram antropófagas em vidas passadas. Kardec não estabelece nessa questão um paralelo entre loucura e canibalismo, mas sim, canibalismo e civilidade!

Algumas pessoas foram canibais em vidas muito pregressas, não quer dizer quer TODAS as pessoas obrigatoriamente foram canibais (santa falácia, batman!). Kardec foi um canibal em suas primeiras vidas neste mundo, não necessariamente eu ou você o fomos. Pudemos ter sido índios, pudemos ter sido esquimós, pudemos ter sido mongóis (da Mongólia), pudemos ter sido aborígenes, pudemos ter vivido no tempo das cavernas, etc.

Não há uma regra geral.

Sarah escreveu:Agora se o Deus ensinado no Espiritismo fosse “melhor”, não precisaria providenciar guerras para impulsionar revoluções tecnológicas.

Como você explica a crueldade no reino animal, onde uma espécie devora a outra? Já parou para pensar o por quê desta situação tão violenta?

Foi Deus que criou esta selvageria generalizada? Por quê?

Sarah escreveu:Por isso eu digo uma coisa. O Espiritismo se dá mto mal quando tenta mostrar que seus ensinos são melhores que a Biblia; pois qdo passamos suas crenças pelo crivo da análise vemos que o tiro sempre sai pela culatra.

O Espiritismo JAMAIS afirmou que seus ensinos são "melhores que a Bíblia", Sarah.

A DE apenas explica as passagens obscuras dos evangelhos, trazendo de volta os verdadeiros ensinamentos do Mestre, além de descortinar de forma racional o além-túmulo - coisa que religião nenhuma no mundo consegue fazer!

sim


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem!

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por rbarros em Ter 15 Jan 2013, 1:26 pm

Sarah escreveu:Vamos relembrar a pergunta do codificador: : “Assim, pode dar-se que os homens mais civilizados tenham sido selvagens e antropófagos?”

Nossa sociedade é composta por pessoas civilizadas? Resposta: Sim! Então quer dizer que toda pessoa civilizada foi canibal em “outras vidas”? Resposta: sim!

Ou a pessoa é civilizada ou não é civilizada, rbarros. Não tem como ficar em cima do muro. Kardec deveria ter escolhido melhor as palavras na hora de colocar tais coisas por escrito.

Wink

Esta conclusão só seria aceita se - e somente se - TODOS os selvagens tivessem sido canibais em determinada época da História da humanidade, o que não é verdade.

A sua premissa é falsa, portanto a sua conclusão é falaciosa.


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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por rbarros em Ter 15 Jan 2013, 1:36 pm

Jumper escreveu:Uma coisa... comparativamente falando, poucas eram as tribos que praticavam algum tipo de canibalismo.

Obrigado, Jumper!

Apesar de que algumas pessoas insistem em não aceitar que o canibalismo não foi uma prática generalizada na História da humanidade.

Segundo a Wiki:

"Antropofagia é o ato de consumir uma parte, ou várias partes da totalidade de um ser humano. O sentido etimológico original da palavra "antropófago" (do grego anthropos, "homem" e phagein, "comer") foi sendo substituído pelo uso comum, que designa o caso particular de canibalismo na espécie humana. Por sua realização em contexto mágico cerimonial ou patológico não deve ser classificada ou compreendida como um hábito alimentar, o que não se aplica ao canibalismo, na maioria das vezes associado ao comportamento predatório.
A prática, conforme afirmam antropólogos e arqueólogos, era encontrada em algumas comunidades ao redor do mundo. Foram encontradas evidências na África, América do Sul, América do Norte, ilhas do Pacífico Sul e nas Caraíbas (ou Antilhas). Na maioria dos casos, consiste num tipo de ritual religioso/mágico como uma forma de prestar seu respeito e desejo de adquirir as suas características.

Um dos grupos canibais mais famosos são os astecas, que sacrificavam seus prisioneiros de guerra e comiam alguns deles. Eles comiam os prisioneiros de guerra e outras vítimas, numa prática conhecida como exocanibalismo ou exofagia, ou seja, canibalismo praticado em indivíduos de tribos diferentes.

Os poucos casos de canibalismo de humanos registrados na história da sociedade ocidental moderna estão ligados a situações limites, satisfação do instinto de sobrevivência do indivíduo perante uma opção de vida ou morte."


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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por Discipulah em Ter 15 Jan 2013, 2:34 pm

Paz do Senhor a todos,

Na verdade, Sarah, o Espiritismo "condena" não no sentido de atacar, mas no sentido de considerar tais práticas infrutíferas para aquilo que eles têm como valioso para a "evolução espiritual"...
Mas veja, qdo a gente analisa a escritura espírita, quando ela diz que “condena “é no sentido de atacar sim. Se ela não condena porque chama as crenças de ridículas? Chamar amuletos, astrologia e etc de crenças ridículas é uma forma de ataque.

“mesmo se dá com o Espiritismo, relativamente à magia e à feitiçaria, que se apoiavam tb na manifestação dos espíritos, como a astrologia no movimento dos astros;mas, ignorantes das leis que regem o mundo espiritual, misturavam, com essas relações, práticas e crenças ridículas, com as quais o moderno espiritismo, fruto da experiência e da observação, acabou. (A GÊNESE, Cap1, item 19,FEB, grifo nosso)

A virtude dos talismãs só existem na mente de pessoas simplórias, nunca um bom Espírito aconselha esses absurdos.” (O Céu e o Inferno, Cap 10, item 9, FEB, grifo nosso).

“O Espiritismo é chamado a desempenhar imenso papel na Terra. Ele reformará a legislação ainda tão frequentemente contrária às leis divinas; retificará os erros da História; restaurará a religião do Cristo. Que se tornou, nas mãos dos padres, objeto de comércio e de tráfico vil; instituirá a verdadeira religião, a religião natural que parte do coração e vai diretamente a Deus, sem se deter nas franjas de uma sotaina, ou nos degraus de um altar. (Obras Póstumas,Pág 363, FEB, grifo nosso).

Extinguirá para sempre o ateísmo e o materialismo, aos quais alguns homens foram levados pelos incessantes abusos dos que se dizem ministros de Deus.” (Obras Póstumas,Pág 363, FEB, grifo nosso).

Na verdade, eles não estão nem aí se você pratica algum tipo de magia, desde que você busque essa evolução espiritual através da prática da caridade...
Aí vai depender irmão... por exemplo, quando a gente se depara com um espírita defensor mesmo da DE, ele vai atacar. Mas se for um espírita mais light, será tanto faz como tanto fez.


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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por sabino-sp em Ter 15 Jan 2013, 2:41 pm

Eu "acho" que o nosso corpo como qualquer outro do reino animal tem as proteinas e demais alimentos para sustentar a vida , então um animal carnívoro se daria bem fazendo uma boquinha com algum de nós , nossa espécie não é dada a comer isto (graças a Deus por isto) mas somos carnivoros tb (temos dentes caninos) pelo que tenho lido nem todos indígenas foram canibais mas alguns tem costume de comer seus "inimigos" e tem algumas tribus que me parece ainda hj come "OS PARENTES MORTOS" pirou ÉKA QUE NOJO ta loco

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por Discipulah em Ter 15 Jan 2013, 3:28 pm

Algumas pessoas foram canibais em vidas muito pregressas, não quer dizer quer TODAS as pessoas obrigatoriamente foram canibais (santa falácia, batman!). Kardec foi um canibal em suas primeiras vidas neste mundo, não necessariamente eu ou você o fomos. Pudemos ter sido índios, pudemos ter sido esquimós, pudemos ter sido mongóis (da Mongólia), pudemos ter sido aborígenes, pudemos ter vivido no tempo das cavernas, etc.

Não há uma regra geral.
Santa Paciência, rogai pelo rbarros, amém!

Não vou ficar no repeteco não, querido.

Como você explica a crueldade no reino animal, onde uma espécie devora a outra? Já parou para pensar o por quê desta situação tão violenta?

Foi Deus que criou esta selvageria generalizada? Por quê?
Muda de assunto não. O Espiritismo diz que o Deus ensinado por ele não é igual ao “Deus de Moisés”, porém, curiosamente, o tiro sai pela culatra e vemos ensinos do tipo: Pena de Talião e pleno vigor, guerras, escravidão, condenação às outras crenças e etc.

Quanto a crueldade do reino animal, nada tem a ver com vidas passadas, mas sim com a queda do homem.



O Espiritismo JAMAIS afirmou que seus ensinos são "melhores que a Bíblia", Sarah.

A DE apenas explica as passagens obscuras dos evangelhos, trazendo de volta os verdadeiros ensinamentos do Mestre, além de descortinar de forma racional o além-túmulo - coisa que religião nenhuma no mundo consegue fazer!
Disse sim, disse que a chave completa para entender os Evangelhos e a Biblia está no Espiritismo(O Evangelho Segundo o Espiritismo, introdução , item 1, pág 27, FEB), e que sem ele o mundo estaria totalmente perdido! (Evangelho Segundo Espiritismo, cap 19, Nota de rodapé, pág 303, FEB).

Vc que ainda não tinha lido. Confira aí!

Fica com Deus,

Sarah


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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por Discipulah em Ter 15 Jan 2013, 3:29 pm

Hello, Jumper,
Uma coisa... comparativamente falando, poucas eram as tribos que praticavam algum tipo de canibalismo.
Querido, se vc é civilizado, de acordo com o Espiritismo, vc foi um canibal e vida passada! Ponto! É o que diz a DE.

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por rbarros em Ter 15 Jan 2013, 3:56 pm

sabino-sp escreveu:Eu "acho" que o nosso corpo como qualquer outro do reino animal tem as proteinas e demais alimentos para sustentar a vida , então um animal carnívoro se daria bem fazendo uma boquinha com algum de nós , nossa espécie não é dada a comer isto (graças a Deus por isto) mas somos carnivoros tb (temos dentes caninos) pelo que tenho lido nem todos indígenas foram canibais mas alguns tem costume de comer seus "inimigos" e tem algumas tribus que me parece ainda hj come "OS PARENTES MORTOS" pirou ÉKA QUE NOJO ta loco

Em verdade, não somos carnívoros, somos onívoros, comemos de tudo... (santa aberração!)


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem!

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por sabino-sp em Ter 15 Jan 2013, 4:11 pm

rbarros escreveu:
sabino-sp escreveu:Eu "acho" que o nosso corpo como qualquer outro do reino animal tem as proteinas e demais alimentos para sustentar a vida , então um animal carnívoro se daria bem fazendo uma boquinha com algum de nós , nossa espécie não é dada a comer isto (graças a Deus por isto) mas somos carnivoros tb (temos dentes caninos) pelo que tenho lido nem todos indígenas foram canibais mas alguns tem costume de comer seus "inimigos" e tem algumas tribus que me parece ainda hj come "OS PARENTES MORTOS" pirou ÉKA QUE NOJO ta loco

Em verdade, não somos carnívoros, somos onívoros, comemos de tudo... (santa aberração!)

carnivoros tb
vc tem razão barros por isto eu disse tb e não somente carnivoro

abraços

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por rbarros em Ter 15 Jan 2013, 4:15 pm

:chapeu: Salamaleicon!

Santo desespero!

Segundo a Sarah, nós só temos duas opções na vida: "Aceite o que eu digo ou aceite o que eu digo!"...

:risadinha:

Sarah escreveu:Santa Paciência, rogai pelo rbarros, amém!

Não vou ficar no repeteco não, querido.

Ah, eu agradeço! Por um instante pensei que você queria vencer pelo cansaço - ufa!

Sarah escreveu:

Como você explica a crueldade no reino animal, onde uma espécie devora a outra? Já parou para pensar o por quê desta situação tão violenta?

Foi Deus que criou esta selvageria generalizada? Por quê?
Muda de assunto não.

Não estou mudando de assunto, a estupidez divina segundo a sua ótica é a mesma!

Sarah escreveu:O Espiritismo diz que o Deus ensinado por ele não é igual ao “Deus de Moisés”, porém, curiosamente, o tiro sai pela culatra e vemos ensinos do tipo: Pena de Talião e pleno vigor, guerras, escravidão, condenação às outras crenças e etc.

Nem mesmo Jesus seguia o "Deus de Moisés"; Jesus nos apresentou o Pai (Abba) em lugar do colérico e vaidoso Jeová.

Sarah escreveu:Quanto a crueldade do reino animal, nada tem a ver com vidas passadas, mas sim com a queda do homem.

Explique melhor! Por que animais teriam que "pagar" pelo "crime" de Adão e Eva?!?

Ou será que até mesmo a aparente violência no reino animal não teria um propósito divino? Que propósito seria este?

Sarah escreveu:Disse sim, disse que a chave completa para entender os Evangelhos e a Biblia está no Espiritismo (O Evangelho Segundo o Espiritismo, introdução , item 1, pág 27, FEB),

Concordo plenamente com a DE. Como disse antes, ela veio para elucidar as passagens obscuras dos evangelhos.

Sarah escreveu:e que sem ele o mundo estaria totalmente perdido! (Evangelho Segundo Espiritismo, cap 19, Nota de rodapé, pág 303, FEB).

Parece exagero, mas se o mundo cristão compreender melhor os evangelhos, certamente estaremos melhores, pois até agora não demos provas de que os evangelhos mal compreendidos nos têm tornado melhores.

Sarah escreveu:Vc que ainda não tinha lido. Confira aí!

Fica com Deus,

Sarah


Já li sim, Sarah. Apenas não me prendo à palavra: tiro conclusões próprias!

Chukran, Alah olhe por vc!

:chapeu:


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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por JRKM em Ter 15 Jan 2013, 4:30 pm

eu tenho uma pergunta

onde é que se chegara o fim para doutrina espirita ?

se a doutrina espirita ensina sobre reencarnação , então as pessoas irão ficar reencarnando até quando ?

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por JRKM em Ter 15 Jan 2013, 4:36 pm

e gostaria de acrescentar uma outra pergunta

supondo que um individuo A frequente um centro espirita sério aqui No Brasil e dizem que o Individuo A foi a reencarnação de Fulano X na vida passada

E supondo que em algum lugar da Europa um Individuo B frequente um centro espirita sério na Europa e dizem ao Individuo B foi a reencarnação de Fulano X na vida passada


A pergunta é como descobrir a verdade ?

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por rbarros em Qua 16 Jan 2013, 1:24 pm

JRKM escreveu:eu tenho uma pergunta

onde é que se chegara o fim para doutrina espirita ?

se a doutrina espirita ensina sobre reencarnação , então as pessoas irão ficar reencarnando até quando ?


O ciclo de reencarnações a que todos estamos sujeitos é apenas uma fase na existência do Espírito.

É como a criança que inicia o ciclo escolar e, a cada ano, retorna à escola para começar um novo ano letivo. O término deste ciclo se dá quando a criança, já crescida, se torna um profissional graduado.

Também para nós espíritos o ciclo reencarnatório chegará ao fim quando atingirmos a maturidade espiritual necessária para nos tornarmos uma nova criatura, ou seja, anjos. Na fase angelical não há mais a necessidade de reencarnações, porém poderemos reencarnar em missão - como o fez o Mestre da Galiléia.

JRKM escreveu:e gostaria de acrescentar uma outra pergunta

supondo que um individuo A frequente um centro espirita sério aqui No Brasil e dizem que o Individuo A foi a reencarnação de Fulano X na vida passada

E supondo que em algum lugar da Europa um Individuo B frequente um centro espirita sério na Europa e dizem ao Individuo B foi a reencarnação de Fulano X na vida passada


A pergunta é como descobrir a verdade ?

Normalmente o "Fulano X" foi alguém muito importante e famoso, não é isso mesmo? Tipo Cleópatra ou Napoleão...

Fora estes casos de loucura, nunca ouvi falar que duas pessoas distintas tivessem sido a mesma pessoa em vida passada.

É muito difícil de se saber a nossa identidade em vida passada, são raros os casos onde isto acontece, e normalmente é pela boca de terceiros. Portanto, quem afirma é que tem que provar.


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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por JRKM em Qui 17 Jan 2013, 9:38 pm

outra pergunta

o que seriam as crianças cristais e crianças indingos ?

na concepção espirita que não é a minha quem já chegou no estado a qual não precisa mais de reencarnações ?

cite algum exemplo sem ser Jesus Cristo

e os espiritas aguardam algum mestre cósmico ou espiritual ?

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por rbarros em Sex 18 Jan 2013, 9:48 am

JRKM escreveu:outra pergunta

o que seriam as crianças cristais e crianças indingos ?

Não sei, estas coisas não fazem parte da doutrina...

JRKM escreveu:na concepção espirita que não é a minha quem já chegou no estado a qual não precisa mais de reencarnações ?

cite algum exemplo sem ser Jesus Cristo

Todo aquele que aprendeu a amar o próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas não precisa mais reencarnar aqui na Terra.

Alguns exemplos são: Chico Xavier, Ghandi, Irmã Dulce, e todos aquele que amaram mais o próximo que a si mesmo.

JRKM escreveu:e os espiritas aguardam algum mestre cósmico ou espiritual ?

Não, nem mesmo Jesus - não esperamos a sua volta, pois para a DE Jesus nunca se ausentou de nós.

A DE nos ensina que todos um dia estaremos livres do ciclo de reencarnações, desde que depuremos o nosso espírito e aprendamos a amar e a sermos sábios.


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem!

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por JRKM em Sex 18 Jan 2013, 2:07 pm

voce conhece Divaldo Franco ?

como saber que Gandhi , Chico Xavier , Irma Dulce não há mais necessidade em reencarnar mais ?


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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por rbarros em Sex 18 Jan 2013, 3:41 pm

Porque deram demonstrações de que amam mais ao seu próximo do que a eles mesmos. Basta verificar a vida que levaram para se chegar a esta conclusão.


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem!

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por JRKM em Sab 19 Jan 2013, 2:23 am

perguntei sobre as crianças Indingos e Cristais por causa das declarações do espirita Divaldo Franco

conhece ele ?

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por Bernardi em Sab 19 Jan 2013, 2:32 am

Sarah escreveu:
Quem usou o canibalismo foi o homem mais animalizado, que supunha obter a força do inimigo ao devorá-lo. Mas esta era uma pequena parcela da Humanidade, não era regra geral. Atitude típica de almas ignorantes em aprendizado.

Graças ao bom Pai hoje evoluímos o bastante para abolir esta prática.
Pequena? Se até Allan Kardec foi um canibal, segundo o Espiritismo...

Vamos relembrar a pergunta do codificador: : “Assim, pode dar-se que os homens mais civilizados tenham sido selvagens e antropófagos?”

Tu mesmo o foste mais de uma vez, antes de seres o que és.” (O Livro dos Espíritos,questão 787).

A resposta foi “curta e grossa”. Para não ‘pairar’ dúvidas...os espíritos responderam: “tu mesmo o fostes”. Ou seja, Kardec sendo civilizado havia sido um canibal, demonstrando que as pessoas civilizadas foram canibais.

Que coisa mais desagradável...arghhh... gosto nem de pensar!

Sarah, cada um de vcs tem um perfil, tu és a que gostas de bater nos canibais, o Jan Mozol gosta dos nos racistas.. tu és vegana?


"Eles também responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome ou com sede ou estrangeiro ou necessitado de roupas ou enfermo ou preso, e não te ajudamos? ’ "Ele responderá: ‘Digo-lhes a verdade: o que vocês deixaram de fazer a alguns destes mais pequeninos, também a mim deixaram de fazê-lo’. "E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna".
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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por Bernardi em Sab 19 Jan 2013, 2:34 am

JRKM escreveu:voce conhece Divaldo Franco ?

como saber que Gandhi , Chico Xavier , Irma Dulce não há mais necessidade em reencarnar mais ?

Isso não tem como saber.. todos temos nossas falhas... embora Gandhi, Chico, Dulce sejam exemplos de pessoas, não tem como saber o quanto eles tem de pureza.. sabemos apenas de parte de suas vidas.... eu tenho certeza q vou reencarnar.. sou cheio de falhas.


"Eles também responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome ou com sede ou estrangeiro ou necessitado de roupas ou enfermo ou preso, e não te ajudamos? ’ "Ele responderá: ‘Digo-lhes a verdade: o que vocês deixaram de fazer a alguns destes mais pequeninos, também a mim deixaram de fazê-lo’. "E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna".
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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

Mensagem por JRKM em Sab 19 Jan 2013, 2:37 am

a pergunta que eu queria entender é o que é as crianças cristais e crianças indingos para doutrina espirita

segundo Rbarros , não tem nada ver com o espiritismo

mas o Divaldo Franco que é espirita apoia esta ideia de crianças cristais e indingos

por isto pergunteis e tem alguma correlação

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Re: Espiritismo - Tópico Oficial (parte IV)

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