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Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

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Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por Crysis em Seg 12 Nov 2012, 4:32 pm

Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

A palavra theosophia é de origem grega e significa “sabedoria de Deus”. Surgiu no terceiro século, em Alexandria, no Egito, com um notável pensador da época, Amônio Sacca, que foi mestre de Plotino, sendo ambos filósofos platônicos. A teosofia (de théos = Deus, sophia = sabedoria) vem a ser, como dizem, “um corpo de ensinamentos misteriosos revelados somente a poucas pessoas mais avançadas”.1 Esse conhecimento tem recebido o título de doutrina secreta. Neste sentido, trata-se de um ramo do ocultismo (da palavra latina ocultus).

Essa palavra se distingue da palavra teologia. A teologia é um discurso sobre Deus (Theós), conhecido à luz da fé. A Bíblia afirma: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6). Por outro lado, lemos: “Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (1Co 1.21-25).

Assim, ao passarmos a estudar sobre a teosofia, não podemos deixar de apontar aquilo que Paulo nos adverte sobre as doutrinas que surgiriam nos últimos tempos como ensinos totalmente antagônicos à Palavra de Deus (1Tm 4.1,2). Por isso, devemos ter cautela, para não sermos iludidos por tais doutrinas. Diz o apóstolo: “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2.8).

Seita ou religião?

A Sociedade Teosófica procura negar o seu caráter sectário ou religioso, afirmando que “a Sociedade não se identifica com nenhuma religião em particular, não sendo ela mesma uma seita religiosa”. É óbvio seu interesse em não se declarar entidade religiosa ou sectária: fazer que as pessoas religiosas não se sintam preocupadas em estudar os ensinos religiosos da Teosofia.

A propósito, o escritor Adolpho J. Silva, membro do Conselho Editorial da Editora Teosófica, em entrevista à revista ANO ZERO, declara que “a Teosofia não chega a ser uma religião, é uma filosofia de vida e pretende que o católico, o protestante, o evangélico, entre outros, vivam melhor a sua religião e tenham uma visão mais ampla da realidade. Neste sentido, a Teosofia é um sistema, uma filosofia”.2 Continuando sua entrevista e indagado se a Teosofia se propõe a aglutinar membros de diferentes movimentos, religiões e sociedades secretas, a resposta foi: “Exatamente, há uma tendência ao sincretismo religioso”.3 Ora, como sabemos, sincretismo é a fusão de religiões, ritos e crenças.

Adolpho J. Silva declara que “a teosofia se propõe a aglutinar membros de diferentes movimentos, religiões e sociedades”. Isto significa que pessoas de várias religiões e crenças chegarão a um impasse: decidir se permanecem em suas crenças ou adotam as novas, filiando-se à Sociedade Teosófica, à medida que descobrem que os ensinos novos da teosofia conflitam com aquilo que crêem.

Passaremos a demonstrar que as doutrinas teosóficas não podem conciliar-se com a doutrina cristã e que não seria correto um cristão participar das reuniões promovidas por eles e nem mesmo ler os livros, revistas e outras publicações teosóficas, a menos que o faça para pesquisar e refutar com conhecimento de causa.

Duas mulheres

• HELENA PETROVNA BLAVATSKY

Na história da teosofia surgem duas mulheres proeminentes, conhecidas como mestras da teosofia moderna: Helena Petrovna Blavatsky e sua “continuadora”, Annie Besant.

A Sra. Blavatsky nasceu em Ekaterinoslaw, na Ucrânia, em 12 de agosto de 1831. Era filha do coronel Petervon Hahn e Helena Andreyevna, e sobrinha de Sergei Witte que, mais tarde, se tornou primeiro-ministro e amigo de Gregory Rasputin. Sua história pessoal é repleta de aventuras e extremamente conturbada. Quando criança foi rebelde e estranha. Era paranormal e escrevia seus livros em transe mediúnico, sendo inspirada, conforme dizia, por Mestres de Sabedoria. Aos 16 anos, casou-se com o general russo Nicéforo Blavatsky, mas, três meses depois do matrimônio, abandonou o marido.

Após a separação, passou a percorrer o mundo em busca da sabedoria. Ouviu mestres ocultistas, magos e médiuns da Turquia, Inglaterra e Egito. Por fim, em 17 de novembro de 1875, resolveu fundar, junto com o coronel Henry Steel Olcott, em Nova York, nos Estados Unidos, uma organização a qual deu o nome de Sociedade Teosófica. O coronel Olcott tornou-se o primeiro presidente da Sociedade e, em 1878, partiram, juntos (Blavatsky e Olcott), para a Índia. Em 3 de abril de 1905, foi estabelecida a sede internacional da Sociedade Teosófica no bairro de Adyar, na cidade de Chennay (antiga Madras), no Estado de Tamil Nadu, sul da Índia.

Com a fundação da Sociedade Teosófica, Helena Blavatsky pretendia iniciar a transferência do budismo e do hinduísmo para o ocidente, difundindo a teosofia nos Estados Unidos. Não conseguindo de início o seu propósito, transferiu a Sociedade Teosófica para a Índia, onde predomina o hinduísmo.

Helena Blavatsky faleceu em 8 de maio de 1891 e foi sucedida por Annie Besant.

* H. P. B., dentro da teosofia, é a forma comum de mencionar a fundadora.

• ANNIE WOOD BESANT

Annie Wood Besant nasceu em 1847, em Londres, e se casou, ainda muito nova, com Frank Besant, com quem teve dois filhos. Ela também abandonou o marido. Com a morte de Helena Blavatsky, Annie Besant colocou-se à frente da sociedade.

Assumindo a tutoria de um jovem indiano chamado Jiddu Krishnamurti, nascido em Madabapelle, Madras, em 1897, em 1908 Annie Besant identificou esse jovem, seu filho, como o futuro Mestre e Salvador da humanidade. Segundo ela, Jiddu era o Cristo reencarnado. O tal jovem já havia supostamente passado por 32 encarnações, gastando, para isso, 72.000 anos. Como sabemos, Jesus nos exortou a estarmos alertas contra o surgimento de falsos cristos e Jiddu, ao que consta, seria esse falso cristo, tido como salvador do mundo.

Atentemos para o prognóstico de Jesus: “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: “Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo tenho predito” (Mt 24.5, 23-25).

Estas fantasias foram as responsáveis pelas principais cisões entre os teósofos. A seção alemã, por exemplo, dirigida por Rudolf Steiner, filósofo e pedagogo austríaco (que nasceu em Kraljevic, em 1861, e morreu nessa mesma cidade croata, em 1925), separou-se, em 1913, da Sociedade Teosófica e fundou a Antroposofia.

Organização e atividades

Estão organizados em mais de sessenta países em seções nacionais e estas, por sua vez, compõem-se em Lojas e Grupos de Estudos. A maioria das lojas e grupos de estudo realiza reuniões públicas com palestras, cursos, debates e outros eventos desse tipo. Existem outras atividades de confraternização entre membros e simpatizantes. No Brasil, há dois ramos distintos: a Sociedade Teosófica no Brasil, filiada à Sociedade Teosófica fundada por Helena Petrovna, e a Sociedade Teosófica Brasileira, também conhecida como Sociedade de Eubiose, fundada por Henrique José de Souza e com sede em São Lourenço, Minas Gerais.

Objetivos

A Sociedade Teosófica afirma que possui três objetivos básicos:

1. Formar um núcleo da fraternidade universal da humanidade, sem distinção de raça, credo, sexo, casta ou cor;

2. Estimular o estudo comparativo das religiões, filosofias e ciências;

3. Investigar as leis ainda não explicadas da natureza e os poderes latentes do homem.

Para que uma pessoa se torne associada da Sociedade, tem de concordar pelo menos com o primeiro objetivo. Os outros dois são opcionais.

Fonte de autoridade

O livro mais importante da fundadora é A doutrina secreta (1888). Suas outras obras são: A voz do silêncio (1889), Isis sem véu e A chave da teosofia. Embora a palavra teosofia signifique a sabedoria de Deus, essa nova sabedoria, no entanto, não tem nada em comum com a verdadeira sabedoria de Deus (1Co 2.6-13).

Blavatsky declarou que “não é o temor do Senhor o princípio da sabedoria, mas o conhecimento do EU que se torna a principal sabedoria” (A doutrina secreta). Os Upanixades e os Vedas, livros sagrados do hinduísmo, constituem a base para grande parte de suas doutrinas. O budismo também influenciou grandemente as doutrinas da teosofia.

Como lemos na Bíblia: “O temor do Senhor é o verdadeiro princípio da sabedoria” (Sl 111.10), e não a sabedoria aprendida nos meios ocultistas, pois esta é “terrena, animal e diabólica. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia” (Tg 3.15,17).

A mãe da Nova Era

Um grande número de estudiosos procura uma data específica para o início do Movimento Nova Era (MNE), e indicam esse ponto de partida como sendo a data da fundação da Sociedade Teosófica, em 1875, na cidade de Nova York. A teosofia declara ser “a essência de todas as religiões e da verdade absoluta, da qual uma gota apenas se encontra em cada crença”.4 Seus ensinos englobam os neoplatônicos5, os gnósticos6, a cabala judaica7, a mística dos rosacruzes8 e certas doutrinas de Paracelso9.

Um dos ensinos fundamentais da Nova Era é a criação de uma religião universal. A teosofia tem o mesmo objetivo. Tanto uma quanto a outra procuram juntar o melhor de várias doutrinas em uma só religião. Essa mistura religiosa é denominada sincretismo. A palavra sincretismo designa “qualquer mistura de pensamentos e práticas diversas, com o objetivo de formar um todo, criando, a partir dessa união, algo novo, mantendo essencialmente as mesmas características das anteriores”.10

A pergunta que se faz é: “Em que se baseava a escritora para afirmar que a teosofia é a essência de todas as religiões e da verdade absoluta?”. Por incrível que pareça, ela se baseava no testemunho de videntes, isto é, de mestres iluminados do Tibete, no ensinamento da Loja Branca, da Hierarquia dos Adeptos e na cultura do pretenso continente Atlântida, que não passa de mera ficção literária de Platão.

Tal posição é oposta ao que Cristo afirmou sobre si mesmo, dizendo: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo 14.6). Por sua vez, Pedro, em sua segunda carta, declara: “Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a sua majestade. Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido. E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo; e temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações” (2Pe 1.16-19).

Tais homens, tidos como mahatmas (mestres iluminados), não passam de falsos cristos, indicados por Jesus em Mateus 7.15.

A teosofia e a Bíblia

Como essência de todas as religiões, a teosofia reúne os ensinos centrais da Nova Era, um movimento eclético que engloba doutrinas do hinduísmo, do taoísmo, do budismo, do cristianismo e de práticas como a ioga e a meditação transcendental para despertar o suposto poder latente do ser humano.

O aspirante à teosofia deve submeter-se a uma disciplina: “o carma ioga, a senda da prova” e, depois, a “senda do discípulo”, propriamente dito, que o levarão, progressivamente, ao estado de pleno desenvolvimento e de aptidão para o nirvana.

Ensinos teosóficos versus ensinos cristãos

Teosofia: Jesus é um dos cristos

Declaram que a atual “raça-trono” ariana já teve até agora cinco cristos, ou seja, cinco encarnações do Supremo Mestre do Mundo, que foram: Buda, Hermes, Zoroastro, Orfeu e Jesus. Afirmam que Cristo usou o corpo de Jesus. Desta forma, Jesus não deve ser considerado o único Filho de Deus, o Deus homem. Ele é apenas uma das muitas manifestações ou aparições de Deus através dos séculos. Cristo é distinto de Jesus. Cristo é uma idéia perfeita de Deus – o despertar da divindade inerente. Jesus tem a consciência crística ou espírito crístico mais desenvolvido do que outros, mas cada um pode desenvolver seu espírito crístico ou consciência cósmica. Não bastasse tudo isso, ainda aguardam a chegada de um novo cristo, que será mais poderoso do que o Senhor Jesus Cristo. Esse novo cristo unirá todas as religiões em uma só, dizem os teosofistas.

Cristianismo: Jesus é o Cristo

Jesus e Cristo são dois nomes para a mesma pessoa. Jesus não se tornou o Cristo como pessoa adulta, mas nasceu o Cristo (Lc 2.11,26; Jo 1.41; Mt 16.13-16; Jo 11.25,27). O Cristo da Bíblia é o Jesus de Nazaré histórico e o eterno Filho de Deus. Ele se tornou homem, viveu uma vida sem pecado, sofreu a morte vicária e ascendeu aos céus, ao seu Pai (Gl 4.4,5; 1Co 15.3,4; At 1.9-11).

A Bíblia apresenta Jesus como a única manifestação de Deus na carne (Jo 1.1-3,14; 8.58; 14.8-10) e admoesta que tenhamos cautela com relação aos falsos Cristos (Mt 24.4,5, 23-25).

Pedro declarou que Jesus, o Cristo, é o Filho do Deus vivo (Mt 16.16), sendo elogiado por Jesus, que lhe disse ter sido iluminado por Deus para fazer tal declaração (Mt 16.17-18). Jesus disse de si mesmo que era o único caminho para que o homem pudesse chegar a Deus (Jo 14.6). O apóstolo Pedro, por sua vez, reiterou que só no nome de Jesus há salvação (At 4.12). João disse que aqueles que negam que Jesus é o Cristo são anticristos (1Jo 2.22-23).

Teosofia: Tudo é um

Toda a realidade é um todo unitário. Ou seja, toda a realidade (e aqui estão incluídos Deus, a humanidade, o universo criado, a terra, o tempo e o espaço) faz parte do todo. Esta idéia é conhecida como monismo e é basicamente um conceito hinduísta.

Cristianismo: o Deus bíblico é pessoal

A idéia bíblica de Deus envolve um Pai pessoal de amor, a quem os cristãos se dirigem chamando-o de “Aba, Pai” (Rm 8.15; Gl 4.6). Existem evidências que comprovam a natureza pessoal de Deus, pois Ele ouve (Êx 2.24; Sl 94.6), vê (Gn 1.4), conhece (2Tm 2.19), tem vontade (Mt 6.10) e demonstra emoção (Gn 6.6).

Teosofia: tudo é Deus

“Na teosofia não se admite a figura de um Deus potente e poderoso presidindo a formação de tudo. Deus seria o Princípio Transcendental Supremo, chamado de Logos Cósmico”.1 1 “A teosofia é panteísta: Deus é tudo e tudo é Deus”.1 2 “A teosofia não acredita no Deus bíblico, nem no Deus dos cristãos. Rechaço a idéia de um Deus pessoal. O Deus da teologia é um ninho de contradições e uma impossibilidade”.

Cristianismo: a Bíblia nega que tudo seja Deus

O Deus da Bíblia criou o homem, que é uma pessoa distinta e à parte do Criador (Gn 1.27).

Deus é uma personalidade consciente (Êx 3.14; Is 48.12).

É um espírito pessoal (Jo 4.23,24), com vontade própria (Rm 12.1,2; Hb 10.9).

É um Deus Trino: três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo, mas numa só essência ou natureza divina (Mt 28.19; 3.16,17; 2Co 13.13; Gl 3.20).

Teosofia: o homem é Deus e Deus é o homem

O objetivo da vida é despertar o deus que dorme no interior do ser humano. Cada pessoa é mais do que sublime, porque somos divinos. “Não é o temor do Senhor o princípio da sabedoria, mas o conhecimento do EU que se torna a própria sabedoria”.1 3 “O homem traz latentes no seu interior todos os atributos da divindade que podem ser progressivamente desenvolvidos e atraídos à manifestação através do pensamento puro e reto comportamento”.14

Cristianismo: Deus é distinto do homem

A Bíblica ensina que o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26,27). Deus é distinto do homem (Ec 5.2; Nm 23.19; Os 11.9). A própria ignorância do homem sobre a sua suposta divindade mostra que ele não é Deus. Vejamos algumas diferenças entre Deus e o homem:

a) Deus é Todo-Poderoso (Mt 19.26); o homem tem poder limitado (Hb 4.15).

b) Deus é onipresente (Sl 139.7-12); o homem é confinado no espaço e no tempo (Jo 1.50).

c) Deus é eterno (Sl 90.2); o homem é criado no tempo (Gn 1.26).

d) Deus é verdade (Is 65.16); o coração do homem é enganoso (Jr 17.9).

Teosofia: o homem não é pecador

O problema do homem é ignorar sua divindade. Desde que não exista o problema do pecado, ele também não tem necessidade de salvação. Conseqüentemente, Jesus não morreu na cruz para providenciar a salvação do pecador. Os homens precisam de iluminação para reconhecer sua divindade. Pela reencarnação, uma pessoa pode retornar a Deus. A única coisa que o homem precisa é de iluminação, para reconhecer sua divindade. A iluminação ou alteração da consciência é chamada também nova consciência. As técnicas para a alteração da consciência ou nova consciência são: meditação transcendental, ioga, hipnoses, mantras, diálogo com canalizadores, entre outros.

Cristianismo: o problema do homem é o pecado

O cristianismo começa com uma distinção entre o Criador e a criação. Oposto ao ensino monista panteísta, existe um abismo entre o Criador e o homem (Is 45.18). O homem de fato tem pecado contra Deus (Rm 3.23) e precisa necessariamente de salvação (Rm 5.18; 6.23). O Jesus bíblico ensinou que o homem não tem simplesmente um problema de ignorância da sua divindade, mas um problema grave de pecado que precisa resolver (Mt 12.33,34; Lc 11.13).

O Jesus bíblico ensinou que sua missão foi prover, por sua morte na cruz, expiação pelo pecado da humanidade (Mt 20.28; 26.26-28). Ensinou, ainda, que a salvação do homem só é possível por fé nele (Jesus), e não por iluminação ou nova consciência (Jo 3.16).

Teosofia: prega a reencarnação e o carma

A vida e o destino do homem são governados pela lei do carma (ação em sânscrito), a lei da causa e efeito.15 O homem precisa progredir muitas vezes até chegar à unidade com o Um. Se o homem adquire bom carma (reação a toda ação), benefícios positivos o acompanharão em outras vidas. O mau carma produzirá futuros castigos. Eventualmente, deixará o ciclo de nascimento e renascimentos pelas práticas de iluminação ou nova consciência, efetuando, dessa forma, sua própria salvação.

Cristianismo: nega veementemente a reencarnação (Hb 9.27)

O tipo de reencarnação adotado pela teosofia não é igual ao de Allan Kardec. O mais importante argumento contra a reencarnação é o esquecimento geral das vidas passadas. Se é verdade que já vivemos algumas vezes, como se explica o esquecimento geral das vidas anteriores?16

A reencarnação constituiria um castigo injusto. Pois: de que serviria a uma alma voltar à carne se ignora as etapas que já percorreu na sua purificação espiritual? A reencarnação prende-se, geralmente, ao falso conceito de Deus; ou seja, ao panteísmo, junto com o qual a reencarnação é professada na Índia. De fato, se não há um Deus pessoal, a quem o homem possa invocar, é o próprio homem quem tem de remir a si mesmo.

Ora, os esforços do homem em demanda da perfeição são sempre lentos. De onde se segue que uma série de encarnações sucessivas se impõe como solução para o problema? Esta solução errônea, por apregoar a auto-redenção, não deixa de ser sedutora, pois bajula o orgulho da criatura humana, dando-lhe a ilusão de que ela não depende de ninguém.

Por outro lado, o homem que crê em um Deus pessoal e distinto do mundo, sabe que é amado por este Deus que provou o seu amor doando seu Filho Jesus para que pudéssemos obter redenção (1Jo 4.8). “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.9,10).

Jesus é o nosso Advogado, e nos defende do pecado (1Jo 2.1.2,12).

Teosofia: nega a eficácia da oração

“Não acreditamos na eficácia da oração enquanto súplica externa dirigida a um Deus desconhecido”.17

Cristianismo: o cristão ora

Jesus ensinou aos discípulos a orar (Mt 6.9-13). Freqüentemente, Jesus era encontrado em oração de manhã, de tarde e de madrugada. Pedro foi livre das mãos de Herodes pela oração da Igreja em seu favor (At 12.5-8). Paulo recomendou que os cristãos devem orar sem cessar (1Ts 5.17).

Teosofia: declara que a redenção por Cristo é perniciosa

Falando sobre a redenção efetuada por Cristo, L.W. Rogers declara: “É esta perniciosa doutrina de que o erro cometido por um pode ser consertado pelo sacrifício de outro. É simplesmente surpreendente que tal crença tenha sobrevivido à Idade Média e continue a encontrar milhões de pessoas que a aceitam nesses dias de pensamento claro. O homem, que busca comprar a felicidade, através da agonia de outro, é indigno do céu, e não poderia reconhecê-lo, se estivesse lá. Um céu habitado pelos que vêem no sacrifício vicário um arranjo feliz, o qual lhes permite viver no prazer e bem-estar, não é digno de ser possuído”.18

Cristianismo: a base da redenção é o sangue de Cristo (Mt 26.28; Ef 1.7; 1Jo 1.7,9).

Jesus ensinou a regeneração, e não a reencarnação (Jo 3.1-7). A queda da raça humana, relatada em Gênesis 3.1-5, indica a origem da rebelião contra Deus (1Sm 15.23). O cristianismo afirma que a única solução é o homem converter-se de sua rebelião contra Deus e depositar sua fé em Jesus Cristo (Is 55.6,7; Lc 13.3; 19.10).

Salvação é mais do que mudança de consciência: é um processo pelo qual a graça de Deus transforma a pessoa em uma nova criatura (2Co 5.17).

O lema da Sociedade Teosófica

“Não há religião superior à verdade, este era o antigo lema da família de Kasi, ou Varanasi, também adotado como lema da Sociedade Teosófica”.19 A verdade essencial da teosofia é que existe a unidade por trás de toda a diversidade.

Concordamos com o fato de que as inúmeras religiões não são superiores à verdade, entretanto, é salutar esclarecer que verdade é esta, e, neste intento, é adequado apontá-la como nosso lema, cujo fundamento é exarado de forma explícita e absoluta na Bíblia.

Jesus se identificou como a verdade, quando declarou: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo 14.6). E ainda acrescentou: “a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). Fica claro, em suas declarações, que Jesus não considerava a possibilidade de acesso a Deus por meio de uma diversidade de outros líderes religiosos, “iluminados”, pois suas palavras são incisivas: “ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Não há aqui qualquer margem de espaço para Buda, Krishna, Maomé e outros.

A verdade essencial do cristianismo não esconde atrás de si uma diversidade de caminhos para a salvação. O apóstolo Pedro ratificou essa doutrina ao declarar: “e em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4.12; grifo do autor). O apóstolo Paulo complementa: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (1Tm 2.5; grifo do autor).

Atentemos para a exclusividade reclamada pelas expressões “ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6), “em nenhum outro há salvação” (At 4.12) e “um só mediador” (1Tm 2.5). De acordo com as Sagradas Escrituras, Jesus é a verdade. Qualquer religião que ignorar ou deturpar este lema não poderá oferecer a verdadeira salvação.

Entre outros, este é um dos principais atrativos que a Nova Era resgatou de sua precursora, isto é, o ideal de harmonizar e unificar valores religiosos em busca da verdade, apresentando, com isso, uma religião sincrética. Logicamente, em nossos dias, essa pregação simpática encontrará o acolhimento de pessoas que não querem se comprometer com uma verdade moral e um Deus pessoal. Nós, em contraste, continuaremos irredutivelmente apregoando a mensagem da verdade, independente de como ela for recebida. Afinal de contas, como Charles Haddon Spurgeon disse: “mil erros podem viver em paz uns com os outros, mas a verdade é um martelo que os quebra a todos em pedaços”.

O EMBLEMA DA SOCIEDADE TEOSÓFICA

Segundo os adeptos da teosofia, o emblema da Sociedade “é uma perfeita equação algébrica com todos os termos expressos encerrando uma infinidade de valores, representando a intenção da teosofia de redimir a humanidade da miséria, aflição e pecado, frutos da ignorância, causa de todo o mal”.

Como podemos constatar abaixo, o conjunto de elementos que encerra o emblema deste grupo religioso é constituído de símbolos declarados pela Nova Era.

Vejamos:

• Os dois triângulos eqüiláteros entrelaçados simbolizam o Universo como a dualidade espírito-matéria. O de vértice para cima é o do fogo, espírito ou Pai; o de vértice para baixo é o da água, matéria ou Mãe. Os lados do triângulo do fogo, entre outras coisas, significam: existência, consciência e bem-Aventurança; os do triângulo da água significam as três características da matéria: inércia, movimento e equilíbrio. Os doze lados iguais formados pelo cruzamento das linhas da figura consideradas em conjunto representam os “dozes deuses” da Cabala e de outras religiões antigas, os doze signos do Zodíaco, os doze meses do ano.

• A cruz “ansata”, ou Tau, encerrada dentro do duplo triângulo é o símbolo do espírito que desce à matéria e nela está crucificado, porém, que ressuscitou da morte e permanece triunfante nos braços do vitimário já vencido e, por isso, é chamada de “Cruz da Vida”, simbolizando a ressurreição. Nas pinturas egípcias pode-se ver que esta cruz era aplicada sobre os lábios da múmia, quando a alma voltava ao corpo.

• Acima, o torvelinho da Cruz Ígnea, ou Svástika (Cruz Alada ou Cruz de Fogo) é o símbolo da energia vertiginosa que cria um Universo, “abrindo buracos no espaço” ou, dizendo em forma menos poética, formando os torvelinhos ou átomos para a construção dos mundos. Ao contrário do que muitos acreditam, a suástica é usada há mais de três mil anos pelos chineses, tibetanos e antigas nações germânicas; encontrada também entre os bompas e budistas; usada como símbolo do budismo esotérico, figurando a frente de todos os símbolos religiosos de todas as nações antigas, sendo o mais sagrado e místico símbolo da Índia. Segundo afirmam, tem estreita relação e até identidade com a cruz cristã. Como diagrama místico de bom augúrio “svástika”, ou seja, signo de saúde, não mantém relação alguma com o símbolo usado na Segunda Grande Guerra.

• A serpente que morde a própria cauda, o ouroboros, é o milenar símbolo da eternidade, o círculo sem começo nem fim em que todos os universos crescem e declinam, nascem e morrem. Ao redor do símbolo, o lema do Maharâja de Benares: Satyât nâsti paro Dharma [Não há religião superior à verdade].

• Este sinal, a sílaba sagrada AUM, em sânscrito, é a representação gráfica e sonora (OM) do mistério do PRÍNCIPIO UNO, manifestado em seus três aspectos: a Trindade. A letra A representa o nome de Vishnu (o preservador); a letra U, o nome de Shiva (o destruidor) e a letra M, o de Brahmâ (o criador). AUM é o nome místico da divindade, a palavra mais sagrada de todas na Índia, a expressão laudatória ou glorificadora com que começam os Vedas e todos os livros sagrados ou místicos. Todas as grandes religiões falam da Trindade, ainda que dando nomes diferentes. Assim, segundo os teósoficos, por exemplo, no cristianismo são: PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO; na Teosofia: 1º, 2º e 3º LOGOS.


RELIGIÕES, SEITAS E FILOSOFIAS A SERVIÇO DA NOVA ERA

RELIGIÕES

Hinduísmo (*2000 – 1500 a.C)
Xintoísmo (*660 a.C)
Taoísmo (*604 – 531 a.C)
Confucionismo (*551 – 479 a.C)
Budismo (*563 – 483 a.C)

SEITAS

Espiritismo Moderno (1848)
Teosofia (1875)
Ciência Cristã (1879)
Sociedade Vedanta (*1895)
AMORC - Antiga e Mística
Ordem Rosa Cruz (1915)
Antroposofia (1913)
Eubiose (1924)
Seicho-No-Iê (1930)
Logosofia (1930)
Perfect Liberty (1946)
Meditação Transcendental (*1950)
Cientolgia (1955)
Arte Mahikari (1959)
Hare Krishna – ISKCON (1966)
Raelianos (1975)
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FILOSOFIAS E PRÁTICAS

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Ecumenismo
Sincretismo
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Ecologia
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Bruxaria
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Notas:

1 Folheto Teosofia e a Sociedade Teosófica.
2 Revista ANO ZERO n. 24, de abril de 1993, p. 43.
3 Ibid.
4 The Key of Theosophy. Helena P. Blavatsky, p. 85, edição em francês de 19l6.

5 Corrente doutrinária fundada por Amônio Sacas (séc. II), em Alexandria, e cujos representantes principais são: Plotino, filósofo romano (240-270), em Roma; Jâmblico, filósofo grego (c.250-330), na Síria; e Proclo, filósofo grego (410-485), em Atenas. Caracterizava-se pelas teses da absoluta transcendência do ser divino, da emanação e do retorno do mundo a Deus pela interiorização progressiva do homem.

6 Existem várias correntes diferentes do gnosticismo, porém, todas elas foram influenciadas pelo neoplatonismo e pelo pensamento grego em geral. Rejeitavam a matéria por achar que ela era má e, com isso, rejeitavam também a encarnação do Verbo, o que gerou posições absurdas e conflitantes no que se referia à morte e à ressurreição de Cristo. Ao que parece, foi uma das primeiras heresias cristãs, visto que, conforme a opinião de alguns, os escritos do apóstolo João foram redigidos visando combater estas idéias errôneas a respeito de Cristo.

7 Cabala é o nome dado ao conhecimento judaico místico, originalmente transmitido de forma oral. O misticismo gnóstico já se fazia presente na Haggadah (livro que narra o Êxodo e apresenta a ordem de Sêder – as bênçãos, símbolos, orações e, principalmente, a exposição rabínica do tema). As pessoas buscavam a presença de Deus. Essa presença substituía toda a erudição e todo o esforço humano. Assim, a alma humana entraria em harmonia com o Ser divino. As pessoas andavam atrás da perfeição, da santidade e da autopurificação, para que pudessem chegar à presença de Deus. O instrumento usado para isso era a cabala que, naturalmente, incorporava muitas idéias pagãs, no campo dos conceitos, como a adivinhação. A cabala era usada como a Bíblia do misticismo.

8 Segundo a própria Ordem RosaCruz, sua finalidade é estudar, testar e ensinar as leis de Deus. Vejamos o que declaram: “A finalidade da Ordem é estudar, testar e ensinar as leis de Deus e da natureza capazes de tornar nossos membros mestres do sagrado templo (o corpo físico) e obreiros do divino laboratório (os reinos da natureza). Isto nos permite prestar auxílio mais eficaz aos que ainda não conhecem aquelas leis e que precisam de assistência. Todo iniciado tem o dever de servir, considerando imperativo estudar e praticar as leis ensinadas em nossa Ordem, aplicando-as sempre que oportuno”.

9 Mestre de Alquimia, médico e filósofo alemão que conseguiu difundir suas doutrinas sem ser condenado pela Igreja. É considerado o personagem mais característico do Naturalismo alemão na Renascença. Definia o fundamento da Medicina como uma conjugação entre o mundo exterior e as diferentes partes do organismo humano. Tornou-se célebre pela doutrina dos medicamentos específicos e pela teoria da múmia, bálsamo natural que deveria preparar todos os tecidos.

10 Dicionário de religiões, crenças e ocultismo. Mather & Nichols. Editora Vida, p. 415, 2000.

11 Revista ANO ZERO n. 24, de abril de 1993, p 46.
12 The Key to Theosophie. Helena P. Blavatsky, p. 63.
13 A doutrina secreta. Helena P. Blavastky.
14 Folheto Princípios teosóficos.
15 Ibid.
16 A reencarnação dos espíritos, p. 192, 1946.
17 Revista ANO ZERO n. 24, abril de 1993, p.46.
18 Citado no Dicionário de religiões, crenças e ocultismo.

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por rbarros em Ter 13 Nov 2012, 1:22 pm

Espiritismo virou seita; homossexualismo e ecologia viraram filosofia...

Quanto tendencionismo.

ai, caramba!


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem!

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por Crysis em Ter 13 Nov 2012, 1:42 pm

o texto fala sobre Teosofia rrbarros e aconselho a ler o texto inteiro , independente se espiritismo é seita ou não só foi usada como fonte

se voce defende a teosofia ou espiritismo , não sei o que o senhor faz em um fórum gospel

Crysis escreveu:Teosofia – A filosofia religiosa ...

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por Crysis em Ter 13 Nov 2012, 6:47 pm

muito bom os videos moderadora , obrigado por ajudar Deus a abençoe

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por Ed em Ter 13 Nov 2012, 6:52 pm

rbarros escreveu:Espiritismo virou seita; homossexualismo e ecologia viraram filosofia...

Espiritismo virou seita, NÃO! Sempre foi... :risadinha:

Sabia não?



::


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por rbarros em Qua 14 Nov 2012, 8:29 am

Crysis escreveu:o texto fala sobre Teosofia rrbarros e aconselho a ler o texto inteiro , independente se espiritismo é seita ou não só foi usada como fonte


Conheço alguma coisa sobre o tema, jamais me identifiquei com o mesmo, apesar da minha formação espiritualista.

Há muita semelhança com o Espiritismo, mas ainda sou mais Kardec.

E não concordo com as coisas que citei, dizer que Espiritismo é seita e homossexualismo e ecologia são filosofias foi de doer!

Crysis escreveu:se voce defende a teosofia ou espiritismo , não sei o que o senhor faz em um fórum gospel

Fóruns de discussão são ótimos pontos de encontro de pensamentos diferentes.

O que seria do Azul se todos gostassem do Amarelo?

Penso, logo existo.

E se penso, gosto de discutir com outros seres pensantes, gosto de debater idéias, gosto de testar o meu conhecimento.

É por isso que estou aqui, mas se a minha presença for incômoda, retirar-me-ei imediatamente...

Ed escreveu:
rbarros escreveu:Espiritismo virou seita; homossexualismo e ecologia viraram filosofia...

Espiritismo virou seita, NÃO! Sempre foi... :risadinha:

Sabia não?

::

Puxa, não, não sabia!

Como foi que Vossa Excelência descobriu tal fato?

É preciso avisar aos milhões de seguidores do Espiritismo de que aquilo que eles pensam ser apenas uma doutrina baseada na vida e ensinamentos de Jesus, sem as fantasias que lhes impuseram os homens no decorrer destes dois milênios, não passa de uma reles seita!

chocado


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem!

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por Crysis em Qua 14 Nov 2012, 8:38 am

o tópico é sobre Teosofia e não Espiritismo , Teosofia esta que é fundada por Blavask .

se quiser debater sobre Teosofia , sugiro ler os livros de blasvask como citei na fonte e outros autores da sociedade teosófica .

a doutrina espirita deve ter um tópico para isto para se debater ideias , se nao tem , sugiro que abra um e expresse sua maneira de se expressar como convém para que possamos responder.

agora se quiser ficar citando que nao concorda e que é tendencionalismo sem base ou fonte ai fica dificil amigo .

ora se eu gastei um tempo de ler , pesquisar antes de postar , porque eu deveria debater sobre se voce concorda ou não na base do achismo.

voce mesmo confessou que sabe pouco a respeito sobre Teosofia, então sugiro que leia e pesquise por si mesmo as fontes , tanto que eu as citei .

agora me admira o senhor pegar uma palavra chamada espiritismo , tirar fora do contexto para fazer uma tempestade fora dagua .

o tópico se refere a Teosofia , e se acha que esta errado , sugiro que argumente com fatos e fontes para que possamos analisar .

entao fico no aguardo , no mais não tenho como debater desculpe

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por rbarros em Qua 14 Nov 2012, 1:05 pm

Explique PORQUÊ estas RELIGIÕES, SEITAS e FILOSOFIAS estão A SERVIÇO DA NOVA ERA:

RELIGIÕES

Hinduísmo (*2000 – 1500 a.C)
Xintoísmo (*660 a.C)
Taoísmo (*604 – 531 a.C)
Confucionismo (*551 – 479 a.C)
Budismo (*563 – 483 a.C)

SEITAS

Espiritismo Moderno (1848)
Teosofia (1875)
Ciência Cristã (1879)
Sociedade Vedanta (*1895)
AMORC - Antiga e Mística
Ordem Rosa Cruz (1915)
Antroposofia (1913)
Eubiose (1924)
Seicho-No-Iê (1930)
Logosofia (1930)
Perfect Liberty (1946)
Meditação Transcendental (*1950)
Cientolgia (1955)
Arte Mahikari (1959)
Hare Krishna – ISKCON (1966)
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:vl:


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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por Mary em Qua 14 Nov 2012, 1:34 pm

Viver de Luz (*1898 – 1962)

Vivendo de Luz


Atualmente, com o advento da Nova Era, o conhecimento oculto, guardado a sete chaves no Oriente durante milênios, começa a ser aberto aos moradores ocidentais.
Há, entretanto, diferença importante.
Estes conhecimentos são agora, tratados e trabalhados, de forma aberta, com objetivo estrito na evolução humana. O enfoque espiritual volta-se para o ser individual. Para o homem do futuro, não mais com as características primárias do estudo hermético.
Antes, privilégio de poucos, agora, ao alcance dos que procuram a Luz.
A partir de 1930, os Mestres da Grande Fraternidade Branca, permitiram que estes conhecimentos, fossem abertos ao homem que busca. Não mais seriam praticados em lugares fechados, ou por um grupo restrito.
Os fundamentos são os mesmos. Somente mudou a metodologia de ensino.


Esta história nos mostra que, de nada adianta o conhecimento e o poder de lidar com o Oculto, se o utilizamos em benefício próprio. Quando pretendemos atingir estes conhecimentos, apenas para mostrar ao mundo o quanto somos privilegiados por havê-los conquistado, seguramente, foi em vão a caminhada.

Eis alguns conhecimentos ocultos, agora liberados:

O poder de Viver sem a ingestão de alimentos sólidos e/ou líquidos, tirando a energia vital, diretamente do Sol, ou do Ar. ( assunto desta página )

O poder da Levitação (pessoal, ou de objetos)

O poder da Invisibilidade (às energias que possam nos ocasionar algum tipo de mal)

O poder da Indução

O poder da Sugestão

O poder da Precipitação

O poder da Hiper-Sensibilidade

O poder da Juventude (aparência sempre jovem)

O poder da Cura


Primeira Observação:
Todos os que receberem o Conhecimento Oculto, quer o pratiquem ou não, serão responsáveis por suas ações e omissões.

Segunda Observação:
Todo o Conhecimento Oculto é passado gratuitamente, por tanto, espera-se, que quem o receba, o repasse ou o use, de igual maneira.

Eu Sou ãcãrya.
Eu Sou Mitra.

Vivendo da Luz, com a Luz, para a Luz.

Eu Sou Luz
http://www.eusouluz.iet.pro.br/vivendodeluz.htm


como uma pessoa pode viver de luz??? hummm

isto é incrivelll!!! affraid

se isto naõ for seita é o que entaõ?? sei não...


"Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim" (João 14:6)  


Eu não vim chamar os justos, mais sim,os pecadores ao arrependimento (Marcos 2:17)
    
Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.(João 14:26)

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por Crysis em Qua 14 Nov 2012, 7:58 pm

obrigado por contribuir Mary . muito bom , só tem que me ajudar como deixo links ou videos , estou completamente com as mãos amarradas XD :chapeu:

Mary escreveu:Viver de Luz (*1898 – 1962)

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Atualmente, com o advento da Nova Era, o conhecimento oculto, guardado a sete chaves no Oriente durante milênios, começa a ser aberto aos moradores ocidentais.
Há, entretanto, diferença importante.
Estes conhecimentos são agora, tratados e trabalhados, de forma aberta, com objetivo estrito na evolução humana. O enfoque espiritual volta-se para o ser individual. Para o homem do futuro, não mais com as características primárias do estudo hermético.
Antes, privilégio de poucos, agora, ao alcance dos que procuram a Luz.
A partir de 1930, os Mestres da Grande Fraternidade Branca, permitiram que estes conhecimentos, fossem abertos ao homem que busca. Não mais seriam praticados em lugares fechados, ou por um grupo restrito.
Os fundamentos são os mesmos. Somente mudou a metodologia de ensino.


Esta história nos mostra que, de nada adianta o conhecimento e o poder de lidar com o Oculto, se o utilizamos em benefício próprio. Quando pretendemos atingir estes conhecimentos, apenas para mostrar ao mundo o quanto somos privilegiados por havê-los conquistado, seguramente, foi em vão a caminhada.

Eis alguns conhecimentos ocultos, agora liberados:

O poder de Viver sem a ingestão de alimentos sólidos e/ou líquidos, tirando a energia vital, diretamente do Sol, ou do Ar. ( assunto desta página )

O poder da Levitação (pessoal, ou de objetos)

O poder da Invisibilidade (às energias que possam nos ocasionar algum tipo de mal)

O poder da Indução

O poder da Sugestão

O poder da Precipitação

O poder da Hiper-Sensibilidade

O poder da Juventude (aparência sempre jovem)

O poder da Cura


Primeira Observação:
Todos os que receberem o Conhecimento Oculto, quer o pratiquem ou não, serão responsáveis por suas ações e omissões.

Segunda Observação:
Todo o Conhecimento Oculto é passado gratuitamente, por tanto, espera-se, que quem o receba, o repasse ou o use, de igual maneira.

Eu Sou ãcãrya.
Eu Sou Mitra.

Vivendo da Luz, com a Luz, para a Luz.

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como uma pessoa pode viver de luz??? hummm

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

Mensagem por rbarros em Qui 15 Nov 2012, 12:14 pm

Mary escreveu:Viver de Luz (*1898 – 1962)

Vivendo de Luz


como uma pessoa pode viver de luz??? hummm

isto é incrivelll!!! affraid

se isto naõ for seita é o que entaõ?? sei não...

Conhece Jasmuheen?

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Re: Teosofia – A filosofia religiosa que lançou as bases para o atual movimento da Nova Era

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