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Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Israel Nos Últimos Dias

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Israel Nos Últimos Dias

Mensagem por Ed em Qui 21 Jun 2012, 8:26 am

No dia 14/05/1948, a nação de Israel renasceu, após quase 2.000 anos de inexistência. Em Maio de 2005, a nação completou 57 anos e em Agosto do mesmo ano, Jerusalém completou 25 anos, após ter sido declarada a capital oficial de Israel.

Por que a restauração de Israel e de sua capital é tão importante para os cristãos? Porque Israel é o relógio profético de Deus para os eventos dos tempos finais. Jesus ordenou que olhássemos para a figueira (Oséias 9:10), a fim de saber quando o verão estaria se aproximando (Lucas 21:29-30).

Com a restauração de Israel, a figueira já floresceu e quando o Messias regressar à Terra, todo o remanescente de Israel será salvo e dará frutos para o Reino de Deus. (Isaías 27:6; Zacarias 12:10).
A Bíblia ensina, claramente, que, após um longo período de dispersão, Israel seria restaurada à sua terra (Ezequiel 37:21). Mas, Jesus admoestou que isso aconteceria em um tempo de grande hostilidade. Satanás continua agindo no sentido de destruir as obras de Deus, sabendo que, com a volta do Messias para uma nação restaurada, Ele vai destruir o Anticristo e estabelecer o Seu Reinado Milenial. ns MS']Sem Israel existindo como nação, poderia o Messias Jesus Cristo reinar em Jerusalém, governando o mundo inteiro?] Satanás tem se empenhado tremendamente em evitar o cumprimento das profecias bíblicas e tem usado outras nações em seu contínuo esforço para destruir Israel. Segundo Gênesis 12:1-3, todas as nações que hostilizam Israel serão amaldiçoadas. E, conforme previsto no Salmo 9:5-7: “Repreendeste as nações, destruíste os ímpios; apagaste o seu nome para sempre e eternamente. Oh! inimigo! acabaram-se para sempre as assolações; e tu arrasaste as cidades, e a sua memória pereceu com elas. Mas o SENHOR está assentado perpetuamente; já preparou o seu tribunal para julgar.”

Em Ezequiel [capítulos] 38-39, Ele diz que a nação de Gogue e Magogue, que fica ao norte distanciado de Israel, será deslocada de sua terra, a fim de invadir Israel, juntando-se às nações árabes, suas aliadas, para que o Senhor possa julgar as nações rebeldes, que tentam destruir Israel: (EZ 38:3) - E dize: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal;
(EZ 38:4) - E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada;
(EZ 38:5) - Persas, etíopes, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete;
(EZ 38:6) - Gômer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo.
(EZ 38:7) - Prepara-te, e dispõe-te, tu e todas as multidões do teu povo que se reuniram a ti, e serve-lhes tu de guarda.
(EZ 38:8) - Depois de muitos dias serás visitado. No fim dos anos virás à terra que se recuperou da espada, e que foi congregada dentre muitos povos, junto aos
EZ 38:16 - E subirás contra o meu povo Israel, como uma nuvem, para cobrir a terra. Nos últimos dias sucederá que hei de trazer-te contra a minha terra, para que os gentios me conheçam a mim, quando eu me houver santificado em ti, ó Gogue, diante dos seus olhos.
Isso deve acontecer aos inimigos de Israel, nos tempos do fim. Convém observar que somente no Século 20 a Rússia tornou-se uma superpotência, passando a desempenhar um papel de liderança militar, em aliança com outras nações. Também, a restauração de Israel como nação, após uma diáspora internacional dos judeus, bem como a hostilidade que este evento causou entre os seus vizinhos e em outros países, aconteceram nos meados do mesmo século e prosseguem até hoje. A riqueza dos países árabes com a descoberta do petróleo em suas terras fez crescer a sua importância política e poderio militar, exatamente no Século 20.
Desde a sua restauração, Israel tem se engajado em muitas guerras de defesa contra os seus vizinhos árabes e muçulmanos, os quais têm usado principalmente armas da Rússia, para [tentarem] destruir a Israel. Mas, em todas essas guerras, os inimigos do povo de Deus têm sido vergonhosamente derrotados pelos exércitos de Israel, porque o Senhor tem agido exatamente como o fez, nos tempos antigos.

A Última Geração - Em Lucas 21, a restauração de Israel e de sua capital Jerusalém está ligada a uma geração que vai acabar, antes da segunda vinda de Cristo: “E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.” (Lucas 21:24). No fim do tempo dos gentios, Israel e Jerusalém estarão totalmente restauradas, como um prelúdio à tribulação mundial, a qual vai culminar com a volta de Cristo (Lucas 21:25-32). Nesta parte do Sermão no Monte das Oliveiras, o regresso visível de Cristo em poder e glória é descrito como o fim da última geração (v. 27).

No que se refere ao fim desta geração, a referência é feita tanto à restauração de Israel como de sua capital, Jerusalém (verso 24), como sendo o florescimento da figueira, ou seja, o restabelecimento de Israel como nação (versos 29-30). Uma geração completa corresponde a um período de 70 anos (Salmo 90:10). O início da última geração, antes da volta do Messias de Israel a Jerusalém (Zacarias 14:45) é o renascimento do Estado de Israel em 1948, quando figueira floresceu.


O Senhor trata principalmente do futuro de Israel, dentro do contexto de uma geração de 40 anos, quando Ele a considera responsável pelos seus atos. A geração de 30 anos de idade, quando Ele foi crucificado, estaria chegando à completa maturidade, no Ano 70, sendo, portanto, responsável pelas suas ações. Ele chamou essa “geração incrédula e perversa”. (Mateus 17:17). Após o êxodo do Egito, o Senhor fez os judeus peregrinarem no deserto durante 40 anos, até que perecesse totalmente a geração “que fizera mal aos Seus olhos”. (Números 32:13).

A completa idade adulta em Israel é atingida aos 30 anos, quando os homens chegam à maioridade política e religiosa, podendo ser eleitos para o desempenho político, nas duas áreas. Por essa razão, Jesus (Que veio para cumprir toda a lei) só pôde iniciar o Seu ministério público em Israel, após ter completado 30 anos de idade.

O moderno Estado de Israel atingiu a maioridade política em 1978, após 30 anos de existência. Logo depois, Jerusalém foi declarada como sua indivisível capital. Este evento aconteceu na última geração adulta iniciada em 1948, tendo atingido o seu clímax, em 1978, quando Jerusalém foi eleita a capital do Estado de Israel.

Devemos levar em consideração que o período da Tribulação será de sete anos, devendo chegar para a última geração que precede a segunda vinda de Cristo, pois Ele disse que “não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam” (Mateus 24:34; Lucas 21:32).


A primeira geração -
Que haverá uma última geração, antes da segunda vinda de Jesus é tão certo como ter havido uma primeira geração, depois que Ele veio. Só precisamos ter certeza sobre o início e o fim destas duas gerações. Comparemos, rapidamente, a primeira geração:

No Ano 32, o Senhor Jesus se dirigiu aos membros adultos de Sua geração, ou seja às pessoas de 30 anos em diante, e lhes disse que dentro daquela geração (de 40 anos), Jerusalém seria destruída e Israel espalhada entre as nações, o que já teria começado. (Mateus 23:36-38). Portanto, Ele quis dizer, literalmente, que pelo Ano 72 d.C., esta profecia seria cumprida. É historicamente conhecido o fato de que Jerusalém foi destruída pelos romanos, no Ano 70 d.C., e todos os judeus sobreviventes foram levados como cativos de guerra para outras nações. (Mateus 24:24; Lucas 21:24-27). A primeira vinda de Cristo foi cumprida numa geração de 70 anos, a qual terminou no Ano 72 d.C. No Ano 32, quando esta geração havia atingido a maioridade espiritual e política, teria sido tempo de Israel decidir se aceitaria ou não o seu Messias. E como Israel O rejeitou, teve de arcar com as consequências da sua descrença e apostasia. (Mateus 23:37-38). Aquela geração não passou, até que todas as coisas acontecessem.

A última geração de 70 anos, a qual teve início em 1948, chegou à maioridade em 1978, quando declarou Jerusalém como sua capital, porém sem reconhecer que Jesus Cristo é o Seu Messias, o que ainda lhe renderá muito sofrimento, no tempo das chamadas “dores de Jacó”. Portanto, a nossa amada Israel já está carregando 40 anos de culpa para ser purgada num sofrimento futuro, pela sua contínua rejeição ao Messias. Por causa disso, a nação vai aceitar e adorar o falso messias (o Anticristo), como ponto de partida à 70ª semana de Daniel, durante os sete anos da Tribulação. Mas, resta a “bendita esperança” de que, antes desse tempo tenebroso, nós, os verdadeiros crentes em Jesus Cristo , seremos arrebatados (Lucas 21:36; João 14:2-3; 1 Tes. 4:16-18).

Períodos de transição - Os parâmetros da primeira e segunda gerações da era atual, entre a primeira e a segunda vindas de Cristo, estão claramente definidos na Escritura Sagrada. A primeira geração começou, quando Jesus Cristo se declarou como o Messias-Rei dos judeus, tendo sido rejeitado e crucificado por eles. O fim dessa primeira geração foi definido com a destruição de Jerusalém e o início da Diáspora internacional. A última geração começou com a restauração de Jerusalém à antiga posição de capital de Israel. Esta geração vai terminar do mesmo modo que a primeira geração começou... Aos habitantes de Israel será dada uma segunda oportunidade de aceitar Jesus como o seu Messias, ajoelhando-se diante dEle, pedindo a salvação e purificação dos seus pecados. (Zacarias 13:1). Na primeira ocasião, eles o rejeitaram, mas, na segunda, eles O aceitarão: “E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul” (Zacarias 14:4)... “Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito” (Zacarias 12:10).

Uma característica muito importante para a inauguração e conclusão das gerações e da dispensação da igreja é a co-existência pacífica entre Israel e a igreja. Durante a primeira geração d.C., a igreja foi gradualmente se desenvolvendo, com o objetivo de chegar aos confins da Terra, enquanto Israel esteve em vias de ser anulada através da Diáspora. Nesta última geração, Israel está, gradualmente, fixando-se na terra que o Senhor prometeu a Abraão e aos seus descendentes e ocupando os assuntos mundiais. Enquanto isso, a igreja deve estar se preparando para em breve desaparecer, através do Arrebatamento. Isso porque não estaremos na Terra, durante o negro período da Tribulação, na última geração que precederá a segunda vinda do Senhor. Nesse período de trevas e sofrimento, estaremos com o Noivo Amado.

No tradicional casamento judaico, o noivo levava a noiva para ficar sete dias com ele, antes dela ser apresentada aos convidados para a festa de casamento. Esta semana judaica prefigura a semana de sete anos, entre o Arrebatamento e o aparecimento visível de Cristo, acompanhado de Sua Noiva Fiel.
A semana de sete anos (Tribulação) será um tempo de tremenda angústia, jamais antes conhecido para os judeus e gentios não salvos pela fé em Jesus Cristo. Sob o governo do falso messias (o Anticristo), todos sofrerão castigos tenebrosos (Mateus 24:21). Enquanto isso, Deus começará a julgar as nações, conforme o procedimento destas, em relação ao Seu povo (Mateus 25:31-40).

Serão muitos os desastres ecológicos como sinais do fim dos tempos, durante os sete anos da Tribulação, para que os incrédulos reconheçam que Deus ao está julgando, por casa dos seus pecados. Mas, no final desse período de angústia, Cristo voltará à Terra, para destruir as obras do Diabo. O amoroso objetivo do nosso Deus gracioso é que todos O aceitem como o Único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo por Ele enviado.
Os sinais indicativos dos sete anos da Tribulação têm-se tornado evidentes e têm crescido de intensidade, à medida em que se aproximam os sete anos de angústia na Terra. Para os incrédulos, eles nada significam. Todos eles continuam zombando do poder divino. Mas, para os crentes, eles servem de alerta, a fim de que estejam preparados para a vinda do Noivo. Que todos vivam em santidade de vida, pois a nossa redenção dos horrores deste mundo maligno está próxima. Vejamos alguns dos sinais que indicam a proximidade do Arrebatamento:

Desastres Ecológicos em vários lugares - (Conforme Mateus 24:7; Apocalipse 6:12 e 16:18-20). Por causa dos freqüentes terremotos e maremotos, as ondas do mar ficarão revoltas, inundando cidades e causando o pânico entre milhões de pessoas. (Lucas 21:25). Também haverá chuvas de meteoros e de asteróides, causando devastação na Terra. (Apocalipse 6:13; 8:8-9). O aquecimento global vai provocar chuvas de granizo (Apocalipse 16:8-9,21).

Guerras - (Mateus 24:6-7). Nunca houve tantos rumores de guerra como nos últimos anos. Na mídia, as notícias de conflitos mundiais ocupam grande parte do noticiário. O Oriente Médio é o palco dos principais rumores de guerra. Provavelmente, dentro em breve, as nações serão mobilizadas para uma grande guerra e teremos o Armagedom. Em Mateus 24:17, Jesus profetizou: “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares”. (Leiamos Apocalipse 16:13-16; 19:19; Zacarias 12:3; 14:12-13).

Fomes e pestilências e águas poluídas - Com a fome grassando no mundo e bilhões de pessoas carentes de alimentos, muitas vão precisar de todo o seu salário para conseguir comprar algum mantimento (Apocalipse 6:8). Com os desastres ecológicos (e conseqüentes desmoronamentos de represas e usinas nucleares), as águas serão contaminadas; muitos morrerão ao beber essas águas (Apoc. 16:2-6).
Engodo espiritual e teológico - Em Mateus 24:4,7, Jesus admoestou sobre os falso cristos e os falsos profetas, culminando com a entronização do Anticristo. (Apocalipse 13:3-8). Ele será o líder religioso e o governante mundial, exigindo adoração dos seus súditos e que todos aceitem a sua marca na mão direita ou na testa. E quem não a aceitar, será liquidado, imediatamente. Os bancos já estão se preparando para exigir isso dos clientes.

Pelo visto, estamos vivendo na segunda metade da última geração, uma geração que, segundo o próprio Cristo, não passará, até que tudo seja cumprido, com a Sua segunda vinda. Temos todos os motivos para aguardar, em breve, a vinda em secreto do Senhor Jesus, para arrebatar a Sua Noiva. Uma sombra enorme está envolvendo o mundo incrédulo e os homens iludidos pelas falsas religiões, à medida em que se aproxima a prestação de contas com o Supremo Juiz.

Quando a ira divina for derramada sobre a Terra, os que aqui ficarem irão sofrer sob a férrea ditadura do Anticristo, mas os crentes sinceros estarão longe do planeta, através do Arrebatamento (1 Tessalonicenses 5:9; 1:10). Precisamos nos afastar do pecado, vivendo vidas consagradas ao Senhor, visando à santificação, sem a qual não poderemos vê-Lo (Hebreus 12:14). O Senhor voltará com os Seus anjos e santos para julgar o mundo pecador (Zacarias 14:5; Colossenses 3:4; Apocalipse 19:11-14) e nos levará com Ele para o Seu Reinado Milenial.

Cristo não nos revelou a hora, o dia, o mês e o ano de Sua vinda em secreto, a qual pode acontecer ainda hoje. Mas, temos certeza de que esta última geração não passará, até que tudo aconteça. Não sabemos como funcionará o clarim da chamada, mas ele será tão próximo do Arrebatamento que não dará chance às pessoas de se prepararem para subir e estar com Cristo.

Uma vida santificada só podemos conseguir com a leitura e obediência aos ensinos da Palavra de Deus. Nenhuma religião salva. Nenhum homem de Deus salva. A Palavra lida e obedecida é a nossa maneira de conhecer melhor Aquele que por nós morreu e ressuscitou, para nos garantir a salvação eterna.

Texto embasado no artigo “Israel in the Last Days”, do Prof. Johan Malan.
Traduzido e adaptado por Mary Schultze, em 15/06/2012.
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Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: Israel Nos Últimos Dias

Mensagem por Johannes Van Der Mille em Dom 15 Jul 2012, 11:35 am

E Tem gente que acredita pirou

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