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Consulta Bíblica
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A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2) TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.

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A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2) TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.

Mensagem por Margaridaportaluz em Sex 25 Maio 2012, 4:06 pm

A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2)
TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.




Outra Idade do Gelo aconteceu por volta de 75.000 a.C. Uma vez mais, a humanidade regrediu à sobrevivência do mais forte, embora algumas culturas se saíssem melhor que outras tendo atingido um grau maior de progresso evolutivo.

Foi assim com um grupo em particular: o Homem Cro-Magnon, como vocês os chamam.

Cro-Magnon “I” tornou-se o espécime referência do Cro-Magnon, e é o mais recente e definitivo humano moderno da Europa Ocidental.

Dentre todos os outros, este grupo sobreviveu intacto para continuar evoluindo. Aqueles que morreram, eventualmente encarnaram neste grupo, o qual lhes proporcionou uma aceleração evolutiva, pois quando eles morreram estavam menos avançados em sua evolução física que os Cro-Magnons.



Por volta de 50.000 a.C. um importante evento aconteceu. A terra estava esquentando e a evolução estava em pleno ritmo.

Enki e Ninhunsarg receberam uma ordem da Hierarquia Espiritual Planetária e dos Sirianos Crísticos para, uma vez mais, melhorar os corpos humanos.

Desta vez foi principalmente para o propósito da evolução espiritual, em vez da física e mental.

O que acontecia ao redor do planeta, era o seguinte, os impérios de Yu, Rama, Lemúria, Atlantis, Egito, e o novo império Maia estavam enviando representantes para uma reunião na Atlântida, para determinar o melhor modo de destruir os dinossauros e outros grandes animais que estavam atacando a população humana. A solução deles causaria o fim da população dos grandes animais e a morte de muitas pessoas. Isto estava conforme o Plano Divino da Terra.



A morte destes grandes animais livraria as últimas almas de Sirianos Terrestres ainda usando corpos de animais, e permitiria que eles passassem para o próximo passo no Plano Divino deles: a introdução da semente Crística para a evolução espiritual.

Isto lhes daria 52.000 anos (dez ciclos de 5200 anos), para evoluir espiritualmente até chegarem a Guardiões da Terra, capazes de administrar o planeta.

Durante este tempo eles seriam seres plenamente conscientes.

A Hierarquia Espiritual, os Sirianos Crísticos, a Federação Galáctica, os Sirianos “A” e o Conselho Nibiruano reuniriam mais uma vez todos os ciclos para avaliar o progresso e fazer os ajustes necessários para a continuação da evolução.


Marduk
Os Atlantes tinham armado a energia dos cristais (através da ajuda de Marduk que tinha lhes dado a tecnologia) e estavam em vias de executar os planos de Marduk para a dominação mundial.

Mas isto nunca viria a acontecer.

A Lemúria estava se esforçando para manter sua forma Lyriana/Siriana de governo e manter relações pacíficas com os Atlantes.

Muitos Lemurianos já tinham migrado da Atlântida para outras partes do planeta.

Muitos tinham ouvido e tinham acreditado nas profecias sobre a iminente destruição da Lemúria. Algumas áreas em particular eram aquelas hoje conhecidas como a América do Sul, México, América Noroeste e Europa Central.

Depois da morte dos dinossauros, ou da maioria deles, de qualquer forma a transferência das almas dos Sirianos Terrestres estava completa.



Tinha levado muito tempo, devido à fragmentação de algumas das almas.

Muitos destes Sirianos Terrestres não queriam se transferir; assim eles fragmentaram a si mesmos, o que lhes permitiria experimentar a vida em um corpo humano enquanto ainda estivessem em um corpo animal.

Isto lhes deu a oportunidade de provar a vida em um corpo humano antes de fazer o salto final.

Eles não estavam totalmente convencidos de que aquela vida em um corpo humano era uma vida privilegiada.

Esse aperfeiçoamento do corpo humano pronto para a evolução espiritual, foi chamado pelos nibiruanos de aperfeiçoamento Crístico.



Adão e Eva (Adapa e Lilith)

“O homem é, sem dúvida alguma, formada fisicamente pelo barro da Terra; mas os seus criadores e construtores foram muitos. Os primeiros Dhyânis, que receberam a missão de “criar” o homem à sua imagem, podiam tão somente projetar as próprias sombras a fim de que, como em um modelo delicado, sobre elas trabalhassem os Espíritos da Natureza.”

Amélius, líder dos Sirianos Etéricos, liderou o processo de evolução da espécie humana neste momento, nascendo ele mesmo como Adão (Adapa).

Adapa nasceu como Humano, Réptil, Felino, e com linhagem sanguínea Cariana.

Não, Adão não foi o primeiro homem e Eva não foi à primeira mulher humana, porém foram os primeiros que tinham realmente possibilidades de evolução, com as doze hélices do DNA ativas e funcionando.

Assim, Enki e Ninhursag geraram em seus laboratórios e com o seu próprio material genético corpos humanos voltados ao propósito da evolução, não apenas física e mental, mas espiritual.

Isto foi realizado por Enki, que doou o esperma para fertilizar um ovo concedido por Nin. Este ovo fertilizado foi então inserido no útero de Ninhursag. Em pouco tempo, Nin deu à luz a Adapa (Amelius).

Ele era um bebê humano perfeito, e através dele seria realizada eventualmente a integração das duas raças principais do jogo da polaridade. Isto significa que a humanidade carregaria o DNA Reptiliano e Humano. Quando nós finalmente nos aceitamos e nos amamos, nós amamos todos os nossos aspectos Reptilianos e Humanos.

Os DNA Felino e Cariano foram adicionados ao aperfeiçoamento Crístico para prover um impulso adicional de energia de Amor destas duas raças que já tinham realizado esta integração da Luz e das Trevas.

Enki e Nin transbordaram Adapa de amor, da mesma forma que quaisquer pais amorosos fariam. Enki lhe ensinou tudo o que ele sabia, e Enki era, e ainda é, extremamente bem instruído.

Quando Adapa (Adão) tinha dois anos, foi tirado esperma dele e fertilizado, para o nascimento de sua outra metade. Os nibiruanos a chamaram de Lilith. (Eva). A mãe dela foi Ninhursag. Ambos eram seres plenamente conscientes, como foram os filhos deles.

Lilith cresceu com Adapa, brincando no Jardim do Éden. (combinação de E. Din.)

A coisa mais importante sobre este aperfeiçoamento é que ele pavimentaria o caminho para a evolução espiritual dos Sirianos Terrestres, agora finalmente habitando apenas corpos humanos.

Também foram criados "Adões" para as raças vermelhas, amarelas e morenas no planeta e colocados nos locais escolhidos pela Hierarquia Espiritual. Adapa e Lilith ficaram com seus pais no Jardim do Éden.

Amelius/Adapa, como todo mundo encarnado no plano terrestre, concordou em esquecer quem ele era quando encarnou. Mas ele começou a lembrar novamente, da mesma maneira que temos lembrado. Ele e Lilith foram unidos um ao outro conforme a Lei pleidiana.

LiLith era parente de Adapa, pois ela veio do esperma dele.



O Deus Bíblico no Jardim do Éden não era ninguém mais que Enlil.
A cobra, ou serpente, no Jardim do Éden, era Enki.
A serpente é o símbolo de Enki.



Adão e Eva e o incidente da Maçã.

..”o Querubim colocado à porta do Jardim do Éden após a “ Queda” sugeriu aos veneráveis intérpretes a idéia de que o castigo se relacionava com a ciência proibida ou Conhecimento divino; conhecimento que geralmente acarreta outra “Queda”, a dos deuses ou de “Deus” na estima do homem”…

Lilith (Eva) não entregou a Adão (Adapa) uma maçã para comer.

Isto foi escrito na Bíblia pelos patronos da igreja para imprimir na humanidade o fato de que a mulher, e o pecado da mulher, provocaram a queda do homem.

Tudo isso foi feito com a ajuda de Marduk!

Na ocasião em que isto aconteceu, as igrejas estavam tentando anular o sistema matriarcal, que era mundial na época. A “Deusa” deveria ser anulada e reprimida. Da mesma forma que a suposta crucificação de Cristo, o incidente da maçã nunca aconteceu, mas foi escrito pelos patronos da igreja apoiados pelo “Deus único” Marduk para imprimir na humanidade a idéia de pecado. Os patronos da igreja seriam então os únicos que poderiam perdoar a humanidade do pecado, através do Sangue de Cristo.


Anu alerta a todos com muita veemência: não há nenhum pecado!

Jesus Cristo foi, e ainda está sendo, convenientemente usado pelas igrejas para controlar a humanidade.

Jesus era um bem-viajado e bem-treinado rabino judeu que voltou à sua Terra natal para disseminar o conhecimento que ele havia recebido.

Seus ensinamentos mais importantes foram sobre a compaixão. Ele deu à humanidade de então o que muitos na hierarquia espiritual do planeta estão reativando agora – a Fórmula de 13ª Dimensão da Compaixão.

Isso é fundamental para a evolução espiritual de todos.

As igrejas ensinaram que se as pessoas não recebessem absolvição pelos seus pecados, elas iriam para o Inferno. A tradição oral judia também trazia a história do incidente da maçã, mas era um fruto, não necessariamente uma maçã. Isto foi inserido na tradição oral deles por volta de 2000 a.C. por Marduk.



A Árvore do Bem e do Mal (conhecimento), era um símbolo para a nova escola que Enki tinha criado para ensinar o antigo conhecimento para Adão, Eva e seus descendentes. Esta Escola era conhecida como a Fraternidade da Serpente. A maçã era o símbolo do conhecimento que era ensinado na Escola.

Enlil não estava furioso com Adapa e Lilith como diz na bíblia. Ao contrário, ele estava bravo com Enki porque ele tinha instruído os filhos de Adapa e Lilith.

Ele estava preocupado que as futuras gerações deles se autodestruíssem. Enlil sentia que tanto conhecimento nas mãos de pessoas que careciam de maturidade espiritual poderia conduzir à destruição desta nova raça por suas próprias mãos. E havia fartura ao redor para encorajar a destruição, na forma dos Reptilianos e Marduk.

Marduk os usaria para favorecer os planos dele e de sua avó para a dominação da Terra pelos Repitilianos.

Olhe seu mundo hoje, e você entenderá como ele se sentia. Isto seria comparado a colocar uma banana de dinamite nas mãos de uma criança e lhe dar um fósforo. Foi escrito que Enlil repugnou a humanidade. Não foi assim. E Enlil também não expulsou Adão e Eva do Jardim do Éden.

Ele estava encarregado de realizar o Plano Divino dos Sirianos Terrestres, esta nova raça que deve ser a guardiã do planeta Terra. O desejo dele era salvá-los da destruição nas mãos dos Reptilianos, assim eles poderiam completar sua evolução e poderiam assumir o comando como os herdeiros e guardiães da Terra. Isto então os libertaria e libertaria os Nibiruanos/Pleiadianos do papel de pais.

Há muitos interesses envolvidos nisso e vocês devem antes de tudo abrir os olhos! E procurar escolher melhor os seus Deuses, os seus Conhecimentos e buscar a emancipação verdadeira e não a dependência de um conhecimento que não os libertará, apenas os fará uma engrenagem na grande máquina tecnológica reptiliana, que reivindica toda a sua força pessoal para si mesma.


A Fraternidade da Serpente.

Abrindo as páginas do místerio, há muitos conceitos que nem se quer suspeitávamos que existiram ou que ainda existem. Muitas escolas de mistérios vieram e se foram e a maioria da humanidade recente nem se quer teve um raio de luz, um insght, um pequeno flash de onde poderia estar sendo distruibuída essa substância valiosa chamada conhecimento…

Enki criou a Fraternidade da Serpente para iniciar o treinamento espiritual de Adapa e seus descendentes. Ela era uma escola – uma das precursoras das Escolas de Mistérios, e, também, posteriormente das Lojas Maçônicas.

O uso da maçã como um símbolo começou com Enki e persistiu até os seus dias atuais. Como mencionamos, Enlil não aprovava completamente esta educação espiritual dos descendentes de Adapa, então ele e Enki entraram em atrito.

Enki estava lhes ensinando Leis universais, geometria sagrada e as muitas técnicas para manipular energia, junto com seus ensinamentos espirituais.

Enlil estava ciente de que o Plano Divino pedia lentidão e que a evolução espiritual deveria estar à frente da evolução tecnológica – isto impediria que os humanos se matassem com sua própria tecnologia.

Enlil como herdeiro natural da Terra, representa sempre a concordância com a hierarquia espiritual dos Felinos.

Enki, como aquele que reivindica o trono, está sempre dando aos humanos motivos para estar ao seu lado. Anu diz que o seu filho Enki realmente ama a humanidade, mas a tecnologia doada por suas Escolas de Mistérios durante todo o período histórico recente geraram um desequilíbrio perverso para a humanidade entre o desenvolvimento tecnológico e o desenvolvimento espiritual.

Naquele momento da primeira Escola, a Fraternidade da Serpente, foi possível chegar a um acordo entre os dois irmãos, através da à intervenção e ajuda da Federação Galáctica, a Hierarquia Espiritual e outros. Foi decidido que Adapa e seus filhos seriam transferidos para seu próprio local, fora daqueles limites do Éden. Até este tempo, eles tinham sido cuidados pelos pleiadianos, especialmente Enki e Ninhursag, seus pais.

Esta mudança faria com que sua sobrevivência fosse a principal prioridade deles, desta forma atrasando sua evolução tecnológica e permitindo que sua evolução espiritual permanecesse sempre um passo à frente desta evolução tecnológica. Ou seja, Adapa e Lilith foram expulsos do "paraíso" efetivamente.

A Irmandade da Serpente continuaria, mas só alguns poucos seriam treinados em cada geração. Este foi o começo do sacerdócio no planeta terra. Infelizmente, a Irmandade da Serpente se corrompeu, pois os sacerdotes, diante do poder do conhecimento, tornaram-se famintos por esse poder.

E esse tem sido o dilema de todas as Escolas Esotéricas, o equilíbrio entre o poder, o amor e a sabedoria. Algo que não foi resolvido até os dias atuais.



Inanna, também, ajudou muito na instrução/educação da humanidade. Para os projetos para a Terra, a sua família e os Annunakis requeriam de um fluxo fixo e renovado de trabalhadores. Como Anu e Antu tinham instruído a Inanna nas artes do amor e da reprodução, seu trabalho era educar aos astronautas e aos Lulus quanto às freqüências mais eficazes da experiência sexual. Ela ficou muito feliz! Para este fim, construiu fabulosos templos e dava origem a cerimônias e ritos maravilhosos. Modificou os ritos tradicionais tântricos das Plêiades para que se ajustassem aos objetivos de sua família na Terra.

Inanna conta que para si, isso foi pura diversão! Alguns poderiam chamar de orgias às suas cerimônias, mas ela as chamava de “minhas criações artísticas”. A palavra orgia reflete a atitude triste da cultura contemporânea terrestre para a união mais sagrada com o Primeiro Criador. A experiência sexual é muito mais que uma fricção; é a chave do poder do ser humano, é a secreção de todos os sistemas hormonais que elevam as energias e unem dois seres em uma união sagrada. O respeito por esta experiência produz bebês mais saudáveis e magnetiza uma alma similar à freqüência que se gera e emite.



As habilidades telepáticas dos Lulus os converteram em gênios. Esses primeiros tempos foram na verdade grandiosos. Também lhes foi ensinado a nunca questionar nada.

À medida que os Lulus se multiplicavam, os Annunákis e os membros da família de Anu começaram a copular com eles. O nível de interesse sexual saiu do controle e isto transtornou a Enlil, mais uma vez.

Ele nunca esteve de acordo com que lhes déssemos a capacidade de reproduzir sem o controle total por parte dos nibiruanos. Os rasgos inimitáveis das capacidades telepáticas dos Lulus lhe adicionavam uma emoção desconhecida à experiência sexual, especialmente depois de que foram treinados por Inanna.

Correu o rumor de que os “deuses” estavam indo aos bosques para brincar e reproduzir-se com os Lulus. De vez em quando, os Annunákis perdiam o julgamento e expressavam suas paixões desenfreadas ali mesmo nas ruas da Suméria!



Os Lulus eram tão lindos! Inanna achava tudo muito divertido.

Naqueles dias, o nascimento não era o processo doloroso que conhecem hoje; era fácil e um momento mágico para ser Um com a Deusa de toda a vida. Era um momento para expressar união com todo o cosmos, para formar mais manifestações do Primeiro Criador. Não era um momento de dor! Certamente não havia vergonha do corpo e suas funções.

As Nibiruenses e as Lulus desfrutavam da situação.

Cada nascimento trazia mais Lulus e mais festividades, mais diversão e mais cerveja! Com os grãos silvestres que cresciam na Terra foi desenvolvido o aguamiel e as cervejas mais deliciosas. Eram dadas aos Lulus como recompensa por seu trabalho e ao Annunakis e aos próprios nibiruanos.


O Casamento de Inanna.

“Existem deuses da violência, existem deuses da compaixão, existem deuses que unem os dois mundos, o visível e o invisível. São personificações da energia posta em jogo. Mas a fonte última da energia permanece um mistério…”

À medida que passava o tempo na Terra, seguia-se subdividindo os territórios entre os filhos de Enki e Enlil para evitar a guerra.

Cada vez Enlil se sentia mais incomodado com a copulação desenfreada entre os Anunnaki e os Lulus. Isto lhe causou uma obsessão, pensou que sua estirpe se estava corrompendo por causa deste cruzamento incontrolado e se zangou pela proliferação dos Lulus.

Já se tinham estabelecido muitas hierarquias sociais entre os Lulus. Havia muita discussão quanto a quem tinha mais “sangue divino”, quem estava aparentado com qual “deus” e até onde se prolongava sua linhagem, assim como hoje em dia muitos humanos pretendem pertencer a tal ou qual realeza.

O irmão de Inanna, Utu e seus pais a pressionavam para que formasse um matrimônio poderoso, o que daria muito mais força a esse ramo da família. Seguras no meio do poder que lhes garantia o matrimônio, as mulheres dessa família tranqüilamente tomavam seus postos ao lado de seus maridos. Mas tranqüilamente é uma palavra que não agradava a Inanna. Ela desejava o poder para si, não queria que ninguém a controlasse!

Na cultura pleidiana, a energia feminina é respeitada. A lei permitia às mulheres direitos iguais, assim como a oportunidade de expressar seus talentos inatos. Não obstante, a maioria das mulheres dependiam de um “bom matrimônio” para definir seu posto no mundo. Poder-se-ia dizer que a mulher pleidiana era considerada igual ao homem, mas sob certas condições, e os limites destas eram fixados pela natureza individual de cada mulher.

Casou-se com seu primo Dumuzi, irmão mais novo de Marduk, filho de Enki.

Inanna não admirava Dumuzi, o considerava, inclusive, frívolo e egoísta. Passava o tempo olhando-se em um espelho esperando que o atendessem. Sua mãe vivia para ele, concedia-lhe todos os seus desejos. Inanna o evitava o quanto podia.


Estava tão aborrecida que assumiu tarefas extras nos Templos do Amor, como se conhecia seus templos. Inventava toda classe de desculpas e em sua nave voava de templo em templo inaugurando toda classe de novas cerimônias.

Comportava-se exatamente como um executivo moderno que parte em viagens de negócios só para afastar-se de sua mulher. Desenhou uma quantidade de rituais novos que tinham como centro Dumuzi e Ela com fim de pacificá-lo, a ele e as suas famílias.

Os rituais continham todo este assunto a respeito de seu matrimônio e a arte de fazer o amor, a respeito da esposa tímida e seu maravilhoso marido.

Esta primeira telenovela deu aos Lulus arquétipos sobre os quais moldar suas próprias vidas. Os rituais se desenharam para estimulá-los a produzir filhos dentro de um ambiente feliz. Era um escapamento à fantasia. Ela inventou sua vida em um ritual como queria que fosse, mas não o era.

Os nibiruanos já estiveram sobre e ao redor da Terra durante quase meio milhão de seus anos. Os Lulus só começaram a escrever a respeito deles nessas tabuletas de argila faz 5.000 anos.

Pensem nisso: transcorreram séculos enquanto as histórias passavam sem recordações, lembranças e registros. Inclusive, nos primeiros tempos os Lulus tinham uma maior capacidade de memorizar dados; não obstante, a consciência que eles tinham dos pleiadianos como “deuses” oniscientes era controlada pelos deuses. Eles foram programados para não questionar, e os que faziam eram esquivados ou assassinados. Os nibiruanos necessitavam de operários e não queriam que os Lulus chegassem a ser iguais a eles; mantinham-os limitados. As tabuletas de argila registram somente o que eles lhes permitiram que os escribas copiassem.



Marduk e o Conhecimento na Atlântida.

Durante a Queda da Atlântida na nossa HISTÓRIA, ocorreram fenômenos marcantes para a realidade como a experimentamos hoje.

Aquilo que hoje pensamos e entendemos desse período atlante terá muito a ver com a nossa capacidade para solucionar os nossos próprios problemas no presente.

Anu explica, que por volta de 11.000 A.C., esta nova raça re-criada nos laboratórios nibiruanos para a evolução espiritual, tinha se degenerado a tal ponto que seria melhor recomeçá-la.

Os Atlantes eram a principal razão para esta decisão, devido à influência de Marduk e seus aliados Repitilianos.

O desejo deles de dominar o mundo criou guerras sobre o planeta. E sob essa ótica, o Dilúvio Bíblico não foi causado pelo casamento entre os astronautas com as filhas dos homens (os Lulus), como alguns acreditam, inclusive Inanna.

Anu diz que o contrário, ele foi devido às ações de Marduk na Atlântida.

Desde, por volta do ano 25.000 a.C. , acrescente ou tire uns 1.000 anos. Os Atlantes, sob a direção de Marduk, tinham usado o poder do Cristal Gigante. Isto, a princípio, foi usado para dar poder a aeronaves, navios e submarinos. Os Atlantes estavam radiantes com este último avanço tecnológico. Marduk estava fazendo com que seu modo de agir caísse nas boas graças deles e conquistando sua confiança dando-lhes tecnologia Nibiruana e Reptiliana.

Ele começou na comunidade científica, que então se tornou a classe dominante da sociedade deles. Depois, ele infiltrou a classe governante e logo se tornou o poder por trás do trono. Isto conduziu a muitas divergências dentro da sociedade dos Atlantes, colocando o sacerdócio e as pessoas espiritualmente orientadas contra as pessoas orientadas pelo poder e pela tecnologia. Havia divisão em todas as classes, da classe governante às pessoas comuns. Muitos Atlantes apoiaram Marduk e muitos não o fizeram.


Os Lemurianos enviaram representantes até aos governadores da Atlântida e tentaram adverti-los do resultado negativo da busca deles pela dominação mundial, sob a liderança de Marduk.



Marduk sentia claramente que o seu pai, Enki, deveria ser o herdeiro da Terra e de Nibiru, e não o tio dele, Enlil.

Mas Enki já tinha desistido de sua busca por reinado. Ele preferia trabalhar em seu laboratório construindo coisas e prosseguir seus estudos espirituais, em vez de assumir o pesado trabalho diário do governo. Por outro lado, Marduk preferia o poder e sentia-se duplamente merecedor de possuí-lo, pois sua mãe era uma princesa do povo Serpente e sua avó era a Rainha dos Dragões. O primeiro marido dela tinha morrido antes de ela casar com Anu. Marduk sentia que se ele não tinha seu pai para lutar pelo domínio da Terra, ele mesmo iria fazê-lo.

A Atlântida era o lugar perfeito para ele começar, pois estava bem distante da Mesopotâmia e do Egito, e dos sempre vigilantes olhos de seu tio Enlil, e o pai dele, Enki. Em sua busca pela dominação mundial Marduk tinha uma carta muito poderosa: o Cristal Gigante. Ele já tinha conseguido atrair um cometa, um dos dez cometas da Terra de Tiamat, através de um feixe de luz do Cristal Gigante, e usou isto para ameaçar as outras civilizações e mantê-las em submissão.



A qualquer hora Marduk poderia derrubar o cometa sobre qualquer parte da Terra, e devido ao tamanho do cometa e a velocidade do impacto, ele poderia destruir aquela civilização. Ele fez isto com a Lemúria, e causou a destruição e afundamento do continente inteiro.

Ele estava pronto para fazer isto novamente aos impérios Rama e Yu, quando Nibiru retornou para as imediações da Terra. Nibiru criou um rompimento momentâneo no feixe de luz que segurava o cometa no lugar, e dentro de minutos, o cometa caiu sobre a Atlântida, afundando o continente inteiro. Isto aconteceu ao mesmo tempo que o Grande Dilúvio, somando-se à destruição da massa do planeta.

Marduk também foi o responsável pela destruição do “firmamento”. O “firmamento” é a camada compacta de umidade de aproximadamente 5 Km de espessura que envolve a Terra.

O Homem não via o sol e a lua até então. Assim como Avyon, a Terra havia se tornado um ambiente subtropical, responsável por um exuberante jardim verde – conforme descrições em seus textos antigos. Isto só pode ser realizado se há um “firmamento” para filtrar os raios do Sol e prover umidade contínua.

Os templos cristalinos estavam localizados nos subterrâneos da Mesopotâmia. Eles seguravam o “firmamento” em seu lugar. Marduk fez Seth, seu filho, lançar o ataque aos templos cristalinos da Grande Pirâmide no Egito. Isto causou os 40 dias e 40 noites de chuva, pois o “firmamento” desmoronou lentamente. Havia tanta água no firmamento quanto nos oceanos. Seth usou uma arma a laser na Grande Pirâmide para realizar a tarefa. O uso que Seth fez da Grande Pirâmide provocaria posteriormente a Segunda Guerra da Pirâmide e o esvaziamento de todo seu equipamento, por Ninurta.


O Dilúvio e a Arca de Noé.
Foi uma catástrofe total, a maior catástrofe jamais vista na Terra. E as pessoas sábias, neste momento, fizeram tudo que puderam para aliviar esta situação. Faziam grandes esforços para limpar os níveis dimensionais, para retirar o material e seres que entravam dos níveis dimensionais inferiores. Retirando espíritos e pessoas e devolvendo-as ao seu mundo.

Todos os sistemas da Atlântida, podemos dizer todos os sistemas sociais, financeiros, espirituais, todos os conceitos de como deveria ser a vida se degeneraram e desabaram por completo e o continente da Atlântida ficou doente, as pessoas ficaram doentes e foi o princípio de mais um fim…

A idéia de que a população de Lulus chegasse a invadir a Terra perturbou mais a Enlil, principalmente porque eles faziam isso sob o domínio tecnológico reptiliano de Marduk e sem o desenvolvimento espiritual correspondente. Enlil queria desfazer-se desta situação. Mas, como? A quem terei que matar?

Enlil convocou uma reunião da família. Demandou que se fizesse algo quanto aos Lulus, e começou a exortar seus pontos de vista solenes quanto ao assunto. É obvio, a velha rivalidade de irmão contra irmão começou a esquentar-se. Enki se opôs firmemente! Queixou-se de que depois de todo o trabalho que ele e Ninhursag tinham para produzir trabalhadores tão eficientes, era algo absurdo sequer pensar em destruí-los.

Possivelmente havia muito mais ruído lá fora, mas pelo menos agora havia mãos suficientes para cavar nas minas de ouro. Os irmãos bramaram e se enfureceram como de costume. Enlil não queria mudar de idéia apesar das súplicas de seu irmão. Os filhos de Enlil e Enki se uniram à disputa, e houve muita irritação em ambos os lados, mas ao final, como ele é filho número um, Enlil prevaleceu. Seu plano não os mataria a todos, somente àqueles desafortunados que morreriam de fome, de modo que se arrumou a primeira escassez de mantimentos.

Quando Enki e seus filhos saíram da reunião, estavam forjando um plano para bloquear Enlil, porque mesmo que a fome resultante fizesse que o canibalismo se pulverizasse por todo o país, passaram comida de contrabando aos Lulus e a maior parte sobreviveu.

Supõe-se que Enlil tem autoridade inapelável sobre o resto dos familiares por ser o primogênito, mas não era tão fácil, porque era uma família de indivíduos de caráter forte. Todos eram obstinados a desenvolver seus poderes, e não gostavam muito de fronteiras ou limitações de nenhum tipo. Enlil é igual; é filho de Anu, que nunca seguiu a ninguém em nenhum assunto. Uma vez que Enlil tinha tomado uma decisão e fixado seu rumo, era improvável que alguém pudesse dissuadi-lo a dar um passo atrás.

Os Nibiruanos decidiram então não alertar os humanos do dilúvio eminente, devido a mudança orbital causada pela passagem de Nibiru, pois com Marduk estimulando a guerra por sobre o planeta, era só uma questão de tempo até que a Humanidade fosse destruída de qualquer maneira. Marduk ambicionava ganhar o controle da Terra, das Plêiades e da Galáxia. Uma vez que ele conquistasse o controle da Terra, ele estaria a apenas dois passos de conquistar a Galáxia.

Para Marduk conseguir alcançar o seu plano de dominação, precisava apenas obter o controle dos “MEs” – o conhecimento que tudo controlava, codificado nos cristais. Os “MEs” daria ao possuidor total poder sobre qualquer coisa em particular que fosse controlada pelo “MEs”. Marduk buscava o controle da Galáxia. Ele não se preocupava com a Humanidade. A Humanidade era apenas combustível para a máquina de guerra dele.

O plano dele era destruí-la e permitir que os Reptilianos repovoassem a Terra. Depois, ele destruiria o resto da humanidade nesta galáxia. Os Reptilianos finalmente controlariam tudo o que eles acreditavam pertencer a eles conforme o mito da criação deles. Marduk estava determinado a atingir este objetivo

Por tudo, foi decidido não alertar os humanos. Enlil era o chefe de comunicações da estação espacial que dava a volta a Terra e foi o primeiro a saber da mudança polar que se aproximava. Muito por cima do planeta, os astronautas começaram a observar as flutuações magnéticas e os bamboleios inevitáveis. O eixo do planeta estava a ponto de voltear-se. Isto já havia acontecido antes, mas nunca tinha havido uma população tão numerosa para evacuar. Assim como nos dias de hoje.

Enlil guardou tudo em segredo e decidiu aguardar até o último momento possível, de modo que só houvesse tempo suficiente para transportar as famílias de Anu e aos Anunnakis à estação de embarque. Assegurou-se de que não houvesse tempo suficiente para resgatar aos Lulus.

Quando chegou o momento, a família de Anu deixou o planeta e mudaram para a plataforma espacial em órbita, para esperar a inundação. E, de uma forma inesperada para a grande maioria, o Grande Dilúvio nos aconteceu. Enki enviou a seu piloto, Matali, para recolher a família. Eles não conseguiam se quer compreender a gravidade do que vinha.



Innana estava sentada na nave, chorando nos braços de Ninhursag. Dos portais viram como uma onda tragava as planícies da Terra e arrastava os preciosos Lulus. Nunca antes ela havia experimentado uma perda, e não estava pronta para sentir algo assim. Em seu coração ouvia os gritos dos Lulus desesperados; em sua imaginação via as mulheres que tinha treinado em seus Templos, aferrando-se a suas colunas, rezando a ela, entre todas as pessoas.

Mas suas orações não foram respondidas e se inundaram na morte; suas túnicas brancas flutuaram por um momento em bolhas ondulantes e tudo terminou.

O coração de Inanna partiu. Não sabia quanto amava aos Lulus; não sabia que uma parte dela permaneceria com eles debaixo desse cruel dilúvio. Ninhursag era a única que parecia compartilhar tal tristeza. Choraram de desespero. Quem lhes prepararia deliciosas cervejas? Quem procuraria o ouro?


Enki e Ziusudra (Noé)
Os espiões do Enki lhe tinham informado da mudança polar. Em todas as culturas antigas da Terra há histórias de um dilúvio e um homem que se salvou em um arca. Enki escolheu a esse homem. Informado de que haveria um grande dilúvio, Enki resolveu salvar pelo menos uma família dos Lulus.

Em meio de sua vaidade, escolheu um homem de sua mesma dotação genética. Todas essas histórias dizem que Noé (Ziusudra) foi escolhido por sua bondade, pois, não, Noé inclusive se parecia com Enki.





E não houve um arca, foi um submarino, e os animais “em pares” era realmente material genético armazenado apropriadamente para que pudessem ser recriados mais tarde. Desafiando a Enlil, Enki resgatou os Lulus.






Quando Enlil descobriu os Lulus sobreviventes, enfureceu-se. Com seus filhos, lançou acusações de traição e outros crimes abomináveis contra Enki e seus filhos. Enlil sustentava que Enki tinha desafiado as leis de Anu.

Por conseguinte, Enki pronunciou o melhor discurso de sua vida, astutamente elogiando e lisonjeando a Enlil por seu plano “divino”. Disse que Enlil, em meio da grandeza de sua sabedoria visionária, tinha escolhido o material genético de entre o lixo das espécies e chegou até ao melhor que havia entre os Lulus. E que se esses sobreviventes solitários tinham suportado os horrores do dilúvio, então seus gens deveriam ser dignos de servir a Anu e aos Nibiruanos.

Para a surpresa de todos, Enlil acreditou! Acredito que estava trocando de opinião, pois onde conseguiria os operários para as minas e para construir seus monumentos?

Cada membro da família jurou solenemente nunca mais voltar a destruir os Lulus. Em um momento de generosidade sincera, e possivelmente um pouco de culpa, Enlil concedeu a vida eterna a Noé, pelo menos como ela é conhecida pelos pleidianos.

Depois do dilúvio, preparou-se então todo tipo de leis para regular a copulação e reprodução dos Lulus. Embora tudo resultou bem para as duas partes em conflito, houve uma mudança, uma piora da rivalidade entre Enlil e Enki. Todos sabiam que essa grande rivalidade ocasionaria outras dificuldades no futuro.

Sem a sobrevivência de Noé e sua família teria sido muito mais difícil começar novamente. Enki verdadeiramente amava a Humanidade, reflete Anu, e fez muitos sacrifícios através das eras, por vocês.

Ele tem retornado até vocês muitas vezes em pontos decisivos de sua evolução para lhes mostrar o caminho.

(confira no vídeo abaixo)





MAIS INFORMAÇÕES NO LINK:
http://www.ufo.com.br/noticias/deus-enki-dos-sumerios-estaria-simbolizado-em-agroglifo-da-italia


E devemos também incluir Nin nisto. A verdade é que este foi um dos momentos mais tristes para todos os envolvidos, pois testemunharam a Humanidade, e mais de 400.000 anos de trabalho serem destruídos.

A família de Anu tinha subestimado os Reptilianos e seu representante escolhido – o neto de Anu, Marduk – e seus desejos de possuir nosso planeta e a galáxia. E mais esta tentativa de integração das polaridades também tinha falhado. Esperamos que não façam o mesmo no seu presente...


Continua...

Margaridaportaluz
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Re: A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2) TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.

Mensagem por O Questionador em Sex 25 Maio 2012, 4:22 pm



"…., Eu temo que vocês foram sujeitos à famosa febre do "helicóptero de Abydos". Há uma explicação simples ao que vocês estão vendo, pelo menos, como nós vemos isso na egiptologia. Não há mistério aqui; é apenas um palimpsesto (… definido como "… Um manuscrito, tipicamente um papiro ou pergaminho em que foi escrito mais de uma vez, sem que a escrita anterior seja completamente apagada e freqüentemente ainda legível "…). Foi decidido na Antigüidade substituir o título real de cinco camadas de Seti I pelo de seu filho e sucessor, Ramsés II. Nas fotos, nós vemos claramente "Aquele que repele as nove alianças", que figura um pouco dos dois nomes femininos de Seti I, substituído por "Aquele que protege o Egito e supera os países estrangeiros", dois nomes femininos de Ramses II. Com parte do reboco que cobria o título de Seti I agora caído, alguns dos símbolos superpostos realmente parecem-se com um submarinos, etc., mas é apenas uma coincidência.

O que está acontecendo nas fotografias é bem claro; apenas consultem Juergen von Beckerath, Handbuch der aegyptischen Koenigsnamen, Muencher aegyptologische Studien 20, páginas 235 a 237.

Essa questão aparece de vez em quando em listas na internet acadêmicas como a Anciente Near East (ANE) e outras, então nós todos estamos bem familiares com ela.

Sinceramente,
Katherine Griffis-Greenberg
Membro, Centro de Pesquisa Americana no Egito
Associação Internacional de Egiptologistas
Univ de Akabama em Birmingham
Estudos Especiais"




http://www.ceticismoaberto.com/fortianismo/2241/helicptero-de-abydos


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Re: A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2) TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.

Mensagem por Margaridaportaluz em Sex 25 Maio 2012, 8:02 pm

Não entendi nada Questionador. sei não...

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Re: A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2) TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.

Mensagem por Ed em Sex 25 Maio 2012, 8:45 pm

Eu entendi e inclusive já sabia disso...

Notem que em geral o que os ufologistas crêem, não passam de pura fantasia ou fotos arranjadas ou mal interpretadas...



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Re: A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2) TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.

Mensagem por O Questionador em Sex 25 Maio 2012, 9:06 pm

Margaridaportaluz escreveu:Não entendi nada Questionador. sei não...


Simplificadamente margarida: os egípcios não "apagaram" os hieróglifos que tinham antes de escrever outros "por cima", ai ficarem meio que sobrepostos. xD


A egiptologia já conhecia esse tipo de coisa.


Daí, alguém chegou 3.000 anos depois e "viu" nos hieróglifos sobrepostos um "helicoptero" um "submarino" ou qualquer outra coisa do nosso tempo e, ao invés de pesar as alegações, saiu dizendo que os egípcios conheciam o helicóptero(agora imagine aquele pessoal de tanga usando óculos escuros e vasculhando os céus do Egito com um helicoptero há 3.500 anos atrás...chega a ser cômico xD).


Ed escreveu:Eu entendi e inclusive já sabia disso...

Notem que em geral o que os ufologistas crêem, não passam de pura fantasia ou fotos arranjadas ou mal interpretadas...



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Re: A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2) TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.

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