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A História de Jesus Cristo em Roma

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qui 10 Maio 2012, 9:07 am

famado escreveu:Afirmar que Jesus nunca existiu caiu em desuso. É um tema obsoleto.

Aliás, esta tópico é apenas mais uma bobagem e eu nem sei porque entrei novamente em uma discussão como essa. Inté.
japinha

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qui 10 Maio 2012, 9:17 am

Mashmid escreveu:
Well escreveu: Agora sim, você falou com conhecimento de causa.

Well, não confunda ironia com deboches desconexos.

A pessoa pode ser irônica e concisa sem apelar para deboches desconexos.

Se vc for irônico, porém, conciso, sua argumentação terá força.

Agora, tentar ridicularizar alguém, não contradirá o que a pessoa argumentou.


Portanto, espero que seja honesto em seus julgamentos.

E não tente inverter as posições, dizendo que é a outra pessoa quem está a apelar para a chacota.

Caso contrário, não haverá necessidade de lhe contrargumentar, pois, quem perde a linha, perde a razão.


Não se trata disso, existe um grande equivoco aqui
se a pessoa vem com um assunto engraçado e a propaganda de um livro mentiroso e faccioso, aonde procura Jesus em Roma
Depois a gente não pode rir


Por que não posso rir japinha

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Well em Qui 10 Maio 2012, 11:03 am

Alfredo Bernacchi escreveu:Que isso, Well???!!!... O ônus da prova cabe a quem afirma, não a quem nega. Eu nego que Paulo tenha existido...
Ok. Apresento-vos as Epístolas Paulinas. Mostre-me que todas elas são forjadas, falsas e que não foram escritas por Paulo, no começo da nossa Era. Para te ajudar, dou a seguinte dica: aponte quando elas foram escritas e por quem; e se não conseguir mostrar quem as escreveu, pelo menos, nos mostre quando, mais ou menos, foram escritas.Vamos lá!!!


http://nemtodoslevamadeus.blogspot.com.br/

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por E.Ramos em Qui 10 Maio 2012, 12:04 pm

Alfredo Bernacchi escreveu:
Estou pesquisando para um novo livro.
Querido Alfredo, sei não, mas acho que não terá muito material para o seu novo livro sei não...

O site ateus.net recomenda este livro: “Jesus Cristo Nunca Existiu”, de La Sagesse

http://ateus.net/artigos/critica/jesus-cristo-nunca-existiu/

Vou falar igual ao Silvio Santos, "não li, mas dizem que é muito bom" :risadinha:

Abs

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150 escritores e nenhum Jesus

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qui 10 Maio 2012, 5:47 pm

O sofisma de dizer quer não há informações sobre jesus Cristo é que caiu em desuso. Porque hoje, com o evento da Internet e as buscas do Google, só não sabe quem não quer.

E pra não ficar só na conversa, aqui está para vocês, 43 personagens Históricos, escritores do Século I, (alguns teriam sido conterrâneos de Jesus Cristo se o mesmo tivesse existido), listados por John E. Remsburg, que nada escreveram sobre Jesus e nem o seu nome ou dos seus pais ou dos seus apóstolos citaram, antes de meados do Século II, quando a história de Jesus deveria estar latente em Roma.
E concluo com a opinião de mais 106 escritores Históricos pós Renascença, que concluem: JESUS CRISTO NÃO EXISTIU...

[Eu consultei as biografias, a história e completei a lista]

1# Filon de Alexandria – Nascido 30 a/C (antes de Cristo) e falecido por volta de 54 d/C - Estoriador - Filósofo grego de origem judaica.. Pertencia a família de sacerdotes. Escrevia sobre a síntese do judaísmo e da filosofia helenística. Escrevia sobre Deus. Pontos de vista de Filon coincidentes com os do cristianismo serviram de ponto de partida para a ideologia cristã. Apesar disso nunca mencionou diretamente o cristianismo nem escreveu nada sobre Jesus.

2# Paterculus (19 a.C – 31 d.C). Historiador romano - O autor não apresenta uma visão histórica real, embora geralmente de confiança em suas declarações de fatos individuais acontecidos em Roma. Ele pode ser considerado como um cronista da corte, em vez de um historiador. Sua cronologia é inconsistente. Em César, Augusto e acima de tudo, em seu patrono Tibério, ele despeja elogios ou bajulação. Vivia em Roma e nos seus 50 anos de vida, nunca mencionou cristãos em seus textos e muito menos Jesus Cristo ou seus milagres.

3# Fedro (Macedônia) (15 a.C. – 50 d.C). Fabulista romano nascido na Macedônia, Grécia. Autor de cinco livros de fábulas em verso Viveu na época de Jesus, poderia ter cruzado com ele no caminho, mas não escreveu nenhum versinho, conto ou referência sobre ele.

4# Quinto Cúrcio (10 a.C - 54 d.C). Foi um escritor e historiador romano , que viveu presumivelmente sob o reinado do imperador Claudius no primeiro século . Vivia por lá. Preferiu escrever sobre Alexandre o Grande. Nos primeiros livros preservados narra os fatos sobre as campanhas de Alexandre contra o rei persa Dario III. Nada sobre Jesus da mesma época, no mesmo lugar.


5# Apolônio de Thyana (Tiana) (02 a.C - 98 d.C) Nasceu em Thyana, Capadócia, morreu em Éfeso aos 100 anos. Foi um filósofo neo-pitagórico e professor de origem grega. Foi o filósofo mais famoso do mundo greco-romano. Milagreiro e mágico tinha muitos seguidores. Thyana vivia em Roma na mesma época de Jesus, não se conhece na história, encontro dos dois e embora escrevesse bastante sobre ciência medicina e filosofia, nada escreveu sobre Jesus, seus apóstolos nem sobre cristãos. Diferente do que conta a Bíblia. Devido a algumas semelhanças de sua biografia com a de Jesus, Apolônio foi, nos séculos seguintes, comparado ao mito, atacado pelos Padres da Igreja sendo considerado desde um impostor até um personagem satânico.

6# Columella (Lucius Moderatus) (04 d.C – 70 d.C). Embora um fazendeiro, na capital do império fez parte dos mais altos círculos sociais pelo seu gosto pela intelectualidade e de sua atividade como dono de terras e produtor escreveu obras sobre agronomia e agricultura. Era um jovem ainda, quando viveu na mesma época de Jesus, poderia ter esbarrado nele no caminho, frequentou a sociedade romana mas não se interessou pelas “obras” de Jesus que cultivava almas.

7# Caio Plínio Segundo – “Plínio o velho” – (23 a 79 d/C) – Naturalista romano, autor clássico no ano de 77 escreveu "Naturalis Historia", um vasto compêndio das ciências antigas distribuído em 37 (trinta e sete) volumes, dedicado a Tito Flávio, futuro imperador de Roma.
Plínio não registrou o evento da escuridão na crucificação de Jesus, como vemos em Thallus, a menos que ele estivesse lá mesmo. Assim como não citou os santos que saíram dos sepulcros e andaram pela cidade e nenhum Jesus. Para ele se houvesse, teria sido um milagre, o tipo de evento que Plínio iria desprezar - pois ele era um cético e racionalista da mais alta ordem.

8# Sílio Itálico (25 d.C- 101 d.C). Era um político e poeta épico latino, autor de várias obras sobre as Guerras Púnicas. Em sua juventude, Sílio foi orador famoso nos fóruns e mais tarde político cauteloso, sem habilidade ou ambição suficiente para se opor aos governantes cruéis do seu tempo. Garantiu sua segurança pessoal e sua promoção ao consulado prostituindo suas habilidades de orador nas farsas judiciárias que amiúde condenavam as vítimas do imperador. Estava lá na época de Jesus, poderia ter assistido o seu julgamento no colo da mãe ou ouvido falar e depois mencioná-lo em suas histórias, mas nada...

9# Petrônio (27 d.C - 66 d.C). Foi um escritor romano, mestre na prosa da literatura latina, satirista notável. Nem uma satirazinha sobre o milagreiro que ressuscitou dos mortos... Imagino que o mesmo gostaria de fazer alguns deboches em versos do cara que diziam que ressuscitou e depois sumiu, para distrair o público romano, mas nada versificou sobre Jesus.

10# Aulo Pérsio Flaco (34 d.C – 62 d.C). Esse cidadão foi um poeta satírico da Roma Antiga, adepto do estoicismo. De origem etrusca, mostrou em suas obras, poemas e sátiras, uma visão de mundo estóica, aliada a um senso crítico forte contra os abusos de seus contemporâneos. Seus textos, que foram especialmente populares na Idade Média, só foram publicados após a sua morte. Nasceu logo após a crucificação do “rei dos judeus” e nem uma poesia fez, uma satirazinha lembrando o sofrimento do “filho de deus”.

11# M. Fábio Quintiliano (35 d.C -96 d.C). Foi professor de Retórica em Roma, onde primeiro exerceu como advogado. Tornou-se conhecido por ter sido professor de retórica. Um de seus alunos foi o orador romano Plinio, o jovem. Depois de exercer por vinte anos como advogado e professor, retirou-se para escrever. Ficou famoso pelo Institutio Oratoria (c. 95 d.C.), grande obra redigida em 12 volumes sobre moral e virtude. Nos dois primeiros livros Quintiliano trata a educação fundamental e como se organizava a vida na Roma de seu tempo. Jamais citou Jesus em seus textos, nem mencionou que os cristãos seriam desorganizados.

12# Flavio Josefo (37 d.C – 100 d.C) - Historiador judaico. Seus textos constituem uma fonte preciosa para o estudo da história da Palestina no primeiro século da nossa era. Forneceu importantes informações sobre os essênios e outras seitas da Judéia. Silenciou totalmente sobre os cristãos e nunca mencionou Cristo ou Jesus em suas obras.
Os cristãos insistem em duas falsificações criadas no livro “Antiguidades Judaicas”, já derrubadas pela ciência e pela história. Uma interpolação de oito linhas apenas (imaginem) bem ao estilo de Lucas, escrito lá pelo ano 93, contando a vida e morte de Jesus. Claro que a Igreja Católica sumiu com o original, mas você mesmo pode ler esse texto falso, o que vinha antes e depois no livro de Alfredo Bernacchi, para ver que não se harmonizam.
Da mesma forma, tendo Josefo nascido depois da hipotética morte de Jesus, nada testemunhou de fato. Resta saber quem teria contado sobre Jesus a Josefo? Um ateu garanto que não foi. Vale isso como prova da existência do mestre?

13# Justus de Tiberíades (ou Justus). (XX d.C – 73 d.C) - Foi um autor e historiador judeu que viveu na segunda metade do século I dC. Pouco se sabe sobre sua vida, exceto o que foi contado por seu inimigo político e literário, Flávio Josefo. É o terceiro escritor judeu do primeiro século. Seus escritos foram perdidos, mas Photius, patriarca de Constantinopla (878-886 d.C.), escreveu “Bibleotheca”, onde ele comenta a obra de Justus. Photius diz que “do advento de Cristo, das coisas que lhe aconteceram ou dos milagres que ele realizou, não há absolutamente nenhuma menção (em Justus)”. Justus vivia em Tiberíades, na Galiléia. Seus escritos são anteriores às“Antiguidades” de Josephus, de 93 d.C., portanto é provável que ele tenha vivido durante ou imediatamente após a suposta época de Jesus, mas é notável que nada tenha mencionado sobre ele. Justo também escreveu uma crônica do povo judeu, de Moisés até Agripa II que viveu entre 27 e 100e nem assim escreveu sobre Jesus, sua morte, sua ressurreição ou seus milagres.

14# Marco Valério Marcial (38 d.C – 103 d.C). Poeta epigramático latino. Marcial partiu ainda jovem para Roma, onde viveu a maior parte de sua vida. Nesta cidade, manteve relações com o povo romano, intelectuais de renome e políticos do império. Escreveu poemas épicos sobre as loucuras humanas e as várias personalidades do império romano, mas nada sobre santos mortos andando pela cidade. Nunca ouviu falar de Jesus estando lá, aonde ele foi julgado e crucificado. Por isso não escreveu nem um versinho sobre ele.

15# Marcus Annaeus Lucanus (39 d.C -65 d.C) . Foi um romano poeta , nascido em Corduba (moderno-dia Córdoba ), no Baetica Hispania . Apesar de sua curta vida, ele é considerado como uma das figuras proeminentes da América Imperial no período. Sua juventude e velocidade de composição o distinguem de outros poetas. Durante este tempo ele circulou os três primeiros livros de seu poema épico, Pharsalia (rotulado De Bello civilizações nos manuscritos), que contou a história da guerra civil entre Júlio César e Pompeu. Nada escreveu ou versificou sobre um tal Jesus.

16# Díon Crisóstomo (40 d.C – 120 d.C). Foi um orador, escritor, filósofo e historiador grego do Império Romano , que floresceu no Século I . São retidos oitenta seus discursos. Seu nome vem do grego Chrysostomos, que literalmente significa "boca de ouro". Nessa época Jesus já deveria ser histórico. Não é todo dia que alguém morre, ressuscita e some, anda sobre as águas, faz milagres e ressuscita pessoas. Mas Dion nada ouviu a respeito, daí também não discursou, não escreveu nem filosofou sobre o Mestre dos mestres.

17# Publius Papinius Statius (45 d.C -96 d.C). Foi um romano poeta do Século I ( Era a Prata da literatura latina ). Além de sua poesia em latim, que incluem um poema épico, a Tebaida , uma coleção de poesias ocasionais, o Silvae , e o épico inacabado, o Achilleid . Era romano, vivia em Roma, palco da aventura cristã, mas ninguém jamais comentou o assunto por lá. Por isso, nada escreveu sobre Jesus. Nem em latim, nem em grego, nem em chinês, nem em português.

18# Plutarco de Queroneia (46 d.C - 126 d.C.). Filósofo e biógrafo grego, nascido em Queronéia. Escreveu “Moralia”, sobre moral e ética. Embora tenha passado a maior parte da vida em sua cidade natal, onde ocupou altos cargos públicos e dirigiu uma célebre escola, estudou matemática e filosofia em Atenas, viajou pela Grécia e passou por Alexandria, morou em Roma (75 a 95), onde lecionou filosofia durante o reinado (81a 96) do Imperador Domiciano. Nunca deu uma aula sobre Jesus, nem filosofou sobre seus milagres porque desconhecia totalmente o assunto. É possível você viver no Rio de Janeiro por 30 anos e desconhecer a estátua do Cristo?

19# Tácito o Pensador (56 d.C - 120 d.C). Tácito foi um historiador romano, que viveu entre 55 d.C. - 120 d.C., nasceu e morreu no sul da França, mas viveu em Roma. Graças a Tácito, muitas vidas ilustres se tornaram conhecidas. Seus dotes oratórios como jurista foram várias vezes reconhecidos, mas foi como historiador que Tácito alcançou a fama. Entre os anos 100 e 117, escreveu os "Anais", onde relatou a história dos imperadores romanos desde Tibério até a morte de Nero. Nunca citou Jesus nem soube se ele caminhou sobre as águas, que ressuscitou mortos, sua crucificação, seu julgamento, morte, ressurreição, sumiço. Nada! A semelhança do que fizeram no livro de Flávio Josefo, falsificaram dois pequenos parágrafos e sumiram com o original.

20# Eptectus Hermógenes (55 d.C - 135 d.C) Ex-escravo que se tornou renomado moralista e filósofo e escreveu sobre a “irmandade dos homens” e a importância de se ajudarem os pobres e oprimidos. Nada escreveu sobre Jesus e seu amor, que deveria ter sido a sua inspiração se tivesse existido.

21# Caio Plínio Cecílio, o Moço (62 d.C - 114 d.C). O seu legado principal são as suas litterae curiosius scriptae, 247 missivas (cartas) escritas a amigos, no estilo da época entre os anos de 97 e 109. Nelas encontramos das melhores descrições da vida quotidiana, política etc. da Roma Imperial, bem na época em que Jesus deveria ter existido. As cartas estão agrupadas em dez livros, o décimo volume aborda o tema do cristianismo primitivo. Esse cristianismo, entretanto não se referia a Cristo Jesus, mas a Chrestus dos judeus essênios e de forma lacônica porque o mesmo nunca existiu. Estas cartas foram escritas durante o seu consulado na Bitínia. São 122 cartas trocadas com o imperador Trajano sobre como lidar com a questão, e onde é visível a sua simpatia para com os “crestãos”. Quando Plínio escreveu, já se havia passado 80 anos da hipotética morte de Jesus. A história de Jesus Cristo (Evangelhos) surgiria 70 anos depois disso. Assim, Plínio referia-se aos “crestãos” de Chestus, “o Mestre da Retidão” (ou Justiça) dos judeus essênios que há muito faziam arruaças em Roma. Roma invadiu Jerusalém em 70, por isso mesmo. Justamente nessa época também surgiu o Apocalipse, dito de João, na verdade, o original era dos essênios. João Batista nunca escreveu coisa nenhuma, então o catolicismo criou o João Evangelista e assim misturou tudo. Os copistas católicos falsificaram a palavra “chrestãos” para “christãos”, fazendo assim, essa proposital confusão. De qualquer forma, a palavra Jesus, ou Jesus Cristo, nunca foi mencionada por Plínio, porque não existia.

22# Dâmis (discípulo de Thyana) (66 d.C) [nada escreveu sobre Jesus] (Aguardando informações biográficas que validem a informação).

23# Caio Suetónio Tranquilo (69-141 d.C). Foi um grande escritor latino que nasceu em 69 da era cristã, em Roma e faleceu por volta de 141. Escreveu sobre os Doze Césares tendo sido contemporâneo na idade adulta apenas de Domiciano, o último de seus biografados. Suetónio foi um grande estudioso dos costumes de sua gente e de seu tempo e escreveu um grande volume de obras eruditas, nas quais descrevia os principais personagens da época. Em “A vida dos imperadores”, com a história de 11 imperadores, ele conta, em 120 d.C., sobre o imperador Cláudio, que “expulsou de Roma os judeus que, sob a influência de Chrestus, (dos essênios) viviam causando tumultos”. Nunca citou nenhum Jesus. Não falou de cristãos, nem de crucificação, nem de milagres, nem de ressurreição de ninguém, porque também nada ouviu de ninguém.

24# Claudio Lísias (Século I) – Faz parte da lista de Remsburg embora não tenha encontrado sua biografia.

25# Pompônio Mela (Século I). Escritor espanhol que viveu em Roma. Pouco se sabe do autor, excepto o seu nome e local de nascimento, na pequena cidade de Tingentera ou Cingentera no sul da Espanha , em Algeciras Bay. A data dos seus escritos pode ser fixada aproximadamente por sua alusão a uma proposta britânica de expedição do imperador reinante, quase certamente o de Cláudio em 43 dC. Em seus escritos nada referia-se a Jesus nenhum.

26# Teão de Smyrna (Século I) [nada escreveu sobre Jesus] (Aguardando informações biográficas que validem a informação).

27# Decimus Iuvenalis (55-127d.C). Poeta e retórico romano, autor das Sátiras. Conhecido em Inglês como Juvenal, era um romano poeta ativo na segunda metade do Século I e início do século segundo, autor do Sátiras . Os detalhes da vida do autor são claras, embora as referências dentro do seu texto para pessoas conhecidas da primeira final e início de séculos. Nunca citou em seus textos nenhum Jesus, como nenhum cristão.

28# Caio Valério Flaco (Nasceu em data desconhecida, morreu em 90d.C). Poeta da Roma Antiga (Final Século I). Foi um romano poeta que floresceu na " Era de Prata ", sob os imperadores Vespasiano e Tito e escreveu um Argonautica Latina que deve muito a Apolônio de Rhodes épico mais famoso ". Desconhecia qualquer referência a Jesus ou cristãos.

29# Favorino di Arles (80 – 160 d.C). Foi um filósofo grego antigo, sofista, o sofista chamado segundo lugar, que faziam parte do Dio de Prusa, Atticus Herodes, Publius Aelius, Aristides e Luciano de Samosata suportados pelo mesmo Imperador Adriano. Nunca ouviu falar de Jesus e assim também não escreveu sobre ele.


30# Cláudio Ptolemeu (70-168 d.C). Cientista grego- Ptolemeu nasceu em Pelusium, no Egito, e tornou-se um ilustre discípulo da escola de Alexandria. Existem dúvidas sobre o ano em que ele nasceu, com a data variando desde 10 d.C. as melhores estimativas são que ele nasceu por volta do ano 70, e floresceu durante os governos dos imperadores romanos Adriano e Antonino Pio.
A sua obra mais conhecida é o Almagesto (que significa "O grande tratado", é uma das mais importantes e influentes da Antiguidade Clássica, são treze volumes com tabelas de observações de estrelas e planetas e com um grande modelo geométrico do sistema solar, baseado na cosmologia aristotélica. Nela está descrito todo o conhecimento astronómico babilónico e grego e nela se basearam as astronomias árabes, indianas e europeias até o aparecimento da teoria heliocêntrica de Copérnico.
Ptolemeu ignorava totalmente os contos bíblicos do Gênesis sobre a criação divina e, se houvesse um Jesus Cristo, seria seu conterrâneo e teria falado sobre ele ou algum fato científico ou astronômico, que tenha interligação com Jesus, como uma ressurreição por exemplo.

31# Lúcio Flávio Arriano - historiador Roma antiga (92 - 175 d.C) foi um historiador da Roma Antiga. Nasceu em Nicomédia (atual Izmit), capital da província de Bitínia, no que é hoje o noroeste da Turquia. Embora fosse cidadão romano, falava e escrevia em grego antigo. Sua figura é importante historicamente porque seus trabalhos constituem o melhor relato sobre Alexandre, o Grande. Se houvesse um Jesus com toda a sua fantástica estória, um filho de deus, certamente o teria mencionado, mas escreveu sobre Alexandre o Grande de 320 a.C..

32# Apiano de Alexandria - historiador romano (de etnia grega)-(95-165 d.C) foi um historiador da Roma Antiga (de etnia grega). Desempenhou diversos cargos administrativos em Alexandria, e depois foi para Roma ca. 120, onde trabalhou como advogado. Em 147 d.C. obteve o cargo de procurador (provavelmente no Egito), do imperador Antonino Pio, pelo qual teve acesso à documentação imperial.
Sua obra principal foi a "História Romana" (Ῥωμαϊκά), escrita em grego; é uma longa história da Roma Antiga, em 24 livros, que abrange desde a sua fundação até 35 a.C. Passou pela época de Jesus Cristo, em Roma, e nem uma palavra sobre ele citou.

33# Pausânias – autor, geólogo, arqueólogo e mitógrafo grego (115 - 180 d.C.) Viajante, autor, geólogo, arqueólogo e mitógrafo grego, natural da Lídia, Anatólia, que viajou (143-176), por várias regiões da Europa a Ásia Menor (Síria, Palestina, Egito, península helênica e Itália, estudando geografia, arqueologia e mitologia. O resultado de suas observações foram editadas no livro Descrição da Grécia. Teria se interessado pela estória de Jesus, a cidade de Nazaré, seu sumiço do sepulcro, se fosse um fato verídico, mas nada disso mencionou, nem como mitologia que era a sua área.

34# Aulo Gélio - (125 - 180 a.C.) Autor e gramático latino, possivelmente de origem africana, provavelmente nascido e certamente trazido à Roma.
Ele estudou gramática e retórica em Roma, e filosofia em Atenas, depois retornou à Roma, onde montou um escritório para tratar de questões judiciais. Entre seus professores e amigos havia muitos homens distintos: Sulpício Apolinário, Herodes Ático e Marco Cornélio Frontão. Atuou ativamente no início do segundo século e não fez qualquer referência à estória de Jesus.

35# Díon Pruseus (Século I) – Muito mencionado na literatura por não ter mencionado Jesus Cristo, mas sua história não foi encontrada. Não encontrei fonte confiável sobre sua biografia.

36# Hermògenes de Frígia - historiador grego (Século I) (Hermógenes, Ἑρμογένης) foi um historiador grego, autor da história da Frígia, na qual os judeus são mencionados. Mesmo estando envolvido na história dos judeus, nunca em seus livros mencionou a história de Jesus, seus apóstolos ou os cristãos. Frígia foi um reino da antiguidade situado na parte central oeste da Anatólia (atual Turquia). O povo frígio assentou na área desde 1200 a.C., e estabeleceu um reino no século VIII a.C. A língua frígia sobreviveu até o século VI d.C.

37# Flégon de Trales - foi um escritor grego romanizado, ativo no século II.
Sua principal obra é Olimpíadas, um compêndio histórico em dezesseis volumes, tratando da história dos Jogos Olímpicos desde sua origem até o ano de 137, quando possivelmente ainda vivia.. Também escreveu obras menores, entre elas o Livro das Maravilhas, sobre fatos bizarros e criaturas fantásticas, o Livro das Pessoas Velhas e Maravilhosas, uma lista de indivíduos que ultrapassaram os cem anos de idade, uma Descrição da Sicília, uma Topografia de Roma, um compêndio dos vencedores dos Jogos, e um livro sobre festivais romanos. Apesar de toda essa literatura diversa, nada escreveu sobre Jesus.

38# Públio Valério Máximo - (século I a.C.-século I d.C.), foi um escritor romano. Viveu em Roma, na época de Jesus.
Sua obra capital são os nove livros Factorum dictorum memorabilium ("Fatos e ditos memoráveis"), dedicados ao imperador Tibério. Foi escrito em Roma em 31 d.C. e o seu fim era elogiar uma série estabelecida de virtudes romanas por meio de anedotas e relatos tradicionais ou extraídos de historiadores e filósofos. Esta compilação de anedotas serviu aos oradores para extrair narrações morais com o fim de ilustrar os seus discursos.
Nunca citou os dotes morais de Jesus Cristo, nem de Paulo nem de Lucas, Marcos ou Mateus, nunca citou a existência de cristãos, nem como piada.

39# Floro Lúcio de Alexandria (Século I/II) – Embora faça parte da lista, não encontrei sua biografia. Apenas citações em obras de ateus.

40# Luciano - satirista grego (séculos I/II), citou Glycon (ou Glykon) uma divindade-serpente romana, que era adorada na vila de Abonoteichos, sob o governo do imperador romano Antonino Pio (86 d.C. - 161). A única menção de sua existência é feita por ele, que consagrou à divindade um tratado, Alexandre ou o falso profeta, contra o profeta grego Alexandre de Abonuteichos, que havia inaugurado o culto desta divindade e que Luciano acusa de fraude. Não fez nenhuma sátira sobre Jesus Cristo.

[E mais estes, além da lista de Remsburg]:

41# Philo-Judaeus (15 a.C. – 50 d.C.) — de Alexandria, era um teólogo-filósofo judeu que falava grego. Ele conhecia bem Jerusalém porque sua família morava lá. Escreveu muita coisa sobre história e religião judaica do ponto de vista grego e ensinou alguns conceitos que também aparecem no evangelho de João e nas epístolas de Paulo. Philo também ensinou sobre Deus ser um espírito, sobre a Trindade, sobre virgens que dão à luz, judeus que pecam e irão para o inferno, pagãos que aceitam a Deus e irão para o céu e um Deus que é amor e perdoa. Entretanto, Philo, um judeu que viveu na vizinha Alexandria na mesma época da hipotética existência de Jesus, quase com a mesma idade, certamente saberia da história do filho de deus crucificado, porém nunca mencionou alguém com este nome nem nenhum milagreiro que morreu e depois ressuscitou em Jerusalém, sem falar em eclipses, terremotos e santos judeus saindo dos túmulos e andando pela cidade. Por que? O completo silêncio de Philo é ensurdecedor!

42# Sêneca (4 a/C - 65 d/C) - Historiador – Filósofo romano – O trabalho de Sêneca foi principalmente pesquisas teóricas dos fenômenos naturais. Em seus escritos anuncia a idéia de Deus absoluto e todo poderoso e a necessidade da resignação perante os golpes do destino pela vontade do Altíssimo. Engels chamava Sêneca de “tio do cristianismo. Os padres da igreja Tertuliano e S. Jerônimo o consideravam um deles. Entretanto não se encontra nos seus escritos qualquer referência a Jesus, aos cristãos, ou mortos saindo dos sepulcros. As cartas que teria trocado com Paulo se revelaram uma fraude, mais tarde. Não citou nenhum fenômeno de escuridão havido no início do Século I, em seus livros, quando Jesus teria nascido e morto.

Listo aqui, para você, 106 escritores históricos que concluem: JESUS CRISTO NÃO EXISTIU...
Essa é uma pequena coleção desses personagens, quem foram e o que escreveram, pra você poder conferir onde quiser:


# Hermann Samuel Reimarus – 1694 - Escritor, filósofo alemão e um dos promotores da corrente nacionalista que negava os milagres, mas ainda admitia a possibilidade da existência desse personagem, defendia que Jesus nada tinha de divino, era apenas um dos profetas. Quanto a ressurreição, dizia que os apóstolos a inventaram após esconderem o corpo de Jesus. Receando a perseguição da Igreja, o pensador não publicou a sua obra “Intenção de Jesus e Seu Ensinamento”, que só foi editada depois dele morto. Reimarus era um pensador iluminista e foi professor de línguas orientais do Ginásio de Hamburgo, sua extensa obra, publicada após sua morte, rejeita a “religião revelada” e defende um deísmo naturalista. Reimarus acusou os escritores dos evangelhos de fraude proposital e inumeráveis contradições. [Sumiu do mapa depois disso]

# Voltaire (François-Marie Aroue) – 1694 em Paris – A mais influente figura do Iluminismo, foi educado num colégio jesuíta e ainda assim concluiu “O cristianismo é a religião mais ridícula, absurda e sangrenta que jamais infectou o mundo... O verdadeiro Deus não pode ter sido dado à luz por uma garota, nem sido morto num cadafalso e nem ser comido numa porção de hóstia.” Preso, exilado, seus livros banidos e queimados, a grande popularidade de Voltaire na França assegurou-lhe um descanso final no Panteão, em Paris. Extremistas religiosos roubaram seus restos mortais e os atiraram numa pilha de lixo.
Junto a outros grandes filósofos franceses, combatia violentamente a Igreja Católica e publicavam: “Esmagar a infâmia”. Assinalou as coincidências até na terminologia entre o Evangelho segundo João e os escritos de Filon de Alexandria. Um polemista satírico, frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo. Ficou conhecido por dirigir duas críticas aos reis absolutistas e aos privilégios do clero e da nobreza.

# Thomas Paine – 1737 - A Idade da Razão 1795. Panfleteiro que fez o primeiro apelo à independência dos Estados Unidos (Bom Senso, 1776; Direitos do Homem,1791), Paine derramou sátiras virulentas nas contradições e atrocidades da Bíblia. Como muitos revolucionários americanos, Paine era deísta: "Eu não creio na fé professada pela igreja judaica, pela igreja romana, pela igreja grega, pela igreja turca, pela igreja protestante ou por qualquer outra de que tenha notícia... Cada uma destas igrejas acusa a outra de descrença; e de minha parte eu descreio de todas.”

# Georg Wilhelm Friedrich Hegel – 1770 – Filósofo alemão, escritor da escola de Tubingem, junto com Baur descobriram tendências opostas em síntese no Novo Testamento concluindo que, como conhecemos, não foi escrito antes do século II.

# Godfrey Higgins (1771-1834). 1836, "Anacalipse" – Uma Tentativa de Remover o Véu da Ísis Saíta ou um Inquérito da Origem das Línguas, Nações e Religiões. Pioneiro inglês da arqueologia e maçom. [A palavra ateu ainda não existia].

# Count Constantine Volney, 1787, As Ruínas; ou, Meditação sobre as revoluções dos impérios (Ruína dos Impérios). Pesquisador napoleônico, viu com seus próprios olhos evidências de precursores egípcios do cristianismo. [Apontando os caminhos falsos percorridos até Jesus]

# Ferdinand Christian Baur – 1792 - Professor de teologia na Universidade de Tübingen – Alemanha - Iniciou a aplicação de novos métodos de investigação histórica ao estudo dos Evangelhos e revelou a completa inconsistência dos dogmas tradicionais da Igreja. [E foi criado na Igreja!]

# Edward Evanson, 1792, A Dissonância dos Quatro Evangelistas Geralmente Percebidos e a Evidência de suas Respectivas Autenticidades. Racionalista inglês que contestou a autoria apostólica do Quarto Evangelho e denunciou como espúrias várias epístolas Paulinas. [Teve que mudar de país]

# Charles François Dupuis, 1794, Origem de todos os Cultos ou a Religião Universal. Interpretação astrológico-mítica do Cristianismo (e de toda religião). “Um grande erro é mais facilmente propagado que uma grande verdade, porque é mais fácil crer que raciocinar e porque as pessoas preferem o maravilhoso do romance à simplicidade da História.” Dupuis destruiu a maior parte de seu próprio trabalho por causa das violentas reações que causou. [Deu sorte de não ser estripado]

# David Friedrich Strauss – 1808 - Teólogo, escritor alemão, discípulo de Hegel. Em Setembro de 1825 iniciou os seus estudos de teologia no seminário protestante de Tübingen, sendo depois professor no seminário de Maulbroon. 1860 Escreveu "A Vida de Jesus Examinada Criticamente", e afirmou que os apóstolos foram buscar quase tudo o que dizem em religiões anteriores ao cristianismo. Foi criticado brutalmente e por vezes difamado pelos teólogos católicos e protestantes da Alemanha, embora pouco a pouco tivesse imposto suas opiniões. Para Strauss, o sucesso do cristianismo explicava-se por um "mito de Jesus", que teria sido forjado pela mentalidade judaica dos tempos apostólicos, e que não poderia ser sustentada pela ciência moderna. Era um Vigário luterano que se tornou estudioso, expôs magistralmente os milagres evangélicos como mito e, no processo, reduziu Jesus a um homem comum, e isso lhe custou sua carreira.[Claro!]

# Friedrich Engels – 1820 - Escritor - Obras sobre o cristianismo primitivo. Três foram importantes. “Bruno Bauer e o Cristianismo primitivo”- 1882 – “O Livro da Revelação” – 1883 e “Para a história do Cristianismo Primitivo” – 1894. Admite que os quatro Evangelhos são arranjos ulteriores de escritos perdidos. Elimina a narração histórica, considera inadmissível os milagres e contradições. E endossa os resultados de investigações da Universidade de Tübingen. [Escritor é corajoso].

# Robert Taylor - 1828 - Sintagma de Provas da Religião Cristã; 1829 - Diegesis. Taylor foi aprisionado por afirmar as origens míticas do cristianismo. “Os primeiros cristãos entendiam as palavras como nada mais que a personificação do princípio da razão, da bondade, ou daquele princípio, seja qual for, que pode ser mais benéfico à humanidade durante o curso de uma vida.” [Deve ter morrido na prisão]

# Bruno Bauer, 1841 – Padre - Professor de Teologia da Universidade de Bona – Em 1840 e 1842 publicou dois livros críticos ao Evangelho de João e à história Evangélica. 1841, Crítica da História Evangélica dos Sinóticos. 1877, Cristo e os Césares, segundo o que para ele, o cristianismo era a síntese primitiva do estoicismo. A Formação da Cristandade entre os Romanos Helenizados. O iconoclasta original. Bauer contestou a autenticidade de todas epístolas paulinas (nas quais viu a influência de pensadores estóicos, como Sêneca) e identificou o papel de Fílon no cristianismo emergente. Bauer rejeitou a historicidade do próprio Jesus. "Tudo que se sabe sobre Jesus pertence ao reino da fábula.” Como resultado, em 1842, Bauer foi ridicularizado e removido de sua cátedra de Novo Testamento em Tübingen.
Demonstrou que os Evangelhos não são dignos de confiança como fontes documentais sobre a vida de Jesus. Tal conclusão levou-o à negação da realidade histórica de Jesus, o que provocou autêntica sublevação nos meios clericais. Teve que deixar o seu cargo na faculdade sofreu todo tipo de perseguições e teve seus escritos boicotados. [Deu sorte de não ser executado em praça pública]

# Ralph Waldo Emerson, 1841, Ensaios. Inicialmente cristão trinitário e posteriormente ministro unitário, defendeu que Jesus era um “verdadeiro profeta”, mas que o cristianismo institucionalizado era um “despotismo oriental”: “Nossas escolas dominicais, igrejas e ordens monásticas são jugos sobre nossos pescoços." [Pegou de leve... Não era bobo e ficou vivo]

# Mitchell Logan, 1842, escreveu A Mitologia Cristã Revelada. “A opinião predominante, embora infundada e absurda, é sempre a rainha das nações.” [Viveu escondido daí pra frente]

# Ferdinand Christian Baur, 1845, escreveu “Paulo, o Apóstolo de Jesus Cristo”. Estudioso alemão, iniciou a aplicação de novos métodos de investigação histórica ao estudo dos Evangelhos e revelou a completa inconsistência dos dogmas tradicionais da Igreja. Identificou como “inautênticas” não apenas as epístolas pastorais, mas também Colossenses, Efésios, Filêmon e Filipenses (deixando apenas as quatro principais epístolas paulinas consideradas genuínas). Baur foi o fundador da assim chamada “Escola de Tübingen” na Alemanha. [Tinha 3 guarda costas]

# Hegel, 1845 – Filósofo escritor da escola de Tubingem, junto com Baur descobriram tendências opostas em síntese no Novo Testamento concluindo que, como conhecemos, não foi escrito antes do século II. [Nem saía da escola]

# Ernest Renan, 1863, escreveu Vida de Jesus. Educado como padre católico, escreveu uma biografia romanceada do homem-deus, sob a influência dos críticos alemães. Custou-lhe seu emprego. [Foi falar a verdade, Rua!]

# Thomas Wittaker – Século XIX - Historiador inglês da Escola Mitológica, considerava que o culto Evangélico de Jesus deriva diretamente do culto Judaico pré-monoteísta de Josué. [Ambos mitológicos]

# W. Smith – cientista americano – Por volta de 1870 procurou demonstrar que o nome que diziam ser Jesus era um epíteto (antiga inscrição em túmulos) aplicado ao deus hebraico Iahvé e se denominavam nazarenos. Para ele o mito Jesus é pura alegoria. [Era americano... Tinha mais liberdade]

# Robert Ingersoll, 1872, escreveu Os Deuses. Extraordinário orador de Illinois, seus discursos atacavam a religião cristã. “Sempre me pareceu que um ser vindo de outro mundo, com uma mensagem de infinita importância para a humanidade, deveria pelo menos ter escrito tal mensagem de seu próprio punho. Não é admirável que nenhuma palavra foi jamais escrita por Cristo?” [Cristo era analfabeto, esqueceu?]

# Kersey Graves, 1875, escreveu Os Dezesseis Salvadores Crucificados da Humanidade. Quacre da Pensilvânia que viu um fundo pagão através das invenções cristãs, embora raramente citasse fontes para suas conclusões avançadas. [Deixou claro que todos eram mitológicos]

# Allard Pierson, 1879, escreveu O Sermão da Montanha e outros Fragmentos Sinóticos. Historiador de arte, literatura e teologia que identificou o Sermão da Montanha como uma coleção de aforismos da literatura sapiençal judaica. Esta publicação foi o começo da Crítica Radical Holandesa. Não apenas a autenticidade das epístolas paulinas, mas a própria existência histórica de Jesus foi trazida à baila. [Escondeu-se depois disso]

# Bronson C. Keeler, 1881, escreveu Pequena História da Bíblia. Uma exposição clássica das fraudes cristãs. A Bíblia inteira está saturado com temas mitológicos comuns, desde a criação e mito dilúvio ao nascimento virgem, e ressuscitou a mitologia do herói. Do inglês:
*As histórias dos patriarcas do Antigo Testamento são conhecidos como "templo lendas" para melhorar a história do povo hebreu e são principalmente de ficção.
*Os evangelhos não foram escritos por alguém que conhecia Jesus pessoalmente.
*O 'Cristo' mitos e as fórmulas são cópias diretas de mitos Zoroastrian adotado pela seita Jesus.
*Esses fatos, com os outros, são conhecidos há anos, e ensinado por estudiosos respeitados internacionalmente das principais universidades em todo o mundo.
[Não sei como esse cara sobreviveu...]

# Friedrich Engels – Escritor - 1882, “Bruno Bauer e o Cristianismo primitivo”- 1883, “O Livro da Revelação” e 1894, “Para a história do Cristianismo Primitivo”Obras sobre o cristianismo primitivo. Essas três foram importantes. Admite que os quatro Evangelhos são arranjos ulteriores de escritos perdidos. Elimina a narração histórica, considera inadmissível os milagres e contradições. E endossa a os resultados de investigações da Universidade de Tübingen. [Cara inteligente...]


Alfredo Bernacchi
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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qui 10 Maio 2012, 5:47 pm

Continuação:


# Abraham Dirk Loman, 1882, escreveu "Quaestiones Paulinae," in Theologisch Tijdschrift. Professor de teologia em Amsterdã que declarou que todas as epístolas paulinas datam do segundo século. Loman explicou que o cristianismo era a fusão do pensamento judaico ao helenístico-romano. Ao perder a visão, Loman acabou enxergando através das trevas da história da igreja. [Criado dentro da Igreja, teve que sumir depois disso]

# Thomas William Doane, 1882, escreveu Os Mitos Bíblicos e seus Paralelos em Outras Religiões. Desatualizado, mas uma revelação clássica dos antecessores pagãos dos mitos e milagres bíblicos. [Jesus é mais um mito]

# Samuel Adrianus Naber, 1886, Com Allard Pierson ele publicou Verisimilia: Laceram Conditionem Novi Testamenti (Amsterdam 1886), que argumentam que o texto nas cartas de Paulo, em muitos lugares, foram mutilados, e propõe o que provavelmente deve ter sido. Finalmente Naber deu uma edição de seis volumes das obras completas de Flavius Josephus, e escreveu Verisimilia. Classicista que viu mitos gregos escondidos dentro das escrituras cristãs. [Mitos gregos na estória de Cristo...]

# Gerald Massey, 1886, escreveu O Jesus Histórico e o Cristo Mítico. 1907. Massey era um crente na evolução espiritual, ele alegou que a teoria da evolução de Darwin estava incompleta sem o espiritismo: A teoria contém apenas uma meia explicação das origens do homem e as necessidades de espiritismo para a sua realização e concluí-lo.
Um dos aspectos mais sensacionais dos escritos de Massey foram os paralelos que ele desenhou entre o deus cristão Jesus de Nazaré e do deus egípcio Horus. Essas comparações são principalmente contidas em seu livro A Gênese Natural. Massey escritos sobre este assunto têm influenciado diversos autores posteriores, tais como Alvin Boyd Kuhn, Harpur Tom, e Acharya S. [Quer dizer: Era tudo mito!]

# Prosper Alfaric (1886-1955) Ex-padre. - Professor de História da Religião na Universidade de Estrasburgo. Professor francês de teologia, abalado pela posição de Pio X. Estudou no Instituto católico. Sagrado padre, renunciou à sua fé e deixou a Igreja em 1909 para trabalhar em prol do racionalismo depois que Alfred Loisy foi excomungado. Em 1932 foi excomungado também por defender as teses da Escola Mitológica da França, da qual acabou representante. Considerava que a vida de Jesus apresentava muitas semelhanças com os mitos de Osiris, de Mithra e de Átis. Estudando as descobertas de Qumran concluiu que era o elo que faltava na história do cristianismo primitivo, que nasceu no seio da seita dos essênios. [Deu uma banana para a excomunhão, mas quase morreu de fome]

# Edwin Johnson, 1887, escreveu Antiqua Mater. Um Estudo das Origens Cristãs. Teólogo radical inglês identificou os primeiros cristãos como os primeiros cristãos como os “crestianos”, seguidores de um bom (Chrestos, em grego) Deus que havia se apossado do mito de Dionísio Eleutério (“Dionísio, o Libertador”) para produzir um homem-deus altruísta que se sacrificou. Denunciou que os doze apóstolos eram uma completa invenção. [Teve que se esconder nos EUA]

# Rudolf Steck, 1888, escreveu A Epístola aos Gálatas investigada quanto à sua pureza e uma Observação Crítica das Principais Epístolas Paulinas. Estudioso radical suíço que classificou todas as epístolas paulinas como falsas. [A Suiça escapou da Inquisição]

# Franz Hartmann, 1889, escreveu A Vida de Johoshua: Profeta de Nazaré. Foi um célebre escritor teosófico alemão, estudioso das doutrinas de Paracelso, Jakob Böehme e a Tradição Rosacruz. Discípulo de Helena Blavatsky na Índia. Posteriormente fundou a Sociedade Teosófica na Alemanha em 1896.
“O maior obstáculo para a compreensão dos mistérios da religião do Cristo vivo é a visão bastante estreita que estamos acostumados a ter com relação a tais mistérios, sempre de acordo com a mera interpretação externa e superficial do Velho e do Novo Testamentos, tais como são ministrados pelas igrejas modernas e pelo clericalismo da moda, que se referem a estas doutrinas a partir de um ponto de vista meramente histórico ou emocional” - escreveu. [Alemanha é outra coisa!]

# Willem Christiaan van Manen, 1896, escreveu Paulus. Professor em Leiden e mais famoso dos Radicais Holandeses, um clérigo que não acreditava na ressurreição física de Jesus Cristo. Depois de resistir à conclusão por vários anos, van Manen admitiu que nenhuma das epístolas paulinas era genuína e que os Atos dos Apóstolos se baseiam nas obras de Josefo. [Certíssimo!]

# Joseph McCabe, 1897, escreveu Porque Deixei a Igreja. 1907, A Bíblia na Europa: Investigação da Contribuição da Religião Cristã à Civilização. 1914, As Origens da Moral Evangélica. Monge franciscano que se tornou evangélico e depois ateu. McCabe, prolífico autor, destroçou muitas partes da lenda cristã – "Não há uma "figura de Jesus" nos Evangelhos. Há uma dúzia de figuras" – mas continuou a admitir a plausibilidade de um fundador histórico, apesar disso. [Ex-padre, botou panos quentes para sobreviver]

# Louis Duchesne – Século XX, foi um francês sacerdote, filólogo , professor e crítico historiador do cristianismo e da liturgia católica romana e as instituições. Especialista em história do cristianismo primitivo. Tinha obras que figuravam no Index, proibidas aos leitores católicos por serem contundentes à crença em Jesus. [Foi proibido de tudo e seus livros censurados]

# Albert Schweitzer. O famoso teólogo e missionário alemão, padre protestante, eminente investigador contemporâneo em cristianismo primitivo, doutor em Teologia. Médico. Escritor – Em 1901, escreveu O Mistério do Reino de Deus. 1906, A Busca pelo Jesus Histórico - Obra sobre a vida de Cristo. Começou a duvidar da autenticidade dos relatos evangélicos. Em sua obra fez questão de afirmar que Jesus não era filho de deus coisa nenhuma e nem sequer o Messias. Disse que Straus passou uma certidão de óbito a uma série de interpretações racionalistas das lendas evangélicas e que hoje figuram como fantasmas. Que o Evangelho é um amálgama [mistura] de mitos e lendas sobrepostos em diversas épocas. (35 Anos nos Camarões) ridicularizou o Jesus humanitário dos liberais e teve, ao mesmo tempo, coragem para reconhecer o trabalho dos Radicais Holandeses. Sua conclusão pessimista foi a de que o super-herói foi um fanático apocalíptico que morreu desapontado. Autor da célebre frase: "aqueles que buscam um Jesus histórico apenas encontram um reflexo de si mesmos." [Ninguém mais ouviu falar dele depois disso]

# Wilhelm Wrede, 1901, em “O Segredo Messiânico” demonstrou como, no evangelho de Marcos, uma falsa história foi criada pelas crenças dos primeiros cristãos. [Sumiu]

# George Robert Stowe Mead, 1903, foi um escritor, editor, tradutor, esoterista e um influente membro da Sociedade Teosófica. Escreveu “Jesus Viveu em 100 a.C”? Uma discussão das histórias judaicas sobre Yeshu que leva Jesus para uma época mais antiga, desacreditando a Igreja. [Americano]

# Thomas Whittaker – 1904 - escreveu Origens da Cristandade. Historiador inglês da Escola Mitológica, considerava que o culto Evangélico de Jesus deriva diretamente do culto Judaico pré-monoteísta de Josué. Declarou que Jesus era um mito.
[Depois, se escondeu nos EUA]

# William Benjamin Smith, 1906, escreveu O Jesus Pré-Cristão. Em 1911, Os Ensinamentos Pré-Cristãos do Jesus Pagão. Defende a existência de um culto a um Jesus pré-cristão na ilha de Chipre, a exemplo de George Robert Stowe Mead.

# Albert Kalthoff, 1907, escreveu “Ascensão do Cristianismo”. Outro radical alemão que identificou o Cristianismo como uma psicose de massas. Cristo era essencialmente o princípio transcendental da comunidade cristã que buscava uma reforma social apocalíptica. [Estava na Alemanha, né?!]

# Gerardus Bolland, 1907, escreveu O Josué Evangélico. Filósofo em Leiden, identificou a origem do cristianismo no antigo gnosticismo judaico. O super-astro do Novo Testamento é o “filho de Num” do Velho Testamento, o homem a quem Moisés renomeou como Josué. A virgem nada mais é que um símbolo do povo de Israel. De Alexandria, os "Netzerim" levaram seu evangelho até a Palestina. Escreveu desacreditando a estória bíblica. [E ficou desacreditado até o fim]

# Alfred Loisy – 1908 - Padre católico (Abade) – Fundador do modernismo católico – Fiel à Igreja, foi excomungado porque quis estudar as fontes cristãs, à luz da ciência. Suas obras foram para o Index e proibidas aos católicos. Concluiu depois de estudos das suas fontes que a escola de Tubingem coincidia em muitos pontos com a opinião dele e que os documentos que chegaram até a nossa época nada contem de comprovativo sobre a vida de Jesus. Ainda colocou em dúvida a autenticidade das cartas de Paulo. Segundo ele foram reescritas no Século II. [Antigamente, a moda era ser padre. Quando a verdade vem à tona eles se mandam]

# Mangasar Magurditch Mangasarian, 1909, Durante sua vida Mangasarian escreveu uma série de livros. Seus mais populares, incluindo “A verdade sobre Jesus - Ele é um mito” (1909) e “A Bíblia Unveiled” (1911), lidando com as provas contra a existência de um histórico Jesus. Ele também escreveu centenas de ensaios e palestras sobre as questões dos tempos. Seus livros e ensaios foram traduzidos para o francês, alemão, espanhol e outras línguas estrangeiras. O tema geral de sua escrita foi a crítica religiosa e a filosofia da religião. A Verdade Sobre Jesus? Ele É um Mito? Perspicaz ministro presbiteriano que enxergou o mito por trás da farsa. [São homens honrados que priorizam a verdade]


# Karl Kautsky, 1909, escreveu As Origens do Cristianismo. Teórico socialista que interpretou o cristianismo como uma manifestação da luta de classes. Essa profunda análise do Jesus histórico empreendida pelo autor é a base para o entendimento dos primórdios do Cristianismo, que segundo Kautsky ganhou força após a grande guerra ocorrida entre os judeus de Jerusalém e o Império. Este acontecimento determinou a expansão do Cristianismo, quando deixou de ser um partido político dentro do Judaísmo e tornou-se um partido dos não-judeus e, inclusive, hostil a eles. [Na Rússia, Papa não entra]

# John E. Remsburg,(*) 1909, professor por 15 anos, em seguida, um escritor e conferencista em apoio à liberdade de pensamento. Em “O Cristo: Uma revisão crítica e análise de Sua existência”. Afirmou que os evangelhos estavam cheios de contradições, duvidou que Jesus tivesse existido e afirmou que o Cristo sobrenatural é apenas certamente um dogma cristão. Nas pgs 24-25), lista 40 escritores que viveram durante a época, ou até um século após a época, em que Jesus supostamente teria vivido. A referida lista detalhada e explicada é a que encontra-se nesse livro
[(*) Autor da lista anterior]
Segundo Remsburg, "o que resta dos escritos dos autores mencionados [No Século I] é suficiente para compor uma biblioteca. Apesar disso, nessa massa de literatura Pagã e Judia, fora duas passagens falsificadas de um autor judeu e duas passagens discutíveis em trabalhos de autores Romanos, não foi encontrada nenhuma menção a Jesus Cristo." E podemos acrescentar, nenhum desses autores faz qualquer menção aos Discípulos ou Apóstolos – aumentando o embaraço do silêncio da história concernente à fundação do cristianismo.

# Arthur Drews, 1910, Die Christusmythe (O Mito de Cristo). 1910, Die Petruslegende (A Lenda de Pedro). 1924, Die Entstehung des Christentums aus dem Gnostizismus (A Emergência do Cristianismo a partir do Gnosticismo). Eminente filósofo que foi o maior expoente da Alemanha na argumentação em favor do caráter mitológico de Cristo. Segundo Drews, os evangelhos historicizaram um Jesus mítico pré-existente cujo caráter foi derivado dos profetas e da literatura sapiençal judaica. A Paixão foi baseada em especulações de Platão.

# Gustaaf Adolf van den Bergh van Eysinga, 1912, foi um teólogo holandês. De 1936 a 1944 foi professor no Novo Testamento a exegese na Universidade de Amsterdam. Ele pertencia à escola holandesa da Crítica Radical. Em Visões Radicais sobre o Novo Testamento. 1918, Cristandade Pré-Cristã. Van den Bergh contestou a autoria das epístolas paulinas . Refutando a autenticidade da Epístola de Clemente e Inácio de Antioquia , ele concluiu que não havia nenhuma evidência para a existência do paulinos antes de Marcion . Ele também listou evidência interna para estas epístolas sendo pseudepigraphs dos círculos Marcionita. Em vários lugares, a escrita não se encaixa com um fundo judaico do autor. Van den Bergh não encontrou nenhuma evidência de uma real crucificação de uma pessoa que afirma ser o Messias como a origem do cristianismo. [Abandonou o magistério para ser escritor ateu – morreu de fome]

# Alexander Hislop, 1916, escreveu As Duas Babilônias. Exaustiva exposição dos rituais e parafernálias pagãs do Catolicismo Romano, desacreditando a seriedade da Bíblia.

# Edward Carpenter, 1920, escreveu Credos Pagãos e Cristãos. Elaborou uma descrição das origens pagãs do Cristianismo, desmentindo toda a sua interpretação bíblica. [Não conseguiram encontrá-lo mais]

# Rudolf Bultmann, 1921, escreveu A História da Tradição Sinótica. 1941, Novo Testamento e Mitologia. Teólogo luterano e professor da Universidade de Marburgo, Bultmann foi o expoente da “crítica formal” e fez muito para desmistificar os evangelhos. Identificou as narrativas sobre Jesus como teologia expressa em linguagem mítica. Observou também que o Novo Testamento não é a história de Jesus, mas o registro da crença dos primeiros cristãos. Argumentou que a busca por um Jesus histórico era infrutífera: “Nós não podemos saber praticamente nada a respeito da vida ou da personalidade de Jesus.” [Era um bravo!]

# James Frazer, 1922, Etnólogo, escreveu O Ramo Dourado [ou de Ouro], demonstrando pelo método comparativo a existência de um paralelismo entre os usos e costumes dos povos e as analogias da sua evolução espiritual. Segundo esse cientista, as raízes das religiões residem nos ritos mágicos das tribos primitivas e que muitas dessas tribos processavam o culto ao deus morto e ressuscitado. Assim comparando com a origem da religião cristã, concluiu que o mito evangélico é uma interpretação antropológica do progresso do homem a partir da magia, através da religião, até a ciência, afirmou: O Cristianismo nasceu de religiões anteriores. É um fenômeno cultural, ou seja, nada de sagrado ou divino. [Certo!]

# John Robertson – Investigador etnógrafo – Século XX - Prosseguiu as investigações de James Frazer que escreveu “O Ramo de Ouro e tentou demonstrar pelo método comparativo, um certo paralelismo entre os usos e costumes. Robertson ainda descobriu certos traços de um culto de Jesus anterior ao cristianismo e paixões pré-cristãs. [Ou seja, tudo uma baita mentira como as outras]

# John Robertson II, 1910, escreveu Christianismo e Mitologia. 1911, Cristos Pagãos. Estudos em Hagiografia Comparativa. E em 1917, O Problema de Jesus. Robertson chamou atenção para a universalidade de muitos dos elementos da biografia de Jesus e para a existência de rituais de crucifixão no mundo antigo. Identificou Jesus/Josué com um antigo deus efraimita em forma de cordeiro, não um ser humano. [Queriam enforcá-lo].

# P. L. Couchoud, 1924, Teólogo da Escola Mitológica. Amigo de Anatole France deixou claro que a objeção mais séria à existência real de Jesus derivava da sua representação sob um aspecto divino nos mais antigos escritos cristãos. (Apoc. João e epist. Paulo). Em O Mistério de Jesus.1939, e A Criação de Cristo. Couchoud era adepto da historicidade de Pedro, mas não de Jesus, e defendeu que a Paixão foi modelada a partir da morte de Estêvão.
Para os primeiros cristãos, Jesus não era um homem, mas um cordeiro imolado, desde a criação do mundo. A biografia terrena de Jesus só surgiu no Século II. Jesus deus foi transformado em Jesus-homem no Século II. Portanto, não existia antes. [Esse sabe das coisas...]


# Georg Brandes, 1926, escreveu Jesus – Um Mito. Identificou o Apocalipse como a parte mais antiga do Novo Testamento (ano 64). Na idade de 30, Brandes formulou os princípios de um novo realismo e naturalismo , condenando estética hiper-escrita e fantasia na literatura, referindo-se à Bíblia. De acordo com Brandes, a literatura deve ser um órgão "dos pensamentos grandes da liberdade e do progresso da humanidade." [subentendido: não feito de mentiras nem fantasias]

# Michael W. Smith – Década de 20, cientista americano da Escola de Tubingem, – Junto com J. Robertson, A. Niemojewski, A. Drews e P. Couchoud, estabeleceu que os Evangelhos datavam do Século II. Procurou demonstrar que o nome Jesus era um epíteto (inscrição em túmulos) aplicado ao deus hebraico Iahvé e se denominavam nazarenos. Para ele o mito Jesus é pura alegoria.

# Arthur Drews – Década de 20, Representante da escola Mitológica, colocou ao alcance dos leitores comuns as ideias e argumentos dos seus antecessores, tal como W. Smith e considerava que o cristianismo vinha do agnosticismo, doutrina mística da gnose, conhecimento da pretensa essência divina. Ou seja nada de divino era aceitável, senão como mitos. Jesus, no máximo era um homem comum, mas ainda tinha que provar isso.
[Nessa época, já não se matava mais por essas declarações]

# Joseph Wheless, um advogado americano de 1926, criado no “Cinturão da Bíblia”, destroçou as fantasias bíblicas. Escreveu “Palavra de Deus?” Uma Exposição das Fábulas e Mitologia da Bíblia e das Falácias da Teologia. Em 1930, escreveu Falsificações no Cristianismo. "As provas da minha acusação encontram-se na mais ampla retórica da história e credenciadas autoridades eclesiásticas, e em abundante admissões incautas feita pelos porta-vozes credenciados do Arguido. A minha tarefa é simplesmente reunir as provas documentais e expô-los diante dos olhos atônitos do leitor moderno, que é o principal mérito do meu trabalho" [E conseguiu!]

# Henri Delafosse, 1927, escreveu “As Cartas de Inácio de Antióquia”. Em 1928, "Os Escritos de São Paulo" em Cristianismo. No livro as Epístolas de Inácio são denunciadas como falsificações tardias. [Não divulgou o suficiente]

# L. Gordon Rylands, 1927, escreveu A Evolução do Cristianismo. Em 1935, e escreveu Jesus Viveu? Livros que criticam o cristianismo e levanta questiona a sua existência real. Nota: A biografia de Rylands está embutida nos referidos livros, sem acesso externo. [Era excomungado pelos vizinhos!]

# I. Iaroslavski – Na década de 30 publicou Como Nascem e Morrem os Deuses, obra crítica de valor sobre a origem do cristianismo. Depois da separação da Igreja e o Estado soviético e a Grande Revolução Socialista, historiadores da religião e do cristianismo, tiveram pela primeira vez no mundo, a possibilidade de estudar esses problemas e escrever outras obras arquivadas em museus antirreligiosos. [Antes disso, seriam queimados vivos a mando da Igreja]


# Edouard Dujardin, 1938, escreveu Antiga História do Deus Jesus. (Histoire ancienne du dieu Jésus por Édouard Dujardin) 1927. Versão em Inglês resumido por A. Brodie Sanders – 1938 – Explica como Jesus já existia antes dele mesmo. Mitologia.

# John J. Jackson, 1938, escreveu “Cristianismo Antes de Cristo”, numa clara referência à nova invenção cristã, chamou atenção para precedentes egípcios das crenças cristãs, com histórias e até nomes muito semelhantes.

# Alvin Boyd Kuhn, 1944, escreveu Quem É o Rei da Glória? Em 1970 escreveu em Renascimento para o Cristianismo. “Jesus não foi uma pessoa, mas um símbolo da alma humana que existe em cada ser humano”.

# R. Vipper – Século XX Acadêmico – 1946, escreveu O Nascimento da Literatura Cristã e em 1956, Roma e o Cristianismo Primitivo, demonstrando a estreita ligação entre o Cristianismo e a ideologia mitológica do antigo mundo greco-romano. Demonstrou de modo convincente que o texto dos Evangelhos canônicos não podem ser anteriores a meados do Século II. E era firme na sua negação da existência do Cristianismo durante o Século I e na primeira metade do Século II. [Virou um herói dos ateus]

# A. Ranovitch – Século XX - Escritor – Obras sobre o início do Cristianismo Primitivo de 1933 a 1941. Investigando à luz da ciência histórica. A melhor monografia soviética sobre as origens cristãs. Apreciador dos trabalhos de R. Vipper que julgava os textos escritos dos Evangelhos canônicos e a própria constituição da Igreja Cristã, nunca pudesse ser anterior a meados do Século II.

# Herbert Cutner, 1950, escreveu Jesus: Deus, Homem ou Mito? Natureza mítica de Jesus e o sumário do contínuo debate entre os mitologistas e os historicizantes. A hipótese mítica é uma tradição contínua, não nova. Cristo teve origens pagãs. [Escondeu-se no deserto de Nevada]

# Papa Pio XII – Intervindo num Congresso Internacional de Historiadores realizado em Roma – 1955 – disse: “Para os católicos a questão da existência de Jesus depende da fé e não da ciência”. [Ele sabe que é mentira!...]

# A. Domini – Por volta de 1955. Investigador italiano declara estar absolutamente convencido de que os escritos dos essênios encontrados em Qumran no Mar Morto, são o elo que faltava na longa cadeia de fatos que levou ao nascimento da religião cristã. Mesma opinião de P. Alfaric. [Certíssimo!]

# Georges Las Vergnas, 1956, escreveu Porque Deixei a Igreja Romana. Vigário geral da diocese de Limoges, que perdeu sua fé, argumenta que a figura central do cristianismo não tinha existência histórica. [Comeu o pão que o diabo amassou para sobreviver depois disso]

# Georges Ory, 1961, escreveu Uma Análise das Origens de Cristo. 68 pp Secular Society edition Limited (1961) .- Hypothese sur le Jean Baptiseur. 24 pp Paris: Cahiers du Cercle Ernest Renan, n º 10 (1956). Este escritor radical e negligenciado produziu numerosos tratados (20-50 páginas) para o Cahiers du Cercle Ernest Renan. Já em meados do século, Ory identificou João Batista como sendo Jesus porque outra hipótese não existia, e afirmou outras teses radicais. Seu trabalho é em grande parte não traduzida e difícil de encontrar na América do Norte [e menos ainda, aqui na terra tupiniquim, mas hoje, com a Internet, a gente vai lá!]

# Guy Fau, 1967, escreveu A Fábula de Jesus Cristo p. 235. Luigi Cascioli e Guy Fau, ambos partidários da não-existência de Jesus, escreveram: não acredito que Plínio estava se referindo aos cristãos mas aos essênios (de Chrestus), em sua carta ao Imperador Trajano pedindo conselhos sobre como lidar com os eles. [Isso mesmo].

# John Allegro, 1970, escreveu O Cogumelo Sagrado e a Cruz. 1979, Os Manuscritos do Mar Morto e o Mito de Cristo. “Jesus não foi mais que um cogumelo mágico e a sua vida, a interpretação alegórica de um estado alterado de consciência” – escreveu. [“Consciência católica”, eu acrescento].


# George Albert Wells, 1975, escreveu Jesus Existiu? 1988, A Evidência Histórica de Jesus. 1996, A Lenda de Jesus. 1998, Jesus Mito. 2004, Podemos Confiar no Novo Testamento? Considerações sobre a Confiabilidade dos Mais Antigos Testemunhos Cristãos. O Cristianismo surgiu da literatura sapiençal judaica. Em seus livros mais tardios, admite a possibilidade de influência de um pregador real. [Dançou...]

# Max Rieser, 1979, escreveu O Verdadeiro Fundador do Cristianismo e a Filosofia Helenística. O Cristianismo começou com os judeus da Diáspora e depois, retroativamente, ambientado na Palestina de antes de 70. O Cristianismo chegou por último à Palestina, e não primeiro – eis porque achados arqueológicos cristãos aparecem em Roma, mas não na Judéia, até o século IV.

# Abelard Reuchlin, 1979, escreveu A Verdadeira Autoria do Novo Testamento. Teoria de Conspiração do melhor tipo: o aristocrata romano Arius Calpurnius Pisus (alias, “Flavius Josephus”) conspirou para ganhar o controle de todo o Império Romano através da invenção de uma religião inteiramente nova.

# Iakov Lentsman, 1986, traduzido em Portugal, escreveu A Origem do Cristianismo. Livro que aborda detalhadamente os fatores que influíram diretamente na criação do cristianismo. Os personagens, escritores, teólogos, historiadores, escolas, as fontes, locais, fatos e literatura e conclui para o leitor sobre a impossibilidade da existência de Jesus Cristo ter sido real. [Sou fã desse cara...]

# Hermann Detering, 1992, escreveu Cartas de Paulo sem Paulo?: As cartas de Paulo segundo os críticos radicais holandeses. Ministro religioso holandês adepto da antiga tradição dos radicais diz: Nem Jesus nem Paulo existiram. [Os outros também não].

# Gary Courtney, 1992, 2004 escreveu Et tu, Judas? Então Caiu Jesus! A Paixão de Cristo é essencialmente a história de César sob um disfarce judaico, mesclada ao culto da morte/ressurreição de Átis. Fãs judaicos de César assimilaram do “salvador da humanidade” ao “servo sofredor” de Isaías. [Daí, pra cá, já entramos na era do deboche]

# Michael Kalopoulos, 1995, escreveu A Grande Mentira. Historiador grego que descobriu paralelos notavelmente semelhantes entre os textos bíblicos e a mitologia grega. Denunciou a natureza astuta, mentirosa e autoritária da religião.
[Outros autores disseram o mesmo sobre a mitologia Egípcia e outros da mitologia Hindu. [Eu ainda acrescento a mitologia judaica dos essênios]. Haja cópias!]

# Gerd Lüdemann, 1998, escreveu A Grande Ilusão: E o que Jesus Realmente Disse e Fez. 2002, Paulo: O Fundador do Cristianismo. 2004, A Resurreição de Cristo: Uma Investigação Histórica. Depois de 25 anos de estudo, o professor alemão concluiu que Paulo, não Jesus, iniciou o Cristianismo. Lüdemann foi expulso da faculdade de teologia da Universidade de Göttingen por ousar dizer que a Ressurreição foi um “pio auto-engano”. Demais para a liberdade acadêmica. [E ele ainda boiava na verdade...]

# Alvar Ellegard, 1999, escreveu Jesus, Cem Anos Antes de Cristo. O Cristianismo visto como originário da Igreja Essênia de Deus, com Jesus sendo um protótipo do Mestre da Virtude. [Conheço também como Mestre da Retidão]


# D. Murdock (“Acharya S”) 1999, escreveu A Conspiração Cristã: A Maior Mentira Que Já Foi Vendida. 2004, Sóis de Deus: Krishna, Buda e Cristo Revelados. Adiciona uma dimensão astro-teológica à demolição do mito cristão. “Murdds a astro-theological dimension to christ-myth demolition”. Murdock identifica Jesus Cristo como uma divindade composta usada para unificar o Império Romano.

# Earl Doherty, 1999, escreveu O Enigma de Jesus. O Cristianismo Primitivo Começou com um Cristo Mítico? Poderosa afirmação de como o Cristianismo começou como uma seita mística judaica, sem necessidade de Jesus!

# Timothy Freke, Peter Gandy, 1999, escreveu Os Mistérios de Jesus. 2001, Jesus e a Deusa Perdida: Os Ensinamentos Secretos dos Cristãos Originais. Examina a relação próxima entre a história de Jesus e a de Osíris/Dionísio. Jesus e Maria Madalena são figuras míticas baseadas na dualidade Deus/Deusa do paganismo.

# Harold Liedner, 2000, escreveu A Criação do Mito Cristão. Anacronismos e erros geográficos dos evangelhos denunciados. O Cristianismo é uma das fraudes mais bem-sucedidas da História.

# Robert Price, 2000, escreveu Desconstruindo Jesus. 2003 O Incrível Encolhimento do Filho do Homem: Quão Confiável é a Tradição Evangélica? Ex-ministro e estudioso reputado, mostra como Jesus é o amálgama de diversos profetas do primeiro século, redentores de cultos de mistério e “aions” gnósticos.

# Hal Childs, 2000, escreveu O Mito do Jesus Histórico e a Evolução da Consciência. O ataque de um psicoterapeuta ao deus-homem.

# Michael Hoffman, 2000, filósofo e teórico da “morte do ego” que descartou completamente a existência de um Jesus histórico.

# Burton Mack, 2001, escreveu O Mito Cristão: Origens, Lógica e Legado. Formação social da criação do mito.

# Luigi Cascioli, 2001, escreveu A Fábula de Cristo. Indicia o Papado por lucrar com uma fraude! [E fazer o mundo de bobo].

# Frank R. Zindler, 2003, escreveu O Jesus que os Judeus Nunca Conheceram: Sepher Toldoth Yeshu e a Busca por um Jesus Histórico em Fontes Judaicas. Sem evidências em fontes Judaicas que corroborem o Messias espectral.

# La Sagesse – Século XXI. Escritor competente e detalhista, conta amiúde, os acontecimentos históricos que deram origem ao cristianismo, detalhando e demonstrando que a história de Jesus Cristo é totalmente mitológica, ou seja foi montada através de inspirações e mitos anteriores.

# Alfredo Bernacchi, 2003, escritor brasileiro, ateu racional, por 50 anos religioso, acreditava na existência de Jesus. Pesquisou profundamente sobre o assunto e escreveu o Livro “Sinto muito, mas Jesus Cristo não existiu”. Literatura investigativa. Uma reunião de fatos históricos apresentados por notórios escritores, historiadores, teólogos, professores, autoridades eclesiásticas, ex-religiosos, padres, abades, investigadores religiosos, institutos de pesquisas, bibliotecas, museus, cientistas, arqueólogos, e autoridades de todo o mundo, em de todos os tempos, analisando e demonstrando todos os fatos que envolvem esse personagem, conclui que o mesmo não passa de uma fraude alimentada por interesses políticos financeiros, inspirado e copiado de mitos anteriores, principalmente Chrestus dos judeus essênios. Em 2008 escreveu o notório livro “A Bíblia do Ateu” e a seguir “Deus??? Jesus??? A maior MENTIRA!!!”, complementando seu trabalho e apresentando sua contundente conclusão. [Hoje, já se pode fazer isso...]

# Daniel Unterbrink, 2004, escreveu Judas, o Galileu. Carne e Sangue de Jesus. Paralelos entre o líder da revolta fiscal de 6 AD e o fantasma dos Evangelhos explorados em detalhe. “Judas é Jesus”. Bem, pelo menos em parte, sem dúvida. [Complicou].

# Tom Harpur, 2005, escreveu O Cristo Pagão: Recuperando a Luz Perdida. Estudioso canadense do Novo Testamento e ex-padre anglicano que reafirma as idéias de Kuhn, Higgins e Massey. Jesus é um mito e as idéias originais do Cristianismo se originaram no Egito. [São muitas hipóteses, nenhuma verdade].

# Francesco Carotta, 2005, escreveu Jesus Era César: Sobre a Origem Juliana do Cristianismo. Exaustiva lista de paralelos. Estranhamente afirma que César era Jesus. [Bom, pelo menos, Jesus não foi Jesus]

# Joseph Atwill, 2005, escreveu O Messias de César: A Conspiração Romana para Inventar Jesus. Outra análise das similaridades entre Josefo e os Evangelhos. Atwil argumenta que os conquistadores da Judéia, Vespasiano, Tito e Domiciano, usaram judeus helenizados para manufaturar os textos “Cristãos” para estabelecer uma alternativa pacífica ao judaísmo militante. Jesus foi Tito? Não creio. [Ainda tem gente que tenta explicar...]

# Michel Onfray, 2005, escreveu Tratado de Ateologia. Filósofo francês que defende o ateísmo positivo, desmistifica a existência histórica de Jesus, entre outras coisas.

# Kenneth Humphreys, 2005, escreveu Jesus Não Existiu. O livro deste site. Reúne as mais convincentes exposições sobre o suposto super-herói messiânico; O autor ambienta sua exegese dentro do contexto sócio-histórico de uma religião maligna em evolução. [Não conheço o livro, mas deve ser ótimo].

# Jay Raskin, 2006, escreveu A Evolução de Cristo e dos Cristianismos. Acadêmico e ativo cineasta, Raskin olha além da cortina de fumaça oficial de Eusébio e encontra um Cristianismo fragmentário e um Cristo composto a partir de vários personagens históricos e literários. Especula que a camada mais antiga da criação do mito foi uma peça escrita por uma mulher chamada Maria. Talvez. [Quem sabe...]

# Thomas L. Thompson, 2006, escreveu O Mito do Messias. Teólogo, deão e historiador da Escola de Compenhague que concluiu que tanto Jesus como Davi são amálgamas de temas mitológicos do Oriente Médio originados na Idade do Bronze. [Acho que Moisés e Salomão também].


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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qui 10 Maio 2012, 5:53 pm

Well escreveu:
Alfredo Bernacchi escreveu:Que isso, Well???!!!... O ônus da prova cabe a quem afirma, não a quem nega. Eu nego que Paulo tenha existido...
Ok. Apresento-vos as Epístolas Paulinas. Mostre-me que todas elas são forjadas, falsas e que não foram escritas por Paulo, no começo da nossa Era. Para te ajudar, dou a seguinte dica: aponte quando elas foram escritas e por quem; e se não conseguir mostrar quem as escreveu, pelo menos, nos mostre quando, mais ou menos, foram escritas.Vamos lá!!!

Ué!.... Não é você quem devia saber isso? As coisas que eu digo e afirmo, mostro as provas. Você está aporesentando as epístolas. Pra mim é tudo falso. Então me diga, quem escreveu e quando e em que museu está e se está como História ou tema mitológico.
Aí eu vou pensar...
Abç

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qui 10 Maio 2012, 5:57 pm

E.Ramos escreveu:
Alfredo Bernacchi escreveu:
Estou pesquisando para um novo livro.
Querido Alfredo, sei não, mas acho que não terá muito material para o seu novo livro sei não...

O site ateus.net recomenda este livro: “Jesus Cristo Nunca Existiu”, de La Sagesse

Vou falar igual ao Silvio Santos, "não li, mas dizem que é muito bom" :risadinha:

Abs

Olá Ramos.
Acho que material não falta. Falta correr atrás e encontrar. Já escrevi 8 livros sobre essas coisas. Estou no nono. Nunca faltou material.
La sagesse é citado no meu livro e há textos copiados dele, no meu. Eu conheço. É bom. Um forte argumento a mais.
Abç

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Well em Qui 10 Maio 2012, 6:39 pm

Alfredo Bernacchi escreveu:
Well escreveu:
Alfredo Bernacchi escreveu:Que isso, Well???!!!... O ônus da prova cabe a quem afirma, não a quem nega. Eu nego que Paulo tenha existido...
Ok. Apresento-vos as Epístolas Paulinas. Mostre-me que todas elas são forjadas, falsas e que não foram escritas por Paulo, no começo da nossa Era. Para te ajudar, dou a seguinte dica: aponte quando elas foram escritas e por quem; e se não conseguir mostrar quem as escreveu, pelo menos, nos mostre quando, mais ou menos, foram escritas.Vamos lá!!!

Ué!.... Não é você quem devia saber isso? As coisas que eu digo e afirmo, mostro as provas. Você está aporesentando as epístolas. Pra mim é tudo falso. Então me diga, quem escreveu e quando e em que museu está e se está como História ou tema mitológico.
Aí eu vou pensar...
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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qui 10 Maio 2012, 6:52 pm

Voce colocou todo mundo querendo abafar, mas vou de um em um, não tenho pressa :risadinha:

1# Filon de Alexandria – Nascido 30 a/C (antes de Cristo) e falecido por volta de 54 d/C - Estoriador - Filósofo grego de origem judaica.. Pertencia a família de sacerdotes. Escrevia sobre a síntese do judaísmo e da filosofia helenística. Escrevia sobre Deus. Pontos de vista de Filon coincidentes com os do cristianismo serviram de ponto de partida para a ideologia cristã. Apesar disso nunca mencionou diretamente o cristianismo nem escreveu nada sobre Jesus.

Cadê a prova que Filom existiu? :risadinha:

quando apresentar as provas irei para o outro :chapeu:

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qui 10 Maio 2012, 7:32 pm

Amigo Alfredo, papa quente aqui se come pelas beiradas
vamos de um em um
de colherada em colherada
espero provas que Filon existiu
provas compativeis com a que me pediste desse tal de jesus chamado o Cristo
caso não consigas provar me diga e passarei para o proximo
abç
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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Sex 11 Maio 2012, 7:41 am

Amigo Alberto
estou esperando, já dormi, já acordei, e vou dormir de novo
ansioso para ter noticias de Filon
tá pesquisando é????
vou continuar na espera
enquanto isso...
vou ficar comendo Filon minhõ e dormindo
dormidinha

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por E.Ramos em Sex 11 Maio 2012, 8:13 am

Leite, esquece.
...são dois mil anos.
Todas as pessoas da história que citaram o nome de Jesus não tem/terá valor e será desqualificado.
A fé em não querer enxergar é desonesta em si.
Jesus, Deus, morte, Bíblia...são temas que incomodam à todos, sem distinção.
Ele é mais um dentre tantos.

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Sex 11 Maio 2012, 8:22 am

positivinho
E.Ramos escreveu:Leite, esquece.
...são dois mil anos.
Todas as pessoas da história que citaram o nome de Jesus não tem/terá valor e será desqualificado.
A fé em não querer enxergar é desonesta em si.
Jesus, Deus, morte, Bíblia...são temas que incomodam à todos, sem distinção.
Ele é mais um dentre tantos.

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Sex 11 Maio 2012, 8:56 am

Bom ...
Apolônio de Tiana - ele desconversou e não provou nada
Filon - tá calado, mas pesquisei - um fiasco
Quem sabe se com Paterculus -ele consiga provar que esse existiu

mas se lembre viu Alfredo: Tem que ser nos mesmos paramentros de provas que voce pede aqui desse tal de Jesus chamado o Cristo

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Sex 11 Maio 2012, 9:03 am

O pior é que todos esses sujeitos quando vamos pesquisar sempre encontramos o AC e DC :risadinha:
antes de Cristo e depois de Cristo
a idade deles foram baseadas em Cristo
eita boi veio, a poeira levantou

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por David de Oliveira em Sex 11 Maio 2012, 9:54 am

Vou me imaginar um cidadão romano comum do primeiro século. Sou analfabeto de pai,mãe, avós, bisavós tetravós e de toda a gama de conhecidos de meu círculo de convivência. Acho que sei que uma das tropas está lá numa tal de Palestina, um lugar insignificante e sem relevancia nenhuma para a nossa economia e cultura. Não há jornal, rádio, tv ou qualquer outro meio de comunicação que poderia me passar alguma informação e se fosse o caso, viria am algumas linhas pequenas na última página. Como sou analfabeto e não conheço nada além dos limites de Roma, qualquer notícia de uma religião estranha para mim, seria perda de tempo, pois já tenho a minha religião, portanto não alteraria nada na minha vida. Eu, um cidasdão romano, se ouvisse que tem um tal de Jesus, um cara pobre do interior daquele lugar, que anda soltando essas “pérolas” todas... cairia na gargalhada!!! Pelo que sei, os pouquíssimos escritores de familias mais nobres e que têm alguma cultura, não têm o menor interesse em divulgar uma intriga religiosa de um povo ignorante e rudimentar nos “cachapregos” do fim do mundo. Mesmo que despertassem para escrever algumas linha de seus rolos de papiros, para quem escreveriam? Quais as vantagens financeiras ou culturais para gastar papiros tão escassos? Mesmo que gastassem algum pedaço numa nota em algum lugar, esses documentos, pela sua insignificancia se perderia nos amontoados de lixos de algum cômodo e com o tempo, seriam deteriorados ou descartados.
Agora voltando à realidade dos nossos oportunistas de plantão, eles não consideram que Jesus, no início, não era nada para a cultura romana. Até para a cultura religiosa dos fariseus, dentro de Jerusalém, Jesus não passava de um blasfemo e arruaceiro. Imagine o que representava Jesus em Roma?
As catacumbas, onde os cristãos se reuniam, os relatos dos martírios, o incêncio de Roma, atribuido aos cristãos e a religião cristã forçada de Constantino são provas incontestáveis da presença de Jesus na Roma antiga.


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Jumper em Sex 11 Maio 2012, 9:57 am

É, inclusive se contava assim na época, o povo que vivia antes de cristo se questionava porque os anos diminuíam (tipo, estamos em 300 a.C, ano que vem é 299 a.C)!

Cara, você acha o que? Quando Jesus nasceu todo mundo comemorou (Estamos no ano 1 d.c!!!)
Isso foi uma convenção da Igreja Católica lá pelo 6o século d.C.
Usar isso como prova de existência de Cristo é algo ingênuo.

Em inglês é bem comum ver C.E. (de Era Comum) ao invés de A.D. (anno dommini).


Você acredita em cientistas criacionistas?
Resposta a praticamente todo questionamento criacionista.

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Sex 11 Maio 2012, 10:10 am

Jumper escreveu:É, inclusive se contava assim na época, o povo que vivia antes de cristo se questionava porque os anos diminuíam (tipo, estamos em 300 a.C, ano que vem é 299 a.C)!

Cara, você acha o que? Quando Jesus nasceu todo mundo comemorou (Estamos no ano 1 d.c!!!)
Isso foi uma convenção da Igreja Católica lá pelo 6o século d.C.
Usar isso como prova de existência de Cristo é algo ingênuo.

Em inglês é bem comum ver C.E. (de Era Comum) ao invés de A.D. (anno dommini).

Muito bem, então tome as dores e prove que esses sujeitos existiram
o que servia só para Alfredo, agora serve para voce também
Agora...
prove nos mesmos requisitos pedidos, e cobrados por voces sobre esse tal de Jesus chamado Cristo
estou esperando a prova tá certo
positivinho :drm: dormidinha

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Jumper em Sex 11 Maio 2012, 1:14 pm

Nenhuma dessas pessoas existiram pois o mundo foi criado na quinta-feira passada. Tudo que temos antes disso são memórias pré-fabricadas pelos Saurianos.



Você acredita em cientistas criacionistas?
Resposta a praticamente todo questionamento criacionista.

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Sex 11 Maio 2012, 2:06 pm

Jumper escreveu:Nenhuma dessas pessoas existiram pois o mundo foi criado na quinta-feira passada. Tudo que temos antes disso são memórias pré-fabricadas pelos Saurianos.



Saida pela esquerda :risadinha:

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Sex 11 Maio 2012, 2:10 pm

Parece que voce ficou só Alfredo

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por RenatoPaulo em Sex 11 Maio 2012, 6:30 pm

E.Ramos escreveu:Leite, esquece.
...são dois mil anos.
Todas as pessoas da história que citaram o nome de Jesus não tem/terá valor e será desqualificado.
A fé em não querer enxergar é desonesta em si.
Jesus, Deus, morte, Bíblia...são temas que incomodam à todos, sem distinção.
Ele é mais um dentre tantos.

Estas palavras do E.Ramos sao bem verdadeiras.

Realmente se falarmos sobre Deus ou Jesus Cristo ou sobre a Biblia a muitas pessoas elas sem o saberem e sem o perceberem se sentem incomodadas.
Se falarmos para alguem que estamos lendo um livro,esse mesmo nos ira rapidamente perguntar qual o livro que estamos lendo e mostrara interesse...
Mas se lhe dissermos que lemos a Biblia,ficam muito admirados e por vezes nos chamam de loucos...

Eu vou-vos revelar um segredo verdadeiro:
Para o crente que ainda duvida da existencia de Deus,custe o que custar deve sempre confiar e acreditar no SENHOR.
Nao vos preocupeis com vossa aparencia humana,mas sim com vosso interior,ou seja vosso espirito.
Nao deveis orar coisas repetidas,mas sim simplesmente conversar com Deus,como se estivesseis conversando normalmente com Ele.
Deveis temer o SENHOR,mas tambem deveis brincar com Ele verdadeiramente como um filho que brinca com o Pai.
Perguntai-Lhe coisas e conselhos...
Tudo o que vos vier a cabeça perguntai-Lhe!

Um dia vcs irao reparar que Ele vos mostrara coisas incriveis,atraves de pequenas e grandes coisas...
Acreditem nisso.

Vou-vos contar uma pequena historia que se passou comigo e tive um amigo e minha mulher como testemunhas:
Um dia passou-me pela cabeça construir um altar a Deus em meu jardim.
Como sou escultor,tive a ideia de construir o altar parecido com a arca da aliança com dois querubins em pedra esculpida.
Mas nesse sitio onde o queria construir,de frente tinha la uma arvore com cerca de 4 metros e cheia de folhas verdes...
Virei-me para Deus e disse-Lhe:Senhor,eu construo o altar,mas e esta arvore que esta fazendo sombra?
...
Acreditem que passados dois dias estava no terrasso com minha mulher,e ela virando-se para a arvore me disse isto:
Olha que coisa!A arvore parece que secou..

Agora acreditem ou nao,a arvore secou completamente!E o incrivel é que bem perto dela passa um pequeno riacho de agua(50 cm de largura).
Hoje a arvore ainda la esta no sito bem seca.
Veio a Primavera e ela continua bem seca...no principio do tronco,acho que lhe deu qualquer coisa.Talvez uma doença,nao sei bem..
Mas quanto ao altar,ainda nao o construi.

Se alguem desejar ver umas fotos eu tiro algumas e mostro aqui para vcs verem.

Paz


RenatoPaulo
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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Seg 14 Maio 2012, 5:47 pm

oliveira leite escreveu:Bom ...
Apolônio de Tiana - ele desconversou e não provou nada
Filon - tá calado, mas pesquisei - um fiasco
Quem sabe se com Paterculus -ele consiga provar que esse existiu

mas se lembre viu Alfredo: Tem que ser nos mesmos paramentros de provas que voce pede aqui desse tal de Jesus chamado o Cristo

dormidinha

Já cansei de dormir vou aladin

Tchau Apolonio de Tiana
Tchau Filon
Seu seguidor não consegui provar nada de voces
ele só sabe que voces foram depois de Cristo japinha

oliveira leite
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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

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