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A História de Jesus Cristo em Roma

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qua 09 Maio 2012, 12:35 pm

famado escreveu:Jesus era um homem simples, em quem nem mesmo a família acreditava. Começou a ganhar notoriedade a partir das viagens missionárias de Paulo. Antes disso, era um simples rabi que se dizia messias, como tantos outros. A própria Bíblia cita três outros cristos: Teudas, Judas Galileu e João Batista.

Não há dados sobre Jesus, como não há sobre Sócrates e nem por isso os ateístas militantes estão pregando por aí que Sócrates nunca existiu.

Aliás, não há dados sobre um monte de personagens da antiguidade. O que existe é sobre reis e gente rica, cujos nomes eram escritos em monumentos, pedras, pirâmides, sarcófagos, etc.

Se duvidar, não há nada sobre os tataravôs de todo mundo aqui. Ninguém conseguirá provar que eles existiram.

Escrever um livro sobre a não existência de Jesus é clichê e os grandes historiadores não perdem mais tempo com essa teoria. O tal do La Sagesse escreveu muito sobre isso e acabou caindo no ridículo.

O que há de mais interessante não é escrever sobre a não existência de Jesus, mas porque e como Ele se tornou o que é. Quais os processos sociológicos ou antropológicos que levaram à construção do personagem Jesus Cristo a partir do Jesus histórico. Essa é uma pesquisa interessante.


Sócrates não disse que era deus, não andou sobre as águas, não fez milagres, não ressuscitou. Não era um mentiroso. Por isso ninguém se interessa por ele

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qua 09 Maio 2012, 12:36 pm

oliveira leite escreveu:Até os mulçumos sabem que Jesus existiu e viveu nesse mundo :risadinha:

Só rindo mesmo! Eles ainda estão procurando Alá até hoje!...

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qua 09 Maio 2012, 12:46 pm

Alfredo Bernacchi escreveu:
oliveira leite escreveu:Até os mulçumos sabem que Jesus existiu e viveu nesse mundo :risadinha:

Só rindo mesmo! Eles ainda estão procurando Alá até hoje!...

Pois é mas voce não achou nem um nem outro

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por famado em Qua 09 Maio 2012, 12:47 pm

Alfredo Bernacchi escreveu:
Sócrates não disse que era deus, não andou sobre as águas, não fez milagres, não ressuscitou. Não era um mentiroso. Por isso ninguém se interessa por ele

Sócrates é de uma importância absoluta. Um personagem de grande interesse da filosofia. Por que vc não escreve um livro sobre a sua não existência?

E sobre a não existência dos seus tataravôs?


Última edição por famado em Qua 09 Maio 2012, 12:52 pm, editado 1 vez(es)

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qua 09 Maio 2012, 12:48 pm

Alfredo Bernacchi escreveu:
oliveira leite escreveu:Amigo voce procura provas da existencia de Jesus pois nega a D'us, e para voce negar a D'us deve também negar Jesus
A fé não se prova a fé se vive
voce não é o primeiro ateu que chega por essas paragens pedindo prova de alguma coisa sobre o evangelho
Nem os Judeus ortodoxos negam a existencia de um homem chamado Jesus o Cristo
no mais voce chega aqui se passando por um sabio escritor de livros e mostrando grande ignorancia histórica
não sendo possivel nem provar nada sobre o descobrimento do Brasil, algo que aconteceu a 500 anos atras
estamos falando de 2000 anos, e voce ainda procura as sandalias de Jesus ou o copo em que Ele bebeu agua
a Biblia foi escrita para os cristãos e passou de boca em boca, devido a poucos saberem escrever naquela epoca, e poucos terem acesso a leitura
e para complicar mais ainda a situação voce vai procurar Jesus em Roma
meu amigo seu livro, sem querer desfazer de seu trabalho
deve ser um fiasco

De 2000 anos atrás eu conheço a História de todo esse pessoal aqui: Apolônio de Tiana, Simão Bar Kova, Marcion, Lúcio Flávio Arriano, o mito Chrestus,Favorino di Arles, Decimus Iuvenalis, Caio Valério Flaco, Cláudio Ptolemeu, Caio Suetônio Tranquilo, Plutarco de Queroneia, Publius Papinius Statius, Díon Crisóstomo, Plínio o velho, Públio Valério Máximo, Filon de Alexandria, Lucius Annaeus Sêneca, Philo-Judaeus, João Batista, além dos falsificados Tácito, Tertuliano, Plínio, o moço, Suetônio e Flavio Josefo. Menos de Jesus. E esses aqui também não o conheceram.
Abç

e qual prova voce traz disso?
Qual a prova que eles existiram
diga somente uma de um destes

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qua 09 Maio 2012, 12:55 pm

famado escreveu:
Alfredo Bernacchi escreveu:
Sócrates não disse que era deus, não andou sobre as águas, não fez milagres, não ressuscitou. Não era um mentiroso. Por isso ninguém se interessa por ele

Sócrates é de uma importância absoluta. Um personagem de grande interesse da filosofia. Por que vc não escreve um livro sobre a sua não existência?

E sobre a não existência dos seus tataravôs?

Sócrates não disse que era deus, não andou sobre as águas, não fez milagres, não ressuscitou. Não era um mentiroso. Por isso eu não me interesso por ele

Meus tataravôs, estou procurando até hoje. Acho que não existiram. São mitos...
Abç

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qua 09 Maio 2012, 1:07 pm

oliveira leite escreveu:
Alfredo Bernacchi escreveu:
oliveira leite escreveu:Amigo voce procura provas da existencia de Jesus pois nega a D'us, e para voce negar a D'us deve também negar Jesus
A fé não se prova a fé se vive
voce não é o primeiro ateu que chega por essas paragens pedindo prova de alguma coisa sobre o evangelho
Nem os Judeus ortodoxos negam a existencia de um homem chamado Jesus o Cristo
no mais voce chega aqui se passando por um sabio escritor de livros e mostrando grande ignorancia histórica
não sendo possivel nem provar nada sobre o descobrimento do Brasil, algo que aconteceu a 500 anos atras
estamos falando de 2000 anos, e voce ainda procura as sandalias de Jesus ou o copo em que Ele bebeu agua
a Biblia foi escrita para os cristãos e passou de boca em boca, devido a poucos saberem escrever naquela epoca, e poucos terem acesso a leitura
e para complicar mais ainda a situação voce vai procurar Jesus em Roma
meu amigo seu livro, sem querer desfazer de seu trabalho
deve ser um fiasco


De 2000 anos atrás eu conheço a História de todo esse pessoal aqui: Apolônio de Tiana, Simão Bar Kova, Marcion, Lúcio Flávio Arriano, o mito Chrestus,Favorino di Arles, Decimus Iuvenalis, Caio Valério Flaco, Cláudio Ptolemeu, Caio Suetônio Tranquilo, Plutarco de Queroneia, Publius Papinius Statius, Díon Crisóstomo, Plínio o velho, Públio Valério Máximo, Filon de Alexandria, Lucius Annaeus Sêneca, Philo-Judaeus, João Batista, além dos falsificados Tácito, Tertuliano, Plínio, o moço, Suetônio e Flavio Josefo. Menos de Jesus. E esses aqui também não o conheceram.
Abç

e qual prova voce traz disso?
Qual a prova que eles existiram
diga somente uma de um destes

Vamos ver o primeiro da lista: (você pediu, lembre-se)
Apolônio de Tiana

Biografia

A principal fonte sobre a sua biografia é a "Vida de Apolônio", de Flávio Filóstrato, na qual alguns estudiosos identificam uma tentativa de construir uma figura rival à de Jesus Cristo. Apolônio também é citado nas obras "A Vida de Pitágoras", de Porfírio, e "A Vida Pitagórica", de Jâmblico. Acredita-se ainda que ele seja o personagem "Apolo", citado na Bíblia em Atos dos Apóstolos e I Coríntios.
Apolônio foi vegetariano e discípulo de Pitágoras, com base no seu escrito, abaixo:
"Por mim discerni uma certa sublimidade na disciplina de Pitágoras, e como uma certa sabedoria secreta capacitou-o a saber, não apenas quem ele era a si mesmo, mas também o que ele tinha sido; e eu vi que ele se aproximou dos altares em estado de pureza, e não permitia que a sua barriga fosse profanada pelo partilhar da carne de animais; e que ele manteve o seu corpo puro de todas as peças de roupa tecidas de refugo de animais mortos; e que ele foi o primeiro da humanidade a conter a sua própria língua, inventando uma disciplina de silêncio descrito na frase proverbial, 'Um boi senta-se sobre ela.' Eu também vi que o seu sistema filosófico era em outros aspectos oracular e verdadeiro. Então corri a abraçar os seus sábios ensinamentos…"
Nascido na cidade de Tiana (Turquia), na província da Capadócia, na Ásia Menor, então integrante do Império romano, alguns anos antes da era cristã, foi educado na cidade vizinha de Tarso, na Cilícia, e no templo de Esculápio em Aegae, onde além da Medicina se dedicou às doutrinas de Pitágoras, vindo a adotar o ascetismo como hábito de vida em seu sentido pleno.
Após manter um juramento de silêncio por cinco anos, ele partiu da Grécia através da Ásia e visitou Nínive, a Babilônia e a Índia, absorvendo o misticismo oriental de magos, brâmanes e sacerdotes. Durante esta viagem, e subsequente retorno, ele atraiu um escriba e discípulo, Damis, que registrou os acontecimentos da vida do filósofo. Estas notas, além de cobrirem a vida de Apolônio, compreendem acontecimentos relacionando a uma série de imperadores, já que viveu 100 anos. Eventualmente essas notas chegaram às mãos da imperatriz Julia Domna, esposa de Septímio Severo, que encarregou Filóstrato de usá-las para elaborar uma biografia do sábio.
A narrativa dessas viagens por Damis, reproduzida por Filóstrato, é tão repleta de milagres, que muitos a têm considerado como de caráter imaginário. Em seu retorno à Europa, Apolônio foi saudado como um mágico, e recebeu as maiores homenagens quer de sacerdotes quer de pessoas em geral. Ele próprio se atribuiu apenas o poder de prever o futuro; já em Roma afirma-se que trouxe à vida a filha de um senador romano. Na auréola do seu poder misterioso ele atravessou a Grécia, a Itália e a Espanha. Também se afirmou que foi acusado de traição tanto por Nero quanto por Domiciano, mas escapou por meios milagrosos. Finalmente Apolônio construiu uma escola em Éfeso, onde veio a falecer, aparentemente com a idade de cem anos. Filóstrato mantém o mistério da vida do seu biografado ao afirmar: "Com relação à maneira de sua morte, ‘se ele morreu’, as narrativas são diversas."
Esta obra de Filóstrato é geralmente considerada como um trabalho de ficção religiosa. Ela contém um número de histórias obviamente fictícias, através das quais, no entanto, não é de todo impossível discernir o caráter geral do homem. No século III, Hierócles esforçou-se para provar que as doutrinas e a vida de Apolônio eram mais valiosas do que as de Cristo, e, em tempos modernos, Voltaire e Charles Blount (1654-1693), o livre-pensador inglês, adotaram um ponto de vista semelhante. À parte este elogio extravagante, é absurdo considerar Apolônio meramente como um charlatão vulgar e um fazedor de milagres. Se descartamos a massa de mera ficção que Filóstrato acumulou, ficaremos com um reformador sincero, altamente imaginativo, que tentou promover um espírito de moralidade prática.
Escreveu muitos livros e tratados sobre uma ampla variedade de assuntos durante a sua vida, incluindo ciência, medicina, e filosofia.
As suas teorias científicas foram finalmente aplicadas à ideia geocêntrica de Ptolemeu que o Sol revolvia ao redor da Terra. Algumas décadas após a sua morte, o Imperador Adriano colecionou os seus trabalhos e assegurou a sua publicação por todo o império.
A fama de Apolônio ainda era evidente em 272, quando o Imperador Aureliano sitiou Tiana, que tinha se rebelado contra as leis romanas. Num sonho ou numa visão, Aureliano afirmava ter visto Apolônio falar com ele, suplicando-lhe poupar a cidade de seu nascimento. À parte, Aureliano contou que Apolônio lhe disse "Aureliano, se você deseja governar, abstenha-se do sangue dos inocentes! Aureliano, se você conquistar, seja misericordioso!" O Imperador, que admirava Apolônio, poupou desse modo a cidade. Também no século III, Flávio Vopisco, em seu escrito sobre Aureliano, cita Apolônio.
O Livro de Pedras, do alquimista medieval islâmico Jabir ibn Hayyan, é uma análise prolongada de trabalhos de alquimia atribuídos a Apolônio (aqui chamado Balinas) (ver, por exemplo, Haq, que fornece uma tradução para o inglês de muito do conteúdo do Livro de Pedras).
Devido a algumas semelhanças de sua biografia com a de Jesus, Apolônio foi, nos séculos seguintes, atacado pelos Padres da Igreja sendo considerado desde um impostor até um personagem satânico. Mas houve também quem o exaltou comparando-o aos grandes magos do passado, como Moisés e Zoroastro.
Apolônio faleceu em Éfeso, cerca de 98.
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Apolônio praticamente é um desconhecido da maioria das pessoas, mesmo daquelas que têm uma boa formação religiosa. Aparentemente parece estranho que uma figura tão relevante não seja citado nos livros que versam sobre religião, somente aparecendo o seu nome em documentos secretos e em alguns poucos livros de ocultismo.

Quem foi e que é Apolônio? – Apolônio é uma misteriosa figura que “apareceu” neste ciclo de civilização no início da era cristã (no século I). Os documentos que falam Dele geralmente nunca mencionam a palavra nasceu e sim apareceu, isto porque Ele, quando esteve diretamente na terra, manifestava natureza divina. Entre os atributos desta natureza Ele apenas tinha um corpo aparente, se apresentava na terra com corpo etéreo, tal como o de Jesus.

Em muitos pontos, a vida de Apolônio se assemelha à de Jesus. Até mesmo a Sua vinda a terra foi anunciada pelo Espírito Santo. Alguns documentos antigos afirmam que Ele, certo dia, surgiu na terra sem ascendentes, mas também há documentos que dizem ser Ele filho de uma Virgem. O sobrenome Tiana é mesmo nome da cidade onde ele primeiro se apresentou na terra, que ficava na Capadócia.

Dotado de uma palavra fácil, eletrizante e convincente, logo depois se transformou num tribuno, ao mesmo tempo em que sua fama se popularizava, caminhando pelo resto do mundo dando um exemplo justo, bom e perfeito. Foi um espontâneo defensor dos injustiçados, capaz de praticar os mais arrojados e difíceis atos de bravura. Sua firmeza e energia de propósitos, mesmo diante do perigo, causavam a todos uma coragem estóica. "Ele fora um Deus em forma de Homem!".

Apolônio viajou muito no tempo em que esteve na Terra, desde o Egito até a Mongólia, sempre sendo iniciado nas Ordens na qual Ele encontrava, não que precisava ser iniciado pois Ele já é Um Iniciado, mas sim como O próprio disse para um sacerdote quando pediu para ser iniciado: "Bem sabes porque não queres iniciar-me. Se o dizes, revelá-lo-ei: o meu crime é justamente conhecer bem melhor do que tu o rito da iniciação. Vim pedir-te por um ato de modéstia, submissão e simplicidade, a fim de que passasses por mais sábio do que Eu. Apenas isto!".

Logo depois que saiu da sua cidade natal Ele ficou conhecido como um neo-pitagórico. Em Nínive, na Babilônia, encontrou Damis, seu inseparável e fiel discípulo. De lá ambos foram para a terra dos encantos, a Índia, e, percorreram a Mongólia e o Tibet, até que atingiram as colinas do Himalaia. Lá Apolônio deixou Damis e partiu só para um mosteiro onde Ele tornou-se o "Senhor portador dos oito poderes da Yoga", que era o mais alto Grau dos mosteiros daquela época, neste momento, dizem, uma áurea de Luz Lhe emergiu a cabeça de modo permanente. Depois voltou e se encontrou com Damis e voltaram para a Grécia, onde começou a fase mais intensa de curar doentes, desde do corpo a alma, paralíticos, cegos e até ressuscitar mortos, como aconteceu com uma moça em Roma.

Uma das missões de Apolônio foi a de ensinar aos seguidores de Jesus o como manipular as leis da natureza. Alguns documentos dizem, e é verdade, que Apolônio fez milagres idênticos àqueles feitos por Jesus. O poder dele era tamanho que aonde chegava as guerras eram interrompidas e os exércitos enterravam as suas armas. Também pregava e para ouvi-Lo vinham pessoas de lugares distantes.

Apolônio, por sua vez, ensinou como usar as leis da natureza, explicou o como eram feitos os milagres Dele e de Jesus, preparou os primeiros cristãos para disporem dos meios de curas e de todos os outros que Jesus utilizou. Mostrou o poder das cores, mostrou que tudo na natureza é vibração, fez ver que existe uma polaridade (Já constante dos Princípios Herméticos) em tudo quanto há, que as coisas podem ser manipuladas pela luz, pelo som e coisas assim. Ensinou o valor das cores, portanto como usa-las nos templos para obtenção de estados especiais de consciência. Ensinou como usar a música, que tipo de música é adequado nas diferentes situações, e restabelecer os meios utilizados pelas ciências herméticas. Ensinou simbolismo, ensinou a linguagem simbólica por meio da qual uma pessoa pode entrar em sintonia com planos superiores, com mundos hiperfísicos. Ensinou como se processam as transmutações na natureza e como conseguir isso, como intervir no astral visando certos resultados. Disse do como captar o poder inerente a cada coisa, a cada cor, a cada forma. Ensinou o poder dos cristais e dos aromas e o como usa-los nos diferentes níveis. Assim estabeleceu formas de ampliação da consciência permitindo que as pessoas possam ter acesso a níveis superiores de consciência independentemente da interferência de forças espúrias. E também trouxe ensinamentos de morais o que atingia em cheio a maioria dos governantes dos locais onde Ele passou. Tendo o poder da profecia, Ele também profetizou alguns acontecimentos que logo ocorreram.

Sendo assim a conjura1, tentáculo do "poder" das trevas, praticamente arrasou o trabalho de Apolônio. Perseguiu inexoravelmente a pessoa e também toda a obra maravilhosa estabelecida por Ele.

Apolônio sofreu perseguições terríveis culminando com varias condenações, como uma vez em que Ele foi preso e a julgamento e falou para Damis e Demetrio esperarem-No em tal dia e tal hora na praia e quando chegou o dia e a hora marcada Ele simplesmente apareceu na praia ao lado dos dois, e outra vez foi a de ser estraçalhado por uma matilha de cães ferozes, quando ia ser atacado pelos cães Ele simplesmente sumiu diante da vista de toda uma multidão. Tamanho fenômeno contribuiu ainda mais para fazer crescer o mito sobre a pessoa de Apolônio.

Depois da Sua partida, foi escrito um livro com Sua história e com grande parte dos Seus ensinamentos, apresentado em forma de um evangelho com oito capítulos. Os ensinamentos e o poder do evangelho de Apolônio era muito superior àqueles dos quatro evangelistas da época de Jesus, nele havia coisas que faziam tremer aqueles elementos da conjura que estavam se infiltração no cristianismo de então.

Após a condenação e desaparecimento a conjura ficara livre da presença direta de Apolônio, mas a Seu prestígio tornou-se logo lendário. Assim a conjura que já havia experimentado com relativo sucesso o método do despistamento no seio do cristianismo primitivo, logo passou a usa-lo entre os seguidores de Apolônio que, em sua quase totalidade, eram cristãos. No cristianismo primitivo a conjura se infiltrar e procurou destruir os autênticos ensinamentos de Jesus assumindo a direção das instituições em geral. No caso de Apolônio ela que já tinha muita influência dentro das comunidades cristãs com alguma facilidade pode usar com sucesso o método da falsificação. Assim sendo inundou o mundo de então com grande número de copias falsas dos ensinamentos de Apolônio. Isto funcionou eficazmente que até hoje só um "expert" em ocultismo é capaz de distinguir o que não é e o que é autêntico. Assim em séculos futuros Ele foi quase total e oficialmente esquecido e o Seu nome colocado na galeria dos mitos. Em todas as bibliotecas membros da conjura colocam obras falsas como sendo de Apolônio que mais tarde geraram suspeitas pelas incoerências nelas contidas. A incredulidade a respeito daquele Mestre em parte se deve àquele trabalho de despistamento e em parte à magnitude de tudo aquilo que Ele realizou e que o qualificou como uma figura lendária. Assim sendo quase tudo o que existe escrito sobre Apolônio, e sobre ensinamentos a Ele atribuídos, em grande número são falsos. Alguns documentos autênticos existem e são zelosamente guardados por algumas sociedades iniciáticas, e reservados aos iniciados nos Mistérios Maiores.

Por outro lado à influência de Apolônio foi de tamanha magnitude que o Cristianismo primitivo incorporou uma grande parcela dos ensinamentos que têm sido usados em aplicações práticas. Assim sendo, a maior parte do ritual e do simbolismo da Igreja Católica tem como ponto de origem Apolônio. Muitas pessoas indagam: De onde surgiram os símbolos e os vastos rituais incorporados à Igreja Católica se Jesus jamais publicamente usou qualquer um deles? Há quem diga que eles foram incorporados de práticas pagãs, mas isso só é verdade se, como tal for também incluída a doutrina de Apolônio que deu origem à quase totalidade dos ritos e símbolos do Catolicismo.

É de causar admiração que, mesmo havendo estado e até hoje atuantes no seio da igreja, os membros da conjura hajam deixado ficar os ritos e símbolos estabelecidos por Apolônio, desde que eles se constituíam poderosos meios de persuasão, de coesão e conseqüente manutenção da unidade religiosa. Eis duas explicações possíveis: Uma, que a conjura desconhecia todo o potencial do simbolismo e ritualística orientada por Apolônio assim não vendo neles mais que encenações, portanto algo sem perigo algum. Na verdade os próprios membros da conjura haviam apagado o conhecimento até mesmo para a maior parte daqueles que faziam parte do seu ciclo interno, conseqüentemente o potencial dos símbolos era algo desconhecido para eles. Segundo, julgando que afastado Apolônio os elementos mágicos incorporados aos ritos e símbolos serviria também aos seus intentos, pois manteria a coesão daquela estrutura que, de uma certa forma, ela já dominava.

Podemos dizer que ambas as afirmativas são verdadeiras, em parte a conjura desconhecendo o potencial ritualístico e simbólico deixou que eles continuassem presentes no cristianismo e, em parte ela sentiu que tudo aquilo era importante para a estruturação da religião num bloco coeso por ela administrado.

Em muitos momentos a conjura deturpou o ritual e o simbolismo, tirou coisas benéficas e as substituiu por coisas maléficas, entre os quais o uso do vinho, portanto do álcool, no ritual da missa.

Não é somente o ritual católico que se originou dos ensinamentos de Apolônio, praticamente a quase totalidade dos símbolos da magia, do hermetismo, do ocultismo, da gnosis e de muitas outras formas do o ocultismo em parte tem como origem Salomão, mas a quase totalidade deles provêm de Apolônio.

Publicamente pouco de autenticidade nas publicações que foram feitas sobre os ensinamentos atribuídos a Apolônio. Do Seu evangelho existe uma pequena parte que já foi publicado, o mais apenas algumas poucas doutrinas iniciáticas possuem e mesmo assim somente tem acesso a eles iniciados de grau elevado. O que chega às mãos dos profanos praticamente são aquelas obras preparadas especialmente pela conjura, obras apócrifas, portanto, sem quaisquer significados positivos. A um não iniciado é possível a aquisição de apenas um trabalho autêntico intitulado Nuctemeron, mas até mesmo dele existem também algumas edições falsas. O título do livro significa: “O Dia de Deus que Resplandece nas Trevas” (O Deus que está “aprisionado” em cada pessoa ainda envolvida em trevas. Isso equivale ao desabrochar da Centelha Cósmica em cada um, ao desenvolvimento da consciência clara do Mestre de Cada Um).

Na obra Nuctemeron os ensinamentos de Apolônio são distribuídos como em um relógio em 12 horas, ou degraus, e a cada hora corresponde uma instrução especial. Os ensinamentos daquela obra são apresentados em linguagem um tanto velada. São ensinamentos de altíssimo nível.

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Apolônio de Tiana

Apolônio foi um misterioso personagem que apareceu no início desta era cristã, no século I. Os documentos que falam a respeito dele quase nunca mencionam a palavra nascimento e sim aparecimento já que era considerado uma manifestação direta do poder divino na terra, não tendo nascido da maneira convencional. São lendas que não podemos afirmar como verdade, nem negar suas evidências Entre os atributos de sua natureza, consta-se que ele apenas manifestava um corpo aparente. Alguns documentos antigos afirmam que Ele, certo dia, surgiu na terra sem ascendentes, mas também há documentos que dizem ser Ele filho de uma Virgem, assemlhando-se a Jesus. Também foi defensor dos injustiçados, capaz de praticar os mais arrojados e difíceis atos de bravura. Era considerado um Deus em forma de Homem.

Apolônio, segundo se conta, realizou grandes milagres em sua passagem pela terra. Também ensinou como usar as leis da natureza, explicou o como eram feitos os milagres dele próprio e e aqueles praticados por Jesus. Preparou os primeiros cristãos para disporem dos meios de cura da mesma forma que Jesus utilizou.

Dos ensinamentos de Apolônio, consta-se um texto de caráter hermético que muitos chmam de Evangelho de Apolônio, chamado de Nuctemeron.

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Filósofo neopitagórico, nasceu no início do século I, no reinado de Augusto, em Tiana, cidade da Capadócia. Aos catorze anos foi para Tarso estudar gramática e retórica. O encontro com o filósofo Euxene revelou-lhe o pitagorismo. Absolutamente convicto da verdade desta doutrina, deixa o seu mestre, cuja conduta lhe parecia desadequada da teoria. Começa então um processo ascético muito austero, durante o qual empreendeu múltiplas viagens em busca das fontes do pitagorismo: Babilónia, Cáucaso, Índia, Etiópia, Egito, Grécia e Itália.Este contemporâneo de Cristo foi venerado como um deus descido à Terra, um contraponto pagão ao cristianismo. Os habitantes da sua cidade natal chegaram mesmo a erguer-lhe um templo.
Não chegou aos nossos dias qualquer obra de Apolónio; o que sabemos dele é-nos dado quase na totalidade pelo seu biógrafo Filóstrato.
Apolónio pretendia encontrar a tradição universal original, transmitida de mestre a discípulo desde o início dos tempos, procurando reformar o culto dos seus contemporâneos, que lhe parecia demasiado rudimentar. Opõe-se por exemplo aos sacrifícios; a divindade suprema, diz Apolónio, não necessita de nada. Num espírito verdadeiramente universal, de influência pitagórica, considera a Terra inteira como uma só pátria, na qual os homens devem partilhar os bens oferecidos pela natureza.
ver definição de considera...
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O que diz o meu mais recente livro, ainda não lançado: A VERDADEIRA HISTÓRIA DE JESUS CRISTO.
Havia também em Roma, nesse mesmo início de século, existiu um indivíduo cuja história é clara, mas foi criado sobre ele, um misticismo, que acabou virando mitologia: Apolônio de Thiana (ou Tiana).
Nascido entre 1 e 10 d.C. em Tyana, na Capadócia, Turquia, ou na Ásia Menor como era conhecida à época, Apolônio teve pais aristocratas e viveu entre sacerdotes, líderes e imperadores, questionando-lhes a ética e a desonestidade. No Egeu, aos dezesseis anos instruiu-se nos mistérios pitagóricos. Deixou o Egeu dez anos depois e dirigiu-se à Índia, quando no caminho, provavelmente entre 41 e 54 d.C. na Pérsia, conheceu seu discípulo Damis (“Vamos juntos” – dissera Damis - “Tu seguirás a Deus e eu a Ti”). Passou pela Babilônia, Tróia, Chipre e Grécia, onde se iniciou nos mistérios de Elêusis. Em 66 d.C., já em Roma, tentou introduzir, junto com o Papa Lino, reformas religiosas, mas fugiu de lá devido às perseguições de Nero. Viajou para a Espanha, África do Norte e Alexandria, no Egito.
Apolônio de Tyana viveu na mesma época de Jesus. Ficou famoso e reconhecido historicamente, como o maior filósofo do mundo greco-romano, não apenas durante o século I, mas até o século V. Seu busto encontra-se hoje no Royal Bourbon Museu em Nápoles, Itália. O Imperador romano Caracalla (211-217) construiu uma capela em sua homenagem, e o Imperador seguinte, Severo, colocou a estátua de Apolônio em sua residência, entre seus objetos religiosos. Quando o Imperador Aureliano (270-275) estava sitiando Tyana teve uma visão de Apolônio e suspendeu o sítio, salvando assim muitas vidas. Posteriormente Aureliano dedicou-lhe um templo. A vida e os ensinamentos de um homem como Apolônio podem ter influenciado os princípios da Igreja Cristã e até mesmo o teor dos Evangelhos.
Hoje em dia, quase um ilustre desconhecido, apagado pelos católicos, não há como avaliar sua influência na história bíblica e sua biografia não registra qualquer encontro com Jesus ou qualquer de seus discípulos. Teria morrido com 80 ou 100 anos.
Diz a mitologia de Apolônio, que este fazia milagres, semelhantes aos de Jesus e levitava (pairava no ar). Perseguido, acusado, preso e acorrentado pelo Imperador Domiciano, em 93 d.C., soltou a sua perna do corpo e a recolocou de volta, livre das correntes, e disse a seu discípulo: ”Estás vendo a liberdade que tenho, portanto peço-te que não desanimes”. No seu julgamento não lhe foi permitido defesa, e disse a Domiciano: “Nem mesmo tua lança mortal pode matar-me, pois não sou mortal”, e desapareceu do tribunal. Em 96 d.C., em Éfeso, teve uma visão do assassinato de Domiciano, após o que encaminhou seu discípulo de volta a Roma e desapareceu misteriosamente.
Apolônio e Jesus, duas vidas de muita semelhança, existentes na mesma época e local, mas uma largamente comprovada e outra não. Não se conhece nenhuma estátua antiga de Jesus, ou templos que se lhe tivessem sido dedicados, nesse mesmo período do 1º Século, ou mesmo pessoas, documentos ou fatos históricos, que lhe tivessem feito qualquer referência. Só a Bíblia versa sobre Jesus Cristo. Muito estranho isso...
................

Está bom até aqui? Leia tudo, por favor e fique conhecendo o Apolônio de Tiana. Importante nota: Esse cara nunca falou sobre Cristãos ou Jesus Cristo. Ok?

Abç
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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por famado em Qua 09 Maio 2012, 1:14 pm

Alfredo Bernacchi escreveu:
famado escreveu:
Alfredo Bernacchi escreveu:
Sócrates não disse que era deus, não andou sobre as águas, não fez milagres, não ressuscitou. Não era um mentiroso. Por isso ninguém se interessa por ele

Sócrates é de uma importância absoluta. Um personagem de grande interesse da filosofia. Por que vc não escreve um livro sobre a sua não existência?

E sobre a não existência dos seus tataravôs?

Sócrates não disse que era deus, não andou sobre as águas, não fez milagres, não ressuscitou. Não era um mentiroso. Por isso eu não me interesso por ele

Meus tataravôs, estou procurando até hoje. Acho que não existiram. São mitos...
Abç
Pois é, se vc existe é porque seus tataravôs existiram, mas vc não tem provas sobre sua existência não é mesmo?

Outra coisa, procure separar o personagem “Jesus histórico” do “Jesus Cristo”. Uma coisa é não crer no Cristo, outra coisa é não crer na existência do personagem. Grandes historiadores consideram a existência de um, sem contudo necessariamente crer no outro.

Seja mais técnico que emocional em seu trabalho.

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qua 09 Maio 2012, 1:36 pm

famado, É só você dizer o nome de um desses grandes historiadores, e fica tudo certo.
Abç

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Well em Qua 09 Maio 2012, 4:22 pm

Alfredo, você está certo. Saulo de Tarso não existiu. Aliás, toda a Bíblia é um compêndio inventado por não sei quem e escrito não sei quando... Logo, tudo o que está nela não vale nada para a História porque ela é um livro inventado por não sei quem e escrito não sei quando...

Alfredo, você é a primeira pessoa nesse fórum, incluindo ateus, céticos, agnósticos, etc que afirma que Paulo de Tarso não existiu. O ônus da prova cabe a você. Seria interessante você mostrar alguma fonte extra-bíblica que nos afirme indubitavelmente que Saulo de Tarso nunca existiu. Enquanto você não nos mostrar isso, todos os seus comentários não passam de seus comentários


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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qua 09 Maio 2012, 4:43 pm

Alfredo Bernacchi escreveu:
oliveira leite escreveu:
Alfredo Bernacchi escreveu:
oliveira leite escreveu:Amigo voce procura provas da existencia de Jesus pois nega a D'us, e para voce negar a D'us deve também negar Jesus
A fé não se prova a fé se vive
voce não é o primeiro ateu que chega por essas paragens pedindo prova de alguma coisa sobre o evangelho
Nem os Judeus ortodoxos negam a existencia de um homem chamado Jesus o Cristo
no mais voce chega aqui se passando por um sabio escritor de livros e mostrando grande ignorancia histórica
não sendo possivel nem provar nada sobre o descobrimento do Brasil, algo que aconteceu a 500 anos atras
estamos falando de 2000 anos, e voce ainda procura as sandalias de Jesus ou o copo em que Ele bebeu agua
a Biblia foi escrita para os cristãos e passou de boca em boca, devido a poucos saberem escrever naquela epoca, e poucos terem acesso a leitura
e para complicar mais ainda a situação voce vai procurar Jesus em Roma
meu amigo seu livro, sem querer desfazer de seu trabalho
deve ser um fiasco


De 2000 anos atrás eu conheço a História de todo esse pessoal aqui: Apolônio de Tiana, Simão Bar Kova, Marcion, Lúcio Flávio Arriano, o mito Chrestus,Favorino di Arles, Decimus Iuvenalis, Caio Valério Flaco, Cláudio Ptolemeu, Caio Suetônio Tranquilo, Plutarco de Queroneia, Publius Papinius Statius, Díon Crisóstomo, Plínio o velho, Públio Valério Máximo, Filon de Alexandria, Lucius Annaeus Sêneca, Philo-Judaeus, João Batista, além dos falsificados Tácito, Tertuliano, Plínio, o moço, Suetônio e Flavio Josefo. Menos de Jesus. E esses aqui também não o conheceram.
Abç

e qual prova voce traz disso?
Qual a prova que eles existiram
diga somente uma de um destes

Vamos ver o primeiro da lista: (você pediu, lembre-se)
Apolônio de Tiana

Biografia

A principal fonte sobre a sua biografia é a "Vida de Apolônio", de Flávio Filóstrato, na qual alguns estudiosos identificam uma tentativa de construir uma figura rival à de Jesus Cristo. Apolônio também é citado nas obras "A Vida de Pitágoras", de Porfírio, e "A Vida Pitagórica", de Jâmblico. Acredita-se ainda que ele seja o personagem "Apolo", citado na Bíblia em Atos dos Apóstolos e I Coríntios.
Apolônio foi vegetariano e discípulo de Pitágoras, com base no seu escrito, abaixo:
"Por mim discerni uma certa sublimidade na disciplina de Pitágoras, e como uma certa sabedoria secreta capacitou-o a saber, não apenas quem ele era a si mesmo, mas também o que ele tinha sido; e eu vi que ele se aproximou dos altares em estado de pureza, e não permitia que a sua barriga fosse profanada pelo partilhar da carne de animais; e que ele manteve o seu corpo puro de todas as peças de roupa tecidas de refugo de animais mortos; e que ele foi o primeiro da humanidade a conter a sua própria língua, inventando uma disciplina de silêncio descrito na frase proverbial, 'Um boi senta-se sobre ela.' Eu também vi que o seu sistema filosófico era em outros aspectos oracular e verdadeiro. Então corri a abraçar os seus sábios ensinamentos…"
Nascido na cidade de Tiana (Turquia), na província da Capadócia, na Ásia Menor, então integrante do Império romano, alguns anos antes da era cristã, foi educado na cidade vizinha de Tarso, na Cilícia, e no templo de Esculápio em Aegae, onde além da Medicina se dedicou às doutrinas de Pitágoras, vindo a adotar o ascetismo como hábito de vida em seu sentido pleno.
Após manter um juramento de silêncio por cinco anos, ele partiu da Grécia através da Ásia e visitou Nínive, a Babilônia e a Índia, absorvendo o misticismo oriental de magos, brâmanes e sacerdotes. Durante esta viagem, e subsequente retorno, ele atraiu um escriba e discípulo, Damis, que registrou os acontecimentos da vida do filósofo. Estas notas, além de cobrirem a vida de Apolônio, compreendem acontecimentos relacionando a uma série de imperadores, já que viveu 100 anos. Eventualmente essas notas chegaram às mãos da imperatriz Julia Domna, esposa de Septímio Severo, que encarregou Filóstrato de usá-las para elaborar uma biografia do sábio.
A narrativa dessas viagens por Damis, reproduzida por Filóstrato, é tão repleta de milagres, que muitos a têm considerado como de caráter imaginário. Em seu retorno à Europa, Apolônio foi saudado como um mágico, e recebeu as maiores homenagens quer de sacerdotes quer de pessoas em geral. Ele próprio se atribuiu apenas o poder de prever o futuro; já em Roma afirma-se que trouxe à vida a filha de um senador romano. Na auréola do seu poder misterioso ele atravessou a Grécia, a Itália e a Espanha. Também se afirmou que foi acusado de traição tanto por Nero quanto por Domiciano, mas escapou por meios milagrosos. Finalmente Apolônio construiu uma escola em Éfeso, onde veio a falecer, aparentemente com a idade de cem anos. Filóstrato mantém o mistério da vida do seu biografado ao afirmar: "Com relação à maneira de sua morte, ‘se ele morreu’, as narrativas são diversas."
Esta obra de Filóstrato é geralmente considerada como um trabalho de ficção religiosa. Ela contém um número de histórias obviamente fictícias, através das quais, no entanto, não é de todo impossível discernir o caráter geral do homem. No século III, Hierócles esforçou-se para provar que as doutrinas e a vida de Apolônio eram mais valiosas do que as de Cristo, e, em tempos modernos, Voltaire e Charles Blount (1654-1693), o livre-pensador inglês, adotaram um ponto de vista semelhante. À parte este elogio extravagante, é absurdo considerar Apolônio meramente como um charlatão vulgar e um fazedor de milagres. Se descartamos a massa de mera ficção que Filóstrato acumulou, ficaremos com um reformador sincero, altamente imaginativo, que tentou promover um espírito de moralidade prática.
Escreveu muitos livros e tratados sobre uma ampla variedade de assuntos durante a sua vida, incluindo ciência, medicina, e filosofia.
As suas teorias científicas foram finalmente aplicadas à ideia geocêntrica de Ptolemeu que o Sol revolvia ao redor da Terra. Algumas décadas após a sua morte, o Imperador Adriano colecionou os seus trabalhos e assegurou a sua publicação por todo o império.
A fama de Apolônio ainda era evidente em 272, quando o Imperador Aureliano sitiou Tiana, que tinha se rebelado contra as leis romanas. Num sonho ou numa visão, Aureliano afirmava ter visto Apolônio falar com ele, suplicando-lhe poupar a cidade de seu nascimento. À parte, Aureliano contou que Apolônio lhe disse "Aureliano, se você deseja governar, abstenha-se do sangue dos inocentes! Aureliano, se você conquistar, seja misericordioso!" O Imperador, que admirava Apolônio, poupou desse modo a cidade. Também no século III, Flávio Vopisco, em seu escrito sobre Aureliano, cita Apolônio.
O Livro de Pedras, do alquimista medieval islâmico Jabir ibn Hayyan, é uma análise prolongada de trabalhos de alquimia atribuídos a Apolônio (aqui chamado Balinas) (ver, por exemplo, Haq, que fornece uma tradução para o inglês de muito do conteúdo do Livro de Pedras).
Devido a algumas semelhanças de sua biografia com a de Jesus, Apolônio foi, nos séculos seguintes, atacado pelos Padres da Igreja sendo considerado desde um impostor até um personagem satânico. Mas houve também quem o exaltou comparando-o aos grandes magos do passado, como Moisés e Zoroastro.
Apolônio faleceu em Éfeso, cerca de 98.
..........................

Apolônio praticamente é um desconhecido da maioria das pessoas, mesmo daquelas que têm uma boa formação religiosa. Aparentemente parece estranho que uma figura tão relevante não seja citado nos livros que versam sobre religião, somente aparecendo o seu nome em documentos secretos e em alguns poucos livros de ocultismo.

................

Está bom até aqui? Leia tudo, por favor e fique conhecendo o Apolônio de Tiana. Importante nota: Esse cara nunca falou sobre Cristãos ou Jesus Cristo. Ok?

Abç
Abraços



Cade a prova, voce só escreveu besteiras e não provou nada, devo acreditar em suas escritas???

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qua 09 Maio 2012, 4:49 pm

Voce cita uma estoria contada por varios autores, que nem sabemos se eles mesmo não escreviam lendas ou se mesmos existiram, como Camara Cascudo
escreveu varios contos de lendas, se varios autores são suficientes para comprovar uma existencia, o que diriamos de Lucas, Mateus , João Paulo e outros
voce é tão ingenuo que ainda faz ligações de Apolonio com Apolo, dando credenciais a Biblia Sagrada
Amigo sinceramente a cada minuto que te conheço sinto que voce não tem base no que diz

sendo assim
cita outro pois esse tal de Apolonio ficou para tras

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qua 09 Maio 2012, 5:25 pm

Voce devia ser mais sincero com sigo mesmo

As fontes que permitem falar de Apolônio de Tiana são muito restritas, sendo a principal delas o texto de Filóstrato. Mas, para começo de conversa, quais foram as que permitiram a elaboração deste trabalho?

Inicialmente as trinta páginas que Maurice Magre consagrou à personagem em seu livro Magiciens et Illuminés (Mágicos e Iluminados). Fato curioso: paralelamente à narrativa poetizada que faz, o autor não hesita em fazer críticas por vezes severas sobre o tema.

Li o livro de Mario Meunier intitulado Apollonius de Tyane ou le séjour d’un dieu parmi les hommes (Apolônio de Tiana ou a estada de um deus entre os homens), que me foi gentilmente emprestado. Depois li no Dogma e Ritual da Alta Magia[2] de Eliphas Levi esse famoso Nuctemeron que se atribui a Apolônio de Tiana, e que não vi figurar na lista das obras de nosso sábio.

Quer se trate de Magre ou de Meunier — como, aliás, das numerosas obras ou estudos consagrados ao taumaturgo — parece ser sempre Filóstrato a única fonte. Ora, se o presente trabalho é como uma espécie de diluição homeopática face ao original, é importante ser dito que a tintura mãe é um pouco suspeita. Vamos nos explicar: Apolônio de Tiana encontra em Nínive, no início de suas viagens, um certo Damis, que segue seus passos e que, a partir desse dia, vai anotar escrupulosamente, até o fim da vida de seu mestre, os fatos, gestos, palavras, prodígios, hábitos e encontros por ele mantidos.

Esse texto escrito, desprovido de maior elegância, é como um diário de viagem — porque Apolônio de Tiana viajou toda a sua vida. Damis é conhecido por reportar até as menores intenções, aparentemente sem importância. Já é suspeita, a princípio, essa narrativa de um discípulo sincero — que se sabe que ele foi — mas que não parece ter gozado de faculdades excepcionais.

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qua 09 Maio 2012, 5:40 pm

Manda outro que esse já se foi positivinho

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qua 09 Maio 2012, 7:24 pm

Well escreveu:Alfredo, você está certo. Saulo de Tarso não existiu. Aliás, toda a Bíblia é um compêndio inventado por não sei quem e escrito não sei quando... Logo, tudo o que está nela não vale nada para a História porque ela é um livro inventado por não sei quem e escrito não sei quando...

Alfredo, você é a primeira pessoa nesse fórum, incluindo ateus, céticos, agnósticos, etc que afirma que Paulo de Tarso não existiu. O ônus da prova cabe a você. Seria interessante você mostrar alguma fonte extra-bíblica que nos afirme indubitavelmente que Saulo de Tarso nunca existiu. Enquanto você não nos mostrar isso, todos os seus comentários não passam de seus comentários

Que isso, Well???!!!... O ônus da prova cabe a quem afirma, não a quem nega. Eu nego que Paulo tenha existido, justamente porque não consegui provas de que ele tenha existido. nenhum Apóstolo existiu! Nem José, nem Maria, nem Madalena, nem Judas! Nada, Ninguém! Se antes não disseram sobre a inexistência de Paulo, é porque não estudaram o assunto.
Quer saber de uma coisa? Nos escritos descobertos nas cavernas de Qumran, já havia textos semelhantes às cartas de Paulo. Cartas de Paulo foram surgindo do nada! Marcion foi um armador rico que queria fazer uma Bíblia. E começou mesmo, antes da que chamavam Bíblia Paulina. Ele só conhecia umas poucas cartas ditas de Paulo.
Veja o que eu tenho aqui:

"Marcion produziu o primeiro cânone cristão, ou uma lista dos livros da Bíblia que ele considera autoritária. Sua lista, no entanto, era muito menor do que o atualmente reconhecido como válido pela maioria dos cristãos: ele incluiu apenas o Evangelho de Lucas, nos Atos dos Apóstolos, e dez das epístolas atribuídas a S. Paulo de Tarso. (Ele omitiu epístolas pastorais de Paulo, dirigidas a Timóteo e Tito.) Estes livros, de acordo com Marcion, foram as que continham os verdadeiros ensinamentos de São Paulo. Ele rejeitou completamente o Antigo Testamento, acreditando e ensinando que não deve ser parte da Bíblia cristã e não tinha nenhum valor para os cristãos."

É assim. Hoje em dia, o estudante do assunto encontra tanta falsificação católica que dá nojo. Uma aberração, Cada dia mais você tende a acreditar menos.
Abç

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Jumper em Qua 09 Maio 2012, 8:06 pm

E.Ramos escreveu:
oliveira leite escreveu:O principal foco disso tudo é insinuar que Jesus não existiu, e que nunca veio ao mundo
mas Jesus não só veio ao mundo, como também venceu o mundo
...o que em dois mil anos não conseguiram provar a "farsa" Jesus, agora irão conseguir. hummm

Quantos e quantos deuses se foram só neste período, que nunca ouvimos falar?

Mas lembre-se: em dois mil anos não será o primeiro a tentar.

Boa sorte com seus estudos Sr. Alfredo, serás mais um a tentar e desaparecer, e o nome de Jesus irá continuar enquanto Ele quiser. :chapeu:
Bom, hoje pelo menos não se mata quem não acredita em Jesus ou quem estuda o passado do mesmo... já é um progresso.
Escreve a história quem está no poder, as grandes religiões esmagam as pequenas religiões, vide a própria história do cristianismo no início.
Se o cristianismo tivesse sido esmagado, estaríamos discutindo Zeus e os Titans ou talvez Mitra. E vocês estariam defendendo esses deuses com a mesma força com que defendem Jesus.
Afinal, pelo visto, o deus só é válido quando é o que vocês crêem.

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Alfredo Bernacchi em Qua 09 Maio 2012, 8:18 pm

Falou e disse! Ainda tem gente inteligente nesse mundo...
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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qua 09 Maio 2012, 8:47 pm

Estou esperando
manda outro dormidinha

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por oliveira leite em Qua 09 Maio 2012, 9:33 pm

Alfredo Bernacchi escreveu:Falou e disse! Ainda tem gente inteligente nesse mundo...
Abç

Obrigado irmão positivinho

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por David de Oliveira em Qua 09 Maio 2012, 9:41 pm

Parece sensatez estabelecer o silogismo: “Jesus não era tão divulgado em Roma, logo Jesus não existiu”. Mas será essa lógica verdadeira? Há dois mil anos, qual era a porcentagem de analfabetos na população? Quantas pessoas eram consideradas “escritores”? Quantas obras literárias apareciam anualmente? Quantas pessoas viajavam de um país a outro? Qual era a velocidade das notícias que chegavam de uma distancia de três mil quilômetros e quais os créditos que se davam a essas notícias?


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por David de Oliveira em Qua 09 Maio 2012, 9:55 pm

David de Oliveira escreveu:Parece sensatez estabelecer o silogismo: “Jesus não era tão divulgado em Roma, logo Jesus não existiu”. Mas será essa lógica verdadeira? Há dois mil anos, qual era a porcentagem de analfabetos na população? Quantas pessoas eram consideradas “escritores”? Quantas obras literárias apareciam anualmente? Quantas pessoas viajavam de um país a outro? Qual era a velocidade das notícias que chegavam de uma distancia de três mil quilômetros e quais os créditos que se davam a essas notícias?
Depois aparece um imperador doido e diz: "Vocês não conhecem Jesus, mas mesmo assim de agora em diante todos serão cristãos na marra!".


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Jumper em Qua 09 Maio 2012, 10:09 pm

Bom, tecnicamente foi isso que aconteceu...


Você acredita em cientistas criacionistas?
Resposta a praticamente todo questionamento criacionista.

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por Mashmid em Qua 09 Maio 2012, 11:50 pm

Well escreveu: Agora sim, você falou com conhecimento de causa.

Well, não confunda ironia com deboches desconexos.

A pessoa pode ser irônica e concisa sem apelar para deboches desconexos.

Se vc for irônico, porém, conciso, sua argumentação terá força.

Agora, tentar ridicularizar alguém, não contradirá o que a pessoa argumentou.


Portanto, espero que seja honesto em seus julgamentos.

E não tente inverter as posições, dizendo que é a outra pessoa quem está a apelar para a chacota.

Caso contrário, não haverá necessidade de lhe contrargumentar, pois, quem perde a linha, perde a razão.


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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por silvamelo em Qui 10 Maio 2012, 1:14 am

David de Oliveira escreveu:Parece sensatez estabelecer o silogismo: “Jesus não era tão divulgado em Roma, logo Jesus não existiu”. Mas será essa lógica verdadeira? Há dois mil anos, qual era a porcentagem de analfabetos na população? Quantas pessoas eram consideradas “escritores”? Quantas obras literárias apareciam anualmente? Quantas pessoas viajavam de um país a outro? Qual era a velocidade das notícias que chegavam de uma distancia de três mil quilômetros e quais os créditos que se davam a essas notícias?
Reparou bem, David! É o critério desonesto em ação para ludibriar os incautos! Como obter relatos dos escritores de vulto da época nessas condições? Enquanto toda a erudição romana estava absolutamente alheia à existência de Jesus, a erudição judaica se esforçava para apagar qualquer traço dele. Restou-nos os relatos das pessoas simples e daquelas que se fizeram simples para ganhar o galardão!

"Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados." 1 Coríntios 1:2.

É isso aí! O reino dos céus foi dado mesmo aos simples de coração:

"Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus." Mateus 5:3.

Os outros ficam de fora:

"Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira." Apocalipse 22:15.

Eles estão apostando na mentira para satisfazer a mesquinhez dos seus corações, achando que ficarão impunes. Deus lhes abra os olhos enquanto há tempo!

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

Mensagem por famado em Qui 10 Maio 2012, 9:02 am

Afirmar que Jesus nunca existiu caiu em desuso. É um tema obsoleto.

Aliás, este tópico é apenas mais uma bobagem e eu nem sei porque entrei novamente em uma discussão como essa. Inté.


Última edição por famado em Qui 10 Maio 2012, 2:49 pm, editado 1 vez(es)

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Re: A História de Jesus Cristo em Roma

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