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A Fraude da Kabbalah

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Pirou A Fraude da Kabbalah

Mensagem por Fish em Sab 21 Jan 2012, 9:56 pm

A Fraude da Kabbalah


Em Outubro de 1946, o agente soviético Alger Hiss convidou o psiquiatra canadense Brock Chisholm a Washington DC para projetar os fundamentos para a corrupção das escolas públicas americanas usando educação sexual e treinamento sensitivo.

Chisholm, um Unitário que logo se tornou o primeiro Diretor da Organização Mundial da Saúde, defendeu afastar a moralidade das crianças da "influência dos mais velhos" de acordo com a amoralidade da Kabbalah. [1][2]

Muitos anos depois, em 2005, no 14° Congresso Mundial Judaico, Dr. Avraham Elqayam da Universidade Bar-Ilan disse que os paradigmas Kabbalistas estavam sendo integrados através de veículos tais como livros e filmes de Harry Potter, Madonna e outras celebridades.

Por que as Nações Unidas e o Congresso Mundial Judaico querem que a Kabbalah seja ensinada às massas do Ocidente?

"Kabbalah" é a religião não reconhecida do Ocidente, um fato que se tornará evidente por mais tempo. É o sistema de crença da Franco-Maçonaria e da Judiaria organizada, as duas forças que governam o mundo. É a razão pela qual Deus e os Dez Mandamentos foram banidos da vida pública, e o motivo pelo qual o Cristianismo tem sido estripado e substituído pelo "relativismo" moral.

KABBALAH NEGA O VERDADEIRO CARÁTER DE DEUS

Em sua forma atual, a Kabbalah foi criada por Isaac Luria (1534-1572). Ele derivou-a do ZOHAR, uma obra do século XIII de 23 volumes de um Judeu espanhol, Moses de Leon.
O Zohar (do hebraico זהר "esplendor") é considerado como um dos trabalhos mais importantes da Cabalá, no misticismo Judeu. Trata-se de comentários místicos sobre o Torá (os cinco livros de Moisés) escrito em Aramaico medieval e Hebraico medieval. Contém uma discussão mística sobre a natureza de Deus e considerações sobre a origem e estrutura do universo, a natureza das almas, pecado, redenção, o bem e o mal, e diversos temas relacionados. O Zohar não é um livro, mas um grupo de livros. Estes livros incluem interpretações bíblicas assim como matérias sobre teologia, teosofia, cosmogonia mística, psicologia mística, e também o que alguns poderiam chamar de antropologia. De acordo com o historiador religioso do século XX , Scholem de Gershom, a maior parte do Zohar foi escrito num estilo excêntrico e exaltado de Aramaico, uma linguagem que foi falada em Israel durante o Período romano nos primeiros séculos da Era atual. O Zohar teria aparecido primeiro na Espanha, no século XIII, e foi publicado por um escritor Judeu chamado Moses de Leon. Scholem, baseado em contos contemporâneos de De Leon e em evidência com os textos do Zohar (sintaxes do idioma espanhol por exemplo) concluiu que De Leon seria o autor original das traduções. De Leon atribuiu este trabalho a um rabino do segundo século, Shimon bar Yochai, uma lenda judaica durante o tempo da perseguição romana. O Rabino Shimon teria se escondido em uma caverna por 13 anos, estudando a Torá com seu filho, Elazar. Ele diz que durante este tempo foi inspirado por Deus para escrever o Zohar, permanecendo oculto durante muitos séculos e,somente no Século Treze foi publicado e disseminado por Moshe de Leon . A suspeita de que o Zohar teria sido encontrado por uma pessoa - Moses de Leon - onde faz referências a acontecimentos do período pós-Talmúdico, foi a causa inicial sobre o questionamento da autenticidade deste trabalho.
Moshe foi um prolífico escritor de livros impregnados na filosofia Medieval e misticismo oculto. De acorco com a Wikipedia, "Ele sabia como encantar com frases brilhantes e impressionantes sem expressar qualquer pensamento bem-definido. Ele era um escritor ágil e escrevia várias obras místicas e cabalísticas em rápida sucessão."

Esses livros eram argumentos contra a dotação de quaisquer atributos morais a Deus ou a "aquele infinito" (Ein Sof). Ele argumentava que distinção entre bem e mal estabelece limites no infinito do Ein Sof. Além disso, Ein Sof é tão transcendente que Deus não está nesse universo e não tem qualquer interação direta nele, mas pode ser conhecido através de dez emanações ou qualidades de energia chamadas os "Dez Sefirot".
Os Sefirot são dos dez círculos descritos no diagrama da 'Árvore da Vida' ilustrado no Zohar e Kabbalah. Esses elementos medievais misteriosos continuam a intrigar mentes crédulas e se tornaram um best seller da Idade Média.

DE ONDE A KABBALAH VEM?

A Kabbalah é grandemente baseada no Zohar. De acordo com a Encyclopedia Judaica, essa é sua origem:
"Há uma história contada a respeito de como depois da morte de Moses de Leon, um homem rico de Ávila chamado Joseph ofereceu à viúva, que foi deixada sem meios, uma grande soma de dinheiro para o original do qual seu marido havia feito a cópia; e ela então confessou que seu próprio marido era o autor da obra. Ela perguntou-lhe várias vezes, disse ela, por que ele havia escolhido creditar seus próprios ensinamentos a outro, e ele sempre respondeu que doutrinas colocadas na boca do realizador de milagres Simeon ben Yohai seria uma rica fonte de lucro". [3]
A história indica que pouco depois das primeiras publicações do trabalho os créditos foram dirigidos como se Moses de Leon os tivesse escrito.

A noção especiosa de uma escola Judaica completa de segredos de mistérios com sistemas de advinhação e mágicas de mudanças da realidade criou uma sensação entre os Judeus por toda Europa. Porém, os eruditos líderes Judeus Sefarditas na Espanha Moura desqualificaram o Zohar como uma fraude cheia de idéias heréticas e perigosas e baniu-o.

Quando os católicos recuperaram o controle da Espanha dos Mouros e expulsaram (ou converteram) os Judeus em 1492, o domínio da cultura Sefardita sobre a Judiaria diminuiu.

Muitos intelectuais foram para o exílio em Jerusalém, onde Issac Luria estava ensinando o Zohar. A proibição do estudo do Zohar foi levantada em 1540 quando a balança do poder deslocou-se para os rabbis Ashkenazi. A obra da Kabbalah de Luria foi publicada após sua morte, e a Kabbalah substituiu Hakirah (Mishne Torah) como teologia predominante no Judaísmo.

A principal razão para a Kabbalah predominar foi para servir de base na crença da chegada do Messias e com isso, o domínio mundial Judaico. Rumores dilataram-se como material inflamável que a chegada do Mashiac (Messias) estava próxima.

SATANISTAS CAMPEÕES DA KABBALAH

No meio desse desejado fervor, o infame Kabbalista Sabbatai Zevi [4] anunciou em Smyrna, em 1666, que ele era o Messias. Mais de um milhão de Judeus de todo o mundo se tornaram seus seguidores. Sabbatai Zevi pregava a doutrina satânica: "Louvado seja Ele que permite o proibido."

Ele pensava que fazendo o bem mantinha o universo equilibrado demais e atrasava o retorno de Deus. Portanto, pecado é virtude; e observância da moralidade da Torá era o pecado. A essência do Satanismo é alternar bem e mal em suas cabeças.

O movimento de Sabbatai Zevi teve sucesso até que ele prometeu derrubar o Califa de Istambul. O Califa prendeu-o e deu-lhe a escolha de coverter-se ao Islam ou ser executado. Sabbatai Zevi converteu-se sem hesitação, dizendo aos seus seguidores a fazerem o mesmo.

A conversão ao Islam era um pedacinho acima do topo para muitos rabbis que excomungaram os Sabbatianos. Porém, uma parte central de seguidores converteu-se com ele. [5]

Rabbi Martin Antelman acredita que um desconhecido número de seguidores de Sabbatai retornou à congregação predominante do Judaísmo e permaneceram praticantes secretos do culto.

O ganhador do Prêmio Nobel, contador de histórias em Íidiche, Isaac Bashevis Singer, relatou lendas entre os Judeus da Polônia, antes do Holocausto, de vilas inteiras que sucumbiram a esses Kabbalistas satânicos. Seu romance "Satã em Goray" é dedicado a esse assunto.

Sabbatianismo chegou nos subterrâneos e dentro de um século houve um renascimento como o culto semi-secreto de Jacob Frank. Quando o braço dos Illuminati de Adam Weishaupt foi exposto, Amschel Mayer Rothshild preparou Frank e seu culto em Frankfurt como a nova cabeça dos Illuminati.

Frank seguiu a estratégia de Sabbatai Zevi de pretender converter-se em uma religião alvo a fim de infiltrá-la e destruí-la. Frank, posteriormente, retornou à Polônia com seus seguidores e "converteu-se" ao Catolicismo. Seu patrocinador foi o Rei da Polônia. Mas dentro de um ano sua infâmia era óbvia e ele foi preso.

CONCLUSÃO- ABRACADABRA - FUMAÇA E ESPELHOS

A Kabbalah é uma fraude, apesar de governar nossa sociedade iludida e degenerada.

Para o Kabbalista, bem e mal são 'relativos' de modo que o mal é uma ilusão. Em vez do certo e do errado, Kabbalah diz que toda ação é como a lua, com um lado luminoso e outro escuro. Os Kabbalistas dizem que os adeptos devem abraçar seus lados escuros para se tornarem "um ser humano completamente integrado".

Nem todo aquele que estuda a Kabbalah se torna um Satanista. Mas, Kabbalah é um pré-requisito para todos os Luciferianos praticantes. A Franco-maçonaria passeia pela Kabbalah, o "Papa da Franco-maçonaria" do século XIX, Albert Pike, disse, [6]

"A Religião maçônica deveria ser, para todos nós iniciados dos mais altos graus, sustentada na Pureza da doutrina Luciferiana. Se Lúcifer não fosse Deus, Adonay e seus sacerdotes o caluniariam?
Sim, Lucifer é Deus, e infelizmente Adonay é Deus também. Para a lei eterna é que não há luz sem sombra, nenhuma beleza sem feiúra, nenhum branco sem preto, pois o absoluto pode somene existir como dois deuses..."
[7]

Há somente um Deus. Lucifer é o vácuo extremamente assustador que resulta da ausência de Deus. A Kabbalah é uma fraude que permite que seus seguidores reformulem a realidade para servir aos seus interesses egoísticos. Isso é o motivo pelo qual eles ensinam que "verdade é de natureza subjetiva".

Modernismo e secularismo são baseados na Kabbalah. É a razão que nossa "civilização" está preocupada com violência, sexo e o oculto, e o motivo pelo qual eventos atuais parecem ser escritos em Hollywood. É a razão de nossos líderes politicos e culturais serem mentirosos e por que a sociedade perdeu sua atitude.

Enquanto os Kabbalistas (isto é, Illuminati) continuam a governar, a humanidade continuará a patinar.

----

[1] "The psychiatry of enduring peace and social progress" Dr. Brock Chisolm. (The William Alanson White memorial lectures). Psychiatry Journal; 1st standard Edition edition, 1946 ASIN: B0007IV8WY

[2] George Brock Chisolm quote http://www.quebecoislibre.org/021207-6.htm

[3] Kohler, Kaufmann et al. Leon, Moses (Ben Shem-Tob) de." Jewish Encyclopedia. Funk and Wagnalls, 1901-1906

[4] Sabbatean-Frankist Messianic Conspiracy Partially Exposed.pdf Clifford Shack,

http://www.archive.org/details/Sabbatean-frankistMessianicConspiracyPartiallyExposed.pdf

[5] Marranos and Sabbateans: A Reexamination of Charismatic Religiosity, Ezer Kahanoff

http://ia311324.us.archive.org/3/items/MarranosAndSabbateans/MarranosAndSabbateans.pdf

[6] Kabbalah na Freemasonry http://freemasonry.bcy.ca/texts/kabbalah.html

[7] "The Creation" Kabbalah excerpt from Morals and Dogma, Albert Pike http://www.luckymojo.com/esoteric/religion/judaism/kabbalah/apikeqbl.html

Fontes:
http://judaismoemaconaria.blogspot.com/2010/09/kabbalah-e-uma-fraude.html
http://www.cafetorah.com/node/3228

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Pirou Re: A Fraude da Kabbalah

Mensagem por Sales em Dom 22 Jan 2012, 12:20 am

Obrigado por estas informações... são muito importantes!!!


Sales

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Pirou Re: A Fraude da Kabbalah

Mensagem por Fish em Dom 22 Jan 2012, 11:50 am

Sales escreveu:Obrigado por estas informações... são muito importantes!!!


Sales


Bom que foi útil. positivinho

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Pirou Re: A Fraude da Kabbalah

Mensagem por Mary em Dom 05 Ago 2012, 6:58 pm


já ouvi dizer que a kabbalah não tinha nada dos ensinamentos do torá.E sim era baseada no esoterismo e ocultismo e pelo que li neste texto é extamente isso...


teosofia é exatamente isso .helena blavasky foi a fundadora da teosofia além de ser ocultista



teosofia

A palavra Teosofia é de origem grega, "theos" (Deus), e "sophos" (sabedoria), significando literalmente "sabedoria divina", ou "conhecimento divino".
A Teosofia é um corpo de conhecimento que sintetiza Filosofia, Religião e Ciência. Embora essa afirmação não seja reconhecida universalmente, mas apenas por simpatizantes do ocultismo, pois creem que tanto hoje como na antiguidade, a Teosofia se constitui na sabedoria universal e eterna presente nas grandes religiões, filosofias e nas principais ciências da humanidade,[1] e pode ser encontrada na raiz ou origem, em maior ou menor grau, dos diversos sistemas de crenças ao longo da história.
A teosofia foi apresentada ao mundo moderno por Helena Blavatsky, no final do século XIX, e desde então vem sendo divulgada por teosofistas em diversos países . Com seu caráter interdisciplinar, a teosofia proporciona uma ponte entre as diversas culturas e tradições religiosas. Segundo Blavatsky, “Teosofia é conhecimento divino ou ciência divina.”[2]

Introdução

Personalidade complexa, dinâmica e independente, desde pequena Elena Blavatskaya mostrou possuir um caráter forte e dons psíquicos incomuns, e logo em torno dela se formou um folclore doméstico. Imediatamente após um casamento frustrado, deixou o esposo e partiu em um longo período de viagens por todo o mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico, e nesse intervalo alegou ter passado por inúmeras experiências fantásticas, entrado em contato com vários mestres de sabedoria ou mahatmas e deles recebido na condição de discípula um treinamento especial para desenvolver seus poderes paranormais de forma controlada, a fim de que pudesse servir-lhes de instrumento para a instrução do mundo ocidental. A partir de 1873 iniciou sua carreira pública nos Estados Unidos, e em pouco tempo se tornou uma figura tão celebrada quanto polêmica. Exibiu seus poderes psíquicos para grande número de pessoas, deslumbrando a muitos e despertando o ceticismo em outros, que não raro a acusaram de embuste, muitas vezes com boas evidências para tal. Entretanto, em muitos outros casos seus poderes pareceram autênticos. A controvérsia a acompanhou por todo o resto de sua vida e ainda hoje está acesa. Nos Estados Unidos estabeleceu uma duradoura aliança de trabalho e companheirismo com Henry Olcott, com quem fundou a Sociedade Teosófica, e em 1877 Blavatsky publicou sua primeira obra importante, Ísis sem Véu, já tendo escrito antes inúmeros artigos. Pouco depois ela e Olcott transferiram a sede da Sociedade para a Índia, e passaram a viver lá, até que um incidente, o Caso Coulomb, abalou gravemente sua reputação internacional, quando foi declarada culpada de fraude num relatório publicado pela Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres. Voltou então para a Europa, onde continuou escrevendo e divulgando a Teosofia. Seus anos finais foram difíceis, estava frequentemente adoentada e envolvida em discussões públicas, tinha de administrar a Sociedade que fundara e que crescia rapidamente, e a quantidade de trabalho que se impunha era enorme. Mesmo assim pôde concluir seu livro mais importante, A Doutrina Secreta, uma síntese de História, Ciência, Religião e Filosofia, e deixar outras obras de relevo, além de profusa correspondência e grande coleção de artigos e ensaios.[1]

Blavatsky surgiu em um momento histórico em que a religião estava sendo rapidamente desacreditada pelo avanço da Ciência e da Tecnologia, e que testemunhou o nascimento de uma série de escolas de ocultismo ou de pensamento alternativo, muitas delas com base conceitual pouco firme ou desenvolvendo práticas apenas intuitivas, que ganhavam grande número de adeptos em virtude do fracasso do Cristianismo em fornecer explicações satisfatórias para várias questões fundamentais da vida e sobre os processos do mundo natural. A importância da contribuição de Blavatsky foi então reafirmar o divino, mas oferecendo caminhos de diálogo com a Ciência e tentando purgar a Religião institucionalizada de seus erros seculares, combatendo o dogmatismo e a superstição de todos os credos e incentivando a pesquisa científica, o pensamento independente e a crítica da fé cega através da razão. Lutou contra todas as formas de intolerância e preconceito, atacou o materialismo e o ceticismo arrogante da ciência, e pregou a fraternidade universal. Sem pretender fundar uma nova religião, sem reivindicar infalibilidade nem se intitulando proprietária ou autora das idéias que trouxe à luz, apresentou ao mundo ocidental uma síntese de conceitos, técnicas e interpretações de uma grande variedade de fontes filosóficas, científicas e religiosas do mundo, antigas e modernas, organizando-as em um corpo de conhecimento estruturado, lógico e coerente que compunha uma visão grandiosa e positiva do universo e do homem. Com isso a Teosofia se tornou, ainda que contestada por vários críticos, um dos mais bem sucedidos sistemas de pensamento eclético da história recente do mundo, unindo formas antigas e novas e provendo pontes entre vários mundos diferentes - sabedoria antiga e pragmatismo moderno, oriente e ocidente, sociedade tradicional e reformas sociais. Influenciou milhares de pessoas em todo o mundo desde que apareceu, desde a população comum a estadistas, líderes religiosos, literatos e artistas, e deu origem a um sem-número de seitas e escolas de pensamento derivativas.

s, levitar pequenos objetos e de produzir outros prodígios. Ainda jovem interessou-se pelo esoterismo, lendo avidamente sobre magia e alquimia em trabalhos de Paracelso, Cornelius Agrippa e Heinrich Khunrath na biblioteca do seu bisavô, o príncipe Pavel Dolgorukov, que tinha sido iniciado na Maçonaria no final do século XVIII. Em 1847 mudou-se com seus avós para Tiflis, onde seu avô assumiu o cargo de governador da Transcaucásia, e ali conheceu seu futuro marido, Nikifor Blavatsky, e o príncipe Galitzin, ambos com interesses na área do ocultismo. Existe uma versão de sua história nesse período dizendo que ela teria se apaixonado pelo príncipe Galitzin e fugido com ele, e que o escândalo que se formou teria sido a causa de seus avós arranjarem seu casamento o quanto antes. Outra versão diz que o casamento aconteceu em virtude de uma aposta que Helena teria feito com uma de suas servas, que não acreditava que alguém jamais se interessaria por uma pessoa tão intratável como ela.[6]

De qualquer forma, com dezessete anos, em 7 de julho de 1848, casou-se de fato com Nikifor Blavatsky. Vice-governador da província de Erevan, na Arménia, ele era muito mais velho do que ela, e o casamento nunca se consumou. Helena aceitou casar-se com a esperança de adquirir independência, mas fugiu do marido quando ainda estava a decorrer a lua-de-mel e foi para a casa dos avós em Tiflis. Diante do problema, seu pai foi consultado, e arranjou-se que ele encontrasse Helena em Odessa para resolver a situação. Mas prevendo que ele ordenaria que ela voltasse para o marido, conseguiu enganar a escolta que fora enviada para acompanhá-la e se dirigiu para Constantinopla, de onde iniciou um longo período de viagens pelo mundo, iniciando pela Turquia, Grécia e Egito. A descrição do seu itinerário exato e dos eventos que nelas aconteceram é difícil. Não foram documentadas e são todas reconstituídas através de seus próprios relatos, muitas vezes imprecisos, sem uma ordem cronológica coerente e aparentemente fantásticos, mas não impossíveis, numa época em que as longas viagens por países exóticos se tornavam uma moda entre a elite européia. Por exemplo, dizia ter atuado num circo montando cavalos em pêlo, viajado em carroça aberta pelo Meio-Oeste norteamericano e ali se encontrado com tribos de peles-vermelhas, trabalhado como importadora de penas de avestruz em Paris e decorado aposentos da Imperatriz Eugênia. Alguns autores sugerem que ela pode ter tido amantes, como o barão de Meyendorff, o príncipe de Wittgenstein e o cantor de ópera Metrovich, mas se às vezes dava a entender que tais ligações eram reais, noutras se esquivava.[5][7] Já foi sugerido que ela teve um filho, a partir de um relato seu sobre uma criança que ela "adotara" e que logo morrera,[8] mas um atestado médico emitido em 1885 pelo doutor Leon Oppenheim afirmou que ela jamais poderia engravidar, pois sofria de prolapso uterino, provavelmente congênito.[9]


fonte wikipédia






"Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim" (João 14:6)  


Eu não vim chamar os justos, mais sim,os pecadores ao arrependimento (Marcos 2:17)
    
Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.(João 14:26)

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Pirou Re: A Fraude da Kabbalah

Mensagem por desiderioom em Sex 24 Ago 2012, 10:15 am

teosofia é exatamente isso .helena blavasky foi a fundadora da teosofia além de ser ocultista

desiderioom
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Pirou Re: A Fraude da Kabbalah

Mensagem por Mary em Sex 24 Ago 2012, 12:47 pm

teosofia é exatamente isso .helena blavasky foi a fundadora da teosofia além de ser ocultista

johannes

nicks fakes:desiderioom,telavivi,south.......

vc esta bem criativo e incansavel.......e usando proxy

:risadinha: gargalhada


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Pirou Re: A Fraude da Kabbalah

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