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Christiano, EVANGELISTA/RJ/MSN, Lit San Ares

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Consulta Bíblica
Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Vamos estudar Malaquias 3?

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n?o Vamos estudar Malaquias 3?

Mensagem por Ed em Seg 10 Nov 2008, 5:50 am

Atualmente foram incluídos nos cultos [neo-pentecostais] preceitos da Lei que trazem algum benefício material, como o dízimo e a festa das primícias. Os evangélicos pentecostais não tiveram interesse em incluir em suas igrejas a Festa de Pentecostes porque nem esta, nem nenhuma outra das seis festas restantes mencionadas em Levítico 23, lhes propiciaria algum benefício econômico. Se lhes é perguntado: "Por que vocês não guardam a Festa de Pentecostes, ou a dos Tabernáculos, ou a Festa das Trombetas?", não duvidariam em responder: "Porque estas festas eram para o Povo de Israel". E quanto ao dízimo, então? A Festa das Primícias, como as outras seis festas do calendário judaico, são celebradas também apenas uma vez ao ano.

Alguns líderes tiram as passagens do contexto para infundir medo aos seus seguidores se não derem o dízimo. Por exemplo: "Vós tendes me roubado vossos dízimos" (Malaquias 3,8). Porém, omitem o restante da passagem. Analisemos o que diz esta passagem (leia, porém, todo o capítulo 3 de Malaquias):

Almeida Corrigida e Revisada Fiel
Malaquias 3 | Capítulo anterior | Próximo capítulo
1 EIS que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais; e o mensageiro da aliança, a quem vós desejais, eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos.
2 Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros.
3 E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao Senhor trarão oferta em justiça.
4 E a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao Senhor, como nos dias antigos, e como nos primeiros anos.
5 E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o diarista em seu salário, e a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos.
6 Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.
7 Desde os dias de vossos pais vos desviastes dos meus estatutos, e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?
8 Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.
9 Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação.
10 Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.
11 E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos.
12 E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos.
13 As vossas palavras foram agressivas para mim, diz o Senhor; mas vós dizeis: Que temos falado contra ti?
14 Vós tendes dito: Inútil é servir a Deus; que nos aproveita termos cuidado em guardar os seus preceitos, e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos?

3. (...) aos filhos de Levi:

4. E as ofertas de Judá e de Jerusalém serão aceitáveis ao Senhor (...)
Os israelitas estavam sob a Lei de Moisés, da qual se tinha a regra de ouro: "fazer algo para receber algo em troca". A Igreja, porém, não está sob a Lei Mosaica, de modo que este "fazer algo para receber algo" não se aplica; ao contrário, só ofende a Deus.

No v. 6, Deus diz: "Eu, o Senhor, não mudo" e, portanto, muitos dizem que se Javé não muda, sua palavra também permanece para sempre e o que é dito aqui continua vigorando e é de aplicação universal. Porém, é claro que Deus não muda; Ele sempre cumpre a sua parte no trato, sua parte no pacto. Ao contrário, os israelitas sempre infringiram o trato, esse pacto que Deus sempre teve que renovar por causa deles. Nós sim mudamos, porque Ele nos muda quando nos convertemos e nos torna novas criaturas em Cristo; por isso, diz: "Eis que torno novas todas as coisas". Ademais, o v. 12 diz: "todas as nações vos chamarão bem-aventurados, porque vós sereis uma terra deleitosa" e a Igreja será perseguida e aborrecida neste mundo, nunca será uma terra deleitosa. Esta promessa e a obrigatoriedade do dízimo unicamente concerne ao Povo de Israel, de modo que não é universalmente obrigatório como muitos querem nos convencer.

No v. 7, os israelitas perguntam: "Em que havemos de tornar?", já que querem saber o que é que não estão cumprindo. E Deus responde que estão lhe roubando (v. 9), porque eles não estavam entregando o dízimo como deveriam, mas que o estavam retendo para eles, o que poderia ocasionar a não sustentação dos levitas. Ou seja: estavam se descuidando daqueles que Deus havia designado para trabalhar por seu povo, o que era contrário ao que Ele havia ordenado. Neste v. 8 muitos dizem que Deus fala dos "homens" para dizer que por isso se aplica a nós e não somente aos judeus; porém, cumpre esclarecer que o v. 6 diz que se dirige exclusivamente aos "filhos de Jacó", isto é, são a estes homens filhos de Jacó (Povo de Israel) a quem Deus se dirige. Não podemos, nem devemos distorcer as Escrituras.

No v. 10, Deus promete dar "bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança" ao Povo de Israel se, primeiramente, cumprirem a Lei: "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos; se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança". Os israelitas estavam sob a Lei e deviam cumpri-la para que Deus os abençoasse; assim, os desafia a cumprir a Lei, para que Ele possa provar a sua fidelidade, sua parte do trato. Os judeus a quem se dirigia o profeta não confiavam em Deus; por isso, o Senhor os desafia a que o "provem". Portanto, esta passagem não possui valor para o cristão, já que estamos sob a graça. E não podemos e nem devemos provar a Deus; Ele não nos abençoará por cumprir uma parte da Lei. Não podemos também provar a Deus porque seria ofendê-lo, principalmente por ter-se dado totalmente por nós, dando-nos seu Filho: "Como não nos dará Ele todas as coisas?" (Romanos 8,32).

Agora, se você acredita que as bênçãos que Deus vai lhe dar por dizimar são espirituais, atente-se para o que Paulo disse: "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo" (Efésios 1,3). A bênção que Deus promete ao Povo de Israel no v. 11 é, porém, material: "Repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos."

Malaquias 4,4 diz: "Lembrai-vos da Lei de Moisés, meu servo, a qual lhe mandei em Horeb para todo o Israel, os estatutos e os juízos". Insisto em mostrar que Paulo disse: "Para os que estão sem Lei, como se estivessem sem Lei (não estando sem Lei para com Deus, mas debaixo da Lei de Cristo), para ganhar os que estão sem Lei" (1Coríntios 9,21) e não foi no Horeb, mas no Calvário onde Cristo nos libertou pela cruz da maldição da Lei. Muitos dizem que o "Lembrai-vos da Lei de Moisés" significa não esquecê-la, que Jesus não veio para revogar a Lei, mas para cumprí-la, e que Ele disse que não passaria nem sequer um til da Lei. Porém, isto é uma meia-verdade, porque nós não poderíamos cumprir nada; foi Ele quem cumpriu a Lei por nós, porque o objetivo da Lei era Cristo, como diz Paulo, e Cristo nos redimiu da maldição da Lei. Porque se você depende da Lei, diz Paulo: "Todos aqueles que são das obras da Lei estão debaixo da maldição, pois está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no Livro da Lei, para fazê-las" (Gálatas 3,10). Está sob maldição se não cumpre absolutamente toda a Lei, como diz Tiago: "Pois qualquer um que guardar toda a Lei, mas tropeçar em um só ponto, torna-se culpado de todos" (Tiago 2,10). Portanto, de nada adianta ser um dizimista fiel se não cumprir também os 613 preceitos da Lei.

Por fim, se o bem-estar econômico é conseqüência do dízimo (como muitos afirmam), por que não há evidência de que o Senhor Jesus Cristo pagara o dízimo? Por que Ele era pobre? Por que, se Ele era pobre, seus "servos" do século XXI deveriam ter contas bancárias, dois ou três automóveis, coisas luxuosas e muitas propriedades? Por que não há evidência bíblica de que Paulo, Pedro ou os demais Apóstolos pagaram o dízimo? Por que eles eram pobres? Por que, se eles não cumpriam a Lei, deveríamos nós cumpri-la? Não seria curioso que o Senhor Jesus, sendo pobre, tivesse deixado suas ovelhas ao cuidado de pessoas que tem se enriquecido com o Evangelho?

Disto, concluímos que o Autor Sagrado está se dirigindo àqueles que guardam a Lei: o Povo de Israel, não a Igreja. Em outras palavras: com esta passagem muitos líderes cristãos estão dizendo que se alguém não paga, não será salvo - o que não tem lógica!

Muitos utilizam até estórias que inventam sobre tragédias que se abateram sobre aqueles que não pagaram o dízimo ou dizem que os céus abrem muitas bênçãos para aqueles que o dão. Relacionam todo o bem e todo o mal que o ser humano passa nesta vida terrena diretamente ao dízimo. Mera superstição! As enfermidades fazem parte da nossa natureza humana, da mesma forma como os problemas que enfrentamos dia a dia. Deus não é um deus de interesse econônico, mas espiritual.


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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n?o Re: Vamos estudar Malaquias 3?

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 10 Nov 2008, 9:47 am

para entendermos o capitulo 3, temos que entender todo o contexto de Malaquias, vou postar minha exegese, no proximo post.

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n?o Re: Vamos estudar Malaquias 3?

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 10 Nov 2008, 9:57 am

Malaquias (por ser este livro da lei o preferido dos arrecadadores de dízimos, que isolam o capítulo 3 e verso 10 de seu contexto, farei uma exegese mais pontual) traz então um novo chamado para reconciliação, clamor este dirigido aos sacerdotes e não ao povo que apenas refletia o desprezo dos sacerdotes. Malaquias 1:6b …diz o Senhor dos exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que temos nós desprezado o teu nome? pois trazendo o povo os dízimos, era oferecido por eles á Deus só o resto, só o coxo e o enfermo, ficando para si todo a melhor parte (vr.8)

Deus não tinha prazer nos sacerdotes vr. 10 Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor.. Estes sacerdotes roubavam para oferecer ao Senhor vr.13 E tendes trazido o que foi roubado, e o coxo e o doente... sendo amaldiçoados pelo Senhor vr.14.

No Capítulo 2, Deus reafirma que esta mensagem de Malaquias é para os sacerdotes, representantes do povo, hoje os pastores querem redirecionar esta mensagem para o povo. Porque não tomam para si? Seria mais bíblico. Malaquias 2:1 Agora, ó sacerdotes, este mandamento e para vós.

Por causa destes, as festas (cultos) não eram aceitas (vr.3). Que situação difícil estava o povo, a lei da verdade que era esperada para orientar, não mais havia, pois os sacerdotes estavam desviados dos caminhos do Senhor induzindo todos ao erro. Malaquias 2:7/11. Faziam preferências, quem mais agradasse os sacerdotes mais eram honrados. Tem percebido algo assim nos dias atuais? Por isto Deus os fez desprezíveis diante de todo o povo vr. 9.

O povo então, sem lei, sem justiça, roubado por seus próprios líderes, se afastou mais uma vez da lei, fazendo casamento com povos pagãos e assimilando cultos destes povos vr.11.

No capítulo 3 Deus anuncia o Messias precedido por João Batista, que para os sacerdotes não seria algo prazeroso de se esperar pois ele viria como o “sabão dos lavandeiros” pondo tudo á limpo como realmente aconteceu, os sacerdotes foram todos desqualificados pelo Messias. Por favor, leia Mateus 23:1/39 , versículo isolado diz-se o que quiser.

Em Malaquias 3:5/10, no verso 5 Deus promete ser nosso juiz quando o Messias vier e julgar com rapidez os que enganam, tomam o salário do trabalhador (defraudam o jornaleiro) não acodem a desamparada (que tem direito ao socorro), o órfão, e até o de fora que precisa de ajuda (o estrangeiro) sem nenhum temor ao Senhor que é vingador de todas estas coisas. Deus só não os destruiria por causa do seu poderoso Nome, como vemos no vr. 6. Não é que Deus não muda em relação á lei ou ao dízimo, pois isto já mudou, Ele não mudaria sua promessa feita á Davi, pois não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa. II Reis 8:19.

Deus avisa aos sacerdotes que eles se desviaram dos seus estatutos, e que deveriam devolver tudo o que roubavam do senhor, porem eles não admitiam suas culpas vr.7 e 8, muito diferente de Zaqueu o publicano que reconheceu muito antes de ser acusado Lucas 19:8.

Tome sua Bíblia e leia atentamente os três primeiros capítulos de Malaquias e veja que o contexto inteiro está fundamentado na lei cerimonial.

CAPÍTULO 1 VERSO 7: Pães imundos sobre o altar.

CAPÍTULO 1 VERSO 8: Animais cegos, coxos e doentes sobre o altar.

CAPÍTULO 1 VERSO 10: Fogo debalde no altar do Senhor.

CAPITULO 1 VERSO 11: Incenso e oblação pura.

CAPÍTULO 1 VERSO 12: Mesa impura e comida desprezível.

CAPÍTULO 2 VERSO 3: Esterco do sacrifício.

CAPÍTULO 2 VERSOS 4 e 8: Aliança com Levi.

CAPÍTULO 2 VERSO 13: Altar do Senhor com lágrimas e choro.

CAPÍTULO 3 VERSO 4: Ofertas de Judá como nos dias antigos.

CAPÍTULO 3 VERSO 8: Dízimos e ofertas alçadas.

CAPÍTULO 3 VERSO 14: Andar em luto.



Como podemos agora tomar o texto de Malaquias, extrair a porção contida nos versos 8-10 do capítulo 3 e fazer uma aplicação de roubo de dinheiro para os cristãos de nossa época? Os ladrões do livro de Malaquias são outros.

Consulte Deuteronômio 26.12-19, onde narra a oração daquele que deu os dízimos e atente para o versículo 14, onde diz: "Disso não comi na minha tristeza(ou no meu luto) e disso nada tirei para a imundícia, nem disso dei para algum morto; obedeci aà voz do SENHOR, meu Deus; conforme tudo o que me ordenaste, tenho feito".(Dt 26.14).


Isto quer dizer, que a prática real do dízimo ai era diferente de tudo que se vê hoje em dia. Será que alguém hoje em dia poderia fazer essa oração? O dízimo era, exclusivamente para sustento do Sarcedote e sua família e, também do dizimista e para atender as necessidades básicas de quem não tinha o que comer, exclusivamente.


O dízimo era apresentado em víveres e mantimentos e nunca em moeda, dinheiro e, mesmo quando era necessário isso, ou seja, quando o dizimista estava muito distante do lugar onde deveria levar a sua dízima, ele então, poderia transformar esses víveres em moeda e quando chegasse ao local onde deveria entregar o dízimo deveria comprar de novo, o mantimento, pois os sacerdotes recebiam como dízimo mantimentos e não dinheiro.

Sobre Malaquias: Um profeta da lei, uma pregação estranha à graça, feita á 500 anos a.C. na saída do povo judeu de Babilônia e dirigida escatologicamente aos sacerdotes da lei que roubavam a Deus, eram fracos, mortais e estavam debaixo do pecado; hoje o nosso sacerdote é Cristo, imortal no céu, não pode roubar a Ele mesmo e não profetizou a si mesmo, essa pregação não cabe na graça, é uma mentira do diabo na igreja que nega a Cristo, transformando-o em sacerdote de pecado. Em Malaquias 3.6, o Senhor fala com Jacó que na Bíblia representa os judeus e não os crentes, e falava do dízimo.

“Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é, porventura, Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma. Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor. Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus” como esta escrito no
livro de (Gálatas 2.17-19).



O falso ensino sobre os dízimos em Malaquias ignora cinco fatos importantes da Bíblia.



1. - Malaquias é contexto da Antiga Aliança e nunca é citado na Nova Aliança para a Igreja (Levítico 27:34; Neemias 10:28-29; Malaquias 3:7; 4:4).

2. - Malaquias 1:6; 2:1 e 3:1-5 são muito claramente endereçados aos sacerdotes desonestos, os quais são amaldiçoados porque haviam roubado as melhores ofertas de Deus.

3. - As cidades levíticas devem ser consideradas, enquanto Jerusalém nunca foi uma cidade levítica (Josué 20, 21). Não faz sentido algum ensinar que 100% dos dízimos eram levados ao Templo, quando a maioria dos levitas e sacerdotes não morava em Jerusalém.

4. - Em Malaquias 3:10-11, os dízimos ainda são apenas alimentos (Levítico 27:30-33).

5. - As 24 localidades residenciais dos levitas e sacerdotes também devem ser levados em conta.



vamos cutucar mais uma vez: de onde veio a ideia de dizimo em dinheiro? as Escrituras nunca deram base para isto, pois o dizimo era da agropecuaria e tambem da agricultura...

Dizimo de gado e rebanho (Lv.27:32; II Cr.31:6);
Dizimo foi dado para Israel como herança (Nm.18:21).
Dizimo como sentido de oferta para ser usado por herança aos levitas (Nm.18:24-28)
Dizimo no AT era aquilo que era comido (Dt.12:17; Dt.14:23)
Dizimo era aquilo que era recolhido do campo (Dt.14:22; Dt.14:28)
Dizimo era feito ao terceiro ano, e dado ao levita, estrangeiro, orfao e viuva (Dt.26:12)
As primicias em relaçao ao dizimo era retirado de alimento (II Cr.31:5)
Dizimo é retirado da terra (Ne.10:37).







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n?o Re: Vamos estudar Malaquias 3?

Mensagem por David de Oliveira em Dom 14 Dez 2008, 9:51 pm

Uma pergunta interessante:
Por que Deus instituiu a lei do dízimo para os israelenses?
david


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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n?o Re: Vamos estudar Malaquias 3?

Mensagem por Matos em Qui 15 Jan 2009, 9:52 pm



E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente. Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração; Os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à dissolução, para com avidez cometerem toda a impureza.  Ef 17:19

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n?o Re: Vamos estudar Malaquias 3?

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