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E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

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E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Ed em Ter 29 Nov 2011, 5:35 pm

Como teria sido a história?

Porque viveu apenas 33 anos?

O que tua imagiinação poderia nos dizer?



::


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por DANNILO STELIO em Qua 11 Jun 2014, 10:52 am

Trinta anos era a idade em que o levita começava a trabalhar no tabernáculo (Números 4.3).

E três anos correspondem a três dias proféticos.
Explico melhor.
O cordeiro pascal era separado no dia 10 de abibe, ficando assim até o dia 13 daquele mês, para que todos vissem que ele não tinha defeito.
E no dia 14, ele era sacrificado na Páscoa.
Jesus, como Cordeiro Pascal, ficou três anos (3 dias proféticos) "exposto" a todos, para que constatassem que ele não tinha pecado.

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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 11 Jun 2014, 4:02 pm

DANNILO STELIO escreveu:Trinta anos era a idade em que o levita começava a trabalhar no tabernáculo (Números 4.3).

E três anos correspondem a três dias proféticos.
Explico melhor.
O cordeiro pascal era separado no dia 10 de abibe, ficando assim até o dia 13 daquele mês, para que todos vissem que ele não tinha defeito.
E no dia 14, ele era sacrificado na Páscoa.
Jesus, como Cordeiro Pascal, ficou três anos (3 dias proféticos) "exposto" a todos, para que constatassem que ele não tinha pecado.

muito bom danillo, parabens, isto é um exemplo de um evento tipológico do processo sacrificial de Cristo positivinho 

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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por rbarros em Dom 15 Jun 2014, 6:41 pm

Jesus viveu na Índia, até à velhice. Leia Holger Kernsten...



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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Ed em Dom 15 Jun 2014, 7:46 pm

Menos Barros, menos...  angel


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Eterna em Dom 15 Jun 2014, 8:40 pm

Ed escreveu:Como teria sido a história?

Porque viveu apenas 33 anos?

O que tua imagiinação poderia nos dizer?



::

Recontando a história a partir do rescenceamento chegou-se a conclusão que ele teria morrido aos 37 anos. Quatro anos faz uma grande diferença levando em consideração que o ano em que ele nasceu está correto!


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Eterna em Dom 15 Jun 2014, 8:48 pm

DANNILO STELIO escreveu:Trinta anos era a idade em que o levita começava a trabalhar no tabernáculo (Números 4.3).

E três anos correspondem a três dias proféticos.
Explico melhor.
O cordeiro pascal era separado no dia 10 de abibe, ficando assim até o dia 13 daquele mês, para que todos vissem que ele não tinha defeito.
E no dia 14, ele era sacrificado na Páscoa.
Jesus, como Cordeiro Pascal, ficou três anos (3 dias proféticos) "exposto" a todos, para que constatassem que ele não tinha pecado.

Dizem que ele era do signo de virgem e isto pode sugerir que efetivamente ele nasceu de uma virgem. Mas levando-se em conta tantos números penso que a numerologia e outros sistemas de cunho profético e adivinhatório tenham lá seu fundamento!


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Eterna em Dom 15 Jun 2014, 9:02 pm

rbarros escreveu:Jesus viveu na Índia, até à velhice. Leia Holger Kernsten...


He Barros, sempre tentando polemizar né? Eu também já li sobre esta questão mas o melhor é se resguardar de situações que nunca poderão ser comprovadas.

O fruto do cristianismo é observar que Deus enviou um espírito elevado para plantar uma semente e morrer por essa verdade antes de se esconder em qualquer lugar para morrer de velhice, no anonimato, enquanto sua semente germinava através daqueles que sairam a pregar a boa nova e morreram pela causa.


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Eterna em Dom 15 Jun 2014, 9:09 pm

Ed escreveu:Menos Barros, menos...  angel

Faço minha as suas palavras! Toca aqui  ping-pong  

Menos Barros, menos garoto!


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por rbarros em Seg 16 Jun 2014, 5:51 pm

Menos por quê? 

Menos o quê? Menos verdades? 

Assim poderemos viver em paz com a nossa consciência?

Alguém ao menos leu a resenha do livro contida no link que indiquei? Não, é claro...

Vamos lá, pessoal, deixemos a preguiça e o comodismo de lado e vamos em busca da Verdade - não aquela verdade forjada em dois mil anos de História, mas a Verdade (com v maiúsculo) que se oculta nas entrelinhas e que já não tem mais muitos lugares para se esconder...


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Ed em Seg 16 Jun 2014, 5:59 pm

Se liga meu, você acha mesmo que os cristãos vão crer numa bobagem dessas???

Tais de brincadeira...  :risadinha: 


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por rbarros em Seg 16 Jun 2014, 9:04 pm

Não mesmo, sei disso.

Pra quê correr atrás da Verdade, se está tão bom assim? Deixa ela lá, no cantinho dela, que a gente vai levando a vida.

São poucas as pessoas no mundo que a perseguem, que a desejam, que dariam a própria vida para descobri-la!

Acho que sou um destes poucos loucos desvairados que ainda lutam contra os moinhos-de-vento; talvez o último romântico, talvez o último dos moicanos. 

Mas desistir eu não desisto jamais. "Conheceis a Verdade e a Verdade vos libertará", sentenciou profeticamente o Apóstolo.

 :chapeu:


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Ed em Seg 16 Jun 2014, 10:20 pm

Como você está por fora cara!  ai, caramba! :risadinha: 

Quem disse estas palavras não era nenhum apóstolo!

Pelo teu fantástico conhecimento, vai fundo atrás destas baboseiras que você vai ver onde vai parar!

Sinto muito te informar mas você está no caminho errado.


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por rbarros em Ter 17 Jun 2014, 7:02 pm

Ed escreveu:Como você está por fora cara!  ai, caramba! :risadinha: 

Quem disse estas palavras não era nenhum apóstolo!

Pelo teu fantástico conhecimento, vai fundo atrás destas baboseiras que você vai ver onde vai parar!

Sinto muito te informar mas você está no caminho errado.
Está bem, me expressei mal, mas a frase atribuída a Jesus está no evangelho de João:

"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ."   (João 8:32)


Melhorou assim, amigo Ed?  eba 

Eu leio muito, Ed, procuro me informar de várias fontes, pesquiso, vou atrás - compro livros, devoro-os. Não acho que estou no caminho errado. 

É claro que nem tudo o que leio levo a sério, procuro seguir o que ensinou Buda: sempre filtrar o que está de acordo com o seu próprio senso. 


Uma coisa eu concordo com o grande pensador grego, Sócrates, mestre da Filosofia: "A Verdade não está com os homens, está ENTRE os homens."

Ou seja, em cada lugar encontramos uma fração da Verdade, nunca - jamais - em um único lugar.

 Wink 


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por DANNILO STELIO em Ter 17 Jun 2014, 10:32 pm

Jesus Hindu... huaauhuahauha De vez em quando alguém desenterra este defunto...

FONTE:

 Verifica-se que o livro de H. Kersten é tendencioso; aborda a figura e a vida de Jesus a partir de premissas gratuitamente preconcebidas; Jesus seria um Bodhisattwa; por conseguinte deve ter forçosamente tido relações com a Índia e sua filosofia religiosa. Estabelecida esta tese, o autor força os textos bíblicos e não bíblicos a fim de fundamentarem o seu pensamento, chegando por vezes às raias do ridículo. O livro assim tem pouco valor científico; representa uma expressão singular da filosofia religiosa contemporânea, que temcontra si testemunhos da arqueologia, da historiografia, da medicina, e de vinte séculos de Tradiçāo cristã; é dificil crer que só no século XX (dezenove séculos após a morte de Jesus) se tenha podido chegar à verdade a respeito dele; hoje saberíamos mais sobre Jesus do que souberam as primeiras gerações cristãs; estas terão sido todas iludidas e simplórias; terão transmitido a ilusão até nossos dias!




2. Ponderando os dados...
Quem lê atentamente a explanação do autor alemão, é logo incitado a perguntar: quais as fontes e premissas que a sustentam?
Eis a resposta: Kersten professa a cosmovisão religiosa hinduísta (ora sob a forma do budismo, ora sob a da Teosofia[2]). Em consequência, aborda a Bíblia com a intenção de reduzir toda a mensagem desta ao sistema budista: o povo de Israel era ligado à Índia; Jesus foi budista, aprendeu na Índia antes de ensinar na Palestina e voltou à Índia para pregar depois que escapou da morte de cruz. Esta teoria apela para:
1) a lacuna existente nos Evangelhos entre os doze e trinta anos de vida de Jesus;
2) o Sudário de Turim, que parece ter envolvido um homem vivo e não um cadáver, conforme Kersten;
3) os apócrifos do Antigo e do Novo Testamento.
É preciso, pois, que indaguemos qual o valor destas pilastras da teoria de Kersten.
2.1. A lacuna entre os 12 e 30 anos de Jesus
Muitos leitores se impressionam pelo fato de que os evangelistas nada dizem sobre o período dos 12 aos 30 anos de Jesus; Mateus e Lucas referem algo sobre a infância de Jesus até os dois anos de idade; Lucas narra um episódio ocorrido aos doze anos; depois cala-se até o Batismo de Jesus aos trinta anos (cf. Lucas 3,23). Marcos começa simplesmente com João Batista a pregar e batizar no deserto (cf. Marcos 1,1-11).
Tal silêncio leva diversos autores modernos a supor que os evangelistas nada sabiam a respeito de tal período, porque Jesus terá viajado para o exterior, a fim de se imbuir da sabedoria tibetana, indiana ou egípcia; Jesus terá sido um dos grandes iniciados em doutrinas ocultas e reservadas... Assim pensam os rosacrucianos, os esotéricos em geral, os teosofîstas, muitos espíritas... Esta concepção difunde-se com insistência, podendo calar nas mentes de leitores despreparados.
Oue dizer?
O assunto já foi longamente abordado na revista Pergunte e Responderemos nº 206, de 1977, páginas 68 a 72. Sumariamente deve-se observar: a tese de Kersten e seus correligionários supõe que os Evangelhos sejam uma biografia. Ora toda biografia começa com o nascimento do herói, percorre os anos de sua formação, de sua carreira profissional e descreve o seu declínio. Se falta algum destes elementos, o leitor tem razão de estranhar.
Tal, porém, não é o gênero literário dos Evangelhos. Estes não foram concebidos como biografias de Jesus, mas, sim, como o eco escrito da pregação oral dos Apóstolos. Ora a pregação dos Apóstolos começava pela Páscoa final de Jesus, anunciando, antes do mais, que Ele morreu e ressuscitou para nos salvar... Quem aceitasse esta mensagem (querigma), era então catequizado ou recebia os ensinamentos apregoados por Jesus durante a sua vida pública, ou seja, a partir dos trinta anos... Com isto encerrava-se a tarefa dos arautos da Boa―Nova; por conseguinte, com isto encerrava­-se também a, tarefa dos Evangelistas; São Marcos ateve­-se estritamente a este esquema, percorrendo apenas a vida pública e a glorificação final do Senhor. São Mateus e São Lucas quiseram, por conta própria, acrescentar a tal esquema alguns dados atinentes à infância de Jesus; são quadros mais ou menos avulsos ou umas poucas notícias referentes a Zacarias e sua família, a Maria, a José, e aos primeiros tempos do Menino Jesus; há um intervalo entre Jesus aos quarenta dias no templo de Jerusalém e Jesus aos doze anos entre os doutores, como também há uma lacuna entre os doze e os trinta anos de Jesus; nenhum desses hiatos desmerecia a missão dos Evangelistas, que tinham em vista estrita apenas a pregação e e glorificação de Jesus. Donde se vê que não se deve estranhar a ausência de notícias sobre Jesus entre os doze e trinta anos. Só concebe surpresa quem não conhece o assunto e o encara a partir de categorias estranhas.
Em síntese, eis a diferença entre biografia e "Evangelho":
BIOGRAFIA: (1) Nascimento > (2) Formaçāo > (3) Vida pública > (4) Declínio
EVANGELHO: (3) Infància < (2) Vida pública < (1) Páscoa final
Isto não quer dizer que os Evangelistas tenham começado a escrever a partir da Páscoa final de Jesus, mas, sim, que a mensagem evangélica se foi desenvolvendo oralmente a partir da Páscoa e glorificação de Jesus.
De resto, sabe-se que Jesus, anteriormente à sua vida pública, era carpinteiro e vivia em Nazaré, como se depreende de Mateus 13,55 e Marcos 6,3; os numerosos ouvintes na sinagoga de Nazaré perguntavam: "Não é este o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, Joset, Judas e Simão?".
Vê-se, pois, que é totalmente gratuita a hipótese de que Jesus tenha ido ao Oriente remoto antes de sua vida pública. Não há fundamento para se sustentar isto. Ao contrário, a literatura apócrifa narra episódios da vida de Jesus em Nazaré, exercendo a profissão de carpinteiro. Ver a propósito a revista Pergunte e Responderemos nº 318, de 1988, páginas 500 e seguinte.
2.2. Jesus não morreu na Cruz?
Os argumentos aduzidos por H. Kersten para afirmar que Jesus não morreu na Cruz, são, em grande parte, depreendidos do exame do Sudário de Turim (cf, pp. 141-190). A propósito observe-se:
1) O Sudário não pode servir de base para estruturar alguma teoria, visto que a sua autenticidade ainda está em discussão.
2) Mesmo que se admita a genuinidade da Mortalha, ela leva a crer que Jesus morreu realmente e aí foi envolvido. O Dr. Pierre Barbet, cirurgião francês, escreveu a respeito um livro minucioso de índole científica, reconstituindo a Paixāo e a Morte de Jesus à luz da imagem do Sudário[3]. Além disto, os cientistas sempre viram no Sudário a imagem de um homem realmente morto. A tese de Kersten é totalmente singular.
3) Independentemente do Sudário, a morte de Jesus na Cruz consta das narrações do Evangelho e de toda a Tradiçāo cristã. Os maus tratos e a perda de sangue que Jesus padeceu desde a agonia no horto das Oliveiras até a crucifixão, explicam a sua morte na Cruz; esta, de resto, foi averiguada pelos soldados, que não lhe quiseram quebrar as pernas, como fizeram aos dois ladrões crucificados ao lado de Jesus; por cautela, transpassaram­-lhe o lado com um golpe de lança, que por si bastaria para matar Jesus (Cf. João 19,31-37).
4) A fim de fugir da força probatória dos fatos, Kersten afirma que o golpe de lança foi apenas "uma arranhadura ou escoriação superficial, e não um golpe violento e muito menos um ferimento profundo" (p. 182). Também para escapar à evidência dos argumentos, julga Kersten que Jesus ficou mais de três dias no sepulcro em tratamento (possivelmente proporcionado a Jesus por companheiros nazarenos ou essênios); cf. p. 195. Tais explicações são artificiais porque inspiradas por preconceitos, como, aliás, também é ridícula a explicação dada à Ascensão de Jesus quarenta dias depois de ressuscitado: "O caminho para Betania segue em direção ao Sul, nos contrafortes do Monte das Oliveiras até o pico da Ascensão num aclive bastante pronunciado. Quem chega até o pico da montanha, logo é perdido de vista pelos que ficam um pouco mais abaixo" (p. 196). Isto quer dizer que Jesus terá descido para o outro lado da montanha, de modo a desaparecer aos olhos dos Apóstolos; não se terá elevado nos céus!...
5) Toda a Tradiçāo professa a morte de Jesus na Cruz e indica seu sepulcro em Jerusalém. Não há, entre os cristãos, notícia alguma de sepultura de Jesus na Índia; se a houvesse, os cristãos teriam peregrinado até lá, como peregrinaram a Jerusalém, desde cedo até nossos dias. É, pois, totalmente fora de contexto e de verossimilhança a hipótese de Kersten; é somente o desejo de fazer de Jesus um Bodhisattwa que explica a sua engenhosidade fantasiosa.
6) Os preconceitos de Kersten são mais e mais evidentes. Assim, por exemplo, em Mateus 26,48 e paralelos se lê que a Jesus, antes de morrer, deram de beber vinagre, bebida acidulada de que usavam os soldados romanos. Ora Kersten levanta a hipótese de que se tratava de uma bebida usual na Índia (o suco da planta "asclepias acida"), "que permitia que as pessoas familiarizadas com a droga ficassem aparentemente mortas por vários dias, despertando depois em estado de euforia que durava também vários dias. Em tal estado de êxtase religioso, podia manifestar­se uma consciência mais elevada, dotada de novos poderes de percepção" (p. 173). Ora é gratuito procurar nos costumes da Índia uma interpretação para o vinagre que Jesus bebeu antes de morrer.
É também sumária demais a explicação dada às chagas dos pés de Jesus: "Experiêncías cirúrgicas com cadáveres têm demonstrado que a crucificação por cravos não destrói nem os vasos sanguíneos mais importantes nem qualquer osso. O cravo foi introduzido entre oito ossos do pulso, afastando-os levemente. A perfuração do pé ocorreu no segundo metatarso, ferindo apenas a carne. Depois das feridas maiores terem-se fechado, o homem vitimado precisaria apenas de paz e tranquilidade para se restabelecer, o que poderia ter sido conseguido através da bebida narcótica" (pp. 193S).
H. Kersten não leva em conta o fator mais decisivo para a morte dos crucificados, que era a asfixia. Mesmo que as chagas produzidas pelos cravos não fossem mortais, a posição de quem pendia na Cruz levava à morte rápida por asfixia. Eis o que se lê no livro do Dr. Barbet:
- "A fixação dos braços levantados, portanto em posição de inspiração, acarreta relativa imobilidade das costelas e grande incômodo na respiração; o crucificado tem a impressão de sufocamento. O coração deverá trabalhar mais, suas pulsações se precipitam e enfraquecem. Segue-­se uma certa estagnação dos vasos de todo o corpo. E como, por outro lado, a oxigenação se faz mal nos pulmões que funcionam insuficientemente, a sobrecarga de ácido carbônico provoca excitação das fibras musculares e, como consequência, uma espécie de estado tetânico de todo o corpo" (p. 99).
Mais:
- "Podemos citar o testemunho de dois antigos prisioneiros de Dachau, que, várias vezes, presenciaram a aplicação do suplício e dele conservam terrificante lembrança (...) Suspendiam o condenado pelas duas mãos, quer uma ao lado da outra, quer separadas. Os pés ficavam a certa distância do solo. Em pouco tempo, o incômodo respiratório ficava intolerável. O paciente procurava remediá-lo erguendo-se com os braços para poder retomar fôlego; conseguia-se manter no ar até 30 e 60 segundos. 
Prendiam-lhe, então, pesos aos pés para dificultar os soerguimentos. A asfixia se desfechava então rapidamente em três ou quatro minutos. No último momento, tiravam os pesos, permitindo de novo os soerguimentos para que, retomando fôlego, conseguisse reviver (...)
Após uma hora de suspensão, tornavam-se estas contrações cada vez mais frequentes, mas também mais fracas e a asfixia se estabelecia progressiva e definitivamente. A testemunha descreve a caixa torácica intumescida ao máximo, a cavidade epigástrica muito profunda. As pernas rijas pendiam sem se agitar. A pele ficava violeta. Abundante suor aparecia em todo o corpo, escorrendo até o chão e manchando o cimento. Especialmente profuso era este suor nos poucos minutos que precediam a morte; os cabelos e a barba ficavam literalmente ensopados, ainda em temperaturas próximas ao zero. Deviam esses agonizantes ter uma temperatura bem elevada.
Depois da morte ficava o corpo em extrema rigidez, A cabeça caía para a frente, no eixo do corpo. A morte sobrevinha, em media, ao cabo de três horas; ou um pouco mais tarde, quando as māos ficavam separadas" (pp. 101s).
Por conseguinte, o estudo atento e objetivo do Evangelho colocado no contexto da arqueologia e da medicina confirma que Jesus realmente morreu na Cruz.
Passemos a outra das teorias de H. Kersten.
2.3. Jesus foi um Bodhisattawa?
À p. 83 do livro de Kersten lê-se o seguinte:
"O fato de Jesus poder ser considerado como a perfeita encarnação do ideal que floresceu na Índia com o budismo Mahayana é de singular importância. Mesmo nos pequenos detalhes, ele apresenta as características do Bodhisattwa ideal delineadas no século 39 a.C. quando o budismo abandonou o intimismo dos monges Hinayana, para tornar-se uma religião popular e universal. A existência terrena de um Bodhisattwa é totalmente determinada por sua missão de salvador, destinado a introduzir todas as almas no caminho reto da redenção dos sofrimentos humanos.
Apesar de todas as tentativas feitas no sentido de obscurecer a verdadeira origem dos ensinamentos de Jesus, e apesar da rigorosa canonização dos evangelhos, ainda encontramos mais de 'cem passagens' claramente enraizadas na antiga tradição budista" (p. 83).
A fim de avaliar esta afirmação, perguntamo-nos: que é o Budismo?
― O Budismo é um sistema filosófico panteísta; identifica a Divindade, o mundo e o homem como sendo uma só substância. Em consequência, não é Deus quem salva o homem, mas é o homem que salva a si mesmo mediante a série de reencarnações (samsara), que dão à pessoa a chance de extinguir o apego à matéria mediante rigorosa ascese e esvaziamento interior. O corpo é tido como algo de desprezível; quem se reencarna, está sendo punido pela lei do karma; o ideal é desencarnar—se definitivamentel[4].
Ora a doutrina de Jesus é radicalmente diversa de tal sistema. Com efeito:
― Jesus se situa no termo de chegada do Antigo Testamento, que professava o monotefsmo estrito e a transcendência de Deus; cf. Mateus 5,17-19. Ele veio trazer a plenitude da Revelação iniciada no judaísmo, afirmando a unicidade de um só Deus, cuja vida é tão rica que ela subsiste em três Pessoas (as quais não perfazem três deuses);
― Para Jesus, a matéria não é má; por isto a consumação do homem se dará mediante a ressurreição dos corpos; cf. Mateus 22,29-32. Ele mesmo predisse a sua ressurreição (cf. Mateus 16,21; 17,22s; 20,17-19) e ressuscitou (cf. Mateus 28,1-20...). Examinaremos à parte as passagens do Evangelho aduzidas em favor da reencarnação.
— "Quase tudo o que foi dito sobre Jesus encontra paralelo nas antigas lendas indianas" (p. 136). ― Kersten aponta milagres de mestres indianos para firmar sua sentença. Ora este ponto de contato é tênue. Muitos homens, especialmente na Índia, dotados de faculdades parapsicológicas, podem ter efetuado façanhas surpreendentes, tidas como milagrosas. Isto, porém, não basta para que estabeleçamos o paralelo dos mesmos com Jesus.
― São Paulo é o grande teólogo a quem se deve uma profunda penetração do pensamento de Cristo nos escritos do Novo Testamento. Com efeito; São Paulo tinha consciência de ser discípulo de Jesus (cf. Gálatas 1,15-24; Atos 9,26-30; 22,3-21; 26,4-23); só queria testemunhar o que de Jesus aprendera (cf. 1Coríntios 15,3-10; 11,23-32); refere-se a Jesus como Filho de Davi (cf. Romanos 1,3), nascido da mulher (Gálatas 4,4)... O grande mérito de São Paulo foi ter mostrado que a Lei de Moisés se consumou em Cristo, de modo que Este trouxe o cumprimento das promessas feitas aos Patriarcas de Israel (2Coríntios 1,20). O pensamento paulino deve ser entendido a partir das premissas judaicas e bíblicas do Apóstolo muito mais do que em função de categorias do helenismo. Eis a propósito as observações de G. Bellinato:
- "Não obstante o impacto da educação grega, a coloração peculiar da personalidade de Paulo, o seu vulto espiritual e a raiz profunda de sua contextura existencial são hebraicas. 'São hebreus?' (=conhecedores aprimorados da líhgua hebraica), também eu. São descendentes (sêmen) de Abraão? (=desfrutando da absoluta pureza da raça), também eu' (2Coríntios 11,22). Sim, Paulo, ao ensejo da defesa pessoal contra os judaizantes, tem palavras de ufania e altivez, por ser um legitimo rebento da estirpe judaica (cf. Filipenses 3,4-6). Paulo vive num contexto grego, mas respira num clima espiritual hebraico" (Paulo: Cartas e Mensagens, p. 17).
2.4. Os apócrifos
Os apócrifos do Novo Testamento são livros oriundos nos primeiros cinco séculos da Igreja, com aparência de textos bíblicos. Apresentam-se como complementação da literatura bíblica canônica, falando dos ancestrais de Maria Santíssima, da infância de Maria, da infância de Jesus, da sua vida oculta, da sua Paixão, etc. São marcados por três traços característicos:
- contêm elementos de história aceitáveis ou fidedignos, pois nem tudo o que se refere a Jesus foi consignado nos Evangelhos canônicos. A Igreja tira dos apócrifos os nomes dos genitores de Maria (Joaquim e Ana), a apresentação de Maria no Templo aos três anos de idade, os esponsais de Maria e José...;
- contêm elementos altamente fantasiosos, devidos ao fervor exuberante de antigos cristãos, que imaginavam um Jesus portentoso do nascer ao morrer;
- contêm elementos heréticos, isto é, doutrinas destoantes da mensagem oficial da Igreja. Para dar maior ênfase ou uma aparente autoridade às suas doutrinas, muitas escolas teológicas dissidentes redigiam―nas em estilo de Evangelhos, Atos de Apóstolos, Epístolas, etc.
Sendo assim, vê-se que é necessária certa cautela quando se abordam os apócrifos; facilmente poderá alguém dar crédito indevido a um ou outro traço dos mesmos. A Palavra de Deus pregada pelos Profetas e por Jesus vive no âmago da Santa Igreja assistida por Jesus Cristo e por seu Espírito, afim de que não se deteriore o depósito da Revelação Divina.


Última edição por DANNILO STELIO em Ter 17 Jun 2014, 10:35 pm, editado 1 vez(es)

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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por DANNILO STELIO em Ter 17 Jun 2014, 10:34 pm

E nem original esse alemão é. Um plagiador ! Vejam só !

FONTE: ICP
Entre as fontes que se propõem a contar o que ocorreu com Jesus entre os doze e os trinta anos está o que os adeptos da Nova Era chamam de “Arquivos Akáshicos” ou “Registros Akáshikos”, que, segundo eles, trata-se de um espaço invisível, simbolizado pelo éter, também conhecido como o reservatório cósmico de memórias individuais. Seria como uma espécie de “memória do Universo” para os esotéricos. Nesses registros, supõe-se estarem escritas todas as palavras, ações e pensamentos de todos os seres e de todos os indivíduos que já existiram ou existem no Universo. Eles afirmam que somente as pessoas iniciadas no esoterismo conseguem consultar essas informações.

Foi baseado nesses registros que Levi H. Dowling, ex-capelão do exército americano, escreveu o livro O evangelho de Jesus, o Cristo, para a era de aquário. Tal obra contém muitos relatos da peregrinação de Jesus (ou Issa) pelo Extremo Oriente. O capítulo 23 ressalta que Jesus esteve na Índia e “procurou aprender a arte hindu de curar, de modo que se tornou discípulo de Udraka, o maior dos curadores hindus”. Após aprender alguns conceitos sobre cura, Jesus teria baixado “a cabeça em reconhecimento pela sabedoria daquela alma superior e seguiu seu caminho”.4

O livro também diz que Jesus esteve em um templo em Lhasa, capital do Tibete, onde conheceu o grande sábio oriental Meng-tse, que o ajudou a ler os manuscritos antigos: “E Meng-tse abriu as portas do templo de par em par e todos os sacerdotes e mestres deram as boas-vindas ao sábio hebreu”.5

O grande problema com essas e outras passagens é que elas são estranhas ao que lemos sobre Jesus no Novo Testamento. Ele jamais curvou a cabeça ou teve qualquer atitude que lembrasse o misticismo hindu. Nem mesmo a História registra algum grande sábio oriental por nome Meng-Tse. Então, fica a pergunta: “Que credibilidade podemos dar às informações retiradas de um arquivo que ninguém pode ver? Alguém pode dizer que elas são confiáveis?”.

A coisa fica mais discrepante quando comparamos ambas as fontes de informações — as do Jesus bíblico e as dos registros atávicos. Pedro escreveu em sua segunda epístola: “Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a sua majestade” (2Pe 1.16). Outrossim, Lucas comenta, na introdução de seu evangelho: “Tendo, pois, muitos empreendido pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra, pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio; para que conheças a certeza das coisas de que já estás informado” (Lc 1.1-4).

Todos esses textos mostram que, ao lidarmos com o Novo Testamento, estamos mexendo com documentos históricos escritos por testemunhas oculares ou por investigadores que tiveram contato com essas testemunhas oculares. Isso está em aberto contraste com pessoas que dizem ter retirado suas informações de um suposto arquivo invisível, acessível apenas a um restrito grupo de pessoas exóticas.

Documentos fidedignos versus documentos duvidosos

Outra fonte que procura informar as atividades de Jesus dos doze aos trinta anos é descrita pelo jornalista russo Nicolai Notovitch, que teria, em 1887, quando então com 29 anos, conhecido o mosteiro budista de Hemis, em Ladakh, no norte da Índia. E lá, soube da existência de escritos tibetanos sobre um misterioso profeta chamado “Santo Issa” e que os dados sobre a vida desse Issa eram muito semelhantes aos dados da vida de Jesus de Nazaré. Segundo o jornalista, o reverendo abade do mosteiro budista traduzia e lia os escritos, às vezes incompletos, e ele, por sua vez, tomava nota de tudo.

Esses supostos escritos afirmavam que um adolescente de Israel com o nome de Issa tinha fugido de casa e chegado àquela região trazido por mercadores com o objetivo de se preparar espiritualmente. Os textos diziam ainda que esse suposto Issa foi discipulado nos mosteiros budistas e hindus.6

Antes de darmos crédito a tais relatos, seria bom compararmos documentalmente nossos evangelhos com as narrações do jornalista russo. Segundo o escritor Josh McDowell, existem hoje cerca de 24.000 cópias antigas do Novo Testamento, mais do que qualquer outro livro da antiguidade, as quais são suficientes para confirmar a historicidade de Jesus.7

Em nenhum lugar esses textos fazem qualquer referência à visita de Jesus ao Extremo Oriente ou apresenta qualquer ensino ou prática que lembrem os hindus e os budistas ou suas escrituras. Portanto, basear-se em um manuscrito obscuro, do qual até hoje ninguém, além de Nicolai Notovitch, tem conhecimento para saber quem é Jesus é algo fora de lógica. Seria o equivalente a abraçar boatos e a rejeitar documentos históricos.

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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Ed em Qua 18 Jun 2014, 6:16 pm

DANNILO STELIO escreveu:Jesus Hindu... huaauhuahauha De vez em quando alguém desenterra este defunto...
E não é que é mesmo?!  :risadinha:


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por rbarros em Qua 18 Jun 2014, 9:18 pm

Nem me dei ao trabalho de ler, só pelas fontes (todas tendenciosamente cristãs). Se tivesse mais tempo (e paciência) refutava cada linha...

Queria que os amigos me contassem sem erros o que Jesus fez dos doze aos 30 anos - segundo os evangelhos...


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Ed em Qua 18 Jun 2014, 9:33 pm

O que interessa não é o que Ele fez na juventude, mas falava muito bem com muita inteligência e sabedoria das coisas de Deus quando jovem, o que interessa efetivamente é o que Ele fez nos anos de seu ministério salvador.

Como você gosta de "devorar" leituras, leia com atenção uma "palinha" da vida jovem de Jesus e tire suas conclusões a respeito de sua infância e juventude:

Lucas 7:42  E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa.

43  E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe.

44  Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos;

45  E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele.

46  E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os.

47  E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas.

48  E quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos.

49  E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?

50  E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia.


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por DANNILO STELIO em Qua 18 Jun 2014, 10:45 pm

rbarros escreveu:Nem me dei ao trabalho de ler, só pelas fontes (todas tendenciosamente cristãs). Se tivesse mais tempo (e paciência) refutava cada linha...

Queria que os amigos me contassem sem erros o que Jesus fez dos doze aos 30 anos - segundo os evangelhos...

Engraçado. ... as suas fontes são tendenciosamente esotéricas e anticristãs, mas isso não me impediu de ler uma linha sequer. ...

Quer saber o que Jesus fez nesse período ? O que todo judeu fazia naquela época ! A bíblia nos fala que em tudo ele era semelhante a nós. Filipenses 2.7, Hebreus 2.14 e 17.

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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por rbarros em Qui 19 Jun 2014, 10:59 am

Ed escreveu:O que interessa não é o que Ele fez na juventude, mas falava muito bem com muita inteligência e sabedoria das coisas de Deus quando jovem, o que interessa efetivamente é o que Ele fez nos anos de seu ministério salvador.

Como você gosta de "devorar" leituras, leia com atenção uma "palinha" da vida jovem de Jesus e tire suas conclusões a respeito de sua infância e juventude:

Ed, estes versículos eu conheço, mesmo assim obrigado pela dica.

A mim interessa sim, e muito, o que o Mestre andou fazendo na adolescência e juventude, por que não interessaria? Como vemos em Holger Kernsten, ele fez muito e encantou muitos.

A história oculta de Jesus é tão bela quanto a mal contada história contida nos Evangelhos.


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por rbarros em Qui 19 Jun 2014, 11:05 am

DANNILO STELIO escreveu:
rbarros escreveu:Nem me dei ao trabalho de ler, só pelas fontes (todas tendenciosamente cristãs). Se tivesse mais tempo (e paciência) refutava cada linha...

Queria que os amigos me contassem sem erros o que Jesus fez dos doze aos 30 anos - segundo os evangelhos...

Engraçado. ... as suas fontes são tendenciosamente esotéricas e anticristãs, mas isso não me impediu de ler uma linha sequer. ...

Quer saber o que Jesus fez nesse período ? O que todo judeu fazia naquela época ! A bíblia nos fala que em tudo ele era semelhante a nós. Filipenses 2.7, Hebreus 2.14 e 17.
Não, Danillo, a minha fonte (Holger Kernsten) não é esotérica e nem anticristã, ao contrário, há um enorme esforço dele e de outros que o antecederam para nos revelar quem foi Jesus de Nazaré. Principalmente o Jesus histórico. E graças ao seu esforço, pode-se notar que o Jesus histórico realmente existiu.

"Semelhante a nós", você é judeu? Eu não...


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por DANNILO STELIO em Qui 19 Jun 2014, 12:13 pm

rbarros escreveu:
DANNILO STELIO escreveu:
rbarros escreveu:Nem me dei ao trabalho de ler, só pelas fontes (todas tendenciosamente cristãs). Se tivesse mais tempo (e paciência) refutava cada linha...

Queria que os amigos me contassem sem erros o que Jesus fez dos doze aos 30 anos - segundo os evangelhos...

Engraçado. ... as suas fontes são tendenciosamente esotéricas e anticristãs, mas isso não me impediu de ler uma linha sequer. ...

Quer saber o que Jesus fez nesse período ? O que todo judeu fazia naquela época ! A bíblia nos fala que em tudo ele era semelhante a nós. Filipenses 2.7, Hebreus 2.14 e 17.
Não, Danillo, a minha fonte (Holger Kernsten) não é esotérica e nem anticristã, ao contrário, há um enorme esforço dele e de outros que o antecederam para nos revelar quem foi Jesus de Nazaré. Principalmente o Jesus histórico. E graças ao seu esforço, pode-se notar que o Jesus histórico realmente existiu.

"Semelhante a nós", você é judeu? Eu não...

Entenda "nós" por gênero humano. 
Jesus não veio apenas para os judeus. 
Veja o capítulo primeiro de João.

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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por Ed em Qui 19 Jun 2014, 1:57 pm

DANNILO STELIO escreveu:
rbarros escreveu:
DANNILO STELIO escreveu:
rbarros escreveu:Nem me dei ao trabalho de ler, só pelas fontes (todas tendenciosamente cristãs). Se tivesse mais tempo (e paciência) refutava cada linha...

Queria que os amigos me contassem sem erros o que Jesus fez dos doze aos 30 anos - segundo os evangelhos...

Engraçado. ... as suas fontes são tendenciosamente esotéricas e anticristãs, mas isso não me impediu de ler uma linha sequer. ...

Quer saber o que Jesus fez nesse período ? O que todo judeu fazia naquela época ! A bíblia nos fala que em tudo ele era semelhante a nós. Filipenses 2.7, Hebreus 2.14 e 17.
Não, Danillo, a minha fonte (Holger Kernsten) não é esotérica e nem anticristã, ao contrário, há um enorme esforço dele e de outros que o antecederam para nos revelar quem foi Jesus de Nazaré. Principalmente o Jesus histórico. E graças ao seu esforço, pode-se notar que o Jesus histórico realmente existiu.

"Semelhante a nós", você é judeu? Eu não...

Entenda "nós" por gênero humano. 
Jesus não veio apenas para os judeus. 
Veja o capítulo primeiro de João.
Creio que  o Danilo está querendo que todos entendam as coisas que ele entende da maneira que ele entende... 

A conversa deve estar a nível de comunidade para dar certo, porque aqui não é uma denominação específica.  angel 

O Forum Gospel Brasil não pertence a nenhuma denominação, Pentecostal, Carismática, evangélica, católica, muçulmana etc...

É um Forum para se debater idéias, e assuntos Teológicos em geral.


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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

Mensagem por DANNILO STELIO em Qui 19 Jun 2014, 4:19 pm

Ed escreveu:Creio que  o Danilo está querendo que todos entendam as coisas que ele entende da maneira que ele entende... 

A conversa deve estar a nível de comunidade para dar certo, porque aqui não é uma denominação específica.  

O Forum Gospel Brasil não pertence a nenhuma denominação, Pentecostal, Carismática, evangélica, católica, muçulmana etc...

É um Forum para se debater idéias, e assuntos Teológicos em geral
Se entendeu isso está equivocado. 
Os significados de certos termos e jargões podem variar entre grupos e pessoas.  Já encontrei muito disso por aqui, mas sempre consegui resolver através do diálogo. 
A intenção de uma linguagem a nível de comunidade , universal mesmo, é sem dúvida uma proposta interessante que outras pessoas já tentaram (veja o esperanto) mas que ainda está longe de um resultado prático. 
Até lá teremos que nos contentar com explicações de parte a parte quanto a eventuais discordâncias linguísticas.

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Re: E se Jesus tivesse vivido até uns 90 anos?

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