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Deus descansou no sétimo dia inteiro?

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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Qui 01 Dez 2011, 2:11 pm

Ed escreveu:
Diego escreveu:Você é melhor que isso Ed. ​Porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou. (Lv 20:11)
E continuou trabalhando também no sétimo dia... Deus não terminou no sexto dia o trabalho de Sua obra, e sim no sétimo. Ficou chateado por isso? Trabalho faz bem Diego!
Sinceramente, não sei que problema o irmão vê neste texto. Será que ele contradiz todo o contexto (verso 1-3) que firma que Deus abençoou e santificou o dia de Sábado? A seguir, transcreverei minha resposta e um breve estudo de Pedro Apolinário Professor de Grego e Crítica Textual a respeito do texto, para não ultrapassar o limite de linhas deste post informo o link, favor acessar em: http://adventista.forumbrasil.net/t943-deus-descansou-ou-trabalhou-no-setimo-dia#1996


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Qui 01 Dez 2011, 3:18 pm

Hehe, o que está escrito a respeito do trabalho no Sábado incomodou mesmo, não é?

Agora você pega tudo quanto é tradução Alexandrina Muda o sentido da Verdade e traz aqui para não ficar frustrado... oh my


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Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Qui 01 Dez 2011, 7:55 pm

Reclamação? Eu?

Porque refutaria o que está explícito logo de cara no Livro do Gênesis? Deus colocou logo de cara para aprender logo no começo e não cair no erro de virar sabatista.

Quem lê entende.



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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Qui 01 Dez 2011, 8:00 pm

And on the seventh h7637
שביעי shĕbiy`iy
day h3117
יום yowm
God h430
אלהים 'elohiym
ended h3615
כלה kalah
his work h4399
מלאכה mĕla'kah
which he had made; h6213
עשה `asah

On the seventh day God ended... positivinho

Capiche?


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Qui 01 Dez 2011, 8:33 pm

Ed escreveu:Porque refutaria o que está explícito logo de cara no Livro do Gênesis? Deus colocou logo de cara para aprender logo no começo e não cair no erro de virar sabatista.
A Bíblia não se contradiz. Se o quarto mandamento diz que a obra da Criação (ao menos no que diz respeito à Terra) durou seis dias (ver Êxodo 20:11), essa declaração está em harmonia com os seis dias da Criação, em Gênesis 1. Veja que em Gênesis 2:1, antes de Deus descansar no sétimo dia, Ele já havia acabado “os céus e a terra e todo o seu exército”. Quando o verso 2 diz que “havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra”, o autor bíblico está dizendo que quando chegou o sétimo dia, a obra de Deus já estava concluída. A Bíblia é clara em dizer que Deus “descansou” no sétimo dia. Ora, se descansou, então Ele não trabalhou nesse dia. Gênesis 1:31 e 2:1 afirmam claramente que Deus teminou a obra dEle no sexto dia e não no sétimo.


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Sex 02 Dez 2011, 11:36 am

Óbvio que a bíblia não se contradiz, pelo menos a que eu uso a Fiel...

Você é que tenta deturpá-la contradizendo-a.

Veja, Deus fez o mundo em seis dias, mas não disse que horas começou. E Diz na Palavra que ele concluiu no Sábado!!! Dá para entender?

Não disse que você iria mirabolar a Palavra como de costume para não estragar a sua doutrina sabatista?

Hehe,

Cai na real! O que está escrito está! Você não pode mudar.

Só para te enfiar na cabeça:

Ed escreveu:Vamos ler atentamente o que diz Gênesis:

Gen 2:2 - E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.

Aí não está dizendo que terminou no dia sexto e sim no dia sétimo. Oras, se Ele acabou um minutinho sequer avançado do dia sete, ou seja, digamos 30 segundos
depois da meia noite de Sexta-Feira, conclue-se daí que Deus trabalhou no Sábado também.




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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Sex 02 Dez 2011, 2:19 pm

O próprio Calvino têm traduzido Yekal como ‘havia acabado’, o que é gramaticalmente possível…”. A Bíblia Nova Versão Internacional tem uma ótima tradução para esse verso: “No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou.” E isso com base no termo hebraico “Yekal”.


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Sex 02 Dez 2011, 7:07 pm

Quer dizer, a NVI está certa e a fiel errada...

Já desconfio que quem inventou esta bíbliazinha barata foram os adventistas para se tapiarem!

Bem, como eu disse, a Palavra é fiel, e você iria, como é de costume seu e dos adventistas do 7º dia, manipular de forma desonesta, nem que para isso seja preciso usar de traduções das errôneas alexandrinas, que dão suporte não só a iasd como aos testemunhas de jeová.

Pra que apelar se está tão claro como a neve?

Para que Bíblia se não fazem a menor diferença para vocês? Quando isto não interessa, pega-se outra que interessa e assim por diante até convir com o que se tem em mente?

Mas mesmo na tradução da NVI que você citou, não tem escapatória, leia: Deus havia acabado no sétimo dia...

Vamos lá, bem detalhado, na versão que você trouxe: No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou. Que dia está escrito que Deus havia concluido a sua obra??? No sexto? Não, no Sétimo!!!

Entendeu ou vai procurar novas versões?

Não há o que discutir e sim aceitar!






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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Sex 02 Dez 2011, 8:07 pm

Não adianta chorar, Yekal (כָּלָה - kalá, raíz primaria) como ‘havia acabado’ é gramaticalmente possível. Esse ‘havia acabado’ se refere ao dia anterior, exemplo, - Eduardo trabalhou toda a sexta-feira mas no inicio do sábado já havia acabado todos os seus afazeres.


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Sex 02 Dez 2011, 8:45 pm

Ed escreveu:
And on the seventh h7637
שביעי shĕbiy`iy
day h3117
יום yowm
God h430
אלהים 'elohiym
ended h3615
כלה kalah
his work h4399
מלאכה mĕla'kah
which he had made; h6213
עשה `asah

On the seventh day God ended...

Capiche?



Tái Edu, fica com seus achismos, eu fico com a Bíblia séria, renomada e original tal qual a King James ai acima e já citada...

Podem conferir: http://www.blueletterbible.org/Bible.cfm?b=Gen&c=2&v=2&t=KJV#conc/2

Adventismo do 7º dia? Não, nessa eu não caio




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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Sex 02 Dez 2011, 11:34 pm

O termo strong h3615 da King James é כלה kalah (raíz primitiva de Yekal) é o mesmo termo que eu extrai das demais versões, veja o Strong de Gênesis 2:2. Mas o que me intriga é, onde você quer chegar com essa teoria ? O que você quer provar ?


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Sab 03 Dez 2011, 4:54 am

Eduardo escreveu:Mas o que me intriga é, onde você quer chegar com essa teoria ? O que você quer provar ?

Desconversando Edu?

Teoria?! Teoria é o substantvo que impulsiona a iasd.


Ellen White em O Conflito dos Séculos, p. 611 sobre a guarda do Sábado escreveu: “O sábado será a pedra de toque da lealdade... traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem”. Afirmam ainda que “o selo de Deus na vida do cristão é a guarda do sábado” Dizem os adventistas que a guarda do domingo é de origem pagã; logo, afirmam que todos os que não guardarem o sábado receberão o sinal da besta.


Gênesis 2:2 é a mais fiel Palavra de Deus!

Leia com profunda atenção para não errar mais daqui para frente:

Gen 2:2 - E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.

o que a Bíblia prova é que Deus trabalhou no sétimo dia e continua trabalhando até hoje!

Joa 5:17 - E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também

Se Deus trabalha nos Sábados consequentemente a Ellen está como de costume, errada mais uma vez.



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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Sab 03 Dez 2011, 2:13 pm

Ed, pouco importa se, segundo tua teoria, Deus fez alguma coisa no sábado. Isso não faz a minima diferença. O mandamento ordenando a guarda do sétimo dia foi ordenado pelo próprio Deus:
"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar... o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra... Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou." Êxodo 20:7-11


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por EMBAIXADOR DO REINO em Sab 03 Dez 2011, 3:07 pm

YESHUA E SEUS DISCÍPULOS, JUDEUS ZELOSOS DA TORÁ

Escrito por Marcelo M. Guimarães

Há um tremendo engano por parte dos leigos e, até mesmo, por parte da comunidade judaica em geral, que pensam que Yeshua e seus discípulos inventaram um “cristianismo” contrário aos princípios do judaísmo, em específico da Torá, das tradições e dos costumes judaicos. Isto nunca foi verdade e eu não sei de onde eles tiraram essas falsas afirmações.

Outro grande engano é o que dizem sempre nas comunidades judaicas, que um judeu ao crer em Yeshua se torna cristão e deixa de ser judeu. Isto também não é verdade, pois, os exemplos bíblicos que serão mostrados abaixo, comprovam que era justamente o contrário que ocorria, ou seja, o gentio que cria em Yeshua, era enxertado na Oliveira (símbolo do Israel Espiritual) e passava a fazer parte da família de D’us (judeus e gentios crentes na pessoa do messias Yeshua) e que os judeus deveriam continuar vivendo como judeus, sob a graça, mas sendo zelosos com a Lei, cumprindo a Torá através de seus mandamentos, estatutos e ordenanças dadas em caráter irrevogável aos filhos de Israel. Em outras palavras, a graça obtida pela fé em Yeshua, não anulava ou desfazia os preceitos das leis judaicas.

Até o século segundo, a chamada igreja de Yeshua, congregava judeus e gentios em suas sinagogas. A partir da revolução de Barkochba, quando deixaram as sinagogas judaicas, eles passaram a se reunir em outros locais. Era a famosa e pura igreja do primeiro século que é descrita, tão bem, no livro de Atos dos Apóstolos, escrito pelo médico Lucas.

Na comunidade judaico-messiânica, segundo a Bíblia, não se conhecia o nome cristão, senão, messiânico, que vinha da palavra Mashiach que significa Messias, ou seja, ungido. Com a tradução da Bíblia para a língua grega já no início da era cristã romana, este termo foi transliterado para Cristo, que significa também “ungido”.

Sem a influência de Roma, o judaísmo messiânico era autêntico e obediente à Torá, uma vez que Yeshua não anulou a Lei, pelo contrário, Ele a cumpriu (Mt 5:17). Ele e os seus discípulos judeus continuaram vivendo como judeus, mesmo após a morte de Yeshua. O apóstolo Paulo, tão mal interpretado pela comunidade judaica, sempre foi um judeu zeloso de toda a lei de Moisés e fiel às tradições de seus pais (Atos 21:20).

Os judeus messiânicos estudavam as Parashiot (porções semanais da Torá) e as Haftarot (as porções dos profetas) todos os sábados, como é feito até hoje pela comunidade judaica. Os gentios que com eles congregavam não deveriam ser circuncidados e não eram obrigados ao zelo da Lei (Atos 15), mas seguiam os outros costumes e tradições judaicas. O pensamento e interpretação dos textos bíblicos eram segundo o contexto judaico e o uso da midrash era constante.

Quem aboliu a língua hebraica, a liturgia judaica, a interpretação dos textos, certos mandamentos e estatutos como a guarda do shabat (sábado) e a celebração das festas bíblicas foi o catolicismo de Roma, não os judeus messiânicos da época.

Vamos dar alguns exemplos dos textos neo-testamentários que provam o enunciado acima, que Yeshua, seus apóstolos e discípulos judeus eram fiéis aos princípios bíblicos judaicos. Até hoje muitos cristãos entendem erroneamente que Yeshua fundou uma religião cristã, rompendo com suas raízes e princípios. Afim de provar aos leitores cristãos e não cristãos que isto não é verdadeiro e que muitos têm permanecido em doutrinas enganosas de homens, vamos citar, abaixo uma série de passagens dos próprios evangelhos, onde podemos comprovar o estilo de vida judaico de Yeshua e seus apóstolos.

Yeshua e a Torá

Yeshua foi circuncidado

Já no início dos evangelhos encontramos o texto de Lucas relatando a circuncisão de Yeshua no oitavo dia, cumprindo a Mitzvá da Torá. “...Quando se completaram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe dado o nome de Yeshua, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido.” (Lc 2:21).

Sua mãe, Miriam, também era zelosa da Lei, pois no versículo seguinte52 diz: “...terminados os dias da purificação segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para ser apresentado ao Senhor.”

Yeshua celebrava as festas judaicas

O próprio evangelho de Lucas (2:41) mostra que todos os anos Ele e seus discípulos iam a Jerusalém para celebrar as Festas. Por exemplo, a Páscoa, estatuto perpétuo para os filhos de Israel (Ex23:14-15 e Dt 16:16).

João Batista era cumpridor da Lei

João Batista era justo e cumpridor da Lei e de todos os princípios da Torá segundo Marcos 6:20. Ele não exaltaria Yeshua se este não fosse zeloso e cumpridor da Torá. (Mc 1:7)

Yeshua guardava o Shabat

Inúmeras passagens na Bíblia mostram Yeshua e seus discípulos guardando o Shabat (o sábado de descanso). Ele jamais deixou de guardar o Shabat e incomodava os fariseus da época quando Ele combatia o legalismo da guarda do Shabat, pois Yeshua ressaltava que o princípio da Lei era mais importante do que o legalismo cego que alguns fariseus praticavam. Yeshua ensinou que o princípio da Lei é a vida e sua preservação. Ele exortou os fariseus que no sábado eles poderiam socorrer um animal que caísse numa vala, não porque o animal valia um preço no mercado, mas sim, porque possuía uma vida dada por D’us. Lucas 4:16 é um bom exemplo de Yeshua indo à sinagoga no dia de sábado para estudar a Parashá (porção da Torá ) e a Haftará (a porção dos profetas) “...Chegando a Nazaré, onde fora criado; entrou numa sinagoga no dia de sábado, segundo o seu costume, e levantou-se para ler (a Torá); e foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías (Haftará); e abrindo-o, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restaurar vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e para proclamar o ano aceitável do Senhor...( Isaías 61:1)

Os discípulos continuaram (como judeus zelosos) guardando o shabat e as tradições

Em Atos capítulo 13, encontramos o texto: “...Mas eles (os discípulos), passando de Perge, chegaram a Antioquia da Pisídia; e entrando na sinagoga, no dia de sábado, sentaram-se para a leitura da Lei (Torá) e dos profetas (Haftará)...”

Yeshua e seus discípulos comiam a comida kashrut (Levitico 11)

No livro de Lucas, o seguinte texto prova que eles comiam segundo as leis alimentares recomendados na Torá. “...Ora, chegou o dia dos pães ázimos, em que se devia imolar a Páscoa; e Jesus enviou messageiros a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos...” (Lc 22:7-23)

A Torá era a base do ensinamento de Yeshua

Uma das frases de Yeshua mais clara quanto à lei (a Torá) está registrada em Mateus 5:17, quando Ele diz: “...Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i (yod) ou um só til até que tudo seja cumprido...”

Outro versículo, registrado no mesmo livro de Mateus mostra que os ensinamentos de Yeshua estavam em consonância com a Torá: “...Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque está na lei e nos profetas” (Mt 7:12).

Somente quem conhece os ensinamentos da Torá pode perceber que Yeshua pregava e anunciava ao povo de sua época os princípios da Torá através de suas elucidativas parábolas. Ele seguiu os mesmos princípios dos profetas, quando escreviam ou falavam ao povo. Tudo precisava estar respaldado pela Torá, cujo texto escrito por Moisés, além de inspirado por D’us, era também escrito pelo próprio dedo ou até mesmo ditado por Ele.

Poucos cristãos sabem, por exemplo, que todo o Novo Testamento, incluindo as cartas de Paulo, Pedro, João foram escritas dentro dos princípios da Lei ou do Pentateuco. Por exemplo, o último livro da Bíblia, Apocalipse, dos seus 406 versículos, 278 são repetições do próprio texto da Torá.

Yeshua era bem recebido nas sinagogas

Várias passagens da Bíblia, mostram claramente, que Yeshua era bem recebido nas sinagogas de Israel, tanto em Jerusalém como na região da Galiléia. “...Foi, então, por toda a Galiléia, pregando nas sinagogas deles e expulsando os demônios...”(Mc 1:39). Se Yeshua pregava nas sinagogas era porque havia respeito e credibilidade no meio dos Miniam. Se Yeshua não fosse seguidor da Torá jamais Ele seria autorizado ou convidado a ensinar no meio dos sábios judeus da época. Encontramos também a passagem de Jairo, um dos chefes da sinagoga, que lançou-se aos pés de Yeshua, suplicando a cura de sua filha.

Yeshua se vestia como judeu religioso

Yeshua era fariseu. Portanto, seguia, à risca, os costumes religiosos da época. Ele usava talit com sua franjas em cada canto, símbolo religioso que lembra a observância e a guarda dos mandamentos de D’us. No texto original do evangelho de Marcos (5:27) lemos que a mulher enferma tocou na orla (tsitsit) do talit de Yeshua, símbolo também de autoridade.

Com certeza, Ele também cobria a cabeça com o talit ou com lenço apropriado. Não existia, na época, o uso do Kipá moderno que passou a ser uma lembrança da mitra sacerdotal ou do costume de cobrir a cabeça, em reverência a D’us. Outros povos orientais também cobrem suas cabeças pelas mesmas razões, não sendo um costume só do povo judeu.

Yeshua testemunha o Shemá

Como um bom judeu, Yeshua recitava e ensinava o texto do “Shemá Israel Adonai Eloheinu Adonai Echad”, que diz: “Ouve ó Israel o Senhor nosso D’us é único. Amarás, pois, o Senhor teu D’us com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças...” A parábola do bom samaritano inicia com a pergunta de um mestre judeu a Yeshua “...E eis que se levantou certo doutor da lei e, para experimentá-lo, disse: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Perguntou-lhe Yeshua: Que está escrito na lei? Como lês tu? Respondeu-lhe ele: ‘Amarás ao Senhor teu D’us de todo o teu coração, de toda a tua alma, com todas as tuas forças e com todo teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.’ Tornou-lhe Yeshua: Respondeste bem; faze isso e viverás. Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Yeshua: Quem é o meu próximo?” E Yeshua, prosseguindo, contou-lhe a parábola do bom samaritano (Lc 10:25-42).

Yeshua era chamado de Rabi

Nicodemos, um importante líder dos fariseus, foi ter com Yeshua de noite e disse: “...Rabi, sabemos que és mestre, vindo de D’us, pois, ninguém, pode fazer estes milagres que tu fazes, se D’us não estiver com ele...” ( Jo 3:2). O título de “rabi” quer dizer “meu mestre”, termo similar a rabino quer dizer também nosso mestre, era dado somente aos estudiosos e realmente mestres no ensinamento da Torá, sendo zelosos da lei.

Yeshua curava enfermos e exortava-os a serem cumpridores da Torá

São várias as passagens nos evangelhos que mostram Yeshua curando enfermos e os exortando para que voltassem para a Torá, guardando os mandamentos, estatutos e ordenanças, como o leproso em Lucas (5:12-16) em Mateus (8:1-4) e outras passagens.

O apóstolo Paulo e os discípulos também eram seguidores da Torá

O apóstolo Paulo (Shaul) também era temente a D’us e seguidor da Torá como bom fariseu da tribo de Benjamim. No livro de Atos dos Apóstolos escrito por Lucas, vemos Paulo e seus seguidores, judeus messiânicos, guardando o shabat e realizando o serviço da Torá59 “...Mas, eles passando de Perge, chegaram a Antioquia da Pisídia; e entrando na sinagoga no dia de sábado, sentaram-se. Depois da leitura da Lei (Parashá) e dos Profetas (Haftará), os chefes da sinagogas (Miniam) mandaram dizer-lhes: Irmãos, se tendes alguma palavra de exortação ao povo, falai...” (Atos 13: 13-14).

Um outro bom exemplo mostra que Paulo e os discípulos eram judeus zelosos da lei está registrado em Atos 21:20 que diz: “...Ouvindo eles isto, glorificaram a D’us, e disseram-lhes: Bem vês, irmãos, quantos milhares há entre os judeus que têm crido (em Yeshua) e todos são zelosos da lei...”

Judeus crentes em Yeshua devem continuar vivendo como judeus, assim como gentios crentes devem continuar vivendo como gentios, mas ambos sendo um na pessoa do Messias, fazendo parte da família de D’us. (Efésios 2:19)

É bom que se diga, bem claramente, que não encontramos nenhuma carta escrita por Paulo nada que não fosse condizente com os ensinamentos da Torá e com o zelo pela Palavra de D’us. Paulo e os discípulos sempre deram bom testemunho da Torá, cumprindo as boas tradições judaicas. A grande revelação de Paulo era ensinar aos judeus a crerem nas boas novas do Messias Yeshua e continuarem vivendo como judeus zelosos com os estatutos perpétuos que o Senhor deu aos da Casa de Israel e aos gentios, agora crentes em Yeshua, que eram enxertados na oliveira (Israel), participando das mesmas bênçãos dos filhos de Israel (Rm 11:17), mas continuando a viver como gentios, pois, eles pela fé em Yeshua, não se tornavam judeus e nem precisavam se converter ao judaísmo. No livro de Atos capítulo 15, os apóstolos se reuniram em Jerusalém num grande concílio e reafirmaram com base na boa interpretação das Escrituras, que os gentios podiam tornar-se crentes em Yeshua sem se tornarem judeus, apenas se abstraindo da idolatria, dos animais consagrados a ídolos, não praticando a imoralidade e não comendo sangue. Na verdade, as sete leis de Noé dadas à humanidade, foram resumidas nas quatro leis acima. Estas seriam, portanto, as leis a que os gentios estariam sujeitos e nada mais. Claro, que isto não proíbe aos gentios de se beneficiarem das leis judaicas, como as leis alimentares, as leis éticas, as leis de caráter moral, as leis de saúde e de qualidade de vida em geral.

Em outras palavras, o judeu crente em Yeshua deve viver sempre como judeu cumprindo o chamado irrevogável de D’us e os gentios devem viver como gentios, mas livres quanto ao cumprimento de qualquer lei judaica.

Esta é uma das características adotadas na Igreja primitiva que funcionou sob o prisma judaico até o século quarto, quando o domínio de Roma avocou para si a difusão das boas novas de Yeshua e de seus discípulos sobre o nome de uma religião não mais judaica, adotando o nome de Igreja Católica Apostólica Romana, ou seja, o primeiro ramo do chamado, então, cristianismo, do qual séculos mais tarde daria outras ramificações decorrentes da reforma protestante.

_____________________

Glossário de Termos Judaicos Deste Artigo

Midrash judaica constitui da técnica hermenêutica de correlacionar textos segundo o pensamento e contexto judaico em vários níveis de interpretação.

Lucas 2: 22

Yod [ y]: Menor letra do alfabeto hebraico, correspondente a letra “ i ” no alfabeto romano.

Til, corresponde a um pequenino segmento de traço que diferencia letras semelhantes. Ex: d e r (“d” e “r”).

Miniam: Em toda sinagoga há o chamado miniam que é composto por 10 membros idôneos, sem os quais nenhuma cerimônia ou celebração pode ser realizada.

Talit: manto de uso diário, também chamado de chale de oração em formato retangular que possui quatro franjas em cada canto. Os oito fios ( Tsitsitot )que compõem cada franja são trançados através de sete nós. O uso do talit está ordenado em Nm 15:37-41, como estatuto aos filhos de Israel.

Kipá: também conhecido como solidéu que cobre a cabeça dos homens como símbolo de submissão e dependência de D’us.

Shemá: oração recitada várias vezes ao dia por um judeu. Corresponde ao texto da Torá (Dt 6:4).

Serviço da Torá – Realizado em todas as manhãs de sábado nas sinagogas, quando se lê a porção da Torá (Parashá) e trechos dos livros dos profetas (Haftará)

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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por EMBAIXADOR DO REINO em Sab 03 Dez 2011, 3:08 pm

A FESTA DO SHABAT

Escrito por Marcelo M. Guimarães

Nosso propósito, aqui, é relatar alguns textos das Sagradas Escrituras que fazem alusão ao tema do Sábado na Bíblia, ou da guarda do Sábado. Deixaremos que o leitor tire suas próprias conclusões. Faremos o papel de um suposto promotor de justiça, com a função, simplesmente, de relatar os fatos, sem a preocupação de emitir uma sentença parcial, total, ou até mesmo uma condenação.

Quanta confusão e polêmica têm ocorrido em relação à observância e à guarda do Sábado, desde a época de Yeshua. Quantas doutrinas, seitas e divergências surgiram em decorrência deste tema. Afinal, têm os judeus razão quando observam o Sábado, o dia de descanso, como um dos Dez Mandamentos do Senhor entregues a Moisés no Monte Sinai? Pode um cristão, debaixo da graça, não-judeu, guardar ou observar o Sábado? Primeiro, o que quer dizer a palavra Sábado na língua hebraica? A palavra “Shabat” significa, no hebraico, cessar, desistir, descansar. Como substantivo, quer dizer o dia da semana chamado Sábado, que é o sétimo dia. É interessante observar outras palavras no hebraico que possuem a mesma raiz “sheb ou shab”, que no alfabeto representa-se pelas letras “shin” e “bet”. Assim, a palavra “shebat” significa o número sete; “Shibim”, setenta; “shebii”, “shebua” significa período de sete, semana, ou Festa das sete semanas (Shavuot, que é a Festa de Pentecostes). O número sete, na Bíblia, aponta para algo que é perfeito, eterno, pleno, completo, absoluto. Desta raiz advém, também, a palavra “shabá”, que significa jurar, conjurar. É interessante, também, notar que, na língua hebraica, muitos antônimos são formados pelo mesmo radical. Na minha opinião, dá a entender que possa ter havido um propósito do Eterno em chamar nossa atenção para o sentido oposto. Assim, no hebraico, a palavra “shabar” significa comprar, adquirir, enquanto shabat significa descansar, parar, cessar algo que se estava fazendo; justamente o contrário de comprar, adquirir, trabalhar, verbos estes que denotam uma atividade dinâmica, e não de descanso, repouso. Ainda estudando a palavra “Shabat” no hebraico, gostaríamos de considerar, pelo menos, quatro pontos bíblicos importantes:

Em primeiro lugar, Êxodo 20:8 associa a guarda do Sábado ao fato do próprio D-us ter descansado no sétimo dia, depois de seis dias de trabalho (Gn. 2: 2-3). Tudo o que D-us fez, Ele avaliou como bom, segundo o registro de Gênesis. Entretanto, somente o Sábado Ele santificou, dando a entender que tão importante quanto foi a criação do homem, é o dia de descanso, o sétimo, para o qual D-us, com certeza, tem um propósito futuro a ser revelado à humanidade. O Sábado, portanto, é um convite a regozijar-se com a criação de D-us, reconhecendo sua soberania divina.

Neste dia, tranqüiliza-se a alma com momentos de oração, refletindo o significado da vida, honrando e glorificando o nome do Criador, ouvindo a Sua voz, fortalecendo-se na sua Palavra, imbuindo-se da Sua própria natureza.

Em segundo lugar, observa-se, em Dt. 5:15, um motivo diferente para a guarda do Sábado, fazendo o povo hebreu lembrar-se de que foram servos na terra do Egito, e que o Senhor os tirou dali com mão poderosa. Não seria analogamente viável lembrar-se de que um dia, também, o crente em Yeshua foi escravo do sistema de pecado, vivendo aprisionado neste mundo?

Terceiro, o Sábado é também um bom senso legal, concedendo um dia de descanso àqueles que trabalham durante um período consecutivo de seis dias. O livro de Êxodo 23:12 diz que “seis dias farás os teus trabalhos, mas ao sétimo dia descansará”. Seria possível associar isso com o fato registrado em I Coríntios 16:2, quando os apóstolos, no primeiro dia da semana (domingo), faziam uma coleta para os pobres de Jerusalém evitando, com isto, qualquer tipo de trabalho no Sábado?

Finalmente, o Sábado é um sinal da aliança de D-us com o homem. Por inúmeras vezes, o próprio D-us tornou este sinal visível, como o arco com Noé, a circuncisão com Abraão, culminando no sangue de Yeshua - uma aliança eterna de salvação para a humanidade que nEle crer. Estamos debaixo do legalismo da Lei, ou debaixo da Graça de D-us ? A grande verdade é que todos os crentes gentílicos em Yeshua são participantes desta aliança que D-us fez com o povo de Israel. Como ramos enxertados na oliveira que é Israel (Rm. 11: 20), tem-se certos direitos. Gálatas 3:29 diz que, em Yeshua, somos descendentes de Abraão e herdeiros conforme as promessas.

Em outras palavras, podemos entender que, em Yeshua, temos direito a todas as promessas desde o tempo de Abraão, lembrando-nos de que as leis de Moisés vieram somente muito tempo depois.

Primeiramente, o que é legalismo? Podemos definir legalismo como sendo uma tentativa ou necessidade de manter a lei para obter o perdão para a salvação; ou tratar meramente as tradições como se fossem a verdadeira lei; ou qualquer tentativa de se manter os mandamentos ou as ordenanças de D-us. Legalismo seria o jugo que os judeus colocam mais alto e com mais elevado destaque, o que excede o próprio princípio da lei. Em outras palavras, dá-se mais importância ao jugo, à forma, ou à maneira e ao modo com que a lei é praticada do que o princípio intrínseco da lei.

O judeu messiânico David Stern, em seu Livro Novo Testamento Judaico, comenta Romanos 6:14-15 usando a palavra “legalismo”. Assim, encontramos em seu livro: “Porque o pecado não terá autoridade sobre vós; porque não estais debaixo do legalismo, mas da graça. Então, a que conclusão devemos chegar?

Pecaremos porque não estamos debaixo do legalismo, mas sob a graça? Jamais!” A palavra grega para lei, na versão original, é “nomos”, e não tem o significado primário de lei, mas sim de norma. Quando uma norma particular acontece de ter uma lei, então nomos pode descrever uma lei; mas não significa lei, como legislação. Significa a norma. A tradução correta seria, então: “você não está sob a norma (costume), mas sob a graça”. O legalismo, definido pelo Dr. Stern, é uma interpretação da norma então aplicada. A norma é aplicada ao mundo em geral. Porém, nós não somos deste mundo (Jo. 15:19). Assim, a norma não se aplica a nós. A norma (ou as regras) do mundo está sob juízo e condenação. A norma do mundo é pensar que se obtém o perdão dos pecados por meio de obras (o que é contradito nas Escrituras). Não estamos sob as normas do mundo, porque pertencemos ao Reino de D-us, e estamos sob a graça de Yeshua, que é exceção, e não a regra (norma). Paulo não está pregando que a Lei não se aplica, pois ela é santa, justa e boa (Rm. 7:12; II Tm. 3:16), e o conhecimento do pecado veio através da Lei. Por isso, o pecado é a transgressão da Lei. Yeshua não aboliu a Lei de Moisés, nem as outras ordenanças do Antigo Testamento “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer um que violar, pois, um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar, será chamado grande no reino dos céus” (Mateus 5: 17-19). “ Ensinando-as a guardar todas as coisas que os tenho ordenado” (Mateus 28:20). “ Qualquer um que comete pecado, transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei” ( I João 3:4).

Os textos acima são muito claros. Por outro lado, gostaria de ressaltar dizendo que todo aquele que está debaixo da graça de Yeshua, o Messias, não está debaixo da lei (Romanos 6:14). Também deve ser claro para nós que Yeshua não revogou a lei como algo mal, nocivo à humanidade. Sabemos que a Lei em si é boa, é um princípio dado por D-us, e nós devemos conhecer e entender este princípio.

Por exemplo: “D-us disse: Produza a terra relva e ervas que dêem semente...” (Gn. 1:11). Ou seja, o princípio é : “a semente veio da terra, então, tudo o que a semente tem, a terra também tem. Em outras palavras, não vamos achar nenhum elemento químico numa árvore, por exemplo, que não possa ser encontrado na terra, pois a semente (árvore) veio da terra”.

Vamos, agora, tecer alguns comentários importantes para um melhor entendimento do Sábado.

Primeiro, aquele que estiver debaixo da graça de Yeshua não está debaixo (do jugo) da lei (Rm. 6:14). O guardar a Lei de Moisés do Antigo Testamento está relacionado com a qualidade de vida, e não com a vida eterna. Ninguém terá “novo nascimento” pelo cumprir a lei. Yeshua disse: “Quem não nascer de novo, não pode ver o reino de D-us... Em verdade, em verdade, te digo que quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de D-us. (João 3:3 e 5) Quem crê no Filho (Yeshua) tem a vida eterna...” (João 3:36) “Porque D-us amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16). A fé em Yeshua gera a vida eterna, não a guarda da lei. Mas, ela é importante e benéfica para a qualidade de vida física, emocional e espiritual. Ela revela o caráter do Messias, a personalidade de D-us.

Segundo, é importante entender o versículo de Romanos 10:4, que diz: “Pois o fim da lei é Cristo”. Muitos pensam que Cristo acabou com a lei. A palavra “fim”, na versão original (no grego), quer dizer “telos”, e significa cumprimento, aquilo que cumpre, que se realiza, e não o final de alguma coisa. Esta palavra “telos” aparece em outras passagens bíblicas, como em Lucas 22:37 e I Timóteo 1:5, em ambos os casos no sentido de “cumprir” algo, e não de terminar ou abolir. Portanto, quando se diz que o fim da lei é Cristo, entende-se que toda a lei se cumpre em Cristo, e não que Ele acabou com ela como se ela fosse algo ruim ou alguma coisa mal feita por D-us.

Por isso, Yeshua disse: “...não vim revogar a lei, mas cumprir” (Mt. 5:17). Terceiro, toda a Escritura (Antigo e Novo Testamentos) é Palavra viva de D-us, e foi inspirada pelo Espírito Santo (II Tm. 3:16). Tudo o que D-us fez é bom. Ele nunca se enganaria, na sua onisciência, criando as leis do Antigo Testamento para depois anulá-las. Assim, lembremo-nos do que já fora dito: o importante não é seguir a tradição legalista da lei, mas entender o princípio divino contido nela. Se estamos em Yeshua, guiados e cheios do Espírito dEle, entenderemos bem estas coisas e estes mistérios.

Quarto, as 613 leis constantes na Torah, por exemplo, compreendem leis morais (os dez mandamentos ditados por D-us, por exemplo, que incluem a guarda do Sábado), as leis éticas (para o estilo e qualidade de vida, como as leis do que comer, o que beber, o que vestir etc.) e as leis cerimoniais (como, por exemplo, o sacrifício de animais para remissão dos pecados).

Yeshua é o cordeiro de D-us, que está vivo e tira o pecado do mundo, trazendo vida eterna àquele que o recebe como Senhor e Salvador, pela fé. Não tem sentido, então, sacrificar mais cordeiro ou qualquer outro tipo de animal com este fim.

Portanto, está evidente que as leis morais e éticas, se recomendadas por D-us, são boas e eficazes para quem as guarda. A lei, sem a graça de Cristo, é fardo e jugo; mas nEle, é leve e suave, pois Yeshua leva todo o peso e o jugo (Mt. 11:29-30).

Quinto, a observância do sétimo dia para descansar (no sentido natural) o corpo e a alma (mente, alívio das tensões emocionais etc.), além de nos colocar, espontânea e alegremente, à disposição do Senhor para orar, adorar, alimentando nosso espírito com sua Palavra, impulsiona-nos a trabalhar na Sua obra, o que é bíblico e recomendável a todos, judeus e gentios crentes.

Sexto, o fato de Yeshua ter ressuscitado e os apóstolos terem se reunido no primeiro dia da semana para distribuir os dízimos, não anulou e nem anula o dia de Sábado; tão pouco anula o princípio do descanso contido no dia de Sábado. D-us não mandou guardar qualquer dia da semana, como muitos querem e gostam de argumentar, mas Ele ordenou que fosse o sétimo. E sétimo é sétimo, não o primeiro, o segundo etc. “Por seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas, o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu D-us” (Ex. 20:9-10). D-us define o sétimo dia como Sábado. Sétimo, a observância do Sábado é citada mais de 20 vezes no Antigo Testamento, e mais de 25 vezes no Novo Testamento. Yeshua e seus discípulos observavam o Sábado e passavam grande parte deste dia reunidos nas sinagogas, estudando a Palavra. Pois a observância do Sábado era, sobretudo, para o estudo das Escrituras.

Vide, por exemplo, algumas passagens como Lucas 4:16 (Yeshua tinha o costume de ensinar e estudar as Escrituras no Sábado). Yeshua ensinou, também, o verdadeiro e correto modo de guardar o Sábado, que é dedicando-se ao Senhor; trabalhando, sim, na obra de D-us (Lc. 6:6-11, Lc. 23:56 e Mt. 12:8). Estes últimos textos também falam que Yeshua é o Senhor do Sábado. Mt 2:27-28 diz que o Sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado etc. A Igreja primitiva observava o Sábado, como mostrado no livro de Atos: judeus e gregos “...entrando-se na sinagoga no dia de sábado... rogavam que estas palavras fossem repetidas no dia de sábado seguinte... No sábado seguinte, reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de D-us...Ora Paulo, segundo o seu costume, foi ter com eles e, por três sábados, discutiu com eles as Escrituras...E ele discutia todos os sábados na sinagoga, e persuadia a judeus e gregos...” (At. 13:14, 42, 44; 16:13; 17:2; 18:5, e outras passagens).

Não temos, aqui, o propósito de fazer um estudo profundo sobre o mandamento do Sábado, senão afirmar que se trata de um dia de Festa (Lv. 23:3). Entretanto, vejamos mais alguns versículos bíblicos, agora no Antigo Testamento, para entendermos melhor sua observância. O Shabat é muito mais que um descanso para o corpo e para a alma (mente, emoções etc.), além de ser um dia, por excelência, para receber alimento do Espírito de D-us.

O Shabat de D-us é um sinal (Ex. 31:13-18): “Certamente, guardareis os meus Sábados, porquanto isto é um SINAL entre mim e vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica...”. Vejamos, o Sábado é um sinal para que se lembre da aliança que D-us havia celebrado com o homem, aqui representado pelos filhos de Israel, os judeus. Porém, em Yeshua, o muro de separação entre judeus e gentios foi quebrado, para que todos que nEle crêem possam gozar de todas as bençãos e promessas (Ef. 2:14; Gl. 3:29). O Sábado também nos lembra o milênio que há de vir, quando Yeshua reinará com sua Igreja. Sábado é dia de alegria, é dia de rejubilar-se, reconhecendo a soberania do D-us criador dos céus e da terra. Yeshua é o Senhor do Sábado, e Ele é o Rei dos Reis. Por isso, não se jejua no dia de Sábado, pois é dia de regozijo e de privilégio, por crermos num D-us único, Criador de todas as coisas. É claro, também, que não precisamos de um dia para reconhecer todas estas coisas, mas a guarda do Sábado é uma forma de homenagear o Criador e sua criação, sem legalismo algum. Se estamos em Cristo, fazemos isto por revelação, e não por jugo ou por peso da lei. Podemos comparar o Sábado com o memorial da Ceia do Senhor. Ambas as celebrações são memoriais. Uma nos lembra da morte, da ressurreição e da aliança que temos pelo sangue do Cordeiro, o Messias Yeshua; a outra, faz-nos lembrar do Criador, da criação e, profeticamente, daquilo que virá: o descanso, a vida eterna que está reservada para aqueles que crêem.

O argumento muito usado de dizer que lei é para judeu, e que crente ou evangélico não tem nada a haver com ela, demonstra uma grande ignorância, comodismo espiritual, ou até mesmo um casuísmo, ao separar aquilo que é de interesse pessoal daquilo que não é. Por exemplo, a lei de observar o dízimo é do Antigo Testamento, e nem por isso ela deixou de ser guardada pelos crentes. Isso porque ela é uma benção para quem a obedece e observa. Por que ela, então, sendo lei, não vale só para os judeus? A lei da prosperidade, tão pregada nas igrejas, não seria outro bom exemplo de bençãos existentes no Antigo Testamento? Por que, então, ignorar as outras leis do Antigo Testamento? Por que há tanto desconhecimento das 613 leis de Moisés? Não foram elas, também, criadas por D-us? Será que todos entendem bem o que diz o Novo Testamento sobre a Lei?

O verdadeiro cristão deve ser coerente com aquilo que prega. Não se deve desmerecer os princípios do Senhor na forma dos mandamentos ou ordenanças, só porque estão contidos no Antigo Testamento, e, por outro lado, ressaltar só aquilo que interessa ou que não nos incomoda. Por que, então, os cristãos têm que guardar o domingo, que é uma instituição papal? E será que, realmente os cristãos têm guardado o domingo, reservando este dia exclusivamente para D-us, não trabalhando e cumprindo aquilo que manda as Escrituras? Yeshua é o cumprimento de toda a lei. Se estamos nEle, podemos, alegremente, sem peso e sem imposição, cumprir com Ele, também, todos os aspectos qualitativos da Lei.

A maldição está no não cumprimento da lei, não na própria lei, que é santa e boa. Lembremo-nos de que alguns ramos da oliveira (judeus) foram cortados para que os gentios fossem enxertados, tornando-se participantes da raiz e da seiva desta oliveira (Rm. 11:17). Paulo, inspirado pelo Espírito de D-us, disse: “Judeu não é aquele que foi circuncidado na carne, exteriormente. Judeu é aquele que o é interiormente, e a circuncisão a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de D-us” (Rm. 2:28-29). Se estamos em Cristo, somos livres e devemos fazer tudo por fé (Hb. 11:6) e por amor, na revelação da Palavra, nunca por imposição ou por puro e cego legalismo.

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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por EMBAIXADOR DO REINO em Sab 03 Dez 2011, 3:16 pm

ED


O Neófito ingenuo ....

ED um Cristão Protestante Trinitariano Dominical Seguidor de Um MESSIAS JUDEU de DISCÍPULOS JUDEUS PIEDOSOS GUARDADORES DA TORÁ ....

INCOERÊNCIA TOTAL... OU IGNORÂNCIA???

Toma estes contigo, e santifica-te com eles, e faze por eles os gastos para que rapem a cabeça, e todos ficarão sabendo que nada há daquilo de que foram informados acerca de ti, mas que também tu mesmo andas guardando a lei. Atos 21:24

Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas. Atos 24:14

Eita Paulo JUDEU e FARISEU PIEDOSO ... Quem foi ANANIAS PAULO ???

E um certo Ananias, homem piedoso conforme a lei, que tinha bom testemunho de todos os judeus que ali moravam, Atos 22:12

Boa testemunho entre os Pastores Evangélicos Anomistas e os Papas de Roma ???

Pergunto Eles estão Condenados por Guardar o Sábado do Senhor ???

Levítico 23:1-4

Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As solenidades do SENHOR, que convocareis, serão santas convocações; estas são as minhas solenidades:
Seis dias trabalho se fará, mas o sétimo dia será o sábado do descanso, santa convocação; nenhum trabalho fareis; sábado do SENHOR é em todas as vossas habitações.
Estas são as solenidades do SENHOR, as santas convocações, que convocareis ao seu tempo determinado:


Shalom

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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Sab 03 Dez 2011, 5:22 pm

Embassador fake do reino,

a questão aqui é que Deus trabalhou os sete dias, tá entendendo?

Porque frisar isto?

Os sabatistas misturam algumas verdades com seus abundantes erros, daí poder enganar aos que com sinceridade se lançam em busca da verdade. Normalmente, citam a Bíblia, porém sem o cuidado de examinar o contexto. Embora muitas de suas doutrinas sejam ortodoxas, existem outras que desviam o crente do caminho real. Convém que os membros das Igrejas evangélicas conheçam essas doutrinas e saibam como refutá-las, tendo em vista que eles também se dedicam ao proselitismo entre as Igrejas Evangélicas. Veja Mt 23.15



Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eterna em Sab 03 Dez 2011, 6:43 pm

Eduardo escreveu:Não há nada no texto que deixe margem para uma interpretação alegórica, pelo contrário, tudo leva a crer que Gênesis 1 e 2 é literal.

Não é literal que os dias da semana foram criados juntamente com a criação do mundo. Na verdade eu gostaria de saber quando exatamente foi criado os dias da semana e qual a base de apoio. Porque um ano tem 52 semanas e 1 dia em anos comuns (365 dias) e 52 semanas e 2 dias em anos bissextos (366 dias). Mas eu também poderia obter o mesmo resultado através de 45 semanas em 372 dias comuns e 45 semanas e 2 dias em anos bissextos.

A resposta mais óbvia é que o ano é o intervalo em que a terra demora para dar a volta completa em torno do sol. Mas se fizermos os ajustes necessários, com as exceções correspondentes na contagem, meu cálculo também não estará errado.
Veja que existem correções a regra de 365 e 366 dias porque a regra concreta é que um ano é bissexto se for múltiplo de 4. Mas uma das exceções é que se for múltiplo de 4 mas também de 100 deixa de ser bissexto. Num segundo momento se for múltiplo de 4, de 100 e também de 400, então é bissexto.

Por exemplo 1914 não foi bissexto
2000 foi bissexto
2004 foi bissexto
2114 não será bissexto.
Entendeu?

O que quero dizer é o seguinte: Deus só poderia ter descansado no sétimo dia do nosso calendário se toda essa parafernália matemática tivesse sido ajustada desde o primeiro dia da criação.


Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.

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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Sab 03 Dez 2011, 7:54 pm

Ed escreveu:a questão aqui é que Deus trabalhou os sete dias, tá entendendo?
Respondido:
Eduardo escreveu:Ed, pouco importa se, segundo tua teoria, Deus fez alguma coisa no sábado. Isso não faz a minima diferença. O mandamento ordenando a guarda do sétimo dia foi ordenado pelo próprio Deus:
"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar... o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra... Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou." Êxodo 20:7-11


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Sab 03 Dez 2011, 7:58 pm

Eduardo escreveu:
Ed escreveu:a questão aqui é que Deus trabalhou os sete dias, tá entendendo?
Respondido:
Eduardo escreveu:Ed, pouco importa se, segundo tua teoria, Deus fez alguma coisa no sábado. Isso não faz a minima diferença. O mandamento ordenando a guarda do sétimo dia foi ordenado pelo próprio Deus:
"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar... o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra... Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou." Êxodo 20:7-11

É, lógico, tu tá debaixo da lei...

Pra te refrescar a memória:

Gal 5:4 - Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído


::


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Sab 03 Dez 2011, 8:00 pm

Luc 6:1 - E ACONTECEU que, no sábado segundo-primeiro, passou pelas searas, e os seus discípulos iam arrancando espigas e, esfregando-as com as mãos, as comiam.

Trabalhando e comendo aos sábados...




Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Sab 03 Dez 2011, 8:24 pm

Ed escreveu:Luc 6:1 - E ACONTECEU que, no sábado segundo-primeiro, passou pelas searas, e os seus discípulos iam arrancando espigas e, esfregando-as com as mãos, as comiam. Trabalhando e comendo aos sábados...
Desde quando comer é pecado ?


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Sab 03 Dez 2011, 8:25 pm

Ed escreveu:
Eduardo escreveu:
Ed escreveu:a questão aqui é que Deus trabalhou os sete dias, tá entendendo?
Respondido:
Eduardo escreveu:Ed, pouco importa se, segundo tua teoria, Deus fez alguma coisa no sábado. Isso não faz a minima diferença. O mandamento ordenando a guarda do sétimo dia foi ordenado pelo próprio Deus:
"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar... o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra... Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou." Êxodo 20:7-11

É, lógico, tu tá debaixo da lei...

Pra te refrescar a memória:

Gal 5:4 - Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído
Eu nunca preguei a justificação pela lei. Pra te refrescar a memória:

Tópico de minha autoria>>> A Torá nunca salvou ninguém, NUNCA!


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Ed em Sab 03 Dez 2011, 8:32 pm

Eduardo escreveu:
Ed escreveu:Luc 6:1 - E ACONTECEU que, no sábado
segundo-primeiro, passou pelas searas, e os seus discípulos iam arrancando
espigas e, esfregando-as com as mãos, as comiam. Trabalhando e comendo aos
sábados...
Desde
quando comer é pecado ?


E quem falou que é pecado?


Depois de TRABALHAR debulhando milho fizeram o óbvio que é comer...

Se liga, TRABALHANDO e comedo aos sábados...

Tá vendo, quem é de Jesus pode trabalhar aos Sábados. Vê se cresce Ronaldo Eduardo!





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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

Mensagem por Eduardo em Sab 03 Dez 2011, 8:39 pm

Ed escreveu:
Eduardo escreveu:
Ed escreveu:Luc 6:1 - E ACONTECEU que, no sábado
segundo-primeiro, passou pelas searas, e os seus discípulos iam arrancando
espigas e, esfregando-as com as mãos, as comiam. Trabalhando e comendo aos
sábados...
Desde quando comer é pecado ?
Depois de TRABALHAR debulhando milho fizeram o óbvio que é comer...
Deus não proibe a alimentação aos sábados.


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Re: Deus descansou no sétimo dia inteiro?

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