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Tabuleiros Ouija, Radioestesia e Allan Kardec

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Leitura Tabuleiros Ouija, Radioestesia e Allan Kardec

Mensagem por Fish em Sab 10 Set 2011, 11:12 pm

Tabuleiros Ouija, Radioestesia e Allan Kardec



Com certeza, nenhuma outra brincadeira povoou tanto o imaginário das pessoas quanto a brincadeira com o Tabuleiro Ouija. Atacado como veículo de comunicação com o demo pelos cristãos e de "espíritos inferiores" pelos espíritas e ocultistas, o certo eh que o Tabuleiro Ouija, também conhecido pelas suas variações como a brincadeira do copo, ou do compasso, eh um prato cheio para especulações e filmes de terror. O site da Espada do Espírito chega a adverti-lo como uma "porta de entrada" para a opressão demoníaca na vida da pessoa. Afinal, qual será a explicação por trás de tantas estórias?

Aspectos históricos



Começando pelas raízes históricas. A idéia moderna de falar com o além teve início em 1848, com o caso das irmãs Fox, inventoras do “telégrafo espiritual”. Espíritos produziam estalos misteriosos soletrando cada palavra, letra por letra. Embora elas tenham escrito livros inteiros com este método, era algo muito tedioso e com o tempo mesmo elas – assim como uma avalanche de médiuns – passaram a se valer de formas mais convenientes de comunicação com espíritos. Mesmo com as próprias irmãs Fox revelando suas fraudes, os médiuns continuarem enveredando por esses métodos até os dias de hoje.
Um dos meios criados para falar com o além foram as “mesas girantes”. Um grupo de pessoas se sentava ao redor de uma mesa (quanto mais leve melhor) apoiando seus dedos sobre ela. Feitas as invocações espirituais iniciais, a mesa logo começava a balançar e girar batendo com suas pernas no chão; as pancadas eram transformadas em sinais: uma pancada para “sim”, duas para “talvez” e três para “não”. Não muito melhor que o telégrafo espiritual, mas o “faça você mesmo” era uma receita para o sucesso.
Surgiram muitas variantes, até que por volta de 1886 o “tabuleiro falante” foi inventado por espiritualistas. Pouco depois a invenção foi comercializada como o tabuleiro “Ouija”.
Isso mesmo. Tabuleiros Ouija foram vendidos como brinquedos desde sua invenção há mais de um século. Em seu verso estava um tabuleiro para jogar xadrez, damas e até paciência, para quando você e seus amigos enjoassem de falar com os espíritos. Diz a lenda que o nome ouija foi obtido através do próprio tabuleiro como sendo a palavra em egípcio para "sorte". Como Ouija não significa sorte em egípcio nem em nenhuma outra língua (desse mundo pelo menos), o mais provável é que a palavra tenha sido escolhida como uma mistura das palavra sim em francês ("oui") e em alemão ("ja").



Nenhum desses tabuleiros vinha com instruções alertando que se o espírito não “saísse” devidamente, continuaria presente para possuir os pobres inocentes brincando com o além. Tampouco houve recall em massa destes terríveis portais para dimensões desconhecidas. Eles continuam sendo vendidos.
Em 1967, em plena contracultura e Nova Era, a companhia de brinquedos Parker Brothers vendeu mais de dois milhões de tabuleiros Ouija, superando seu jogo de tabuleiro mais popular: o “Banco Imobiliário”.
Não apenas isso, tabuleiros Ouija foram usados sem maiores problemas por médiuns conhecidos para supostamente contatar o além desde o início. Até mesmo Allan Kardec, pai do espiritismo, em 1861, conduziu as suas entrevistas com os espíritos(que resultaram na bíblia espírita "O Livro dos Espíritos") usando justamente uma variação do Tabuleiro Ouija: um comunicador espiritual telepático clássico.



Em 1912, foi com um tabuleiro Ouija de brinquedo que a americana Pearl Curran disse ter contatado do além a nada maligna “Patience Worth”, hoje famosa entre espíritas.
Supostas conversas com espíritos através da brincadeira do copo foram mesmo responsáveis por um prêmio Pulitzer: o livro Divine Comedies de 1976, de James Merrill, não só descreve suas experiência e diálogos através do tabuleiro e um copo, sem histórias macabras, como é um livro de poemas!
A história é clara. Tabuleiros falantes, exatamente como a brincadeira do copo, são vendidos há mais de um século como brinquedos inocentes. Mesmo supostos médiuns famosos o usaram sem maiores problemas. Foram até a tranqüila capa de uma popular revista semanal americana, em maio de 1920, com uma ilustração típica do badalado artista Norman Rockwell. Como explicar então a reputação macabra do simples tabuleiro letrado?



A resposta surpreendente sugerida por Widson Porto Reis, do Projeto Ockham, é de que a culpa é realmente de Hollywood. Em sua referência sobre o tema que é a base para boa parte do que você leu aqui, Reis explica:
“Se você pensar bem, verá que, assim como os índios e alienígenas, espíritos quase sempre fizeram o papel de vilões no cinema. De fato não há muitos filmes sobre espíritos bonzinhos (bem, há Gasparzinho…). E qual a melhor maneira de entrar em contato com um espírito zangado prestes a matar todo o elenco do que usando o bom e velho tabuleiro Ouija? Veja “Amytiville 3D” (1983), por exemplo. Nele Meg Ryan, em um de seus primeiros papéis, pergunta ao copo: “há alguém nesta sala que esteja em perigo”. Adivinhe a resposta?
“O Exorcista” (1973), talvez o filme mais assustador de todos os tempos, que estigmatizou de maneira definitiva o tabuleiro Ouija. Logo no início do filme, a menina Regan explica para sua mãe como usa o tabuleiro para conversar com seu amigo invisível, o Capitão Howdy. Mais tarde descobre-se que o Capitão Howdy é o próprio Satã, que usa o inocente brinquedo para possuir o corpo da menina. Depois desse filme ninguém nunca mais olharia para um tabuleiro Ouija da mesma maneira…”.
“O Exorcista” foi inspirado na história de um garoto americano exorcizado em 1949. A história verdadeira, ao contrário do filme, não teve superjatos de vômito ou cabeças girando. Segundo um dos padres que executaram o exorcismo, nem mesmo a voz do garoto se alterou.
Mas o detalhe relevante é que o garoto sim chegou a brincar com tabuleiros Ouija, por influência de parentes espiritualistas. Sua família posteriormente se converteu ao catolicismo, e em algum ponto alguém resolveu culpar a influência da outra religião.
Que o garoto já apresentasse muitos sinais de desajuste social antes de ser “possuído”, e que sua possessão não fosse nada além de um menino revoltado gritando e cuspindo, não importou muito.
A história circulou pelos jornais até que décadas depois, em “O Exorcista”, chegou à forma final e terrivelmente assustadora de uma inocente e bem ajustada garotinha que é possuída pelo demônio ao brincar com o tabuleiro, passando a ter superpoderes sobrenaturais.
O resto, como dizem, é história. Que completando o círculo chega a muitas crianças e jovens como histórias reais que teriam acontecido com o amigo da prima de um conhecido. A semelhança com os filmes não seria mera coincidência.
Como vimos, se tabuleiros falantes fossem tão perigosos, seus milhões de exemplares vendidos há mais de cem anos já teriam deixado um grande rastro de portais abertos ao mundo das trevas, crianças possuídas destruindo quarteirões e espíritos malignos passeando por florestas que você teria conferido em noticiários, e não em filmes. As histórias macabras que ouvimos de uma pessoa ou outra sobre os tabuleiros são lendas urbanas criadas a partir do "disse me disse" do imaginário popular, ou ateh de casos fortuitos de algumas pessoas que jogaram e tiveram o "azar" de serem acometidas por algo ruim depois, e isso sem falar nos efeitos sugestivos em algumas dessas pessoas. Se 100 pessoas tomam banho e vão trabalhar, uma pode ser atropelada em seguida, se 100 pessoas jogam o Ouija, da mesma forma uma delas pode ser atropelada em seguida também, porém com apenas esse fato estigmatiza-se completamente um jogo como o responsável pela tragédia, incluida com os devidos acréscimos populares posteriormente é claro.

A ciência por trás da brincadeira



Quem já fez a brincadeira do copo não nega: o copo realmente se move e faz isso aparentemente sem ajuda de ninguém. O efeito é desconcertante e capaz de convencer mesmo os mais relutantes em abraçar a explicação sobrenatural.
Mas se é realmente um espírito que conduz o copo, então não faria mal nenhum vendar os participantes da brincadeira, não é? Pois blogs, fóruns de sites espíritas e céticos trazem dezenas de relatos de quem tentou fazer a brincadeira de olhos vendados. Há até relatos de médiuns que fizeram isso na frente das câmeras. Para todos o resultado foi o mesmo: o copo continuou se movendo mas as palavras formadas foram apenas sequências desordenadas de letras.
Se isso não for suficiente para convencê-lo de que não há nenhum espírito envolvido no movimento do copo, tente uma abordagem adicional: faça ao copo uma pergunta que nenhum dos participantes da brincadeira possa conhecer a resposta - como um nome secreto escrito em um papel deixado em outra parte da sala a salvo dos olhares curiosos. Você também pode apoiar sobre o fundo do copo uma pilha daqueles apoios para copos (coasters; na falta deles use CDs) e pedir aos participantes que apoiem seus dedos sobre eles. Depois fique de olho: se o movimento partir do copo (empurrado pelo espírito) a pilha de apoios fará uma escadinha com o copo um pouco à frente dos seus dedos; se o movimento partir dos dedos dos participantes a escadinha será na direção oposta, com os dedos um pouco à frente do copo (dependendo do atrito entre os apoios e o copo é bem provável que os apoios deslizem e o copo nem saia do lugar, o que prova o ponto assim mesmo). Foi com um método parecido, mas mais elaborado, que o físico Faraday provou, no século XIX, que as "mesas girantes", aquelas que tremiam e pulavam animadas pelos espíritos, na verdade eram empurradas pelas pessoas que se sentavam ao redor delas, mesmo que elas mesmas não tivessem a noção disso.
A resposta é que os participantes da brincadeira empurram sim o copo, mas o fazem inconscientemente, através de pequenas e involuntárias contrações musculares. Este efeito é bem conhecido pelos médicos e chama-se efeito ideomotor.
O efeito ideomotor é mais comum do que se pensa e você provavelmente já foi vítima dele. Como quando assistia a uma partida de futebol e, sem mais nem menos, chutou a poltrona no momento em que o atacante hesitou com a bola diante do gol. Ou todas as vezes que seus pés procuraram instintivamente o pedal do freio a cada manobra arriscada do seu amigo na direção. Médicos e psicólogos vêem o efeito ideomotor como um tipo de imitação involuntária; o observador age conforme o que vê ou o que gostaria de ver.



Provavelmente o primeiro cientista a se deparar com o efeito ideomotor foi o químico francês Michel Chevreul. Nos primeiros anos do século XIX estava na moda um novo método de análise química que usava um certo "pêndulo exploratório", o mesmo usado pelos radioestesistas para captar as "energias do ambiente". Como em um tabuleiro Ouija (que ainda não tinha sido inventado) mas sem o aspecto espiritual (que também não tinha sido inventado), o operador segurava um pêndulo que oscilava sobre as letras do alfabeto, em uma placa, formando os nomes dos elementos químicos. Em 1808 um químico chamado Gerbouin escreveu um livro inteiro sobre esta modalidade de análise química e arrastou vários colegas na nova onda. Chevreul foi um pouco mais cauteloso e decidiu colocar o método à prova. Em suas primeiras experiências, Chevreul constatou que o pêndulo realmente se movia quando colocado sobre uma placa contendo mercúrio e que, quando o mercúrio era coberto por uma lâmina de vidro, o pêndulo diminuía seu movimento até parar. Depois de repetir a experiência várias vezes, sempre com o mesmo resultado, Chevreul decidiu tentar algo inédito; algo tão simples que ninguém ainda tinha pensado em fazer: repetiu a experiência de olhos vendados. O resultado foi que quando um assistente colocava e retirava a lâmina sobre o mercúrio sem que ele visse, nada acontecia; o pêndulo não se movia. Assim Chevreul conclui que ele próprio era responsável pelo movimento do pêndulo, ou seja, por mais que tentasse permanecer completamente imóvel não podia evitar que seus dedos movessem o pêndulo na direção que ele sabia que ele deveria se mover.



Muitos anos depois, em 1853, Chevreul foi indicado pela Academia Francesa de Ciências para fazer parte de um comitê responsável por estudar certos fenômenos sobrenaturais, especialmente as "mesas girantes", que, como vimos, eram a grande coqueluche daquela época. As mesas girantes já vinham sendo estudadas por cientistas nos EUA e na Inglaterra e eles já tinham descoberto um bocado sobre elas. Por exemplo, eles sabiam que a mesa parava de se mover se a atenção dos participantes fosse desviada ou se o "clima" fosse quebrado durante a sessão. Sabiam que a mesa não se movia se os participantes não possuíssem alguma expectativa de como ela deveria se mover, e também não se movia se metade das pessoas ao redor da mesa acreditasse que ela deveria se mover para a direita e a outra metade acreditasse que ela deveria se mover para a esquerda. Por outro lado, a mesa começava a se mover bem rapidamente se a direção do movimento fosse definida de antemão. Por tudo isso, os cientistas desconfiavam que os participantes, por mais honestos e inteligentes que fossem, estavam movendo involuntariamente a mesa em resposta às suas próprias expectativas. O psicólogo Willian Carpenter deu a esse efeito muscular involuntário o nome de efeito ideomotor. Coube ao físico Michael Faraday demonstrá-lo de forma espetacular, usando um aparato com folhas de papelão presos com elásticos à superfície da mesa. Pelo deslocamento relativo das folhas de papelão, Faraday mostrou como o movimento partia das mãos dos participantes, e não da própria mesa. Assim ele colocou um ponto final na discussão sobre a natureza espiritual do fenômeno.

O efeito ideomotor é tão convicente para aqueles que o experimentam que a grande maioria das pessoas que se inscreve para o Desafio de Um Milhão de Dólares de James Randi é de radiestesistas (profissionais que usam pêndulos como os de Chevreul ou forquilhas para detectar água, petróleo, campos de energia, qualquer coisa). Segundo Randi, essas pessoas acreditam honestamente em seus "poderes" e ficam genuínamente desconcertadas quando falham num exame às cegas (e eles têm falhado). Entretanto, nenhuma dessas pessoas admite a explicação natural do efeito ideomotor, preferindo atribuir o fracasso a algum fator desconhecido.
Explorando a psico-ciência por trás da Radioestesia, o professor emérito de psicologia da Universidade de Oregon, Ray Hyman, tem se dedicado ao estudo e ensino da psicologia da crença e auto-ilusão, além de conduzir estudos críticos detalhados sobre experimentos parapsicológicos. Ele realizou um experimento para ilustrar como funciona o efeito ideomotor, demonstrando como a sugestão associada ao efeito ideomotor podem levar as pessoas a realmente crerem que alguma força externa é responsável pelo movimento de varinhas de radioestesia. A um grupo de estudantes ele demonstrou o princípio de funcionamento das varinhas de radioestesia em L. Ele andou pela sala e fez com que as varinhas se cruzassem em um determinado ponto, ao se afastar deste ponto, fez as varinhas voltaram à posição original. Então ele falou para os estudantes que aquele era um ponto onde possivelmente se encontrava uma tubulação de água. Em seguida, ele pediu que cada estudante repetisse o experimento e quase todos experenciaram uma força desconhecida que fazia com que a varinha se cruzassem exatamente onde eles esperavam que isto ocorresse conforme sugestão de Hyman. O experimento foi repetido com outro grupo, mas Hyman fez com que as varinhas se cruzassem em outro ponto da sala, e novamente os estudantes relataram uma força externa que movia as varinhas no exato ponto onde eles acreditavam que elas se cruzariam, mostrando assim a causa meramente sugestiva para o resultado do experimento.

Tabuleiros Ouija, Radioestesia e Allan Kardec, temas que, por mais variados e complexos que pareçam, possuem em verdade explicações análogas e bastante simples partindo do mesmo princípio: o efeito ideomotor.



Fontes:
http://www.sedentario.org/colunas/duvida-razoavel/zumbis-na-brincadeira-do-copo-2822
http://www.projetoockham.org/historia_copo_5.html
http://www.projetoockham.org/pseudo_radioestesia_5.html

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Mensagem por nandokiss em Dom 11 Set 2011, 7:50 am

A maioria dos crentes acredita que o demonio esta por tras desses fenômenos...
Alias, por tras de tudo que nao seja evangelico. rs
Diabo, arca de noé, matusalem e tome versículos... :risadinha:
o programa do Valdomiro santiago é mais engraçado!!


Ergueu a maleta e

acompanhou o homem (...). Contornaram a praça e enviesaram pela rua

larga depois do viaduto.

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Mensagem por David de Oliveira em Dom 11 Set 2011, 10:05 am

Contratei um perfurador de poço artesiano e logo na chegada ele veio com tais varinhas de radioestesia e começou a andar pelo quintal todo com as tais na altura do seu umbigo. Quando chegou num ponto e as varinhas se cruzaram, disse: é aqui. Não, lhe disse, eu quero é ali naquele lugar. logo ele foi em direção ao ponto que lhe mostrara que queria e como as varinhas não se cruzaram, me disse: Só tem um lugar que dá água e é naquele lugar que falei.
Bem, como sou cético com palavras, peguei as varinhas e caminhei para o "lugar certo" e veja o que aconteceu: as várinhas se cruzaram em minhas mãos!!!
Coincidência ou não, ele acertou e o danado do poço é ótimo! porém, só uma observação: o lugar que eu queria era bem mais difícil para ser perfurado...


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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Mensagem por Fish em Dom 11 Set 2011, 9:59 pm

David de Oliveira escreveu:Contratei um perfurador de poço artesiano e logo na chegada ele veio com tais varinhas de radioestesia e começou a andar pelo quintal todo com as tais na altura do seu umbigo. Quando chegou num ponto e as varinhas se cruzaram, disse: é aqui. Não, lhe disse, eu quero é ali naquele lugar. logo ele foi em direção ao ponto que lhe mostrara que queria e como as varinhas não se cruzaram, me disse: Só tem um lugar que dá água e é naquele lugar que falei.
Bem, como sou cético com palavras, peguei as varinhas e caminhei para o "lugar certo" e veja o que aconteceu: as várinhas se cruzaram em minhas mãos!!!
Coincidência ou não, ele acertou e o danado do poço é ótimo! porém, só uma observação: o lugar que eu queria era bem mais difícil para ser perfurado...


Pode ser que de tanto praticar esse tipo de coisa, a mente dele incoscientemente "pegou o jeito" da coisa na identificação dos lugares com maior probabilidade de construir um poço. Além do mais, só porque o ponto que ele quis deu certo, não quer dizer este fosse o único ou melhor local, teria que fazer um levantamento do perfil geológico do local pra garantir que era o melhor ou o único possível para a construção do poço. Fora que tem pessoas que identificam bons locais para a construção de poços apenas no olhômetro, questão de prática e conhecimentos geológicos básicos.

Se esse tipo de coisa desse realmente certo por meios mais objetivos e além do mero acaso ou da coincidência, eu largaria meu curso de Geologia pra sair procurando petróleo e minérios com essas varetas Brasil a fora.

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