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Consulta Bíblica
Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Testemunho

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b?blia Testemunho

Mensagem por Valeria Freitas em Seg 05 Set 2011, 1:39 am

oi gente linda,

hoje to criadeira de topicus! :0

bem, como num vi aqui ninhum board sobre testemunhos, queles que a gente conta quando se converte, mostrando como foi e se sucedeu, resolvi contar o meu aqui.

quando eu era do mundo, valorizava meu lindo corpo, na epoca, andava com roupas sensuais e extravagantes, muitos palavroes na boca, era fashion ou qualquer nome que se dava a isso. eu tinha entao meus 16 pra 17 anos, e como tinha ficado desempregada, meu pai arrumou pra mim um estagio não remunerado numa empresa de informatica. em 1983, a tecnologia ainda tava engatinhando, mas ja tinhamos computadores e eu ingressei nessa area. minha irmã, havia entregue o seu coração ao Senhor e contava com seus 12 pra 13 anos. eu sou 4 anos mais véia que ela. nessa epoca, eu tinha uma turminha e um namoradinho. e quando entrei la na spress, o mundo havia abrido pra mim. estava aprendendo a mexer com computadores. uns tres dias após minha entrada, entrou uma outra menina, a Jeanne. ela tinha um jeitinho diferente das outras. pensei logo: credo, parece com minha irmã! e ela veio sentar adivinhe onde: na minha frente , na outra maquina, pois trabalhavamos em maquinas duplas. e logo puxou conversa comigo. a conversa fluiu bunitinha até que ela falo a palavrinha magica: eu sou crente, e voce? pensei logo, ai meu Deus, la vem! otra Cris (minha irmã) pra me atazanar com os papos de Jesus. nesse dia, fomos tomar o lanche no intervalo, e ela grudo ni mim que nem chicletes. e tome papo de Jesus pra cá, e pra lá, e eu num sabia como me desvincilhar, sem ofender a menina. apesar de ser enjuada com os tais papos lá, era muito educada e divertida. na hora de ir embora, bati meu ponto e ja ia saindo, quando veio uma vozinha atras de mim: pera que eu vo com voce! pensei cumigo: ferrou! mas fomos andando pro ponto do onibus, e tome evangelho na oreia. quando cheguei em casa, não comentei com minha irmã sobre essa amizade nova que havia feito. ja tinha ouvido papos demais prum dia só. e assim foi, todo dia. todo santo dia. eu já começava a fugir dela, tadinha. na hora do lanche num tinha jeito, mas na hora de ir embora, inventava que tinha que ir pra outro lugar, para me ver livre, ma num diantava! o chiclete mais lindo que eu ja conheci em minha vida, tava grudado mermo! eu vo com ce, então. num tinha jeito gente! e eu num conseguia ser grossa com ela! num tinha jeito! aí, mudei o meu discurso com ela. quando ela cumeçava a falar de jesus, eu contra atacava. interrompia ela, e já ia dizendo as coisas que fiz. falava das baladas que eu ia, de como tinha me divertido, e achava que fazendo assim, ela se tocaria e me deixaria em paz. ledo engano. hahahah. quanto mais contava das minhas coisas, mais ela ouvia. gente, ela me ouvia, atenta! sem perder uma só letrinha que eu falava! e quando eu cabava de contar meus trem, la vinha ela dizendo sobre os trem dela também. ai destampava a falar dos amigos, do namorado dela, da igreja dela. e assim foram se passando os dias. eu tentando fugir do chiclete lindo, o chiclete lindo grudano ni mim. eu tava mais conhecedora da palavra que minha propria irmã! hahahaha de tanto ouvir o checlete lindo buzinar ela na minha oreia. aí, o namoradinho, lembra, terminou o namoro comigo. nuss, fiquei de fossa brava! foi uma semana de chororo. foi. só uma semana que eu so marrenta. e nessa uma semana de tristeza, o ombro que eu encontrei pra desabafar foi o do chiclete mais lindo. e por ela ter me oferecido o ombro, comecei a ter mais paciencia com ela. comecei a ouvir o que ela tinha a dizer. e comecei a gostar de ficar perto do chiclete mais lindo. lembro como se fosse hoje, da gente entrando no onibus, e ela foi logo me contando que tinha aprendido um corinho novo na igreja e que ele falou muito ao coração dela:

Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória.

Quem é o Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na batalha.

Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos,

para que entre o Rei da Glória.

Quem é esse Rei da Glória? O Senhor dos exércitos; ele é o Rei da Glória.

e foi me explicando o que queria dizer os versos do cantico. e os oindo dela brilhando ao cantar e explicar, mexeram comigo. comecei a pensar nesse cantico. quando cheguei em casa, perguntei a minha irmã se ela conhecia esse corinho. ela olhou pra mim com uma cara de ghost, engoliu uns trezentos litros de saliva e respondeu: sim, a gente ta cantando ele na igreja. por que? e eu: nada. pode perguntá mais não, é? e fico nisso. no otro ia, ela me convidou pra ir num lugar lá, de amigos dela. lá foi eu. se uma crentinha ja me enchia muito, imagina um monte junto! hahahahaha guentei firme, mas gostei do pessoal. muito gentes boas eles. essa amizade começou a crescer. eu já não me encontrava mais resistente e começava a perguntar a ela sobre as coisas do Jesus dela. um dia, ela me chamou pra gente ir num lugar, eu nem sabia onde era, ma fui. era uma livraria biblica. então, quando entrei lá dentro, um trem aconteceu ni mim, sabe? quela musica de fundo, tocando, era tão gostasa. uma paz muito grande me invadiu. comecei a olhar os negocios de Deus lá, e tava achano tudo muito bunitinho. e quem disse que eu queria ir embora?! ela rpecisava ir e a muito contra gosto, saimos. mas fiz ela prometer que a gente voltaria lá. nesse dia, tinha o Vencedores por Cristo no clubão, lá na metodista da tupis, e minha irmã me convidou pra ir com ela e as meninas. olhei pra ela e falei: vo sim! a cara de ghots dela voltou. num sei de onde ela tiro tanta saliva pra engolir! a noite, saimos e eu ja tava arrependida de ter aceitado. um monte de pensamento confuso começo a surgir na minha cabeça. eu queria ir mas ao mermo tempo num queria. mas ia! e chegando lá, o vontade de ficar no barzinho m frente, esperando ela sair! o vontade! ma a cara de ghost que ela tina feito me impediu de fazer isso, e seiq ue ficaria muito triste comigo se eu fizesse isso. então entramos. naquele dia, algo aconteceu na minha vida. gostei do grupo que tava cantando, e ao falar com uma das meninas que cantava, comprei um disco deles. eu tocava violao e musica era tudo pra mim. inda mais musica bem tocada e bem cantada. no otro dia, ao chegar no trabalho, vi a chicletinha com um olhar diferente. ela tava triste! nussa, que vontade de abraçar ela. ao sair, como de costume, perguntei a ela o que tinha acontecido. então a gente sentou numa sorveteria e ela me contou. tava muito chateada. ela num gostava de computadores. tava indo mal no estagio. tinha aceitado por que o namorado que arrumou pra ela e num quis fazer desfeita. e aceitou nem sabia por que. conforme ela disse. ela queria ser missionária. vendo a tristeza dela, aceitei o convite de ir na casa dela. naquele dia. fui no serviço do meu pai, que era ali perto e avisei pra ele que iria com ela na casa dela e depois iria pra casa. chegano lá, essa menina abriu o coração comigo. o pai tinha alguns problemas. era separado ou viuvo, num lembro bem e tava casando de novo. ela tava insatisfeita com isso e sofrendo. mas era pastor e ela num queria ser contraria a decisão do pai dela. conversamos um tikinho mais e eu fui embora. ao chegar em casa, minha irmã tava com as amiguinhas dela lá. era dia de culto e tava quase na hora. ai de supetão, eu olhei rpa ela e falei: vo na igreja com cê! era engraçado ver a cara de ghost que ela fazia! e nesse dia, eu entreguei o coração a Jesus. saimos da igreja muito felizes, eu e as amiguinhas de minha irmã. era tudo diferente agora. o que eu mais queria, queria de verdade, era chegar no otro dia logo e contar pra Jeanne. o chiclete mais lindo! levantei cedinho quele dia, e corri pro emprego. chegano lá, a jeanne num tinha chegado ainda. estranhei. ela nunca chegava atrasada! mas ela conseguiu chegar. e eu fui logo contando pra ela da minha paz! que eu tinha entregue o coração rpa Jesus! que eu agora era crente! nesse dia, ela tava muito calada. muito mermo. fomos na livraria de novo, conforme ela havia me prometido me levar otra veiz. lá, ela comprou um livreto, que eu guardo comigo até hoje. e escreveu na dedicatoria: fiquei muito feliz com sua paz! :
nos despedimos, e agora eu tinha uma amiga de verdade! já ficava pensando no otro dia, que eu chegaria no emprego e poderia conversaqr com ela sobre as nossas coisas, as de Jesus. mas num teve outros dias. ao chegar no emprego no otro dia, fiquei sabendo que Jeanne tinha ido embora. perguntei o porque, e o gerente me disse que num sabia tambem. eu sai de lá e fui ate a casa dela para saber o que tinha ocorrido. quando cheguei lá, ela me olhou e disse que tinha conversado com o namorado e com o pai, e que a vaga pro seminario tinha saido e essa que era a vocação dela. eu olhei pra ela, e entendi. o proposito de Deus pra vida da gente é imenso e nao tem fim. Deus plantou a Jeanne lá, para que eu me convertesse. esse foi o unico proposito da entrada dela na spress. e quando Deus viu que o intento tava feito, providenciou a vaga dela no seminario. simples assim! e eu nasci de novo aquele dia. após isso, continuei lá, aprendendo um novo oficio que me garantiria um emprego melhor. mas agora era vazio, triste, trabalhar lá. num tinha mais o chicletinho pra grudar ni mim. sentia muita falta dela. nunca mais a vi.

quando me converti, a mudança começou a ocorrer de dentro pra fora. e logo o visual tambem mudou. as roupas tornaram-se comedidas, bonitas mas com decoro. os decotes deixaram de aparecer. as pernas de fora ficaram mais escondidas. os palavroes desapareceram da minha boca. era uma crentinha muito devotada. comecei a pregar pros meus amigos e fui vendo alguns se converterem. os meses foram-se passando e eu num saia da igreja. todo o tempo tava lá. ia em tudo quanto era estudo biblico.

aí, fiz um teste no banco real, e passei. lembro bem quando entrei no banco, em 1983. usava camisas evangelicas e calças jeans. as camisas sempre com uma frase sobre Jesus. um dia, na hora do lanche, um dos meus colegas de trabalho veio até mim. eu tava usando uma camiseta, imitando a palavra solidarnoisc, so que escrita: salvação só em Jesus. e o cara que me interpelou, usava uma camiseta escrita Holliwood, o sucesso. marca de cigarro. nem havia prestado atençao a esse detalhe, quando ele começou a conversar comigo. ele chegou e se apresentou a mim. sempre educada, me apresentei a ele tambem. ai veio a pergunta fatidica:

ou! quanto o Jesus ai te paga pra fazer propaganda Dele?

num impeto, respondi: deve ser o mermo tanto que a souza cruz te paga pra fazer a propaganda do cigarro aí. disse isso com um largo sorriso nos labios.

preciso contar uma coisa proces. eu era uma menina recem convertida, com um amor muito grande pelo Senhor. muito grande mermo. a minha entrada no banco se deu por milagre. por resposta de oração. estava euforica, pois estava bem empregada, ganhando um salario muito bom, e com isso, minha familia teria uma chance de sair daquela pobreza que viviamos. viver com mais conforto. estava avida para levar a palavra de Jesus ali dentro. e me sentei com uma moça. no primeiro dia de serviço.
essa moça, se chamava moabe. se eu tivesse prestado atençao ao nome dela, e tivesse mais forte na palavra, e tivesse o conhecimento que tenho hoje, teria evitado muitas dores em minha vida. assim que me sentei, ela logo verificou minha postura de evangelica. e me perguntou: oce é crente, né? eu olhei pra ela e disse: sim, sou sim. que bom, eu tambem sou! fiquei euforica! o doce ilusão a dos recem convertidos, sem maldade alguma, né?

nos dias que foram se passando, fomos ficando amigas. e eu me sentia muito incomodada com as atitudes dessa moça. ela tinha entrado no banco no mesmo dia que eu. na minha pobre cabecinha, a gente poderia unir forças para levar o evangelho ali dentor, já que parecia que somente nós duas no turno eramos crentes. mas as perguntinhas maliciosas que ela vinha me fazendo, me incomodavam. e eu tinha temor de homens. achava que não podia ferir ao ungidos do Senhor. apenas respondia as perguntinhas de forma silabica. eram do tipo:

- voce já sentou no colo do seu namorado?
- voce já beijou mais de um rapaz na mesma festa?
- voce num acha que o evangelho que tão pregando é muito pesado?
- por que voce é tão fanatica assim? só sabe conversar sobre igreja, Jesus e essas paradinhas...

e assim os dias foram transcorrendo. ela chegava muito bonita, bem arrumada, com vestidos bem insinuantes, muito maquiada, e logo atraiu a atençao dos homens que trabalhavam com a gente. eu sempre lá na minha calça jeans, minhas camisetinhas decoradas Jesus isticamente, meu tenis. sempre sem maquiagem, pois nunca gostei das mesmas. eu era perfumadinha, sabe? gostava de fazer escova no cabelo, unica valorizaçao de vaidade que sempre tive. nunca havia pinçado minha sombrançelha ou feito as unhas. desde menina abominava essas coisas. era mais despojada. na minha vida eu num tinha muito tempo para ficar me emperequetando como as meninas da minha turminha de bairro não. andava com minhas unhas sempre curtinhas, lixadinhas e com uma base transparente, que eu mesma fazia em casa. unica maquaigem que eu usava era um brilhozinho incolor, daqueles liquidos, nos labios. minha sensualidade era natural. os homens que se aproximavam de mim, se aproximavam pelo meu papo, pela minha cultura, pela minha simplicidade. eu encantava as pessoas pela alegria contagiante, pelo sorriso aberto, franco e pelos olhos, sempre muito confiaveis. meu olhar denotava muita paz. muita alegria. e isso encantava as pessoas. só que a moabe, começou a se fazer muito popular. e o andar com ela, o seguir os conselhos dela, aliados a uma pouca frequencia na igreja, me fizeram resvalar os pés. caí, gente, caí feio! as roupas, que agora eu tinha um poder aquisitvo maior, começaram a mudar. as pernas começaram timidamente a ficar de fora, e como eram bonitas, começaram a atrair a atenção. os decotes voltaram a se fazer percebidos. comecei a usar maquiagem!!!! eca!!! saltos altos. e o corpo, muito bonito na epoca, que antes era bem scondido, começou a se mostrar. como eu trabalhava de seis a meia noite, começaram os convites para sair com a turma que eu tava aprendendo a gostar. do guaraná, passei pra cuba libre, nessas saidas. ainda tinha quele resquicio de Deus dentro de mim, mas num percebi que a luzinha tava se apagando. nisso, uma turma da igreja que eu frequentava, preocupados com a minha sumida, chegou la em casa num dia de sabado, de manhã, sem avisar. fiquei assustada quando os vi, e os achei tão sem graça. Sad eles me amavam, sentiam minha falta. e num anseio de me fazer rever os meus caminhos, foram atrás da ovelha perdida. depois de algum tempo de conversa, lagrimas caindo, prometi voltar aos cultos. promessa que nunca mais cumpriria, para minha tristeza. nunca mais voltaram la em casa. nunca mais os vi. sinto falta daquela turminha até hoje.

e duma conversão genuina, de uma mudança de vida maravilhosa, voltei a pocilga. a porquinha, que antes estava lavada e lustrosa, voltou a se enlamear. e começaram os namoricos dentro do ambiente de trabalho. pulava dum pra outro, só num me entregava. até que comecei a namorar o meu ex marido. homem impio de tudo. beberrão, amante de prazeres, saia até com a sombra de uma muié, em busca de sexo. apaixonada, cega, aceitei namorar com ele, mermo sabendo do risco que tava correndo. e aí, meus amados, a mao de Deus, poderosa, começou a pesar.

as coisas na minha casa começaram a descambar. de uma convivencia pacifica com meus irmãos, viraram muitas brigas. ate que resolvi sair de casa. tinha meus então 19 anos. era adulta e ja pudia me sustentar. namorando com o cara lá, ele me arrumou uma republica para ir morar. perto da casa dele, claro. e com grande tristeza para minha familia, sai naquele caminhaozinho, com minha mobilia, para uma nova vida. alguns meses depois, estaria me casando. apso ficar seis meses fora de casa, meu noivo então me convenceu a voltar , pois queria me tirar de casa para casar. obedeci e voltei. estavamos preparando as coisas para o casamento, comrpando mobilia e fazendo enxoval. quando comecei a sentir umas dores esquisitas no braço. procurei um medico que me diagnosticou com sindrome do escrivão, a futura LER/DORT. começou minha peregrinaçao para tratamento, no banco, sofria na mao do chefe. foi um horror. meu futuro tava começano a ficar comprometido. faltando dois meses pra me casar, tive que ser submetida a uma cirurgia, como cobaia, pois nem os medicos sabia oq ue tavam procurando pra resolver essa doença estranha. meu vestido de noiva teve que ser remodelado, por conta da cirurgia, que deixou um ferimento grande e que ainda tava em processo de cicatrização. casei-me e achei que seria feliz. aos tres meses de casada, já sofrendo bastante por conta do tratamento da LER, levei os primeiros tapas de meu marido. fiquei muito chateada com aquilo e ao fazermos as pazes, fiz que prometesse nunca mais me encostar um dedo. promessa de impio, é dose, né? nunca são cumpridas...

a doença evoluindo, o aumento de peso começando a disformar o meu corpo por causa da cortisona que tomava sem parar por causa do tratamento, e a gravidez do meu primeiro filho, foram o basta que Deus me deu. ou eu voltava pra Ele ou eu voltava pra ele. era as opções que eu tinha. e eu voltei! :0

mas o mal ja tava feito em minha vida. as consequencias de pecado foram vindo. as colheitas, aaaaa, as colheitas do que eu havia plantado, começaram a dar os seus frutos. ter voltado pra Jesus, rebentou uma crise no meu casamento. meu marido era totalmente averso a Deus e as coisas de Deus. mas foi um tempo lindo, onde vi a mão poderosa de Deus agindo poderosamente na minha vida, durante 14 anos. com sofrimento e luta, muita luta, fui levando, obedecendo a palavra, aguentando quele homem impio, que me maltratava demais, inclusive fisicamente, até o divorcio. meus filhos iam comigo pra igreja. com direito a ter que enfrentar meu menino feliz, que ao contar pra ele que havia aceitado Jesus, teve que aguentar o pai ficar de mal dele por algum tempo por conta disso. muitas coisas aconteceram, e se eu fosse escrever tudo que vivi nesse tempo lindo, daria um livro. talvez um dia escreva uma auto biografia de minha vida. hahahahah oces num dão conta de ler mais do que lerão aqui, tadinhos!

em 1998, me divorciei, me firmei em Jesus, e aos trancos e barrancos fui levando a vida. acabei de criar os dois filhos maravilhosos, e um dia, Deus me presenteou com o grilo. meu marido atual, há quase 7 anos já. agora sei o que é um casamento, da forma que Deus instituiu. o falar a merma lingua. o professar a merma fé.

e hoje to aqui. pra honra e gloria de Jesus. sei o que é estar no céu e cair no inferno de novo e maravilhosamente ser resgatada dele. num quero nunca mais viver isso em minha vida. nunca mais. minha oração é sempre pra que Deus me mantenha de pé. firme e forte nas tempestades que vem sobre a vida da gente. e que a cada dia me transforme mais e mais Nele.

bem, minha historia inda num terminou não. ela continua, até o dia que eu irei subir pra sempre com meu Senhor.


e voces, que historia tem pra contar? como foi a conversao de voces? eu gostaria imensamente de saber! :)
grande beijo!




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b?blia Re: Testemunho

Mensagem por David de Oliveira em Qua 07 Set 2011, 2:42 pm

Já eram 18:00 hs de uma quinta feira e quase não vínhamos mais a bola, pois começava a ficar escuro. Estava num campo de futebol jogando bola com os amigos e aquela tarde noite nunca sairia da minha mente.
Fui criado praticamente dentro da Igreja Presbiteriana do Brasil e minha vida, pela freqüência assídua à igreja junto com a minha família, sempre foi diferente da de meus amigos de infância. O Senhor Jesus sempre foi o meu refúgio e fortaleza e socorro bem presente na hora da angustia, desde o que a minha memória me permite lembrar, mas, chegou a minha adolescência e... As coisas começaram a mudar.
Meus amiguinhos já não eram aqueles da escola dominial, muito menos suas famílias, então comecei a aprender o que me foi omitido até então. Uma aprendizagem diferente, iníqua e cruel, onde a maldade dos ignorantes era terrivelmente predominante. Hoje eu sei que de uma maneira ou de outra, teria que passar por essa escola e felizmente não deixei o meu mundo religioso, como muitos que conheci.
O mundo do adolescente é aquele que se tem de provar a cada dia para a turma, a superioridade, e a dignidade, nunca a fraqueza e os motivos de pilhérias. Quase todos os “bolinhas da turma” já diziam que não eram mais “virgens” e por isso, faziam questão de fazer piadas àqueles que estavam “ficando para trás”. Eu pensava que estavam dizendo a verdade, pois não estava acostumado com esse mundo mentiroso, então só havia um jeito de não cair naquilo que os adolescentes mais temem: entrar no mundo da mentira e hipocrisia.
Isso, eu agüentei até os meus 16 ou dezessete anos. Já não suportava mais viver na mentira e resolvi, de uma vez por todas me “igualar” aos colegas. Havia na época em minha cidade duas ruas de casas de prostituição. Já havia ido algumas vezes para conhecer aquele antro de falta de higiene e insegurança. Procurei o meu “melhor amigo” e disse-lhe: estou com dez pratas e vou gastá-las na zona; quer ir comigo? Fomos.
Escolhi uma senhora (todas as mulheres “vividas” são senhoras para um adolescente), gorda e fedorenta para me marcar o corpo e a mente, como se fosse um animal. Fomos para o seu quartinho no fundo da casa. Nunca esquecerei aquela toca. Se existe um mini espaço nessa terra que corresponde ao inferno, eu entrei nele. Vários quadros de imagens, estatuetas, velas vermelhas em todos os lugares, abajures vermelhos, em fim, me senti no centro da terra e no inferno. Nunca mais voltei lá. Nunca “deixei de congregar”, mas pagava um preço muito alto por viver uma vida dupla. Minha vida ia começando muito mal, mas vamos voltar ao futebol daquela tarde noite?
Como disse antes, já estava escuro e tivemos de parar o nosso jogo, pois não havia luz de holofotes naquele campo de terra. Assim que estava de volta para casa, caiu sobre mim uma febre de calafrios que nunca, desde então e até hoje passei. Nunca senti tanto frio na vida e para tomar banho, foi um imenso sacrifício. Tomei, mas ficou ainda pior, então pensei: vou pegar um cinema e quem sabe, isso passa. Que nada! Havia dois grandes ventiladores no cinema que mandavam ventos pr’a cima de mim e tive de sair logo no começo do filme.
Caminhando de volta para casa, comecei a pensar na gravidade desse problema e na possibilidade de morrer. Isso era a última coisa, pensei, que poderia acontecer comigo naquela situação em que me encontrara. E a coisa foi ficando cada vez pior... No meio do caminho lembrei-me que era quinta feira, dia de culto e que havia uma igrejinha aonde as pessoas diziam que estava acontecendo umas coisas diferentes. Mudei o itinerário e caminhei com dificuldade para lá. Já estava no final do culto e o pastor estava fazendo a oração final. Muita gente na entrada da igreja e com muita dificuldade, fiquei bem na porta, de modo que podia ouvir a voz daquele pastor. De repente, uma onda mansa de um calor muito forte saiu do chão e começou a me esquentar desde os pés indo até a minha cabeça. (desculpem, mas tive de parar de escrever agora). Bem, continuando... Então comecei a sentir o calor próprio de estar no meio de uma multidão e num tempo de calor mesmo!
Costumo sentir que essa foi a minha conversão de fato. Obviamente, para mim, ninguém precisava pregar o evangelho de Jesus, pois já sabia de cor e salteado. Aquela igrejinha foi o meu “aio” que me sustentou por dez anos seguidos. Participava de tudo! Ensaios da mocidade, apresentação nos cultos, reuniões de oração, vigílias na igreja e nos montes, freqüências aos trabalhos de toda a semana... Era o meu mundo.
Tínhamos um trabalho evangelístico dentro daquela zona boêmia, uma vez por semana, pois a igrejinha era vizinha bem próxima. Distribuíamos panfletos e evangelizávamos aquelas prostitutas nas portas de suas casas, mas nunca mais vi aquela que me ferrou minha alma e meu corpo.
Quando fui presidente da mocidade, resolvi que todos os jovens tinham de trabalhar, então fui aos colégios estaduais com aulas noturnas e pedi às diretoras para fizéssemos “trabalhos religiosos”, o que fomos prontamente atendidos.
Havia um rapaz que estava aguardando sua ida para ir para o seminário. Num certo culto a um colégio, eu lhe disse: olhe, é você quem vai pregar para o colégio inteiro. Foi como dar mel para urso. Fomos para o ginásio e esperamos a hora do recreio. O lugar ficou apinhado de alunos, com aquela algazarra danada! Começamos a tocar a guitarra e cantamos alguns corinhos. O rapaz pregou uma mensagem de salvação e só vínhamos jovens chorando. Houve 86 manifestações de aceitação. Levantaram as mãos como se estivessem pedindo socorro.
Os colégios estaduais são muito grandes, com imensos corredores que davam acessos às salas de aulas. Distribuía cada irmão em cada sala e às vezes dois, um fazendo companhia para o outro, pois ficavam espantados com a expectativa de falar em público.
Não sei como e quando apareceu na igreja o “Xico”. Era um rapaz cadeirante, não por causa de acidentes, mas porque sofreu paralisia infantil. Seu corpo era totalmente deformado e para dar uma colherinha de chá a ele, quis o destino que o seu braço direito, embora deformado, reunisse condições para tocar uma “munhequinha” à direita da cadeira e assim permitisse ir a qualquer lugar. Sua mãe, uma católica carola, ficou uns dois anos sem tomar banho, em sacrifício, para vê-lo sair da igreja. O Xico estava no corredor de um colégio e eu lhe disse: vá àquela sala, Xico, ao que me disse: mas irmão, eu não sei o que vou dizer! Eu lhe disse: diga o que Jesus fez em sua vida! Ele ficou tão alegre e num impulso, o vi correndo adentrando a sala e gritando e com aquela mão mirrada. Fechamos a porta e o Xico tinha todo o tempo do mundo para dizer o quanto era feliz... Quantas vezes subi ao monte para orar com o Xico!... Quantas vezes pedimos a Jesus para curá-lo... Mas ele não se importava, nesse ponto, tanto quanto as pessoas que o rodeava, sabem porquê? Era traficante de drogas nas ruas e vendedor de bilhetes de loterias. Sabia o que era a vida do submundo e estava muito feliz com Jesus, mesmo sendo um aleijado bem castigado, desculpem-me por dizer assim, mas era isso mesmo! Pensávamos que o Xico nunca iria se casar, mas não sei quando e nem de onde apareceu uma jovem loira na igreja. O Xico ficou encantado, mas “na dele”. Ora, não passou muito tempo e o Xico precisou mandar fazer uma outra cadeira, mais forte e resistente, que era para carregar a sua namorada. No casamento, quando ele entrou na igreja em seu carrinho, todo de terninho, vi lágrimas para todo o lado, inclusive em meu rosto. Depois veio aquela loira de olhos verdes, sorridente e feliz como nunca, num vestido de noiva!
Quanta coisa extraordinária aconteceu em minha vida religiosa! Estávamos num culto noturno da mocidade, no quintal da casa de um jovem da igreja. Duas moças bem bonitas, sem mais nem menos, adentraram o portão para assistirem ao culto. Imediatamente foram lançadas ao chão, do nada! e, como dois troncos de árvores, rolavam pr’a cá e pr’a lá, no quintal inteiro, sujando completamente os seus vestidos. Estavam endemoninhadas e deu-nos muito trabalho naquela noite.
Presenciei muitas manifestações de demônios, mas não me esqueço de uma. Era uma jovem perdida que caíra nas mãos dos homens de belial da rua. Era eu e um outro irmão da mocidade. Estava dando muito trabalho e o demônio não saia. A voz era grossa e ameaçadora, então o irmão que estava comigo disse: “vamos chamar a irmã fulana!”. Aquilo me soou como uma ofensa perante a entidade, então lhe disse: não, irmão, nós temos de dar conta disso! É que estávamos querendo tirar o demônio a toque de caixa, como se fosse um cachorro. Parei de gritar e comecei a vivenciar aquilo que a entidade estava fazendo com aquela moça tão jovem... Ao mesmo tempo, começou um sentimento de indignação contra o demônio e um amor tão maravilhoso por ela. Depois, com uma autoridade diferente, expulsei aquele espírito e a moça, calmamente pediu um copo dágua.
Nunca deixei de congregar! Isso ninguém me tirou, graças a Deus!


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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b?blia Re: Testemunho

Mensagem por Valeria Freitas em Qua 07 Set 2011, 4:57 pm

muito lindo seu testemunho, david!

me emocionei ao ler!

graças a Deus pela sua vida e paz! :0

beijos!


Quem acredita, está dando crédito, pensa ser verdadeiro.

Quem confia, se entrega, muda seu agir, renuncia as demais coisas para viver naquilo em que confia.

Quem acredita e confia crê.

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b?blia Re: Testemunho

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