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Profissão: Maria-chuteira

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Profissão: Maria-chuteira

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 23 Ago 2011, 5:53 pm



Maria-chuteira assumida dá dicas de roupas para conquistar jogadores
Dançarina de funk sonha se casar com um atleta do futebol e não mede esforços para realizá-lo: 'Vai ser uma vida muito boa, uma vida de rainha'
Por SporTV.com
São Paulo

O currículo é extenso. Mais de dez namoros com jogadores de futebol, mantém contato com cerca de 100 na internet e sabe tudo da vida pessoal destes atletas. Mellissa Natsumy é dançarina de funk e, maria-chuteira assumida, revela que seu sonho é se casar com um jogador.

- Sou maria-chuteira. Eu vou parar de trabalhar, usar cartão de crédito, vou para o shopping, vai ser uma vida muito boa, uma vida de rainha - disse em entrevista ao "SporTV Repórter".

A dançarina, que sabe de cor a agenda de diversos atletas, dá dicas de como se vestir para conquistá-los.

- Em um baile funk ou em um pagode, a minissaia, uma calça jeans bem justa aparecendo o corpo, o bumbum, a blusinha mostrando a barriga, é o tipo que eles gostam.

Paraense, ela foi tentar a vida em São Paulo e afirma que quase foi pedida em um casamento por um jogador 'muito famoso', mas não revela qual.

- Já namorei do Palmeiras, do Inter, da nossa Seleção Brasileira, do Remo – que é um time do Belém do Pará. Já peguei um do Remo e um do Payssandu. Ah, já dei uns times, fica chato falar todos, né? (risos)

Mellissa conhece todos os lugares frequentados pelos atletas e é avisada por amigos com antecedência. Para ela, a melhor qualidade dos jogadores são os diversos mimos que recebe.

- Eles não têm medida para te dar um presente. Se gostar de você, pelo menos nos meus relacionamentos, eles te dão presentes que você fica boba. Recebi um presente bem legal: um carro. Na época era um carrão, zero. Me mandou escolher e tudo. Perguntou qual carro eu achava mais bonito e que se eu tivesse dinheiro eu compraria. Joias, viagens, você tem uma vida de rainha. Você tem um namorado que tem dinheiro, que te leva para viagens, cruzeiro nas férias. Ele vai jogar, você fica nos melhores hotéis. Quem não quer uma vida dessas?

Maria-chuteira assumida, Mellissa não se importa com o que os outros falam dela.

- Eu nem ligo, eu sou e acabou. É como eu falo: tem mulher que gosta de advogado, gosta de médico, umas gostam de bandido. É defeito gostar de jogador? Eu não acho. Se der sorte, eu viro esposa. Eu quase fui.

A visão dos especialistas

Maurício Murad, coordenador do Núcleo de Sociologia do Futebol da Uerj, no Rio de Janeiro, se dedica a pensar na influência do futebol na sociedade. Ele explica que, pela adoração e por tudo o que um jogador representa no nosso país, ele acaba se tornando um fetiche aos olhos femininos

- A mídia, especialmente a televisão, é uma espécie de oráculo contemporâneo. Então, as pessoas consultam esse oráculo para tomá-lo como referência. A imagem, o impacto dessa comunicação tão imediata e tão globalizada faz com que aqueles personagens que ocupam estes espaços tornem-se fetiches. E o futebol, por ser um dos maiores patrimônios da cultura coletiva brasileira, acaba projetando esse tipo de possibilidade. A vida do jogador de futebol é uma vida profissionalmente curta mas ela é grandiosa do ponto de vista mágico, mítico, das fantasias e dos desejos. E é tudo isso que define o fetiche.


http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-reporter/noticia/2011/08/maria-chuteira-assumida-da-dicas-de-roupas-para-conquistar-jogadores.html


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Re: Profissão: Maria-chuteira

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 23 Ago 2011, 5:54 pm



Com dedicação absoluta ao marido, esposa de Dagoberto lamenta solidão
Casada há quase três anos com o atacante do São Paulo, Thaysa relembra tempo em que era fã do jogador e se queixa da ausência do marido

Se apaixonar pelo ídolo acontece com muitas mulheres, mas Thaysa não imaginava que a torcida especial que tinha por Dagoberto iria virar matrimônio. Casados há quase três anos, ela e o atacante do São Paulo têm duas filhas. O que ela não esperava, porém, era que a queixa comum entre as mulheres de jogadores de futebol seria a sua.
- Não é fácil porque a gente fica muito sozinha. Acho que é o ponto principal que as mulheres consideram que não é uma coisa fácil por causa disso, porque a gente não tem ele sempre do nosso lado - disse em entrevista ao "SporTV Repórter".
Na saúde e na doença, na alegria e na tristeza... O papel das mulheres no sucesso da carreira de um jogador passa por esses altos e baixos. São elas que os recepcionam depois que o time ganhou ou perdeu. Apesar do marido não estar sempre presente, Thaysa relembra que é nas derrotas que elas têm que ser mais solidárias e esperá-los com um sorriso no rosto.

- Eu tento não ficar chateada também. Chego já mais animada, ‘vamos fazer alguma coisa’ ou ‘vamos comer um negocinho’. Para distrair, para ele não ficar pra baixo, então eu não fico chateada junto, tento fazer o contrário.

Assista à íntegra do programa abaixo

Formada em fisioterapia, Thaysa relembra que desde nova ia aos estádios torcer pelo ídolo Dagoberto. Em 2005, quando o atacante se lesionou, eles se conheceram na clínica onde ela trabalhava.

- O Dago operou o joelho e foi tratar na clínica onde eu trabalhava, com a minha professora. E eu acompanhei esse tratamento. Eu era fã dele. Sempre fui, sou até hoje. Então eu pedi autógrafo, tirei uma foto com ele. Então, eu fui bem fã assim, no início. Aí a gente foi se conhecendo e foi ficando junto.


http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-reporter/noticia/2011/08/com-dedicacao-absoluta-ao-marido-esposa-de-dagoberto-lamenta-solidao.html

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Re: Profissão: Maria-chuteira

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 23 Ago 2011, 5:55 pm



Ex-mulher de Romário relembra assédio feminino durante casamento
Mônica Santoro acompanhou o marido durante carreira na Europa e conta detalhes da relação do casal durante os sete anos de casamento

Mônica Santoro casou-se aos 17 anos, Romário tinha 22. Quando o craque foi contratato pelo PSV por U$ 5 milhões, na época, a contratação mais cara de um jogador brasileiro, e os recém-casados logo foram morar na Holanda. Anos depois, Mônica o acompanhou até a Espanha, onde jogou pelo Barcelona. Ela relembra o assédio ao ídolo durante os anos em que moraram na Europa.

- Um jogador de futebol é super assediado, é uma coisa de louco. A mulherada passava trote, mandava cartas, era uma loucura. Aí atendia o telefone, era xingamento, ou então fofoca, contando as coisas, não sei o quê. Desde o namoro sempre teve muita fofoca, o Romário sempre foi muito mulherengo, então você releva daqui. Chega uma hora que eu acho que chega ao limite porque você pensa: na minha cabeça, um dia, com o amadurecimento e tudo, o Romário ia, de repente, parar um pouco e ia melhorar com isso. E eu vi que quanto mais a fama aumentava, mais isso piorava - disse em entrevista ao "SporTV Repórter".

Destaque na Copa de 1994, o Baixinho ajudou o Brasil a conquistar o tetracampeonato, no Estados Unidos. Depois do sucesso no Mundial, Romário quis voltar para o Rio de Janeiro. Mônica não concordava.

- Para mim seria muito mais fácil continuar com um tetracampeão, fingindo que estava super bem casada, com uma família linda. A idolatria era muito grande, e eu até entendo o Romário, e como qualquer outro jogador, entendo perfeitamente. Não entendia como esposa, não entendia, isso aí é outra coisa. Mas eu entendo perfeitamente, é muito difícil você lidar, é dinheiro, fama, carro. São muitas coisas que deixam a pessoa deslumbrada.

Após sete anos de casamento, eles decidiram se separar. Para Mônica, que abriu mão de sua vida profissional para se dedicar ao marido, a dependência financeira pesou na hora da escolha.
- Tudo muda muito. Por isso, tem que ter muita coragem porque muda muito. Todo mundo sabe que quando você separa, claro que é diferente, você não está mais ali casada, não está recebendo diretamente. Não trabalhei enquanto estava casada. Nem ele, na época, admitiria que eu trabalhasse, não podia passar nem batom. Ele não gostava que eu usasse nem batom. Tinha briga até por causa disso, não sei o quê. Sapato alto, não podia usar. Porque o jogador de futebol, engana-se quem pensa que não, mas é machista.


http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-reporter/noticia/2011/08/ex-mulher-de-romario-relembra-assedio-feminino-durante-casamento.html

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Re: Profissão: Maria-chuteira

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 23 Ago 2011, 5:56 pm



Mais maduro, Renato Gaúcho brinca: 'Não virei santo. Mas sosseguei'
Ídolo do Grêmio e atual técnico do Atlético-PR assume a importância da mulher na carreira de um jogador de futebol e dá conselhos para novatos

Casado há 30 anos, Renato Gaúcho conquistou a fama de atacante dentro e fora do campo. As suas aventuras fora das quatro linhas já renderam diversos problemas com a esposa Maristela, mas hoje ele garante que está 'sossegado' e que a mulher entende o assédio feminino.
- Ela sempre entendeu. O assédio é muito grande. Mas eu já tenho uma idade suficiente, já sou um cara experiente. Hoje estou bem mais calmo, bem mais tranquilo. Ela está dando razão para muitas coisas que aconteceram comigo no passado. Eu era jovem, era da idade. Mas ela compreendeu. Hoje estou tranquilo. Também não virei santo, não (risos). Mas sosseguei - disse em entrevista ao "SporTV Repórter".
Em 1999, Renato pendurou as chuteiras. No ano seguinte, iniciou a carreira de técnico de futebol. Desde então, o jogador, que era conhecido pela fama de galanteador, mudou. Agora como treinador, o discurso é outro.
- Eu sempre aconselho meu grupo, principalmente os jogadores mais jovens, para eles tomarem cuidado. É uma coisa muito séria, porque está cheio de interesseiras aí fora. E o jogador não pode dar bobeira. Se você der mole, pode ter certeza que você deixa de vencer em uma profissão por uma besteira, de repente por três, quatro horas aí, que você não pensou direito em uma noite.
Há três anos, o atual treinador do Atlético-PR disse a um jornal carioca que "já levou mais de cinco mil mulheres para a cama". Hoje, reconhece a importância de uma esposa na vida de um atleta.
- É fundamental uma mulher sempre na vida de um jogador. Muita gente fala que atrás de um grande homem sempre tem uma grande mulher. Eu já falo um pouco diferente, eu acho que ao lado de um grande homem sempre tem que ter uma grande mulher. Ela te ajuda em todos os sentidos porque você passa por muitas dificuldades, você às vezes precisa chorar, precisa de um carinho a mais, você precisa de uma horinha a mais de atenção e a esposa está aí para isso.


http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-reporter/noticia/2011/08/mais-maduro-renato-gaucho-brinca-nao-virei-santo-mas-sosseguei.html

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Re: Profissão: Maria-chuteira

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 23 Ago 2011, 5:57 pm



Para vencer preconceito próprio, esposa de Roger estudou a 'profissão'
Casada há 19 anos com auxiliar técnico do Grêmio, Camille Pasqualotto defendeu na pós-graduação tese que ser mulher de jogador é uma profissão

Ídolo no Grêmio e autor do gol do título da Copa do Brasil de 2007, pelo Fluminense, Roger agora é auxiliar técnico do Tricolor Gaúcho. Casado há 19 anos, o ex-jogador não esconde a importância da amada em sua vida pessoal e profissional. A esposa, Camille Pasqualotto, relembra o preconceito que sofria e sentia no início da relação.
- As pessoas falavam para mim assim: "Ah, mas tu namora um jogador? Vai ser chifruda, a mulherada toda em cima". Eu também tinha preconceito comigo mesma. Muitas vezes eu escondia que era esposa de jogador. Porque sempre tem aquele preconceito: ela não faz nada, é uma aproveitadora, anda de carrão, tem dinheiro, pode comprar o que quiser, pode ir para onde quiser. Eu também tinha esse preconceito, eu tentava me esconder um pouco. Mas hoje eu tenho orgulho de dizer quem eu sou - disse em entrevista ao "SporTV Repórter"
Depois de anos de questionamento, Camille decidiu estudar os dilemas que estava vivendo. Pós-graduanda em psicologia do esporte, ela decidiu usar a rotina de dezesseis anos de casamento para inspirar a monografia e defender: ser mulher de jogador de futebol é uma profissão.
Para finalizar a tese "A percepção das esposas sobre a profissão de jogador de futebol e o seu papel na carreira de seus maridos jogadores profissionais de futebol" Camille relembra que ao fazer buscas na internet se espantou com os resultados obtidos.
- Eu digitava em sites de busca ‘esposa de jogador’, ‘mulher de jogador’, e só o que aparecia era escândalos, fotos pornográficas, cenas depreciativas. E eu falei: "Gente, mas isso não é esposa de jogador". Essa é a imagem que é vendida, que toda esposa de jogador é assim. Então, com o trabalho, eu consegui entrevistar esposas que estão do lado do atleta, esposas que convivem o dia a dia, na boa e na ruim, e trazer uma outra visão, que na realidade não havia sido trazida.
Para mudar a visão que as pessoas tinham dessas mulheres, Camille entrevistou 11 esposas de jogadores para saber qual é o papel delas na profissão do marido. Todas afirmaram que a carreira deles dependia delas.
- Quando eu concluí o trabalho, eu concluí que a gente vive uma carreira de esposa. Na realidade, eu sempre me vi um pouco assim: ‘O que eu faço? Não faço nada, só estou com ele aonde ele vai’. Mas depois que eu fiz esse trabalho, eu vi que a esposa de jogador tem inúmeras atividades. Claro, assim como uma esposa normal, que está do lado do marido, que auxilia, que tem todo um envolvimento na casa, a mulher de jogador tem outras questões por ser uma vida pública, por ser alguém que está sempre muito exposto, ela tem outras atribuições também.
Com o preconceito deixado para atrás, Camille explica, agora com orgulho, as funções que as mulheres exercem na carreira dos maridos.
- O papel da administradora do lar, da administradora dos conflitos, da psicóloga, enfim, da pessoa que cuida do marketing. Na realidade, uma profissão nesse sentido, onde ela vai poder ajudar em uma ou mais redes de que o atleta precisa porque o jogador ele é uma empresa. Ele fatura às vezes muito mais do que uma grande empresa, então eu vou querer trabalhar em uma empresa se eu já tenho uma empresa que precisa ser muito bem cuidada, que está do meu lado?
O marido assina embaixo e afirma que já sabia da importância da esposa muito antes da tese ser escrita.
- Eu falo para ela que ela precisou fazer uma tese, um trabalho, fazer uma pós, para chegar à conclusão do que eu já sabia, da importância dela na vida da gente, na vida da nossa família. Afinal de contas, é à estrutura familiar que o atleta acaba recorrendo, tanto nos momentos bons, como nos ruins.

http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-reporter/noticia/2011/08/para-vencer-preconceito-proprio-esposa-de-roger-estudou-profissao.html

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Re: Profissão: Maria-chuteira

Mensagem por Valeria Freitas em Ter 23 Ago 2011, 6:00 pm

tadinha.

só olhar pras que um dia foram namoradas, esposas e amantes de jogador de futebol. pra saber como a vida é "boa". muito poucas dão sorte e se casam bem. muito poucas.

tomara que essa daí também num vire ração de cachorro, né?

beijos!


Quem acredita, está dando crédito, pensa ser verdadeiro.

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Quem acredita e confia crê.

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Re: Profissão: Maria-chuteira

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