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Vigência das Leis mosaícas - parte I

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Qui 25 Dez 2008, 4:49 pm

Ton escreveu:
Articulador escreveu:Infelizmente Azenilton , o contexto refuta sua posição , que é um mero escape da literalidade óbvia do que Paulo queria ensinar , que as regras sabáticas não tem mais nenhuma serventia para nós :

(Romanos 14:4) - Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio SENHOR ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar.
(Romanos 14:5) - Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente.
(Romanos 14:6) - Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o SENHOR não come, e dá graças a Deus.

o texto não delimita a nenhum dia de festa , ele diz com toda a clareza TODOS os dias ... , e que não podemos ser julgados quando consideramos TODOS os dias iguais , e que aquele que não distingue entre dias , o faz para Deus , e portanto Deus recebe . Não é outra a doutrina do nt , isto se chama justificação pela fé , e não mais pelas obras da lei , das quais faz parte as regras do sábado .
Inclusive o dia de nossa senhora ...

SE ele dedicar a DEUS , o dia que é chamado de n.senhora , como é o pré-requisito de Rm14 , Deus recebe . não adianta Ton, Rm14 é irrefutável para a doutrina adventista , vocês fariam um bem enorme a sí mesmos , em aceitar o que o nt está claramente doutrinando.


Última edição por Articulador em Qui 25 Dez 2008, 5:35 pm, editado 1 vez(es)

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10 Razões Por que Rom. 14 não ensina o diaqualquerismo

Mensagem por Azenilto_Brito em Qui 25 Dez 2008, 5:35 pm

Muito bem.

Lembrem-se sempre que o erro metodológico dos que usam Romanos 14 para "provar" o diaqualquerismo é o de tomar um texto bíblico aparentemente favorável a seus pressupostos, ignorando tudo o mais que a Bíblia ensina a respeito, coisa que estamos cansados de ver entre católicos, espíritas, testemunhas de Jeová, mórmons, na defesa de suas teses particulares. Articulador incorre no mesmo problema com suas "trincheiras inexpugnáveis" de passagens descontextualizadas, ignorando os fatores históricos e globais na sua exegese falha.

Daremos 10 razões por que Romanos 14 não se aplica à questão sábado/domingo, lembrando que o que Articulador pretende refutar do que eu falei, não é o que EU concluí, mas eruditos batistas do maior gabarito, Jamieson, Fausset e Brown.

Também Billy Graham não concordaria com as interpretações particulares dele.

Pergunta: Será que Articulador que, pelo que me consta, nem tem formação num Curso de Teologia, nunca cursou um seminário teológico, pretende saber mais de exegese bíblica do que esses eruditos?

Bem, eis nossas 10 razões:

10 RAZÕES POR QUE ROMANOS 14:5 E 6 NÃO LIBERA OS CRISTÃOS DO MANDAMENTO DO SÁBADO SEMANAL

Diz o texto: “Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente. Quem distingue entre dia e dia, para o Senhor o faz. . .”

1) Porque o apóstolo Paulo não iria contradizer em nada a lei divina que reconhecia como válida e vigente ao exaltá-la como santa, justa, boa, espiritual, prazenteira, digna de ser mantida em mente, segundo também o salmista dissera: “a lei do Senhor é perfeita, e restaura a alma” (Romanos 3:31; 7:12, 14, 22, 25; Salmo 19:7). E além de exaltar a lei divina, Paulo recomendava sua fiel observância e sua utilização de forma legítima (Rom. 13:8-10; Efé. 6:1-3; 1 Cor. 7:19; 1 Tim. 1:8).

2) Porque Paulo sabia que “o sábado foi feito por causa do homem” (Mar. 2:27), para o benefício físico e espiritual do homem desde a criação (Gên. 2:2, 3; Êxo. 20:8-11), e que, sendo “homem” aplicava-se a ele também. O Apóstolo nunca teria intenção de querer desfazer algo que Deus estabeleceu e sabia não ter autoridade para tanto.

3) Porque qualquer noção de “fim do sábado” implicaria em tê-lo como mandamento cerimonial, mas as leis cerimoniais foram instituídas APÓS o ingresso do pecado, exatamente como uma forma de compensá-lo e propiciar expiação mediante seu simbolismo, apontando ao “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29). O sábado não é cerimonial porque foi estabelecido ANTES da Queda (Gên. 2:2, 3). Aliás, as duas únicas instituições que ainda persistem no mundo desde antes do ingresso do pecado são o sábado e o matrimônio, ambos igualmente estabelecidos para o homem (ver Mar. 2:27 e Mat. 19:5).

Obs.: Por serem as duas únicas instituições que ANTECEDEM O PECADO Satanás demonstra especial empenho em corromper ambas, a primeira mediante falsas interpretações teológicas para desviar as atenções do público do mandamento divino e sua correta aplicação (seja com a adoção do antigo feriado solar romano, o dies solis, que é a fonte da guarda do domingo, seja com a falsa filosofia do “diaqualquerismo/ dianenhumismo/tododiaísmo”), a segunda mediante a perversão e desvalorização do matrimônio com tantas práticas que o corrompem, ultimamente ilustrada com a onda de casamentos homossexuais.

4) Porque Paulo mesmo demonstra fidelidade à observância do sábado. Ele ia às sinagogas pregar aos sábados, e quando não encontrou sinagoga em Filipos, dirigiu-se a um local junto a um rio para orar. Noutra ocasião ficou um ano e meio em Corinto, e pregava regularmente aos sábados, sem nunca se lembrar de dizer a seus ouvintes que doravante observassem outro dia (Atos 13:14, 15, 42-44; 16:13; 18:4-11). Se ele não fosse respeitador do princípio do sábado não poderia ter autoridade moral de declarar em sua defesa quando sob “graves” acusações pelos judeus: “Nenhum pecado cometi contra a lei dos judeus, nem contra o templo. . .” (Atos 25:8).

5) Porque se Paulo deixasse em aberto a questão de escolha do dia de observância segundo as conveniências de cada cristão (ou de seus patrões) isso se refletiria em práticas cristãs posteriores. Contudo, não há registro bíblico nem histórico de que entre os primeiros cristãos houvesse o costume de uns observarem a 2a. feira, outros a 3a. feira, outros mais a 4a., ou 5a., ou 6a., inclusive o sábado ou domingo (ou dia nenhum)! Se assim fosse, em que dia se reuniriam para o culto especial a Deus e a comunhão cristã?

6) Porque entender que o texto implica em liberdade para ter (ou não ter) um dia dedicado ao culto a Deus contradiz diretamente outros textos, como Gálatas 4: 9 e 10, onde o Apóstolo não abre mão quanto a qualquer dia para observância (referindo-se realmente a feriados pagãos) e Apocalipse 1:10, onde João fala que dedicava ao Senhor um dia específico (que não era o domingo fica claro por referir-se ao dia da Ressurreição meramente como “primeiro dia da semana”, sem atribuir-lhe qualquer título especial—ver João 20:1 e 19).

7) Porque a discussão no texto em análise não é o sábado semanal, que não era motivo de qualquer dúvida entre os crentes. Os primeiros cristãos eram de origem judaica e “zelosos da lei” (Atos 21:20). Sendo o sábado um princípio muito arraigado na cultura religiosa e secular dos judeus, qualquer alteração desse princípio causaria grandes polêmicas e não seria tratado de modo tão leviano, o que não se reflete entre os cristãos primitivos, como exemplificado no debate sobre a circuncisão. Ao contrário, em Atos 15:20 e 29 fica claro que o sábado não se incluía entre os pontos que careciam de esclarecimento como prática cristã. Não é enumerado como algo de que os crentes deviam abster-se.

8) Porque tem sido reconhecido por comentaristas conservadores como os batistas Jamieson, Fausset & Brown, comentando sobre Rom. 14: 5, 6, que Paulo não ensina, ou mesmo sugere, a abolição do sábado do sétimo dia. Dizem eles:

“Desta passagem sobre a observância de dias, Alford infelizmente infere que tal linguagem não poderia ser empregada se a lei sabática estivesse em vigor sob o evangelho em qualquer forma. Certamente não poderia, se o sábado fosse meramente um dos dias de festa judaicos; mas . . . o sábado é mais antigo do que o judaísmo; . . . estava emoldurado entre as eternas santidades do Decálogo, pronunciado . . . em meio aos terrores do Sinai; e se o próprio Legislador disse dele quando sobre a terra, ‘O Filho do Homem é Senhor até do sábado’ (ver Marc. 2:28)—será duro mostrar que o apóstolo teria querido dizer que devesse ser classificado por seus leitores entre aqueles dias festivais judaicos que se foram, e que só os ‘fracos’ imaginassem que estariam ainda em vigor—uma fraqueza que aqueles com maior luz deviam, por amor, meramente suportar”.

9) Porque em Romanos 14:1 a 15:14 o que Paulo faz é instar os cristãos mais amadurecidos e fortes na fé a darem simpática consideração aos problemas de seus irmãos mais fracos. Como nos caps. 12 e 13, mostra que a fonte de unidade e paz na igreja é o genuíno amor cristão. Esse mesmo amor e respeito mútuo assegurarão contínua harmonia entre o corpo de crentes, a despeito de opiniões e escrúpulos diferentes em questões de religião. Aqueles crentes cuja fé os capacitasse a imediatamente deixar para trás todos os feriados cerimoniais (ainda relevantes na consideração de certos crentes de origem judaica) não deviam desprezar outros cuja fé é menos forte. Nem, por seu turno, os últimos deviam criticar os que lhes parecessem mais descuidosos. Cada crente é responsável diante de Deus (Rom. 14:10-12). E o que Deus espera de cada um de Seus servos é que estejam plenamente persuadidos em suas mentes, seguindo conscienciosamente suas convicções de acordo com a luz recebida e compreendida até então. Isto se reflete também na sua recomendação aos colossenses, onde o problema era de caráter diferente: “Ninguém vos julgue por causa . . . [dos] sábados”.

10) Porque documentos antigos mostram que a observância do sábado pela igreja de Jerusalém prevaleceu até pelo menos o século IV AD. Esses crentes fugiram da cidade condenada à destruição pelos romanos atendendo à recomendação de Cristo em Mateus 24:16-21 e fixaram-se em Pela, ao norte, onde eram conhecidos como “nazarenos”. Significativamente, Cristo lhes recomendou: “Orai para que a vossa fuga não ocorra no inverno nem no sábado” (vs. 20) predizendo a continuidade de duas coisas depois de Sua partida: a) o inverno; b) a observância do sábado pelos cristãos. Um texto do historiador palestino Epifânio, descoberto pelo pesquisador Dr. Samuele Bacchiocchi, de validade reconhecida pelo erudito católico, Dr. Vincenzo Monachino, fala que os “nazarenos” em Pela tinham por costume observar o sábado do sétimo dia até pelo ano 350 AD, quando o historiador vivia.


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Qui 25 Dez 2008, 5:58 pm

Articulador escreveu:Pergunta: Será que Articulador que, pelo que me consta, nem tem formação num Curso de Teologia, nunca cursou um seminário teológico, pretende saber mais de exegese bíblica do que esses eruditos?



primeiramente te lembro que você não sabe se tenho algum curso teológico , eu jamais declarei isto a ninguém , porque sigo a máxima do que deve prevaler é o argumento bíblico , por isto que apóstolos que eram até pescadores , davam lições aos 'doutos' de sinagogas

Porém , e mais importante , aqui neste fórum não aceitamos este 'tipo' de debate voltado à pessoa , considere uma advertência .

A administração .


Última edição por Articulador em Sex 26 Dez 2008, 12:41 am, editado 1 vez(es)

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Eduardo em Qui 25 Dez 2008, 6:48 pm

Articulador escreveu:
Eduardo escreveu:Apocalipse 1:10 desmente sua tese ao afirmar que o Dia do Senhor, o sábado, ainda estava em vigor nos dias em que o profeta e apostolo João escreveu o Apocalipse.

NADA desmente o que está claro em Rm14 .. Apocalipse não fala de sábado , fala do dia do Senhor , que era conhecido na igreja primitiva como dia de ressureição , como existem em extensas provas patrísticas que vocês gostariam que não existissem .

Agora, além abandonar a sola escritura recorrendo a fontes extras bíblicas, eu descubro que você voltou a ser dominguista, que retrocesso.


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Qui 25 Dez 2008, 6:55 pm


REFUTADAS (de novo) as supostas
10 RAZÕES POR QUE ROMANOS 14:5 E 6 NÃO LIBERA OS CRISTÃOS DO MANDAMENTO DO SÁBADO SEMANAL


1) Porque o apóstolo Paulo não iria contradizer em nada a lei divina que reconhecia como válida e vigente ao exaltá-la como santa, justa, boa, espiritual, prazenteira, digna de ser mantida em mente, segundo também o salmista dissera: “a lei do Senhor é perfeita, e restaura a alma” (Romanos 3:31; 7:12, 14, 22, 25; Salmo 19:7). E além de exaltar a lei divina, Paulo recomendava sua fiel observância e sua utilização de forma legítima (Rom. 13:8-10; Efé. 6:1-3; 1 Cor. 7:19; 1 Tim. 1:8).

não contradisse, estava apenas ensinando o óbvio que adventistas já tinham que ter aprendido : "nova aliança envelheceu a primeira , o que foi envelhecido está prestes a acabar" ... Adventistas sim contradizem a lei divina , que é tudo o que está escrito na bíblia , inclusive Rm14 .

2) Porque Paulo sabia que “o sábado foi feito por causa do homem” (Mar. 2:27), para o benefício físico e espiritual do homem desde a criação (Gên. 2:2, 3; Êxo. 20:8-11), e que, sendo “homem” aplicava-se a ele também. O Apóstolo nunca teria intenção de querer desfazer algo que Deus estabeleceu e sabia não ter autoridade para tanto.

e complete o verso : "e não o homem para o sábado" , e portanto é o sábado que deve ser vergar ao bem do homem , e não o contrário . Justamente por isto que vocês desrespeitam leis mosaicas , ao usarem de serviços de terceiros no sétimo dia , quando isto era totalmente proibido na lei mosaíca , e fazem bem , o sábado foi feito para nos servir e não ao contrário .

3) Porque qualquer noção de “fim do sábado” implicaria em tê-lo como mandamento cerimonial, mas as leis cerimoniais foram instituídas APÓS o ingresso do pecado, exatamente como uma forma de compensá-lo e propiciar expiação mediante seu simbolismo, apontando ao “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29). O sábado não é cerimonial porque foi estabelecido ANTES da Queda (Gên. 2:2, 3). Aliás, as duas únicas instituições que ainda persistem no mundo desde antes do ingresso do pecado são o sábado e o matrimônio, ambos igualmente estabelecidos para o homem (ver Mar. 2:27 e Mat. 19:5).

as regras sabáticas SÃO cerimônias , o próprio termo diz o que é uma cerimônia : conjunto de formalidades que devem ser observadas em qualquer acto solene ou festa pública . www.priberam.pt ;
Não há qualquer moralidade envolvido com o relógio , ninguém fica mais ou menos santo se parar de trabalhar às 18horas da sexta , ou aos domingos , santidade não é mais por obras da lei , é pela fé .
(Romanos 9:32) - Por quê? Porque não foi pela fé, mas como que pelas obras da lei; tropeçaram na pedra de tropeço;
(Gálatas 3:10) - Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.
(Romanos 3:28) - Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.


Obs.: Por serem as duas únicas instituições que ANTECEDEM O PECADO Satanás demonstra especial empenho em corromper ambas, a primeira mediante falsas interpretações teológicas para desviar as atenções do público do mandamento divino e sua correta aplicação (seja com a adoção do antigo feriado solar romano, o dies solis, que é a fonte da guarda do domingo, seja com a falsa filosofia do “diaqualquerismo/ dianenhumismo/tododiaísmo”), a segunda mediante a perversão e desvalorização do matrimônio com tantas práticas que o corrompem, ultimamente ilustrada com a onda de casamentos homossexuais.

argumento de má-fé, tentando vincular coisas distintas .. o prática homossexual foi tratada na nova aliança em Rm1:27 , já o sabatismo foi tratado em Atos 15 , Rm3 , Cl2:16 , Rm14 , etc ... sempre nos desobrigando de regras mosaícas ...

4) Porque Paulo mesmo demonstra fidelidade à observância do sábado. Ele ia às sinagogas pregar aos sábados, e quando não encontrou sinagoga em Filipos, dirigiu-se a um local junto a um rio para orar. Noutra ocasião ficou um ano e meio em Corinto, e pregava regularmente aos sábados, sem nunca se lembrar de dizer a seus ouvintes que doravante observassem outro dia (Atos 13:14, 15, 42-44; 16:13; 18:4-11). Se ele não fosse respeitador do princípio do sábado não poderia ter autoridade moral de declarar em sua defesa quando sob “graves” acusações pelos judeus: “Nenhum pecado cometi contra a lei dos judeus, nem contra o templo. . .” (Atos 25:8).

encheu a tela apenas , quase todos os protestantes fazem como Paulo , tem cultos aos sábados , Paulo exercitava seu ministério de pregar à Judeus e a gregos , Judeus estavam em sinagogas , principalmente aos sábados ... e glória a Deus por isto , mas não por este argumento sem estôfo. Paulo (e ao contrário de Saulo que disse que tinha seu passado judaíco por perda) , jamais foi sabatista , foi um 'dianenhunista' , conforme ele claramente ensinou em Cl2:16 , Rm14 , e Rm3 . E realmente nenhum pecado contra a lei dos judeus , viver na liberdade de Cristo não é pecado contra a lei dos Judeus , é a liberdade dela .
(Romanos 7:6) - Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.

5) Porque se Paulo deixasse em aberto a questão de escolha do dia de observância segundo as conveniências de cada cristão (ou de seus patrões) isso se refletiria em práticas cristãs posteriores. Contudo, não há registro bíblico nem histórico de que entre os primeiros cristãos houvesse o costume de uns observarem a 2a. feira, outros a 3a. feira, outros mais a 4a., ou 5a., ou 6a., inclusive o sábado ou domingo (ou dia nenhum)! Se assim fosse, em que dia se reuniriam para o culto especial a Deus e a comunhão cristã?

Isto você sabe que é não é inverídico , eu já lhe apresentei uma LONGA lista de patrística que demonstra que o domingo foi assumido como o dia de reunião desde a mais tenra igreja , tendo registros tão cedo quanto 110dC . Se insitir poderemos postar tudo de novo aqui , já que não sei se é você , ou o adventismo , que gosta de insistir em coisas que já foram provadas inverídicas .

6) Porque entender que o texto implica em liberdade para ter (ou não ter) um dia dedicado ao culto a Deus contradiz diretamente outros textos, como Gálatas 4: 9 e 10, onde o Apóstolo não abre mão quanto a qualquer dia para observância (referindo-se realmente a feriados pagãos) e Apocalipse 1:10, onde João fala que dedicava ao Senhor um dia específico (que não era o domingo fica claro por referir-se ao dia da Ressurreição meramente como “primeiro dia da semana”, sem atribuir-lhe qualquer título especial—ver João 20:1 e 19).

Duas tentativa de confundir os leitores , citando referências mas não o texto , gálatas fala exatamente o CONTRÁRIO do que você afirmou , diz que os rudimentos pobres é dos que dão valoração especial a um dia :
(Gálatas 4:9) - Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?
(Gálatas 4:10) - Guardais dias, e meses, e tempos, e anos.


Em apocalipse 1 , o dia é o da ressureição , como a bíblia já previa "este é o dia que o Senhor nos fez , nos regozijemos nele" , o fato de João falar em outra passagem 'primeiro dia da semana' é um argumento fraco e irrelevante , tanto que não é porque consideramos o domingo como dia de ressureição , que mudamos seu nome provindo do romanismo , chamamos ora um , ora outro , assim como vocês chamam o sétimo dia , também como dia de saturno (satur-day) . Doutrina se faz por contexto , não por confusão semântica .

7) Porque a discussão no texto em análise não é o sábado semanal, que não era motivo de qualquer dúvida entre os crentes. Os primeiros cristãos eram de origem judaica e “zelosos da lei” (Atos 21:20). Sendo o sábado um princípio muito arraigado na cultura religiosa e secular dos judeus, qualquer alteração desse princípio causaria grandes polêmicas e não seria tratado de modo tão leviano, o que não se reflete entre os cristãos primitivos, como exemplificado no debate sobre a circuncisão. Ao contrário, em Atos 15:20 e 29 fica claro que o sábado não se incluía entre os pontos que careciam de esclarecimento como prática cristã. Não é enumerado como algo de que os crentes deviam abster-se.

Lógico que causaria polêmica , o que é EVIDÊNCIA que é mesmo sobre lei mosaíca e sobre o sábado que o texto versa , senão nem haveria motivo para este ensino claro de Paulo . Atos 15 depõe contra toda a doutrina adventista , cita SOMENTE , UNICAMENTE , EXCLUSIVAMENTE 04 regras mosaicas que ainda devessem ser cumpridas , e o sabado está EXCLUÍDO .

8) Porque tem sido reconhecido por comentaristas conservadores como os batistas Jamieson, Fausset & Brown, comentando sobre Rom. 14: 5, 6, que Paulo não ensina, ou mesmo sugere, a abolição do sábado do sétimo dia. Dizem eles:
“Desta passagem sobre a observância de dias, Alford infelizmente infere que tal linguagem não poderia ser empregada se a lei sabática estivesse em vigor sob o evangelho em qualquer forma. Certamente não poderia, se o sábado fosse meramente um dos dias de festa judaicos; mas . . . o sábado é mais antigo do que o judaísmo; . . . estava emoldurado entre as eternas santidades do Decálogo, pronunciado . . . em meio aos terrores do Sinai; e se o próprio Legislador disse dele quando sobre a terra, ‘O Filho do Homem é Senhor até do sábado’ (ver Marc. 2:28)—será duro mostrar que o apóstolo teria querido dizer que devesse ser classificado por seus leitores entre aqueles dias festivais judaicos que se foram, e que só os ‘fracos’ imaginassem que estariam ainda em vigor—uma fraqueza que aqueles com maior luz deviam, por amor, meramente suportar”.

Por enquanto não vou perder com esta 'teologia' de se escorar em citações alheias , principalmente sabendo o debatedor , que precisa-se de muita pesquisa para achar quem interprete Rm14 assim , e que 99% dos outros teólogos contrariam esta posição ... Isto na relação de falácias se chama , falácia de generalização , onde a pessoa pretende usar uma posição minoritária (e bem) , como se fosse uma prova generalista ....

9) Porque em Romanos 14:1 a 15:14 o que Paulo faz é instar os cristãos mais amadurecidos e fortes na fé a darem simpática consideração aos problemas de seus irmãos mais fracos. Como nos caps. 12 e 13, mostra que a fonte de unidade e paz na igreja é o genuíno amor cristão. Esse mesmo amor e respeito mútuo assegurarão contínua harmonia entre o corpo de crentes, a despeito de opiniões e escrúpulos diferentes em questões de religião. Aqueles crentes cuja fé os capacitasse a imediatamente deixar para trás todos os feriados cerimoniais (ainda relevantes na consideração de certos crentes de origem judaica) não deviam desprezar outros cuja fé é menos forte. Nem, por seu turno, os últimos deviam criticar os que lhes parecessem mais descuidosos. Cada crente é responsável diante de Deus (Rom. 14:10-12). E o que Deus espera de cada um de Seus servos é que estejam plenamente persuadidos em suas mentes, seguindo conscienciosamente suas convicções de acordo com a luz recebida e compreendida até então. Isto se reflete também na sua recomendação aos colossenses, onde o problema era de caráter diferente: “Ninguém vos julgue por causa . . . [dos] sábados”.

choveu no molhado , o texto realmente diz isto : NÃO JULGUEIS a ninguém que não distingua entre dias . E que bom que aceita que se refere à feriados e dias da lei mosaíca , é isto mesmo , adventistas PECAM quando julgam quem não distingue entre dias , porque a nova aliança não tem vínculo algum mais com a justificação pelas obras da lei , e sábado sempre foi obra da lei . Aliás registre-se , o fraco na fé é o que 'come legumes' , portanto o que se sujeita às restrições alimentares (e de outros tipos) da lei mosaíca . E o forte é o que 'come de tudo' , portanto entende que na nova aliança valorar dias , alimentos , e outras formalidades da lei , é guardar 'rudimentos fracos' .

10) Porque documentos antigos mostram que a observância do sábado pela igreja de Jerusalém prevaleceu até pelo menos o século IV AD. Esses crentes fugiram da cidade condenada à destruição pelos romanos atendendo à recomendação de Cristo em Mateus 24:16-21 e fixaram-se em Pela, ao norte, onde eram conhecidos como “nazarenos”. Significativamente, Cristo lhes recomendou: “Orai para que a vossa fuga não ocorra no inverno nem no sábado” (vs. 20) predizendo a continuidade de duas coisas depois de Sua partida: a) o inverno; b) a observância do sábado pelos cristãos. Um texto do historiador palestino Epifânio, descoberto pelo pesquisador Dr. Samuele Bacchiocchi, de validade reconhecida pelo erudito católico, Dr. Vincenzo Monachino, fala que os “nazarenos” em Pela tinham por costume observar o sábado do sétimo dia até pelo ano 350 AD, quando o historiador vivia.[/font]
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trata-se de uma inveracidade!
os adventistas , tão somente , conseguiram UMA referência de guarda do sábado, os tais nazarenos , que não se sabe se eram ou não uma seita , mas tem ar de sê-lo . Enquanto a patrística tem UMA DEZENA de provas cabais , (inclusive entre pagãos) que o cristianismo tinha o habito de dedicar o domingo ao Senhor .

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Qui 25 Dez 2008, 7:10 pm

Eduardo escreveu:
Articulador escreveu:
Eduardo escreveu:Apocalipse 1:10 desmente sua tese ao afirmar que o Dia do Senhor, o sábado, ainda estava em vigor nos dias em que o profeta e apostolo João escreveu o Apocalipse.

NADA desmente o que está claro em Rm14 .. Apocalipse não fala de sábado , fala do dia do Senhor , que era conhecido na igreja primitiva como dia de ressureição , como existem em extensas provas patrísticas que vocês gostariam que não existissem .

Agora, além abandonar a sola escritura recorrendo a fontes extras bíblicas, eu descubro que você voltou a ser dominguista, que retrocesso.

A sola-scriptura já foi demonstra a vocês , em Rm14 , a história é um bônus ... , então não fui eu que abandonei a sola-scriptura , vocês que preferem a doutrina denominacional ao invés da aceitação do claro ensino do nt . Interessante é porque você não faz esta crítica ao Azenilton quando ele cita os 'nazarenos' (citação histórica que precisou ser achada com lupa e esforçopelos adventistas) ? ....

Quanto à 'dominguista' , já te disse que não sou , o que não me impede de admitir o que é óbvio , que João não estava citando o sábado , e sim o dia de ressureição de Cristo ... vocês custam a entender , que o domingo não é uma lei , é uma homenagem , admitir que é o dia do Senhor não cria um mandamento .

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Eduardo em Qui 25 Dez 2008, 8:06 pm

Articulador escreveu:Quanto à 'dominguista' , já te disse que não sou , o que não me impede de admitir o que é óbvio , que João não estava citando o sábado , e sim o dia de ressureição de Cristo ... vocês custam a entender , que o domingo não é uma lei , é uma homenagem , admitir que é o dia do Senhor não cria um mandamento .

Como funciona essa homenagem na pratica ?

O primeiro dia da semana se torna especial ?


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Qui 25 Dez 2008, 8:41 pm

Eduardo escreveu:
Articulador escreveu:Quanto à 'dominguista' , já te disse que não sou , o que não me impede de admitir o que é óbvio , que João não estava citando o sábado , e sim o dia de ressureição de Cristo ... vocês custam a entender , que o domingo não é uma lei , é uma homenagem , admitir que é o dia do Senhor não cria um mandamento .

Como funciona essa homenagem na pratica ?

O primeiro dia da semana se torna especial ?

depende , para mim se torna um dia qualquer , Cristo se tornou senhor de todos os dias , mas há quem o ache especial , mas lembre-se de que no sabatismo , o descumprimento do sábado gera pecado , no protestantismo o descumprimento do domingo é apenas motivo de alguma compensação , mesmo para os mais radicais neste assunto .

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Eduardo em Qui 25 Dez 2008, 8:48 pm

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Articulador escreveu:Quanto à 'dominguista' , já te disse que não sou , o que não me impede de admitir o que é óbvio , que João não estava citando o sábado , e sim o dia de ressureição de Cristo ... vocês custam a entender , que o domingo não é uma lei , é uma homenagem , admitir que é o dia do Senhor não cria um mandamento .

Como funciona essa homenagem na pratica ?

O primeiro dia da semana se torna especial ?

depende , para mim se torna um dia qualquer , Cristo se tornou senhor de todos os dias , mas há quem o ache especial ....

Inclusive suas fontes patristicas extra biblicas, Tertuliano insistia na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus em substituição ao sábado. Concorda com ele ? O domingo é o sábado cristão ?

... no protestantismo o descumprimento do domingo é apenas motivo de alguma compensação , mesmo para os mais radicais neste assunto .
O Paulo Cristiano discorda, para ele o domingo "É o dia de descanso [sábado] da igreja."


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Qui 25 Dez 2008, 10:01 pm

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Articulador escreveu:Quanto à 'dominguista' , já te disse que não sou , o que não me impede de admitir o que é óbvio , que João não estava citando o sábado , e sim o dia de ressureição de Cristo ... vocês custam a entender , que o domingo não é uma lei , é uma homenagem , admitir que é o dia do Senhor não cria um mandamento .

Como funciona essa homenagem na pratica ?

O primeiro dia da semana se torna especial ?

depende , para mim se torna um dia qualquer , Cristo se tornou senhor de todos os dias , mas há quem o ache especial ....

Inclusive suas fontes patristicas extra biblicas, Tertuliano insistia na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus em substituição ao sábado. Concorda com ele ? O domingo é o sábado cristão ?

qualquer fonte que diga que o domingo é um mandamento está errando neste ponto . você citou tertulinano , mas há outras que falam claramente no domingo como uma homenagem apenas .

... no protestantismo o descumprimento do domingo é apenas motivo de alguma compensação , mesmo para os mais radicais neste assunto .
O Paulo Cristiano discorda, para ele o domingo "É o dia de descanso [sábado] da igreja."

Ao que me consta , Cristiano defende um domingo desregrado e não mandamental , porém SE a intenção dele é legalizar o domingo , errou também , a doutrina perfeita da nova aliança é Rm14 , quem não distingue entre dias , mas os dedica a Deus , Deus aceita.

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Eduardo em Qui 25 Dez 2008, 10:15 pm

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Articulador escreveu:Quanto à 'dominguista' , já te disse que não sou , o que não me impede de admitir o que é óbvio , que João não estava citando o sábado , e sim o dia de ressureição de Cristo ... vocês custam a entender , que o domingo não é uma lei , é uma homenagem , admitir que é o dia do Senhor não cria um mandamento .

Como funciona essa homenagem na pratica ?

O primeiro dia da semana se torna especial ?

depende , para mim se torna um dia qualquer , Cristo se tornou senhor de todos os dias , mas há quem o ache especial ....

Inclusive suas fontes patristicas extra biblicas, Tertuliano insistia na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus em substituição ao sábado. Concorda com ele ? O domingo é o sábado cristão ?

qualquer fonte que diga que o domingo é um mandamento está errando neste ponto . você citou tertulinano , mas há outras que falam claramente no domingo como uma homenagem apenas .

A patristica é assim mesmo, são cisternas rotas sem inspiração alguma.


... no protestantismo o descumprimento do domingo é apenas motivo de alguma compensação , mesmo para os mais radicais neste assunto .
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Ao que me consta , Cristiano defende um domingo desregrado e não mandamental , porém SE a intenção dele é legalizar o domingo , errou também , a doutrina perfeita da nova aliança é Rm14 , quem não distingue entre dias , mas os dedica a Deus , Deus aceita.

Então o dia do senhor de Ap 1:10 não pode ser o domingo e você deveria trabalhar 7 dias por semana.


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Qui 25 Dez 2008, 10:47 pm

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Como funciona essa homenagem na pratica ?

O primeiro dia da semana se torna especial ?

depende , para mim se torna um dia qualquer , Cristo se tornou senhor de todos os dias , mas há quem o ache especial ....

Inclusive suas fontes patristicas extra biblicas, Tertuliano insistia na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus em substituição ao sábado. Concorda com ele ? O domingo é o sábado cristão ?

qualquer fonte que diga que o domingo é um mandamento está errando neste ponto . você citou tertulinano , mas há outras que falam claramente no domingo como uma homenagem apenas .

A patristica é assim mesmo, são cisternas rotas sem inspiração alguma.

isto é uma generalização , existem muitos ensinos bíblicos na patrística , mas na mesma medida esta critica sua deverá então ser feita às citações que o Azenilton faz de ''supostos'' grande pregadores , ou dos nazarenos ... Mas a patrística serve para algo que é inquestionável , provar historicidades , no caso como a guarda do domingo foi assumida desde cedo .


Ao que me consta , Cristiano defende um domingo desregrado e não mandamental , porém SE a intenção dele é legalizar o domingo , errou também , a doutrina perfeita da nova aliança é Rm14 , quem não distingue entre dias , mas os dedica a Deus , Deus aceita.

Então o dia do senhor de Ap 1:10 não pode ser o domingo e você deveria trabalhar 7 dias por semana.

nenhuma ligação , ... eu posso descansar o dia que quiser , isto não é norma religiosa , é civil e trabalhista , e Apocalipse 1:10 não diz que o dia do Senhor é um mandamento , e sim uma nomenclatura de um dia específico , no caso da ressureição .

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Eduardo em Sex 26 Dez 2008, 8:28 am

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Articulador escreveu:Quanto à 'dominguista' , já te disse que não sou , o que não me impede de admitir o que é óbvio , que João não estava citando o sábado , e sim o dia de ressureição de Cristo ... vocês custam a entender , que o domingo não é uma lei , é uma homenagem , admitir que é o dia do Senhor não cria um mandamento .

Como funciona essa homenagem na pratica ?

O primeiro dia da semana se torna especial ?

depende , para mim se torna um dia qualquer , Cristo se tornou senhor de todos os dias , mas há quem o ache especial ....

Inclusive suas fontes patristicas extra biblicas, Tertuliano insistia na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus em substituição ao sábado. Concorda com ele ? O domingo é o sábado cristão ?

qualquer fonte que diga que o domingo é um mandamento está errando neste ponto . você citou tertulinano , mas há outras que falam claramente no domingo como uma homenagem apenas .

A patristica é assim mesmo, são cisternas rotas sem inspiração alguma.

isto é uma generalização , existem muitos ensinos bíblicos na patrística , mas na mesma medida esta critica sua deverá então ser feita às citações que o Azenilton faz de ''supostos'' grande pregadores , ou dos nazarenos ...

Isso prova que a patriticas prega todo tipo de doutrina.

Mas a patrística serve para algo que é inquestionável , provar historicidades , no caso como a guarda do domingo foi assumida desde cedo .

Segundo seculo é muito distante de Cristo, principalmente se admitirmos que a expectativa de vida na época era de verva de 40 a 50 anos. Isso faz com que o numero de gerações se multiplique em pouco tempo e com isso a entrada de heresias como a guarda do domingo. De qualquer forma a autoria desses textos ainda é controvertida.


Ao que me consta , Cristiano defende um domingo desregrado e não mandamental , porém SE a intenção dele é legalizar o domingo , errou também , a doutrina perfeita da nova aliança é Rm14 , quem não distingue entre dias , mas os dedica a Deus , Deus aceita.

Então o dia do senhor de Ap 1:10 não pode ser o domingo e você deveria trabalhar 7 dias por semana.

nenhuma ligação , ... eu posso descansar o dia que quiser , isto não é norma religiosa , é civil e trabalhista , e Apocalipse 1:10 não diz que o dia do Senhor é um mandamento , e sim uma nomenclatura de um dia específico , no caso da ressureição .

Ap 1:10 fala do sábado. A palavra Domingo é de origem latina e foi inventada primeiramente para os Césares de Roma, a lingua latina nunca foi usada nos originais da Bíblia. No novo testamento o primeiro dia da semana nunca foi chamado assim. Cristo só reinvidicou senhorio apenas sobre o sábado e nenhum outro dia. O Dia do Senhor é o Sábado.

Paulo fez uma unica coleta e partiu o pão uma unica vez do primeiro dia da semana que nunca foi chamado de “Dia do Senhor”.

Em contrapartida o Sábado sim foi chamado de dia do Senhor pelo próprio Cristo e por João no livro de Apocalipse.

Segue abaixo EXEGESSE HISTORICO-GRAMATICAL provando que a expressão se refere ao SÁBADO E NÃO AO DOMINGO:


por SAMUELE BACCHIOCCHI

A designação do domingo como “dia do Senhor”, que inegavelmente aparece antes do fim do segundo século, não pode necessariamente ser lido em Apo. 1:10. Uma razão relevante para isso é que se o domingo já tivesse recebido a nova designação de “dia do Senhor” pelo final do primeiro século, quando tanto o Evangelho de João quanto o livro de Apocalipse foram escritos, esperaríamos que esse novo nome para o domingo fosse usado coerentemente em ambas as obras, especialmente em vista de aparentemente terem sido produzidas pelo mesmo autor aproximadamente no mesmo tempo e na mesma área geográfica.

Se um novo termo prevalece e é mais prontamente entendido, um escritor não confundiria seus leitores com designações arcaicas. Ademais, se a nova designação de “dia do Senhor” já existisse e expressasse o sentido e natureza do culto cristão, os autores dos evangelhos dificilmente teriam tido razões para empregar a frase judaica “primeiro dia da semana”. Portanto, o fato de que a expressão “dia do Senhor” ocorre no livro apocalíptico de João mas não em seu evangelho--onde o primeiro dia é explicitamente mencionado em relação com a Ressurreição (João 20:1) e os aparecimentos de Jesus (João 20: 19, 26)--sugere que o “dia do Senhor” de Apo. 1:10 dificilmente se referiria ao domingo.

...a guarda do domingo não se originou antes do reinado do Imperador Adriano (117-138 AD). Ademais, há também indicação de que mesmo quando o domingo foi introduzido pela Igreja de Roma, muitos cristãos orientais adotaram a observância do domingo em adição, não em substituição, ao sábado do sétimo dia. Isso significa que somente o sábado poderia possivelmente ser conhecido por João como o “dia do Senhor” antes do fim do primeiro séculos, quando ele escreveu o livro do Apocalipse.

Analise de Apocalipse 1.10, à luz do original grego, da etimologia, da hermenêutica bíblica.

Grego transliterado diz:

Egenomen en pneumati en te kyriake hemera kai ekousa opiso mou fonen megalen

“Eu fui arrebatado em espírito, no dia do Senhor e ouvi detrás de mim uma grande voz”

A palavra Kyriakos está no sentido adjetivado e siginifica pertencente ao Senhor.

Literalmente ficaria:

Ap 1.10 seria: “Eu fui arrebatado pelo espírito no dia Senhorial”

Essa confusão começou quando Jerônimo traduziu “kyriake hemera” (kyriake hemera) para a Vulgata latina, como “Dominica die”(dia dominical, Domingo) sendo que este dia não era o primeiro dia da semana à época da igreja primitiva, no latim Kyriakos era etimologicamente usada com o sentido de algo imperial, ou seja, pertencente ao Cezar romano, isso prova que traduzir kyriake hemera como domingo linguisticamente está correto mas, dizer que este dia era o primeiro dia da semana é muito diferente.


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Sex 26 Dez 2008, 2:04 pm

Eduardo escreveu:
Mas a patrística serve para algo que é inquestionável , provar historicidades , no caso como a guarda do domingo foi assumida desde cedo .

Segundo seculo é muito distante de Cristo, principalmente se admitirmos que a expectativa de vida na época era de verva de 40 a 50 anos. Isso faz com que o numero de gerações se multiplique em pouco tempo e com isso a entrada de heresias como a guarda do domingo. De qualquer forma a autoria desses textos ainda é controvertida.

sua primeira afirmação está equivocada , já provei a muitos céticos que tentavam 'matar' os apóstolos antes de terem tempo de escrever os evangelhos , que naquela época a morte por velhice era normal aos 70/80 anos , temos registros de personalidades romanas que viveram até 115 anos .... Fica até estranho você esposar esta tese , sabedor que João morreu em patmos perto do anos 100 , e portanto devia ter perto de 90 anos. No ano 90dC já existe registro de que os Cristãos guardavam o domingo . as Heresias mesmo começaram com a volta do sabatismo , pois o judaísmo sempre tentou ressuscitar , o primeiro registro de uma longa sequência :

The Didache - 90AD - (or Teachings of Apostles - Profs Hitchcock and Brown - Union Theological Seminary NY say - The genuineness can hardly be doubted) - -"[Christ] have come into being on the eighth day which is the day of the Lord" .. The On the first [day] of the week let there be service, and the reading of the holy scriptures, and the oblation [i.e. Communion]: because on the first day of the week our lord rose from the place of the dead, and on the first day of the week he arose upon the world, and on the first day of the week he ascended up to heaven, and on the first day of the week he will appear at last with the angels of heaven in Judaism, but Judaism in Christianity, in which "every tongue" believed and "was brought together" to God."

The Didache - 90AD - Chapter 14. Christian Assembly on the Lord's Day. But every Lord's day gather yourselves together, and break bread, and give thanksgiving after having confessed your transgressions, that your sacrifice may be pure. But let no one who is at odds with his fellow come together with you, until they be reconciled, that your sacrifice may not be profaned. For this is that which was spoken by the Lord: "In every place and time offer to me a pure sacrifice; for I am a great King, says the Lord, and my name is wonderful among the nations."

Segue abaixo EXEGESSE HISTORICO-GRAMATICAL provando que a expressão se refere ao SÁBADO E NÃO AO DOMINGO:

por SAMUELE BACCHIOCCHI
.....


"A designação do domingo como “dia do Senhor”, que inegavelmente aparece antes do fim do segundo século"
Refutação : ele confessando que o termo 'dia do Senhor' era usado pelos cristãos bem antes de Constantino , como era a antiga e errada tese de EGW . Na verdade ele não foi sincero com o 'fim do segundo século' , pois ele mesmo admitiu posteriormente antes de 135dC , o que também não é sincero , pois como demonstrei acima , desde 90dC há provas aos montes da vigência do domingo , e do domingo sendo chamado "dia do Senhor" .

"o fato de que a expressão “dia do Senhor” ocorre no livro apocalíptico de João mas não em seu evangelho--onde o primeiro dia é explicitamente mencionado em relação com a Ressurreição"
argumento de insignificância , como eu já disse , vocês mesmos chamam , ora de sábado , ora de sétimo dia . Assim João tinha a mesma liberdade de redação , trata-se de uma desculpa mal feita de bacchiocchi. Além do que , ao contrário dos adventistas , além de farta prova patrística , nós temos prova bíblica de que era o domingo de ressureição :



  • "A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça da esquina. Foi o Senhor que fez isto, e é coisa maravilhosa aos nossos olhos. Este é o dia que fez o Senhor; regozijem-nos e alegremo-nos nele" (Sl.118:22-24, compare At.4:11; Mc.16:9).

    Todos nós sabemos que a pedra rejeitada é Jesus! Assim, cumpriu-se o salmo profético, quando Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana – tornando-se o "dia que fez o Senhor" ... "Regozijem-nos e alegremo-nos nele". Esta parte final da profecia se cumpriu exatamente no primeiro dia da semana: "Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana (O Domingo), e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus... De sorte que os discípulos se alegraram vendo o Senhor" (Jo. 20:19-20).




"no latim Kyriakos era etimologicamente usada com o sentido de algo imperial, ou seja, pertencente ao Cezar romano, isso prova que traduzir kyriake hemera como domingo linguisticamente está correto mas, dizer que este dia era o primeiro dia da semana é muito diferente"
embromation apenas , ele mesmo admite que o termo kyriake hemera é relativo ao domingo . Aliás o termo kyriake ATÉ HOJE é usado como referência ao domingo no grego , só isto já findaria a questão , mas como demonstrado acima , a bíblia está a nosso favor , a patrística está a nosso favor , e a terminologia está a nosso favor , e nada contra .


Domingo era , e é , o Dia do Senhor , que João falava!

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Eduardo em Sex 26 Dez 2008, 2:30 pm

Articulador escreveu:embromation apenas , ele mesmo admite que o termo kyriake hemera é relativo ao domingo . Aliás o termo kyriake ATÉ HOJE é usado como referência ao domingo no grego ...

“Dominica die” é um termo latino em homenagem aos Césares, a adoção desse termo no calendário e nas traduções do NT é tardio. A lingua original do novo testamento é o aramaico com tradução para o grego. Jesus identificou-se como "Senhor do sábado, mesmo dia" (cf. Matt. 12:8), Hemera kyriake em Rev. 1:10 deve ser interpretada como uma referência a um sábado sábado . O The Didache emprega o termo kyriake de kyriou, esta é uma dupla forma possessivo, é única e não encontrada em outro lugar e direfente do kyriake hemera de Ap 1:10. Além disso, se vai usar a Didache você terá que aceitar o batismo por imersão aceito por ela:

"Na falta de uma ou outra, derrame água três vezes sobre a cabeça, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" Capitulo VII verso


Última edição por Eduardo em Sex 26 Dez 2008, 3:28 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Sex 26 Dez 2008, 4:14 pm

Eduardo escreveu:
Articulador escreveu:embromation apenas , ele mesmo admite que o termo kyriake hemera é relativo ao domingo . Aliás o termo kyriake ATÉ HOJE é usado como referência ao domingo no grego ...

“Dominica die” é um termo latino em homenagem aos Césares, a adoção desse termo no calendário e nas traduções do NT é tardio. A lingua original do novo testamento é o aramaico com tradução para o grego. Jesus identificou-se como "Senhor do sábado, mesmo dia" (cf. Matt. 12:8), Hemera kyriake em Rev. 1:10 deve ser interpretada como uma referência a um sábado sábado . O The Didache emprega o termo kyriake de kyriou, esta é uma dupla forma possessivo, é única e não encontrada em outro lugar e direfente do kyriake hemera de Ap 1:10. Além disso, se vai usar a Didache você terá que aceitar o batismo por imersão aceito por ela:

"Na falta de uma ou outra, derrame água três vezes sobre a cabeça, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" Capitulo VII verso

continua embromation :

a) o que significa dominica é irrelevante , como já disse , satur-day também era originalmente em homenagem à saturno . Está provado por patrística e por profêcia bíblica, João tratava em Apocalipse 1:10 do dia de ressureição (sendo patrística provas históricas de que esta interpretação sempre existiu , e não a invenção da IASD de que foi interpretação tardia) .

b) mera tentativa de espantalho... (Lucas 6:5) - E dizia-lhes: O Filho do homem é senhor até do sábado. , está muito bem diferenciado que o 'senhor' neste verso é denotativo de posse , e o 'até' significa que é Senhor de todos os demais dias também . Enquanto que em João : "Dia do Senhor" , é alusão à um dia especial , não apenas um entre outros , e denotativo de personalidade .

c) Hemera kyriake , como demonstrado por patrística , por profêcia , e pela própria admissão de bacchiocchi , é o termo que até hoje designa domingo .

d) outro mero espantalho , o didatchê (apenas um de uma serie imensa de provas patrísticas) serve para apresentar história , independente de qualquer discussão doutrinária .

provado , e bem provado ,
AP 1:10 = Dia da ressureição de Cristo .

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Eduardo em Sex 26 Dez 2008, 4:36 pm

Se vai usar a patristica neste caso deverá aceitar também as heresias que ela prega.


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Sex 26 Dez 2008, 5:34 pm

Eduardo escreveu:Se vai usar a patristica neste caso deverá aceitar também as heresias que ela prega.

usar deste argumento só demonstra como não tem estôfo a doutrina adventista , patrística pode ser usada como historiedade , sem nenhuma implicação doutrinária . Caso não fosse assim , você sequer poderia defender a existência de Cristo ou dos apóstolos, pela patrística , argumento muito absurdo .

Me diga, como vocês acham que estão mesmo servindo uma doutrina sadia , senão conseguem sequer fazer uma doutrina não baseada em retrancas e 'esquecimentos' ? Como eu disse, o didachê é um de MUITOS que afirmaram a mesma coisa, se quiser eu posto as demais fontes . E o que o sabatismo tem em contra-prova ? NADA !

Lógico , os testamentos afirmaram claramente que a lei mosaíca foi cravada na cruz , mas vocês insistem em servir doutrinas de homens , as provas sempre estarão contra vocês mesmo.

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Eduardo em Sex 26 Dez 2008, 5:56 pm

Articulador escreveu:
Eduardo escreveu:Se vai usar a patristica neste caso deverá aceitar também as heresias que ela prega.

... patrística pode ser usada como historiedade , sem nenhuma implicação doutrinária . Caso não fosse assim , você sequer poderia defender a existência de Cristo ou dos apóstolos, pela patrística ...

Um ateu iria rir da sua cara se tentasse fazer isso. Defender a existência de Cristo a partir da Patristica é um erro lógico.

... patrística pode ser usada como historiedade , sem nenhuma implicação doutrinária .
Como eu disse, o didachê é um de MUITOS que afirmaram a mesma coisa, se quiser eu posto as demais fontes . E o que o sabatismo tem em contra-prova ?

JEREMIAS, o profeta, falando das falsas fontes de ensino, chama-as de "cisternas rotas, que não retêm as águas" (2:13). Deixar as Escrituras – infalível Palavra de Deus – para escorar-se nos chamados Pais da Igreja é, sem dúvida, abeberar-se nas cisternas rotas da confusão, da dúvida, da incerteza e da incoerência. Embora alguns desses homens tenham sido piedosos, a verdade é que não eram inspirados, e seus escritos não são infalíveis. Pelo contrário, há neles uma eiva tremenda de absurdos e ilogismos insanáveis. Eis a amostra:

Inácio, por exemplo, pretende que se torna assassino de Cristo quem não jejua no sábado ou no domingo (1); defende a transubstanciação, considerando herege quem admite apenas o simbolismo da santa ceia (2); exalta demais a autoridade do bispo, pondo-a acima da de César, chegando ao cúmulo de afirmar que, quem não o consulta, segue a Satanás (3). É bom lembrar que, das quinze cartas atribuídas a Inácio, oito são absolutamente falsas, e as restantes são duvidosas, cheia de interpolações e acréscimos. Não se sabe exatamente o que esse Pai escreveu!!!

Barnabé (se é que existia tal personagem), diz que a lebre muda cada ano o lugar da concepção (4), que a hiena muda de sexo anualmente (5), e a doninha concebe pela boca (6). Afirma que Abraão conhecia o alfabeto grego (séculos antes que tal alfabeto existisse) (7) ; alegoriza a Bíblia, compara a circuncisão ao "oitavo dia" que afirma ser o dia de reunião (quando não existe oitavo dia na semanal) (8). Sua epístola é espúria, disparatada e não merece crédito.

Justino era quiliasta*; ensinava, entre outros absurdos, que os anjos do Céu comem maná (9), e que Deus, no princípio do mundo, deu o Sol para ser adorado. (10)

Clemente de Alexandria sustenta que os gregos se salvam pela sua sabedoria (11); afirma que Abraão era sábio em astronomia e aritmética, e que Platão era profeta evangélico. (12) Erra demasiada e crassamente nas citações que faz da Bíblia.

Tertuliano, o que mais heresias ensinou, era sarcástico, injurioso, apaixonado, colérico, fanático e aderiu à heresia montanista.** Diz regozijar-se com os sofrimentos dos ímpios no inferno (13) Afirma que os animais oram (14). Defende o purgatório, a oração pelos mortas, e outros despautérios doutrinários (15)

Cipriano, de feiticeiro que era no paganismo, tornou-se anabatista na igreja.

Eusébio (já além da era patrística) era ariano.***

Irineu quer que as almas, separadas do corpo, tenham mãos e pés (16) Defende a supremacia de Roma, alegando que a Igreja tem mais autoridade do que a Palavra de Deus (17) Diz que os "animais imundos" são os judeus (18) defende ardorosamente o purgatório (19), e chega até a dar a idade certa de Cristo que, segundo ele, tinha quase cinqüenta anos (20)

Poderíamos alongar esta relação citando outros "pais" e seus despautérios. Par aí se vê, porém, o absurdo de citá-los para comprovar doutrina. Enquadram-se perfeitamente na conceituação do profeta Jeremias: são verdadeiras cisternas rotas.

Adão Clarke, abalizado comentarista evangélica, depois de considerar a obscuridade dos escritos destes "pais," conclui: "Em ponto de doutrina a autoridade deles é, a meu ver, nula." (21)

Eduardo Carlos Pereira, douto escritor evangélico, disse que a patrística além de constituir-se "testemunha falível de autoridade humana," era "tradição que a crítica não pode sequer firmar no terreno digno da História." Diz ainda que se trata de "tradição confusa e contraditória." E remata: "Pululam, nos anais primitivos da Igreja, escritos espúrios ou apócrifos, que revelam a tendência perigosa para a ficção e para as lendas, que degeneraram largamente nas fraudes pias dos tempos medievais." (22)

O Arcediago Farrar acrescenta: "Há pouquíssimos deles cujas páginas não estejam repletas de erros, erros de método, erros de fatos, erros históricos, de gramática, e mesmo de doutrina." (23)

Mosheim, afamado historiador eclesiástico confirma: "Não é de admirar que todas as serras dos cristãos podem encontrar nos chamados pais algo que favoreça sua própria opinião e sistemas." (24)

Sim, os escritos patrísticos provam tudo, amparam a maior heresia. O leitor agora vai ter um choque ao ler estas estarrecedoras declarações, extraídas de uma publicação batista, antiga mas autêntica. Em resposta um jovem ministro que perguntara ao jornal como poderia provar a sua congregação uma coisa, quando nada encontrasse com que prová-la, na Bíblia, o pastor Levi Philetus Dobbs D. D. escreveu o seguinte:

"Recomendo, no entanto, um judicioso emprego dos Pais em geral, da mais alta confiança para qualquer pessoa que esteja na situação do meu consulente. A vantagem dos Pais é dupla: em primeiro lugar porque exercem grande influência sobre as multidões; em segundo lugar porque você poderá encontrar o que quiser nos Pais. Não creio que haja opinião mais tola e manifestamente absurda, para a qual você não possa encontrar passagens para sustentá-la nas páginas daqueles veneráveis homens de experiência. E para a mente comum, tanto vale um como outro. Se acontecer que o ponto que você quer provar nunca tenha ocorrido aos Pais, então você pode facilmente mostrar que eles teriam tomado seu lado se apenas tivessem pensado no assunto.

"E se, por acaso, nada há para sustentar, mesmo remotamente, de maneira favorável o ponto em questão, não desanime: faça uma boa e vigorosa citação e coloque nela o nome dos Pais, e pronuncie-a com ar de triunfo. Ela será igualmente valiosa. Nove décimos do povo não se detém a indagar se a citação apóia a matéria em debate. Sim, irmão, os Pais são a sua fortaleza. Eles são a melhor dádiva do Céu ao homem que tenha uma causa que não possa ser amparada por nenhum outro modo." (25) (Grifos acrescentados.)

Duvidaríamos dessa monstruosidade se não a tivéssemos lido em letra de forma!!!

Referências:

1 - Epístola de Inácio aos Filipenses, cap. XIII, § 3°., in fine.
2 - Epístola de Inácio aos de Esmirna, cap. VII, § 1º.
3 - Epístola de Inácio aos de Filadélfia, cap. IV, § 1º. e também na Epístola de Inácio aos de Esmirna, cap. IX, § 1º.
4 - Epístola de Barnabé, cap. X, § 6º.
5 - Idem, cap. X. § 7º.
5 - Idem, cap. X, § 8º.
7 - Idem, cap. IX, § 8º.
8 - Idem, cap. XV, §§ 8º. e 9º.
9 - Justino Camelini, p. 274.
10 - Justino, Apologia sobre o Fim.
11 - Clemente, Stromata, Livro 6, cap. 11.
12 - Idem, Livro 5, cap. 14.
13 - Tertuliano, As Sombras, cap. 50.
14 - Tertuliano, Orando (discurso).
15 - Ibidem.
16 - Irineu, Contra Heresias, Livro III, cap. 63.
17 - Idem, Livro III, cap. 4, §§ 1º. a 3º.
18 - Idem, cap. 8. § 4º.
19 - Idem, Livro IV, cap. 27, § 2º.
20 - Idem, Livro II, cap. 22, § 6º.
21 - Clarke's Commentary, on Proverbs 8.
22 - E. C. Pereira, O Problema Religioso na América Latina, págs. 215, 219 e 227.
23 - Farrar, The History in Interpretation, págs. 162, 163 e 165 (ed. 1886)
24 - Mosheim, Ecclesiastical History, Liv. 1, part. 2, cap. 3, seção 10.
25 - Jornal National Baptist, march 7, 1878, Dr. Wayland, redator.


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Sex 26 Dez 2008, 7:07 pm

Eduardo escreveu:
Articulador escreveu:
Eduardo escreveu:Se vai usar a patristica neste caso deverá aceitar também as heresias que ela prega.

... patrística pode ser usada como historiedade , sem nenhuma implicação doutrinária . Caso não fosse assim , você sequer poderia defender a existência de Cristo ou dos apóstolos, pela patrística ...

Um ateu iria rir da sua cara se tentasse fazer isso. Defender a existência de Cristo a partir da Patristica é um erro lógico.

ao contrário , acabei de fazer isto neste fórum , desmontando 'teses' de um Cristo inventado por Paulo , ou tardiamente . O erro lógico aqui é achar que vai passar desapercebido você querer confundir a doutrina da patrística , com a historiedade da patrística , duas coisas completamente independentes .

... patrística pode ser usada como historiedade , sem nenhuma implicação doutrinária .
Como eu disse, o didachê é um de MUITOS que afirmaram a mesma coisa, se quiser eu posto as demais fontes . E o que o sabatismo tem em contra-prova ?

JEREMIAS, o profeta, falando das falsas fontes de ensino, chama-as de "cisternas rotas, que não retêm as águas" (2:13). Deixar as Escrituras – infalível Palavra de Deus – para escorar-se nos chamados Pais da Igreja é, sem dúvida, abeberar-se nas cisternas rotas da confusão, da dúvida, da incerteza e da incoerência. Embora alguns desses homens tenham sido piedosos, a verdade é que não eram inspirados, e seus escritos não são infalíveis. Pelo contrário, há neles uma eiva tremenda de absurdos e ilogismos insanáveis. Eis a amostra:
...
...
...
...

que retranca cansativa eduardo , quer dizer que eu falo de história e você quer denegrir os patrísticos em doutrina ? qual a parte que você não entendeu de que patrística é um registro válido (e muito usando INCLUSIVE PELA IASD) para definir qual a história do cristianismo ? (Quer que eu cite a IASD , ou o Azenilton , ou Bacchiocchi , se valendo da patrística ??) . Então vou ficar no aguardo de você me apresentar as 'supostas' provas HISTÓRICAS da guarda do sábado pelos Cristãos do primeiro/segundo século , depois apresento as minhas da habitualidade da guarda do domingo , história por história .

Lembre-se também de falar sobre 'cisternas rôtas' com as citações do Azenilton , estas sim com intenção de fazer doutrina , não somente provas históricas como eu , como Billy Graham , que tem várias heresias a ele tributadas .

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Luiz Carlos de Almeida em Sex 26 Dez 2008, 7:43 pm

Existe sim homens como Billy Graaham, que se fazem passar por grandes homens de Deus, mas que anda de mãos dadas com doutrinas estranhas, doutrinas que são preceitos de homens sem fundamento algum, aticristão até.

O evanglho para mim tem que ser simples, como Jesus, baseado no amor e não na força da lei, que foi abolida por Jesus, para que por Sua graça possamos alcançar a eternidade.


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Ton em Sex 26 Dez 2008, 11:01 pm

Articulador escreveu:
Eduardo escreveu:
Articulador escreveu:embromation apenas , ele mesmo admite que o termo kyriake hemera é relativo ao domingo . Aliás o termo kyriake ATÉ HOJE é usado como referência ao domingo no grego ...

“Dominica die” é um termo latino em homenagem aos Césares, a adoção desse termo no calendário e nas traduções do NT é tardio. A lingua original do novo testamento é o aramaico com tradução para o grego. Jesus identificou-se como "Senhor do sábado, mesmo dia" (cf. Matt. 12:8), Hemera kyriake em Rev. 1:10 deve ser interpretada como uma referência a um sábado sábado . O The Didache emprega o termo kyriake de kyriou, esta é uma dupla forma possessivo, é única e não encontrada em outro lugar e direfente do kyriake hemera de Ap 1:10. Além disso, se vai usar a Didache você terá que aceitar o batismo por imersão aceito por ela:

"Na falta de uma ou outra, derrame água três vezes sobre a cabeça, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" Capitulo VII verso

continua embromation :

a) o que significa dominica é irrelevante , como já disse , satur-day também era originalmente em homenagem à saturno . Está provado por patrística e por profêcia bíblica, João tratava em Apocalipse 1:10 do dia de ressureição (sendo patrística provas históricas de que esta interpretação sempre existiu , e não a invenção da IASD de que foi interpretação tardia) .

b) mera tentativa de espantalho... (Lucas 6:5) - E dizia-lhes: O Filho do homem é senhor até do sábado. , está muito bem diferenciado que o 'senhor' neste verso é denotativo de posse , e o 'até' significa que é Senhor de todos os demais dias também . Enquanto que em João : "Dia do Senhor" , é alusão à um dia especial , não apenas um entre outros , e denotativo de personalidade .

c) Hemera kyriake , como demonstrado por patrística , por profêcia , e pela própria admissão de bacchiocchi , é o termo que até hoje designa domingo .

d) outro mero espantalho , o didatchê (apenas um de uma serie imensa de provas patrísticas) serve para apresentar história , independente de qualquer discussão doutrinária .

provado , e bem provado ,
AP 1:10 = Dia da ressureição de Cristo .
Na falta de Bíblia, estás apelando pras escritos extra-bíblicos, Articulador?
Daqui a pouco você vai dizer que a Lei de Moisés foi inspirada no Código de Hamurabe ... heheheh

Não sei o porque que o Eduardo ainda te dá atenção depois que você veio com a apelação de recorrer a "estórinhas em quadrinhos" ...

Lembre-se da regra: A Bíblia, por si só, se explica.


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Ton em Sex 26 Dez 2008, 11:06 pm

Luiz escreveu:
O evanglho para mim tem que ser simples, como Jesus, baseado no amor e não na força da lei, que foi abolida por Jesus, para que por Sua graça possamos alcançar a eternidade.
Correto.
E o Amor consiste na Obediencia.


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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Sab 27 Dez 2008, 2:31 am

Ton escreveu:
Articulador escreveu:

continua embromation :

a) o que significa dominica é irrelevante , como já disse , satur-day também era originalmente em homenagem à saturno . Está provado por patrística e por profêcia bíblica, João tratava em Apocalipse 1:10 do dia de ressureição (sendo patrística provas históricas de que esta interpretação sempre existiu , e não a invenção da IASD de que foi interpretação tardia) .

b) mera tentativa de espantalho... (Lucas 6:5) - E dizia-lhes: O Filho do homem é senhor até do sábado. , está muito bem diferenciado que o 'senhor' neste verso é denotativo de posse , e o 'até' significa que é Senhor de todos os demais dias também . Enquanto que em João : "Dia do Senhor" , é alusão à um dia especial , não apenas um entre outros , e denotativo de personalidade .

c) Hemera kyriake , como demonstrado por patrística , por profêcia , e pela própria admissão de bacchiocchi , é o termo que até hoje designa domingo .

d) outro mero espantalho , o didatchê (apenas um de uma serie imensa de provas patrísticas) serve para apresentar história , independente de qualquer discussão doutrinária .

provado , e bem provado ,
AP 1:10 = Dia da ressureição de Cristo .
Na falta de Bíblia, estás apelando pras escritos extra-bíblicos, Articulador?
Daqui a pouco você vai dizer que a Lei de Moisés foi inspirada no Código de Hamurabe ... heheheh

atrasado como sempre ton , eu já provei NA BÍBLIA , além do prática pela patrística , não gosto de ser mesquinho com minha refutações , leia direito as msgs anteriores , e depois pode entrar na fila . ::risadinha::

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

Mensagem por Convidad em Sab 27 Dez 2008, 2:35 am

Ton escreveu:
Luiz escreveu:
O evanglho para mim tem que ser simples, como Jesus, baseado no amor e não na força da lei, que foi abolida por Jesus, para que por Sua graça possamos alcançar a eternidade.
Correto.
E o Amor consiste na Obediencia.

inclusive Rm14 , CL2:16 , Atos15 , e portanto não julgar que não está mais sob a lei mosaíca . não obedeçamos somente à moíses , como os Judeus faziam , e tropeçaram na pedra de tropeço .

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Re: Vigência das Leis mosaícas - parte I

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