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Escolas da Nova Zelândia ajudando meninas a obter abortos secretos
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Escolas da Nova Zelândia ajudando meninas a obter abortos secretos
Escolas da Nova Zelândia ajudando meninas a obter abortos secretos
Escolas da Nova Zelândia ajudando meninas a obter abortos secretos
Kathleen Gilbert
WELLINGTON, Nova Zelândia, 16 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Os pais da Nova Zelândia estão horrorizados depois de descobrirem que as escolas públicas do país estão ajudando meninas novas a obter abortos secretos.
O jornal Star-Times da Nova Zelândia publicou no domingo uma reportagem, selecionada pelo Drudge Report, em que as mães expressaram indignação depois de ficar sabendo que suas filhas haviam feito sozinhas a escolha devastadora de abortar seus bebês, por medo da reação de suas famílias.
“Fiquei horrorizada. Horrorizada com o fato de que minha filha teve de passar por tudo isso sozinha, e horrorizada que os amigos e conselheiros dela tivessem sentido que ela não deveria nos falar nada sobre o assunto”, disse uma mãe anônima, cuja filha de 16 anos manteve seu aborto em segredo, e mentiu acerca da causa de sua angustia quando sua mãe a pegou chorando.
A mãe disse que não houve nenhum aconselhamento complementar para sua filha depois do aborto, e que ela estava transtornada demais para confrontar a escola. “Mais tarde eu estava brava demais, e provavelmente ainda estou”, disse ela.
Outra mãe disse que “encontrou pessoas totalmente fechadas, que nada queriam falar”, quando ela tentou coletar informações da escola acerca de um possível aborto realizado em sua filha de 15 anos.
Uma advogada que escreveu sobre leis de privacidade nas escolas da Nova Zelândia explicou que o sigilo ligado aos conselheiros se aplica à realização de abortos.
“No que se refere à contracepção e ao aborto, eles [os conselheiros] precisam do consentimento da aluna antes de poderem partilhar essas informações aos pais ou à escola”, disse Kathryn Dalziel, advogada da cidade de Christchurch. Ela observou que um conselheiro que quebrar a lei do sigilo pode ser demitido.
O Star-Times notou que sob a lei uma menina “de qualquer idade” pode legalmente obter um serviço de aborto, e que em 2009, 79 dos aproximadamente 4.000 abortos entre meninas adolescentes foram realizados em mães entre as idades de 11 e 14.
O artigo concluiu com o relato de sucesso de uma menina de 14 anos que pôde continuar na escola depois de escolher vida para seu bebê, uma menininha que agora tem dois anos de idade.
Escolas da Nova Zelândia ajudando meninas a obter abortos secretos
Kathleen Gilbert
WELLINGTON, Nova Zelândia, 16 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Os pais da Nova Zelândia estão horrorizados depois de descobrirem que as escolas públicas do país estão ajudando meninas novas a obter abortos secretos.
O jornal Star-Times da Nova Zelândia publicou no domingo uma reportagem, selecionada pelo Drudge Report, em que as mães expressaram indignação depois de ficar sabendo que suas filhas haviam feito sozinhas a escolha devastadora de abortar seus bebês, por medo da reação de suas famílias.
“Fiquei horrorizada. Horrorizada com o fato de que minha filha teve de passar por tudo isso sozinha, e horrorizada que os amigos e conselheiros dela tivessem sentido que ela não deveria nos falar nada sobre o assunto”, disse uma mãe anônima, cuja filha de 16 anos manteve seu aborto em segredo, e mentiu acerca da causa de sua angustia quando sua mãe a pegou chorando.
A mãe disse que não houve nenhum aconselhamento complementar para sua filha depois do aborto, e que ela estava transtornada demais para confrontar a escola. “Mais tarde eu estava brava demais, e provavelmente ainda estou”, disse ela.
Outra mãe disse que “encontrou pessoas totalmente fechadas, que nada queriam falar”, quando ela tentou coletar informações da escola acerca de um possível aborto realizado em sua filha de 15 anos.
Uma advogada que escreveu sobre leis de privacidade nas escolas da Nova Zelândia explicou que o sigilo ligado aos conselheiros se aplica à realização de abortos.
“No que se refere à contracepção e ao aborto, eles [os conselheiros] precisam do consentimento da aluna antes de poderem partilhar essas informações aos pais ou à escola”, disse Kathryn Dalziel, advogada da cidade de Christchurch. Ela observou que um conselheiro que quebrar a lei do sigilo pode ser demitido.
O Star-Times notou que sob a lei uma menina “de qualquer idade” pode legalmente obter um serviço de aborto, e que em 2009, 79 dos aproximadamente 4.000 abortos entre meninas adolescentes foram realizados em mães entre as idades de 11 e 14.
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