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A Globalização e a Igreja de Jesus Cristo

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A Globalização e a Igreja de Jesus Cristo

Mensagem por Silas em Sab 16 Ago 2008, 8:03 pm


O objetivo deste pequeno estudo, sem a pretensão de aprofundar-se no tema, aliás o qual é extenso e complexo, é apenas tentar fazer o cristão refletir sobre sua postura diante do que lhe está sendo informado, ensinado e até mesmo cobrado.

O planeta está já há muito tempo atravessando mudanças generalizadas, discutiremos adiante as principais e impactantes mudanças apresentadas tanto dentro como fora da Igreja de Jesus Cristo, mudanças que são oriundas dos planos que envolvem a globalização ou a mundialização das nações.

Noticiários apresentam toda sorte de informações relacionadas com o tema, observando que discussão de temas mundiais agora faz parte de conversas de esquinas, a economia tornou-se uma vilã assustadora e a palavra “crise” é uma das mais faladas nos telejornais e mídia em geral.

Há uma fonte gigantesca de informações sobre esse assunto, atingindo diversos segmentos da sociedade, e agora também apresenta sua força contra a Igreja Cristã, contudo sabemos que não há como mudar tal situação, jamais poderia ser ignorada a profecia Bíblica, que já advertiu acerca dessas coisas há milênios atrás, porém poderemos sem dúvida estarmos atentos para que possamos responder prontamente e de maneira adequada a fé Cristã conservadora, a qualquer questão que venha a atingir os fundamentos de nossa fé.

GLOBALIZAÇÃO O QUE É ISSO?


Definir a Globalização de maneira bem simples e fácil compreensão é apontar para a palavra “igualdade”, o plano de globalizar está relacionado a criar uma interdependência entre todas as nações do planeta e todos os povos, alguns denominam de criar uma “aldeia global”, um termo muito aplicado para os adeptos da Nova Ordem Mundial, globalizada mundialmente.

Essa interação entre todos os povos aplica-se a vários segmentos da humanidade:

à comportamento social

à programação televisiva

à alimentação

à economia

à educação

Podemos até mesmo dizer que a sensação que vai tornar-se evidente é que o planeta ficou menor, todos parecem se conhecer, os noticiários são os mesmos em toda parte do mundo, enfim passamos a não sentir diferenças entre os povos.


HISTÓRIA DA GLOBALIZAÇÃO


Esse processo já não é novo, existe desde as conquistas na história antiga, o domínio mundial foi o desejo de todos os conquistadores da antiguidade, temos vários exemplos da tentativa da globalização no passado. O império Grego teve como característica a “Helenização”, isto é, o processo de espalhar entre os povos conquistados a cultura grega, a língua grega e até o comportamento grego. Com o império Romano não foi diferente, o imperador de Roma ansiava por ver todos os povos com os mesmos hábitos romanos.

A Globalização data de muito antes disso ainda, no império Chinês, na civilização egípcia e na Babilônia principalmente, que desejava espalhar a todos sua cultura e comportamento religioso.

No final dos anos 70 os economistas já difundiam o conceito da globalização, procurando apoiar o comércio entre os países, sem barreiras ou sanções comerciais e tributárias, com isso cairam muitas dessas barreiras de importação, eliminou-se muitos impostos e fortaleceu-se grupos comerciais internacionais como no caso do Brasil, o Mercosul.

As viagens internacionais tornaram algo comum, hoje as empresas transportam milhões de passageiros por ano, com um movimento extraordinário nos aeroportos e movendo todo o comércio mundial, ligações telefônicas internacionais, compra de ações entre tantas coisas aumentaram significativamente e irão crescer muito mais.

O QUADRO DA GLOBALIZAÇÃO HOJE


Com esse processo em acelerado avanço no mundo, a necessidade de modernizar-se rapidamente, estar atualizado no mercado, cresceu assustadoramente, a competitividade tornou-se medonha e está já assustando aos jovens desejosos de ingressar no mercado de trabalho por conta da concorrência forte em todos os segmentos.

Para reduzir custos e poder baixar os preços, as empresas tiveram de aprender a produzir mais com menos gente. Incorporavam novas tecnologias e máquinas e o trabalhador perdeu espaço isso é um dos grandes desafios que, não só o Brasil, mas algumas das principais economias do mundo têm hoje pela frente: crescer o suficiente para absorver a mão-de-obra disponível no mercado, além disso, houve o aumento da distância e da dependência tecnológica dos países periféricos em relação aos desenvolvidos. A economia internacional e dependente entre si está crescendo amplamente e para sobreviver a isso o capitalismo tem exigido muito do cidadão.

Essa interdepêndencia econômica mundial criou um estado de pânico global ao despencar de uma bolsa de ações em uma nação proeminente, também os investimentos em empresas estrangeiras cresceram e estão ainda a crescer muito. O Brasil está dentro dos planos da Globalização e com as medidas políticas em dia, nossos governantes cumprem muito bem a agenda da Globalização em sua íntegra e em seu tempo oportuno, dando assim um horizonte obscuro para aqueles que serão inevitavelmente oprimidos tanto pela competitividade como pelo capitalismo selvagem a que estamos sendo submetidos.

GEORG WILLIAM FRIEDREICH HEGEL – A DIALÉTICA HEGELIANA NA GLOBALIZAÇÃO


O filósofo alemão conhecido por Hegel desenvolveu no século XVIII o “Processo do Consenso”, consiste em um método de 3 etapas: tese, antítese e síntese. Esse processo resulta no conhecido pensamento de grupo, também chamado de “práxis”, aliás a maior arma dos socialistas para seduzir, conquistar e controlar a população sem usar nenhuma força repressora.

O trabalho de Hegel está presente nas empresas também sob outras denominações, tais como Ëducação Baseada em Resultados”, “Desenvolvimento Sustentável”, “Escola para o Emprego” e muitos outros nomes, contudo a essência do trabalho aplicado é a mesma, isto é, abraçar a tolerância, a diversidade e a unidade, de maneira que a Nova Ordem Mundial seja instalada com muito mais rapidez e eficiência na humanidade.

Esse método alegam alguns de maneira sutil e maligna, que a Democracia impera no pensamento do grupo, pois baseia-se na reunião de um grupo para discutir determinado tema, e todos concordam previamente que no final da reunião cada um irá abdicar de sua vontade particular em favor da vontade do grupo assim que conhecerem o “Consenso” por meio do diálogo. Infelizmente, nas Igrejas Cristãs esse método está sendo aplicado amplamente, claro que isso apenas nos volta a Palavra Profética que indica a tremenda apostasia dos últimos dias, porém cabe a todo fiel, avisar e admoestar aos demais sobre o que está se passando diante dos olhos desavisados do cristianismo.

Acreditam ainda que a “vontade de Deus” se fará presente nessa dialética Hegeliana, pois pressupõe que a vontade do grupo é a “confirmação” da vontade de Deus, abrindo a porta para a aceitação do problema levantado pelo líder da discussão, chamado no processo de “facilitador”, é este indivíduo que conduz a reunião e mantém a discussão até que haja aceitação e tolerância do grupo ao problema em questão.

Essa idéia de Hegels é uma poderosa ferramenta para estabelecer os interesses da Nova Ordem Mundial, a qual por sua vez implanta a todo vapor a Globalização.


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Re: A Globalização e a Igreja de Jesus Cristo

Mensagem por Silas em Sab 16 Ago 2008, 8:04 pm

A AGENDA DA GLOBALIZAÇÃO


A Nova Ordem Mundial requer de um planeta globalizado algumas ações importantes para que haja sucesso na implantação do governo mundial, a unificação do poder global nas mãos de um único indivíduo, criando um canal voltado diretamente a si de todo poder mundano estabelecido em todas as nações. Essas ações constituem a agenda da globalização, a qual estará sendo implementada gradualmente no mundo, com atenção especial aos países desenvolvidos e emergentes.

1 – fim dos estados nacionais, em benefício de núcleos regionalizados[1], eliminando como instituições essenciais da civilização o patriotismo, a propriedade individual privada e a família.

2 – fim das tradicionais religiões monoteístas (cristianismo, judaismo e islamismo), derrubando os tradicionais conceitos éticos e morais pregados por tais religiões, a substituição será pelos credos esótericos de origem babilônica, os quais são aceitos pela “nova aldeia global” como toleráveis por todos.

3 – fim do estado de bem estar social, o qual era defendido pela frente capitalista liberal, criando o desemprego induzido para quebrar a espinha sindicalista.

4 – limitação do desenvolvimento de cada nação sob a bandeira ecológica, criando a depressão econômica forçada, por conta dessa barreira imposta aos países em desenvolvimento.

5 – facilidade do tráfego de capitais rumando ao fim dos empecilhos as transações financeiras de qualquer espécie, facilitando a especulação do mercado e a lavagem do dinheiro ilícito.

6 – criar mecanismo de redução salarial massiva, para conter a demanda social e material, induzindo uma recessão forçada, a desmoralização das forças armadas e dos serviços públicos, estabelecendo o enfraquecimento intencional do estado.

7 – consolidar técnicas de controle da mente (manipulação da opinião pública por meio da mídia), consagrando conceitos de “cultura da paz”, “da bala perdida”, “do terrorismo urbano” e dos “direitos humanos”, com a finalidade de preparar a humanidade submetida ao desarmamento, para o controle totalitário e opressão de tirania futura.

8 – organização política e econômica do mundo em 10 províncias interdependentes, interativas entre si, chamadas de mercados comuns ou regiões.

9 – difundir as mudanças da cultura conservadora, dissolvendo a sociedade em seus padrões éticos, gerando comportamentos de família aberta, união homossexual livre, adoção homossexual, liberação das drogas, sexo livre entre outras coisas.

10 – estabelecer finalmente o governo mundial, unitário e totalitário, com um sistema financeiro único, com bancos centrais privados e independentes, com imposto planetário em arrecadação, serviço militar global e obrigatório, rígido controle dos gêneros de primeira necessidade, com a fundamental diminuição da população mundial, de maneira drástica.

A POSIÇÃO DA IGREJA DE JESUS CRISTO NA GLOBALIZAÇÃO


Temos falado e discorrido sobre a Globalização, mas como a Igreja deve se comportar diante dessa assoladora onda mundial, a qual inclusive atinge em cheio milhões de pessoas que se dizem evangélicas.

Em primeiro lugar precisamos nos atentar para a única fonte de orientação da qual a humanidade deveria nunca se apartar; as Escrituras Sagradas.

Nos alerta as Escrituras em II Coríntios 2:10b-11: “para que não sejamos vencidos por Satanás; Porque não ignoramos seus ardis.”

Essa Palavra já é suficiente para nos deixar muito claros que IGNORAR os ardis do único inimigo de nossas almas é um erro fatal! Pois conduz a derrota, releia a Palavra “vencidos”. Não podemos ser vencidos, e essa derrota só pode vir acompanhada de uma ignorância. Todo o plano da Globalização faz parte de algo muito grande, uma Nova Ordem que atingirá cada ser vivo desse planeta, de uma maneira ou outra, ninguém estará livre das ações desse novo governo que se instalará no planeta.

O mundo caminha a passos largos para a implantação desse novo estado de controle planetário, e isso nos lembra outro texto Sagrado que nos adverte em Apocalipse 12:12: “Por isso alegrei-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que tem já pouco tempo.”

A profecia Apocalíptica nos indica a fúria do inimigo de nossas almas, e destaca que o tempo dele já era curto no momento de sua queda! Portanto instalar o plano para destruir o maior número possível de criaturas humanas, as quais o Santíssimo Criador ama tão profusamente ao ponto de vir Pessoalmente pagar o preço para resgatar os desobedientes seres criados, tem sido sua principal ocupação há milênios atrás.

Advertências nos foram deixadas e algumas delas extremamente claras, suficiente para que um recém convertido ao cristianismo entenda, como em II Tessalonicenses 2:3-4: “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.”

O texto nos é muito simples de compreender, pois indica que ninguém deve enganar o cristão BEM AVISADO da proximidade da volta do Redentor Jesus Cristo, de maneira que inicialmente o maior sinal será a apostasia de amplitude planetária, assoladora e atingindo cada esquina de nossas ruas, onde podemos notar templos de inúmeras denominações se erguendo sob a égide do evangelicalismo e pior, levando o nome de cristãos, quando não passam de miseráveis seres humanos em busca de salvação física, seja por saúde, problemas materiais de qualquer tipo. Essa avalanche de anúncios da palavra falsa, uma verdadeira separação da legítima doutrina que foi ensinada no passado, constituindo a apostasia em total desenvolvimento.

A Palavra ainda continua a dizer que na ocasião dessa apostasia estar assolando o planeta, então se manifestará o homem do pecado, filho da perdição, ninguém pode ser esse indivíduo senão aquele que estará dotado do poder administrativo do planeta, pois se o leitor recorda-se, sabe que a raça humana no ato de sua desobediência abriu mão do domínio da terra, deixando a administração para aquele que explorou o erro humano. Trata-se da mesma oferta que Satanás fez ao Senhor Jesus, registrada em Mateus 4:8-9.

É notável o quanto estamos observando o ego humano falar muito mais alto que a humildade de esperar o retorno do Senhor Jesus da maneira que Lhe agrade, isto é, vigilante e firme nas tradições que lhe foi ensinada (II Tessalonicenses 3:6). A Palavra Profética recheia as Escrituras Sagradas de advertências e avisos, jamais poderíamos alegar ignorância dos fatos que nos são noticiados diariamente tanto pela mídia como pelas pessoas que produzem a opinião pública.

Sabendo pois que estamos sendo inseridos nesse sistema maligno e produzido para estruturar a Nova Ordem Mundial a missão fundamental da Igreja Cristã é em primeiro lugar se proteger de invasões, fechar-se a introdução das ideologias da Nova Ordem Mundial que estão sempre disfarçadas de caminhos corretos a seguir.

“Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.” Em Judas 3.

O assunto que Judas ia registrar era a salvação comum, mas houve uma mudança súbita do tema, da exortação a ser transmitida aos cristãos, o Espírito de Deus impeliu Judas a registrar advertências espirituais voltadas a outro assunto, a batalhar pela fé tradicionalmente recebida pelos cristãos. Note que o texto informa dessa fé ter sido dada uma vez e não várias vezes como vemos nas dissenções religiosas por aí. Portanto a Igreja tem a missão de defender e BATALHAR pela Palavra de Deus, resistindo a força da onda maligna que tem assolado o evangelicalismo de maneira nunca antes vista na história.

Nos diz ainda em Judas 4: “ Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo.”

Os homens ímpios que estão introduzidos no meio cristão, são exatamente aqueles que foram seduzidos pelas idéias da Nova Ordem Mundial, o processo da Globalização conquistou os corações desses homens, os quais acabam por converter a graça de Deus em algo finito, dissolúvel, tendo por consequência a negação de Deus e Senhor Nosso, Jesus Cristo. Observe o leitor que esses homens que se INFILTRARAM no meio Cristão, tem de sofrer a resistência por parte de um Corpo de Cristo fundamentado na Verdade.

Judas 17 e 19 segue ainda dizendo: “ Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito.”

Os apóstolos profetizaram várias vezes sobre tais falsos mestres (I Timóteo 4:1 e II Timóteo 3:1-5), todas essas Palavras foram ditas e voltadas para o futuro, para o período chamado de “últimos dias”, no qual o Senhor advertiu exaustivamente para que estivessemos vigilantes. Atentar para tais indivíduos, evitando que enganem mais humanos do que já enganaram é a missão da Igreja também, pregar o Evangelho da Salvação hoje em dia tornou-se uma missão mais difícil, pois além de anunciar o Evangelho, temos de estar focados nas orientações dadas aos cristãos viventes nos últimos dias, isto é, defender a fé e tirar quantos pudermos dos laços do engano.

CONCLUSÕES


A Igreja deve manter-se firme contra as idéias de Globalização e a dialética Hegeliana que está sendo uma das mais poderosas armas da Nova Ordem Mundial, permanecer firme e estar unidos nos propósitos determinados pelo Senhor Jesus, dizendo NÃO aos movimentos estranhos as Escrituras que favorecem a prosperidade material e física além da necessidade de arrependimento. A união do Corpo de Cristo se faz necessária ante o avassalador desânimo que se abate aos fiéis nos últimos dias em conjunto com o avanço das idéias neo-pentecostais sedutoras e que conduzem muitos a desgraça[2] espiritual.

[1] O fundador do Clube de Roma, Aurélio Peccei já havia definido a regionalização administrativa do planeta em seu livro “Mankind at the Turning Point” – A Humanidade em seu Ponto de Inflexão.

[2] Desgraça - perda das boas graças de que se desfruta junto a (alguém); desfavor, desvalimento, estado de aflição; angústia, grande pobreza; miséria. Houaiss.


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