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Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

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Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

Mensagem por Karla Cristina em Qui 12 Maio 2011, 8:04 pm

Olavo de Carvalho mostra como as "exigências de direitos únicos na história humana" feitos pelo movimento homossexual organizado - o projeto chama-se PLC 122/2006 - destruirá o Brasil ao por um fim no edifício constitucional do nosso país. Olavo nos fala do momento na história em que apareceu as bases para tais exigências: chama-se relatório Kinsey, ele mesmo um monstro como poucos.





abaixo links sobre a aberração Kinsey:

Here is an original press release of the production:
http://tiny.cc/s6kxi

Parts of this show are cited in this chapter:
http://tiny.cc/miv7h

from Dr. Reisman's book Kinsey, Crimes & Consequences:
http://tiny.cc/uxyip

Also see The Kinsey Coverup:
http://tiny.cc/3ddqu

and The Kinsey Syndrome:
http://www.thekinseysyndrome.com/

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O relatório Kinsey

Mensagem por Eduardo em Qui 12 Maio 2011, 8:34 pm


O monstro conhecido como Kinsey

9 02 2011 Mais um ídolo dos esquerdistas exposto como uma pessoa cruel e maligna.






Joseph Farah
Há quase quarenta anos, os EUA ficaram chocados com a notícia de que pesquisadores recrutaram centenas de agricultores negros com sífilis, prometendo a eles comida de graça, consultas médicas gratuitas e enterros gratuitos, mas sem lhes contar que eles tinham a doença sexualmente transmissível e sem tratá-los dela.
E há apenas duas semanas atrás, tanto Barack Obama quanto Hillary Clinton se desculparam em nome do governo americano por “experiências científicas” durante a década de 1940, quando centenas de pessoas na Guatemala foram intencionalmente infectadas com sífilis.

Elas foram todas usadas como cobaias humanas para rastrear a linha de progressão natural da doença.
Será que os EUA ficarão igualmente chocados em saber que um dos mais famosos e influentes pesquisadores da história moderna conduziu e patrocinou experiências com centenas de crianças novas, até bebês, que incluíam estupros? Parece inacreditável demais para ser verdade. Entretanto, está completamente documentado — e agora, uma sobrevivente idosa deste horror apareceu para contar sua história.
Em uma série de reportagens-denúncia sendo publicadas agora na WND, “Esther White,” pseudônimo de uma mulher agora na faixa dos 70 anos e vivendo na Califórnia, conta como, quando ela tinha 7 anos, o celebrado pesquisador sexual Alfred Kinsey encorajou seu pai — chegando a pagá-lo — para estuprá-la frequentemente em busca de “dados” que pudessem ser usados em seus best-sellers internacionais, “Sexual Behavior of the Human Male” [Comportamento Sexual no Macho Humano] e “Sexual Behavior in the Human Female” ]Comportamento Sexual na Fêmea Humana]
Embora o Instituto Kinsey tenha assegurado que a pesquisa usada nessas obras tenha sido elaborada a partir de entrevistas com pedófilos a respeito de suas atividades passadas, a nova acusação de uma vítima das experiências aterrorizantes de Kinsey revela que ele esteve ativamente envolvido na prática de crimes horríveis e monstruosos contra crianças — crimes que até hoje são um trauma constante nos que ainda estão vivos.
Esses crimes já seriam bastante chocantes se tivessem ocorrido em um vácuo social. Mas não. A pesquisa de Kinsey moldou em grande parte as concepções dos EUA a respeito de sexo desde que sua obra foi publicada, décadas atrás. Foi a fagulha que desencadeou a revolução da década de 1960, levando ao aborto a pedido, à agenda radical feminista, ao relaxamento das restrições contra a pornografia, às modernas leis de divórcio e às reivindicações homossexuais por parte do assim chamado movimento por “direitos gays”, que estão redefinindo radicalmente o casamento, a mais velha instituição no planeta.
Foi esta “pesquisa” bárbara há uma geração atrás que levou diretamente à violência sexual contra uma nova geração nas salas de aula das escolas públicas de todos os EUA, hoje em dia, nas quais a inocência é estilhaçada com aulas sobre como praticar sexo oral, a sodomia e o coito sem a mais leve preocupação com o impacto social, emocional e psicológico sobre as crianças pequenas.
Quase 70 anos após ter sido estuprada repetidas vezes por seu próprio pai sob as ordens de Kinsey, a vítima está desabafando, na esperança de levar o Congresso a investigar as “pesquisa” de Kinsey.
Não importa o ângulo sob o qual sejam encarados, os crimes de Kinsey foram mais graves e tiverem maior impacto sobre nossa sociedade do que qualquer coisa que ocorreu nas chocantes experiências de sífilis entre negros de Tuskegee.
O que Kinsey perpetrou foi a tortura de crianças — até de bebês.
Essas vítimas merecem ser ouvidas com muita atenção. É hora de uma nação que trocou suas opiniões sobre a moralidade sexual em grande parte devido às mentiras de Kinsey fazer um reexame rigoroso de sua metodologia e sua agenda bizarra.
Esse homem não foi um pesquisador. Ele foi um monstro.
A vítima nas matérias da WND — cujos estupros em série foram tratados como “pesquisa” por Kinsey e sua equipe — descreve o mais famoso cientista sexual da história como “louco,” “malévolo” e “encarnação de Satanás.”
Confirmando que seu pai e seu avô foram pagos por Kinsey e que Kinsey estava perfeitamente ciente do que estava sendo feito com ela, a vítima, hoje idosa, descreve como seu pai chegou a usar um cronômetro enquanto abusava sexualmente dela e também filmou algumas das sessões e mandou os vídeos caseiros para Kinsey. Ela também presenciou Kinsey entregando um cheque a seu avô.
“Eu acho que as experiências feitas com financiamento do governo são um problema que continua,” diz a vítima à WND. “Foi o que ocorreu com Kinsey. Experiências científicas. Eles não se importavam com as pessoas, eles se importavam somente com as estatísticas.”
Ajude a divulgar esses fatos — antes que mais crianças sejam vítimas da “pesquisa” de Kinsey.
Joseph Farah é fundador, editor e diretor de WND e colunista filiado ao Creators Syndicate. Ele é autor ou co-autor de 13 livros, incluindo o seu mais recente, “The Tea Party Manifesto: A Vision for an American Rebirth” [O Manifesto do Movimento Tea Party: Visão de um Renascimento Americano] e seu clássico, “Taking America Back: A Radical Plan to Revive Freedom, Morality and Justice” [Resgatando os EUA: Um Plano Radical para Reviver a Liberdade, a Moralidade e a Justiça] agora em sua terceira edição e com 14 reimpressões. Farah é ex-editor do lendário Sacramento Union e outros dos maiores jornais diários no mercado






Ele só pensava naquilo


Lançamento de álbum erótico-pornô volta
a despertar interesse pelo controvertido
autor do Relatório Kinsey


Maurício Oliveira
AP

Alfred Kinsey: de professor de zoologia a pesquisador dos costumes sexuais nos EUA

Pouco mais de meio século atrás, em 1948, o mundo do pós-guerra tomou conhecimento daquele que é considerado o mais completo inventário sobre a sexualidade humana produzido em todos os tempos, sem rival à altura até os dias de hoje. Publicava-se nos Estados Unidos a primeira parte de um caudaloso estudo que ficou conhecido como Relatório Kinsey, de autoria de um professor americano da Universidade de Indiana, Alfred Charles Kinsey, cuja obra voltou a despertar interesse entre os sexólogos nas últimas semanas. O motivo agora é o lançamento de um álbum fotográfico intitulado Peek (algo como "espiadela", em inglês). À primeira vista, esse álbum corre o risco de somar-se à vala comum de tantos outros livros erótico-pornográficos disponíveis nas prateleiras do mundo todo. Nesse caso, entretanto, há algo de especial. As 125 fotos selecionadas são as primeiras peças a se tornarem públicas entre milhares de objetos que compõem a misteriosa coleção de imagens e artefatos sexuais de propriedade do Instituto Kinsey, ligado à Universidade de Indiana. Desde a criação do instituto, em 1947, o acesso ao acervo esteve restrito a pesquisadores credenciados, rigor que começa a ser abandonado justamente com a publicação de Peek. "O livro é o primeiro passo para que o mundo aproveite a riqueza que temos a oferecer", disse a VEJA o diretor do instituto, John Bancroft, na segunda-feira passada.

A iniciativa traz de volta um extravagante personagem, cuja ligação com a história da sexualidade se deu absolutamente por acaso. No final dos anos 30, um grupo de jovens alunas daquela provinciana universidade pediu à reitoria a criação de um singelo curso de preparação para o casamento. Como não havia um especialista no assunto, a tarefa coube a Kinsey. Embora respeitado pela comunidade acadêmica local, o mestre das futuras noivas apresentava um currículo no mínimo estranho para a função. Ele era professor de zoologia, com uma queda especial por vespas como objeto de estudo. Ao tentar preparar as aulas, Kinsey percebeu que havia muito poucas informações científicas no campo da sexualidade humana. Tratou, então, de coletá-las por conta própria. E não parou de pesquisar – entre 1938 e 1956, quando morreu, aos 62 anos de idade, sua equipe reuniu dados de 18.000 entrevistas, quase 8.000 delas realizadas pessoalmente por ele.
Hoje, sabe-se que Kinsey se envolveu com o tema muito além do interesse meramente acadêmico. Numa biografia publicada há três anos, de autoria do professor de história James Howard Jones, ele é descrito como dono de uma libido insaciável e disposto a experimentar os mais diversos comportamentos que estudou. Mantinha relações fora do casamento tanto com homens quanto com mulheres, tudo com o consentimento da mulher, Clara, que por sua vez vivia experiências semelhantes, não raro testemunhadas pelo marido. Há relatos de sessões de sexo grupal reunindo o casal e outros componentes da equipe de pesquisadores com as respectivas esposas. Já nos últimos anos de vida, famoso e controvertido, o professor tornou-se adepto do sadomasoquismo. Testou o variado e alucinante repertório do gênero, o que inclui não apenas máscaras e chicotes como também animais e apetrechos diversos, chegando à introdução de objetos compridos na uretra, como fonte de estímulo sexual. É justamente nessa história pessoal apimentada que reside boa parte da curiosidade atual em torno da figura de Kinsey. Para alguns, a dedicação obsessiva à pesquisa não passaria de pretexto para que ele, criado numa família religiosa e repressora, exorcizasse os próprios demônios. Outros consideram que a efervescência sexual do professor teria distorcido as reais motivações do trabalho, uma tentativa de minimizar a frieza numérica dos resultados e minar sua credibilidade.
Apenas em 1948, depois da primeira década de coleta de dados, ele começou a tornar públicas suas conclusões. Foi quando veio à luz o Comportamento Sexual dos Homens, em que destrinchou os hábitos dos americanos entre quatro paredes (ou em outros ambientes, dependendo da preferência de cada um). Assuntos que eram tabu na época, como masturbação, sexo antes do casamento e traição, foram abordados sob o ângulo imparcial das estatísticas. O livro concluía, por exemplo, que 50% dos homens casados já haviam traído a esposa e que o índice de homossexuais na população alcançava 10%. Números mais que suficientes para provocar um furacão na conservadora sociedade americana da época. Kinsey enfrentou uma enxurrada de críticas e protestos, que partiam tanto de grupos religiosos como de cientistas tentando desacreditar sua metodologia, mas o livro tornou-se um best-seller. Por negar a divisão entre "normal" e "anormal" nas relações carnais, chegou a ser considerado um precursor da revolução sexual que se instalou no mundo inteiro a partir dos anos 60.
A pesquisa prosseguiu até desaguar na publicação, cinco anos mais tarde, de Comportamento Sexual das Mulheres. Juntas, as duas obras foram apelidadas de Relatório Kinsey e passaram a ser referência definitiva para pesquisadores da área. "Creio que jamais aparecerá estudo mais abrangente e profundo", define a psicóloga Maria do Carmo de Andrade Silva, coordenadora do curso de mestrado em sexologia da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. "O trabalho comprovou que o sexo que se praticava naquela época era bem menos comportado do que se imaginava e isso pegou muita gente de surpresa", diz a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do projeto Sexualidade, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Houve até seguidores de Kinsey. Nos anos 70, uma obra de envergadura foi o Relatório Hite, de autoria da sexóloga Shere Hite, apontada como herdeira da iniciativa pioneira do antigo professor de zoologia.
Com o sucesso do relatório, o Instituto Kinsey tornou-se, ao longo de décadas, uma espécie de pára-raio das novidades sexuais, atraindo um volume fabuloso de material vindo de todos os cantos do mundo. Qualquer policial que apreendesse imagens pornográficas nos Estados Unidos sabia para onde poderia mandá-las. O que se vê no álbum Peek não passa mesmo de uma espiadela pelo buraco da fechadura, já que o acervo reúne mais de 75.000 fotografias, a maioria produzida por amadores e provavelmente retirada de álbuns ou diários. Há sexólogos que suspiram de desejo só de pensar em ter acesso àquela parte da coleção de imagens do instituto mantida com tranca até mesmo para pesquisadores.

Alfred Kinsey


Alfred Kinsey na capa da revista TIME, 1953



Alfred Charles Kinsey (Hoboken, 23 de junho de 1894Bloomington, 25 de agosto de 1956) foi um entomologista e zoólogo norte-americano. Em 1947, na Universidade de Indiana, fundou o Instituto de Pesquisa sobre Sexo, hoje chamado de Instituto Kinsey para Pesquisa sobre Sexo, Gênero e Reprodução. Suas pesquisas sobre a sexualidade humana influenciaram profundamente os valores sociais e culturais dos Estados Unidos, principalmente na década de 1960, com o início da chamada "revolução sexual". Ainda hoje, suas obras são consideradas fundamentais para o entendimento da diversidade sexual humana. Entretanto, muitos dos dados, teses e resultados apresentados por Kinsey têm sido recentemente questionados e desmentidos por outros estudiosos. Sua história foi retratada em filme de 2004 intitulado Kinsey - Vamos falar de sexo.
Primeiros momentos


Foi o mais velho de três filhos, sua mãe tinha poucos estudos e seu pai, apesar de professor no Instituto de Tecnologia de Stevens, era um conservador rigoroso. Ambos eram devotos da Igreja Metodista. Seu pai impunha o domingo como um dia de oração e considerava as manifestações sexuais como aberrações. Como eram muito pobres, Alfred Kinsey e seus irmãos cresceram em condições inadequadas, expostos a inúmeras doenças e tratamentos inadequados. Alfred passou por muitas doenças, como raquitismo, febre tifóide e febre reumática. O raquitismo deixou como herança uma curvatura na espinha, o que levou a sua dispensa para servir nas forças armadas.
Formação


Quando jovem, Kinsey já mostrava um grande interesse pelas atividades ao ar livre e pelo estudo da natureza. Na escola, era um rapaz tímido, com pouco interesse para os esportes, mas com grande interesse para os estudos acadêmicos e de piano. Contra a sua vontade, ingressou no Instituto de Tecnologia de Stevens, onde seu pai, que queria um filho engenheiro, lecionava. Não se adaptando à engenharia e contrariando o pai, Kinsey ingressou no Bowdoin College em 1914, onde se graduou em biologia e psicologia. Continuou seus estudos no Instituto Bossey, da Universidade de Harvard, onde estudou biologia aplicada com William Morton Wheeler, um reconhecido entomologista. Continuando seus estudos em Harvard, defendeu sua tese de doutorado em 1919, estudando a diversidade biológica de uma espécie de vespa.
Atuação como professor


Após completar seu doutorado, Kinsey ingressou como professor assistente do departamento de zoologia da Universidade Bloomington de Indiana, em 1920. Era chamado pelos alunos de Prok, um diminutivo de Professor Kinsey. Lá, conheceu Clara Bracken McMillen, a quem passou a chamar carinhosamente de Mac. Kinsey se casou com Clara em 1921, com quem teve quatro filhos. Na Universidade de Indiana, continuou seus estudos de entomologia por mais 16 anos. Para isso, coletou mais de um milhão de exemplares de vespas, posteriormente doadas ao Museu Nacional de História Natural, em Nova York. Seu principal interesse era a história evolutiva daquela espécie.
Pai da sexologia


Kinsey iniciou seus estudos sobre práticas sexuais humanas após uma discussão com o colega Robert Krog, na Universidade de Indiana. Após ter concluído, em seus estudos de entomologia, que nenhuma vespa era igual à outra, e que as práticas de acasalamento das vespas eram extremamente variadas, Kinsey percebeu que, apesar da falta de estudos sobre a sexualidade humana, essa característica de diversidade sexual era comum entre os animais e, dentre estes, os humanos. Kinsey queria que a educação sexual fosse abordada em uma disciplina exclusiva, algo inexistente na época. Ao fazer isto, Kinsey conseguiu criar a disciplina acadêmica de sexologia, ciência da qual é considerado o criador. Após muita persistência, em 1935 Kinsey conseguiu recursos financeiros junto à Fundação Rockefeller e pôde, então, iniciar sua pesquisa sobre a sexualidade humana. Para isso, Kinsey montou e treinou uma equipe que entrevistaria, nos anos seguintes, milhares de pessoas em todo o território dos Estados Unidos.
Sexualidade Infantil e orgasmos múltiplos


A polêmica dos estudos de Kinsey recai sobre a sexualidade infantil. Obtendo depoimentos de pedófilos, kinsey montou gráficos esquemáticos sobre a sexualidade das crianças:
• Com 11 meses uma bebê teria tido 10 orgasmos em uma hora
• Com 7 anos uma menina teria tido 3 orgasmos em uma hora
• Com 13 anos um menino poderia chegar a 19 orgasmos por hora
O Relatório Kinsey


A publicação do primeiro volume do famoso relatório sobre a sexualidade humana (Sexual Behavior in the Human Male), em 1948, deu origem a uma enorme polêmica nos Estados Unidos. O livro foi um dos mais vendidos naquele ano. Rapidamente, Kinsey se transformou numa celebridade, considerado até hoje como uma das personalidades mais polêmicas do século XX. Foi capa dos principais jornais e revistas do país. O segundo volume, abordando a sexualidade das mulheres (Sexual Behavior in the Human Female) foi publicado em 1953. A controvérsia que daí resultou foi inevitável, pois certos dados chocavam a estrutura clássica da família americana no final da década de 1940 e início da década de 1950. A América acabava de descobrir que, segundo os estudos de Kinsey, 92% dos seus homens e 62% das suas mulheres se masturbava. E que 37% dos homens e 13% das mulheres já tinham tido uma relação homossexual que lhes tinha proporcionado um orgasmo. Neste caso, os fatos foram noticiados pela imprensa sensacionalista como uma verdadeira bomba. Os seus relatórios foram vistos por muitos como o início da revolução sexual da década de 1960. Apesar de ainda hoje encontrarmos dados resultantes do Relatório Kinsey, há que ter em conta que esses mesmos dados têm cerca de 50 anos e que, certamente, muitas das práticas e percentuais da época podem certamente ter se modificado.
A classificação de Kinsey



Ver artigo principal: Escala Kinsey

Para Kinsey, os seres humanos não se classificam quanto à sexualidade em apenas duas categorias (exclusivamente heterossexual e exclusivamente homossexual), mas apresentam diferentes graus de uma ou outra característica extrema. Em resumo, seriam divididos nas seguintes categorias:



  • heterossexual exclusivo;
  • heterossexual ocasionalmente homossexual;
  • heterossexual mais do que ocasionalmente homossexual;
  • igualmente heterossexual e homossexual, também chamado de bissexual;
  • homossexual mais do que ocasionalmente heterossexual;
  • homossexual ocasionalmente heterossexual;
  • homossexual exclusivo;
  • indiferente sexualmente.

Críticas e pedofilia


O trabalho de Kinsey tem sofrido, ao longo das décadas, vários questionamentos e refutações de ordem científica. Além disso, grupos conservadores, especialmente cristãos, atacaram Kinsey devido aos dados de seus estudos, considerados por eles imorais e perigosos. Kinsey já foi acusado de ser um praticante de inúmeras práticas sexuais consideradas "anormais". Na biografia realizada por James H. Jones, ele é referido como bissexual, sádico e masoquista. Supostamente, teria seduzido estudantes e colegas. Segundo afirmam alguns biógrafos, teria ainda feito uma circuncisão em si próprio, sem anestesia. Outros afirmam que ele teria instigado o sexo grupal entre colegas, e coagido sua mulher e amigos a praticarem sexo, sendo filmados. Kinsey e seu grupo realizaram inúmeros filmes sobre práticas sexuais com fins científicos.
Uma matéria na Super Interessante exibe um Kinsey masoquista e debilitado por práticas sexuais extremadas que o levaram a morte, além de mostrá-lo como condescendente com a pedofilia. Kinsey teria entrevistado um certo Sr.X, que teria mantido relações sexuais com mais de 600 pré-adolescentes. Além disso, Kinsey acreditava que a diversidade sexual não poderia excluir determinadas parafilias, como a pedofilia [1]. Em outro artigo há uma enorme polêmica entre conservadores e religiosos sobre a estréia de um filme sobre Kinsey [2], estrelado por Liam Neeson
Jones acrescentou que a esposa de Kinsey manteve relações sexuais com outros homens, mas que o casal manteve-se unido durante 35 anos, numa relação sexualmente ativa até o ponto em que Kinsey ficou gravemente doente, falecendo pouco depois. Outro biógrafo, Jonathan Gathorne-Hardy, considera que os filmes realizados por Kinsey em sua segunda etapa de estudos não são científicos, mas simplesmente pornográficos. Entretanto, todas as críticas sobre o comportamento sexual de Kinsey são consideradas especulações, pois não são confirmadas pelo Instituto Kinsey.
Uma das mais conhecidas críticas de Kinsey é a Dra. Judith A. Reisman, chefe da RSVPAmerica (Restore Sexual Virtue and Purity to America). Segunda ela, Kinsey e sua equipe teriam abusado de crianças para chegar a certos dados do relatório Kinsey. No entanto, o coordenador do Instituto Kinsey, John Bancroft, alega que essa temática não é verdadeira, e que teria sido escolhida como apelo emocional para desacreditar os estudos de Kinsey.
Outra organização bastante cética aos trabalhos de Kinsey é o FRC (Family Research Council). O FRC é uma organização religiosa que conta com a participação de políticos conservadores influentes nos Estados Unidos. Além de reforçar as denúncias de Judith Reisman, o FRC procura associar os trabalhos de Kinsey especificamente às questões de orientação sexual e à homossexualidade, consideradas por eles como uma tentativa de afirmação da homossexualidade.
Estatisticamente, há os que também consideram o relatório não representativo. Segundo esses críticos, as parcelas da população americana envolvidas nos questionários não seriam cientificamente representativas à época, já que a maioria dos entrevistados era de cor branca, de classe média, com menos de 35 anos e com formação universitária. Bem distante do que seria uma representação fiel dos Estados Unidos na década de 1940.
Conquistas do movimento gay


Mesmo com eventuais erros estatísticos, alguns deles até admitidos por Kinsey, e as acusações de indução a pedofilia e práticas de parafilia, nunca antes, houve um estudo sobre sexualidade humana envolvendo tantas pessoas. É por isso que, até hoje, estes dados ainda são considerados como um dos maiores estudos mundiais de comportamento sexual humano, embora vários estudos posteriores tenham apresentado resultados diferentes dos propostos por Kinsey.
Como um resultado prático dos estudos de Kinsey, em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria removeu a homossexualidade da lista de desordens mentais, recusando-se a continuar considerando os homossexuais como diferentes ou passíveis de correção. O mesmo aconteceu com a Organização Mundial de Saúde (OMS), que também passou a não considerar a homossexualidade como uma doença, a partir de 1986.
Principais publicações de Kinsey



  • New Species and Synonymy of American Cynipidae, in Bulletin of the American Museum of Natural History (1920).
  • Life Histories of American Cynipidae, in Bulletin of the American Museum of Natural History (1920).
  • Phylogeny of Cynipid Genera and Biological Characteristics, in Bulletin of the American Museum of Natural History (1920).
  • An Introduction to Biology (1926).
  • The Gall Wasp Genus Cynips: A Study in the Origin of Species (1930).
  • New Introduction to Biology (1933, revisado em 1938).
  • The Origin of Higher Categories in Cynips (1935).
  • Sexual Behavior in the Human Male (1948, reeditado em 1998).
  • Sexual Behavior in the Human Female (1953, reeditado em 1998).

Referências gerais


Bibliográficas



  • AFP, Filme sobre antigo guru do sexo choca os EUA, http://sistemas.aids.gov.br/imprensa/Noticias.asp?NOTCod=60798, 16.11.2004
  • Oppermann , Alvaro. Kinsey fala de sexo, http://super.abril.com.br/superarquivo/2005/conteudo_373121.shtml. Ed.Abril, 1.07.2008, 3:10hs
  • Christenson, Cornelia. Kinsey: A Biography. Indiana University Press, 1971.
  • Pomeroy, Wardell. Dr. Kinsey and the Institute for Sex Research. Harper & Row, 1972 .
  • Jones, James H. Alfred C. Kinsey: A Public/Private Life. Norton, 1997.
  • Gathorne-Hardy, Jonathan. Alfred C. Kinsey: Sex the Measure of All Things. London: Chatto & Windus, 1998.

Ligações externas



  • Kinsey Institute website
  • American Experience - Kinsey
  • Mídia@Mais - Traduções de artigos da Dra. Judith A. Reisman para a língua portuguesa (em português)
  • Guia da Sexualidade
  • Sexualidade Juvenil do IPJ (em português)
  • Guia das Posições Sexuais
  • Guia do Kamasutra
  • Guia da Masturbação
  • Sexualidade por sexólogos
  • O monstro conhecido como Kinsey (Em Português)


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Re: Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

Mensagem por Convidad em Qui 12 Maio 2011, 8:57 pm



quero ver que é que vai ser a favor daquele esquema de repetir o post inicial a cada página , depois desta 'módica' postagem do Eduardo
japinha


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Re: Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

Mensagem por Convidad em Qui 12 Maio 2011, 9:05 pm



agora falando sério :
por isto é chamado MARXISMO CULTURAL ,
pois ele primeiro convence culturalmente , e nada melhor para convencer o simplório do que um Apelo à autoridade, um Apelo do tipo 'estudos comprovam....' , sem o devido contraditório , sistematização e questionamentos.

Um ateu médio é mais fácil cair nestas lorotas, pois ele pensa que o cientista é um cético quase sem ideologia , um positivista-objetivo. Além disto ele descre em forças espirituais atuantes, tentando nossa psiquê momento a momento . Infelizmente a coisa é mais complexa, as ideologias costumam guiar as pessoas, mesmo quando a ideologia é ateista (que como já defendi aqui, gera consequências sociológicas , por tendência) , e a objetividade é produto em falta no ser-humano , qualquer.

Assim criamos falsos conceitos , mas arraigados , e quando alguém nos vender algo que desejamos intimamente , como 'ciência', pronto, e só riscar o palito. O que chama mais atenção de vários humanos do que sexo ? , o hedonismo vai crescer mais e mais na sociedade até atingir pontos absurdos para o padrão de um HEDONISTA de HOJE , pois este é o problema em não se ter uma moral absoluta - o relativo de amanhã , sempre será uma abominação para o homem de hoje.

Fica a pergunta aos colegas ateus :
NÃO TEREMOS LIMITES ? E QUEM NOS IMPORÁ ELES ?


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Re: Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

Mensagem por Convidad em Sex 13 Maio 2011, 4:27 pm



Tópicos da Karla e do Eduardo com temática igual ,
Relatório Kinsey , foram fundidos.
Articulador.


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Re: Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

Mensagem por Eduardo em Sex 13 Maio 2011, 6:57 pm

ok, que tal alterar o titulo para:

Relatorio Kinsey - Isso destruirá a humanidade

O PL 122 é apenas um subproduto.


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Re: Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

Mensagem por Convidad em Sex 13 Maio 2011, 7:05 pm

Eduardo escreveu:ok, que tal alterar o titulo para:

Relatorio Kinsey - Isso destruirá a humanidade

O PL 122 é apenas um subproduto.

Fica um pouco exagerado, porque não é bem o relatório, é a TÁTICA usada pelo pesquisador, de vender bad-science como forma de marketing para deturpação moral, hoje ninguém leva mais a sério o relatório, mas na época foi um marco. Porém hoje a APA é que faz o papel do 'Kinsey' moderno .
Mas já achei um título que chega lá :
Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

e poderemos então alargar o tema para incluir toda cafajestada vendida como 'estudo sério', que ajudou a doutrinar o hedonismo social..


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Re: Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

Mensagem por Eduardo em Sex 13 Maio 2011, 7:08 pm

Ficou bom.


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Re: Kinsey - Bad Science destruindo a humanidade

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