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Falando em chibata-Como educar seu filho

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Qui 12 Maio 2011, 8:34 pm

Articulador escreveu:
O problema deste debates é a DRAMATIZAÇÃO que as pessoas fazem , 'espancar' é o que , pancada é o que ?
Pancada é TODA vez que um adulto de 80kg levanta a mão para uma criança de 20Kg.
Para entender experimente apanhar de um cara de 320Kg se tiver 80Kg.

Outro mito é que pai e mãe "seguram a mão" na hora de bater.
Existem MILHARES de casos de crianças SEVERAMENTE machucadas, em Pronto Socorros, cujos pais - Na hora da raiva - não "seguraram a mão".

Um segundo ponto é que a surra não pressupõe diálogo!
- Fez alguma coisa que eu não gostei? Tome cinto!
Não há nada pior para uma criança que apanhar sem ser culpada de nada. E nem poder se explicar. E surras assim acontecem TODO DIA, uma vez que o hábito de bater já esta instaurado.

Mesmo um tapa leve, se seu filho for INOCENTE, pode marcá-lo pelo resto da vida.

99,99% das crianças apresentam comportamento detestável porque não foram EDUCADAS corretamente pelo pais.
Pai é O PRIMEIRO AMIGO do filho. E ninguém gosta de amigo que, por qualquer razão que só está na cabeça dele, lhe dá safanões.

Quem defende a surra como modo de correção se esquece de uns fatos óbios:

a) Pais não são DONOS de filhos. São CUIDADORES de seres humanos mais frágeis que eles. Gosta de chutar? Compre um gato.

b) Pais não são PERFEITOS. Pais erram em seus julgamentos, e erram MUITO. Uma bofetada - depois de desferida - não se retorna. Repito: Não há nada mais humilhante que apanhar sem motivo, principalmente se quem está lhe batendo é (Na maioria da vezes) o ÚNICO ADULTO em que você pode confiar.

c) Pais são influenciaveis pelas SUAS PRÒPRIAS EMOÇÕES. Há muita criança "pagando o pato" por causa de patrões chatos, ônibus lotado e dias de muito calor.

d) Violência não educa. Quando a criança apanha "imagina" que a PUNIÇÃO já "pagou" o crime. Então REPETIR o crime torna-se apenas uma avaliação da CRIANÇA, se isso valerá outra surra. A REALIDADE demonstra muitas vezes que a criança aceita a surra muito bem, se o que está fazendo lhe é prazeiroso.

e) Violência VICIA. Tanto vicia quem bate, como vicia quem apanha. Crianças passam a interpretar as surras como ATENÇÃO, e pais usam as surras como válvula de escape para suas frustrações. Há INÚMEROS ARTIGOS CIENTÍFICOS SOBRE ISSO!


Diante do exposto, qual seriam os benefícios das surras e agressões?

No aguardo.

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Qui 12 Maio 2011, 8:57 pm

E, para não ficar-mos no "Achismo":

O abuso infantil é maior em grupos socioeconômicos
mais baixos, devido, em parte, ao estresse crônico e aos
problemas de socialização. Contudo, é um fenômeno encontrado
em todos os subgrupos da sociedade.

A agressão física tem maior probabilidade de se desenvolver
nas famílias cujos pais são de baixa idade, imaturos
ou alcoolistas.

Além desses, citam-se como fatores de risco familiar a privação econômica, a discórdia familiar, o divórcio dos pais, o baixo nível de educação dos genitores e a história de abuso de álcool e drogas.

Os fatores de risco infantis incluem crianças não planejadas; recém-nascidos prematuros, de baixo peso ou portadores de anomalias congênitas, crianças com algum tipo de deficiência física ou mental, meninos (mais que meninas) até a adolescência, quando se inverte a expectativa; crianças adotadas ou sob guarda; e criança que está em fase difícil de desenvolvimento (cólicas do lactente, choro noturno, ou treinamento dos esfíncteres).

O fato de uma pessoa haver sido vítima de um abuso físico quando criança está significantemente relacionado a um comportamento criminal violento, mais tarde. Se é verdade que “crianças aprendem aquilo que vivenciam”, não será surpresa que crianças e adolescentes sejam ativos participantes de atos violentos, tanto como vítima, quanto como agressores, posteriormente.

Assim, as seqüelas biopsicossociais da exposição à violência espalham-se através
do sistema familiar e da fase de desenvolvimento.

http://www.scielo.br/pdf/jped/v77n1/v77n1a10.pdf

A Definição de ABUSO:

O abuso físico é uma lesão provocada na criança causada por um responsável – por qualquer razão. As lesões incluem os danos ao tecido além do eritema, por um tapa em qualquer área do corpo, que não a mão ou as nádegas.
O uso de um instrumento em qualquer parte do corpo é abuso.

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Jan Mozol em Qui 12 Maio 2011, 9:05 pm

lordakner escreveu:
Articulador escreveu:
O problema deste debates é a DRAMATIZAÇÃO que as pessoas fazem , 'espancar' é o que , pancada é o que ?
Pancada é TODA vez que um adulto de 80kg levanta a mão para uma criança de 20Kg.
Para entender experimente apanhar de um cara de 320Kg se tiver 80Kg.

Exagero.Espancar é isso aí,dar umas palmadas na *traseiro* é outra.

Outro mito é que pai e mãe "seguram a mão" na hora de bater.
Existem MILHARES de casos de crianças SEVERAMENTE machucadas, em Pronto Socorros, cujos pais - Na hora da raiva - não "seguraram a mão".
e existem milhares de pessoas idosas espancadas pelos filhos,pessoas que nunca bateram neles,isto prova o que?Nada.

Um segundo ponto é que a surra não pressupõe diálogo!
- Fez alguma coisa que eu não gostei? Tome cinto!
Não há nada pior para uma criança que apanhar sem ser culpada de nada. E nem poder se explicar. E surras assim acontecem TODO DIA, uma vez que o hábito de bater já esta instaurado.
bestagem!Na maioria das vezes o pai já advertiu,já falou,já pediu,e na maioria das vezes os pais explicam aos filhos porque vão ser punidas.

Mesmo um tapa leve, se seu filho for INOCENTE, pode marcá-lo pelo resto da vida.

Porque se pressupõe que a criança é um idiota que nunca poderá entender que neste caso o pai errou?Não marca nada,eu apanhava direto,principalmente da minha mãe,meu pai tinha a mão mais esada e só me bateu umas duas vezes,uma por empurrar o carrinho que meu irmão mais novo estava muito forte,detalhe,estavamos no telhado da casa e meu irmão quebrou o pé , e outra porque eu eletrocutei uma empregada que tinha lá em casa,e eu amo meu pai e minha mãe,e eu sei que aquilo foi para me educar,porque eu era terrível!

99,99% das crianças apresentam comportamento detestável porque não foram EDUCADAS corretamente pelo pais.
Pai é O PRIMEIRO AMIGO do filho. E ninguém gosta de amigo que, por qualquer razão que só está na cabeça dele, lhe dá safanões.
falácia! não dá para padronizar crianças,eu fazia o errado e sabia que estava errado,e fui muito bem educado,criei tambem tres filhos e cada um eu sabia até onde podia ir.

Quem defende a surra como modo de correção se esquece de uns fatos óbios:

a) Pais não são DONOS de filhos. São CUIDADORES de seres humanos mais frágeis que eles. Gosta de chutar? Compre um gato.

errado,pais só não são donos dos filhos quando batem, quando os filhos se envolvem com coisa errada,muitas vezes quem paga são os pais,tanto socialmente como familiarmente.Quando o pai não tem controle do filho,quem sofre é o filho e o pai.

b) Pais não são PERFEITOS. Pais erram em seus julgamentos, e erram MUITO. Uma bofetada - depois de desferida - não se retorna. Repito: Não há nada mais humilhante que apanhar sem motivo, principalmente se quem está lhe batendo é (Na maioria da vezes) o ÚNICO ADULTO em que você pode confiar.

E por isso o pimpolho vai ficar revoltadinho?vai virar bandido?desmunhecar??Quase todos com mais de 20 anos apanharam dos pais,uma cintada,uma palmada,uma chinelada ou mais,e qualquer humano normal continua em frente e não fica com boiolagem de estar complexado,isto é coisa de fracos.
c) Pais são influenciaveis pelas SUAS PRÒPRIAS EMOÇÕES. Há muita criança "pagando o pato" por causa de patrões chatos, ônibus lotado e dias de muito calor.
Para.Existe isso e existe também pais que sabem diferenciar.Há gerações as crianças aprendem os limites,e há gerações os pais punem os filhos e há gerações saem bons filhos,que são adultos bons.Agora alterados vão existir sempre,com uma diferença,querem que as crianças não tenham limites.

d) Violência não educa. Quando a criança apanha "imagina" que a PUNIÇÃO já "pagou" o crime. Então REPETIR o crime torna-se apenas uma avaliação da CRIANÇA, se isso valerá outra surra. A REALIDADE demonstra muitas vezes que a criança aceita a surra muito bem, se o que está fazendo lhe é prazeiroso.

Violência é vc deixar que a criança não tenha limites,que vc passe a mão na cabeça dela toda vez que errar,surra,em última instância é o que vai dirigir a criança entre o respeito e a baderna total.
comparar uma pessoa que já é despreparada, bêbado,já criminosos com uma pessoa centrada ,que pune quando vê necessidade é desonesto.


e) Violência VICIA. Tanto vicia quem bate, como vicia quem apanha. Crianças passam a interpretar as surras como ATENÇÃO, e pais usam as surras como válvula de escape para suas frustrações. Há INÚMEROS ARTIGOS CIENTÍFICOS SOBRE ISSO!
nova asneira! existem estudos científicos que dizem exatamente o contrário!
Quem não tem limites quando criança,continua sem limites quando adulto, e pior...quando sofre punição quando adulto 'quebra'.Não consegue se reestruturar.Tudo quando se é criança é estimulado,estudos, caráter,etc.Porém a criança não consegue ver limites da mesma forma que o adulto.




Diante do exposto, qual seriam os benefícios das surras e agressões?

Surras e agressões,como eu disse,são uma coisa,palmadas,chineladas e cintadas são outras.
Em alguns casos,dependendo da idade a surra é o único jeito.
Se o Che tivesse apanhado quando criança,não teria assassinado tanto ( :p )

No aguardo.


"Pois eu digo: Jesus Cristo virá nos arrebatar em 2010...
Maranata.
"Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa." (Apocalipse 3 : 11)"

Néééé!
O certo é isso:
“Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2Ts 2.2-4)ACF

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Jan Mozol em Qui 12 Maio 2011, 9:13 pm

Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??
Se sim:vc os odeia?
Vamos rever as últimas notícias de filhos que mataram ou espancaram pais e vejamos seus níveis socias...
A repreensão física se torna cada vez mais uma prática condenada e mais incomum, mas um novo estudo realizado nos Estados Unidos afirma que crianças que apanham dos pais como parte da educação têm melhores notas e são mais otimistas. Além disso, estas crianças, que receberam repreensão física dos pais antes dos seis anos, têm maiores chances de fazer trabalhos voluntários e mais vontade de ter um curso de graduação.
Apesar dos resultados mostrados pela pesquisa, grupos de direitos humanos argumentam que esta é uma forma antiquada de educação, que pode levar a danos e problemas mentais nas crianças. Marjorie Gunnoe, que realizou a pesquisa, afirma que o estudo mostra que não há provas suficientes para impedir que os pais escolham como devem punir os filhos quando fazer algo errado. “Eu acho que bater nos filhos é uma ferramenta perigosa, mas às vezes existem problemas grandes o bastante para esta ferramenta”, afirma a pesquisadora. “Só não se pode usá-la para todos os problemas”, esclarece Gunnoe.
» As 11 mães mais singulares do mundo
A pesquisa foi realizada com 179 adolescentes, que responderam a um questionário sobre a freqüência com que apanhavam dos pais e com que idade tinham recebido a repreensão física pela ultima vez. Depois, os resultados foram comparados com outros questionários, que falavam sobre efeitos negativos – comportamento anti-social, atividade sexual precoce, violência e depressão – e positivos – sucesso acadêmico e ambições de vida.
Os adolescentes que levaram palmadas até os seus anos afirmaram ter melhores performances em quase todas as categorias positivas e não mostraram resultados piores nas negativas do que aqueles que não apanhavam. As crianças que apanharam dos sete aos 11 anos também mostraram melhores resultados acadêmicos, embora também tivessem mais problemas, como envolvimento em brigas. Os participantes que afirmaram ainda apanhar dos pais tiveram resultados piores em todas as categorias.
Respostas
A pesquisa trouxe à tona a ira de organizações que defendem o fim das punições físicas. Nos Estados Unidos, a Sociedade Nacional de Prevenção à Crueldade afirmou, em declaração oficial, que crianças devem ter proteção legal a agressões, como os adultos. “Outras pesquisas mostram que bater nos filhos afeta o comportamento e desenvolvimento mental das crianças, e aumenta as chances de elas se tornarem anti-sociais”, afirma a organização.
Entretanto, organizações de pais, como a Parents Outloud, defendem leves palmadas como uma ferramenta de educação válida. Margaret Morrissey, porta-voz da organização, afirma que é muito difícil explicar para uma criança pequena que algo que ela fez é errado. “Um leve tapinha muitas vezes é o meio mais eficiente de ensinar a elas que não devem fazer algo que é perigoso ou danoso a outras pessoas”, diz.
» São os filhos que educam os pai
Entretanto, mesmo a organização que defende uma leve repreensão física concorda que qualquer violência mais pesada deve ser combatida: “Qualquer coisa a mais que um leve tapa é errado, mas os pais devem ter a liberdade de disciplinar seus filhos sem medo”, afirma Morrissey. Aric Singman, autor do livro “The Spoilt Generation” (“A geração mimada”, sem edição em português), defende que uma maior autoridade por parte dos pais ajudaria na disciplina das crianças. “Se a repreensão for feita por um pai que tem um afeto normal e sensível, a sociedade não deveria julgar isso”, afirma o escritor. “Devemos confiar que os pais sabem a diferença entre uma repreensão física e um soco, por exemplo”

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Qui 12 Maio 2011, 9:18 pm

Jan Mozol escreveu:

Surras e agressões,como eu disse,são uma coisa,palmadas,chineladas e cintadas são outras.

Pois é. Você disse.

Mas como eu me dei o trbalho de procurar e postar um ARTIGO CIENTÍFICO sério, embasado em mais coisas que opiniões pessoais, vou lhe dar a oportunidade de LER o artigo (Está lá o LINK) e tentar achar algo equivalente para dar andamento ao debate.
oh my

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Qui 12 Maio 2011, 9:20 pm

Jan Mozol escreveu:Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??

Não. Nunca apanhei.
E não me fez falta. oh my

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Convidad em Qui 12 Maio 2011, 9:23 pm

lordakner escreveu:
Articulador escreveu:
O problema deste debates é a DRAMATIZAÇÃO que as pessoas fazem , 'espancar' é o que , pancada é o que ?
Pancada é TODA vez que um adulto de 80kg levanta a mão para uma criança de 20Kg.
Para entender experimente apanhar de um cara de 320Kg se tiver 80Kg.

Outro mito é que pai e mãe "seguram a mão" na hora de bater.
Existem MILHARES de casos de crianças SEVERAMENTE machucadas, em Pronto Socorros, cujos pais - Na hora da raiva - não "seguraram a mão".

não Akner, não é.
a mesma mão de 80kg , é a mão que acaricia um rosto de criança, logo o ser-humano sabe dosar sua força perfeitamente. Segundo, temos 200 milhões de pessoas que devem ter sido educadas neste sistema conservador, vc quer me fazer crer que algumas centenas de casos são amostragem para este universo de pessoas ? lógico que isto seria uma falácia de generalização que não respeitaria estatística.

Mesmo um tapa leve, se seu filho for INOCENTE, pode marcá-lo pelo resto da vida.99,99% das crianças apresentam comportamento detestável porque não foram EDUCADAS corretamente pelo pais.
Pai é O PRIMEIRO AMIGO do filho. E ninguém gosta de amigo que, por qualquer razão que só está na cabeça dele, lhe dá safanões.

como sempre acontece neste tema, as pessoas não conseguem debater sem dramatizar e generalizar, quer dizer que por conta de que alguns pais podem ser injustos , proibiremos todos de educar seus filhos com gradualismo...sei..

Quem defende a surra como modo de correção se esquece de uns fatos óbios:

a) Pais não são DONOS de filhos. São CUIDADORES de seres humanos mais frágeis que eles. Gosta de chutar? Compre um gato.

b) Pais não são PERFEITOS. Pais erram em seus julgamentos, e erram MUITO. Uma bofetada - depois de desferida - não se retorna. Repito: Não há nada mais humilhante que apanhar sem motivo, principalmente se quem está lhe batendo é (Na maioria da vezes) o ÚNICO ADULTO em que você pode confiar.

c) Pais são influenciaveis pelas SUAS PRÒPRIAS EMOÇÕES. Há muita criança "pagando o pato" por causa de patrões chatos, ônibus lotado e dias de muito calor.

d) Violência não educa. Quando a criança apanha "imagina" que a PUNIÇÃO já "pagou" o crime. Então REPETIR o crime torna-se apenas uma avaliação da CRIANÇA, se isso valerá outra surra. A REALIDADE demonstra muitas vezes que a criança aceita a surra muito bem, se o que está fazendo lhe é prazeiroso.

e) Violência VICIA. Tanto vicia quem bate, como vicia quem apanha. Crianças passam a interpretar as surras como ATENÇÃO, e pais usam as surras como válvula de escape para suas frustrações. Há INÚMEROS ARTIGOS CIENTÍFICOS SOBRE ISSO!


Diante do exposto, qual seriam os benefícios das surras e agressões?

No aguardo.


a) não , são tutores ,e como tais podem proibir, mandar ir , voltar, estudar, E corrigir.

b) ninguém é perfeito , NEM os filhos , mas os pais tem uma GRANDE vantagem , tem a experiência, maturidade, condescendência, e equilíbrio emocional, (via-de-regra) que os rebentos demorarão anos para começar a ter, nada mais lógico de deixar a critério dos pais as penalidades , do que confiar cegamente que uma criança cheia de motivações ainda não bem interpretadas por sua cabecinha, tenha a maturidade para guiar-se conscientemente, ou apenas por meros conselhos , o tempo todo.

c) Sim , mas novamente vc está querendo pintar os excessos como regra, sem provar que os 200 milhões de pessoas criados neste sistema, tenham passado por isto de maneira significativa. Aliás Akner, TODAS as pessoas que conheço , agradecem aos seus pais por terem, vez ou outra, levando umas cintadas ou chinelada. Acho que farei até uma enquete aqui no fórum, embora a amostragem seja muito pequena.

d) Mutatis-mutandis, a criança NEM PRECISA avaliar se valerá outro 'senta aqui filho , vamos conversar...' , pois ela já sabe que a consequência é leve ou quase inócua , já um castigo físico não, que pode ser graduado também. Outra coisa que vc tenta esquecer, é que o castigo é POSTERIOR a qualquer conselho , ou seja é o recurso para coibir a RECALCITRÂNCIA da criança, qual outro recurso vc poderia nos sugerir ? Muitos são contra para posarem de avançados, mas na hora de nos dar opções, fica mais difícil...

e) Isto se o pai for desamoroso, porque criança alguma irá querer tal 'atenção', ao invés de um pai que senta com ele quando volta do trabalho.


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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Convidad em Qui 12 Maio 2011, 9:29 pm

lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??

Não. Nunca apanhei.
E não me fez falta. oh my


tem certeza ?
não se ofenda mas eu discordaria desta frase...(e te dou o direito de achar o mesmo de mim).
Olha , cada um de nós tem uma auto-avaliação , e tende a não ser a real, porque nos valorizamos demais , é a tendência humana , só com um profundo exercício reflectivo é que podemos saber mesmo como os outros nos veêm. Por isto alguém aqui dizer de sí 'olha como não apanhei e virei um bom garoto', não passaria de falácia anedótica, que não resolveria a questão, todos se acharão 'bem educados', mas o ser humano não é simplório para se desnudar em um fórum de debates, por isto quantos pedófilos por aí não enganam garotas , mostrando a 'boa face' .




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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Jan Mozol em Qui 12 Maio 2011, 9:40 pm

lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??

Não. Nunca apanhei.
E não me fez falta. oh my
hehe!
faz sim!
Conhecemos as pessoas e ideologias que vc defende,elas demonstram uma dualidade preocupante..defende as pobres criancinhas dos pais malvados e punidores e ao mesmo tempo demonstra um amor e admiração desmesurada por monstros assassinos de milhares.
Obviamente ,aqui, vc não demonstra ,numa outra preocupante incoerência, suas idéias,então não tomarei as mesmas por base,então vamos aos realmente.
testando sua honestidade,vou fazer uma nova pergunta,dando o mesmo direito a vc.:
Conhece alguem que apanhou e é uma boa pessoa,que ama seus pais (fora eu e mais uns 20 aqui do fórum?)?

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Convidad em Qui 12 Maio 2011, 9:51 pm

antes de responder ao estudo que o Akner postou (verão a verdade ser destrinchada aqui), deixe eu fazer umas postagens instrutivas e preparatórias :


LULA QUER ESTATIZAR OS NOSSOS FILHOS;
NÃO SÓ ISSO: QUER PUNIR OS PAIS DECENTES,
JÁ QUE OS INDECENTES CONTINUARÃO A FAZER O QUE SEMPRE FIZERAM


Antes de Lula se declarar Deus e ter escolhido Dilma como a ungida, ele vivia dizendo que os brasileiros eram seus filhos. "Papai" é o rei do mau exemplo. Já foi multado pelo TSE seis vezes, abusa da autoridade para fazer campanha eleitoral, passa a mão em cabeça de mensaleiro, lidera um governo que quebra ilegalmente o sigilo bancário de caseiro e o fiscal de dirigente da oposição. Irmãos! Não sigamos papai nos maus exemplos! Pois bem, como somos seus "filhos", ele decidiu estatizar os seus netos - no caso, os nossos filhos. Agora eles todos pertencem a ... Lula!

O governo enviou um projeto ao Congresso que proíbe a palmada - e os beliscões. Pai que der um tapa da *traseiro* do moleque que se joga no chão no shopping porque cismou de comprar um escafandro pode ser denunciado. O tapa na *traseiro*, meu amigo, passou a ser um assunto de estado. Agora, esse estado tanto pode fazer sozinho a usina de Belo Monte e arcar com o seguro da operação como pode criminalizar o tapa - chinelada, então, deve passar à condição de crime hediondo. Vale para crianças e adolescentes também. Como sabemos, um dos problemas da educação é a passividade dos adolescentes quando recebem uma ordem dos pais. Isso acabou! Agora eles já podem ir à delegacia mais próxima e denunciar aqueles monstros por "castigo corporal". "Doutor, ele me deu um tapa no traseiro!"

"Nossa preocupação não é com a palmada. Nossa preocupação é com as palmadas reiteradas e a tendência de que a palmada evolua para surras, queimaduras, fraturas, ameaças de morte".
Uau! A fala é da subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, da Secretaria de Direitos Humanos. Ah, é uma subordinada de Paulo Vannuchi. Tudo faz sentido. Em que mundo vive esta senhora? Que diabo de fantasia é essa?

Projeto de Lula, é? Fico aqui pensando: terá sido a falta de palmadas que levou Lulinha a criar a Gamecorp? Ou palmadas terão faltado antes, no pai do rapaz? Naquele filme micado, a mãe de Lula protege o filho da surra do pai alcoólatra. Agora o Brasil tem de pagar o pato porque o presidente, parece, teve um pai ausente e violento - ao menos é o que ele diz -, o que o impediu de ter superego. Essa última constatação não é parte das minhas ironias, não! Isso é uma verdade psicanalítica. Consultem um especialista.

Agora vem a segunda parte da minha tese: sabem quem Lula elegeu para pai? Sabem quem é o Laio deste Édipo de Garanhuns com registro distorcido? FHC!!! Lula só consegue se entender inteiro se matar FHC, o que ele faz todo dia, tentando eliminá-lo da história. A falta de superego explica essa vaidade desmesurada e esse complexo de Deus. Mas deixo essa mente fascinante para mais tarde. Volto agora ao projeto. Pais que imponham hoje um castigo cruel aos filhos já são punidos. Se, a despeito das punições previstas, o espancamento ou maltrato acontecem, estamos diante da evidência de que a lei não os intimida. É uma questão de lógica: se o sujeito não teme a lei que proíbe o mais, não vai temer a lei que proíbe o menos.

Logo, a lei de Lula, que estatiza os nossos filhos, busca punir os pais do tapa eventual, às vezes necessário, para coibir um comportamento inconveniente. O Babalorixá propôs uma lei que deixa os violentos, psicopatas ou bandidos onde sempre estiveram e que passa a punir as pessoas normais. A rigor, é o mesmo mecanismo mental estúpido que resultou naquele referendo sobre o desarmamento. Queria proibir a venda de armas legais - geralmente comprada por cidadãos de bem. Ocorre que o problema do Brasil eram e são as armas ilegais, da bandidagem. Bem, nesse caso, o Estado não podia fazer nada...Quem é Lula para dizer como devemos criar os nossos filhos? As leis existentes já são suficientes para punir os violentos.

Tenho duas filhas, 13 e 15 anos, e meu blog é público. Elas podem me ler. Nunca lhes dei nem uma palmada sequer. Uma vez ou outra, raras, cheguei no "quase". Eu apanhei dos meus pais uma vez ou outra. Tenho 48 anos já. Não sou de um tempo em que a criança era uma majestade intocável, candidata a pequeno terrorista doméstica - e, depois, do convívio social. Às vezes, eu sabia bem por que estava tomando uns petelecos; noutras, achava uma tremenda injustiça. Aprendi, também ali, a distinguir o justo do injusto? É possível.

Se me fosse dado aconselhar, diria: "Façam como faço; evitem até mesmo a palmada; tentem a conversa e outras formas de punição". Mas isso é uma decisão que, nos limites das leis já existentes, só cabe às famílias. O estado não tem de se **censurado** nessa relação. Daqui a pouco, uma dessas senhoras ensandecidas, metidas a dizer como devemos cuidar dos nossos lares, também vai querer se **censurado** na alimentação das nossas crianças - idiotas que somos, precisamos de especialistas e ONGs para cuidar até disso. Alguém vai propor punir os pais porque os filhos ou são muito magros ou são obesos. Em novembro do ano passado, estive no Programa do Jô. Muitos de vocês assistiram à entrevista ou já viram no Youtube. Costumo dizer que, em matéria de Lula e PT, eu jamais erro; só me antecipo um pouco. Se não quiserem ver tudo, recomendo, ilustrando este post e também o que está abaixo, só os 50 segundos finais, a partir dos 7min13s.

Lula ainda não diz como devemos fazer sexo, mas já andou nos aconselhando, por esses dias, sobre como devemos tratar desse assunto com nossos filhos. Considerando umas confissões que ele fez à revista Playboy em 1978, que reproduzo abaixo, acho que dispenso o professor.
"Um moleque, naquele tempo (sua infância), com 10, 12 anos, já tinha experiência sexual com anima... A gente fazia muito mais sacanagem do que a molecada faz hoje. O mundo era mais livre."

Lula não me parece um bom professor na educação dos filhos ou na educação sexual. Que fique longe das nossas famílias. Já seria um ganho para a República se ele controlasse a dele.
Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/lula-quer-estatizar-os-nossos-filhos-nao-so-isso-quer-punir-os-pais-decentes-ja-que-os-indecentes-continuarao-a-fazer-o-que-sempre-fizeram/

Como Suzane foi Criada pelos pais Psicólogos (os que deveriam ser aptos a orientar pessoas sobre como criarem filhos, e fazem estes 'estudos' que o Akner postou) :
Tapa - No Dia das Mães deste ano, Suzane teve uma forte discussão com os pais e levou um tapa na cara de Manfred. "Ele nunca tinha feito isso." Naquele dia, ela foi para a casa do namorado e decidiu que não queria mais viver com os pais. Os encontros com Daniel passaram a ser às escondidas. Em julho, Manfred e Marisia viajaram para a Europa. http://201.59.48.71/oliberal/arquivo/noticia/policia/n04122002default2.asp
Durante interrogatório, Suzane disse foi agredida pelo pai somente uma vez: no Dia das Mães, quando recebeu um tapa no rosto durante discussão por causa do namorado. http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u64025.shtml

Vamos à sabedoria das mães :
Luciana Lembrete :
Concordo que os responsáveis por uma criança devem tentar ao máximo educar sem agressão. Mas o que dizer de um filho de 12 anos que grita, xinga, enfrenta e manda eu me ferrar? Sou amorosa, amiga, dedicada e companheira dos meus três filhos, mas não posso admitir falta de respeito. Infelizmente, está sendo difícil para toda sociedade independente de classe social educar e disciplinar só com diálogo. Dei um baita tapão. Não o machuquei, apenas o alertei. Resultado, ele me pediu desculpas no dia seguinte, nunca mais fez isso, seu comportamento mudou radicalmente. Digo que existem casos e casos. Existem crianças sem limites e pais sem limites também. Abolir totalmente umas boas palmadas para crianças extremamente rebeldes não é a solução. Como espancar o filho também não é correto. O que falta é o bom senso e cada pai ou mãe reconhecer quando está usando a força como única arma para impor disciplina. Penso que um corretivo é muito bom quando o diálogo já não resolve e nem tão pouco os castigos. Existem jovens que não estão nem aí para ninguém. E são vítimas da ignorância dos próprios pais. Eu não espanco meus filhos, mas quando é muito necessário sou muito brava. Eu os amo, mas não quero que se percam pelo mundo. Eles me amam. Quando forem maduros para apenas dialogarmos, será muito bom.

Maria Lembrete :
Sabe, existem situações que fogem do alcance de qq manual barato de psicologia. A vida nem sempre é do tamanho da forma que vendem para a gente como certa por aí.
Eu tenho três filhos, um de 12, outro 11 e o mais novo com três anos e meio. Nunca bati no menor, já dei uns tapas nos dois mais velhos quando eram mais novos. Depois que eles cresceram, acho que fica ridículo bater, exatamente, porque é possível conversar e, quando precisa de disciplina, eu falo duro mesmo. Contudo, estou atravessando uma fase dificílima da vida e meu filho de 12 anos vem me desrespeitando, respondendo, não ajuda em casa, não quer fazer nada, faz cara feia o tempo todo, bate portas, até o dia em que, depois de uma resposta muito torta e desrespeitosa, fiquei com raiva e bati nele, coisa que eu não fazia há anos. Para minha surpresa e indignação, ele veio para cima de mim me bater e aquilo virou uma verdadeira briga...Tive que bater nele para que ele me soltasse. Foi um horror.
Estou desconsolada porque não me perdôo pelo o que aconteceu e porque acho um absurdo um menino de doze anos bater na mãe.
Não sei se eu sou uma mãe que espanca o filho ou se eu só reagi a um comportamento inaceitável.
Estas teorias psicológicas respondem a isto? O que, por Deus, responde a isto?


Maria Cristina Lembrete :
Para Maria; Querida, dizem que o tempo cura tudo. Não é verdade.
Tenho 05 filhos. A mais velha com 28 anos(HOJE), é formada em odonto, é minada e arrogante. Quando tinha 12 anos, fui buscá-la em um local chamado buraco quente(resumindo).Não queria ir para casa, tirei o cinto e dei uma cintada.
Fui processada. Condenada em primeira instância, após 04 longos anos, fui absolvida em 2ª instância(os desembargadores julgaram que havia risco de perigo, devendo a mãe agir, ou a criança teria um futuro amargo). Ainda consta o proceso criminal ao fazer uma busca na intenet pelo meu nome.
Fiquei com medo. Nunca mais bati em filho.
Meu filho aos 19 anos (nunca apanhou da mãe, todavia, apanha da polícia) esta preso. Sempre foi bem aluno, somente brigava com amigos, começou a ter problemas com a policia aos 15 anos. Também fui buscá-lo em vários lugares perigosos. Neste filho faltou uma boa surra.
Foi condenado por tráfico de drogas.
Voltando para minha filha de 28 anos continua revoltada, inclusive já me bateu porque não gosto do namorado dela (ele a roubou). O outro menino (hoje 22 anos) nunca apanhou tem um coração do bem é trabalhador, mas não estuda. É um grande amigo. Um consolo...


Marcia Lembrete :
Qdo li o post não pude deixar de comentar.
Sou mãe de 4 filhos e o que me deixa indignada, de verdade, é uma mãe ser repreendida, processada por estar educando seu filho. Acho que prefiro mil vezes bater nos meus filhos do que vê-los apanhando da policia amanhã!...

http://www.coisademae.blog.br/?p=148



(Provérbios 22:6) - Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Convidad em Qui 12 Maio 2011, 9:56 pm

lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:

Surras e agressões,como eu disse,são uma coisa,palmadas,chineladas e cintadas são outras.

Pois é. Você disse.

Mas como eu me dei o trbalho de procurar e postar um ARTIGO CIENTÍFICO sério, embasado em mais coisas que opiniões pessoais, vou lhe dar a oportunidade de LER o artigo (Está lá o LINK) e tentar achar algo equivalente para dar andamento ao debate.
oh my

mas ele postou.
vc que preferiu não ver, uma pesquisa com amostragem de 129 mães é seriedade suficiente para levarmos a sério , teu estudo não tem esta amostragem :

As 11 mães mais singulares do mundo
A pesquisa foi realizada com 179 adolescentes, que responderam a um questionário sobre a freqüência com que apanhavam dos pais e com que idade tinham recebido a repreensão física pela ultima vez. Depois, os resultados foram comparados com outros questionários, que falavam sobre efeitos negativos – comportamento anti-social, atividade sexual precoce, violência e depressão – e positivos – sucesso acadêmico e ambições de vida.
Os adolescentes que levaram palmadas até os seus anos afirmaram ter melhores performances em quase todas as categorias positivas e não mostraram resultados piores nas negativas do que aqueles que não apanhavam. As crianças que apanharam dos sete aos 11 anos também mostraram melhores resultados acadêmicos, embora também tivessem mais problemas, como envolvimento em brigas. Os participantes que afirmaram ainda apanhar dos pais tiveram resultados piores em todas as categorias.
Respostas
A pesquisa trouxe à tona a ira de organizações que defendem o fim das punições físicas. Nos Estados Unidos, a Sociedade Nacional de Prevenção à Crueldade afirmou, em declaração oficial, que crianças devem ter proteção legal a agressões, como os adultos. “Outras pesquisas mostram que bater nos filhos afeta o comportamento e desenvolvimento mental das crianças, e aumenta as chances de elas se tornarem anti-sociais”, afirma a organização.
Entretanto, organizações de pais, como a Parents Outloud, defendem leves palmadas como uma ferramenta de educação válida. Margaret Morrissey, porta-voz da organização, afirma que é muito difícil explicar para uma criança pequena que algo que ela fez é errado. “Um leve tapinha muitas vezes é o meio mais eficiente de ensinar a elas que não devem fazer algo que é perigoso ou danoso a outras pessoas”, diz.
» São os filhos que educam os pai
Entretanto, mesmo a organização que defende uma leve repreensão física concorda que qualquer violência mais pesada deve ser combatida: “Qualquer coisa a mais que um leve tapa é errado, mas os pais devem ter a liberdade de disciplinar seus filhos sem medo”, afirma Morrissey. Aric Singman, autor do livro “The Spoilt Generation” (“A geração mimada”, sem edição em português), defende que uma maior autoridade por parte dos pais ajudaria na disciplina das crianças. “Se a repreensão for feita por um pai que tem um afeto normal e sensível, a sociedade não deveria julgar isso”, afirma o escritor. “Devemos confiar que os pais sabem a diferença entre uma repreensão física e um soco, por exemplo”

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Convidad em Qui 12 Maio 2011, 10:04 pm

bom , eu queria trazer dados gradualmente para sustentar a discussão, pois este assunto era interessante, mas como o Akner já tirou a carta da manga (estudo pró-leniência social) , e já está desafiando o estudo-pesquisa do Mozol (muito bem postado) , terei que mostrar a realidade desta questão :



200 milhões de Brasileiros foram criados no sistema correto :


Pesquisa contesta críticos da disciplina física de crianças
...
Argumento 9: Adultos que foram surrados quando crianças correm risco de usar a violência como meio de resolver conflitos como adultos.
Resposta: Essa teoria tem origem na obra de Murray Straus do Laboratório de Pesquisa de Família na Universidade de New Hampshire. As conclusões de Straus são baseadas em modelos teóricos e em resultados de pesquisas de adultos relembrando surras na adolescência. A obra dele não é pesquisa clínica, e muitos especialistas crêem que suas conclusões vão muito além de seus dados. Como ocorre com todas as pesquisas de Straus, o foco é surras na adolescência, não o uso seletivo de surras disciplinares em crianças novas aplicadas por pais ajuizados. A evidência para suas conclusões desaparece quando são medidas surras entre as idades de 2 e 8 anos, e quando se mede a agressão na infância mais tarde.
Numa avaliação de castigos físicos, o Dr. Robert E. Larzelere, psicólogo de pesquisas na Universidade Estadual de Oklahoma, apresenta evidência que apóia o uso seletivo por parte dos pais da surra corretiva, principalmente para crianças de 2 a 6 de idade.(15) Depois de analisar detalhadamente a literatura, Larzelere conclui que qualquer associação entre surra e agressividade anti-social em crianças é insignificante.
Depois de uma década de estudo longitudinal de crianças começando na terceira série, o Dr. Leonard Eron não constatou nenhuma associação entre castigo (inclusive surra) e agressão posterior. Eron, psicólogo de pesquisas clínicas, concluiu: "Dez anos depois da coleta original de dados, constatamos que castigos aplicados a atos agressivos em crianças novas não mais estavam relacionados a agressões no presente, e em vez disso, outras variáveis como cuidados paternais e a identificação das crianças com seus pais eram mais importantes na predição de agressões posteriores".(16) De novo, é o modelo total de criação de filhos praticada por pais que determina o resultado dos esforços deles.


Argumento 8: A surra disciplinar é uma solução ineficiente para os comportamentos errados.
Resposta: Embora o uso específico de surra disciplinar adequada seja raramente estudado, há evidências de sua eficácia a curto e longo prazo. Quando combinado com raciocínio, o uso de consequências negativas (inclusive surras) diminui eficazmente a frequência da repetição de comportamentos errados em crianças em idade pré-escolar.(9) Em testes clínicos de campo em que se estudou surra disciplinar usada pelos pais, constatou-se que reduz a freqüência subseqüente de desobediência com suspensão de brincadeiras.(10) A surra, como reforço eficaz da suspensão de brincadeiras, é um componente de vários programas bem pesquisados de treinamento de pais(11) e textos populares de criação de filhos.(12)
A Dra. Diana Baumrind do Instituto de Desenvolvimento Humano da Universidade de California-Berkeley, conduziu um estudo de uma década de famílias com crianças de 3 a 9 anos de idade.(13) Baumrind constatou que os pais que empregavam um estilo equilibrado de firme controle (inclusive surras) e incentivos positivos foram os que mais experimentaram resultados favoráveis em seus filhos. Os pais que adotavam abordagens extremas de disciplina (tipos autoritários usando castigos excessivos com menos incentivo ou tipos permissivos usando poucos castigos e nenhuma surra) alcançaram menos êxito.
Baumrind concluiu que a evidência desse estudo "não indicou que reforços negativos ou castigo físico eram procedimentos em si prejudiciais ou ineficazes, mas em vez disso que os modelos totais de controle dos pais determinavam os efeitos desses procedimentos na criança.
Essa abordagem de criação equilibrada de filhos, empregando uso ocasional de surras, é defendida por vários especialistas em criação de filhos.(14) Nas mãos de pais amorosos, uma surra no traseiro de uma criança que teima em não obedecer em ambientes apropriados é um motivador poderoso para corrigir condutas e uma meio eficiente para desestimular a desobediência.
...


http://juliosevero.blogspot.com/2009/03/pesquisa-contesta-criticos-da.html



Federação Americana de Pediatras: "É certo os pais darem surras"

WASHINGTON, DC, 3 de dezembro de 2007 (LifeSiteNews.com) - A Federação Americana de Pediatras (FAP), uma associação médica nacional de médicos e profissionais da área de saúde autorizados e especializados no cuidado de bebês, crianças e adolescentes, divulgou sua posição oficial acerca do uso de surras por parte dos pais, bem no momento em que a assembléia legislativa de Massachusetts começa a considerar um projeto de lei que proíbe essa forma de disciplina por parte dos pais.

Apesar da evidência científica indicando que castigos físicos razoáveis aplicados pelos pais são benéficos para os filhos, a ONU vem forçando as nações a proibir os pais de usar a surra como forma de disciplina. Essa interferência nos direitos dos pais é uma das questões que tem causado muito alarme acerca da Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças.

A FAP examinou com cuidado as pesquisas disponíveis acerca do castigo físico e conclui, em sua posição oficial sobre o assunto, que surras disciplinares aplicadas por pais podem ser eficientes quando utilizadas de modo apropriado. "É claro que os pais não devem se apoiar exclusivamente em surras disciplinares para efetuar controle sobre a conduta de seus filhos", diz a posição oficial recentemente divulgada. "A evidência indica que pode ser uma parte útil e necessária de um plano disciplinar bem-sucedido"....
"O pai ou a mãe não deve administrar uma surra quando sente vontade ou quando está fora de controle", adverte o documento, observando que "uma surra sempre deve ser motivada por amor, com o propósito de ensinar e corrigir, e não com o propósito de vingança ou retaliação".

As recomendações também apresentam as idades em que as surras são adequadas. "Uma surra é imprópria antes dos 15 meses e é geralmente não necessária até depois de 18 meses. Será menos necessária depois dos 6 anos de idade e raramente será usada depois dos 10 anos de idade", diz o documento.

Além de sua posição oficial, a FAP publicou uma análise extensa da literatura científica sobre o assunto de castigo físico e seu uso na disciplina.


http://juliosevero.blogspot.com/2007/12/federao-americana-de-pediatras-certo-os.html



Crianças novas que recebem disciplina física se tornam adolescentes mais felizes e bem sucedidos

Michigan, EUA, 5 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) - Um estudo realizado nos EUA indica que uma surra não é prejudicial para as crianças e, aliás, declara que crianças que foram fisicamente disciplinadas quando eram novas, entre as idades de 2 e 6, se tornaram adolescentes mais felizes e bem sucedidos e tiveram um melhor desempenho na escola, e tiveram mais probabilidade de fazer trabalho voluntário e querer ir para a universidade do que aqueles que nunca foram surrados.

O estudo, conduzido sob o patrocínio do Estudo dos Perfis da Vida Americana (EPVA) {http://pals.nd.edu/} e feito pela Dra. Marjorie Gunnoe, professora de psicologia na Faculdade Calvin em Grand Rapids, Michigan, revelou que há falta de evidências provando que uma surra prejudica as crianças, e que o uso sensato da surra como conseqüência normal para a má conduta é benéfico para as crianças.

"Não há base para as alegações que se fazem contra a surra disciplinar. Elas não estão em coerência com os dados", disse Gunnoe. "Penso na surra como um instrumento perigoso, mas há ocasiões em que há uma tarefa grande o bastante para um instrumento perigoso - não podemos simplesmente usá-lo para todas as nossas tarefas", acrescentou ela.

A professora Gunnoe entrevistou 2.600 adolescentes, fazendo-lhes perguntas sobre surras. Ela constatou que quando as respostas dos participantes foram comparadas com sua conduta, tais como sucesso acadêmico, otimismo sobre o futuro, conduta anti-social, violência, ataques de depressão, aqueles que haviam sido fisicamente disciplinados só entre as idades de dois e seis tiveram o melhor desempenho em todas as medidas positivas.

Aqueles que haviam sido surrados entre sete e onze exibiam conduta mais negativa, mas ainda assim tinham mais probabilidade de obter sucesso acadêmico. Em casos em que a disciplina física continuou além da idade de 12, ou naqueles que nunca haviam recebido castigo físico, os filhos tiveram um desempenho mais fraco nos indicadores que foram levados em consideração. A Dra. Gunnoe constatou que quase um quarto dos adolescentes no estudo relatou que jamais foram surrados.

O Conselho Americano de Pediatria (CAP) declara que uma surra disciplinar aplicada pelos pais pode ser eficaz quando utilizada de forma apropriada. "É claro que os pais não deveriam se apoiar exclusivamente na surra disciplinar para controlar a conduta de seus filhos", diz a declaração de posição da organização. "As evidências indicam que pode ser uma parte útil e necessária de um plano bem sucedido de disciplina". De acordo com o CAP, a disciplina eficaz tem três componentes: um relacionamento de amor e apoio entre pais e filhos; uso de incentivos quando as crianças têm bom comportamento; e, uso de castigo quando as crianças se comportam mal.

Muitos pais que temem usar uma surra como castigo afirmam que a surra ensina conduta fisicamente agressiva que a criança imitará. Aric Sigman, psicólogo e autor do livro "The Spoilt Generation: Why Restoring Authority will Make our Children and Society Happier" (A Geração Estragada: Por que restaurar a autoridade tornará nossos filhos e a sociedade mais felizes), comentou os resultados da pesquisa da professora Gunnoe.

"A ideia de que dar palmadas e violência estão na mesma categoria é uma maneira bizarra e doentia de ver aquilo que é castigo para a maioria dos pais", ele disse ao jornal Daily Mail da Inglaterra. "Se um pai que normalmente é afetivo e sensível à criança aplica de forma sensata a disciplina, a sociedade não tem por que se queixar e se enfurecer. Os pais precisam somente aprender a distinguir a disciplina de um murro na cara".


http://juliosevero.blogspot.com/2010/01/criancas-novas-que-recebem-disciplina.html



Citei só partes das fontes , visto extensas, e recheadas de dados , que jogam por terra por vez estes modismos , os que defendem ao contrário (nunca faltarão os que tem frison contra qualquer coisa chamada 'limites') , estarão é criando 'Suzanes Ritchofeins' no futuro , e serão culpados por posições contra-família que hoje defendem (em outros termos , sofrerão com seus próprios filhos , para aprenderem a ver o bem social) .


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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Diego Yo'ets em Sex 13 Maio 2011, 9:18 am

Jan Mazol escreveu: Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??
Se sim:vc os odeia?
Vamos rever as últimas notícias de filhos que mataram ou espancaram pais e vejamos seus níveis socias...

Concordo que o Akner usou um estudo que comprova que os mais miseráveis são os mais vitimados por agressão, mas isso pode ocorrer em qualquer nível social, ou não?

Não sei se a Suzana R. sofreu agressão, assim tbm não sei se recebeu os cuidados necessários de uma educação baseada na confiança e amizade ( isso se enquadra a qualquer sociopata). O fato dos pais da Suzana serem psicólogos e ricos não quer dizer que criavam bem seus filhos, além é claro que estamos falando de humanos, que com o tempo toma suas próprias decisões, baseadas ou não na criação.

Uma educação não será tida como boa porque os pais batem, assim tbm não será tida como boa porque não batem. A Educação Exemplar é moldada no amor, atenção, preocupação e correção (não entenda agressões). Mas nem a "educação exemplar" imuniza o fato da criança num futuro se tornar um transgressor, porque a maldade é inerente ao homem e não à educação que recebe, agora é claro que a educação é fundamental para a formação e terá um grande peso no futuro.


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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Sex 13 Maio 2011, 10:32 am

Jan Mozol escreveu:
lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??

Não. Nunca apanhei.
E não me fez falta. oh my
hehe!
faz sim!
Conhecemos as pessoas e ideologias que vc defende,elas demonstram uma dualidade preocupante..defende as pobres criancinhas dos pais malvados e punidores e ao mesmo tempo demonstra um amor e admiração desmesurada por monstros assassinos de milhares.
Para você ver como gosto é relativo.
Você admira Jeová. E a conta dele já passa de Centenas de Milhares (Só em relatos oficiais, desconsiderando a Peste Negra e os Tsunamis) oh my

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Convidad em Sex 13 Maio 2011, 10:36 am

Diego escreveu:
Jan Mazol escreveu: Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??
Se sim:vc os odeia?
Vamos rever as últimas notícias de filhos que mataram ou espancaram pais e vejamos seus níveis socias...

Concordo que o Akner usou um estudo que comprova que os mais miseráveis são os mais vitimados por agressão, mas isso pode ocorrer em qualquer nível social, ou não?

Não sei se a Suzana R. sofreu agressão, assim tbm não sei se recebeu os cuidados necessários de uma educação baseada na confiança e amizade ( isso se enquadra a qualquer sociopata). O fato dos pais da Suzana serem psicólogos e ricos não quer dizer que criavam bem seus filhos, além é claro que estamos falando de humanos, que com o tempo toma suas próprias decisões, baseadas ou não na criação.

Uma educação não será tida como boa porque os pais batem, assim tbm não será tida como boa porque não batem. A Educação Exemplar é moldada no amor, atenção, preocupação e correção (não entenda agressões). Mas nem a "educação exemplar" imuniza o fato da criança num futuro se tornar um transgressor, porque a maldade é inerente ao homem e não à educação que recebe, agora é claro que a educação é fundamental para a formação e terá um grande peso no futuro.


já foi demonstrado , nas fontes acima, que Suzane NUNCA apanhou do pai , um tapa apenas dias antes de MORREREM CRUELMENTE , porque quando se tenta puxar a corda que foi muito alargada , o resultado é este. Serem psicólogos é evidência bem razoável , pois são estes (aliás na psicologia é onde mais tem ateus e hedonistas, por larga margem, em relação à todas as outras profissões) os que tentam diariamente vender para os pais conservadores , o impedimento de corrigí-los de maneira efetiva.

Quanto ao resto as fontes que postei já dirimiram a questõa , há vários estudos demosntrativos que pais que sabem GRADUAR os castigos , e que não se limitam a usar de castigos físicos leves , BENEFICIAM os filhos , é questão factual é estatística , outros 'estudos' só se baseiam em falácias grosseiras, com não conceituar, convenientemente, o que é 'agressão' , e como vc mesmo notou , não separar outros fatores MAIS preponderantes, como classe social.

é o mesmo tipo de falácia que notamos nos relatórios Kinsey , pega-se a amostragem só de pedófilos e dizem 'olha como a sociedade é sexualmente liberal', lógico que se pegar os mais pobres e ignorantes , haverá mais surras, mas até isto não mostra a graduação do tipo de castigo, VS os não castigados de hoje em dia , que muitos estão largados ao vício e hedonismo.

Ainda estou aguardando de tua parte a reposta :
O QUE DIZ A TORÁ ? nem precisa citar literalmente ,
será que Deus só foi sábio para criar a lei do sábado ?



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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Convidad em Sex 13 Maio 2011, 10:37 am

lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:
lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??

Não. Nunca apanhei.
E não me fez falta. oh my
hehe!
faz sim!
Conhecemos as pessoas e ideologias que vc defende,elas demonstram uma dualidade preocupante..defende as pobres criancinhas dos pais malvados e punidores e ao mesmo tempo demonstra um amor e admiração desmesurada por monstros assassinos de milhares.
Para você ver como gosto é relativo.
Você admira Jeová. E a conta dele já passa de Centenas de Milhares (Só em relatos oficiais, desconsiderando a Peste Negra e os Tsunamis) oh my

Chê ou Stanlin não eram Deus,
há diferenças kilométricas entre valores ontológicos , e direitos entre criador e criatura.

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Sex 13 Maio 2011, 10:37 am

Diego escreveu:
Jan Mazol escreveu: Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??
Se sim:vc os odeia?
Vamos rever as últimas notícias de filhos que mataram ou espancaram pais e vejamos seus níveis socias...

Concordo que o Akner usou um estudo que comprova que os mais miseráveis são os mais vitimados por agressão, mas isso pode ocorrer em qualquer nível social, ou não?

Não sei se a Suzana R. sofreu agressão, assim tbm não sei se recebeu os cuidados necessários de uma educação baseada na confiança e amizade ( isso se enquadra a qualquer sociopata). O fato dos pais da Suzana serem psicólogos e ricos não quer dizer que criavam bem seus filhos, além é claro que estamos falando de humanos, que com o tempo toma suas próprias decisões, baseadas ou não na criação.

Suzana não era uma "menina mimadinha" que "fez maldade".
Ela se enquadra na Psico-SOCIOPATIA, doença mental com quadro clínico definido.
Só chamou a atenção por ser rica.
Existem milhares de casos semelhantes.
É DOENÇA.

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Sex 13 Maio 2011, 10:38 am

Articulador escreveu:
lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:
lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??

Não. Nunca apanhei.
E não me fez falta. oh my
hehe!
faz sim!
Conhecemos as pessoas e ideologias que vc defende,elas demonstram uma dualidade preocupante..defende as pobres criancinhas dos pais malvados e punidores e ao mesmo tempo demonstra um amor e admiração desmesurada por monstros assassinos de milhares.
Para você ver como gosto é relativo.
Você admira Jeová. E a conta dele já passa de Centenas de Milhares (Só em relatos oficiais, desconsiderando a Peste Negra e os Tsunamis) oh my

Chê ou Stanlin não eram Deus,
há diferenças kilométricas entre valores ontológicos , e direitos entre criador e criatura.
Não é esse o assunto do tópico. oh my

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Jan Mozol em Sex 13 Maio 2011, 10:49 am

não é,mas demonstra quem defende o que.
Mostra que quando confrontadas as pessoas demonstram uma dualidade que beira a tolice.Confundem o crime de agressão com a educação de milhares de anos que tem dado certo.
E não dá para esconder o que se é e o que se faz e se diz em vários lugares...
Num lugar defende-se a chibata cubana,a morte de inocentes e em outro fala-se que cristãos são doentes por educar seus filhos da maneira que foram educados e deu certo.
Aceita-se somente as excessões que deram errado,e quando confrontados com uma prova de que a falta de porrada gerou um monstro,aí sim falam em excessão...
Lordakner é liso.
Por isso que a defesa da agenda marxista exige Editado ... intelectual e desonestidade intelectual de quase todos esquerdistas.Fale uma coisa,faça outra.

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Sex 13 Maio 2011, 11:50 am

Jan Mozol escreveu:não é,mas demonstra quem defende o que.
Mostra que quando confrontadas as pessoas demonstram uma dualidade que beira a tolice.Confundem o crime de agressão com a educação de milhares de anos que tem dado certo.
Tem dado "tanto certo" que vocês vivem apregoando o "fim do Mundo", pois o "Mundo está podre", "A sociedade está corrmpida" etc.
Tudo fruto do modêlo educacional que estão defendendo.
Sabia que Hitler apanhava feito um cão, quando criança? oh my

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Diego Yo'ets em Sex 13 Maio 2011, 11:57 am

lordakner escreveu:
Diego escreveu:
Jan Mazol escreveu: Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??
Se sim:vc os odeia?
Vamos rever as últimas notícias de filhos que mataram ou espancaram pais e vejamos seus níveis socias...

Concordo que o Akner usou um estudo que comprova que os mais miseráveis são os mais vitimados por agressão, mas isso pode ocorrer em qualquer nível social, ou não?

Não sei se a Suzana R. sofreu agressão, assim tbm não sei se recebeu os cuidados necessários de uma educação baseada na confiança e amizade ( isso se enquadra a qualquer sociopata). O fato dos pais da Suzana serem psicólogos e ricos não quer dizer que criavam bem seus filhos, além é claro que estamos falando de humanos, que com o tempo toma suas próprias decisões, baseadas ou não na criação.

Suzana não era uma "menina mimadinha" que "fez maldade".
Ela se enquadra na Psico-SOCIOPATIA, doença mental com quadro clínico definido.
Só chamou a atenção por ser rica.
Existem milhares de casos semelhantes.
É DOENÇA.

Pois é!! Não são tipos de educação que define o cidadão, muito embora fazem peso.

Hitler apanhou e no que deu ?
SuZana não aponhou e no que deu ?

A Educação deve ser moldada na confiança, se alguém consegue moldar outro na porrada que o faça.


Acessem:


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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Sex 13 Maio 2011, 11:59 am

Jan Mozol escreveu:
Num lugar defende-se a chibata cubana,a morte de inocentes e em outro fala-se que cristãos são doentes por educar seus filhos da maneira que foram educados e deu certo.
Aceita-se somente as excessões que deram errado,e quando confrontados com uma prova de que a falta de porrada gerou um monstro,aí sim falam em excessão...

a) Eu não citei "cristãos" em momento algum. Você esta supondo isso, numa mania de perseguição que beira a paranóia.
b) Não é o lugar para essa comparação, mas se Cuba te incomoda tanto porque não se lembra das torturas perpetradas AQUI no Brasil, pelos ditadores fantoches da "Família e Prosperidade"?
c) Se "Falta de Porrada" gerou um monstro (Deve ser a Suzane) basta que você estabeleça a tal "Falta de Porrada" como CAUSA DIRETA do comportamento SOCIOPATA dela. A comunidade Psiquiátrica e eu aguardamos sua tese.

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Cal em Sex 13 Maio 2011, 12:01 pm

lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??

Não. Nunca apanhei.
E não me fez falta. oh my
x2

Nunca apanhei de meus pais e isso nunca atrapalhou minha educação.


A verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade.

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por lordakner em Sex 13 Maio 2011, 12:02 pm

Cal escreveu:
lordakner escreveu:
Jan Mozol escreveu:Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??

Não. Nunca apanhei.
E não me fez falta. oh my
x2

Nunca apanhei de meus pais e isso nunca atrapalhou minha educação.
Pela "Pedagogia da Chibata" deveríamos ter matado nossos pais com picaretas e ter colocado fogo na casa. oh my

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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

Mensagem por Convidad em Sex 13 Maio 2011, 12:20 pm

lordakner escreveu:
Diego escreveu:
Jan Mazol escreveu: Ah tá! Suzanne Richtofen era classe baixa,seus pais a surravam...
Acorda lordakner!
Seja bem sincero:nunca apanhou de seus pais??
Se sim:vc os odeia?
Vamos rever as últimas notícias de filhos que mataram ou espancaram pais e vejamos seus níveis socias...

Concordo que o Akner usou um estudo que comprova que os mais miseráveis são os mais vitimados por agressão, mas isso pode ocorrer em qualquer nível social, ou não?

Não sei se a Suzana R. sofreu agressão, assim tbm não sei se recebeu os cuidados necessários de uma educação baseada na confiança e amizade ( isso se enquadra a qualquer sociopata). O fato dos pais da Suzana serem psicólogos e ricos não quer dizer que criavam bem seus filhos, além é claro que estamos falando de humanos, que com o tempo toma suas próprias decisões, baseadas ou não na criação.

Suzana não era uma "menina mimadinha" que "fez maldade".
Ela se enquadra na Psico-SOCIOPATIA, doença mental com quadro clínico definido.
Só chamou a atenção por ser rica.
Existem milhares de casos semelhantes.
É DOENÇA.

ah sim , tudo é 'genético' quando vocês querem diferir determinados comportamentos para blindá-los por algum motivo conveniente , no entanto a justiça não a colocou em um hospital psiquiátrico, foi em presídio comum mesmo . A realidade não admite sofismas assim. Ela era mesmo doente , MORALMENTE , e o pai e mãe criaram ela desta maneira, ao deixarem ela ser incontrolável até a idade de sua monstruosidade. você quer se mostrar como exemplo ... já vimos que isto seria questionável , Suzane é exemplo perfeito , ela seria ERA TIDA como bom exemplo por seus familiares, antes do ocorrido , então ficamos claro que este método não dá samba , porque aí deveríamos discutir se é moral alguém que defenda aborto e homossexualismo , contra alguém que os recrimine , teu óculos , não serão nossos óculos , no entanto vocês sempre querem erigir vossos FAKES , COMO SE ser um ser moral é simplesmente não roubar ou matar , não Akner, a coisa envolve muito mais que isto , muito mais do que meramente fazer o mínimo que a polícia social já impede e impoe.





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Re: Falando em chibata-Como educar seu filho

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