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Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

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Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por M4RC3LL em Sab 01 Jan 2011, 8:44 pm

Prezados,
Graça e Paz

Como poucos me conhecem,
sou cristão protestante e ja participei muito nos fóruns do Porissocri, Amigos Gospel e aqui Gospel Brasil.

O motivo pelo qual criei este tópico é devido a um estudo que levantei a respeito do Anti-Semitismo de Lutero.
Muitas fontes comprovam que Martinho Lutero construiu uma revolta pessoal contra os judeus por terem rejeitado o Cristianismo dando crédito ao anti-semitismo.

Mais informações:
http://www.beth-shalom.com.br/artigos/lutero.html

Portanto, gostaria de saber a opinião de vocês.
Se possível, somente opiniões de protestantes/evangélicos presentes no fórum.


Agradeço gentilmente pela atenção.
Feliz ano novo pra todos!


Deus os abençoe ricamente!


P.S.: Se já existe algum tópico a respeito desse assunto, peço desculpas. Favor trancar este tópico e passar o link.


"Então me achei recém-nascido e no Paraíso. Todas as Escrituras tinham para mim outro aspecto; perscrutava-as para ver tudo quanto ensinam sobre a ‘justiça de Deus'. Antes, estas palavras eram-me detestáveis; agora as recebo com o mais intenso amor. A passagem me servia como a porta do Paraíso." (Martinho Lutero)

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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Ed em Sab 01 Jan 2011, 9:23 pm

Muito bom o tópico Marcel, sempre é bom estudar este que foi um iluminado quando de sua intervenção histórica na ICAR...

Feliz em tê-lo postando por aqui...



::


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por M4RC3LL em Sab 01 Jan 2011, 9:47 pm

Ed escreveu:Muito bom o tópico Marcel, sempre é bom estudar este que foi um iluminado quando de sua intervenção histórica na ICAR...

Feliz em tê-lo postando por aqui...



::


Obrigado, Ed!

Eu tenho um livro chamado "Martinho Lutero, Obras Selecionadas" volume 1.
O livro é excelente! Conta detalhadamente todos os argumentos teológicos de Lutero. Antes e depois da reforma.

E, neste livro, encontrei alguns argumentos de Lutero criticando os seus inimigos por criarem calúnias contra ele.
E, pelo que vejo, Martinho Lutero foi fortemente perseguido. E, onde há perseguições, há também mentiras, invenções dos fatos a respeito da pessoa perseguida.

Não sei se é o caso de Martinho Lutero. Talvez, ele nunca foi um anti-semita.
Mas tudo indica que sim. E gostaria de mais detalhes. Se algum irmão souber de alguma coisa. Serei muito grato.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Teísta em Sab 01 Jan 2011, 10:44 pm

Por Que Lutero Tornou-se um Anti-Semita?


Em 1523, Martim Lutero escreveu:

Talvez eu consiga atrair alguns judeus para a fé cristã, pois nossos tolos, os papas, bispos, sofistas e monges... até agora os têm tratado tão mal que... se fosse judeu e visse esses idiotas cabeças-duras estabelecendo normas e ensinando a religião cristã, eu preferiria ser um porco a ser cristão. Pois esses homens trataram os judeus como cães, e não como seres humanos.[1]

Essa declaração foi feita no início do período da Reforma, quando Lutero ainda era muito jovem. Nos anos seguintes, entretanto, ele ficaria cada vez mais irritado com o fato de que os judeus, ao lado de quem ele se colocara contra os preconceitos da Igreja Católica Romana, recusavam-se terminantemente a se converter ao Cristianismo.

Vinte anos mais tarde, amargurado e desapontado, Lutero escreveu estas palavras inacreditáveis a respeito do povo que um dia defendera:

Em primeiro lugar, suas sinagogas deveriam ser queimadas... Em segundo lugar, suas casas também deveriam ser demolidas e arrasadas... Em terceiro, seus livros de oração e Talmudes deveriam ser confiscados... Em quarto, os rabinos deveriam ser proibidos de ensinar, sob pena de morte... Em quinto lugar, os passaportes e privilégios de viagem deveriam ser absolutamente vetados aos judeus... Em sexto, eles deveriam ser proibidos de praticar a agiotagem [cobrança de juros extorsivos sobre empréstimos]... Em sétimo lugar, os judeus e judias jovens e fortes deveriam pôr a mão na debulhadeira, no machado, na enxada, na pá, na roca e no fuso para ganhar o seu pão no suor do seu rosto... Deveríamos banir os vis preguiçosos de nossa sociedade ... Portanto, fora com eles...

Resumindo, caros príncipes e nobres que têm judeus em seus domínios, se este meu conselho não vos serve, encontrai solução melhor, para que vós e nós possamos nos ver livres dessa insuportável carga infernal – os judeus.[2]


Muitos alemães puderam afirmar, séculos depois, que estavam seguindo a orientação de Lutero ao incendiarem sinagogas judaicas durante a Kristallnacht ["Noite dos Cristais"], episódio que se tornou o ponto de partida para acontecimentos muito piores [durante o tempo do nazismo].

Com essas palavras, e a atitude assustadora por trás delas, o alemão Lutero lançou os fundamentos do anti-semitismo do Terceiro Reich. Muitos de seus compatriotas puderam afirmar, séculos depois, que estavam seguindo a orientação de Lutero ao incendiarem sinagogas judaicas durante a Kristallnacht ["Noite dos Cristais"], episódio que se tornou o ponto de partida para acontecimentos muito piores [durante o tempo do nazismo].

Com razão, o Dr. Michael Brown, um judeu messiânico, pergunta:

Seria possível que [...] um homem cujos escritos deflagraram a Reforma Protestante, [...] cujos comentários sobre Romanos e Gálatas contribuíram para as conversões de John e Charles Wesley [...] seria possível que suas palavras tivessem ajudado a atiçar as chamas dos fornos de extermínio nazistas?[3]

Em seu livro Why the Jews [Por Que os Judeus?], Dennis Prager e Joseph Telushkin escrevem:

[...] os escritos posteriores de Lutero, atacando os judeus, eram tão virulentos que os nazistas os citavam freqüentemente. De fato, Julius Streicher argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes.[4]

O próprio Hitler considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, "o Grande", e Richard Wagner.[5]


Julius Streicher argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martim Lutero não tivesse dito 400 anos antes.


Ao executarem seu primeiro massacre em larga escala, em 9 de novembro de 1938, no qual destruíram quase todas as sinagogas da Alemanha e assassinaram trinta e cinco judeus, os nazistas anunciaram que a perseguição era uma homenagem ao aniversário de Martim Lutero.[6]

Portanto, em seus últimos anos de vida, Martim Lutero pode ter abortado o efeito da Reforma que ele mesmo havia iniciado, por causa de seu ódio e de seus discursos amargos contra o mesmo povo que nos legou as Escrituras, que trouxe ao mundo os apóstolos e profetas e através do qual veio até nós o Messias – Jesus, nosso Senhor.

Tudo isso é extremamente triste e deve nos servir de alerta, pois o que ocorreu a um homem tão poderosamente usado por Deus pode acontecer com qualquer um de nós, no que se refere aos judeus – o povo de Deus.

Lutero deveria ter prestado mais atenção às palavras de Paulo em sua Epístola aos Romanos (como todos nós devemos), que ele conhecia tão bem: "Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! [...] Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios. E, assim, todo o Israel será salvo..." (Romanos 11.1,25-26).

Portanto, talvez a arrogância e a cegueira que se verificam nos dias de hoje em relação ao plano e propósito final de Deus para com Seu povo, os judeus, sejam piores que a cegueira e o anti-semitismo da maior parte dos membros da igreja no passado, inclusive de Lutero, pois, enquanto eles viveram no período da dispersão dos judeus, nós vivemos no período da reunião de Israel.

Poderíamos dizer que, em sentido bíblico, a dispersão dos judeus sempre teve uma conotação negativa como juízo de Deus sobre Seu povo. Mas, da mesma forma, sua reunião tem uma conotação positiva, pois o que permite aos judeus retornarem ao seu lar é o amor de Deus e Sua graça para com eles. Desse modo, a atitude crítica e muitas vezes anti-semita que a igreja de hoje adota em relação a Israel é ainda mais condenável do que a de Lutero.

Isso nos faz lembrar as seguintes palavras: "Assim diz o Senhor dos Exércitos: Com grande empenho, estou zelando por Jerusalém e por Sião. E, com grande indignação, estou irado contra as nações que vivem confiantes; porque eu estava um pouco indignado, e elas agravaram o mal. Portanto, assim diz o Senhor: Voltei-me para Jerusalém com misericórdia; a minha casa nela será edificada... As minhas cidades ainda transbordarão de bens; o Senhor ainda consolará a Sião e ainda escolherá a Jerusalém" (Zacarias 1.14-17).

E também: "Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai nas terras longínquas do mar, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor, ao seu rebanho" (Jeremias 31.10). "Não temas, pois, servo meu, Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; pois eis que te livrarei das terras de longe e à tua descendência, da terra do exílio; Jacó voltará e ficará tranqüilo e em sossego; e não haverá quem o atemorize. Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para salvar-te; por isso, darei cabo de todas as nações entre as quais te espalhei; de ti, porém, não darei cabo, mas castigar-te-ei em justa medida e de todo não te inocentarei" (Jeremias 30.10-11).


Talvez a arrogância e a cegueira que se verificam nos dias de hoje em relação ao plano e propósito final de Deus para com Seu povo, os judeus, sejam piores que a cegueira e o anti-semitismo da maior parte dos membros da igreja no passado, inclusive de Lutero, pois, enquanto eles viveram no período da dispersão dos judeus, nós vivemos no período da reunião de Israel.


Portanto, fica claro que, assim como Deus disse que Seu povo seria espalhado, Ele também afirmou que haveria um dia em que ele seriam novamente reunido na terra que lhe havia prometido. O salmista anteviu que, assim como houve um período de desfavorecimento, chegaria também o dia em que Israel voltaria a desfrutar do favor de Deus: "Levantar-te-ás e terás piedade de Sião; é tempo de te compadeceres dela, e já é vinda a sua hora" (Salmo 102.13).

Como é triste ver que um dos pais da Reforma estava cego para esta verdade e acabou se voltando ferozmente contra os judeus, em vez de revestir-se da humildade que Paulo recomenda em suas cartas: "Não te glories contra os ramos; porém, se te gloriares, sabe que não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz, a ti" (Romanos 11.18).

Desse modo, por causa de seu próprio preconceito anti-semita, Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo.

Portanto, Lutero abortou a Reforma da qual tanto desejava ser instrumento. Em vez de afastar a igreja das influências pagãs de Roma e fazê-la retornar às suas origens bíblicas em Jerusalém – onde a igreja verdadeira está arraigada e enxertada – ele tirou-a da direção de Roma e apontou-a na direção de Genebra. E, hoje em dia, com Israel habitando novamente em sua terra, pela graça de Deus, a atitude arrogante e crítica da maior parte da igreja em relação a Israel demonstra que ela está mais longe do que nunca de Jerusalém. Enquanto isso, Genebra está voltando às suas origens, em nome de um falso espírito ecumênico que devorará os frutos da Reforma numa igreja mundial unida, cuja capital será Roma.

Diante disso tudo, fica a pergunta: qual a razão dessa insistente atitude tendenciosa – até mesmo entre os cristãos – contra o povo judeu em geral, e contra o povo de Israel em particular, enquanto os verdadeiros culpados pela situação do Oriente Médio geralmente ficam impunes?


Será que, se algum dia os muçulmanos tiverem a bomba atômica e se sentirem em condições de completar a Solução Final de Hitler, incorporando a nação independente de Israel a um Estado palestino muçulmano, eles poderão justificar suas ações usando como argumento as citações de muitos clérigos e críticos cristãos que ajudaram a criar o clima favorável à destruição de Israel com suas violentas e incessantes censuras e sua tendenciosidade?


Será que o antigo antagonismo de Lutero e de outros patriarcas da igreja e teólogos está influenciando a teologia e as atitudes da igreja moderna em relação ao povo de Israel? É isso que demonstra a recente resolução tendenciosa do Sínodo Presbiteriano dos EUA contra Israel.

Será que, se algum dia os muçulmanos tiverem a bomba atômica e se sentirem em condições de completar a Solução Final de Hitler, incorporando a nação independente de Israel a um Estado palestino muçulmano, eles poderão justificar suas ações usando como argumento as citações de muitos clérigos e críticos cristãos que ajudaram a criar o clima favorável à destruição de Israel com suas violentas e incessantes censuras e sua tendenciosidade?

Pouca coisa mudou com o passar dos anos. A história – ao que parece – realmente se repete. (www.israelmybeloved.com - http://www.beth-shalom.com.br)


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por M4RC3LL em Sab 01 Jan 2011, 11:07 pm

Ola querido,

o amado praticamente copiou e colou a informação que estava no link que postei.

Gostaria de saber mais coisas.

A sua opinião pessoal, por exemplo.


Deus te abençoe e te guarde.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Teísta em Dom 02 Jan 2011, 10:52 am

Martinho Lutero: Martinho Lutero é o pai do Luteranismo. Durante o primeiro período de seu ministério, 1513-1523, ele condenou a perseguição aos judeus e recomendou uma política de mais tolerância com relação a eles, baseandose então no espírito da verdadeira fraternidade. Em 1523, ele escreveu um panfleto: "que Cristo era um judeu" no qual ele argumentava que os judeus, os quais eram da mesma linhagem do fundador do cristianismo, estavam certos em recusarem a aceitar o "paganismo papal" apresentado a eles como cristianismo. Ele acrescentou: "Se eu fosse um judeu e aqueles tolos e cabeças-duras, tivessem tentado me ensinar à fé cristã, eu preferiria ter me transformado em um porco, do que me tornar um cristão."

Entretanto, quando os judeus não aceitaram sua versão de cristianismo ou não se convertiam, Lutero se tornou bastante hostil com eles. Nos anos de 1530, em seu livro "Table Talk Series", Lutero se referiu a eles como: "judeus de dura cerviz, corações de ferro e obstinados como o diabo."

Finalmente, aconteceu. Ele imprimiu dois panfletos em 1542 intitulados: "On the Jews and Their Lies" (Os Judeus e Suas Mentiras) e em 1543, "On The Shem Hamephoras" (O Nome Inefável). Estes dois panfletos contêm uma das linguagens mais vis e repugnantes já escritas contra o povo judeu.

Quinhentos anos mais tarde, Hitler baseou muita das suas idéias e justificativas para seu tratamento com o judeu e o Holocausto nestes escritos. Afinal, se o pai da Igreja Luterana, o qual era alemão, afirmou estas coisas, quem poderia argumentar com ele? Para Lutero se tratava de "semear vento e colher tempestade".

O Anti-Semitismo Nos Últimos 50 Anos

A partir deste relatório histórico, podese ver que o conceito de relações cristã-judaicas é um fenômeno bastante recente. O esforço no sentido de se construir relacionamentos genuínos entre cristãos e judeus só começou nos últimos 40 anos. Considerando quarenta anos em quase 2.000 não representa um longo tempo. Muito deste esforço se trata de uma resposta ao Holocausto; contudo, está acontecendo. Será que vai durar? Só se você fizer com que dure. Ainda há uma batalha a ser vencida. O anti-semitismo não acabou, e pode ser visto e ouvido em todas as comunidades. Alguns querem que você acredite que o mundo está se tornando um lugar melhor para se viver e que o anti-semitismo está minguando, mas isto não é verdade. Desde 1990, temos visto um aumento nos acontecimentos anti-semitas por todo o mundo, até mesmo em lugares com pouquíssimos judeus, tais como Japão.

Podemos também ver como Israel é alvo de uma grande quantidade de reportagens manchadas por influências negativas. Israel tem sido um baluarte de autodeterminação para o povo judeu, e muitos no mundo não podem aceitar este fato. Um Israel fraco e perdedor era mais aceitável.

Mas um Israel forte, no mesmo nível do resto do mundo, é inaceitável. Na minha avaliação, a opinião mundial acerca de Israel está presa na mesma cova do anti-semitismo. Após a Segunda Guerra Mundial, quando os fatos do holocausto vieram à luz, muitos indivíduos e grupos começaram a se pronunciar pelos judeus, apesar de muito tarde para salvar os 6.000.000 que pereceram. Uma vez que não estava mais na "moda" ser anti-semita, isto não fez com que o problema desaparecesse... somente fez com que ficasse enterrado. Atualmente o anti-semitismo tem aparecido disfarçado sob uma política acerca de Israel, as pessoas e os governos têm se mostrado indignados com este "Estado Sionista agressivo". A nova onda anti-Israel ou anti-semita, nada mais é que o anti-semitismo de roupa nova.

Como podemos contrariar esta nova onda? Tomando posição, conhecendo os fatos e sendo uma voz coletiva cristã de apoio e encorajamento. E isto é algo que não foi feito durante a história da Igreja. Houve sim, cristãos que se pronunciaram, mas hoje eu creio que nós temos a chance de fazer uma grande diferença, porque podemos mostrar solidariedade como um grupo.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Teísta em Dom 02 Jan 2011, 10:53 am

O que Paulo quer dizer em Romanos 11 quando afirma que os judeus são "amados por causa dos patriarcas", e que "pela nossa misericórdia eles alcançarão misericórdia"?

É repugnante pensar que a grande arma de satanás contra o povo da aliança de Deus, a menina dos Seus olhos, foi a Igreja. Dizer que estes religiosos históricos que fizeram coisas terríveis, não eram cristãos de verdade, não procede porque muitos deles eram.

Vamos aprender algo de Martinho Lutero. Ninguém pode questionar a sua devoção ao Senhor, todavia ele falou e escreveu uma das matérias anti-semitas mais terríveis da história. Como Lutero, alguns dos grandes anti-semitas começaram apoiando o povo judeu e depois ficaram desapontados quando os judeus não preenchiam suas expectativas cristãs. Aparentemente, o amor deles não era genuíno, mas havia um motivo que ia muito além. Anti-semitismo é pecado e devemos sempre proteger nossos corações e nossas mentes para não cometêlo. Eu creio plenamente que o anti-semitismo é típico do maligno e a luta contra ele é tanto física quanto espiritual.

Uma vez que os judeus são um povo chamado por Deus, povo da Aliança, lutar contra eles significa lutar contra o próprio Deus. podese até entender esta atitude para aqueles que são do mundo mas se torna um erro trágico para cristãos que crêem no Deus de Israel. Ogden Nash escreveu: "Quão esquisito é o fato de Deus ter escolhido os judeus, mas não mais esquisito do que aqueles que escolheram o Deus Judeu (Jesus) e rejeitou os judeus."

Agora que já lemos a verdade sobre este assunto, é hora da igreja crescer e aprender a respeitar o povo da aliança de Deus, nossos irmãos mais velhos, o judaísmo, o pai da nossa fé.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Teísta em Dom 02 Jan 2011, 10:55 am

Os cristãos devem se lembrar que, foi através do povo judeu, povo escolhido de Deus, que Jesus nasceu e nós recebemos salvação. Eles foram escolhidos para viver na terra de Deus, Israel, para adorá-Lo e serem abençoados por Ele. Mostrando assim ao mundo a benção de servir ao único Deus verdadeiro. Sim, eles deveriam ser amados por aquilo que temos recebido através deles e não odiados.

Como cristãos gentios, temos uma relação judaica. Em Efésios 2.11-13, Paulo afirma que nós, gentios, fomos enxertados pelo sangue de Jesus para a aliança das promessas, esperança, fé de Israel e nos tornamos até mesmo cidadãos de Israel.

Além do mais devemos nos lembrar que Jesus era judeu. O Seu Nome real era Yeshua, e Ele foi um rabino que ensinava nas sinagogas. Seus discípulos, bem como os escritores do Novo Testamento, com exceção de Lucas, eram judeus, os apóstolos e os primeiros discípulos também eram judeus. Eles adoravam no 'Shabbat', celebravam as festas e freqüentavam as sinagogas".

Paulo diz aos cristãos: "que pela nossa misericórdia eles receberão misericórdia." Este amor e misericórdia pelo povo judeu são mais que um caloroso sentimento de apreciação. Como cristãos, temos uma dívida com Israel.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Teísta em Dom 02 Jan 2011, 10:56 am

Para um maior aprofundamento sobre o assunto disponibilizo esse site:
http://www.casaisrael.com/Historiadoanti-semitismocristao.htm

A paz


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Jan Mozol em Dom 02 Jan 2011, 11:12 am

Martinho Lutero não foi um santo.
Não se movimentou contra a ICAR por puro amor,não foi sóbrio,amou e odiou os judeus ,sem aceitar a própria condição deles.
Um homem,apenas isto.
Para vcs verem como as ideias menos importantes hoje,podem ter outro significado no futuro.
As palavras de M.Lutero levaram a morte milhares de católicos,protestantes,judeus e agora té muçulmanos,que coisa!
E aí Marcell ,tudo beleza?


"Pois eu digo: Jesus Cristo virá nos arrebatar em 2010...
Maranata.
"Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa." (Apocalipse 3 : 11)"

Néééé!
O certo é isso:
“Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2Ts 2.2-4)ACF

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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Teísta em Dom 02 Jan 2011, 11:28 am

Como um ser humano caro amigo, LUTERO pode ter errado em suas conclusões anti-semitismo sim. E como ser humano ele é digno do nosso perdão. Os benefícios trazidos por esse pensador foi e são hoje magnificos.

Quando caminhamos para a era do Iluminismo nos séculos XVII e XVIII, encontramos o povo judeu ainda sofrendo do legado do preconceito. Uma vez que o cristianismo exercia um domínio total na Europa, os judeus ficavam às margens da vida social européia, e não podiam sequer adquirir propriedades. O termo judeu errante, vem do fato de estarem sempre forçados a mudarem de cidade em cidade, de país em país. Por esta razão, o povo judeu se envolvia em ocupações intelectuais, comércio e arte, profissões que podiam carregar consigo, caso fossem forçados a deixar o lugar. Como não podiam comprar propriedades, eles colocavam toda a sua riqueza em jóias ou alguma mercadoria que fosse facilmente transportável. Sua vocação para a área bancária e empréstimos, os quais foram imputados pelas autoridades da Igreja desde o século XII, deu a eles a indesejável reputação de serem obcecados por dinheiro.

Eles se tornaram o bode expiatório para os problemas do mundo. Quando a população da Europa estava morrendo de Peste Bubônica, os judeus foram acusados de envenenar os poços. Pela falta de conhecimento com respeito a germes e doenças e vendo que a maioria dos judeus não se infectava (devido aos hábitos alimentares e de higiene) a conclusão dos cidadãos europeus foi que os judeus eram vistos como pessoas más, incitados pelo diabo para fazer obras malignas. Algumas vezes eram caricaturizados como criaturas com rabos pontudos, chifres e características diabólicas.

Quando entramos na era da Emancipação, a mais nova versão de anti-semitismo do século XIX, veio do solo, o qual foi bem cuidado por muitos séculos na Europa pela teologia cristã e por mitos populares sobre o povo judeu. Durante séculos, os cristãos perseguiram os judeus por razões teológicas e também por este "ensino de desprezo" que acabou rotulando o mais antigo de todos os temas anti-semitas: o fato que judeus eram um tipo de alien no meio da sociedade e um inimigo do estado moderno secular. O fim da era medieval de fé e política não significou o fim do anti-semitismo.

Ou seja, como todos LUTERO também foi influenciado pelo momento social em que passavam. Culpado? Não! Apenas alguém que andou pela corrente do meio, apesar de ser um contestador.

Um abraço.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por M4RC3LL em Dom 02 Jan 2011, 3:41 pm

Como Jan Mozol (opa! Tudo certo! E vc?) disse, Lutero não foi um santo.


Segundo o livro, A História do Cristianismo de A. Knight e W. Anglin, Lutero "era considerado pelo povo como sendo pouco menos que um papa, e realmente em algumas ocasiões os seus atos autorizam esta denominação. Sustentava a sua posição por meio de uma insistência brusca, e parece ter tido um certo receio de descer na estima dos seus semelhantes confessando qualquer erro. Quando lhe faltavam argumentos, ele servia-se de sofismas para manter a sua posição; e pelo menos em uma ocasião chegou a sacrificar os interesses do Evangelho às exigências do partido e à manutenção da sua autoridade. Isto parece forte demais, mas é provado por bastantes fatos, e a história deve ser verdadeira. O seu procedimento na conferência de Marburgo é prova suficiente. Esta conferência foi promovida por Filipe, príncipe de Hesse, e tinha por fim decidir a grande controvérsia sobre a Eucaristia, Porque havia tanto tempo se batiam os reformadores alemães e suíços."


Teísta,
muito obrigado pelas informações!
Estarei dando mais algumas analisadas.


"Então me achei recém-nascido e no Paraíso. Todas as Escrituras tinham para mim outro aspecto; perscrutava-as para ver tudo quanto ensinam sobre a ‘justiça de Deus'. Antes, estas palavras eram-me detestáveis; agora as recebo com o mais intenso amor. A passagem me servia como a porta do Paraíso." (Martinho Lutero)

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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Jan Mozol em Qui 06 Jan 2011, 11:12 am

sim, inclusive se suicidou,alem de beber muito,ter amantes,uma perola que eu encontrei(não endosso as infos, pois são claramente um ataque católico)
Martinho Lutero, homicida e suicida
Eis alguns dados históricos da triste vida do fundador do protestantismo, e de seu fim trágico, depois de uma de suas muitas bebedeiras serestais com príncipes amigos.
Martinho Lutero nasceu em Eisleben, na Saxônia (Alemanha) em 1483, e pôs fim à próprio vida em 1546, cerca de 25 anos após a sua revolta contra a Igreja de Nosso Senhor. Sua mãe Margarida foi muito religiosa, porém, muito supersticiosa e dada a bruxarias e encantamentos, o que influiu muito no comportamento do filho. O jovem Lutero, depois de seus estudos de humanidades nas escolas locais de Mansfeld, foi estudar filosofia e direito na Universidade de Erfurt, onde se formou, no ano de 1505. Em junho deste ano entrou para o Convento dos Agostinianos, "não por vocação, mas por medo da morte". Ele mesmo falou várias vezes desse "medo da morte" que determinou a sua entrada na religião, como o veremos.

LUTERO HOMICIDA
O Dr. Dietrich Emme, em seu livro: "Martinho Lutero - sua juventude e os seus anos de estudos, entre 1483 e 1505", Bonn, 1983, afirma que Lutero entrou no Convento só para não ser submetido à justiça criminal, cujo resultado teria sido, provavelmente, a pena de morte, por ter matado em duelo um seu colega de estudos chamado Jerônimo Buntz. Daí o seu "medo da morte" ao qual se referia freqüentemente. Então um amigo o aconselhou a se refugiar no Convento dos Eremitas de Santo Agostinho, que então gozava do direito civil de asilo, que o colocava ao abrigo da justiça. Foi aí que se tornou monge e padre agostiniano.
Lutero parecia ter-se convertido. Mas não. Sempre perturbado e contraditório, ele se declara réu confesso em uma prédica em 1529: "Eu fui monge, eu queria seriamente ser piedoso. Ao invés, eu me afundava sempre mais: eu era um grande trapaceiro e homicida" (WAW, 29, 50, 18). E um discurso transcrito por Veit Dietrich, afirma: "Eu me tornei monge por um desígnio especial de Deus, a fim de que não me prendessem; o que teria sido muito fácil. Mas não puderam porque a Ordem se ocupava de mim" (isto é, os superiores do Convento o protegiam) (WA Tr 1, 134, 32). Portanto, Lutero foi réu de um homicídio que cometeu quando era estudante em Erfurt. E segundo os seus biógrafos, o motivo teria sido despeito por ter o seu colega obtido melhor nota nos exames.

LUTERO ÉBRIO E ÍMPIO
Ele o confessa: "Eu aqui me encontro insensato, e endurecido, ocioso e bêbado de manhã à noite... Em suma, eu que devia ter fervor de espírito, tenho fervor da carne, da lascívia, da preguiça e da sonolência". No entanto, chamava o Papa de "asno".
SOBRE A ORAÇÃO dizia: "Eu não posso rezar, mas posso amaldiçoar. Em lugar de dizer 'santificado seja o vosso nome', direi: 'maldito e injuriado seja o nome dos papistas..., que o papado seja maldito, condenado e exterminado'. Na verdade é assim que rezo todos os dias sem descanso".
SOBRE OS MANDAMENTOS, dizia: "Todo o Decálogo deve ser apagado de nossos olhos, de nossa alma e de nos outros tão perseguidos pelo diabo... Deves beber com mais abundância, e cometer algum pecado por ódio e para molestar ao demônio...". Lutero não só afirmava que as boas obras nada valem para a salvação como as amaldiçoava.
MAS SOBRE O PECADO, ele dizia: "Sê pecador e peca fortemente, mas crê com mais força e alegra-te com Cristo vencedor do pecado e da morte... Durante a vida devemos pecar".
SOBRE A CASTIDADE, Lutero incentivou os monges, sacerdotes e religiosas a saírem de seus Conventos e se casarem. "O celibato - dizia - é uma invenção maldita" - "Do mesmo modo que não posso deixar de ser homem, assim não posso viver sem mulher".
SOBRE A VIRGEM MARIA, "a caneta" recusa a escrever as blasfêmias que proferiu contra a sua pureza (originalmente este texto foi publicado em forma de folheto, Nota do Editor).
SOBRE JESUS CRISTO, afirma que "cometeu adultério com a samaritana no poço de Jacó, com a mulher adúltera que perdoou..., e com Madalena...".
SOBRE DEUS: "Certamente Deus é muito grande e poderoso, bom e misericordioso..., mas é muito estúpido; é um tirano".
SEU ÚLTIMO SERMÃO em Wittenberg, em maio de 1546, foi um furioso ataque contra o Papa, o sacrifício da Missa e o culto a Nossa Senhora.

LUTERO SUICIDA
Lutero tinha um temperamento extremamente mórbido e neurótico. Depois de sua revolta contra a Igreja, a sua neurose atingiu os limites extremos. Estudos especializados lhe atribuem uma "neurose de angústia gravíssima", do tipo que leva ao suicídio (Roland Dalbies, em "Angústia de Lutero").
O suicídio de Lutero é afirmado tanto por católicos como por protestantes. Eis o depoimento do seu criado, Ambrósio Kudtfeld, que mais tarde se tornou médico:

“Martinho Lutero, na noite que antecedeu a sua morte, se deixou vencer por sua habitual intemperança, e com tal excesso, que fomos obrigados a carregá-lo totalmente embriagado, e colocá-lo em seu leito. Depois nos retiramos ao nosso aposento sem pressentir nada de desagradável. Pela manhã voltamos ao nosso patrão para ajudá-lo a vestir-se, como de costume. Mas, que dor! Vimos o nosso patrão Martinho pendurado de seu leito e estrangulado miseramente.

“Tinha a boca torta e a parte direita do rosto escura; o pescoço roxo e deformado. Diante de tão horrendo espetáculo, fomos tomados de grande terror. Corremos sem demora aos príncipes, seus convidados da véspera, para anunciar-lhes aquele execrável fim de Lutero. Eles ficaram aterrorizados como nós. E logo se empenharam com mil promessas e juramentos, que observássemos, sobre aquele acontecimento, eterno silêncio, e que colocássemos o cadáver de Lutero no seu leito, e anunciássemos ao povo que o ‘Mestre Lutero’ tinha improvisamente abandonado esta vida”.

Este relato do suicídio de Lutero foi publicado em Anversa, no ano de 1606, pelo sensato Sedúlius. Dois médicos comprovaram os sintomas de suicídio relatados pelo seu doméstico Kudtfeld. Foram eles Cester e Lucas Fortnagel. As informações desse último foram publicadas pelo escritor J. Maritain, em seu livro: “Os Três Reformadores”. Nesse livro o autor oferece ainda uma impressionante lista de amigos e companheiros de Lutero que se suicidaram.

Portanto, irmãos separados da Igreja Católica por esse falso e ébrio reformador, abram os olhos, e voltem à verdadeira Igreja de Jesus Cristo. É fácil de reconhecê-la. Está claro nos Santos Evangelhos que a verdadeira Igreja de Cristo é uma só (Mt. 16, 16). E o que aí lemos: “Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja“. (Cf “Folhetos Católicos” – nº 1).

Inútil imaginar que Cristo apontava para Si quando falava a Pedro. Sabemos que Cristo é a “Pedra Angular” principal da sua Igreja. Mas Ele tornou a Pedro participante dessa sua condição. Suas palavras “são palavras de vida e de verdade”. Só Ele, como único Mediador “de Redenção” (1 Tim 2, 5-6), pôde fundar, e realmente fundou a sua única e verdadeira Igreja tendo também por fundamento visível, neste mundo, a Pedro e seus sucessores, os Papas. Como há um só Senhor, uma só Fé, um só batismo (E.F. 4, 5), também uma só tem que ser a Igreja desse único Senhor. É a Igreja dos primeiros cristãos, é a Igreja dos mártires, é a Igreja católica de sempre, a única que é Apostólica, porque é a única que vem desde os Apóstolos.

É a única que existiu desde Cristo e dos Apóstolos até Lutero, e até hoje, e que existirá “até o fim dos séculos” (Mt 28, 28-30). Ao passo que as dos protestantes são “uma legião”. Elas começaram a partir desse falso reformador, no ano 1521, que foi o primeiro a se atrever a fazer o que só Deus pode fazer: fundar uma religião. A 1ª das religiões dessa “legião” de igrejas chamou-se igreja luterana. Mas, já no tempo de Lutero, alguns luteranos imitaram o seu mau exemplo.

Assim, Calvino fundou o calvinismo em Genebra. Logo surgiram os anabatistas, os anglicanos, os batistas, os metodistas, etc.etc. (Cf. “Folhetos Católicos”, nº 14). Calcula-se hoje em vários milheiros o número de seitas oriundas dos erros luteranos. E hoje a sua nova versão, com as suas “Lojas da bênção”, praticando um verdadeiro curandeirismo de Bíblias na mão. A má semente semeada pelo ébrio e neurótico monge continua a produzir seus maus frutos.

Mas a tentação de se pretender reformar a irreformável obra de Nosso Senhor Jesus Cristo, a sua Igreja, continua. E até nos meios católicos ditos progressistas, se está pretendendo reformar, não os homens da Igreja, mas a própria Igreja. Eles se assemelham hoje aos “católicos reformados” dos tempos de Lutero, com a sua falsa reforma. No entanto, a Bíblia afirma que a única Igreja de Cristo, em si mesma, “é… santa e imaculada” (Ef. 5, 27).

Nota: Os dados desse folheto são de “Martinho Lutero, homicida e suicida”, Pe. Luigi Villa, rev. “Chiesa Viva”, nº 258, Brescia, Itália; e de “Lutero”, Pe. Pedro de I. Muños, rev. “Tradicion Católica”, nº 137, Barcelona, Espanha.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Eduardo em Qui 06 Jan 2011, 11:25 am

Teísta escreveu:Desse modo, por causa de seu próprio preconceito anti-semita, Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo.

Portanto, Lutero abortou a Reforma da qual tanto desejava ser instrumento. Em vez de afastar a igreja das influências pagãs de Roma e fazê-la retornar às suas origens bíblicas em Jerusalém – onde a igreja verdadeira está arraigada e enxertada – ele tirou-a da direção de Roma e apontou-a na direção de Genebra. E, hoje em dia, com Israel habitando novamente em sua terra, pela graça de Deus, a atitude arrogante e crítica da maior parte da igreja em relação a Israel demonstra que ela está mais longe do que nunca de Jerusalém. Enquanto isso, Genebra está voltando às suas origens, em nome de um falso espírito ecumênico que devorará os frutos da Reforma numa igreja mundial unida, cuja capital será Roma.
Teísta, você concorda com esse trecho que você nos trouxe ?


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Cal em Qui 06 Jan 2011, 12:21 pm

Das regras:

1- Não será permitido:

g. Discriminação racial, religiosa ou partidária contra qualquer grupo de seres humanos.


A postagem anterior não deveria ser excluida?


A verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade.

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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Josoco em Qui 06 Jan 2011, 12:32 pm

Cal escreveu: Das regras:

1- Não será permitido:

g. Discriminação racial, religiosa ou partidária contra qualquer grupo de seres humanos.


A postagem anterior não deveria ser excluida?


Claro que discriminação não é permitida nos dias de HOJE no Brasil, contudo no passado do Brasil e de outros povos isso foi uma realidade como o é hoje em alguns lugares do mundo. Vc está confundido um debate de um fato histórico com discriminação nos dias de hoje.

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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Jan Mozol em Qui 06 Jan 2011, 12:34 pm

Josoco escreveu:Paz a todos

Os judeus em sua insanidade, não só mataram o Messias, como mentiram para o povo a respeito de sua ressureição, essa mentira teeve conequências históricas graves, pois com o tempo um vazio do crstianismo se criou naquela região onde os fatos se passaram e o islamismo floresceu e o cristianimos foi quase que erradicado.

Como se não bastasse peseguiram os cristão e incentivaram o Império Romano fazer isso. O sangue dos cristãos até o terceiro século foi derramado incentivado pelos judeus.

Os judeus não mais são povo de Deus "O reino vos será tirado e dado a outro povo que produza frutos". foi o que o Messias profetizou.

Na época de lutero, era outro contexto, totalmente diferente do que se vive hoje...

Talvez se muitos de nós vivéssemos nos dias de lutero faríamos a mesma coisa.

Não culpo Lutero de nada. Culpo os Judeus "Caia sobre nós e sobre nossos filhos a culpa de ter matado o Cristo."

Não sou dono da verdade, sou um representante dela
É, por isso que eu falo...loucos são apenas loucos,e suas palavras apenas pó.
Detalhe que vc esqueceu
Jesus era judeu.Maria era judia.todos os apostolos eram...judeus!
Todos os primeiros cristãos eram em grande parte...judeus.
Quase todos as pessoas ,inclusive vc josoco, tem raízes judaicas.
Finalizando..seja um pouco menos preconceituoso e mais cristão.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Cal em Qui 06 Jan 2011, 12:37 pm

Talvez tenha sido um mal entendido da minha parte e se for o caso eu peço desculpas mas seu texto está redigido de forma dúbia que dá a impressão de que você esteja defendendo ou justificando o anti-semitismo.

Para que se evite maiores problemas pediria o favor de você editá-lo para deixar claro sua postura em relação ao contexto histórico e que não é sua opinião em dias atuais.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Josoco em Qui 06 Jan 2011, 12:47 pm

Jan Mozol escreveu:
Josoco escreveu:Paz a todos

Os judeus em sua insanidade, não só mataram o Messias, como mentiram para o povo a respeito de sua ressureição, essa mentira teeve conequências históricas graves, pois com o tempo um vazio do crstianismo se criou naquela região onde os fatos se passaram e o islamismo floresceu e o cristianimos foi quase que erradicado.

Como se não bastasse peseguiram os cristão e incentivaram o Império Romano fazer isso. O sangue dos cristãos até o terceiro século foi derramado incentivado pelos judeus.

Os judeus não mais são povo de Deus "O reino vos será tirado e dado a outro povo que produza frutos". foi o que o Messias profetizou.

Na época de lutero, era outro contexto, totalmente diferente do que se vive hoje...

Talvez se muitos de nós vivéssemos nos dias de lutero faríamos a mesma coisa.

Não culpo Lutero de nada. Culpo os Judeus "Caia sobre nós e sobre nossos filhos a culpa de ter matado o Cristo."

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É, por isso que eu falo...loucos são apenas loucos,e suas palavras apenas pó.Detalhe que vc esqueceu
Jesus era judeu.Maria era judia.todos os apostolos eram...judeus!
Todos os primeiros cristãos eram em grande parte...judeus.
Quase todos as pessoas ,inclusive vc josoco, tem raízes judaicas.
Finalizando..seja um pouco menos preconceituoso e mais cristão.


Só dei minha opinião. As tuas palavras são pó tanto qaunto a minha. Peço a vc que ao se referir a minha pessoas ou a outro colega de debate seja mais educado e aprenda respeitar opiniões contrárias à tua, senão vou te denuncuar à moderação por falta de educação com um colega.

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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Jan Mozol em Qui 06 Jan 2011, 12:53 pm

Faz me rir josoco.
Pareçe uma criança que vai contar para a mamãe.
Cara,aprenda,tem uma diferença entre opiniões e crime.
Preconceito,mesmo na net, é crime.
A educação eu tenho com quem tem um mínimo de caráter.
Coim quem um mínimo de inteligencia para saber que não existem rças ruins,mas pessoas ruins.
Acorda e cresça,senão o tio vai ter que te dar mais palmadas virtuais.
paulada


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Josoco em Qui 06 Jan 2011, 1:00 pm

Jan Mozol escreveu:Faz me rir josoco.
Pareçe uma criança que vai contar para a mamãe.
Cara,aprenda,tem uma diferença entre opiniões e crime.
Preconceito,mesmo na net, é crime.
A educação eu tenho com quem tem um mínimo de caráter.
Coim quem um mínimo de inteligencia para saber que não existem rças ruins,mas pessoas ruins.
Acorda e cresça,senão o tio vai ter que te dar mais palmadas virtuais.
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Quem não pode contra um pensamento ataca o pensador

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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Jan Mozol em Qui 06 Jan 2011, 1:08 pm

Pensamento preconceituoso é louvável?
Aprenda 'gafanhoto'
Quem escreve o que quer , lê o que não quer.
Se vc articulasse suas idéias colocando de modo geral, não discriminátorio, poderia até relevar,mas atacra os judeus como vc atacou é um sinonimo de intolerancia e burrice bíblica.
Pessoas assim tem um nome:Nacional-socialistas.
Pesquise no google,vai ver como as ideias deles batem com as suas.
De novocresça,vire gente grande.
E aprenda que quando o pensamento é deplorável,não só podemos,mas devemos confundir com o pensador.


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Néééé!
O certo é isso:
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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Eduardo em Qui 06 Jan 2011, 2:42 pm

Cal escreveu: Das regras:

1- Não será permitido:

g. Discriminação racial, religiosa ou partidária contra qualquer grupo de seres humanos.


A postagem anterior não deveria ser excluida?
Deveria sim.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por M4RC3LL em Qui 06 Jan 2011, 4:29 pm

Ola Jan,
estava vendo o artigo que postou sobre Lutero ser um assassino e suicída.
Bem, é difícil de crer se lermos o livro "Martinho Lutero - Obras Selecionadas Volume 1".
Tem uns comentários de Lutero para sua autodefesa e, pelo clima que vi em seus comentários, Lutero deve ter sido fortemente caluniado por muito tempo.

Bem, não vou publicar tais comentários aqui agora pela forte priguiça que estou pra levantar do sofá e ir até a estante pra pegar o livro. Além de procurar a página ainda.. são 400 páginas. :risadinha:


Mas gostaria de saber uma outra questão.
Na história dos judeus, existe algum registro de alguma desobediência, ou algo do tipo, para que eles sejam tão perseguidos assim até pelo próprio Cristianismo? As Santas Inquisições. Hitler, além de seguir as idéias de Lutero, ele também recebeu a benção do Papa. Lembram?


Obrigado


"Então me achei recém-nascido e no Paraíso. Todas as Escrituras tinham para mim outro aspecto; perscrutava-as para ver tudo quanto ensinam sobre a ‘justiça de Deus'. Antes, estas palavras eram-me detestáveis; agora as recebo com o mais intenso amor. A passagem me servia como a porta do Paraíso." (Martinho Lutero)

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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

Mensagem por Jan Mozol em Qui 06 Jan 2011, 6:24 pm

Eduardo escreveu:
Cal escreveu: Das regras:

1- Não será permitido:

g. Discriminação racial, religiosa ou partidária contra qualquer grupo de seres humanos.


A postagem anterior não deveria ser excluida?
Deveria sim.
Apoiado.

Ola Jan,
estava vendo o artigo que postou sobre Lutero ser um assassino e suicída.
Bem, é difícil de crer se lermos o livro "Martinho Lutero - Obras Selecionadas Volume 1".
Tem uns comentários de Lutero para sua autodefesa e, pelo clima que vi em seus comentários, Lutero deve ter sido fortemente caluniado por muito tempo.

Bem, não vou publicar tais comentários aqui agora pela forte priguiça que estou pra levantar do sofá e ir até a estante pra pegar o livro. Além de procurar a página ainda.. são 400 páginas.


Mas gostaria de saber uma outra questão.
Na história dos judeus, existe algum registro de alguma desobediência, ou algo do tipo, para que eles sejam tão perseguidos assim até pelo próprio Cristianismo? As Santas Inquisições. Hitler, além de seguir as idéias de Lutero, ele também recebeu a benção do Papa. Lembram?


Obrigado
Pela própria condição dos judeus,eles eram obrigados a ter bens móveis e com valor alto,coisas que podiam ser levadas de um refúgio a outro,por isso mesmo tornaram-se banqueiros e empréstimos eram sua maior forma de ganhar a vida.isto causou uma espécie de repúdio de muitos.
Não me lembro de desobediência civil,alias na I guerra muitos lutaram pela Alemanha.
O fator foi mesmo a loucura de Hitler fundamentada por uma fé distorcida,tal qual certo forista.


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Re: Martinho Lutero e o Anti-Semitismo

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