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por que o cristianismo é tão dividido?

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Cobrador em Sex 17 Dez 2010, 11:21 am

OK.

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Khwey em Sex 17 Dez 2010, 11:54 am

oliveira leite escreveu:Quando Deus quer que qualquer coisa aconteça Ele providencia o escape
não vou sinceramente explicar a minha fé
alias não sei direito nem o que é isso
só sei que devemos crer sem duvidar
o resto não sei
só sei que acredito na Biblia


Fé é isto mesmo. Acreditar que Deus providencia as coisas afim de concretizar planos.


Preparou, pois, o Senhor um grande
peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve
Jonas três dias e três noites nas entranhas
do peixe.
(Jonas 1:17)

Literal ou não??? hummm

Uma provável resposta daqueles que não pensam como você...

O indivíduo baseia-se na aparência do mundo atual e diz com toda a segurança:

"
Não é literal pois não existe um peixe que comporte um homem vivo dentro dele".

oh my

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Cobrador em Sex 17 Dez 2010, 12:50 pm

Sr. Oliveira,

Um Cristão não precisa ser, necessarimente, um fanático ou parecer um idiota.

O Literalismo leva a afirmações absurdas, completamente desconectadas com a realidade e com a ciência.

A única vantagem dele, parece, é fazer alguns ignorantes se passarem por santarrões nas igrejas, gritando a plenos pulmões que o que está escrito é uma verdade literal.

Muitos cristãos convivem muito bem com uma linguagem alegórica da Bíblia.

Parece que somente os que não tiveram a sorte de estudar e formar-se tem de se agarrar a uma fé cega, que só evidencia a condição de desinformados sobre quase tudo, que eles parecem ocupar com satisfação.

A paz.

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por papista em Sex 17 Dez 2010, 9:03 pm

Eles foram expulsos por serem suspeitos de estarem envolvidos em muitas atividades irregulares e alta traição... E quem os expulsou, em sua grande maioria, foram os próprios católicos... Mas o papa os recebeu muito bem!!!
Veja. Pegando um livro de ensino fundamental. Você verá que os jesuítas deram dignidade aos índios. Formaram as colônias do SS Sacramento e Sete Povos das Missões. Tiveram diversos conflitos com os bandeirantes. E foram expulso porque atrapalharam o processo de escravização no Brasil. Está claro que o que vc chama de traição ou irregular foi a defesa do índio.

Meu amigo, se o pastor da igreja onde eu congrego assinar um documento e distribuir aos fieis, ordenando que empunhem armas para trucidar, estripar, queimar vivo, envenenar, católicos ou quem quer que seja, simplesmente porque não compartilham da nossa fé, o que eu faço? Obedeço cegamente os seus ditames, indo na direção diametralmente oposta aos ensinos de Cristo, ou eu o deixo para trás na sua alucinação, para continuar servindo ao Mestre Jesus?
Vou provar que isso é pura contradição.


Eu jamais diria como Inácio de Loyola:

"Acredito que o branco que eu vejo é negro, se a hierarquia da igreja assim o tiver determinado."
Vai dizer já já.


O General dos Jesuítas, bem como todos os altos dignitários da Ordem, são feiticeiros luciferianos, que celebram "missas negras", vestidos e encapuzados de negro, praticando rituais de magia. É o que afirma o Dr. Alberto Rivera, ex-Jesuíta convertido a Jesus Cristo, num dos seus livros publicados por J. Chick. Por ter se convertido ao verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e contado ao mundo os horrores praticados pela Ordem à qual pertencera durante muitos anos, o Dr. Rivera foi perseguido com cinco tentativas de assassinato, tendo falecido (não se sabe se de câncer ou outra "moléstia"), há cerca de 13 anos, em Oklahoma, USA.
O nosso amigo não sabe e nem viu como funciona uma ordem dos jesuítas, mas como o maior anti-católico de todos os tempos, Jack Chick, publicou um livro então agora passou a ser verdade. Se Jack Chick e Alberto Rivera dizem que é assim, sem eu ver aceito.



Nesse mesmo livro, o Dr. Rivera conta que, após o Concílio Vaticano II, o Papa Negro (que nessa época era o Pe. Pedro Arrupe), explicou o que significava a expressão "Irmãos separados", dizendo que era: "irmãos separados... para morrer". Esses "irmãos separados" seriam principalmente os protestantes, judeus e ortodoxos; os mais odiados pelo Vaticano.
Engraçado é muitos outros católicos se revoltam com o mesmo concílio para acharem que ele deu uma abertura exarcebada para protestantes judeus e ortodoxos.

Protestantes participaram do concílio
e sobre judeus e ortodoxos me falta a memória de um assassinato em massa de jesuítas com judeus e ortodoxos.
Pelo contrário a relação nunca esteve tão boa entre eles


O posto de papa negro é reconhecido pela ICAR ainda nos dias de hoje, e há quem afirme com propriedade, que seus poderes e articulações são superiores aos do papa.


Se eu vi uma foto sem legenda nem origem sobre papa negro então "eu devo aceitar" que existe já que Jack Chick, meu pastor ou qualquer protestante diz.

]b]Quem é o papa negro?[/b]

O Superior Geral da Companhia de Jesus é um religioso eleito pela Congregação Geral para governar toda a Ordem dos Jesuítas em caráter vitalício, conforme as Constituições da Companhia. O Padre Geral, como é comumente conhecido, reside na Cúria Generalícia em Roma.

O Prepósito Geral dos jesuítas é por vezes alcunhado de Papa Negro, dado o seu poder e sua batina negra.

Apesar da vitaliciedade do cargo, o Papa pode acolher a renúncia do Superior Geral, como foi o caso de Pedro Arrupe, vitimado por um derrame em 1981 e sucedido em 1983.

O Prepósito Geral, Peter Hans Kolvenbach que tinha sido eleito a 13 de Setembro de 1983, pediu permissão ao Papa Bento XVI para apresentar renúncia na Congregação Geral da Ordem em 2008, que foi aceite em 14 de Janeiro.

A 35.ª congregação geral teve início no dia 5 de Janeiro de 2008 e decorreu na Cúria Geral de Roma, em Itália.

Foi eleito como novo líder religioso Adolfo Nicolás, no dia 18 de Janeiro pelos 218 delegados com direito a voto, após quatro dias de oração. O voto foi pela primeira vez electrónico.

O novo prepósito-geral foi eleito vitaliciamente, em respeito pela constituições dos jesuítas. Tal significa que só voltará a haver uma nova eleição em caso de falecimento, doença grave ou em caso de desistência devidamente justificada.
Cadê a fonte?
É incrível agora nem fonte é citada.


A Companhia de Jesus (em latim: Societas Iesu, S. J.), cujos membros são conhecidos como jesuítas, é uma ordem religiosa fundada em 1534 por um grupo de estudantes da Universidade de Paris, liderados pelo basco Íñigo López de Loyola, conhecido posteriormente como Inácio de Loyola.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Superior_Geral_da_Companhia_de_Jesus

Inácio de Loyola e sua Ordem
Sobre Inácio de Loyola diz o autor do livro "Vatícans Assassíns":

Quando Inácio de Loyola fundou a Ordem Jesuíta, uma das primeiras coisas que ele fez foi ir para Jerusalém, a fim de lá estabelecer o seu quartel general, facilitando, desse modo, a entronização do papa naquela cidade. Contudo, o seu plano fracassou. Ele fora um soldado espanhol ferido na guerra Franco-Espanhola, cuja perna foi ferida e ficou defeituosa, o que lhe deixou um complexo de inferioridade, pois, mancando, não poderia conquistar o amor de uma bela mulher. Entrou em profunda depressão e então se voltou para a religião. Começou a ler biografias de santos, teve algumas visões "beatíficas" e dispôs-se a escrever os seus famosos "exercícios espirituais". Fundou a sua Ordem (1536) e foi prostrar-se aos pés do papa, a fim de lhe pedir a bênção, jurando defender o papado, até o final dos tempos. O papa (Pio II) comprou a idéia, deu-lhe a bênção e, assim, foi sacramentada a Ordem religiosa mais fanática, perigosa e destruidora que o mundo já conheceu.

Seus "súditos" espirituais eram obrigados a obedecer-lhe cegamente as ordens, como até hoje. Loyola tinha uma vontade indomável, uma têmpera de aço e dispôs-se a recuperar, para o papado, os Estados Europeus perdidos durante a Reforma Protestante. Logo depois da bênção papal, Loyola e seus comandados começaram a perpetrar suas obras malignas. Guerras e mais guerras têm acontecido no planeta, desde a fundação da Ordem. Os Jesuítas são sempre os cabeças em todas as conspirações globais. Enriqueceram à custa de doações de membros católicos fanáticos e ricos, sem falar nas apropriações indébitas que têm feito, durante esses quase 500 anos de existência.

Se jack chick diz eu aceito, eu aceito, eu aceito, eu aceito;

Como diz o Dr. William P. Grady, em seu livro “Final Authority”, capítulo 13:

Se William Grady diz eu aceito eu aceito eu aceito sem ver eu aceito mesmo sem ver. Se ele está dizendo eu aceito eu aceito;

Os métodos empregados por esta Ordem clandestina são dignos de estudo, visto como o seu objetivo final ainda permanece em operação na América e na desprezada Versão Autorizada de 1611 (Bíblia King James). O modus operandí da Sociedade Jesuíta pode ser delineado pelos seus seis estágios seguintes:
1) Educação
2) Doutrinação
3) Infiltração
4) Sedição
5) Sedação
6) Perseguição.

A história dá testemunho de que a apropriação jesuíta sempre começa, invariavelmente, com o estabelecimento de colégios e universidades possibilitando o alcance de até altos graus acadêmicos, a fim de atrair da nação os aspirantes a eruditos. Esse estratagema inaugural de Educação não pode ser enfatizado demais. A apostasia é concebida sempre na sala de aula.

Engraçado que justamente sobre o problema da inquisição o padre Vieira teve inúmeros problemas. O que será que aconteceu?



Newman informa: "Eles descobriram muito cedo a vasta importância de liderar a mais alta educação como meio de ganhar o controle das vidas dos jovens mais habilitados e mais bem situados, fabricando servos intelectualmente treinados aos seus propósitos... A habilidade acentuada dos padres jesuítas, seus conhecimentos insuperáveis da natureza humana, sua afabilidade nas maneiras e sua notável adaptabilidade às idiossincrasias e circunstâncias de cada indivíduo, tornavam-nos praticamente irresistíveis uma vez que entrassem em íntimas relações com a juventude suscetível."


Newman disse. Eu aceito Eu aceito Eu aceito tudo. Tudo que for contra a ICAR sem ver eu aceito eu aceito dã.

O livre pensador Francis Bacon (1556-1626) ficou tão impressionado com as escolas deles que disse: “Tal como são, gostaria que fôssemos nós”. Tendo iludido o estudante desavisado ao exibir uma incumbência para excelência acadêmica, os professores jesuítas perdem pouco tempo em partir para o segundo estágio, que é a Doutrinação.

Até FRANCIS BACON? ACEITO ACEITO ACEITO ACEITO ACEITO ACEITO
ACEITO
Newman declara: "Sem dúvida, é provável que mais tempo tenha sido empregado em moldar os seus caracteres religioso e moral em completa harmonia com os ideais da Sociedade do que em assegurar a maestria dos estudos Grande número dos jovens mais desejáveis que ingressaram em suas escolas, sem intenção alguma de se tornarem membros da sociedade, foram ganhos através do paciente esforço dos que deles ficaram encarregados."

Fonte:
http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1102&menu=2&submenu=8


cacp? ACEITO ACEITO ACEITO ACEITO. E ENGRAÇADO QUE O CACP JÁ COMETEU INÚMERAS DETURPAÇÕES COM INFORMAÇÕES HISTÓRICAS



E qual escola você sugere? A PUC?
Embora as PUCS estejam bem secularizadas, mas tem ensino reconhecido pelo MEC. MEC? NÃO ACEITO NÃO ACEITO. EU ACEITO SE FOR UMA APOSTILA IMPRESSA NO FUNDO DE QUINTAL DA RHEMA. ACEITO ACEITO.

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Ton em Sex 17 Dez 2010, 10:07 pm

harmonia1 escreveu:e por que as interpretações são diferentes?
Acerca de interpretações, só a Certa que é Correta. Note:
http://img688.imageshack.us/img688/4683/lc102526.png


Última edição por Ton em Sex 17 Dez 2010, 11:39 pm, editado 1 vez(es)


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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por David de Oliveira em Sex 17 Dez 2010, 10:48 pm


E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? Lucas 10: 25,26.

O erro de transportar um contexto de 2000 anos atrás, para os dias de hoje, é de uma infantilidade medíocre! Imagine um versículo apenas???
A única fonte teológica que existia na época dessa pergunta era a Lei de Moisés!
Se alguém, hoje, perguntasse a Jesus: Mestre, que farei para herdar a vida eterna, baseado na Lei?
Jesus lhe diria: A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. Lucas 16:16.


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por papista em Sex 17 Dez 2010, 11:18 pm

Eu gostaria de postar mais uma matéria sobre de como os jesuítas atuam:

Jesuíta que salvou três crianças judias, “justo entre as nações”


Padre Cubbe recebe título póstumo




Por Anita S. Bourdin

ROMA, quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) – A medalha de “justo entre as nações” foi entregue nessa terça-feira, em Roma, pelo embaixador de Israel na Santa Sé, Mordechay Lewy, a título póstumo, ao jesuíta italiano Raffaele de Ghantuz Cubbe.

Seu pequeno sobrinho, Francesco de Ghantuz Cubbe, recebeu a medalha, e o presidente da comunidade judaica de Roma aproveitou a oportunidade para mostrar o desejo de que se crie uma “Associação das crianças dos justos”.

A cerimônia aconteceu – com a presença de sobreviventes do holocausto e suas famílias – no salão da livraria do Apostolado da Oração, atrás da igreja de Jesus, no centro de Roma, apesar das manifestações que paralisaram boa parte da cidade.

Durante a ocupação nazista de Roma, o padre Cubbe pôde, com a ajuda de seus irmãos, e colocando sua vida em risco, ocultar três crianças judias entre os alunos do Mondragón, um colégio de Frascati: Marco Pavoncello e dois irmãos, seus primos Mario e Graziano Sonnino.

Nunca tentou que eles se convertessem ao catolicismo, mas uma vez acabada a guerra, permaneceram nesse colégio dos jesuítas para acabar seus estudos.

Marco Pavoncello e Graziano Sonnino participaram da cerimônia dessa terça-feira. Mario Sonnino faleceu em julho passado. Seus filhos e netos estavam presentes.

O ambiente esteve carregado de emoção, especialmente durante a projeção de uma vídeo de apresentação do testemunho de Mario Sonnino, realizado por seus filhos Livia e Nello.

A solicitação do reconhecimento foi promovida a partir de 2004, por Celeste Pavoncello, que escreveu um livro histórico para a ocasião.

Em uma exposição em Roma sobre as leis antijudaicas da Shoah, ela descobrira a foto de seu pai, Marco Pavoncello, em um documento de arquivos privados de Berlim.

Quando em 2010 a senhora Pavoncello anunciou a Giovanna de Ghantuz Cubbe que seu tio ia receber a medalha dos Justos do Instituto Yad Vashem, de Jerusalém, esta descobriu uma história desconhecida até então.

Os “salvadores” de judeus pensavam que não faziam mais que cumprir seu dever, e os tempos de perseguição são tempos de clandestinidade.

De fato, só duas ou três pessoas conheciam a verdadeira identidade dos três estudantes, que a anunciaram a seus companheiros após a libertação.

Eles tiveram de mudar de nome e receberam o sobrenome de Sbardella, comum na região italiana de Cassino, então bombardeada pelos aliados, o que impedia a verificação da identidade.

Levavam uma vida “normal” de estudantes em uma época de terror. Seus pais e o restante dos irmãos e irmãs, ocultos em famílias e com religiosos, iam às vezes visitá-los.

O prêmio foi entregue pelo embaixador Lewy, na presença, entre outros, de Livia Link, conselheira para os Assuntos públicos e políticos da embaixada de Israel na Itália, e do presidente da comunidade judaica de Roma, Riccardo Pacifici.

Este último recordou que seu pai e seu tio também se salvaram graças a sacerdotes católicos. Mas outros membros de sua família faleceram em Auschwitz, assim como um terço da comunidade judaica da Itália, 8 mil pessoas.

Padre Cubbe

Raffaele de Ghantuz Cubbe, o “Padre Cubbe”, nasceu na Itália, em Orciano Pisano, em 1904 e faleceu em Roma em 1983.

Era o quarto filho de uma família profundamente cristã. Seu pai, o marquês Riccardo, foi fidalgo secreto do Papa, de Bento XV a Pio XII.

A família tinha amizade com o salesiano Michele Rua (hoje beato), que teve a premonição da vocação religiosa de Raffaele, que entrou muito jovem na Companhia de Jesus.

Ele se converteu em reitor (1942-1947) do prestigioso Colégio de Mondragón, próximo a Frascati, sul de Roma, e vice-presidente da Obra de Assistência Pontifícia, desejada por Pio XII para apoiar as vítimas da Segunda Guerra Mundial.

O jesuíta deixou antes de tudo uma recordação de valentia e bondade, como recordaram Graziano Sonnino e Marco Pavoncello.


http://www.zenit.org/article-26812?l=portuguese




Se o objetivo era matar os judeus que os jesuítas tanto odeiam. Por que esse simplesmente não os entregou ao nazismo? Por que os judeus o elogia e o tem em tão boa estima?

Mistérios protestantes.

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Ton em Sex 17 Dez 2010, 11:37 pm

David de Oliveira escreveu:
E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? Lucas 10: 25,26.

O erro de transportar um contexto de 2000 anos atrás, para os dias de hoje, é de uma infantilidade medíocre! Imagine um versículo apenas???
A única fonte teológica que existia na época dessa pergunta era a Lei de Moisés!
Se alguém, hoje, perguntasse a Jesus: Mestre, que farei para herdar a vida eterna, baseado na Lei?
Jesus lhe diria: A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. Lucas 16:16.
Logo no versículo seguinte, no vs 17 (que não quiseram citar = adulta mediocridade), JESUS reintera que, mesmo na Anunciação do Reino de DEUS: "É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei".

E mais! Nos tempos de Paulo, o pregado deste Evangelho, continuava ensinando a continuidade da Validade da Lei e dos Profetas (2Tm 3:16-17).

Sem mais ...


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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Khwey em Sab 18 Dez 2010, 1:21 am

Convém ressaltar que o evangelho está dividido entre cristãos por causa das interpretações e doutrinas tal como trindade, predestinação, Pedro como sendo o primeiro papa, um outro testamento de Cristo, etc.

Mas esta questão sobre o entendimento da lei não divide cristãos, com a exceção dos adventistas, e dos que adoram dízimos, porque isto é uma coisa de judeu, que não é cristão, tal como entendemos esta palavra.

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por David de Oliveira em Sab 18 Dez 2010, 10:32 pm

Ton escreveu:
David de Oliveira escreveu:
E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? Lucas 10: 25,26.

O erro de transportar um contexto de 2000 anos atrás, para os dias de hoje, é de uma infantilidade medíocre! Imagine um versículo apenas???
A única fonte teológica que existia na época dessa pergunta era a Lei de Moisés!
Se alguém, hoje, perguntasse a Jesus: Mestre, que farei para herdar a vida eterna, baseado na Lei?
Jesus lhe diria: A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. Lucas 16:16.
Logo no versículo seguinte, no vs 17 (que não quiseram citar = adulta mediocridade), JESUS reintera que, mesmo na Anunciação do Reino de DEUS: "É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei".

E mais! Nos tempos de Paulo, o pregado deste Evangelho, continuava ensinando a continuidade da Validade da Lei e dos Profetas (2Tm 3:16-17).

Sem mais ...


Depois, sabendo Jesus que já todas as coisas estavam terminadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede. (...) E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. (...) Então a cortina do Templo se rasgou em dois pedaços, de cima até embaixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram.

O último "til" da Lei escrita caiu nessa hora do "tudo está consumado"! Mas faltava o símbolo maior daquela Lei. O véu, que significava a entrada do santo do santo foi rasgado, portanto Deus não está mais no Templo e seu acesso está escancarado para todas as pessoas. Se não há templo, não há Lei. O véu, porém foi costurado, mas de tanto velho, não podem estendê-lo mais!

E, desde menino, você (Timóteo) conhece as Escrituras Sagradas, as quais lhe podem dar a sabedoria que leva à salvação, por meio da fé em Cristo Jesus. Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. II Timóteo 3: 16,17.

No passado, todas essas coisas valiam muito para mim; mas agora, por causa de Cristo, considero que não têm nenhum valor. E não somente essas coisas, mas considero tudo uma completa perda, comparado com aquilo que tem muito mais valor, isto é, conhecer completamente Cristo Jesus, o meu Senhor. Eu joguei tudo fora como se fosse lixo, a fim de poder ganhar a Cristo e estar unido com ele. Eu já não procuro mais ser aceito por Deus por causa da minha obediência à lei. Pois agora é por meio da minha fé em Cristo que eu sou aceito; essa aceitação vem de Deus e se baseia na fé. Filipenses 3: 7-9.

Se Paulo, que era doutor da Lei que estava contida no Velho Testamento, nos diz essas coisas de seu tempo na Lei, como é que ele, poderia induzir o jovem Timóteo naquilo que ele reprova agora?
È claro que isso não poderia partir do nosso apóstolo!!!


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por silvamelo em Dom 19 Dez 2010, 2:56 am

Veja. Pegando um livro de ensino fundamental.
São os mesmos livros de ensino fundamental que ilustram Dom Pedro I montado num belo alazão, às margens do rio Ipiranga, com a espada em punho, dando o brado de "independência ou morte" (ou será que ele gritou: "Alfreeedoooooo!!!" :risadinha: )...

Você verá que os jesuítas deram dignidade aos índios. Formaram as colônias do SS Sacramento e Sete Povos das Missões. Tiveram diversos conflitos com os bandeirantes.
Eles melhoraram a vida dos índios em quê, eu pergunto? Os índios viviam em perfeita harmonia com a terra e não precisavam em nada da ajuda dos brancos. A única coisa que eles tinham de fazer pelos índios era levar o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo, mas até isto foi um fiasco, pois o catecismo católico de nada aproveitou àquela gente, que não via nem de perto tais homens vivendo sequer o evangelho deturpado que eles ensinavam...

Está claro que o que vc chama de traição ou irregular foi a defesa do índio.
Os Jesuítas possuiam riquezas, eram politizados e insubordinados. O coquetel perfeito para atrairem para si a ira e a desconfiança das autoridades e dos colonos... Ao invés de ajudarem os índios, eles acabaram por acirrar o conflito na terra, instigando uns contra os outros...

E foram expulso porque atrapalharam o processo de escravização no Brasil.
Negativo! Foi o próprio Marquês de Pombal que editou a lei que proibia a escravização dos índios, depois da expulsão dos jesuítas. Para quê ele criaria uma lei supostamente contrária aos seus interesses, logo depois de conseguir o que queria?

Protestantes participaram do concílio
e sobre judeus e ortodoxos me falta a memória de um assassinato em massa de jesuítas com judeus e ortodoxos.
Pelo contrário a relação nunca esteve tão boa entre eles
É verdade! Estão todos de mãos dadas rumo à apostasia...

Se eu vi uma foto sem legenda nem origem sobre papa negro então "eu devo aceitar" que existe já que Jack Chick, meu pastor ou qualquer protestante diz.
http://2.bp.blogspot.com/_5mNr2sbKCXo/SexlRyd4a-I/AAAAAAAAAAs/JtnnQec4wzE/s1600-h/zzdd.jpg

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/01/07/jesuitas_se_encontram_em_roma_para_escolher_novo_papa_negro_-327903306.asp



ACEITO ACEITO ACEITO...
Sabe o que eu ACEITO de fato? Eu ACEITO o Senhor Jesus como o Único Senhor e Salvador da minha vida...

Mas esse negócio aí embaixo, ó; eu não aceito não:

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por papista em Dom 19 Dez 2010, 10:03 am

São os mesmos livros de ensino fundamental que ilustram Dom Pedro I montado num belo alazão, às margens do rio Ipiranga, com a espada em punho, dando o brado de "independência ou morte" (ou será que ele gritou: "Alfreeedoooooo!!!" )...
Esses livros estão antiquados. Deixe de ser mão de vaca e compre um novo.


Eles melhoraram a vida dos índios em quê, eu pergunto? Os índios viviam em perfeita harmonia com a terra e não precisavam em nada da ajuda dos brancos. A única coisa que eles tinham de fazer pelos índios era levar o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo, mas até isto foi um fiasco, pois o catecismo católico de nada aproveitou àquela gente, que não via nem de perto tais homens vivendo sequer o evangelho deturpado que eles ensinavam...
Não se está discutindo o fato da vida deles terem melhorado ou não. Até porque só eles poderiam responder. Apresentei os FATOS pelos quais os jesuítas foram expulsos. Eles foram expulso porque não trataram tais índios como escravos, organizaram com eles uma resistência e foram massacrados e expulsos do Brasil. Pelo contrário, não mataram, foram mortos e expulsos por causa do que você chama de hereges e pagãos.


Os Jesuítas possuiam riquezas, eram politizados e insubordinados. O coquetel perfeito para atrairem para si a ira e a desconfiança das autoridades e dos colonos... Ao invés de ajudarem os índios, eles acabaram por acirrar o conflito na terra, instigando uns contra os outros...
Você está confundindo esse processo de estabelecimento na colônia meu caro. Com o processo histórico de expulsão dos franceses.
E colocar índios uns contra outros, já que você está assistindo muito Discovery Channel foi obra do espanhóis em outras colônia. E Pizarro não era jesuíta.


Negativo! Foi o próprio Marquês de Pombal que editou a lei que proibia a escravização dos índios, depois da expulsão dos jesuítas. Para quê ele criaria uma lei supostamente contrária aos seus interesses, logo depois de conseguir o que queria?

Escravização de quem?
Muito antes meu caro o papa já havia declarado a condenação da escravização em geral. Inclusive com muitas obras escritas depois por Jesuítas. Pegue os documentos e leia.
É verdade! Estão todos de mãos dadas rumo à apostasia...

Se é verdade, então você mesmo está sendo contraditório ao dizer que o CVII propagou nele o ódio por judeus, ortodoxos e protestantes.


http://2.bp.blogspot.com/_5mNr2sbKCXo/SexlRyd4a-I/AAAAAAAAAAs/JtnnQec4wzE/s1600-h/zzdd.jpg

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/01/07/jesuitas_se_encontram_em_roma_para_escolher_novo_papa_negro_-327903306.asp
Referências vagas. Um blog e um site da GLOBO. Se é contra a ICAR eu aceito eu aceito. Devo aceitar também todas as campanhas anti-protestantes que a Globo promove.
Sobre o assunto devo pesquisar mais. E não é assunto para o tópico.


Sabe o que eu ACEITO de fato? Eu ACEITO o Senhor Jesus como o Único Senhor e Salvador da minha vida...

Mas esse negócio aí embaixo, ó; eu não aceito não:

"Acredito que o branco que eu vejo é negro, se a hierarquia da igreja assim o tiver determinado."

Você não só aceita o que Jack Chick diz, como o que seu pastor diz, como o que os blogs dizem.

Completando e pegando o assunto do tópico, o cristianismo está cada vez mais dividido entrando em crise porque se separou de suas raízes fundadoras. Jesus fundou sua igreja através dos apóstolos e seus sucessores. Por isso muitos não estão conosco porque não são dos nossos.



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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Ton em Dom 19 Dez 2010, 10:43 am

Khwey escreveu:Convém ressaltar que o evangelho está dividido entre cristãos por causa das interpretações e doutrinas tal como trindade, predestinação, Pedro como sendo o primeiro papa, um outro testamento de Cristo, etc.

Mas esta questão sobre o entendimento da lei não divide cristãos, com a exceção dos adventistas, e dos que adoram dízimos, porque isto é uma coisa de judeu, que não é cristão, tal como entendemos esta palavra.
Só esquece de mencionar os cristãos que não congregam, os que não levam em consideração as Escrituras Que Continuam Uteis; e os que fundam doutrinas sem lógica e tem a cara de pau de ensiná-las.


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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Ton em Dom 19 Dez 2010, 11:03 am

David de Oliveira escreveu:
Ton escreveu:
Logo no versículo seguinte, no vs 17 (que não quiseram citar = adulta mediocridade), JESUS reintera que, mesmo na Anunciação do Reino de DEUS: "É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei".

E mais! Nos tempos de Paulo, o pregado deste Evangelho, continuava ensinando a continuidade da Validade da Lei e dos Profetas (2Tm 3:16-17).

Sem mais ...
Depois, sabendo Jesus que já todas as coisas estavam terminadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede. (...) E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. (...) Então a cortina do Templo se rasgou em dois pedaços, de cima até embaixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram.

O último "til" da Lei escrita caiu nessa hora do "tudo está consumado"! Mas faltava o símbolo maior daquela Lei. O véu, que significava a entrada do santo do santo foi rasgado, portanto Deus não está mais no Templo e seu acesso está escancarado para todas as pessoas. Se não há templo, não há Lei. O véu, porém foi costurado, mas de tanto velho, não podem estendê-lo mais!
Bom, essa é a sua interpretação particular sobre o "Está Consumado", pois essa expressão só condiz com o cumprimento das profecias messianicas concernentes à 1ª Vinda do Messias (Mr 15:28 / Lc 4:21 / Jo 13:18 / Jo 19:24).
"Importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos" (Lc 24:44).

Sabemos, porém, que existem várias profecias, que concerne à 2ª Vinda do Messias, que não se cumpriram; como por exemplo: O Levantar do Trono de Davi, Onde o Messias Reinará em Israel sobre Toda a Terra.
Existem mais, mas só essa basta pra exemplificar ...

David de Oliveira escreveu:E, desde menino, você (Timóteo) conhece as Escrituras Sagradas, as quais lhe podem dar a sabedoria que leva à salvação, por meio da fé em Cristo Jesus. Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. II Timóteo 3: 16,17.

No passado, todas essas coisas valiam muito para mim; mas agora, por causa de Cristo, considero que não têm nenhum valor. E não somente essas coisas, mas considero tudo uma completa perda, comparado com aquilo que tem muito mais valor, isto é, conhecer completamente Cristo Jesus, o meu Senhor. Eu joguei tudo fora como se fosse lixo, a fim de poder ganhar a Cristo e estar unido com ele. Eu já não procuro mais ser aceito por Deus por causa da minha obediência à lei. Pois agora é por meio da minha fé em Cristo que eu sou aceito; essa aceitação vem de Deus e se baseia na fé. Filipenses 3: 7-9.

Se Paulo, que era doutor da Lei que estava contida no Velho Testamento, nos diz essas coisas de seu tempo na Lei, como é que ele, poderia induzir o jovem Timóteo naquilo que ele reprova agora?
È claro que isso não poderia partir do nosso apóstolo!!!
Primeiro: NÃO MISTURE OS CONTEXTOS pra tentar anular 2Tm ... pois essa Carta foi uma das ultimas que Ele escreveu, enquanto estava na prisão e no término da "carreira". E a única Escritura Sagrada que havia na época da INFANCIA DE TIMOTEO são as Escrituras Hebraicas do AT.
Se localize, Deividi ...

Segundo: Fl 3, nada mais fala do sacrificios que ele fez das coisas que teve de deixar, de sua posição farisaica contra a Igreja. Paulo continuou fariseu, continuou um judeu circuncidado ao 8º dia, um filho de Abraão, zelozo da Lei, etc ... e crente em Yeshua como o Messias de Israel. Agora, pra ser aceito por DEUS, além da Obediencia aos Mandamentos dEle ... também é necessário (e vitalmente necessário) ter Fé no Messias (Ap 14:12) = essa é a Perseverança dos Santos.

Sem mais ...


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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Eduardo em Dom 19 Dez 2010, 11:29 am

Khwey escreveu:Mas esta questão sobre o entendimento da lei não divide cristãos, com a exceção dos adventistas, e dos que adoram dízimos, porque isto é uma coisa de judeu, que não é cristão, tal como entendemos esta palavra.
Ledo engano. Todas as igrejas reformadas e a grande maioria das igrejas históricas defendem a vigência da Torá. A quem você pensa que engana ? Só os tolos acreditam em você, Khwey. Só os tolos. Vejamos alguns exemplos de igrejas que defendem a vigência da Torá:

—> Assembléia de Deus

Eis um comentário bíblico muito usado nos meios pentecostais, cujas “notas e comentários são de inteira responsabilidade da Casa Publicadora das Assembléias de Deus” (p. IV), que nos responde a questão com esta clara definição:
    “Se Jesus não veio abolir a lei, todas as leis do A.T. ainda se aplicam a nós hoje? É preciso lembrar que havia três categorias de leis: a cerimonial, a civil e a moral.
    “(1) A Lei Cerimonial diz respeito especificamente à adoração por parte de Israel (Levítico 1.2,3). Seu propósito primário era apontar adiante, para Cristo, portanto, não seria mais necessária depois da morte e ressurreição de Jesus. Mesmo não estando mais ligados à lei cerimonial, os princípios que constituem a base da adoração — amar e adorar a Deus Santo — ainda se aplicam. Jesus foi frequentemente acusado pelos fariseus de violar a lei cerimonial.
    “(2) A Lei Civil se aplicava à vida cotidiana em Israel (Deuteronômio 24.10,11). Pelo fato de a sociedade e a cultura modernas serem tão radicalmente diferentes das daquele tempo, esse código como um todo não pode ser seguido. Mas os princípios éticos contidos nos mandamentos são atemporais, e devem guiar nossa conduta. Jesus demonstrou estes princípios por meio de sua vida exemplar.
    “(3) A Lei Moral (como os Dez Mandamentos) é a ordem direta de Deus, exige uma obediência total (Êxodo 20.13), pois revela sua natureza e vontade. Assim, ainda é aplicável em nossos dias. Jesus obedeceu completamente à Lei Moral.”
    — Extraído de “Bíblia de Estudos e Aplicação Pessoal”, p. 1224 do Novo Testamento. Ver comentário sobre Mateus 5:17. Tradução de Almeida. CPAD — “Casa Publicadora das Assembléias de Deus”. Grifos acrescentados.

O Pr. Orlando Spencer Boyer, teólogo, professor, pastor, comentarista, escritor, e autor de muitos livros, nos apresenta aquilo que tem aprendido de Deus, em anos de estudo da Palavra:

    “Algumas pessoas dão ênfase à distinção entre mandamentos ‘morais’ e mandamentos ‘cerimoniais’. As exigências ‘morais’ são aquelas que em si mesmas são justas e nunca podem ser revogadas. Ao contrário, as leis ‘cerimoniais’ são aquelas sobre observâncias, sobre o cumprimento de certos ritos, por exemplo: os mandamentos acerca dos holocaustos e o incenso. (…) As leis ‘cerimoniais’ podem ser ab-rogadas na mudança de dispensação, mas não as leis ‘morais’. É certo que existe tal distinção.” — Em “Marcos: O Evangelho do Senhor”, p. 38–39. Grifos acrescentados.

E o Pr. Antonio Gilberto, também da Assembléia de Deus, confirma:

    “A parte moral da lei é eterna e universal”. — Em “Manual da Escola Dominical”, p. 86.

—> Igreja Presbiteriana

O erudito bíblico John D. Davis, autor presbiteriano de um dos mais famosos dicionários bíblicos que já alcançou várias edições, assegura:

    “Os Dez Mandamentos, sendo a lei fundamental e sumária de toda moral, permanecem firmes; baseiam-se na imutável natureza de Deus e nas relações permanentes do homem sobre a terra. A respeito do quarto mandamento, disse Jesus: ‘O sábado foi feito para o homem’; segue-se, pois, que a lei permanece em toda sua força enquanto o homem existir sobre a terra.
    “A Lei Cerimonial a que se refere a Carta aos Hebreus 8:7, como o primeiro pacto, ela a declara como antiquada e prestes a perecer, v.13 comparar com os caps. 8 a 10. O apóstolo não julgou necessário obrigar a ela os gentios, atos 15:23–28. Tinha função transitória, apontando para cristo, nosso sumo pontífice por meio de seu sacerdócio, de seus sacrifícios, de suas cerimônias e de seus símbolos. Chegado que foi o antítipo, cessaram de uma vez os tipos, sem contudo perder de vista a importância que eles tem em todas as idades futuras.”
    — Em “O Novo Dicionário da Bíblia”, p. 356–357. Grifos acrescentados.

Vejamos qual a posição oficial presbiteriana encontrada na “Confissão de Fé de Westminster”:

    “III. Além dessa lei (os Dez Mandamentos), geralmente chamada Lei Moral, foi Deus servido dar ao seu povo de Israel, considerado uma igreja sob a sua tutela, leis cerimoniais que contêm diversas ordenanças típicas. Essas leis, que em parte se referem ao culto e prefiguram Cristo, as suas graças, os seus atos, os seus sofrimentos e os seus benefícios, e em parte representam várias instruções de deveres morais, estão todas ab-rogadas sob o Novo Testamento.
    “IV. A esse mesmo povo, considerado como um corpo político, Deus deu leis civis que terminaram com aquela nacionalidade, e que agora não obrigam além do que exige a sua eqüidade geral.”
    — Em “Confissão de Fé de Westminster” (1647), cap. XIX. Grifos acrescentados.

O Dr. Albert Barnes, respeitado comentarista presbiteriano, em seu comentário sobre Mateus 5:18 e 19, declara:

    “As leis dos judeus estavam geralmente divididas em morais, cerimoniais e judiciais. As leis morais são aquelas que emanam da natureza das coisas, que não podem, por conseguinte, ser mudadas — tais como o dever de amar a Deus e Suas criaturas. Estas não podem ser abolidas, pois jamais poderá ser correto odiar a Deus ou aos nossos semelhantes. Dessa natureza são os Dez Mandamentos; e estes, nosso Salvador não aboliu nem suprimiu.
    “As leis cerimoniais são as determinadas para atender a certos estados da sociedade, ou regulamentar ritos religiosos e cerimônias do povo. Estas poderão ser mudadas quando mudarem as circunstâncias, e não obstante, a Lei Moral permanece inalterável.
    “Aprendemos, portanto: 1. Que toda a Lei de Deus é obrigatória para os cristãos. (Comparar com S. Tiago 2:10). 2. Que todos os mandamentos de Deus devem ser ensinados, em seu lugar apropriado, pelos ministros cristãos. 3. Que aqueles que pretendem que haja leis de Deus tão pequenas que não precisem obedecer-lhes, são indignos de Seu reino. 4. Que a verdadeira piedade demonstra respeito para com todos os mandamentos de Deus. (Comparar com Salmos 119:6).”
    — Em “Notes, Explanatory and Practical on the Gospel” (1860), vol. 1, p. 65–66. Grifos acrescentados.

E eis a excelente exposição do ministro presbiteriano Mauro Fernando Meister:

    “Quanto à aplicação da Lei, devemos exercitar a seguinte compreensão:
    “(a) A Lei Civil tinha a finalidade de regular a sociedade civil do estado teocrático de Israel. Como tal, não é aplicável normativamente em nossa sociedade. (…)
    “(b) A Lei Religiosa (Cerimonial) tinha a finalidade de imprimir nos homens a santidade de Deus e apontar para o Messias, Cristo, fora do qual não há esperança. Como tal, foi cumprida com sua vinda. (…)
    “(c) A Lei Moral tem a finalidade de deixar bem claro ao homem os seus deveres, revelando suas carências e auxiliando-o a discernir entre o bem e o mal. Como tal, é aplicável em todas as épocas e ocasiões. (…)
    “Assim sendo, é fundamental que, ao ler o texto bíblico, saibamos identificar a que tipo de lei o texto se refere e conhecer, então, a aplicabilidade dessa lei ao nosso contexto. As leis civis e cerimoniaisa lei que permanece ‘vigente’ em nossa e em todas as épocas é a Lei Moral. Ela valeu para Adão assim como vale para nós hoje”.


—> Igreja Batista

Eis as seguintes declarações de um teólogo batista que muito estudou a Bíblia:

    “Jesus não deu um novo código moral. Ele não foi um segundo Promulgador de leis, como Moisés. Ele era muito superior, e Seus ensinos morais situam-se num plano muito mais elevado do que os de Moisés. Ele não Se preocupava tanto com enunciar regras detalhadas para regular a vida moral, e sim em enunciar princípios eternos pelos quais os homens deviam viver sob Deus e em falar sobre motivos e propósitos que deviam governar todos os nossos atos.
    “Jesus não concedeu um novo código, mas também não disse que os ensinamentos do Velho Testamento estavam suspensos. As leis cerimoniais e ritualísticas do Velho Testamento foram ab-rogados para o cristão, mas não os Dez Mandamentos.”
    — J. Philip Hyatt, “The Teacher” (publicação batista), outubro de 1943, vol. 57, nº 10, p. 5.

O renomado teólogo batista Weldon E. Viertel afirma o seguinte quanto à divisão de leis:
    “A Lei pode ser dividida em três tipos: cerimonial, civil e moral. (…) De acordo com o livro de Hebreus, as leis cerimoniais eram sombras de Cristo. A sombra foi substituída pela realidade de Cristo e Seu ato redentor. As leis cerimoniais foram cumpridas; portanto, a Igreja não observa as leis sacrificiais e os festivais. As leis cerimoniais foram aplicadas a Cristo, em grande parte pelo uso da tipologia.
    “… A Lei Moral continua efetiva; todavia, Cristo deu-lhe outro nível de sentido e aplicação. Lidou com a raiz das atividades éticas, incluindo atividades e motivos (o coração do homem).”
    — Em “A Interpretação da Bíblia”, p. 194.

O Pr. Antonio Neves de Mesquita, Doutor em Teologia, e professor de seminários teológicos batistas de grande projeção, registra estas palavras:

    “O concerto divide-se em três partes: Lei Moral ou os Dez Mandamentos (20:1–17); Lei do Altar ou Cerimonial, meio de aproximação a Deus (20:22–26 e o livro de Levítico); e Lei Civil (21:1–23:19).” — Em “Estudo no Livro de Êxodo”, p. 131. Grifos acrescentados.

Veja o que se encontra no próprio “Catecismo da Doutrina Batista”:

    “Todos nós temos a obrigação de cumprir a Lei Moral… que é a que nos prescreve as obrigações para com Deus e o próximo. (…) A lei se acha expressa com maior minuciosidade nos Dez Mandamentos, dados por Deus a Moisés no Sinai.” — Por Pr. W. D. T. MacDonald, p. 28–29. Grifos acrescentados.

E a posição oficial batista, extraída da Confissão de Fé de Londres (1689):

    “Além desta lei (os Dez Mandamentos), comumente chamada de Lei Moral, Deus houve por bem dar leis cerimoniais ao povo de Israel, contendo diversas ordenanças simbólicas: em parte, de adoração, prefigurando Cristo, as suas graças, suas ações, seus sofrimentos, e os benefícios que conferiu; e, em parte, estabelecendo várias instruções de deveres morais.
    “As leis cerimoniais foram instituídas com vigência temporária, pois mais tarde seriam ab-rogadas por Jesus, o Messias e único Legislador, que, vindo no poder do Pai, cumpriu e revogou essas leis.
    “Deus também deu diversas leis judiciais ao povo de Israel
    , que expiraram juntamente com o antigo Estado de Israel e agora não possuem caráter obrigatório” — Art. XIX, tomo III e IV. Grifos acrescentados.

—> Igreja Luterana

Diz a “Confissão de Fé Helvética”:

    “Para maior clareza, distinguimos: a Lei Moral contida no Decálogo ou nas duas Tábuas e expostas nos livros de Moisés; a Lei Cerimonial, que determina as cerimônias e o culto de Deus; e a Lei Judiciária, que versa questões políticas e domésticas.” — Em “Da Lei de Deus”.

A posição oficial da Igreja Luterana pode ser exposta nas palavras de um dos seus catecismos mais conhecidos:

    “23. Que espécies de leis deu Deus no Velho Testamento?
    “Três espécies: 1. A Lei Eclesiástica Cerimonial; 2. A Lei Civil; 3. A Lei Moral.
    “24. Qual destas leis está ainda em vigor?
    “A Lei Moral, a qual está contida nos Dez Mandamentos.
    “25. Pode esta lei ser abolida?
    “Não; pois ela está fundamentada sobre a natureza santa e justa de Deus.”
    — Em “Epítome of Pontoppidan’s Explanation of Martin Luther’s Small Catechism” (1935), p. 6–7. Grifos acrescentados.

Vejamos o que as autoridades luteranas declaram sobre o catecismo que acabamos de citar acima:

    “Catecismo Menor — É um livro… escrito pelo Doutor Martinho Lutero em 1529. O Catecismo Menor contém as partes principais da doutrina cristã. São elas: Os Dez Mandamentos; O Credo (Apostólico); O Pai Nosso; O Sacramento do Santo Batismo; (…) Estas doutrinas foram tiradas da Escritura Sagrada.” — Em “História das Confissões Luteranas”, art. 4. Grifos acrescentados. Esse catecismo pode ser encontrado no seguinte web site: [url=http://www.textosdareforma.net/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=22&mode=thread&order=0&thold=0]http://www.textosdareforma.net/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=22&mode=thread&order=0&thold=0[/url] (acessado a 22/09/2007).

—> Igreja Metodista

John Wesley nos respondeu sua firme posição nos “Trinta e Nove Artigos de Religião” (1571), documento confessional há séculos acatado não só por metodistas, mas também por metodistas livres, episcopais e anglicanos, ao estipular em seu artigo 7, sobre a lei divina:

    “O Velho Testamento não é contrário ao Novo; porquanto em ambos, tanto Velho como Novo, se oferece a vida eterna ao gênero humano, por Cristo, que é o único mediador entre Deus e o homem sendo ele mesmo Deus e homem. (…) Ainda que a Lei de Deus, dada por meio de Moisés, no que respeita a Cerimônia e Ritos, não obrigue os cristãos, nem devem ser recebidos necessariamente os seus preceitos civis em nenhuma comunidade; todavia, não há cristão algum que esteja isento, da obediência aos Mandamentos que se chamam Morais.” — Ver também em “Constituição da Igreja Metodista Episcopal”, em “Methodist Episcopal Church Doctrines and Discipline” (1928), p. 7. E em “Free Methodist Discipline”. Grifos acrescentados. Essa confissão de fé pode ser encontrada no seguinte website: [url=http://www.monergismo.com/textos/credos/39artigos.htm]http://www.monergismo.com/textos/credos/39artigos.htm[/url] (acessado a 22/09/2007).

Posição confirmada por outro documento oficial da denominação, o “Catechism” da Igreja Metodista, números 1 e 2, onde encontra-se este ensinamento catequético:

    “Pergunta: Que requer do homem?
    “Resposta: Obediência a Sua vontade revelada.
    “Pergunta: Qual é a norma de nossa obediência?
    “Resposta: A Lei Moral.
    “Pergunta: Onde é a Lei Moral apresentada?
    “Resposta: Nos Dez Mandamentos.
    “Pergunta: Estão todos os cristãos sob a obrigação de guardar a lei?
    “Resposta: Sim”
    — N° 1, p. 18; n° 2, p. 38. Grifos acrescentados.

E no “Buck’s Theological Dictionary”, usado muito por metodistas e episcopais ou anglicanos, em seu artigo sobre a “Lei”, há estas afirmações:

    “A Lei Moral é aquela declaração da vontade de Deus que orienta e obriga moralmente a todos os homens, em todas as épocas e em todos os lugares, em seu inteiro dever para com Ele. Ela foi solenissimamente proclamada pelo próprio Deus no Sinai. (…) É chamada perfeita (Sl. 19:7), perpétua (Mt. 5:17 e 18), santa, boa (Rm. 7:12), espiritual (Rm. 7:14), amplíssima (Sl. 119:96).” — P. 230.

—> Igreja Congregacional

O capítulo 24 de “Os Vinte e Oito Artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo” tem por título “Da Lei Cerimonial e dos Ritos Cristãos” e declara o seguinte:

    “Os ritos judaicos, divinamente instruídos pelo ministério de Moisés, eram sombras de bens vindouros e cessaram quando os mesmos bens vieram. Os ritos cristãos são somente dois: o batismo d’água e a Ceia do Senhor.”

A “Declaração de Savóia” contém a mesma “Confissão de Fé de Westminster” que declara:

    “III. Além dessa lei (os Dez Mandamentos), geralmente chamada Lei Moral, foi Deus servido dar ao seu povo de Israel, considerado uma igreja sob a sua tutela, leis cerimoniais que contêm diversas ordenanças típicas. Essas leis, que em parte se referem ao culto e prefiguram Cristo, as suas graças, os seus atos, os seus sofrimentos e os seus benefícios, e em parte representam várias instruções de deveres morais, estão todas ab-rogadas sob o Novo Testamento.
    Hb.10:1; Gl.4:1–3; Cl.2:17; Êx.12:14; I Co.5:7; II Co.6:17; Cl.2:14,16–17; Ef.2:15–16.
    “IV. A esse mesmo povo, considerado como um corpo político, Deus deu leis civis que terminaram com aquela nacionalidade, e que agora não obrigam além do que exige a sua eqüidade geral.
    Êx.21:1–36,22:1–29; Gn.49:10; Mt.5:38–39.”
    — Cap. XIX. Grifos acrescentados.

—> Igreja Anglicana/Episcopal

No “Buck’s Theological Dictionary”, usado muito por metodistas e episcopais ou anglicanos, em seu artigo sobre a “Lei”, há estes afirmações:

    “A Lei Moral é aquela declaração da vontade de Deus que orienta e obriga moralmente a todos os homens, em todas as épocas e em todos os lugares, em seu inteiro dever para com Ele. Ela foi solenissimamente proclamada pelo próprio Deus no Sinai. (…) É chamada perfeita (Sl. 19:7), perpétua (Mt. 5:17 e 18), santa, boa (Rm. 7:12), espiritual (Rm. 7:14), amplíssima (Sl. 119:96).” — P. 230. Grifos acrescentados.

E direto da lição da escola dominical da denominação, podemos extrair o seguinte:

    “A Lei Moral é parte da lei natural do Universo. Justamente como uma lei natural violada, no mundo material, traz suas conseqüências inevitáveis, assim a Lei Moral transgredida traz suas inevitáveis conseqüências nos mundos espiritual e mental.” — Extraído de “The Episcopal Church Sunday School Magazine” (Revista da Escola Dominical), junho-julho de 1942, p. 183-184. Grifos acrescentados.

—> Igreja Católica

Vamos atentar para o que escreveu o erudito Pe. Júlio Maria, esclarecendo o problema:
    “Os preceitos do Antigo Testamento dividem-se em três gêneros:
    “1º Os preceitos morais, que prescrevem aos homens os seus deveres para com Deus e para com o próximo.
    “2º Os preceitos cerimoniais, que indicam os ritos exteriores e as cerimônias que os judeus deviam seguir no culto divino.
    “3º Os preceitos judiciais, que determinam o modo de administrar a justiça ao povo.
    “Destes três gêneros de preceitos, só o primeiro fica em pé, integralmente; os outros preceitos só têm o valor que lhes comunica a palavra de Jesus Cristo.
    “A lei antiga, na sua parte cerimonial, era apenas uma figura da nova lei, e é por isto que cessou, desde que foi promulgada a lei nova.”
    — Em “Ataques Protestantes”, p. 96–97. Grifos acrescentados.

Segundo os católicos, os preceitos morais permanecem; os cerimoniais, eram uma figura, “sombra dos bens futuros”, e foram substituídos pela Realidade: Cristo; e os judiciais, só existiram enquanto havia a nação de Israel como uma teocracia (governada por Deus)! E os dez mandamentos morais tratam do amor a deus e do amor ao próximo.

A IGREJA LUTERANA E A LEI

Os luteranos têm sua origem nas reformas levantadas na Alemanha, organizadas por Martinho Lutero, Felipe Melanchton, Carlstadt e outros. No século XIX, o estado da Alemanha unificou todas as igrejas luteranas. Não concordando com esta decisão, alguns que defendiam o princípio da não-união entre Igreja e Estado (por influência batista) tiveram que emigrar para a América do Norte. Em 1849 fundaram o “Sínodo de Missouri, Ohio e outros estados”. Por isso que os mais de 60 milhões de luteranos hoje existentes no mundo estão agrupadas em dois grandes blocos: a Federação Luterana Mundial (FLM) e o Conselho Luterano Internacional (ILC). No Brasil, a maioria dos luteranos chegaram em 1824, provenientes da linha estatal alemã, fundando a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB). Já a Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) é fruto de missão da Igreja Luterana norte-americana a partir de 1900, que veio atender pedidos dos que desejavam aquele sínodo.

Apesar da divisão administrativa da Igreja Luterana, o elo que os une e caracterisa é a doutrina luterana, estabelecida por suas confissões de fé, credos, catecismos, documentos e sínodos. Alguns dos documentos que formam o credo luterano são os seguintes:

—> o “Catecismo Menor” (1529), um resumo de interpretações bíblicas, escritas para o povo;
—> o “Catecismo Maior” (1529), as mesmas interpretações detalhadamente explicadas para adultos;
—> a “Confissão de Augsburgo” (1530), a principal confissão luterana, é o testemunho luterano que foi apresentado ao Imperador Carlos V e à Dieta do Santo Império Romano a 25 de junho de 1530;
—> a “Apologia” (1531), uma defesa da “Confissão de Augsburgo”;
—> os “Artigos de Esmalcalde” (1537), reafirmando os ensinos da “Confissão de Augsburgo” e expondo, com mais profundidade, a doutrina da Santa Ceia, segundo a visão luterana;
—> e a “Fórmula de Concórdia” (1577), que define o pecado original, a impossibilidade de o homem salvar-se por suas próprias força e a pessoa e obra de Cristo.

Todas as confissões foram reunidas no “Livro de Concórdia”, em 1580.

As confissões luteranas podem também ser consideradas como estandarte, em torno do qual os luteranos, contra um suposto erro, cerram fileiras em defesa de suas visões doutrinarias das Escrituras. Esses credos também podem ser consideradas como uma bandeira, à qual os mestres da igreja prestam juramento de fidelidade. Cada membro da Igreja Luterana deve subscrever não apenas a Bíblia, mas também as confissões e credos como exposição correta das doutrinas bíblicas. Para o leigo isto significa, ao menos, o “Catecismo Menor” de Lutero; para o pastor e professor significam todas as confissões adotadas pela Igreja Luterana. Não é à toa que os luteranos declaram: “Aceitamos todos os livros canônicos das Escrituras Sagradas do Antigo e Novo Testamentos, como palavra infalível de Deus e, como exposição correta da Escritura Sagrada, aceitamos os livros simbólicos reunidos no Livro de Concórdia”. Em suas constituições, os grupos luteranos — congregações e sínodos — definem sua posição doutrinária mais ou menos nestas palavras: “Confessamos que os livros canônicos do Antigo e do Novo Testamento são a palavra de Deus inspirada e, portanto, a única regra de fé e vida, e que as confissões da Igreja Evangélica Luterana são uma exposição correta das doutrinas desta palavra”. Por que esta firme insistência, como resumido nas confissões luteranas? Porque para os luteranos não pode haver nada mais importante do que as doutrinas expostas conforme sua interpretação da Bíblia.

O QUE A IGREJA ANGLICANA DIZ SOBRE A LEI E O SÁBADO?

Veremos no presente artigo, baseado nos documentos oficiais, confissões de fé, credos, catecismos e sínodos qual o posicionamento oficial da Igreja Luterana frente à questão da lei e do sábado. Ao contrário do que pensam alguns luteranos mal-informados de sua própria doutrina, é fato que seus líderes e autoridades, teólogos de maior gabarito, professores, ilustres evangelistas, pastores e famosos escritores concordam com os adventistas e demais cristãos observadores do sábado quanto à validade deste e de todos os mandamentos do Decálogo como regra de prática e conduta para o cristão. Inclusive é a mesma posição bíblica ensinada oficialmente há séculos pelas demais denominações cristãs, como metodistas, congregacionalistas, batistas, presbiterianos, anglicanos, episcopais, assembleianos, católicos, mórmons, etc.

É verdade que quando tratam especificamente de “sábado”, esses mesmos autores luteranos pretendem reinterpretar o quarto mandamento como agora se aplicando ao primeiro dia da semana, supostamente devido à ressurreição de Cristo. Então, estão certos e de acordo quanto à validade e vigência de todos os mandamentos do Decálogo e das origens edênicas do princípio sabático, porém estão equivocados ao acharem que o domingo tomou o lugar do sábado, uma informação que não consta de parte alguma da Bíblia.

Analisaremos agora como os luteranos respondem oficialmente às nossas perguntas sobre esse tema.

1) O que é a Lei de Deus? O que são os Dez Mandamentos?

Martinho Lutero, o grande pai da Reforma e fundador da Igreja Luterana, declara o seguinte no “Prefácio à Epístola aos Romanos” sobre o verbete “Lei”:

“‘A lei é espiritual’. Que significa isso? Se a lei fosse carnal, ela poderia ser satisfeita com obras. Sendo, porém, espiritual, ninguém a satisfaz, a não ser que venha do coração o que fazes. Mas ninguém proporciona semelhante coração, senão o Espírito de Deus, que é Quem iguala a pessoa à lei, de sorte a receber de coração a disposição para a lei, agora tudo fazendo, não por temor ou obrigação, mas de coração livre, espontaneamente. (…) uma coisa é realizar as obras da lei e outra coisa muito distinta, cumprir a lei. (…) Como se pode preparar para o bem através de obras quem não faz uma boa obra livre de indisposição e má vontade no coração? Como haverá de agradar a Deus a obra que provém de um coração indisposto e desobediente?

“Entretanto, cumprir a lei significa realizar sua obra com vontade e amor, levar uma vida reta e conforme a vontade de Deus livremente sem a coação da lei, como se não houvesse lei ou punição. Semelhante disposição partindo do livre amor é o Espírito Santo quem a dá ao coração (…)

“Daí sucede que somente a fé torna justificado e cumpre a lei; pois ela traz o Espírito proveniente do mérito de Cristo, e o Espírito cria um coração disposto e livre, como o exige a lei; assim, portanto, as boas obras se originam da própria fé. Isto é o que ele quer dizer no capítulo 3:21, depois de ter repudiado as obras da lei, dando a impressão de que quisesse suprimi-la mediante a fé: Não (diz ele), nós afirmamos a lei através da fé, isto é, nós a cumprimos mediante a fé.” — Grifos acrescentados. Uma outra tradução desse documentopode ser encontrado no seguinte web site: [url=http://solascriptura-tt.org/Diversos/Romanos-PrefacioPorLutero.htm]http://solascriptura-tt.org/Diversos/Romanos-PrefacioPorLutero.htm[/url] (acessado a 28/12/2007).

Diz o “Catecismo de Heidelberg” (1563) na parte sobre “Os Dez Mandamentos”:

“92. Que diz a lei do SENHOR?

“R. Deus falou todas estas palavras (Êxodo 20:1–17; Deuteronômio 5:6–2: [a seguir é mostrado todos os Dez Mandamentos segundo a Bíblia]).

“93. Como se dividem estes Dez Mandamentos?

“R. Em duas partes. A primeira nos ensina, em quatro mandamentos, como devemos viver diante de Deus; a segunda nos ensina, em seis mandamentos, as nossas obrigações para com nosso próximo.” — Grifos acrescentados.

A “Confissão de Fé Helvética” declara o seguinte a respeito “Da Lei de Deus”:

“A lei é completa e perfeita. Cremos que toda a vontade de Deus e todos os preceitos necessários a cada esfera da vida são nesta lei ensinados com toda a plenitude. De outro modo o Senhor não nos teria proibido de adicionar-lhe ou de subtrair-lhe qualquer coisa; nem nos teria mandado andar num caminho reto diante desta Lei, sem dela nos declinarmos para a direita ou para a esquerda (Deut 4.2; 12.32, 5.32, cf. Num 20–17 e Deut 2.27).” — Grifos acrescentados.

Conforme foi visto acima, a Igreja Luterana tem a Lei de Deus, os Dez Mandamentos, numa alta estima.

2) Para que serve a lei, os Dez Mandamentos?

O Reformador e grande campeão da doutrina de justificação pela fé, Martinho Lutero, em seu documento “Um Tratado Contra os Antinomistas” escrito em forma de carta a seu particular amigo Gasper Guttil, claramente se refere entre os primeiros parágrafos à “lei moral, ou dez mandamentos”, mais adiante referindo-se a esses negadores da validade do Decálogo como normativo aos cristãos como “novos espíritos… que se empenham em lançar a lei de Deus, ou os dez mandamentos, fora da Igreja”.

Pouco adiante ele se refere novamente a certo opositor que “escreveu contra a Lei Moral, ou Dez Mandamentos; professando ser do mesmo julgamento que nós aqui em Wittenberg, como também em Augsburgo, segundo o teor de nossa Confissão e Apologia submetida ao Imperador; e se daqui em diante ele sustentar ou ensinar o contrário, ele deseja que me pronuncie no sentido de que os mesmos estão anulados e condenados. Eu não consigo encontrar meios de sentir como poderia ele chegar a tão grande baixaria…”.

Alguns parágrafos abaixo, continua Lutero:

“Verdadeiramente, admiro-me muitíssimo como se chegou a imputar-me que eu rejeitaria a Lei ou os Dez Mandamentos, já que existem tantas de minhas próprias exposições (e de várias modalidades) sobre os mandamentos, os quais são também diariamente expostos e empregados em nossas igrejas, para nada dizer da Confissão e da Apologia, e outros de nossos livros. E a isso se acrescente o costume que temos de cantar os mandamentos em duas diferentes canções; além de pintura, impressão, talhas e repetição deles pelas crianças, tanto de manhã, quanto ao meio-dia, e à tardinha; (…) e eu próprio, ainda que já velho, costumo recitá-los diariamente, feito uma criança, palavra por palavra”. — Em “Wider die Antinomer” (contra os antinomistas), secs. 6 e 8, em seus “Sämsmtliche Schriften” (Escritos Coletados), ed. Por Johann George Walck, vol. 20 (St. Louis, Concordia, 1890), col. 1613 e 1614. Também em “Agaist the Antinomians”, trad. de “Luther’s Work” (ed. de Weimar), vol. 50, p. 171–470.

Mais adiante, retoricamente até exemplifica o que alguém poderia dizer: “O quê? O bom Dr. Lutero incentiva tão ardorosamente o (aprendizado dos) Dez Mandamentos e, contraditoriamente, ensina que devem ser rejeitados?”

E prossegue:

“Verdadeiramente, tenho ensinado e ainda ensino que os pecadores devem ser levados ao arrependimento pela pregação e ponderação dos sofrimentos de Cristo, para que possam ver quão grande ira tem Deus pelo pecado. E este não pode ser expiado senão pela morte do Filho de Deus (…). Mas como se admitiria daí que, com isso, a lei deve ser removida? (…) pode alguém pensar que o pecado existe onde não há lei? Quem quer que ab-rogue a lei, deve forçosamente ab-rogar também o pecado.” — Idem.

E na “Life of Luther” (vida de Lutero), de M. Michelet, o grande reformador é citado como havendo dito:

“Aquele que invalida a doutrina da lei, anula ao mesmo tempo a ordem política e social. Se eliminardes a lei da igreja, nenhum pecado poderá ser mais reconhecido como tal no mundo; pois o evangelho só define e pune o pecado em conexão com a lei.” — Liv. 5, cap. 4, trad. de Hazlitt (ed. 2), p. 315. Grifos acrescentados.

A “Confissão de Fé Helvética” ainda declara:

“A vontade de Deus nos é exposta na lei de Deus. Ensinamos que a vontade de Deus nos é exposta na Lei de Deus: o que ele quer ou não quer que façamos, o que é bom e justo, ou o que é mau e injusto. Portanto, confessamos que a Lei é boa e santa. (…)

“Porque foi dada a lei. Ensinamos que esta Lei não foi dada aos homens para que fôssemos justificados pela sua observância, mas antes para que, pelo seu ensino, conhecêssemos nossa fraqueza, nosso pecado e condenação e, perdendo a confiança em nossas forças, nos convertêssemos a Cristo pela fé. O apóstolo diz claramente: ‘A Lei suscita a ira’; ‘pela Lei vem o pleno conhecimento do pecado’ (Rom 4.15; 3.20); ‘porque, se fosse promulgada uma Lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade seria procedente da Lei; mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que mediante a fé em Jesus Cristo fosse a promessa concedida aos que crêem… De maneira que a Lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé’ (Gal 3.21 ss).” — Em “Da Lei de Deus”.

Resumindo o ensinamento luterano sobre a lei, é declarado que os mandamentos de Deus servem, dentre outros, para:

—> impultar o pecado,
—> fazer-nos reconhecer o pecado,
—> manter a ordem,
—> reveler a vontade de Deus,
—> mostrar-nos o que é justo e
—> conduzir-nos no que devemos fazer.

3) A Lei de Deus, os Dez Mandamentos, estão vigentes para o cristão?

A posição oficial da Igreja Luterana pode ser expressada por um de seus catecismos mais conhecidos:

“Conquanto aqueles que verdadeiramente crêem em Cristo, e são sinceramente convertidos a Deus, estão mediante Cristo libertos da maldição e restrições da lei, não obstante não estão, nesse sentido, sem lei, uma vez que o Filho de Deus os redimiu para a razão mesma de que possam meditar sobre a Lei de Deus dia e noite, e continuamente exercitar-se em sua observância.” — Extraído de “Fórmula de Concórdia”, art. 6. Grifos acrescentados.

Martinho Lutero no “Prefácio à Epístola aos Romanos” declara o seguinte sobre o capítulo 6:

“‘Ser sem lei’ não é o mesmo que não ter lei alguma e que se possa fazer o que apraz a cada um, senão que ‘estar debaixo da lei’ é quando, sem a graça, lidamos com as obras da lei. (…) A graça, porém, nos torna a lei agradável de sorte que não há mais pecado e a lei não está contra nós, mas em harmonia conosco.

“Esta é a verdadeira liberdade do pecado e da lei… É uma liberdade de fazer apenas o bem com vontade e de viver corretamente sem a coação da lei. Por isso tal liberdade é uma liberdade espiritual, que não anula a lei, e sim oferece aquilo que é exigido pela lei”.

E o que declara o famoso “Catecismo Menor” escrito pelo próprio Martinho Lutero:

“23. Que espécies de leis deu Deus no Velho Testamento?

“Três espécies: 1. A Lei Eclesiástica Cerimonial; 2. A Lei Civil; 3. A Lei Moral.

“24. Qual destas leis está ainda em vigor?

“A Lei Moral, a qual está contida nos Dez Mandamentos.

“25. Pode esta lei ser abolida?

“Não; pois ela está fundamentada sobre a natureza santa e justa de Deus.” — Em “Epítome of Pontoppidan’s Explanation of Martin Luther’s Small Catechism” (1935), p. 6–7. Grifos acrescentados.

O mesmo catecismo declara no final da parte “Os Dez Mandamentos”:

“Deus ameaça castigar todas as pessoas que não cumprem estes mandamentos; por isso, devemos temer a Sua ira e não deixar de cumpri-los; mas Ele promete graça e todo o bem às pessoas que os praticam. Por isso, devemos amá-lo, confiar nEle e guardar os Seus mandamentos de boa vontade.”

“Até que ponto foi a lei ab-rogada. A Lei de Deus é, pois, ab-rogada na medida em que ela não mais nos condena, nem opera ira em nós. Estamos debaixo da graça e não debaixo da Lei. Além disso, Cristo cumpriu todas as formas da Lei. Daí, vindo o corpo, cessaram as sombras, de modo que agora em Cristo temos a verdade e toda a plenitude. Contudo, de modo nenhum rejeitamos por isso a Lei. Lembramo-nos das palavras do Senhor, que disse: ‘Não vim para revogar, vim para cumprir’ (Mat 5.17). Sabemos que na Lei nos são ensinados os padrões de virtudes e vícios. Sabemos que a Lei escrita, quando explicado pelo Evangelho, é útil à Igreja, e que, portanto, sua leitura não deve ser excluída da Igreja. E, embora a face de Moisés estivesse recoberta com um véu, no entanto o apóstolo diz que o véu foi retirado e abolido por Cristo.

“As seitas. Condenamos tudo o que os heréticos, antigos e modernos, ensinaram contra a Lei.” — Em “Confissão de Fé Helvética”, art. “Da Lei de Deus”. Grifos acrescentados.

Depois de mostrarmos o pensamento de seu fundador e a posição da confissão de fé luterana, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial da Igreja Luterana?

4) Existe diferença entre a Lei Moral e a Lei Cerimonial?

Diz a “Confissão de Fé Helvética”:

“Para maior clareza, distinguimos: a Lei Moral contida no Decálogo ou nas duas Tábuas e expostas nos livros de Moisés; a Lei Cerimonial, que determina as cerimônias e o culto de Deus; e a Lei Judiciária, que versa questões políticas e domésticas.” — Op. cit.

A posição oficial da Igreja Luterana pode ser exposta nas palavras de um dos seus catecismos mais conhecidos:

“23. Que espécies de leis deu Deus no Velho Testamento?

“Três espécies: 1. A Lei Eclesiástica Cerimonial; 2. A Lei Civil; 3. A Lei Moral.

“24. Qual destas leis está ainda em vigor?

“A Lei Moral, a qual está contida nos Dez Mandamentos.

“25. Pode esta lei ser abolida?

“Não; pois ela está fundamentada sobre a natureza santa e justa de Deus.” — Op. cit., p. 6–7. Grifos acrescentados.

Vejamos o que as autoridades luteranas declaram sobre o catecismo que acabamos de citar acima:

“Catecismo Menor — É um livro… escrito pelo Doutor Martinho Lutero em 1529. O Catecismo Menor contém as partes principais da doutrina cristã. São elas: Os Dez Mandamentos; O Credo (Apostólico); O Pai Nosso; O Sacramento do Santo Batismo; (…) Estas doutrinas foram tiradas da Escritura Sagrada.” — Em “História das Confissões Luteranas”, art. 4. Grifos acrescentados. Esse catecismo pode ser encontrado no seguinte web site: [url=http://www.textosdareforma.net/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=22&mode=thread&order=0&thold=0]http://www.textosdareforma.net/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=22&mode=thread&order=0&thold=0[/url] (acessado a 22/09/2007).

De tudo que está registrado, fica mais do que claro que esses documentos confessionais cristãos históricos, além de mestres de outras confissões, admitem que existam pelo menos duas leis, dentre outras, das quais fala a Escritura Sagrada:

—> Lei Moral — sumariada nos Dez Mandamentos, e
—> Lei Cerimonial — representada pelos sacrifícios e ordenanças rituais para Israel.

5) Desde quando existem os Dez Mandamentos, a Lei de Deus?

Lutero nos fala novamente através do “Epitome of Pontoppidan’s Explanation of Martin Luther’s Small Catechism”:

“Como revelou Deus essa lei?

“Por ocasião da criação Ele a escreveu no coração dos homens, e por isso é chamada a lei da natureza. Rom. 2:15.

“Não revelou Deus a lei de alguma outra maneira?

“Sim, Ele a deu no Monte Sinai, escrita sobre duas tábuas de pedra.” — P. 7, ed. de 1935. Grifos acrescentados.

E a já citada “Confissão de Fé Helvética” completa a resposta:

“A lei natural. Esta lei foi escrita nos corações dos homens pelo dedo de Deus (Rom 2.15), e é chamada a lei natural; foi também esculpida pelo dedo de Deus nas duas tábuas de Moisés e mais pormenorizadamente exposta nos livros de Moisés (Êx 20.1 ss; Deut 5.6 ss).”

Aí está a posição oficial da Igreja Luterana, editado pelo próprio Martinho Lutero, alguém que estudou bastante o Livro de Deus. Pelo que lemos dos testemunhos luteranos, não há nenhuma dúvida entre seus mentores de que os Dez Mandamentos foram dados a Adão, ANTES DA QUEDA. Portanto, a resposta a esta pergunta deve ser: DESDE A CRIAÇÃO DO MUNDO!

6) E o sábado do quarto mandamento da Lei Moral, qual a sua origem?

Diz um editorial infantil:

“Então havia passado também o sexto dia.

No sétimo dia, Deus descansou de seu trabalho. Pois a terra estava pronta.

Deus abençoou este dia.

E daí em diante, todos os homens deveriam descansar de seu trabalho no sétimo dia.” — Extraído do artigo “A Criação” do web site oficial da Igreja Luterana, o qual pode ser visualizado no seguinte endereço eletrônico: [url=http://www.luteranos.com.br/101/infantil/historias/criacao.html]http://www.luteranos.com.br/101/infantil/historias/criacao.html[/url] (acessado a 24/09/07). Grifos acrescentados.

E eis como nada menos do que Martinho Lutero analisa o texto de Gênesis 2:1–3:

“Destarte podes ver que o sábado existia antes que viesse a lei de Moisés, e tem existido desde o princípio do mundo. Especialmente têm os devotos, que preservaram a fé verdadeira, se reunido e apelado a Deus nesse dia.” — Traduzido de “Auslegung des Alten Testament” (Comentário Sobre o Velho Testamento), em “Sämmtliche Schriften” (Escritos Coletados), editado por J. G. Walch., vol. 3, col. 950. Grifos acrescentados.

A origem do sábado, ao contrário do que ensinam alguns luteranos leigos desinformados, não é a doação da lei dos Dez Mandamentos no Monte Sinai. Conforme Martinho Lutero, o grande reformador bíblico, foi na SEMANA DA CRIAÇÃO. Seis dias de trabalho, e o sétimo dia foi SANTIFICADO para o descanso das coisas seculares e culto religioso, que é a posição oficial da Igreja Luterana.

7) O sábado pode ser reinterpretado segundo a vontade de cada um?

Os luteranos acham que eles mesmos são os que devem escolher o dia para o descanso e culto, reinterpretando o mandamento do sábado e aplicando-o ao domingo, chamando-o de “o sábado cristão”. O fato é que esta questão está obedecendo à conveniência das pessoas e não o que diz o claro “assim diz o SENHOR”. Será que deve ser assim mesmo? Biblicamente, “o sétimo dia é o sábado do SENHOR” (Ex.20:10).

Qual a posição oficial luterana expressa em seus catecismos e confissões de fé? Vemos claramente a vigência do princípio sabático, mas infelizmente está sendo aplicado ao primeiro dia:

“67. Que confessamos a respeito do dia do Senhor?

“R. O Sábado (leia-se sétimo dia) pertencia à lei judaica; o dia do Senhor para os cristãos é o domingo, por ser o dia da ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo.

“Expl. O acontecimento mais importante para a fé cristã é a ressurreição de Jesus Cristo. Por isso, desde seus primeiros dias de existência a Igreja passou a guardar o domingo — o dia de vitória, a vitória de Cristo sobre o mal e sobre a morte; é um dia de descanso, porque simboliza o descanso final e feliz na presença de Deus.

“Texto: I Cor 16.2; Mc 16.9; Rm 14.5” — Em “Catecismo de Heidelberg” (ed. de 1548). Grifos acrescentados.

Ainda diz o “Catecismo de Heidelberg” (1563):

“103. O que Deus ordena no quarto mandamento?

“R. Primeiro: o ministério do Evangelho e as escolas cristãs devem ser mantidos (1Co 9:13,14; 1Tm 3:15; 2Tm 2:2; 2Tm 3:14,15; Tt 1:5) , e eu devo reunir-me fielmente com o povo de Deus, especialmente no dia de descanso (Lv 23:3; Sl 40:9,10; Sl 122:1; At 2:42,46) , para conhecer a palavra de Deus (1Co 14:1,3; lTm 4:13; Ap 1:3) , para participar dos sacramentos (At 20:7; 1Co 11:33), para invocar publicamente ao Senhor Deus (1Co 14:16; 1Tm 2:1–4) e para praticar a caridade cristã para com os necessitados (Dt 15:11; 1Co 16:1,2; 1Tm 5:16). Segundo: eu devo, todos os dias da minha vida, desistir das más obras, deixando o Senhor operar em mim, por seu Espírito. Assim começo nesta vida o descanso eterno (Hb 4:9,10).” — Grifos acrescentados. Esse catecismo pode ser encontrado no seguinte web site: [url=http://www.cprf.co.uk/articles/heidelberg_portugal.htm]http://www.cprf.co.uk/articles/heidelberg_portugal.htm[/url] (acessado a 11/09/2007).

Indiscutivelmente, todas essas autoridades e documentos religiosos luteranos não concordam com a visão herética semi-antinomista/dispensacionalista que nega a validade e vigência do Decálogo como norma cristã, e prega o fim total do quarto mandamento, como sendo “cerimonial”. Mesmo que o sábado seja interpretado por esses documentos e autores como referindo-se ao primeiro dia, o “sábado cristão” como é chamado, o que importa é que admitem oficialmente a validade e vigência do mandamento e as origens endêmicas do princípio sabático. A questão sobre o domingo ter tomado o lugar do sétimo dia já é outra.

A Bíblia ensina a observância do domingo no lugar do sábado?

O Dr. H. Gunkel, da Igreja Luterana, em “Zum religionsgesch. Verstaendnis des N.T.”, diz:

“A admissão do domingo pelos cristãos primitivos é… um sintoma muito importante de que a igreja primitiva foi diretamente influenciada por um sentimento que não se originou no evangelho, nem no Antigo Testamento, mas em um sistema religioso desconhecido para ela.” — P. 76. Grifos acrescentados.

George Sverdrup, numa entrevista para o jornal luterano “A New Day”:

“Como não foi possível produzir um só lugar nas Sagradas Escrituras que testifique que o Senhor mesmo ou os apóstolos ordenaram uma transferência do sábado para o domingo, então não era fácil responder à pergunta: ‘Quem transferiu o sábado e quem tem autoridade de fazê-lo?’”

Carlstadt, um dos primeiros reformadores e amigo íntimo de Lutero, tentou trazer a reforma do sábado do sétimo dia naquela época:

“Carlstadt defendeu a divina autoridade do sábado do Velho Testamento.” — Dr. Barnes Sears, “Life of Luther” (Vida de Lutero), p. 147.

E Martinho Lutero, em seu “Agaist the Celestial Prophets”, declara:

“Em verdade, se Carlstadt escrevesse mais acerca do sábado, o domingo logo teria que lhe ceder o lugar, e o sábado ser santificado.” — Citado em “Life of Martin Luther in Pictures”, p. 147.

O ensino oficial da Igreja Luterana, em seu “Confisson de Foi d’Augsburg” (Confissão de Fé de Augsburgo), assim declara:

“A observância do Dia do Senhor (domingo) não assenta em nenhum mandamento de Deus, mas sim na autoridade da Igreja. (…)

“Eles (os Católicos) alegam que o sábado foi mudado para o domingo, o dia do Senhor, contrariamente o Decálogo; como é evidente, não existe exemplo algum de maior jactância do que a mudança do sábado. Grande, dizem eles, é o poder e autoridade da Igreja (Católica), visto haver omitido um preceito do decálogo, alterando os mesmos.” — Em “Augsburg Confession of Faith”, art. XXVIII. Ver Philip Schaff, “The Creeds of Christendom” (ed. 4), vol. 3, p. 63 e 64, tradução da parte 2, art. 7, “Do Poder Eclesiástico”, da Confissão de Fé de Augsburgo. (O artigo 28 da Confissão é o art. 7 da parte 2). Citado em “Cox’s Sabbath Manual”, p. 287. Grifos acrescentados.

O Dr. Philip Schaff, teólogo e historiador eclesiástico, declara sobre a “Confissão de Augsburg”:

“A Confissão de Augsburgo foi a primeira e a mais famosa das confissões de fé evangélica. Ela expressou clara e totalmente, de forma sistemática, os principais artigos de fé pelos quais se batiam Lutero e seus companheiros havia já treze anos, desde o protesto levantado contra o tráfico das indulgências. Pelos seus méritos intrínsecos e suas origens históricas, ela tomou-se o principal padrão doutrinário da Igreja Luterana. (…) Excluindo-se o prefácio e o epílogo, a Confissão consiste de duas partes, uma positiva e dogmática, outra negativa e um tanto polêmica, ou melhor, apologética. A primeira refere-se principalmente a doutrinas, a segunda a cerimônias e instituições. A primeira parte apresenta em vinte e um artigos… as doutrinas defendidas pelos evangélicos luteranos. A segunda parte rejeita em sete artigos os abusos de Roma que foram considerados mais objetáveis e que foram realmente corrigidos pelas igrejas luteranas.” — Em “History of the Christian Church”, vol. 7, p. 707–713. Philip Schaff foi presidente da comissão revisora da Bíblia em Inglês e editor da versão americana da Enciclopédia de J. Herzog. (J. N. Andrews e L. R. Corandi, “The History of the Sabbath”. p. 836).

9) Como poderíamos resumir todo o ensinamento luterano que vimos até agora?

A — A universal e eterna lei de Deus é sistematizada e expressa para o homem na forma dos Dez Mandamentos, também universais e eternos, que prosseguem válidos e vigentes como norma de conduta cristã. Tal fato sempre foi oficialmente reconhecido por doutíssimas autoridades em Teologia do presente e do passado, pertencentes às mais diferentes denominações, e é o que tradicionalmente constituiu o pensamento geral de toda a cristandade.

B — A lei divina nas Escrituras se apresenta com preceitos morais, cerimoniais, civis, etc., sendo que a parcela cerimonial, por ser prefigurativa do sacrifício de Cristo, findou na cruz, mas os mandamentos de caráter moral prosseguem válidos e vigentes para os cristãos.

C — Dentro do Decálogo há o quarto mandamento estabelecendo que um dia inteiro entre sete de descanso deve ser santificado a Deus, princípio este que fora instituído na fundação do mundo para benefício do homem no Éden e deve ser mantido pelos cristãos hoje.

D — Jesus não transgrediu o quarto mandamento, muito pelo contrário, Ele pretendia reformar sua observância de acordo com a essência do princípios sabático e em nenhum lugar da Bíblia consta a informação de que o sábado foi substituído do sétimo dia para o primeiro da semana.

10) O que deve fazer o cristão, numa demonstração prática de sabedoria e amor a Deus?

“Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos. (…) Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado de Meu Pai, e Eu o amarei, e Me manifestarei a ele.” (Jo.14:15,21)

11) Diante de tudo o que foi apresentado, qual deve ser a posição de cada ovelha do rebanho da Igreja Luterana?

A Bíblia Viva registra Tiago 4:17 da seguinte maneira:

“Lembrem-se também de que, saber o que deve ser feito e não fazer, é pecado.”

12) Como cristão sincero, nascido de novo pelo sangue de Cristo, qual vai ser a sua resposta ao Senhor Jesus?

A escolha é totalmente sua!

“Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” (Ap.14:12)


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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Khwey em Dom 19 Dez 2010, 12:14 pm

Eduardo escreveu:
Khwey escreveu:Mas esta questão sobre o entendimento da lei não divide cristãos, com a exceção dos adventistas, e dos que adoram dízimos, porque isto é uma coisa de judeu, que não é cristão, tal como entendemos esta palavra.
Ledo engano. Todas as igrejas reformadas e a grande maioria das igrejas históricas defendem a vigência da Torá. A quem você pensa que engana ? Só os tolos acreditam em você, Khwey. Só os tolos. Vejamos alguns exemplos de igrejas que defendem a vigência da Torá:

—> Assembléia de Deus
—> Igreja Presbiteriana
—> Igreja Batista
—> Igreja Luterana
—> Igreja Metodista
—> Igreja Congregacional
—> Igreja Anglicana/Episcopal
—> Igreja Católica


Então estas daí defendem a vigência da torá??? hummm

Diga-nos:

Então logicamente todas estas daí guardam o sábado, não comem carne de porco, etc, torá, etc.

Correto???
oh my

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Eduardo em Dom 19 Dez 2010, 1:07 pm

Elas defendem a vigência dos Dez Mandamentos,
substituindo o sábado pelo domingo.


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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Khwey em Dom 19 Dez 2010, 1:17 pm

Eduardo escreveu:Elas defendem a vigência dos Dez Mandamentos,
substituindo o sábado pelo domingo.

Mas a torá tem o sábado como lei, e não o domingo!!!


A propósito, segundo a correta interpretação da bíblia, defender a vigência da torá significa defender dez mandamentos?

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por David de Oliveira em Dom 19 Dez 2010, 2:55 pm

Mas o que é isso!!! Esses ASD estão pulando o corguinho!
Mas virou moda despejar a internet nesse fórum!!! Já não aguento mais!


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Eduardo em Dom 19 Dez 2010, 3:20 pm

Khwey escreveu:
Eduardo escreveu:Elas defendem a vigência dos Dez Mandamentos,
substituindo o sábado pelo domingo.
Mas a torá tem o sábado como lei, e não o domingo!!!
Correto, ensine isso a eles.


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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Khwey em Dom 19 Dez 2010, 4:36 pm

Eduardo escreveu:
Khwey escreveu:
Eduardo escreveu:Elas defendem a vigência dos Dez Mandamentos,
substituindo o sábado pelo domingo.
Mas a torá tem o sábado como lei, e não o domingo!!!
Correto, ensine isso a eles.

O ensino é para você, que os considera como cumpridores da torá, razão de ter feito uma lista de quem defende os dez mandamentos. oh my

A frase do dia:

"Todas as igrejas reformadas e a grande maioria das igrejas históricas
defendem a vigência da Torá. A quem você pensa que engana ? Só os tolos
acreditam em você, Khwey. Só os tolos."

Então, primeiramente você afirma que todas as igrejas reformadas e a grande maioria das igrejas históricas defendem a torá, porém você diz
que alguma coisa tem que ser ensinada a elas: É para guardar o sábado e não o domingo.

Seriam problemas com a interpretação, tal como eu antes havia colocado???


E eu é que sou o enganador?

Torá... Dez mandamentos...
hummm

A propósito, segundo a correta interpretação da bíblia, defender a vigência da torá significa defender dez mandamentos?

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por David de Oliveira em Dom 19 Dez 2010, 7:56 pm


Doutrina de instituição é isso aí!!! Não adianta ir contra, já estão de cabeça feitas. É como se estivessem hipnotizados.


 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por Eduardo em Dom 19 Dez 2010, 8:01 pm

Já que você insiste vamos rever o que cada igreja disse:

—> Assembléia de Deus

Eis um comentário bíblico muito usado nos meios pentecostais, cujas “notas e comentários são de inteira responsabilidade da Casa Publicadora das Assembléias de Deus” (p. IV), que nos responde a questão com esta clara definição:
    “Se Jesus não veio abolir a lei, todas as leis do A.T. ainda se aplicam a nós hoje? É preciso lembrar que havia três categorias de leis: a cerimonial, a civil e a moral.
    “(1) A Lei Cerimonial diz respeito especificamente à adoração por parte de Israel (Levítico 1.2,3). Seu propósito primário era apontar adiante, para Cristo, portanto, não seria mais necessária depois da morte e ressurreição de Jesus. Mesmo não estando mais ligados à lei cerimonial, os princípios que constituem a base da adoração — amar e adorar a Deus Santo — ainda se aplicam. Jesus foi frequentemente acusado pelos fariseus de violar a lei cerimonial.
    “(2) A Lei Civil se aplicava à vida cotidiana em Israel (Deuteronômio 24.10,11). Pelo fato de a sociedade e a cultura modernas serem tão radicalmente diferentes das daquele tempo, esse código como um todo não pode ser seguido. Mas os princípios éticos contidos nos mandamentos são atemporais, e devem guiar nossa conduta. Jesus demonstrou estes princípios por meio de sua vida exemplar.
    “(3) A Lei Moral (como os Dez Mandamentos) é a ordem direta de Deus, exige uma obediência total (Êxodo 20.13), pois revela sua natureza e vontade. Assim, ainda é aplicável em nossos dias. Jesus obedeceu completamente à Lei Moral.” — Extraído de “Bíblia de Estudos e Aplicação Pessoal”, p. 1224 do Novo Testamento. Ver comentário sobre Mateus 5:17. Tradução de Almeida. CPAD — “Casa Publicadora das Assembléias de Deus”. Grifos acrescentados.


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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por David de Oliveira em Dom 19 Dez 2010, 8:14 pm

A palavra hebraica Tsedacá é erroneamente traduzida como 'caridade', mas a palavra correta que provém de tsêdek é "justiça". Ela difere da caridade pois esta é definida como "um ato de generosidade ou de auxílio a um pobre". A Tsedacá não é meramente um ato de caridade: toda vez que alguém proporciona satisfação a outros - mesmo aos ricos - com dinheiro, comida ou palavras reconfortantes, ele cumpre esta mitsvá!

Este é um dos 613 preceitos dados por D’us no Monte Sinai ao povo judeu
.

Isto foi tirado de um site judeu ortodoxo.
Essa divisão (lei disso, lei daquilo) das 613 lei dadas por Deus no Munte Sinal é por canta e risco dos ASD. Não houve essa divisão originalmente, mas para a adaptação dessas heresias, foram criadas essas divisões.


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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

Mensagem por papista em Dom 19 Dez 2010, 8:37 pm

Por isso que eu sempre debato com os adventistas. Quem fez a divisão da lei em moral, civil, etc... foi a ICAR.

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Re: por que o cristianismo é tão dividido?

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