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Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

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Interroga??o Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Ornélio Hinterholz Junior em Seg 25 Out 2010, 5:28 pm

"Se este livro funcionar do modo como espero, os leitores religiosos que o abrirem serão ateus quando o terminarem", diz ele no prefácio — não sem reconhecer sua presunção. Dawkins admite que dificilmente convencerá os fiéis recalcados, mas quer, pelo menos, atingir aqueles que crêem por inércia e fazê-los assumir o ateísmo com orgulho. O tom é de quem quer mesmo mudar o mundo.

Será que os cristãos continuam cristãos depois de lerem esse livro?

Seria melhor comprar o livro, obviamente, porém para quem não tem dinheiro e quer fazer esse desafio de resistência a fé pode baixar o livro nesse site
http://www.4shared.com/document/vP_7q0g_/Richard_Dawkins_-_Deus_um_Delr.htm

Depois de ler, se gostar do livro COMPRE, NÃO INCENTIVE A PIRATARIA!!!

NÃO É NECESSÁRIO ACREDITAR EM DEUS PARA SER HONESTO!!!!

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por oliveira leite em Seg 25 Out 2010, 5:52 pm

Perco meu tempo não irmão

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por lucas oliveira em Seg 25 Out 2010, 6:00 pm

Leia O Delírio de Dawkins.

Excelente leitura positivinho

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por silvamelo em Seg 25 Out 2010, 6:50 pm

Engraçado... Você trás a sua bíblia aqui para nós lermos e para fazer proselitismo dentro da nossa casa. :roll2:

Entenda uma coisa: Ateu nenhum, por mais inteligente que seja, jamais conseguirá comprovar coisa alguma a favor do ateísmo. Vocês, seguidores desse sujeito aí, insistem em colocar o nosso Deus no mesmo patamar das deidades pagãs e, depois de terem feito isso, crêem poder demonstrar a inesistência do nosso Deus... Usam técnicas apuradas e excelente estratégia para demonstrar uma mentira... Puro desconhecimento da Palavra de Deus e do Poder de Deus!

Olha essa técnica descarada estampada bem no início da obra, quando o sujeito diz que "dificilmente convencerá os fiéis recalcados" numa manobra sagaz para induzir os frágeis fieis a concordarem com as idéias dele, mexendo com o brio de quem vai começar a ler. Isso é sujo! Se ele tem uma boa teoria nem precisava disso...

A intimidação continua quando, em seguida, ele enaltece a obra, dando lhe uma roupagem de "estudo respeitável", num claro objetivo de influenciar o leitor antes mesmo de começar a leitura:

"Para tal, o biólogo usa argumentos contundentes e muito bem embasados para questionar a tese do design inteligente e a própria existência de Deus."

Arrogência, prepotência e burrice! Quem é mesmo o recalcado? oh my

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Cal em Seg 25 Out 2010, 9:02 pm

Primeiro, nenhum ateu afirma que o livro de Dawkins seja uma espécie de Biblia inquestionável, os méritos das alegações do livro devem se manter ou cair por seus próprios méritos e não do autor.

Segundo, fica inescapavel da acusação de preconceito todos aqueles que julgam algo sem conhecer, aqueles que não leram o livro não possuem respaldo para criticá-lo.

Terceiro, e digo pelos ateus que costumam postar aqui, não somos ignorantes em relação a Biblia.

E por fim gostaria que vocês criticassem trechos do livro em aspectos especificos do mesmo modo que discutimos as minúcias dos textos bíblicos ao invés de fazerem acusações vagas de ¨¨Arrogância, prepotência e burrice¨¨.


A verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade.

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Eduardo em Seg 25 Out 2010, 9:50 pm

“Deus, um Delírio” – Crítica

Como eu assumi a postura de um religioso que utiliza o ceticismo na investigação das alegações neo-ateístas, era indispensável que eu conhecesse o livro “Deus, Um Delírio”, de Richard Dawkins, que é a principal influência do movimento neo-ateísta.
Essa lacuna foi eliminada após a leitura completa da obra.
Ao conhecer o livro, entende-se por completo o raciocínio de Dawkins na questão dele contra a religião, e também o modus operandi dos ateus radicais doutrinados por sua obra.
É evidente que Dawkins é o líder de gente como Dennett, Harris e Hitchens, até por que as idéias que estão no livro (que é de 2007) já haviam sido abordadas em obras anteriores do autor e principalmente no documentário “A Raiz de Todo o Mal”, feito em 2006, para a BBC. O termo “The Four Horsemen” é inadequado, até. O justo seria: “A horsemen and three horses”.
Em “Deus, Um Delírio”, Dawkins abre sua caixa de ferramentas.
Para o cético, o serviço fica muito fácil
Faço aqui mais ou menos como James Randi fazia.
Randi investigava Uri Geller, e daí já refutava por tabela vários outros médiuns, que apenas seguiam a Geller. No caso de Dawkins é a mesma coia: o restante basicamente segue-o.
Avaliação Geral
Como um todo, o livro de Dawkins é bastante irracional, e isso é algo que sempre suspeitei.
Ele se constitui basicamente de um conjunto de estratagemas, com um objetivo muito claro de difusão de ódio à religião e aos religiosos.
Aliás, estou montando uma agenda do neo-ateísmo (para auditar textos deles, e publicarei aqui em breve), e grande parte dela pode ser retirada dos objetivos deste livro. No mínimo, 75% da agenda sai dele.

Dawkins não esconde suas intenções


  • 1) ele expande o darwinismo para uma coisa muito além do que realmente a teoria é – ele não quer só explicação das espécies, mas também usá-la para explicar todo o comportamento humano e toda a cultura;
  • 2) ele entende que a religião é o grande mal do mundo e, para levar isso à frente, ele pratica difamação, aliado a estratategemas, fraudes intelectuais e distorção de informações;
  • 3) para dar sustentação ao item 2, ele faz a seleção de todas as amostras negativas possíveis que ele possa encontrar de religiosos, fala SOMENTE delas (ele simplesmente ignora os bons exemplos), e afirma que estes religiosos é que são o PADRÃO dos religiosos, e, por isso, a religião seria má;
  • 4) ele não incomoda de usar raciocínios de auto-ajuda – ele não tem vergonha na cara e diz que “o livro pode mudar sua vida”, exatamente como os gurus de auto-ajuda fazem. Aliado a essas técnicas, há um forte componente de lavagem cerebral, principalmente nos 3 capítulos finais;
  • 5) O componente de apelo emocional é o principal item de demonização do oponente (religiosos, religião).
Como exemplo do item 5, o capítulo 9 é escrito de tal forma apelativa, falando de crueldades contra crianças em nomes da religião (uma amostra seletiva, novamente), que, se uma pessoa tiver a cabeça fraca, vai comprar a causa de Dawkins tranquilamente. O objetivo de tamanha apelação emocional é justamente fazer o leitor se sentir com RAIVA da religião e dos religiosos, mas, como já disse, é tudo obtido com a amostra seletiva, e distorção das informações.
Ele apresenta esses exemplos e não tem pudor ao dizer algo como: “esta é a mente religiosa”.
Como é o livro de maior desonestidade intelectual talvez já editado, ele será inteiramente refutado nesta seção (Index Reverso). Ao todo serão 25 a 30 artigos refutando partes de cada capítulo (só o capítulo 5 merecerá quase 10 artigos), publicadas ao longo dos próximos meses. No data de publicação desta crítica, um dos artigos já foi publicado (visualizar link).
Abaixo segue uma breve análise dos 10 capítulos de “Deus, Um Delírio”:
1 – Um descrente profundamente religioso
O titulo basicamente fala de Einstein. Dawkins tenta defender Einstein de acusações de que ele era religioso.
O objetivo de Dawkins é impedir que os religiosos usem o “santo nome de Einstein em vão” quando falarem de religião.
Em seguida, o autor defende sua tese de que não se deve respeitar a religião.
Por exemplo, o argumento é mais ou menos assim: se alguém que não trabalha no sábado por sua religião, não deveria ter esse direito respeitado caso fosse convocado para trabalho oficial voluntário nesta data. Motivo: se é religião, não merece respeito. Se alguém tem um valor, oriundo da religião, isso seria irrelevante.
Outro exemplo é quando Dawkins ofende diretamente os religiosos.
Dawkins faz isso pois diz que não se deve respeitar a religião.
O capítulo é todo para isso, talvez como preparação para a lavagem cerebral que virá a frente, em especial após a primeira metade do livro.
2 – A Hipótese de que Deus existe
Aqui ele chama a existência de Deus de hipótese científica sobre o universo, e portanto deve ser analisada com o mesmo ceticismo científico que qualquer outra teoria.
Esse capitulo é nitidamente todo baseado em uma ignorância completa de Dawkins quanto ao conceito de Deus para os religiosos. Pois nós não consideramos Deus como uma hipótese, mas sim um princípio, assim como na ciência consideramos que as leis da física valem em todo o unvierso. Isso não é hipótese científica, é um princípio, e não é discutido nos mesmos termos em que se discute uma teoria científica.
Se alguém não aceita os princípios da ciência, isso é um direito que lhe cabe, mas a pessoa será um ignorante em relação à epistemologia e ciência. Se alguém não aceita Deus, o máximo que será é um ignorante com relação à teologia, religião e Deus.
Só para se ter uma idéia do baixo nível deste capítulo, a base é dizer que Deus é hipótese científica, e aí citará o politeísmo e o monoteísmo, para dizer que é tudo a mesma coisa. Dawkins apela de novo e diz que os pais fundadores da América estariam com vergonha da nação ser cristã.
Ele também critica o MNI (Ministérios Não Interferentes), tese defendida por Stephen Jay Gould, e não sobra tolerância nem para o agnosticismo.
3 – Argumentos contra a existência de Deus
O nível de limitação intelectual do capítulo anterior prossegue neste, em que Dawkins, mesmo sem nenhum conhecimento filosófico, tenta refutar argumentos sobre a existência de Deus.
Aí ele apela para tudo, citando o argumento das cinco vias de São Tomás de Aquino, e diz refutá-lo. Só que ele usa uma manipulação de texto, e troca “aquilo que chamamos de Deus”, por “é Deus” para só então fingir que refutou. Ou seja, Dawkins não refutou nada.
Em seguida, ele exagera o argumento de Anselmo, e tenta dizer que o argumento era para provar a existência de Deus, quando na verdade Anselmo sequer ambicionou a isso, e sim ele queria mostrar que a concepção de Deus era razoável do ponto de vista lógico.
O restante vai nesse mesmo nível.
Todo esse tipo de manipulação é a base deste capítulo, em que a tônica, além dos erros de lógica de Dawkins, é o uso de ofensas contra teólogos, e até a tentativa de banalização do termo.
Por exemplo, várias vezes ele cita verbetes da Enciclopédia Católica, interpreta-os erradamente, de propósito, e diz que isso é fruto da “mente teológica”.
4 – Por que quase com certeza Deus não existe
O capítulo menos pior do livro, mas só se considerarmos a primeira metade dele.
A idéia do capítulo é tentar provar que Deus não existe.
Ele começa defendendo a teoria da evolução, em oposição ao criacionismo. Embora ele exagere quando fala do design inteligente (que ele chama de criacionismo), em geral essa primeira parte do capítulo 4 é razoável, e ele apresenta bons argumentos a favor da teoria da evolução.
O mesmo não pode ser dito do que vem daí para a frente, pois é onde ele tenta usar a cosmologia, e principalmente a teoria do multiverso, para dizer que provavelmente Deus não existe.
Sabem qual a lógica do Dawkins? Um criador para o universo teria que ser muito complexo, portanto a explicação seria qualquer outra menos essa. É mole?
Nunca é demais citar a refutação que William Lane Craig fez para esse “argumento” do Dawkins.
No geral, o capítulo merece nota 5, sendo 10 pelas explicações dele sobre teoria da evolução (ele fez a lição de casa certinho), e 0 (zero) pelo argumento geral de que Deus provavelmente não existe.
5 – As Raízes da Religião
Se no capítulo 4 Dawkins derrapa no final, apesar de um bom começo, este capítulo é 100% errado.
O objetivo é tentar explicar a religião pela perspectiva do Darwinismo, o que, de cara, já é uma charlatanice, pois o darwinismo não foi feito para isso. O objetivo do darwinismo é a explicação do surgimento das espécies, pelo processo de seleção natural.
Dawkins começa apelando para vender a idéia de que a explicação tem que ser pelo darwinismo. Ele não oferece nenhum argumento sólido para isso, apenas demonstra a expressão de sua vontade.
Em seguida, ele vai se utilizar de suas 3 teorias pseudo-científicas (gene egoísta, fenótipo extendido e memética), além de abordar algo da sociobiologia, que é outra picaretagem – esta última a cargo de E. O. Wilson, também ateu radical.
Outros autores mencionados são Steven Pinker e Daniel Dennett, sendo este o braço direito de Dawkins.
Quer dizer, nesse capítulo ele só cita vigaristas.
O resultado é uma abordagem repleta de falhas, contradições, ausência de provas e chutes confessos. Por exemplo, Dawkins conclui que a religião é um “subproduto de uma outra coisa”, mas nunca explica o que é essa outra coisa.
Ele ainda tenta abordar a suposta vantagem biológica da religião, mas não consegue sequer dimensionar tal vantagem.
O resultado é cômico.
O desastre científico é tão grande que este capítulo merecerá um conjunto de 10 artigos de refutações.
6 – As raízes da Moralidade: por que somos bons?
Se no capítulo anterior, Dawkins assumiu como uma POSSIBILIDADE de explicar a religião através da idéia de que ela tornaria os homens “bons” (estranho, pois para mim religião é para muito mais que isso), ele toma isso como premissa, mas vai tentar demonstrar que a moralidade não se originou da religião, e sim através de uma história evolutiva.
Aliás, já notaram a obsessão de Dawkins pelo darwinismo?
Ele reduz tudo à algo que é ou não uma vantagem, para garantir maior chance de “sobrevivência”.
Ele faz o mesmo com a moralidade, tentando usar exemplos de animais que teriam comportamentos altruístas.
O problema é que ele não explica o altruísmo em si, e sim uma empatia BÁSICA que existe entre as espécies animais, mas que não possui praticamente nada dos atributos do altruísmo existente na espécie humana civilizada e dotada da cultura religiosa.
Por fim, ele pergunta: “Se Deus não existe, por que ser bom?”, o que é uma falácia do espantalho em cima de uma argumentação religiosa de que sem a religião a SOCIEDADE não teria os valores morais que possui.
Como sempre, ele faz aqui mais citações a expansões do darwinismo, mas todas pseudo-científicas.
E pior, ele não consegue explicar a moral humana.
7 – O Livro do “Bem” e o Zeitgeist moral mutante
O objetivo deste capítulo é patético: Dawkins teria assumido, segundo ele, que um dos motivos para o homem possuir religião é para querer ser bom (capítulo 5), e que a moralidade não vem da religião, mas sim de um processo darwinista (capítulo 6).
Aqui, ele se supera e tenta respaldar o capítulo anterior, mostrando que a moral humana vem de QUALQUER OUTRA fonte, menos os escritos religiosos.
Motivos para isso: ele cita algumas passagens da Bíblia, como as narrativas de Abrãao, Moisés, encontra relatos de guerras, violência, e ASSUME que isso é o paradigma moral DEFENDIDO pela Bíblia.
Sem dúvida, um campeão da desonestidade intelectual ou ignorância infantil. Talvez um misto dos dois.
A burrice de Dawkins é tamanha que ele não percebeu que as histórias de Abrãao e Moisés ENSINAM valores às pessoas, mesmo em narrativa sobre pessoas que viveram em períodos de guerra e violência, mas em nenhum momento a Bíblia diz que é para o leitor SAIR COMETENDO violência.
Só que, ao assumir essa interpretação, ele afirma que se fosse para o ser humano seguir a Bíblia CORRETAMENTE (sim, ele parece querer ser consultor em teologia também), o resultado seria um desastre.
Ele até diz que os genocídios de Hitler e Stalin parecem-se com os genocídios descritos na Biblia.
Mais uma: ele afirma que Stalin era ateu e cometeu vários crimes. Mas diz que os crimes não foram em nome do ateísmo.
Notem a noção de moral do Dawkins: um crime só é um problema se for feito por religiosos. Aí ele diz que o crime ocorreu por causa da religião, ou ao menos que a religião tem alguma culpa no cartório. Mas se é um ateu que faz, ele diz algo como “ah, mas não foi em nome do ateísmo”. Sim, você não leu errado. Repito: Em todo o livro, ele SÓ CONDENA crimes que tenham sido cometidos por religiosos. Nas raras vezes que existe a citação de um crime cometido por ateu, lá vem a frasesinha padrão: “mas não foi em nome do ateísmo”.
Conclusão: Dawkins não possui moral alguma.
Se Dawkins não possui moral, como pode sequer dialogar sobre ela?
8 – O que a religião tem de mau? Por que ser tão hostil?
A partir do capítulo 8, Dawkins pega mais pesado, e larga toda e qualquer abordagem lógica (que já era pouquíssima).
O objetivo dele é mostrar por que a religião é má, e inclui exemplos como o criacionismo, etc. Quer dizer, ele novamente tenta a falácia da generalização apressada. Na lógica dele, se o criacionismo é uma subversão da ciência, então toda a religião é subversão da ciencia. Portanto, é má.
Um exemplo é quando ele narra a história de um sujeito que largou a pesquisa científica, para ser um religioso baseado em interpretação literal. Dawkins cita o caso como patético, mas diz que isso é REGRA entre os religiosos.
Ignora ele, claro, que a maioria dos religiosos não interpreta a bíblia de forma 100% literal, portanto não haveria problema em conciliar ciência com religião.
De forma mais apelativa ainda, ele extende para as citações ao seu vídeo “A Raiz de Todo o Mal”, e cita o reverendo Paul Hill, que foi condenado à morte por matar um médico da clínica de aborto. E em seguida, entrevista o amigo de Paul, Michael Bray.
Sabem a constatação de Dawkins?
Não havia problema nem com Hill e nem com Bray, e sim com a RELIGIÃO.
Como se vê, o objetivo do capítulo é só distorção e manipulação.
9 – Infância, Abuso e Fuga da Religião
A base deste capítulo é a seguinte: dizer que as crianças que são chamadas de “crianças católicas” ou “crianças judias” na verdade são crianças de pais católicos e crianças de mães judias, já que, segundo ele, as crianças não tem discernimento para optar por uma religião.
A lógica de Dawkins é a de que os pais não podem ensinar os seus valores para os filhos.
Quer dizer, podem, MENOS que sejam valores religiosos.
É quase igual uma campanha homossexual que surgiu na Europa pedindo que a criança não fosse ser rotulada de heterossexual, pois na infância ela não decidiu ainda se vai ser heterossexual ou homossexual.
Dá para notar que a proposta de Dawkins é facilmente refutável, pois não há parâmetros pelos quais ele justifique o fato de que os pais não podem passar os seus valores aos filhos.
Como não tem argumentos, ele conta uma série de histórias até assustadoras (por causa do apelo emocional), mas que são excessões dentro da religião.
Como o caso do garoto que foi tirado de seus pais judeus após ser batizado como católico, em 1860.
Casos como esses não ocorrem a granel por aí.
Mas, para Dawkins, ocorrem, pois isso É RELIGIÃO.
10 – Uma Lacuna Muito Necessária?
Esse é o fecho do livro, em que parece que já faltava assunto ao autor (no total, são mais de 450 páginas). Aqui ele divide o capítulo em 4 partes.
Uma tentando associar Deus aos amigos imaginários, das crianças. Claro que para isso ele sequer consegue sustentar sua alegação, mas para Dawkins isso não importa, desde que ele consiga inserir alguma difamação em sua pregação.
Outras duas partes são aquelas em que ele cita a religião como “consolo” e “inspiração”, respectivamente, e questiona ambas. De novo, uma definição muito restrita de religião, pois dizer que religião é para esses dois motivos também é uma abordagem muito simplória (entre os objetivos principais da religião está o auto-conhecimento ESPIRITUAL do ser humano, e o estudo de sua própria consciência em união em alinhamento com a vontade divina – Dawkins sequer abordou esses aspectos, o que é esperado, pois ele não conhece).
Para finalizar, ele cita que a ciência pode substituir a tudo isso, e portanto nada é mais belo que a ciência, e que não é necessário ter nenhuma outra experiência espiritual além de olhar para o universo e blá blá blá… Em suma, a mesma ladainha de Carl Sagan.
Nada contra admirar a ciência, mas assim como Sagan, Dawkins dá uma visão DESLUMBRADA de ciência, que não corresponde ao que a ciência realmente é.
O capítulo 10, cheio de apelos emocionais e dramalhões, é basicamente para fechar o conceito de Dawkins, que é: “religião não presta, troque-a pela ciência/ateísmo”.
Conclusão
Livro que só pode servir como “estudo” para pessoas facilmente sugestionáveis. Há vários componentes de auto-ajuda e principalmente lavagem cerebral. Após ler o livro, se um ateu for facilmente impressionável e tiver mente fraca, vai sair rapidamente pregando as palavras do autor. Curiosamente, depois de ler o livro (fiz em média 3 a 4 anotações por pagina), nota-se que o discurso de quase todos os neo-ateus é emulado diretamente a partir do livro. Logicamente, a obra é toda inconsistente. Não tem valor como trabalho filosófico ou científico. Em relação à religião, fica evidente que Dawkins não a conhece, portanto ainda não sabe como duelar com seus adversários. Talvez isso explique por que ele está fugindo de debates com o William Lane Craig.

Escrito por lucianohenrique

Abaixo segue refutação da obra.

Deus, um Delírio – Os Prefacios da Baixaria 1
– Rejeição à crença na crença e erros sobre fundamentalismo



Última atualização: 26 de outubro de 2009
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Se você já leu, neste blog, a crítica ao livro “Deus, Um Delírio”, de Richard Dawkins, poderá talvez se interessar em conhecer profundamente todos os erros e bizarrices contido em tal obra.
Nesse texto, comentarei parte das esquisitices cometidas no “Prefácio à Edição de Bolso”, que está na mais recente edição do livro. Não comentarei o segundo Prefácio, pois ele aborda todos os temas deste no decorrer dos capítulos do livro (que serão criticados aqui também, em seu devido tempo).
Dawkins começa criticando aqueles intelectuais que “acreditam na crença”.
Essa idéia veio de Daniel Dennett, e Dawkins apenas faz uma emulação dela.
Quem “acredita na crença”, segundo a dupla, é alguém que mesmo não tendo uma crença, consegue respeitá-la.
Notem o que Dawkins escreve:
[...] um número desconcertantemente grande de intelectuais “acredita na crença”, embora não tenham eles mesmos a crença religiosa. Esses fiéis de segunda mão são frequentemente mais zelosos que os originais, o zelo inflado pela tolerância simpática: “Ora, não tenho a mesma fé que você, mas respeito-a e me solidarizo com ela” [...] “Sou ateu, mas…” A continuação é quase sempre inútil, niilista ou – pior – coberta por uma negatividade exultante.
A crítica de Dawkins é explícita: o respeito à crença de outrém é um erro.
Ele chega a chamar estas pessoas de “fiéis de segunda mão”.
Seria o mesmo que chamar alguém que não é Administrador de Empresas, mas respeita a profissão, de um Administrador de Empresas de segunda mão. Ou alguém que não é casado, mas respeita o casamento, de um casado de segunda mão.
Como se vê, falta lógica a Dawkins em sua tentativa pífia de xingamento.
Além do mais ele afirma que a tolerância em si destes “fiéis de segunda mão” traria mais ZELO do que os “fiéis originais”.
Particularmente acho difícil, mas se Dawkins trouxesse alguma evidência disso, a coisa ficaria mais clara.
Só que Dawkins não traz NENHUMA evidência a seu favor. Assim fica difícil.
A conclusão também é bizarra, pois ele diz que a afirmação “Sou ateu, mas…” acaba trazendo uma “negatividade”.
Claro que não, pois em muitos casos afirmar que não se é parte de algo e incluir um “mas” pode simplesmente significar que esta pessoa queira afirmar que mesmo diferente, respeita o outro.
Qual a negatividade, por exemplo, em dizer que “não se é gay, mas respeita os homossexuais”?
Dawkins não consegue sustentar nenhum argumento em favor de que incluir o “mas” seja algo intrinsecamente negativo.
O começo, como pode se notar, mostra que Dawkins mais usa o instinto do que a razão para escrever.
Mais pífio ainda é o seguinte:
[...] a maioria de nós desqualifica sem problemas as fadas, a astrologia e o Monstro Espaguete Voador, sem precisar afundar em livros de teologia pastafariana, e assim por diante [...]
Isso foi escrito em complemento a um texto de um amigo de Dawkins, PZ Myers, que teorizou ironicamente a respeito do seguinte: para Myers (assim como para Dawkins) não é preciso ter conhecimento de uma área para criticá-la.
Em seguida ele afirma que muitos “desqualificam” as fadas, a astrologia e o Monstro Espaguete Voador.
Ridículo, claro, pois muitos sequer PRESTAM ATENÇÃO à existência de tais entidades.
Muito diferente de Richard Dawkins, que PRESTA EXCESSIVA ATENÇÃO (embora não aprenda nada sobre) a Deus.
Qualquer que seja a relação de um religioso ou ateu tradicional com as fadas, a astrologia e o monstro espaguete voador, ela não possui nenhum componente de OBSESSÃO assim como é a relação de Dawkins com Deus.
Em relação à essas entidades, os religiosos simplesmente as IGNORAM.
A desculpinha de Dawkins, portanto, é inútil.
Deve-se notar, também, a ignorância do autor ao citar ao fato das pessoas não se “afundarem” a respeito da “teologia pastafariana” (a do Monstro Espagueti Voador).
Como se afundar em algo que sequer existe?
Seria impossível estudar textos que não existem, até por que o Monstro Espagueti Voador não passa de piadinha. Não há estudo teológico sobre piadinha.
E, de novo, não fazemos campanha contra o Monstro Espaguete Voador.
Simplesmente o desprezamos. Como fazemos com qualquer piadinha infantil.
A seguir, Dawkins justifica a sua “ferocidade” contra os religiosos afirmando que os religiosos “fanáticos” são maioria.
Vejam:
Se o predomínio fosse só dessa espécie sutil e amena de religião, o mundo sem dúvida seria um lugar melhor, e eu teria escrito outro livro. A melancólica verdade é que esse tipo de religião decente e contido é numericamente irrelevante. Para a imensa maioria de fiéis no mundo todo, a religião parece-se muito com o que se ouve de gente como Robertson, Falwell ou Haggard, Osaba bin Laden ou o aiatolá Khomeini. Não se trata de testas-de-ferro; são todos influentes demais e todo mundo hoje em dia tem de lidar com eles.
Mas que **censurado** é essa?
O sujeito afirma que defende a razão e o ceticismo e vem afirmar que “a imensa maioria dos fiéis” é radical ou fanática e não traz NENHUMA amostragem estatística disso?
A irracionalidade está, portanto, na alegação de Richard Dawkins.
Por enquanto, o autor inglês não comprovou a “imensa maioria”.
Mas a obra prima da irracionalidade do pensamento de Dawkins vem no próximo parágrafo. A quantidade de estultíces é tão grande que não é possível analisar o parágrafo sem apontar, com números, os pontos contestáveis em seu argumento. Dessa forma, incluí os números entre colchetes para facilitar o acompanhamento.
Divirtam-se quando Dawkins comenta sobre o questionamento sobre ele ser também um fundamentalista:
Não, por favor, é fácil demais confundir uma paixão capaz de mudar de opinião com fundamentalismo, coisa que nunca farei [1]. Cristãos fundamentalistas são apaixonadamente contra a evolução [2], e eu sou apaixonadamente a favor dela. Paixão por paixão, estamos no mesmo nível. E isso, para algumas pessoas, significa que somos igualmente fundamentalistas [3]. Mas, parafraseando um aforismo cuja fonte eu não saberia precisar, quando dois pontos de vista contrários são manifestados com a mesma força, a verdade não está necessariamente no meio dos dois [4]. É possível que um dos lados esteja simplesmente errado. E isso justifica a paixão do outro lado [5]. Os fundamentalistas sabem no que acreditam e sabem que nada vai mudar isso [6]. A citação de Kurt Wise, na página 366, diz tudo: “[...] se todas as evidências do universo se voltarem contra o criacionismo, serei o primeiro a admiti-las, mas, continuarei sendo criacionista, porque é isso que a Palavra de Deus parece indicar. Essa é a minha posição”. A diferença entre esse tipo de compromisso apaixonado com os fundamentos bíblicos e o compromisso igualmente apaixonado de um verdadeiro cientista [7] com as evidências é tão grande que é impossível exagerá-la [8]. O fundamentalista Kurt Wise declara que todas as evidências do universo não o fariam mudar de opinião. O verdadeiro cientista, por mais apaixonadamente que “acredite” na evolução, sabe exatamente o que é necessário para fazê-lo mudar de opinião: evidências [9]. [...] Cunho aqui minha própria versão contrária ao manifesto de Kurt Wise: “Se todas as evidências do universo se voltarem a favor do criacionismo, serei o primeiro a admiti-las, e mudarei de opinião imediatamente[...] Minha paixão baseia-se nas evidências. A deles, que ignora as evidências, é verdadeiramente fundamentalista”. [10]
1 – Começou mal, pois a afirmação “coisa que nunca farei” não prova absolutamente nada. É uma evidência anedota. O fundamentalismo é observado a partir de comportamento, e não por declaração do que se fará. Outra coisa: talvez Dawkins tenha confundido fundamentalismo com fundamentalismo religioso, o que seria manipulação semântica. Notem aqui, no Wikipedia, como é possível o fundamentalismo ser secular também. Observação: o fundamentalismo, em si, não fala nada de IMPOSSIBILIDADE de se mudar uma idéia.
2 – Aqui ele afirma que cristãos fundamentalistas são apaixonadamente contra a evolução. Não há sentido nisso, pois é possível que um cristão até liberal seja contra a evolução. Por vários motivos. Um deles pode ser a absoluta falta de necessidade da pessoa lidar com a teoria da evolução, então ela poderá negá-la somente por orgulho. Algo como dizer que “o universo surgiu quando eu nasci, e vai terminar quando eu morrer e BUM”. Isso pode ser dito mesmo sem uma pessoa ser fundamentalista. Outra possibilidade é que alguém diga que é contra a evolução apenas por não conhecer a teoria da evolução. Mais uma possibilidade é que alguém negue o evolucionismo impressionado pelo falatório fundamentalista de gente como Dawkins e Dennett sobre darwinismo, e então negue isso, achando que isso representa a evolução (quando, na verdade, não representa). Ou seja, existem vários motivos que podem levar à negação da evolução sem que seja o cristianismo fundamentalista.
3 – A questão é que realmente são fundamentalistas da mesma forma, considerando o fundamentalismo como aderência ESTRITA a princípios de uma doutrina, ideologia, etc.
4 – Isso aqui não tem absolutamente nada a ver com ser ou não fundamentalista. Existindo possibilidades de acerto ou erro (como em teorias), a declaração de Dawkins é ÓBVIA, mas não implica que a paixão por qualquer uma das possibilidades teóricas seja automaticamente livre da acusação de fundamentalismo somente por isso.
5 – A conclusão não é suportada pelas premissas. Qualquer coisa pode justificar uma paixão. A declaração de justificativas de paixão é aberta, baseada em declarações de crença pessoal, e não seguem a princípios estritos de investigação. Logo, a paixão sempre se justifica por si própria. O melhor é dizer que a paixão NÃO PRECISA de justificação. E não deixa de livrar a cara de alguém ou não de acusações de fundamentalismo. É importante que Dawkins não entendeu que o fundamentalismo não é baseado em motivos subjetivos, e sim no COMPORTAMENTO observado. Ficar justificando ad aeternum os motivos ou contar historinhas como ‘ah, eu mudarei de opinião se vier evidência em contrário’ não mudam absolutamente nada a acusação de fundamentalismo de alguém.
6 – Essa declaração de Dawkins é totalmente baseada em crença pessoal dele, NÃO É VERIFICÁVEL. Até por que todo fundamentalista pode alegar que NÃO é fundamentalista, e apenas segue o que as evidências lhe dizem.
7 – A questão de “verdadeiro cientista” é uma alegação totalmente anedótica, e portanto irrelevante. O que já desqualifica o argumento de Dawkins. O método científico existe INDEPENDENTE do fato de um cientista decidir OU NÃO mudar de opinião. Vejam o exemplo de Dawkins. Não há evidências a favor da teoria da memética, e ele acredita nisso há mais de 30 anos. Crença por crença, não é crença diferente das crenças cegas e inquestionáveis de alguns religiosos mais radicais (que, convenhamos, não representam a totalidade dos religiosos).
8 – A afirmação de que é “impossível exagerar” o compromisso de um cientista é completamente falsa. Basta ver os trabalhos de Dawkins e Dennett, que exageram a teoria da evolução além de qualquer limite aceitável por alguém racional. Quanto mais Dawkins tenta se engasgar para dizer que não é fundamentalista, MAIS FICA EVIDENTE o quanto ele não possui argumentos em favor de sua tese de que ele NÃO é fundamentalista (“só os outros”, segundo Dawkins).
9 – Não há evidências de que um cientista mude de opinião quando surjam evidências em contrário. Tanto que nenhuma teoria científica possui “consenso” absoluto. Sempre há dissidentes, justamente pelo fato de que cientistas podem ficar APEGADOS às suas crenças. O exemplo em questão, que falseia a alegação de Dawkins, nem sequer seria necessário, pois depois do item [7], o argumento dele já está demolido. Mas sempre dá para dar um chutinho a mais nos castelos de areia do autor inglês.
10 – Declaração de como funcionará a mente de Dawkins ante a possíveis evidências contra sua crença são IRRELEVANTES como argumento. Não há evidências de que a paixão de Dawkins se baseie em evidências (lembrem-se que Dawkins não defende só o evolucionismo e sim um evolucionismo EXAGERADO, que inclui até sandices como gene egoísta, fenótipo extendido e memética, nem um pouco suportados por evidências).
Quer dizer, Dawkins não consegue em momento algum provar que NÃO é fundamentalista, e para piorar o COMPORTAMENTO dele é tipicamente fundamentalista.
A justificativa dele, em forma de argumento, é recheada de erros lógicos, falácias de evidência anedota e manipulações semânticas (confusão entre “paixão” com “fundamentalismo” foi a pérola-mor).
É assim que começa o prefácio da edição de bolso de “Deus, Um Delírio”.
E é importante notar: esses foram os comentários referentes somente à PRIMEIRA METADE do prefácio – quando nos adentrarmos em cada um dos 10 capítulos do livro, a quantidade de erros é até maior. É por isso que o total dos artigos de refutação à esse livro estão planejados para superar o número de 30.
Em tempo: o próximo artigo falará sobre os “consolos” alegados por Richard Dawkins para a religião. Só se forem os “consolos” para o Dawkins.

Continua ....


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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Cal em Seg 25 Out 2010, 10:20 pm

Eduardo, você colou um texto muito grande, por isso farei a análise de trechos de acordo com as respostas, além disso eu gostaria de pedir um favor a vocês, que os participantes desse tópico que tenham lido o livro expressem com suas próprias palavras suas considerações a respeito dele ao invés de se limitarem a colar links e textos de terceiros.

Começando com o trecho:

2 – A Hipótese de que Deus existe
Aqui ele chama a existência de Deus de hipótese científica sobre o universo, e portanto deve ser analisada com o mesmo ceticismo científico que qualquer outra teoria.
Esse capitulo é nitidamente todo baseado em uma ignorância completa de Dawkins quanto ao conceito de Deus para os religiosos. Pois nós não consideramos Deus como uma hipótese, mas sim um princípio, assim como na ciência consideramos que as leis da física valem em todo o unvierso. Isso não é hipótese científica, é um princípio, e não é discutido nos mesmos termos em que se discute uma teoria científica.
Se alguém não aceita os princípios da ciência, isso é um direito que lhe cabe, mas a pessoa será um ignorante em relação à epistemologia e ciência. Se alguém não aceita Deus, o máximo que será é um ignorante com relação à teologia, religião e Deus.
Só para se ter uma idéia do baixo nível deste capítulo, a base é dizer que Deus é hipótese científica, e aí citará o politeísmo e o monoteísmo, para dizer que é tudo a mesma coisa. Dawkins apela de novo e diz que os pais fundadores da América estariam com vergonha da nação ser cristã.


Primeiro, um principio na ciência não é inquestionavel como o texto sugere e não tem diferença prática em relação as teorias, querem um exemplo?
O principio que dois corpos não poderem ocupar o mesmo local no espaço ao mesmo tempo, isso foi questionado e derrubado quando se examinou a ação da matéria em circunstâncias extremas próximas da velocidade da luz quando um életron tunela por dentro de um próton.

Segundo, o autor do texto eleva arbitrariamente o dogma da crença em deus a categoria de principios da ciência como se eles fossem qualitativamente iguais, enquanto os principios da ciência se baseiam no empirismo e é passivel de refutações e adendos a crença em deus sempre se baseou na credulidade e na postura dogmática de seus defensores.

Em tempo, nem de longe eu acho o livro de Dawkins seja o melhor livro ateu já escrito mas em geral a crítica que ele recebe dos religiosos é desproporcional devido ao sucesso que ele fez.


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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Josoco em Seg 25 Out 2010, 11:01 pm

Ornélio Hinterholz Junior escreveu:"

Será que os cristãos continuam cristãos depois de lerem esse livro?


Eu continuo sendo cristão até depois da minha morte, quanto mais depois de ler um livro escrito por tolos.

Na verdade e de verdade aproveito melhor meu tempo lendo coisa que edifica e ajuda iluminar minha inteligência.

É assim mesmo, os ateus querendo ser mais ateus e que os outros se tornem ateus. Os cristão querendo ser mais cristão e desejando que a luz da verdade ilumine a mente humana.

Não sou dono da verdade mas sou filho do Dono

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por silvamelo em Ter 26 Out 2010, 12:29 am

Cal, não quis ofender você. Certamente que há ateus respeitáveis, em cujo grupo eu incluo você. Mas você há de convir comigo que tem um monte de gente por aí passando dos limites e já me deparei com você repreendendo certos ateus desse tipo algumas vezes aqui no fórum. Realmente eu não li o livro do Dawkins, mas assisti a um vídeo dele, que me deu parâmetro suficiente para fundar minha crítica sobre essa obra. Ele faz isso o tempo todo... E o exército de ateus que ele está arregimentando é uma turma de gente amargurada, de espírito dobre e de fácil comoção psicológica. Ele usa certas técnicas que me faz pensar que ele seja uma pessoa "fabricada" para esse fim (não sei se você me entendeu aqui).

É justo jogar todos os ateus no mesmo saco? Assim, também nã é justo fazer o mesmo com os religiosos, você não concorda? Então, se alguém quer trazer "estudos respeitáveis", ignorando logo de princípio essa premissa, qual a credibilidade dele???

Não entenda a minha crítica como uma generalização, pois eu já fui bastante claro por aqui sobre a minha postura em relação a isso. Entenda como uma abordagem de alguém que quer abrir os olhos daqueles que compram qualquer coisa que se lhe apresentam como verdade. Nem todos os ateus são assim, mas essa turma que Dawkins está formando está indo por esse rumo perigoso do ódio, sem perceber que estão sendo condicionados para isso.


Última edição por silvamelo em Ter 26 Out 2010, 12:37 am, editado 1 vez(es)

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por dedo-duro em Ter 26 Out 2010, 12:32 am

.
Como se um monte de papel pintado, desse livro do Dawkins, pudesse desfazer os milagres que ocorrem diariamente na vida de um cristão. Sabemos que Deus existe, pois ele se manifesta cotidianamente àquele que crê.

dedo-duro
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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por silvamelo em Ter 26 Out 2010, 12:39 am

dedo-duro escreveu:.
Como se um monte de papel pintado, desse livro do Dawkins, pudesse desfazer os milagres que ocorrem diariamente na vida de um cristão. Sabemos que Deus existe, pois ele se manifesta cotidianamente àquele que crê.
Amém!

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por coldsnip em Ter 26 Out 2010, 2:42 am

Devo confessar que sou um completo ignorante quando se trata de filosofia...
nunca lí um livro filosófico que seja, por completo, tampouco livros ateístas, me desculpem os amantes dessas obras, mas sempre as achei um tanto quanto desnecessárias(opinião super pessoal é claro)...

na minha adolescência sempre preferi ler física, química, biologia, matemática, história, geografia, não precisei de uma opinião alheia pra chegar no ateísmo.

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por JEDU em Ter 26 Out 2010, 10:25 am

Desafio um Ateu a ver esses dois vídeos onde mostram que a Bíblia é mais sábia que a ciência:

Vejam como a Bíblia é maravilhosa mais sábia que a ciência, provas aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=kY-8qVfzvCA

http://www.youtube.com/watch?v=mZELczj3iVE&feature=related

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Cal em Ter 26 Out 2010, 11:59 am

JEDU, eu responderei aos links postados tão logo você crie um tópico para eles, não vamos desvirtuar esse tópico que é para comentar o livro de Dawkins.

Agradeço a compreensão.


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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Josoco em Ter 26 Out 2010, 12:34 pm

Cal escreveu:JEDU, é para comentar o livro de Dawkins.



Esse cara, o Dawkins, ele é quem está delirando e fazeno os tolos iguais a ele delirar também... gargalhada gargalhada


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Interroga??o Dawkins sequestrou Darwin...

Mensagem por Fabrício_Luz em Ter 26 Out 2010, 12:50 pm

Já li.
Fiquei mais crente ainda.
Lembrei daquelas cenas de filme americano em que o bandido bate bate, bate e o mocinho só olha e, em pé pergunta : "Isso é o seu melhor?"

Aliás, este Dawkins é uma figura tão atormentada que uma simples olhada em seu rosto já mostra algo de muito grave.... Vc vê paz naquela cara contorcida ?

Veja que ótimo texto sobre os delírios de Daekins, que se apoderou da teoria da evolução para pregar (e vender muitos livros) sobre o ateísmo...

Enviado por Marcio Antonio Campos, 20/10/2010 às 11:46
A ciência não tem ideologia, mas os cientistas (e não só eles) têmDias antes da minha viagem aos Estados Unidos, acabei encontrando um texto muito interessante que precisei deixar para comentar depois que voltasse. Ele já tem quase um mês e meio, mas não perdeu nem um milímetro de sua atualidade. Quem escreve é Denis Alexander, diretor do Instituto Faraday para Ciência e Religião da Universidade de Cambridge. Em um artigo sobre o abuso da teoria da evolução no debate entre ciência e fé, ele lembra que a ciência, os fatos científicos em si, são, digamos, "neutros". A matéria se comporta daquela maneira específica, e pronto. O problema é quando esses fatos científicos são usados (e às vezes distorcidos) em nome de certas ideologias.

O caso da evolução proposta por Darwin é, talvez, o mais significativo. Como já tivemos a oportunidade de comentar no blog, Darwin só queria explicar como surgiam as espécies; sua teoria é descritiva, explica como as coisas são, e não prescritiva (ou seja, não sugere como as coisas deveriam ser, muito menos no trato entre os homens). À revelia de Darwin, a evolução foi usada para justificar, por exemplo, práticas como a eugenia e doutrinas políticas como o militarismo e o socialismo. Como Karl Giberson me disse em entrevista ano passado, Darwin foi praticamente "sequestrado" por gente que pretendia se apoiar numa teoria científica para justificar suas barbaridades.

Os militarismos do século 20 usaram a teoria de Darwin para justificar seus própósitos. No século 21, é a vez do ateísmo militante fazer o mesmo.

Mas o sequestro continua, alega Alexander, e agora ocorre pelas mãos do ateísmo militante. Darwin nunca insinuou que sua teoria fosse um golpe na crença em Deus (afirmou justamente o contrário em suas cartas). No entanto, "Deus não existe" é a conclusão que Dawkins e companhia pretendem arrancar à força daquilo que Darwin propôs. Nesse sentido, é bem interessante ler o que Alexander diz a respeito: "A apresentação da evolução pelos 'novos ateus' é, de fato, muito similar àquela dos criacionistas e, mais recentemente, dos defensores do Design Inteligente. Os polos extremos são normalmente mais parecidos entre si do que costumam admitir". E faz todo o sentido, afinal para ambos os lados "a evolução prova que Deus não existe". A única diferença é a avaliação que fazem disso. Um lado acha isso bom, e outro lado acha isso péssimo. E tanto ateus quanto criacionistas acabam ignorando que essa afirmação ("a evolução prova a inexistência de Deus") é simplesmente falsa.

(Um adendo: quem tem alguma familiaridade com a história do catolicismo nas últimas décadas vai identificar esse mesmíssimo mecanismo entre modernistas/teólogos da libertação e os tradicionalistas radicais: para ambos "o Concílio Vaticano II mudou radicalmente a Igreja", e a diferença está na avaliação: para uns a Igreja finalmente entrou nos eixos, e para outros caiu na heresia. E todos se esquecem de que o Vaticano II não mudou praticamente nada na Igreja...)

Então, quando por exemplo a filósofa Mary Midgley chama de "Dawkinsismo" essa extrapolação da teoria de Darwin para fins, como poderíamos dizer?, antirreligiosos, descreve exatamente a situação de que Alexander fala em seu artigo. Como ele diz ao fim do texto, "os usos e abusos ideológicos da ciência são ruins para a educação científica, porque frequentemente a ciência acaba perdida no meio da retórica; para a religião, porque teorias científicas são sempre provisórias, sujeitas à refutação, e não estão aptas à tarefa hercúlea de servir de árbitro entre argumentos pró e antirreligioso." A evolução é a melhor explicação atual para a diversidade biológica no planeta, acrescenta. "Vamos deixar as teorias científicas fazer aquilo para o qual elas servem, e não revesti-las com ideologias que não têm nada a ver com a ciência", conclui.


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/blog/tubodeensaio/?id=1059261

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Cal em Ter 26 Out 2010, 1:14 pm

Fabricio, já que você o leu, poderia citar trechos pelo qual você o considera tão fugaz?

Vou lembrar mais uma vez, esse tópico é para discutir o livro ¨¨Deus Um Delírio¨¨ e não outros livros, e seria muito interessante saber a opinião de VOCÊS foristas e não de terceiros sobre o livro, principalmente pelo fato de eu ter visto apenas ataques gratuitos sem citação do livro e principalmente sem argumentos.


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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por lucas oliveira em Ter 26 Out 2010, 4:31 pm

principalmente pelo fato de eu ter visto apenas ataques gratuitos sem citação do livro e principalmente sem argumentos.

Ataques gratuitos é a especialidade de Dawkins.

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Ornélio Hinterholz Junior em Ter 26 Out 2010, 5:59 pm

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Você poderia postar os argumentos contra? se possível, é claro...não é sua obrigação, mas gostaria que você compartilhasse conosco seus "próprios" argumentos, embasados em alguma coisa.

Creio que o debate é para mostrar os pontos falhos do livro vistos pelos cristãos e não ficar citando trechos do livro...

Respeitosamente

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Ornélio Hinterholz Junior em Ter 26 Out 2010, 6:03 pm

Josoco escreveu:
Cal escreveu:JEDU, é para comentar o livro de Dawkins.



Esse cara, o Dawkins, ele é quem está delirando e fazeno os tolos iguais a ele delirar também... gargalhada gargalhada


No Princípio criou Deus os céus e a Terra

Em partes, concordo com você Josoco...
Dawkins utiliza a Racionalidade Crítica ao extremo, por essa razão ele ataca e critica veementemente, ele é considerado até um ateu fundamentalista, mas com certeza menos fundamentalista que muitos pastores que vemos por aí...

Dawkins, joga perguntas na sua cara e faz você ao menos pensar sobre (para pessoas que pensam, claro!) diferentemente de muitos pastores que GRITAM: aceite o que a palavra diz e cale a boca senão você vai para o inferno!!!

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Fabrício_Luz em Qua 27 Out 2010, 12:08 pm

Olá amigos.
Vcs me "desafiaram" a expor trechos do livro de Dawkins para assim justificar minha resposta anterior...
Pois bem, como estamos falando com pessoas que gostam de ler, e como vcs também foram genéricos, apenas tomando como seus os argumentos de Dawkins, então eu também os desafio a ler

"O DELÍRIO DE DAWKINS" , Alister e Joanna McGrath, ex colegas de Dawkins em Oxford.

Eles rebatem a inconsistência dos argumentos do escritor ateu, bem como sua intolerância injustificada cientificamente.

Assumo como meus esses argumentos.
Desafio x desafio.

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Cal em Qua 27 Out 2010, 5:29 pm

Fabricio, eu recomendo você ler os livros (e não apenas o de Dawkins, que nem acho essa maravilha toda que vocês acham que eu acho) e tirar as SUAS conclusões, assim que eu tiver a oportunidade lerei ¨¨O Delirio De Dawkins¨¨ pois eu só compro livros em sebos e apenas li o ¨¨Deus Um Delirio¨¨ porque me emprestaram*.

Sinceramente Fabricio, e digo isso sem a mínima intenção de ofendê-lo, mas a frase ¨¨Assumo como meus esses argumentos¨¨ é deprimente, a menos que o autor do livro em questão aceite um convite para participar das discussões desse fórum eu quero debater com vocês e não com ele.

*Nem por decreto eu torro R$ 70,00 ou mais em um livro hoje em dia. :risadinha:


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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Fabrício_Luz em Qui 28 Out 2010, 11:44 am

Cal "Terminator", vamos esclarecer que eu só tomei como meus os argumentos do livro "Delírio de Dawkins" porque eu estava respondendo alguém que, também genericamente "tomou como seus" os argumentos de Dawkins. Livro x livro.

Independente disso, "toda verdade é verdade de Deus" (Agostinho).

A propósito, o livro "Delírio de Dawkins" nem é tão caro assim, deve custar uns 30 pila. Se bobear eu até te mando o que eu li...

Valeu.

PS: visite o meu blog lá há muitos argumentos "meus" e outros emprestados, alugados, adotados...www.leituraemz.blogspot.com

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por Elder Henrique de Souza em Qui 28 Out 2010, 2:30 pm

LI e estou limpando o rabo com ele, pois foi a coisa mais útil que encontrei pra este livro ateísta de argumentos fracos, e não só li DAWKINS. Richard – Deus, um delírio, mas também: RUSSEL, Bertrand - Porque Não Sou Cristão, Barth D. Herman - O problema com Deus, "O relojoeiro cego" deste mesmo DAWKINS, Bart D. EHRMAN - O que Jesus disse e o que Jesus não disse.
De todos, o mais inteligente, ou melhor, não burro, de úteis argumentos é Bart D. EHRMAN um agnóstico de pensamentos interessantes, mas como disse Cervantes?... Podemos duvidar de tudo menos da duvida!
Infelizmente só soube que “Deus, um delírio” já estava digitalizado depois de comprar, mas sugiro que assistam também Adauto Lourenço cientista criacionista brasileiro e (irrefutável) no you tube, e suas publicações.

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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

Mensagem por oliveira leite em Qui 28 Out 2010, 5:41 pm



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Interroga??o Re: Desafio aos cristãos: LER "DEUS: UM DELÍRIO"

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