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Jesus, a encarnação do Arcanjo Miguel?

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Leitura Jesus, a encarnação do Arcanjo Miguel?

Mensagem por Fish em Sab 23 Out 2010, 3:34 pm

Jesus, a encarnação do Arcanjo Miguel?




Um dos temas mais debatidos, e também menos entendidos, entre os crentes das diversas seitas, Adventistas e Testemunhas de Jeová afirmam que Jesus seria a encarnação de Miguel, o Príncipe dos Exércitos do Senhor. Para entender melhor isto, precisaremos redefinir certos conceitos, mais arraigados a tradições dogmáticas humanas do que necessariamente às Escrituras.

A primeira, se refere aos anjos. As pessoas comumente pensam que os anjos são uma classe de seres na Hierarquia Celestial abaixo de outras, tais como os Serafins e os Querubins, entretanto isso não é bem uma verdade. A palavra “anjo” vem do hebraico Mal'ak, que significa simplesmente “mensageiro”, não se referindo a classe alguma na Hierarquia Celeste, apenas aos seres que transmitiam a mensagem de Deus aos homens. Esses anjos, por sua vez, é que podem ser de diferentes classes, as mais conhecidas, biblicamente falando, são os Serafins, Querubins e Ofanins(Tronos), estes últimos aparecem no último livro da Bíblia, o Apocalipse, como os 24 anciãos sentados em seus tronos. Dessa forma, Jesus também pode ser considerado um anjo, mas é o maior dos anjos, o maior dos mensageiros, pois traz a mensagem de Deus Pai(Jeová) a toda humanidade. Curiosamente, o título dado a Miguel é o de Arcanjo, que não é uma classe celestial também, o prefixo “Arc” significa “acima”, “superior” ou “mais importante”. A palavra “Arcanjo” ou “Arc-anjo” literalmente significa “Aquele que está acima dos Anjos” ou “Líder dos Anjos”, ou seja, Miguel é o líder dos mensageiros, também sendo o maior dentre os mensageiros. A Bíblia só utiliza este título para designar somente um ser, nunca ocorrendo no plural, nem se referindo a outra pessoa que não seja Miguel, só existe um Arcanjo, um líder dos anjos(2Ts. 1:7; Mt. 24:30-31; 25:31; Ap. 12:7). Como se não bastasse isso, o significado do nome Miguel traz ainda outras revelações. Seu nome ocorre apenas cinco vezes nas Escrituras. Seu significado é motivo de debate. Alguns supõem que esse nome seria uma pergunta retórica: “Quem é qual Deus?”, em resposta a afronta de Lúcifer de querer ser como Deus. Entretanto, é mais certo que seja uma afirmação, Miguel veem do hebraico Mikael(“Aquele que é qual Deus”), pois o sufixo “El” sempre designa “Deus”, como em Daniel (Deus é Juiz), Ezequiel (A Força de Deus) Samuel (Chamado pelo Nome de Deus) Gamaliel (Deus me Faz o Bem), Gabriel(Homem Forte de Deus) e Rafael(Deus cura), este último é o arcanjo fictício que aparece no livro apócrifo de Tobias, o qual até mesmo a Bíblia Católica Comentada admite ser uma ficção, não é a toa, afinal o falso arcanjo chega até a mentir para Tobias no início da narrativa, se dizendo ser um dos filhos de Israel.
Como se pode ver, os nomes terminados com este sufixo nunca são perguntas – mas sempre afirmações. Então, o Arcanjo Miguel é “o líder dos mensageiros que É Qual a Deus”. Isso é muito sugestivo, principalmente quando levamos em conta que Jesus dizia “Eu e o Pai somos um”(João 10:30 ), quem mais seria “Qual Deus” se não o próprio Filho de Deus? As semelhanças começam a ficar gritantes.

Em certas passagens do Antigo Testamento, vemos um anjo especial e misterioso chamado de “o anjo do Senhor”. Este anjo(mensageiro) é muito distinto dos demais, não é apenas “um anjo do Senhor”, mas sim “o anjo do Senhor”, sendo certas vezes confundido com o próprio Deus. Analisemos os seus principais aparecimentos ao longo do Antigo Testamento:

Hagar
Após Hagar, a serva de Abraão, dar a luz a Ismael, ela e a estéril Sara já não podiam mais coexistir pacificamente. Sara a tratou severamente por ela ter se ensoberbecido até que Hagar fugiu para o deserto, é então que “o Anjo do SENHOR a encontrou no deserto, perto de uma fonte” (Gênesis 16:7). O anjo disse para Hagar voltar para trás e apresentar-se a Sara e prometeu que o seu filho, Ismael, seria o pai de uma grande nação. Quando o “anjo” desapareceu, Hagar “invocou o nome do SENHOR, que lhe falava: Tu és Deus que vê; pois disse ela: Não olhei eu neste lugar para aquele que me vê?” (versículo 13). Parece que Hagar reconheceu que o “anjo do Senhor”, que tinha falado com ela era realmente Deus.

Abraão
Deus disse a Abraão que sacrificasse o seu filho Isaac no monte Moriá. Ele estava prestes a cravar sua adaga no filho da promessa “Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde o céu, e disse: Abraão, Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui. Então disse o anjo: Não estendas a mão sobre o mancebo, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, visto que não me negaste teu filho, o teu único filho”. (Gênesis 22:11,12)
É claro que Abraão estava oferecendo o seu filho a Deus e não a um simples anjo. “Então, do céu bradou pela segunda vez o Anjo do SENHOR a Abraão, e disse: Jurei, por mim mesmo, diz o SENHOR, porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar; a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos, nela serão benditas todas as nações da terra, porquanto obedeceste à minha voz.” (Gênesis 22:15-18). Recontando esta experiência de Abraão, em Atos 3:25, Pedro também identifica este “anjo do Senhor” que fez um pacto com o Patriarca, como Deus.

Jacó
Enquanto fugia de seu zangado irmão, Esaú, Jacó teve um sonho em que Deus confirmou a aliança de Abraão com ele. Depois de receber a garantia de que Deus estaria com ele e o levaria de volta em segurança para sua casa, em Canaã, Jacó jurou devolver a Deus um dízimo de todo o seu rendimento. Jacó tomou a pedra que havia posto por travesseiro e a erigiu em coluna, sobre cujo topo entornou azeite. Em seguida, ele nomeou o lugar de Betel, a Casa de Deus, pois Deus havia lhe aparecido lá.
Vinte anos mais tarde, Jacó estava em seu caminho para casa,  não como um pobre fugitivo, mas como um homem rico. Deus decidiu relembrar que tinha realmente lhe trazido sucesso. Veja como Jacó conta a história: “E o Anjo de Deus me disse em sonho: Jacó! Eu respondi: Eis-me aqui!”. (Gênesis 31:11). No versículo 13, este “anjo de Deus” identifica-se: “Eu sou o Deus de Betel, onde ungiste uma coluna, onde me fizeste um voto”.
Então, quando Jacó lutou com um ser divino (Gênesis 32:22-32), foi lhe dado um novo nome (Israel) e ele foi abençoado. “Àquele lugar chamou Jacó Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva.”. No Novo Testamento, Jesus é o que abençoa o Seu povo e lhes dá um novo nome (Mateus 5:3-12; Apocalipse 2:17). Parece cada vez mais evidente que o anjo do Senhor é o próprio Jesus Cristo.
Quando Jacó estava em seu leito de morte e abençoou os 2 filhos de José, Efraim e Manassés, ele usou os termos “anjo” e “Deus” intercambiavelmente: “O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia, o Anjo que me tem livrado de todo mal, abençoe estes rapazes; seja neles chamado o meu nome e o nome de meus pais Abraão e Isaque; e cresçam em multidão no meio da terra.” (Gênesis 48:15-16).
As Escrituras parecem bem claras, não há outro Redentor e Salvador, e apenas um Deus. “Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há Salvador.” (Isaías 43:11-14). Mais uma vez vemos que o anjo que redimiu Jacó é outro nome para o nosso Senhor Jesus!

Moisés
Moisés viu um arbusto queimando que não se consumia e “apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça” (Êxodo 3:2). O Verso 4 identifica este anjo: “Vendo o SENHOR que ele se voltava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou” E, no versículo 6, Ele identifica-se novamente. “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus.” O anjo do Senhor identifica-se como Deus!
Em seu último sermão antes de ter sido apedrejado até à morte, Estevão concorda com o que o Êxodo conta: “Decorridos quarenta anos, apareceu-lhe, no deserto do monte Sinai,um anjo, por entre as chamas de uma sarça que ardia. Moisés, porém, diante daquela visão, ficou maravilhado e, aproximando-se para observar, ouviu-se a voz do Senhor: Eu sou o Deus dos teus pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Moisés, tremendo de medo, não ousava contemplá-la.” (Atos 7:30-32).

"Eis que eu envio um anjo adiante de ti, para guardar-te pelo caminho, e conduzir-te ao lugar que te tenho preparado. Anda apercebido diante dele, e ouve a sua voz; não sejas rebelde contra ele, porque não perdoará a tua rebeldia; pois nele está o meu nome.” (Êxodo 23:20-21).

Curiosamente, o nome “Jesus” parece vir do hebraico “Yehoshua”(do hebraico יהושע), por isso diz-se Yehoshua HaMashiach(“Jesus, o Messias”), que é composto por cinco letras do aleifbeit(o alfabeto hebraico): Yod-He-Shin-Vav-He que deriva das quatro letras que compõe o Tetragrama Sagrado do Nome do Deus de Israel, Yahweh(YHVH), que é encontrado em nossas bíblias como “SENHOR”, “Jeová”, ou ainda “Javé”, Yehoshua, portanto, significa “Jeová salva”, tendo portanto o Nome de Jeová no Seu Nome. Como os judeus, evitavam de dizer o nome de Deus, pois temiam incorrer no pecado de dizer o Seu Santo Nome em vão, quando liam alguma passagem onde este nome se encontrava, falavam “Adonai”, que é encontrado em nossas Bíblias como “Senhor”.

"Amarás Adonai teu Elohim, de todo teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento" (Mateus 22:37)

Israel
Em outro exemplo, os filhos de Israel foram conduzidos através do deserto por Deus. “O SENHOR ia adiante deles, durante o dia, numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho; durante a noite, numa coluna de fogo, para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite.” (Êxodo 13:21). Moisés depois descreve este ser que os conduzia desta maneira: “Então, o Anjo de Deus, que ia adiante do exército de Israel, se retirou e passou para trás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles”. ( Êxodo 14:19). Mais uma vez, “o anjo de Deus” é identificado como Deus.
Como então este mensageiro(anjo), apesar de parecer se identificar com o Senhor ao mesmo tempo não é Jeová? Não devemos esquecer que o próprio Jesus, apesar de se dizer ser um com o Pai, se põe com frequência num grau inferior a Javé(YHWH).

Quando o anjo do Senhor apareceu a Josué, este prostrou-se e o adorou ]“Respondeu ele: Não; mas venho agora como príncipe do exército do SENHOR. Então Josué, prostrando-se com o rosto em terra, o adorou” (Josué 5:14)]. Essa atitude tem levado muitos a crer que esse anjo era uma manifestação do próprio Senhor Jesus; do contrário, o anjo teria proibido Josué de adorá-lo, tal como o anjo que proibiu o apóstolo João(Apocalipse 19:10;22:8-9), tal como Jesus, que recebe adoração, assim também este anjo é adorado. Fica claro que esse Anjo do Senhor que aparece frequentemente no Antigo Testamento é ninguém menos que o próprio Jesus antes de se encarnar, sendo Miguel portanto um dos seus títulos, não o nome de alguma criatura, tal como os títulos de Cordeiro de Deus e de Leão da tribo de Judá. O livro do profeta Daniel é a maior evidência de que Miguel é um dos nomes de honra do Divino Mestre. O livro de Daniel, apresenta a maior das evidências de que o nome “Miguel” deve obrigatoriamente ser aplicado a Cristo. Temos neste livro quatro grandes blocos proféticos que dão ênfase a Jesus e ao Seu Reino. Estes blocos proféticos nos ajudam a entender o livro, seu propósito e também a descobrir quem é o personagem principal das profecias da Bíblia.

Capítulo 2: Jesus aparece como sendo a Pedra que destrói a estátua do sonho do rei Nabucodonosor.
“Mas há um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes:
Estando tu, ó rei, na tua cama, subiram os teus pensamentos, acerca do que há de ser depois disto. Aquele, pois, que revela os mistérios te fez saber o que há de ser.
E a mim me foi revelado esse mistério, não porque haja em mim mais sabedoria que em todos os viventes, mas para que a interpretação se fizesse saber ao rei, e para que entendesses os pensamentos do teu coração.
Tu, ó rei, estavas vendo, e eis aqui uma grande estátua; esta estátua, que era imensa, cujo esplendor era excelente, e estava em pé diante de ti; e a sua aparência era terrível.
A cabeça daquela estátua era de ouro fino; o seu peito e os seus braços de prata; o seu ventre e as suas coxas de cobre;
As pernas de ferro; os seus pés em parte de ferro e em parte de barro.
Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem auxílio de mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou.”
(Daniel 2:28-34).

Capítulo 7: Jesus aparece como o Filho do Homem, que se dirige ao Ancião de Dias(o Pai Jeová).
“Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.
E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.”
(Daniel 7:13-14).

Capítulo 8: Jesus aparece como sendo o Príncipe dos príncipes.
“Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia,
Mas o bode peludo é o rei da Grécia; e o grande chifre que tinha entre os olhos é o primeiro rei;
O ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão da mesma nação, mas não com a força dele.
Mas, no fim do seu reinado, quando acabarem os prevaricadores, se levantará um rei, feroz de semblante, e será entendido em adivinhações.
E se fortalecerá o seu poder, mas não pela sua própria força; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo.
E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o Príncipe dos príncipes, mas sem mão será quebrado.”
(Daniel 8: 20-25).

Capítulo 10: Miguel aparece como libertador.
“E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.” (Daniel 12:1-2).

Se Miguel não fosse Jesus, o sincronismo do livro de Daniel (apresentado em seus blocos proféticos) seria quebrado! É muito estranho imaginarmos que nos três primeiros blocos proféticos o centro é Deus enquanto que no último o personagem principal é uma criatura!
Todos os blocos proféticos terminam com a manifestação do Cristo e do Seu reino. Por isso, para que o sincronismo do livro de Daniel seja mantido, Miguel tem que ser um dos nomes de Jesus. Além disso, deve-se destacar que o conflito entre o bem e o mal se dá entre Cristo (Deus) e Lúcifer (criatura) e não entre dois seres criados (ver Apocalipse 12:7-9). É importante salientar também que o mesmo livro chama a Miguel de “um dos primeiros príncipes” diz ser Ele “o vosso príncipe” (Daniel 10:21) e “o grande príncipe” (Daniel 12:1). Comparando estes textos com Isaías 9:6 e Atos 5:31 (preste atenção no termo “príncipe”), não podemos ter dúvidas de que o Ser mencionado em Daniel 10:13 mencionado é Cristo. Na verdade, Miguel seria “o primeiro dos principais príncipes”. No livro apócrifo de Enoque, Miguel é retratado como príncipe de Israel, enquanto que nos Jubileus, ele é descrito como o anjo que instruiu Moisés na Torá.

Mais algumas características em comum:
- Tanto na vinda de Miguel, descrita no livro de Daniel, quanto na vinda de Jesus, descrita no livro do Apocalipse, haverão tribulações.

- Tanto a vinda de Miguel quanto a de Jesus estão relacionadas a ressurreição.

- Miguel é descrito como tendo um exército de anjos, Jesus também possuía anjos que o serviam. (Mateus 24:30-31) .

- Tanto Miguel quanto Jesus são descritos como superiores aos anjos. Sendo que a Bíblia descreve uma aproximação ainda mais clara entre Jesus e Miguel.
“Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz de arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.” (1Ts 4:16).

- Jesus e Miguel reagem de maneira similar ao discutir com Satanás:

“Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo [Cadáver] de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda!” (Judas 1:9).

Vai-te, Satanás! Porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. (Mateus 4:10).

- Miguel é retratado como aquele que lidera os Exércitos do SENHOR, no final do livro do Apocalipse Jesus é retratado como o cavaleiro no cavalo branco que guia o Exército do Céu.

- Tanto Miguel quanto Jesus enfrentam Satanás e suas hostes diretamente, Miguel no Antigo Testamento, e Jesus no Novo Testamento. Ao que parece este é um encargo particular de Jesus/Miguel, o de enfrentar e sempre vencer os poderes das trevas.

“E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou, dizendo: Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.” (Marcos 1:23-24).

“Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu o deixei ali com os reis da Pérsia.” (Daniel: 10:13)

Miguel é “um dos primeiros príncipes”, na verdade existem traduções em que se lê “o primeiro dos príncipes”. Jesus é o Filho do Deus Altíssimo, o primeiro Príncipe. Conhecendo um pouco a pessoa de Jesus, não seria estranho supor que Ele nomearia outros anjos, talvez um de cada Hierarquia Celestial, para governar ao lado Dele como príncipes. Este parece ser uma das amostras de bondade de Jesus, dividir o Seu Trono com os seus servos. Provavelmente, um dos príncipes que Miguel(Jesus) deve ter escolhido para reinar ao seu lado foi Lúcifer, o príncipe da casta dos Serafins, e provavelmente o mais sábio dentre todos os seres criados por Deus(Gênesis 3:1).

Parece que, para impedir as ambições de Lúcifer, Miguel, o Filho de Deus, tem enfrentado constantemente Lúcifer, por isso Ele se encarnou, para trazer o Reino de Deus até nós. Jesus é o único digno de abrir o livro com os Sete Selos, iniciando assim o processo de purificação e renovação da Terra, descrito no livro do Apocalipse.

“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim;” (João 5: 39).

Fontes:
http://setimodia.wordpress.com/category/arcanjo-miguel-e-jesus/

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